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Original subtitles

Quem somos?

Somos apenas o que os outros querem que sejamos?

Estamos destinados a algo al�m do nosso controlo?

Ou podemos evoluir?

Tornarmo-nos algo mais?

- Pode mudar de esta��o? - Quando a m�sica acabar, querida.

Disse isso h� duas m�sicas atr�s.

Sabes que esta m�sica � um cl�ssico, n�o sabes?

Est� bem, que tal fazer-te uma promessa?

Quando tiveres idade suficiente para conduzir,

podes ouvir a m�sica que quiseres.

Combinado?

- John. - N�o fui eu.

- Jean, foste tu? - Eu n�o fiz nada.

- Jean, o que est�s a fazer? - N�o sei. N�o sou eu.

Cala-te.

Cala-te.

Cala-te!

- Ela n�o tem um arranh�o. - Nem les�es internas.

Tem a certeza que ela estava no carro?

Tenho.

Quem lhe vai contar?

Obrigado.

- Ol�. - Onde est�o os meus pais?

- Chamo-me Charles Xavier e... - Est�o mortos.

N�o est�o?

Sim, est�o.

E lamento muito ter de te dizer isso.

Ent�o, o que me vai acontecer agora?

� por isso que estou aqui.

Tenho uma escola para jovens que s�o como tu.

- Especiais. - � s� uma palavra bonita...

Para estranho? Ou louco?

Sim. Algumas vezes �.

Mas, por vezes, pode ser usada para descrever

pessoas que s�o importantes, fant�sticas, ou...

simplesmente muito fixes.

Tens dons, Jean.

Sabes que mais?

Aceita esta caneta.

� uma coisa que...

Na verdade, fica com ela. � um presente.

Agora, podes escolher desenhar um bom desenho com ela.

Ou podes us�-la para furar os olhos de algu�m.

Mas seja como for, continua a ser uma caneta.

� s� um presente.

E o que escolheres fazer com o teu presente

depende inteiramente de ti.

Mas se o quiseres usar para fazer coisas boas,

bem, eu posso ajudar.

N�o � como os outros m�dicos.

N�o.

E n�o �s como os outros pacientes.

O que achas?

N�o posso ficar aqui.

- Est� bem. E porque n�o? - � bonito demais.

Eu...

- Eu parto coisas. - O que te parece isto?

Se partires alguma coisa, qualquer coisa,

- eu posso consert�-la. - N�o qualquer coisa.

Eu posso ajudar-te.

Posso ajudar-te a que nunca mais tenhas de partir coisas.

Acha que tamb�m me pode consertar?

N�o.

N�o, porque n�o est�s partida.

10, 9, 8...

7, 6, 5...

4, 3, 2, 1...

Motores em acelera��o. Tr�s motores agora a 104%.

Estou a detectar algo aqui.

Senhora, tenho algo no Sat�lite 6.

Houston, temos um problema.

O vaiv�m espacial Endeavor encontrou problemas na miss�o.

- Sei o que est�s a pensar. - � o meu truque.

A resposta � n�o. O jacto n�o vai t�o alto.

Mesmo com as modifica��es e os propulsores?

S�o para acelera��o, n�o para eleva��o.

- N�o para isso. N�o. - Sistemas falharam.

Perderam o controlo do vector de impulso.

As configura��es de trajet�ria s�o irregulares.

Provavelmente da constante queima do motor.

Est�o a ficar sem oxig�nio.

Sim. Sim, � ele.

- Charles? - Sr. Presidente.

Est� a ver isto na televis�o?

Sim, estou a ver. Hank?

Est� bem.

� uma extrac��o simples.

Vamos ao espa�o. Apanhamos os astronautas.

Trazemo-los para casa. D�vidas?

- Sim. Milhares. - N�o temos tempo.

- Ent�o vamos ao espa�o? - Sim, Kurt, vamos ao espa�o.

Fazemos miss�es espaciais agora. Fixe.

O X-Jacto pode chegar assim t�o alto?

- Bem, tecnicamente... - Vai levar-nos l�. Vamos!

Est�s bem com isto?

Esque�o-me que �s vezes consegues ler mentes.

