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* CORAGEM � A SENHA *
Mesmo que n�o possa colocar um p� na frente do outro
esperamos que voc� consiga.
Est� bem.
Eu sei o que voc� est� pensando.
� muito arriscado.
Eu n�o tenho escolha.
Minha perna est� adormecida.
Amanh�, n�o poderei mais andar. E ent�o?
Vou para l�.
Voc� n�o come durante dois dias.
Se cuidem.
Farei uma pequena caminhada.
� muito perigoso!
Cale a boca.
"Ele se cahamava Charlie Coward.
Era um soldado comum.
�s vezes um homem se destaca dos outros. . .
por sua criatividade, sua aud�cia e sua tenacidade fora do comum.
O Major Coward foi um deles. Eis a sua hist�ria."
Ei, o Major encontrou alguma coisa.
Vamos fazer a mala.
Est� parando! Aten��o!
Isto � perigoso.
Quem demoliu esse vag�o?
- Estes ratos maditos. - Ele quase caiu no buraco!
Quem deu a ordem?
Eu.
Sabotagem!
N�o vou mais nesse trem!
N�o � um luxo!
Sargento, � um comboio de muni��es!
"Bem, chegamos em casa, por assim dizer.
Al�m de campos de concentra��o, s�o chamados campos da morte,
a vida aqui n�o era. . . muito ruim, para dizer a verdade.
N�s tinhamos at� um teatro.
Recebiamos correspod�ncias e provis�es da Cruz Vermelha.
A comida nos permitia n�o morrer de fome.
E depois,
os cigarros, o chocolate e o sab�o
serviam para comprar as guardas."
Agrupamento imediato no campo de exerc�cios!
O que eles est�o fazendo?
Treinamento de tiro.
Ou�am todos!
Os alem�es tratam bem
seus prisioneiros.
Infelizmente, ficaram chocados
demais, ap�s o �ltimo ataque inimigo
ao porto de Dieppe,
muitos soldados alem�es
levaram tiro nas costas, de punhos amarrados.
O governo alem�o
se v� for�ado a reagir
ao b�rbaro tratamento dos seus soldados.
Por exemplo, vai punir os agressores
que cometeram essas atrocidades.
Diabos, mas eles v�o nos fuzilar!
Doravante,
ficar�o de m�os amarradas
das 9 �s 21 horas.
Amarrem esses ingleses sujos, para verem se � engra�ado!
Vou faz�-los se arrepender dessa piada.
Confort�vel?
Encontro nas latrinas, passe o aviso.
Obrigado.
Vamos, um ap�s o outro.
- Ei, Bill. - O qu�?
Voc� v� o que eu vejo?
Eles ainda t�m 1000 para amarrar.
- Eu diria 1500, pelo menos. - Voc� acredita?
- F�cil. - Voc� tem raz�o.
Neste ritmo, vamos passar a noite.
� a terceira vez que eu passo, eles n�o s�o muito observadores.
N�o olham para nossas cabe�as.
Logo vai anoitecer.
Eles v�o acender as velas!
Eles n�o t�m.
- Eu sei onde elas est�o. - N�o tem mais.
J� n�o os. . . ?
N�o, n�o. Tudo bem, v� em frente.
"E da� para frente.
Os alem�es n�o realizaram mais tal proeza."
Os guardas se foram!
Ou�am-me, vamos cavar um outro t�nel.
Para qu�?
Eles nos descobrir�o com microfones.
� verdade, os Boches nos ouvem cavar a mais de 5 metros.
Ent�o n�s cavamos a 7 metros de profundidade!
Partimos do barrac�o 110.
� muito longe do per�metro!
85 metros para o bosque depois da cerca.
Calem-se!
Vamos precisar de 500 homens para escavar e manter a ronda.
Quantos fugir�o?
Uma centena.
Voc� j� ouviu os Alem�es? Eles punir�o todos que ficarem.
Uma centena faz a mala e os outros se ferram.
� isso!
E com as m�os amarradas durante todo o dia.
Temos que lutar, n�o esperar passivamente que a guerra acabe.
Corre o risco de uma bala nas costas.
Isso � o que espera aqueles que fugir�o.
Eles n�o ousariam, isso � contra o regulamento.
Voc� fala, os Boches n�o ligam para o regulamento. Eu fico aqui!
N�o precisamos de generais para nos dizer o que fazer.
Como soldados, devemos fazer todos os esfor�os para escapar.
� o nosso dever!
Calem-se! Calem-se! Ser�o descobertos.
Esperem.
Vamos cavar o t�nel, mesmo sendo perigoso e exaustivo.
Uma idiotice, sim!
Voc� fala que fugir�o e ser�o pegos na fuga.
Alguns sim, mas outros ser�o livres!
Isso ocupar� os Boches em vez de lutar na frente.
Ele est� vindo! Calem-se.
Vale a pena, apenas para sair daqui!
Quando ele se for, ser�o designados os trabalhadores.
Vamos, toquem !
"Uma horda de trabalhadores clandestinos
falsamente desencantados,
prisioneiros entediados que est�o esperando a morte,
infelizmente at� o final da guerra.
Uniformes, cobertores e outros materiais
s�o transformados em roupas civis.
Fabricam passaportes, permiss�es de transporte,
autoriza��es de trabalho, documentos e carimbos oficiais.
As informa��es que s�o obtidas
servem para desenhar mapas.
Fabricam as ferramentas e recuperam a madeira para o t�nel.
Os engenheiros tiveram um papel crucial:
elaborar o t�nel.
Os trabalhadores eram protegidos por sentinelas.
O material escondido ao menor alerta.
Tudo desaparece em poucos segundos.
Sete metros debaixo da terra, um pequeno espa�o marcou o in�cio do t�nel.
Uma bomba alimenta o t�nel de oxig�nio.
Um saco de pacote serve como fole.
O tubo de fornecimento de ar
� feito com latas de conservas colocadas ponta a ponta."
Vai se banhar, eu assumo.
Vai.
V�o devagar, rapazes.
Vamos, se apresse.
Esvaziem esse e parem tudo. Est� tarde.
Muito bem!
Deixe-me sair!
Espera, Pringle!
Eu quero sair!
N�o se mexa.
- Voc� vai fazer desmoronar! - Algum problema?
- � mais forte que eu. - Eu sei.
Acalme-se.
Tenho o mesmo pesadelo todas as noites e acordo coberto de suor.
Passo o dia confinado num espa�o como dentro de um caix�o!
O que foi?
Desmorona!
Saia daqui!
Eu estou preso!
N�o posso me mover, a areia cai em mim!
Vamos, Pringle!
N�o posso me mover!
N�o venha para baixo!
Vai cair, volta!
Segure bem, se ajude!
Me d� a sua m�o.
Me d� a outra. Voc� est� seguro?
Est� vindo.
- O que aconteceu? - Feridos?
Ele � claustrof�bico. Teve coragem de ir l� embaixo.
Leve-o para o chuveiro.
Como fa�o para limp�-lo?
Eu j� sei.
Vamos colocar atr�s das paredes, sob o teto, sob os barrac�es,
no p�tio.
E vamos deixar nas latrinas.
Eu sei onde poderemos colocar. O velho Schmidt n�o perceber�!
A bola!
Um guarda faz a ronda.
- Ele vem para c�? - Talvez.
Ao trabalho!
Se apresse, Pete!
Ele vem para c�.
Avise o Coward.
O guarda!
Vamos, se apresse!
N�o vejo nada, mas � arriscado. Coloque a panela!
- E a areia? - No buraco!
Depressa!
J� ferrou!
Queria ver voc�.
Voc� quer combustivel para o fog�o, � isso?
N�o � quente durante a noite. Os rapazes v�o ficar doentes.
Estou disposto a verificar.
Isto � a guerra, fazemos o poss�vel.
Que fa�am exerc�cios e trabalhem duro para se aquecer.
O Schmidt se aproxima!
Nossos comandantes t�m outras preocupa��es.
A vit�ria, por exemplo. Vosso ex�rcito � insignificante.
Nossos bombardeiros v�o destruir o seu pa�s.
- Eles sabem mirar? - Sim, perfeitamente.
Descobrir�o o que pretendem.
Ent�o perguntar�o. Novas inven��es? Imposs�vel!
Bem, na verdade. . .
T�m esse novo dispositivo, mas n�o lhe interessa.
Fale.
Pouco antes da guerra, a For�a A�rea estava testando.
- Um visor de bombardeiro. - Muito interessante.
- � verdade? - Claro!
� confidencial.
Obviamente.
Bom dia!
Bom dia, Capit�o.
Voc� disse que estava frio?
Est� muito quente, sim!
Veja-os! Eles suam!
Eles suam, est� muito quente!
Voc� quer combust�vel? Est� desperdi�ando meu tempo.
A mesma perfei��o.
Enganaria at� o Himmler.
- Com uma foto. - Claro.
Espera, est� a�.
Ele vem para c�.
Ele n�o viu nada. N�o assim longe.
Vamos ver.
O tenente quer ver voc�. Venha.
- � um mau sinal. - Claro.
Um guarda poderia nos trazer uma c�mera.
N�o tem nem cigarros, nem sab�o.
Precisamos de mais iscas.
N�o podemos esperar a Cruz Vermelha.
Temos que dar um jeito.
Deseje-me sorte.
Major, aqui o Hauptmann Necke. Ele quer falar com voc�.
Isso est� certo.
Tenente, est� dispensado, obrigado.
Sente-se, Sr. Coward.
Obrigado.
Voc� est� bem instalado no campo?
Bem, est� um pouco lotado e falta um bar.
Do resto, tudo bem.
Ah, isto n�o � Londres.
N�s sabemos ser generosos, Sr. Coward. Voc� vai ver.
N�s respeitamos os brit�nicos.
Isso � reconfortante.
Eu ensinei em Londres.
Voc� morou l�?
N�o. . . realmente n�o em Londres.
Nos sub�rbios.
Perto da f�brica de Havilland?
N�o muito longe.