N�o precisei ler. Est� escrito na tua cara.

Diz-me que est� tudo bem, e estar�.

Se alguma coisa correr mal,

dou a volta a isto num piscar de olhos.

Eu sei que vais.

Uma segunda nave foi avistada no c�u.

Foi-nos dito que o Presidente

pediu ajuda aos X-Men.

Senhoras e senhores da NASA, esta � a voz de Charles Xavier.

Algu�m me pode informar da situa��o?

Detect�mos erup��es solares.

O calor deve ter afectado o sistema el�ctrico.

Perderam controlo, comunica��o, orienta��o, praticamente tudo.

N�o se preocupe, Controlo da Miss�o. A ajuda vai a caminho.

Isto n�o � t�o divertido como pensava que seria.

- Aquilo � uma erup��o solar? - N�o.

Nunca vi nada assim.

O propulsor de orienta��o est� a falhar.

- N�o aguentar� muito tempo. - Kurt, consegues entrar?

Est� a rodar muito depressa. N�o consigo ver dentro da janela.

Scott, preciso que destruas o propulsor.

Diminui a rota��o.

Kurt, leva o Peter. V�o.

Storm, sela essas fendas.

Volto j�.

Merda.

- Ponham o cinto. Vamos para casa. - Esperem! Falta o comandante.

Estava na c�mara de v�cuo a trabalhar no propulsor.

A assinatura de calor est� a aumentar rapidamente.

N�o aguento muito mais.

Temos de sair daqui. Disse para porem o cinto!

N�o, Raven. N�o vamos deixar ningu�m para tr�s.

N�o vou p�r esta equipa em maior perigo.

E a equipa deles?

A Jean pode aguentar o vaiv�m. N�o podes, Jean?

Sabes que podes fazer tudo. N�o preciso lembrar-te disto.

Posso manter a nave unida, mas n�o daqui.

Tenho de estar l� dentro.

O calor est� a aumentar. Temos menos de um minuto.

Ela disse que consegue.

30 segundos.

Contagem decrescente. Vai!

T�m 20 segundos.

10, 9, 8,

7, 6, 5,

4,

3, 2,

1.

Onde est� a Jean? Kurt, onde � que ela est�?

Desculpa!

Preparem-se para o impacto!

Est�o... Est�o todos bem?

Sim, estamos bem.

Ent�o vamos para casa.

X-Men!

J� chega, meninos e meninas. Ou�am.

Os X-Men fizeram hoje uma coisa incrivelmente corajosa.

Mais uma vez provaram � humanidade porque � que precisam de n�s.

Pessoas como voc�s.

O presidente manda sauda��es e a sua profunda gratid�o.

E quanto a mim, nunca estive t�o orgulhoso.

Divirtam-se.

Voc�s merecem. Ali�s, todos merecem.

Sem aulas at� ao fim do dia.

Jean.

Assustaste-nos l� em cima. Como te sentes?

Por acaso, sinto-me bem.

- Hank? - Sim.

Podes dar uma olhadela na Jean? O padr�o para feridos em campo.

O Presidente esteve quase a enviar as condol�ncias.

- Ela devia estar morta. - Felizmente, n�o est�.

Basicamente, fiz tudo.

A Jean ajudou um pouco no final, mas a maior parte fui eu.

Colocaste-nos em perigo, Charles.

Puseste aqueles mi�dos em perigo.

J� n�o s�o mi�dos, Raven.

E preocupo-me com a seguran�a deles

- tanto como tu. - Tens a certeza disso?

Porque estamos a correr riscos cada vez maiores e para qu�?

Por favor, diz-me que n�o � o teu ego.

Estar na capa de revistas, receber medalhas do Presidente.

Gostas disso, n�o gostas?

Em vez de ser ca�ado e desprezado, gosto mesmo.

� s� um meio para atingir um fim, Raven.

- Que fim � esse? - Manter-nos seguros.

Devias perceber melhor que ningu�m que basta um mau dia

para que voltem a ver-nos como inimigos.

Ent�o usamos uniformes a condizer e sorrimos para fotos para que

- todos se sintam seguros? - � um pequeno pre�o da paz.