Imagine por um momento que n�o sou alem�o.
Confesso que eu n�o posso.
Posso fazer um esfor�o.
Por qu�?
Voc� sabe a resposta.
Que trabalho fez na f�brica?
Eu tive v�rios.
Trabalhei com modelos. . .
prot�tipos.
Visores de bombardeiro, por exemplo?
N�o exatamente.
Voc� tem conhecimento?
Claro. . . Me falaram sobre isso.
Quem?
Amigos.
- Voc� viu os planos? - Planos?
Era secreto.
Voc� quer cooperar?
Eu vou tentar.
Pense bem. Me diga tudo o que sabe.
Eu n�o sou muito bom em. . .
em descrever as coisas.
Voc� saberia desenhar?
N�o sei desenhar mais que c�rculos e cruzes.
Tente. Vamos lidar com isso.
Come�amos.
Isso n�o � coisa para voc� me pedir, voc� sabe.
O que eu ganho?
O que voc� quer?
A garantia que o governo britanico n�o saber� nada.
E. . .
E?
- Ra��es duplas para todos. - O qu�?
Est� certo. Cigarros, sab�o e chocolate, tudo bem.
N�o vai ser f�cil, mas provavelmente podemos arranjar.
Isso � tudo.
Chocolate ao leite.
Excelente. Quer um pouco?
Devagar, um peda�o pequeno.
- Chocolate su��o? - B�varos.
- Dos Alpes da Baviera. - Delicioso!
N�o vale a pena um bom cigarro.
Nem um bom caf� quente.
Espere, olhe para mim.
Ou�a. Damos tudo ou nada feito.
Uma c�mera. . .
- N�o, n�o. - N�o apenas uma c�mera.
Filmes, papel fotogr�fico. . .
N�o, � muito perigoso.
Mais perigoso que me emprestar sua licen�a de trabalho?
Procurar em mim e encontrar uma licen�a, isso � normal.
Deveria sempre lev�-la com voc�.
Voc� vai fazer?
Eu n�o sei.
Depende.
Uma c�mera!
Imposs�vel. Voc� me pede muito.
Tudo bem. Teremos que ir ao comandante.
Sim. . .
Voc� est� de conluio com os prisioneiros.
Temos tr�s testemunhas.
Todos os tr�s, ser�o enviados para o buraco.
E voc� para a frente russa.
Ou, na pior das hip�teses, ao pelot�o de fuzilamento.
- Eles o executar�o? - Claro!
Certo, eu vou ver o que posso fazer.
Na verdade, a minha licen�a. . .
Sua licen�a, � verdade!
Ap�s a entrega, certo?
Toma, pegue um adiantamento.
Coloque no seu bolso, leve para sua casa. Vai.
Que horas s�o?
- Menos de 20. - Tenho compromisso com um engenheiro.
Daqui a pouco.
Voc� vai mostrar-lhes estes planos falsos?
N�o s�o planos falsos.
Jerry Walsh me ajudou.
Trabalhou nos visores?
N�o, n�o exatamente.
Mas, como engenheiro, d� mais credibilidade.
Pode-se facilmente blefar com Schmidt e Necke.
Eles n�o s�o muito inteligentes e nem qualificados, mas um engenheiro!
� suficiente para fazer durar ao m�ximo a trapa�a.
Corre o risco de aterrizar num campo de concentra��o.
Eu j� pensei, posso imaginar. Um pouco tarde, n�o?
Voc� v� outra forma de subornar os guardas?
N�o. Ent�o precisa ser assim.
Como toda inven��o de g�nio, o princ�pio � muito simples.
Um conduto sai do nariz do avi�o para uma esp�cie de h�lice aqui.
O ar passa por ela e a faz girar, voc� v�?
Antes de cada lan�amento do bombardeiro,
esta agulha � posicionada nos alvos indicados no mostrador.
Essen, Berlin, Frankfurt, etc.
Esta h�lice. . .
Em forma��o no campo de exerc�cio!
- O que foi? - Eles encontraram o t�nel.
O primeiro. N�o o nosso.
Isso � inaceit�vel.
Voc�s podem se achar mais espertos que o ex�rcito alem�o!
Mesmo que escapassem
por este t�nel rid�culo,
nunca chegariam na Inglaterra.
� muito longe!
O escoramento do t�nel foi destru�do.
Caminh�es pesados passar�o e repassar�o por ele.
At� que ele desabe!
Ele sim que desabou!
O que est� acontecendo?
O que est�o fazendo?
Todos os famosos est�o aqui.
Sua aten��o, por favor!
Major Coward!
Major Coward sua presen�a � solicitada pelo comandante.
Hitler te convida para o ch�.
Vou tentar te arrumar um convite.
Tr�s a��cares no meu ch�.
Major, entre.
Coward, sua hist�ria n�o tem fundamento.
Realmente, tenente? N�o estou entendendo.
Ah, �?
Se voc� quer minha opini�o, este plano � uma mentira rid�cula.
Por qu�?
Voc� nos toma por idiotas?
N�o.
N�o me interrompa. Estes senhores tiveram que abandonar seus postos
por um visor fantasma!
Est� me chamando de mentiroso?
Eu perguntei se est� me chamando de mentiroso.
Voc� for�ou um prisioneiro cometer um ato de trai��o.
- Forcei? - Exatamente!
A Conven��o de Genebra diz que. . .
Fora!
Calem-se!
Um brinde ao Major Coward!
Precisava de 90 dias e fez apenas em 10!
Sagrado Charlie!
Com o comandante, somos amigos!
Concluiu um neg�cio.
Que tipo de neg�cio?
Aceitei comandar um destacamento.
Numa serraria, amigos!
E v�o deix�-lo sair?
N�o por raz�es de sa�de.
� muito f�cil, eles est�o fazendo alguma coisa.
Aonde voc� vai?
Pol�nia.
- Onde exatamente? - Breslau, por qu�?
Por nada.
Eu tamb�m vou.
Eu fui volunt�rio. Vou de assistente!
Ao Billy Pope e ao major !
- � uma armadilha. - Enfim � tarde demais.
- Espero estar errado. - Eu tamb�m.
E se este for o caso, levar� vantagem.
� claro.
Precisamos de mapas detalhados e hor�rios de trem.
Eu fiz uma lista.
Os prisioneiros de l� devem ter mais algumas coordenadas.
Absolutamente.
Alguns s�o mesmo autorizados a sair.
Escoltados.
Ou n�o.
Verdade?
Temos um contato em Breslau na rede clandestina polonesa.
Em Breslau?
Que coincid�ncia.
Este � um bom sinal.
Voc� arrisca o pelot�o. Ou�a.
Se relacionar com clandestinos, ser� considerado como espi�o.
Voc� sabe o nome deste contato?
Bem, est� na optometria.
O qu�?
- �culos. - Sim, eu sei.
A senha � "pano".
- "Pano"? - Eu n�o sei mais.
- N�o � muito. - Da� o perigo.
Isto pode ser uma armadilha.
Por exemplo.
Por aqui.
Bem, Major!
Bem-vindo ao campo!
Esperamos que a sua estadia seja agrad�vel.
Por que o tapete vermelho?
Voc� cooperou conosco, Sr. Coward e n�s colaboramos com voc�.
Vamos ver.
Onde est�o os homens? Quero v�-los e me instalar.
Claro, Sr. Coward. Venha, por favor.
Depois de voc�, Sr. Coward.
O seu antecessor era um homem muito bom.
Muito bom com os seus homens.
Gosto disso.
Tenho um quarto confort�vel para o Major.
Voc� e eu, amigos?
Depende.
Por aqui, Major.
Gostou?
Este � para mim?
Sim! Ra��es mais especiais! E voc� janta conosco.
Onde os outros dormem?
Eles dormem l�, os pregui�osos.
Um bom major, isso � o que eles precisam.
Ol�.
Voc�s t�m uma cama extra?
Eu pego essa.
Se n�o se importam.
- Se ele pede. . . - Certo!
Ol�, rapazes.
Simp�tico, comit� acolhedor.
Por quem me tomam? Hitler?
Vamos, o que acontece?
Sou o Major Coward. Qual � o problema?
Qual � o problema?
Certo.
Estou pronto para lutar. N�o todos de uma vez.
Isso vale para voc� tamb�m. Solte-o!
Voc� est� aqui
para esgotar todos n�s. . .
e viver como um pax�!
Voc� vai lamber as botas do pequeno gordo!
O outro tamb�m tentou.
Eu lhe dei uma boa li��o com isto.
Quem � o pr�ximo?
Eles nos falaram sobre voc�.
Voc� trabalha para os Boches
e voc� � pior que o cara de antes de voc�.
Eu sabia que era suspeito, era muito bom.
Queriam que me degolassem.
Sabe por qu�? Porque � um agitador.
Vamos mexer os pauzinhos.
Amanh� ser� outro dia.
"Minha primeira miss�o era deixar o campo sem escolta.
Sem escolta. . .
Sem guarda para escoltar.
Uma id�ia nasceu na minha mente.
Eu tinha notado a disciplina tipicamente germ�nica do comandante.
Ele acendeu o cachimbo todo dia na mesma hora. . .
e no mesmo lugar.
Os prisioneiros muitas vezes lutaram,
de modo muito realista, devo dizer. . .
para desviar a aten��o dos guardas.
Fomos capazes de armazenar gasolina.
Nos baldes para inc�ncios, nos extintores
e at� no tanque de armazenamento de �gua. N�s t�nhamos um plano.
Esperavamos que estivesse quente. Estava tudo pronto.
Era mais do que uma correspond�ncia
descartada descuidadamente."
�gua! �gua!
O que voc� faz?
Tentamos abafar o fogo!
Com a terra, n�o com madeira!
Com terra?
- Com Terra! - �?
Com as p�s!
Com �gua, n�o cobertores!
Conecte-a!
Larguem todos! Larguem todos!
Abra a v�lvula!
Feche!
Desculpa!
Vai buscar o trator!
Eu n�o sei dirigir.
Dirija!