- Arriscar-nos para salv�-los? - Sim! Sim!

� engra�ado. N�o me lembro da �ltima vez

que arriscaste alguma coisa.

E a prop�sito, as mulheres est�o sempre a salvar os homens daqui.

� melhor pensares em mudar o nome para X-Women.

Batimento card�aco forte, bom pulso.

Actividade cerebral normal.

A leitura gen�tica vou dar outra vista de olhos.

O que � que n�o pode estar certo?

Leste a minha mente sem permiss�o?

Desculpa, n�o tive inten��o, mas o que n�o pode estar certo?

O que aconteceu l� em cima tornou-te mais forte.

Nunca vi n�veis de poder como este.

Est�s literalmente muito acima da m�dia.

E o que isso significa?

Significa...

Que tenho de construir uma m�quina melhor.

Mas,

como te sentes?

- Sinto-me bem. - �ptimo.

Bem, tanto quanto sei, est�s bem para ir.

- Podes ir l� para cima. - Est� bem.

Obrigada, Hank.

O Hank disse isso? "Acima da m�dia?"

- Sim. - O peludo azul?

- O m�dico? Esse Hank? - Esse mesmo. Porqu�?

Est�s um pouco intimidado, querido?

Constantemente.

Tens a certeza que est�s bem?

Estou mais que bem.

Deus, sinto-me �ptima! A s�rio.

N�o sei, acho que est� tudo...

no lugar certo.

Sim.

- � s� que... - S� o qu�?

Pensei que te tinha perdido hoje.

Eu sei.

Mas voltei para ti.

Voltarei sempre para ti.

� a Luna?

Deve ter visto um esquilo.

- Vou s� ver como ela est�. - N�o, fica.

- Diz para ela se calar! - Luna!

Luna!

Luna.

Querida!

O que �, querida?

Meu Deus.

Margaret?

- Mais uma? - Depois de acabar esta.

Mais duas?

Claro.

- Ol�. - Gelo?

Obrigado.

- Como � que ela est�? - Ela est�...

- Com sede. - J� deu para ver.

Ela parece bem para ti?

Para algu�m que foi atingida por erup��es solares?

Eu diria que est� muito bem.

Obrigado.

N�o foi h� muito tempo que faz�amos festas assim.

Agora somos os �nicos que restam.

Os �ltimos da Primeira Classe.

Estive a pensar.

Talvez esteja na altura

de seguirmos em frente.

O que � que tu... Seguirmos para onde?

N�o sei. � que o Charles...

Vai passar, seja l� o que est�o a passar.

N�o, n�o vai.

Eu adoro-o, mas ele est� diferente.

Tudo �... � diferente agora.

Bem...

Mud�mos o mundo para podermos viver nele.

Mas talvez seja isso que dev�ssemos fazer.

Esta � a nossa vida, � o que o quer�amos.

- N�o, assim. - Raven...

N�o � a nossa vida, Hank. � a dele.

O que achas que o "X" em X-Men significa?

Charles e os X-Men dele s�o a quem ligamos

quando enfrentamos os nossos piores medos.

Obrigado, Sr. Presidente.

Obrigado.

Tudo o que fiz foi criar um mundo

onde crian�as possam encontrar paz e orgulho

em serem diferentes.

Eu sei que alguns de v�s escolhem chamar-nos

"super-her�is".

Confesso que n�o sei o significado dessa palavra,

mas � bem melhor do que costumavam chamar-nos.

- Vem dan�ar comigo. - Queres dan�ar?

V� l�, Scott.

Ouviste o que os mi�dos te est�o a chamar?

- Eu quero saber? - Sim.

F�nix. � fixe, n�o?

O p�ssaro que ressuscita dos mortos.

Est�s bem? Acho melhor descansares.

Jean?

Sai daqui. P�ra, p�ra.

� a Jean.

P�ra, p�ra.

P�ra!

Obrigado.

Pe�o imensa desculpa a todos, mas vou ter de sair.

Muit�ssimo obrigado!

- O que �? O que est�s a ver? - Nada.

A muta��o dela tornou-se demasiado poderosa.