- Eu nunca dirigi! - Dirija.
Coragem, est� quase terminado.
Posso falar com voc�?
Eu. . .
Eu queria te dizer que n�o tenho nada a ver com tudo isso.
Vimos voc� jogar o f�sforo na madeira.
Foi um acidente! Madeira muito quente, combust�o.
Voc� sabe muito bem que o fogo n�o foi um acidente.
Em suma, gostamos de voc�, sabe.
- Vou falar com meus homens e lhes pedir para n�o dizer nada. - Sim, sim.
Em troca, me fa�a um favor.
Como? O qu�?
Sinto falta de um pouco de liberdade.
Quero ir � cidade sem escolta.
- Sem escapar? - Desculpa?
N�o, n�o! Sem escapar.
Palavra de honra. Um oficial brit�nico ainda mant�m a palavra.
Como um oficial do terceiro Reich,
aceito a sua palavra de honra.
� muito gentil, obrigado.
N�o tente escapar!
N�o, n�o. Eu prometo que n�o vou escapar.
Charlie!
Tudo bem? Sem escolta?
Ele est� em apuros. Eu disse que os homens n�o dir�o nada.
- Voc� acredita? - Ele n�o tem escolha.
- � uma armadilha. - Isso n�o.
Voc� sai sem escolta e ele dir� que voc� tentou fugir.
Isso n�o � brincadeira.
- Ah, �? - Como se voc� n�o soubesse.
�culos.
N�o � sua vis�o que est� ruim, Major, � a sua mem�ria.
N�o entendeu?
Voc� esqueceu a primeira leitura,
� o E e o F que voc� inverteu.
Sua mem�ria e seu ingl�s s�o perfeitos.
Por que voc� est� aqui?
Um cigarro?
Por favor.
Qual � o seu nome?
Irena.
O meu � Coward, Charlie Coward.
Algum problema?
N�o, n�o.
Uma mulher oculista, � curioso.
Por qu�?
Por nada.
Voc� est� com sorte:
um prisioneiro de guerra sem escolta.
Dei a minha palavra de honra.
Isso � excepcional.
Claro.
Isso � excepcional.
Voc� acha que sou um espi�o dos alem�es.
Isso n�o me preocupa, Sr. Coward. Desculpa.
Bem, Sr. Coward?
Preciso de uns materiais.
Materiais?
Panos.
Pedido estranho.
Voc� pode me ajudar?
Vai ser dif�cil encontrar.
Eu n�o posso te ajudar.
Outra coisa.
Tchau.
Tem outro oculista na cidade?
Sim. Tem um.
Voc� procura panos num oculista?
O endere�o, por favor?
Vou levar voc� l�.
� gentil, mas isso n�o ser� necess�rio.
Voc� n�o vai achar facilmente.
Onde voc� aprendeu ingl�s?
Esqueci uma coisa.
J� volto.
Tinha que avisar um cliente.
E o seu ingl�s?
Passei um ano em Londres.
O que voc� fez?
Eu trabalhei num hospital.
Onde?
Voc� � muito curioso.
Voc� n�o quer me dizer?
Num hospital de olhos.
- No Kensington? - Isso mesmo.
Na Estrada Marloes, eu acho.
Sim.
Devo tentar a minha sorte e o risco de ser morto
ou voc� segue para a Gestapo?
- Eu sou da Gestapo? - E uma idiota.
� um golpe cl�ssico.
Este � o Hospital St Mary que acabei de descrever.
Eu sei.
O hospital de olhos fica em Soho.
N�o aquele onde eu trabalhei.
Eu falava do hospital Moorfield, na City Road.
Para mais informa��o,
� o Hospital St Mary Abbott que fica em Kensington.
Voc� est� errado, isso � normal.
St Mary fica em Paddington, na frente da esta��o.
Bem, voc� pode ter raz�o.
Na Rua Praed. Quer mais detalhes?
N�o, eu conhe�o muito bem, obrigado.
Este � um golpe cl�ssico que vai em ambas as dire��es.
Como duas pe�as que se encaixam perfeitamente.
N�o exatamente.
Aqui � o oculista.
Lhe desejo um bom dia, Sr. Coward.
A prop�sito,
este oculista � um nazista dedicado.
Irena!
O tempo
� pouco.
Voc� faz parte da resist�ncia?
Um pequeno conselho, Major.
N�o fique na cidade muito tempo, � perigoso.
N�o abuse.
� tarde demais. Cada sa�da para a cidade conta.
O que exatamente voc� quer, Sr. Coward?
Toma, aqui est� a lista:
mapas e hor�rios de trem.
Ele n�o parece contente.
Venha aqui.
Por que este prisioneiro de guerra est� sem escolta?
Onde acha que est�? Num clube para cavalheiros?
Explique.
Tinha uns assuntos para resolver na cidade.
Naturalmente.
Seja tolerante, ele tenta ser gentil.
Gentil!
Onde est� o problema?
Eu dei a minha palavra de honra.
E o inc�ndio?
Voc� atrai problemas. O que voc� sabe? O que aconteceu?
O calor! Combust�o.
Repito, Sr. Coward, o que aconteceu?
Eu vi tudo. Uma pilha de madeira e fez bum!
Eu quero detalhes!
Queimou tudo.
"N�s foram transferidos para a ferrovi�ria.
A estrutura de a�o e tijolos era garantia anti-fogo.
Para demonstrar sua boa vontade,
os prisioneiros se mostravam entusiasmados e en�rgicos.
Os alem�es ficaram encantados.
Claro, eles n�o sabiam tudo.
N�s tinhamos desviado para a frente russa,
um comboio de pintura destinado a um campo de concentra��o.
Os comboios de alimentos para a frente
chegou no campo.
H�lices de submarinos
foram entregues aos agricultores.
E os arados para os estaleiros."
Aten��o!
Est� bem.
Cortei os parafusos do dispositivo de seguran�a.
Para vos punir de sabotagem, todos voc�s ser�o fuzilados.
V�rias vezes!
"A viseira feita de papel�o enegrecido com cera.
O emblema foi feito de alum�nio.
O sobretudo foi cortado de num cobertor
e utilizamos gel�ia de amora para o tingimento.
As botas custaram alguns cigarros e sab�o.
N�s escondemos o uniforme atr�s de uma parede,
at� que. . .
At� a partida do primeiro trem reparado por n�s."
Como se diz "l�" em alem�o?
- Ele pode ter d�vidas. - Eu sei.
Onde voc� conseguiu o uniforme?
N�s fabricamos. Um pouco grande, mas n�o est� ruim.
- � arriscado. - Eu n�o tinha escolha.
Eu tenho os pap�is.
� urgente?
- S�o transferidos. - Por qu�?
N�o precisa se envolver.
Temos que voltar para Lamsdorf amanh�.
- N�s fizemos o poss�vel. - Mapas e hor�rios de trem. . .
Est� perfeito, obrigado.
Quando ser�?
Dia 26. Uma noite sem lua.
- Voc� pode chegar � fronteira? - Sim, por trem.
- Mas voc� n�o fala alem�o! - Vamos ver.
Onde voc� vai?
- Retocar a maquiagem. - Certo.
Onde voc� estava?
Onde voc� acha?
Vamos, mexa-se!
Eu fa�o todo o trabalho!
- Voc� est� em forma! - Uma farpa?
Cole!
Cole, sabe o que acabei de ouvir?
Tire suas m�os fora dos bolsos!
Abotoe seu colarinho.
O que pensa que �? O que quer?
- Eu tenho informa��es. - V� em frente.
Charlie Coward est� de volta.
Charlie Coward est� de volta?
Quem te disse?
Ouvi um oficial ao telefone.
Isso � uma boa surpresa.
Voc� acha que ele tem os mapas?
Eles n�o passar�o na inspe��o.
Estamos quase l�.
Eu sei.
Vou achar um jeito. O amanhecer me inspira.
Acorde, j� � dia.
Eu acharei.
Onde eles est�o?
- O qu�? - Os pap�is!
- No meu saco. - O qu�?
Qual a import�ncia?
Eles v�o olhar em toda parte de qualquer forma.
Eu sei o que acontece. Voc� se preocupa com a garota.
Claro. Eu a coloquei numa baita confus�o.
Sinto muito.
Ter� sido por nada.
Isso eleva o moral, obrigado.
Tenho uma id�ia.
Vamos trocar nossos sacos.
- Voc� quer que eu tenha uma crise? - Voc� est� indo muito bem.
Eu sei.
Eles saber�o imediatamente de onde v�m os pap�is.
� �bvio!
Ainda � necess�rio que se v� at� ela.
Eu nunca deveria.
Eu sei, mas eu n�o deveria.
Voc� vai na frente.
Abram seus sacos!
Ele teve um ataque de epilepsia. Leve-o!
Isso acontece muitas vezes.
Certo?
Certo?
Voc� pega o seu saco.
S�rio?
Desculpa, eu desmaiei. Est� tudo bem.
V� para o lado e se despe!
- E agora? - Fa�a como eu.
- Se coce. - O qu�?
Voc� de novo?
Est� brincando conosco
com o seu. . .
Que voc� tem?
Piolhos.
Eu avisei, se voc�. . .
continuar. . .
Piolhos?
� horr�vel.
Acertei! Eu estou coberto.
Olha.
A�!
N�o se mexa.
Perdi.
Saia!
- Os dois! - Obrigado.
"Em 22, o Comit� de fuga se reune.
Uma tens�o exaltante reinava no campo.
O dia se aproxima.
O dia em que o t�nel ser� conclu�do. 26 de novembro."
Schilling vai para o leste, em dire��o ao grupo gerador.
"Em 23, uma rede de sentinela foi estabelecida
para monitorar os guardas.
A falsifica��o era abundante.
Todas as licen�as e pap�is devem estar prontos para o 26."
- Onde eu coloco isso? - Na cadeira.
Aqui, pegue uma caneta. O tempo passa.
"Em 24, escolhemos os l�deres de grupo. Um para 12 homens.
Eu era um deles."