� a primeira vez que n�o consigo entrar na mente dela.

Ent�o � isto que estamos a fazer aqui em baixo?

Constru� o C�rebro para amplificar o meu poder.

Acho que � a �nica maneira de penetrar na cabe�a dela.

Hank, podes aumentar, por favor?

Mais um pouco. Obrigado.

Aqui est� ela.

� suposto ter este aspecto?

A mente de uma ps�quica � uma coisa fr�gil.

S� � preciso um pequeno toque para a levar na direc��o errada.

Tive de fazer ajustes na mente dela

quando era crian�a.

Que tipo de ajustes?

Estruturas, paredes em volta,

para manter o trauma de fora.

O que lhe fizeste, Charles?

Salvei-a.

O que quer que tenha acontecido no espa�o,

fez-lhe alguma coisa.

No processo, as paredes que constru�

est�o a ser derrubadas.

Cala-te!

- O que � isto? - Bem,

� do que eu estava a tentar salv�-la.

- Mesa para um? - O habitual.

Que voz � essa?

Charles?

Charles?

Ela est� a acordar.

Jean?

Jean, n�o tenhas medo. Sou s� eu.

Quero que te mantenhas calma

e que te concentres na minha voz.

Sai da minha cabe�a.

Mant�m-te... calma.

Jean...

Ela est� a lutar contra mim. Hank, aumenta.

Fiz mal ao meu pai.

- Ele est� vivo. - N�o est�s a sentir bem.

A tua mente tem de descansar.

Tu...

Est�s a mentir-me.

Consigo sentir.

- Aumenta. - J� � demais.

- N�o fa�as isso, Hank. - N�o, n�o vou fazer.

Pelo amor de Deus, Charles!

Sai da minha cabe�a!

- Charles! - Charles!

Jean, est�s bem?

O que aconteceu? Est�vamos l� fora...

Tiveste um acidente. Desmaiaste.

- Eu fiz-te isso? - Est� tudo bem.

- N�o, n�o est� bem. - Foi um acidente.

N�o sei o que me est� a acontecer.

N�o consigo control�-lo. Eu tenho de ir, Scott.

- Do que est�s a falar? - Tenho de ir ver o meu pai.

- O teu pai... - Est� vivo, consigo ouvi-lo.

Ele morreu no acidente, lembras-te?

- Eu tenho ir. - Espera um pouco.

- Larga-me! - Espera.

N�o consigo control�-lo. Quando vem, n�o consigo par�-lo.

- Posso voltar a magoar-te. - Vou correr esse risco.

Eu sei.

Eu sei.

Mas eu, n�o.

- Ele vai ficar bem? - Ele n�o est� bem.

Eu vou ficar bem.

O que viste?

Ela � toda... desejo.

Muita raiva, muita dor.

E est� a libertar tudo de uma vez.

Est� a acontecer-lhe alguma coisa. Ela est� a transformar.

Em qu�?

N�o sei.

A Jean desapareceu. Foi-se embora.

- Para onde? - N�o sei.

Podes localiz�-la com a tua mente.

Agora n�o.

Ela est� poderosa demais, at� para mim.

Ela disse que ia ver o pai.

Isso n�o faz sentido, pois n�o?

Preparem o jacto. Vamos traz�-la para casa.

Sair? Charles, n�o est�s em condi��es.

Ela n�o vai encontrar...

Ela n�o vai encontrar nada de bom l�.

Isto � tudo o que resta do nosso outrora grande imp�rio D'Bari?

- Boa noite, Vuk. - Boa noite.

Aprendeste a l�ngua deles?

Com facilidade. O que aprendeste?

O poder est� a ser contido dentro de um deles.

- Nesta esp�cie primitiva? - Ela � mais forte.

Uma mutante.

Ela n�o faz ideia do que lhe est� a acontecer.

Eu podia usar isso.

Se controlarmos esse poder, podemos ressuscitar a nossa ra�a.

Come�ar de novo.

Aqui.

Onde � que ela est�?

Posso ajud�-la?

Pai?

Jean.

Como � que sabes aonde vamos, Charles?

Se n�o a consegues localizar, como sabes onde est�?