Quem mais s� fala ingl�s?
Eu.
Pringle, claro. Fique em p� quando falar comigo.
Voc� vai com o Robinson, ele falar� por voc�.
Voc�s v�o precisar de mapas, dinheiro, licen�a de transporte.
Vamos ver os detalhes mais tarde.
Pr�ximo.
Jim Osborne. Eu quero participar da fronteira Tcheca.
Voc� precisa de um mapa e uma b�ssola. Voc� fala alguma l�ngua estrangeira?
N�o, senhor.
N�o � voc� que estava contra a fuga?
Sim.
Por que voc� mudou de id�ia? Quer f�rias?
Eu pensei no que voc� disse.
Sobre o dever de um soldado.
Ele trabalhou duro. � o nosso engenheiro-chefe.
Eu constru� t�neis antes da guerra.
N�o conte sua vida.
Pegamos?
Sim.
- Est� certo. - Obrigado.
- Seus planos? - Eu pensei em. . .
"Em 25, os l�deres de grupo fizeram um �ltimo treino."
- Nome? - Jacques Devivier.
- Onde voc� trabalha? - Ind�strias Zaum. A minha licen�a.
- Desde quando? - 16 de julho de 1942.
- Onde voc� mora? - Em Lyon, rue G�n�ral Plessier.
Sou casado e tenho tr�s filhos.
- O seu nome? - Otto Mace.
Charlie, o planejamento para amanh� � noite.
- Para informar os seus homens. - Obrigado.
Eis o planejamento.
A cada 30 segundos, ap�s as 19 horas
um homem ser� enviado ao barrac�o 110.
�s 20:30hs, 180 homens estar�o reunidos, prontos para sair.
Voc�s partir�o numa hora precisa, no pr�ximo segundo,
seguir�o uma rota predeterminada e chegar�o numa hora precisa.
E os rapazes que est�o aqui, no barrac�o 110?
Eles trocar�o com os outros. Certo?
Treino terminado.
N�o se esque�am, amanh� � noite, ajam como se nada estivesse acontecendo.
Sejam perfeitamente naturais.
Mais 15 segundos.
Boa sorte.
Vejo voc� em Londres.
Est� bem, Pringle.
Dezoito homens saem do barrac�o ao lado.
Em seguida � a sua vez, Martin.
Em 9 minutos.
- Est� bem. - Skeels, � a sua vez.
- Pringle? - Sim.
- Boa sorte. - Vou fazer desta vez, Major!
- Eu prometo. - Eu sei.
Vamos.
Verificamos o t�nel cent�metro por cent�metro.
Mas nada � certo.
- Os sobretudos? - Em todas as paredes.
Paul van der Brock, Amsterd�. Eu sou advogado.
Voc� fala alem�o?
Cuidado com o que voc� diz.
- Uma carta da sua esposa? - Sim.
Voc� vai v�-la, eu tenho certeza.
Certo?
Sim, estou ansioso para sair.
Eu tamb�m, est� chegando.
- Est� bem? - Est� demorando.
Eu sei. Come�amos em breve.
Hoffmeyer e Kreutzmann terminam sua ronda.
Hoffmeyer terminou.
Bem na hora.
O Kreutzmann tamb�m terminou.
- N�o h� mais guardas. - Muito bem.
- Eu vou. Bom retorno. - Obrigado.
- Dicky Spring. - Spring, certo.
- S�o 20:30hs. - Eu sei.
Eles est�o todos l�. Connolly � o �ltimo.
Ou�am bem.
Charlie Coward vai na frente.
Ele abrir� o t�nel do outro lado.
Faltam 50cm de escava��o.
Se tudo correr como planejado,
sair�o dentro do bosque.
Um conselho antes de sair.
Voc�s passar�o com dificuldade no t�nel com vossos sacos.
N�o danifiquem as paredes.
Evite tocar nas paredes.
Caso contr�rio, tudo vai desmoronar.
Aqueles que pegam o trem saem primeiro,
eles t�m hor�rios a seguir.
Os primeiros 20 homens atr�s de mim esperar�o at� eu abrir o t�nel.
Um homem sair� a cada quatro minutos.
Os outros esperar�o.
Aqui mesmo.
Esperar�o serem chamados.
Ent�o. . .
vamos l�.
Boa viagem, fiquem atentos.
Boa sorte.
Boa sorte.
- Pope. - Presente!
Toma, meu testamento.
Boa sorte.
Mace, voc� � o vig�simo e o �ltimo por hora.
Tudo bem, Charlie?
N�o, eu tropecei numa raiz.
Eu tenho dificuldade.
Charlie, voc� come�a a ficar sem ar.
Cale-se, voc� desperdi�a menos.
Eu n�o disse nada.
O Kreutzmann saiu. Ele vem para c�.
O Kreutzmann vem para c�.
� raro ap�s o toque de recolher.
Justamente esta noite.
Isso n�o significa necessariamente que ele vem aqui.
O que ele est� fazendo?
Charlie, vou te ajudar.
N�o, fique embaixo. Voc� pode ver que n�o h� espa�o.
O Kreutzmann vem!
Vamos esperar e n�o fazer nada?
N�o podemos esconder 180 homens!
Podemos jogar todo o material no t�nel.
Os homens v�o sufocar.
� inevit�vel cobrindo a entrada.
Podemos capturar a guarda.
Seremos descobertos.
- Em alguns minutos. - Calem-se todos voc�s.
Charlie, h� falta de oxig�nio.
Vai demorar muito?
Eu n�o sei.
Avise o Cole.
Tem uma caneta, Bennett?
Sim, toma.
Passe, r�pido.
Mensagem.
Coward est� com dificuldade, faz passar.
Isto � um mau sinal, o Kreutzmann vem direto para c�.
Eles perceberam o vai e vem.
Como quando fizemos uma festa.
N�o parecia nada divertido.
Espera. O Proctor est� certo.
Uma festa!
� arriscado, mas podemos tentar.
Vamos, rapazes, � a festa, cantem, vamos, vamos!
Voc� est� b�bado! Voc� est� b�bado!
Calem-se!
Ele conseguiu!
O Charlie est� fora!
Ufa.
Bill, ou�a bem.
Foi mal calculado.
Chega ao lado da �rvore. A dez metros da torre de guarda.
E estreito.
Ou�a. O primeiro a sair fica no bosque.
Quando o caminho est� livre, ele joga uma pedra dentro do t�nel.
Este � o sinal. Certo?
Voc� entendeu? Tem certeza?
Espalhe a mensagem.
- Innes! - Presente.
Boa sorte.
Robinson? Vai, vai!
O que foi?
N�o, n�o vai dar certo.
Eu n�o vou.
- Voc� vai com isso? - Encontro. . .
Encontro com o Osborne na esta��o.
Vai !
Eu n�o quero ser morto.
Voc� vai com o Pringle, ele n�o fala franc�s, depende de voc�.
Para o inferno com ele. V�o todos para o inferno!
- Pringle ser� melhor sozinho. - � verdade.
Pringle?
Eu vou.
Quando n�s vamos?
Ainda falta alguns.
O Robinson desistiu.
O qu�?
Eu falo um pouco de franc�s, venha conosco.
Tr�s, � muito perigoso.
V� com ele no lugar do Robinson.
Sem voc�?
N�o h� escolha.
Meu franc�s � zero, mas voc� n�o tem chance sem eu.
Eu sei. Mas isso n�o foi planejado.
Eu vou. Vejo voc� no bar.
Cuidado.
Gra�as a Deus voc� est� viva.
Temos alguns segundos.
O que est� fazendo aqui?
Voc� me deu a data e local de fuga.
Voc� est� louca para vir aqui.
Nunca vou te esquecer, obrigado.
N�o ir�o te identificar se estiver viajando com uma mulher.
Voc� n�o pode ir comigo.
Se souberem que me ajudou. . .
eles te fuzilam.
Se falar com voc�, responda "i�".
- � perigoso. - N�o se deve falar ingl�s.
- Aonde � que vai? - � preciso evitar o velho.
B�lgaro?
Voc� acha que funcionou?
Eu n�o sei.
Veremos quando chegar em Viena.
Espere, fique aqui um segundo.
N�o muito tempo.
N�s devemos estar no restaurante.
N�o gosto do olhar do velho.
Pode estar nos procurando.
Poderia ser pego.
E nunca mais nos ver.
� importante para voc�?
Vou comprar o seu bilhete para Budapeste
e coloc�-lo no trem.
Quando esta guerra acabar,
eu vou te encontrar. Vou tentar, eu prometo.
Voc� tem interesse, Major.
Vamos.
Voc� n�o est� seguro aqui. Eles controlam todo o mundo.
Vou pegar o seu bilhete.
Certo.
Toma, pegue esse dinheiro. Cinq�enta, vai dar?
Estou com voc�.
Voc�s me procuram?
Ol�, Charlie.
Belo fiasco.
"Fomos enviados para outro campo.
O not�rio campo I.G. Farben,
n�o muito longe de um campo de concentra��o,
palco das mais horr�veis atrocidades jamais perpetradas pelo homem.
Os aliados avan�avam
e eramos sempre transferidos cada vez mais para o oeste.
Um dia, n�s conseguimos fugir
e nos fizemos passar por trabalhadores."
M�os na cabe�a!
Olha.
Estamos muito felizes de ver voc�.
Major Coward. Tento me juntar aos americanos.
Eu tamb�m!
Est� a um quil�metro.
Um quil�metro?
Voc�s nunca chegar�o l�. Est� cheio de alem�es.
Boa sorte, rapazes.
Quatro anos esperando.
Boa sorte!
Um pobre quil�metro pavimentado de alem�es.
Um s� quil�metro. Que n�o acan�amos com nada.
Voc� nunca quis ser bombeiro?
O qu�?
� agora ou nunca, vamos!
Aperte os l�bios, vamos l�!
Tarde demais!
At� que enfim!
LEGENDAS : Laercio GRUPO ALLIED FORCE Tradu��o da legenda em Franc�s
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