Sabes como.

Jesus Cristo.

O que fizeste?

Eu protegi-a.

Da verdade?

H� outro nome para isso.

Ele disse-me que tinha morrido.

Nunca pensei que voltaria aqui.

Est� na mesma.

Tudo.

Queres alguma coisa... para beber ou comer?

N�o, estou bem. Estou muito bem.

� t�o bom v�-lo.

Vou buscar-te um pouco de �gua, est� bem?

Cala-te.

Jean?

Tantas fotografias, nenhuma minha.

Nunca me procurou.

- Jean... - Porque nunca me procurou?

- Vamos sentar. - N�o quero sentar.

Porque n�o foi � procura de mim?

E n�o minta, consigo ler a sua mente.

N�o posso cuidar dela.

Eu nem sei o que ela �.

- Eu sei. - Ent�o pode lev�-la?

Nem se despediu.

Eu nem consegui despedir da tua m�e.

Eu tinha 8 anos. Como me p�de fazer isso?

Queres entrar?

Ent�o entra logo. N�o te esque�as do que fizeste.

N�o sei. N�o sou eu.

Cala-te!

N�o.

Desculpa, Jean.

Mas o meu mundo morreu naquele dia.

E tu foste com ele.

Jean, n�o. Por favor. P�ra com isso.

- P�ra. - N�o sou eu, s�o eles.

N�o deviam ter vindo aqui.

S� viemos para te levar para casa, Jean.

N�o tenho casa. Certificaste-te disso.

O teu pai n�o conseguia lidar contigo e n�s acolhemos-te.

Disseste-me que o meu pai morreu. E usaste-me pelos meus poderes.

N�o � verdade. N�o foi o que aconteceu.

Jean, n�s podemos ajudar-te. Mas tens de me ouvir.

- N�o, n�o tenho. - Scott.

Ele mentiu-me, Scott. Sobre tudo.

Vamos resolver tudo juntos. Volta para mim.

Lembras-te? Disseste que voltarias sempre para mim.

Volta para mim.

Jean.

Afastem-se de mim.

Afastem-se de mim.

- Parem-na, depressa! - Charles, espera!

Jean, por favor!

Jean, p�ra!

- Est� na mira, vou disparar. - N�o, n�o vais.

Desculpa, Hank. Quero que a Raven tenha uma oportunidade.

- Mandei-te afastar. - Isso nunca vai acontecer.

Por favor, p�ra.

N�o at� saber que vais ficar bem.

Est� a acontecer-me alguma coisa.

Ent�o vem para casa. Deixa-me tomar conta de ti.

N�o podes.

N�o podes, tu n�o...

N�o sabes como �.

Ent�o, conta-me.

Porque quando vem...

as pessoas magoam-se.

N�o tenho medo de ti, Jean.

Olha para mim. Foca-te na minha voz.

Vamos passar por isto juntas. N�o vou desistir de ti, Jean.

� isso que a fam�lia faz. N�s cuidamos uns dos outros.

�s a minha fam�lia, Jean.

N�o consigo respirar.

- Eu amo-te. - O qu�?

Raven, por favor.

Raven, n�o me deixes.

N�o.

N�o.

Estamos todos em guerra.

Em guerra connosco pr�prios.

A Raven travou essa guerra durante a maior parte da vida.

Espero que agora, ela tenha encontrado a paz.

A Raven morreu a fazer o que fazia de melhor.

Ajudar uma amiga.

Uma amiga necessitada.

Ela n�o partiu.

Ela vive atrav�s de mim.

Atrav�s de n�s.

E atrav�s do esp�rito dos X-Men.

� verdade? A Jean matou-a?

Ela n�o sabia o que fazia.

A Jean perdeu o controlo.

Mas ainda � a Jean.

Ainda � a nossa amiga.

Ainda podemos ajud�-la, encontr�-la.

Vamos traz�-la para casa.

� isso que vamos fazer.

N�o foi um acidente, Scott.

Ela matou a Raven.

Talvez n�o consigas admitir a ti mesmo ou a eles.

Mas � a verdade.

Aquela n�o era a Jean. N�o a Jean que conhe�o.

�s vezes,

tentamos acreditar que as pessoas s�o diferentes.

E quando percebes quem realmente s�o,

� tarde demais.

Sabes...

Foi aqui que vi a Raven pela primeira vez.

Ela era s� uma menina.

E ela entrou � socapa � procura de comida.

Disse que ela podia ficar e que nunca mais teria fome.

E depois acho que lhe prometi uma vida melhor.

E depois tiraste-lhe isso.

- Desculpa? - Ouviste-me.

- Hank. - Isto � culpa tua, Charles.

� culpa tua que ela esteja morta.

- Isso n�o � justo. - Queres falar de justi�a?

Meteste-te com a mente de uma rapariga de oito anos.

Expulsaste-lhe a dor e a raiva, onde achas que ia dar?

Fiz isso para a ajudar.

Por favor, v� l�! Ainda n�o viste que erraste?

- Isso �... - Tens de enfrentar isto, Charles!

Tens de enfrentar. Vamos, admite-o agora mesmo!

Admite!

Charles, admite que estavas errado, por favor.

Ainda n�o consegue.

Espero que te sintas melhor, Hank.

Espero que gritares comigo

ap�s enterrar a minha irm� adoptiva te fa�a sentir...

N�o se trata de mim. Sei onde errei. Ela ia-se embora.

A Raven ia-se embora. E eu convenci-a a ficar!

Ela viu o que o resto de n�s n�o viu.

E o que foi?

Este tempo todo, protegemos estes mi�dos do mundo,

quando na verdade, dev�amos t�-los protegido de ti.

N�o sei o que est� a acontecer comigo.

Porqu�?

Porque fiz aquilo?

- Civis n�o podem passar... - FBI.

Deixe-nos a s�s.

E quem � suposto serem?

Somos aqueles que o v�o ajudar, senhor Grey.

N�o sabia que ela ia voltar.

Desculpem por tudo isto.

Est� tudo bem.

S� queremos uma imagem precisa de quem � a Jean.

Fale-nos de quando a deu ao mutante.

Talvez...

Seria melhor se eu falasse com um advogado.

Desculpe, Sr. Grey.

Mas preciso saber tudo sobre ela agora.

Este � de facto um desenvolvimento infeliz.

Porque seria?

Porque � muito mais f�cil compreender a vossa l�ngua

quando n�o est�o a gritar.

Quem �s tu?

O que fazes aqui?

Responde � pergunta.

Deixem-na.

Porque est�s aqui?

Est�s ferida?

N�o.

Tens de os perdoar.

N�o est�o acostumados com visitas inesperadas.

Por favor.

Porque n�o come�as pelo princ�pio?

De quem � esse sangue?

- O qu�? - De quem � o sangue na blusa?

Olha, n�o sou o Charles.

N�o consigo ler-te a mente.

Magoas pessoas.

- J� l� vai algum tempo. - Mas fizeste.

Sim. O que vieste aqui perguntar-me?

Como � que paraste?

Vivi com vingan�a toda a minha vida.

Desde que era crian�a...

Perdi toda a gente que j� amei.

Ent�o... Magoei pessoas, sim.

Matei pessoas.

Matei o que pensava que faria desaparecer a dor.

N�o passou.

N�o importa quantas almas eu tenha enviado.

Ent�o parei.

N�o sei como parar.

N�o sei o que est� a acontecer comigo.

Quando perco o controlo...

Acontecem coisas. Coisas m�s.

�s pessoas que amo.

De quem � esse sangue?

N�o foi por isso que vieste aqui?

- O que achas que posso fazer? - N�o sei!

Sim, sabes. De quem � esse sangue?

- N�o quero falar disso. - Magoaste algu�m?

- Por favor. - Responde � pergunta, Jean.

- P�ra, Erik, est�s a irritar. - Bom, quero que te irrites.

- Mostra-me o tens, Jean. - N�o te quero magoar!

- O que acontece? Mostra-me... - P�ra!

Temos militares. A entrar.

Fica aqui.

Dois p�ssaros dos EUA.

Diz para estarem calmos, mas preparados.

Certo. Isso j� � o suficiente.

Temos o direito legal de estar aqui.

A terra foi-nos dada pelo governo dos EUA.

N�o temos inten��o de a retirar. N�o estamos aqui por voc�s.

Estamos � procura de um X-Men. Jean Grey.

N�o a vejo h� muito tempo.

Ent�o n�o te importas que olhemos por a�.

N�o tenho um lar. Certificaram-se disso.

N�o se importavam que fosse � vossa casa,

sem aviso pr�vio e sem convite?

Olha, eu sei quem �s.

- N�o queremos lutar. - N�o, n�o querem.

Ent�o, afasta-te.

Temos os mesmos direitos que voc�s e a vossa fam�lia.

E como eu disse, n�o estamos aqui por voc�s.

Estamos aqui por uma rapariga que abdicou desses direitos

quando atacou uma patrulha policial.

Eles tamb�m t�m fam�lia.

Acho que n�o ouviste falar disso.

N�o recebemos not�cias aqui, Capit�o.

P�ra com isso. Disse para parares, j�!

- N�o sou eu. - Sou eu.

Jean?

Jean!

Baixem-se!

Entrem no helic�ptero e v�o!

N�o consigo aguentar!

Recuar! Mexam-se!

Tudo bem, r�pido! Vamos!

Vamos!

Vai!

- Sai daqui! - Preciso da tua ajuda.

Pensava que protegias mutantes aqui.

Estou a proteg�-los. De ti.

Tens de sair daqui.

Vai!

Esta noite, o Congresso delibera sobre internamento tempor�rio

de mutantes cujos poderes forem considerados

perigo claro e actual aos cidad�os humanos.

Isso � consequ�ncia dos incidentes com Jean Grey,

que, depois de destruir duas comunidades

e atacar pol�cias e militares...

Fala Charles Xavier, preciso de falar com o Presidente.

Sr. Xavier, este telefone j� n�o est� operacional.

Tenho de lhe dizer para n�o fazer isso.

N�o h� necessidade de deitar fora tudo o que conseguimos fazer.

Tem de nos dar uma oportunidade...

Se partires alguma coisa, qualquer coisa,

- eu posso consert�-la. - N�o qualquer coisa.

Est� em curso uma busca internacional pela Grey.

As autoridades est�o a instar os cidad�os a manter a dist�ncia.

Qualquer avistamento deve ser comunicado � pol�cia imediatamente.

- Agentes do Governo... - Esse homem foi eleito...

Isto � tudo o que tens?

D�-me outro.

Ol�, Jean.

N�o podes controlar a minha mente como a deles.

N�o sou como eles.

O mesmo, por favor.

Como � que me encontraste?

Digamos que tenho amigos em altos cargos.

Quem �s tu?

A melhor pergunta �,

quem �s tu?

�s uma menina assustada

que responde a um homem numa cadeira?

Ou �s a criatura mais poderosa do planeta?

- N�o sei quem sou. - Sim, sabes.

�s a rapariga que toda a gente abandona.

Talvez tenham uma boa raz�o.

Por causa do que est� dentro de ti?

Tens medo disso porque te torna m�.

Diab�lica.

Todas as palavras que te ensinaram para te manter na linha.

Palavras criadas h� muito tempo

por homens com mentes muito pequenas.

Eles n�o conseguem compreender o que tu �s.

Nem os teus X-Men.

E tu consegues?

Charles.

Charles! Charles.

- Hank n�o est� nas aulas. - O qu�?

Hank n�o est� nas aulas.

Verificaste os aposentos dele?

Sim, ele tamb�m n�o est� l�.

Onde est�o os outros?

Estou sozinho.

O qu�, sem o Charles?

Se est�s � procura da Jean,

- ela foi embora. - N�o, eu sei disso.

Ent�o porque est�s aqui, Hank?

Tens olhos e ouvidos pelo mundo para te ajudar a encontrar mutantes.

Quero que me ajudes a encontrar a Jean.

N�o tenho raz�o para a encontrar.

N�o por mim.

Faz pela Raven.

Ela mandou-te?

N�o sabes?

N�o sei o qu�, Hank?

A Raven morreu.

A Jean matou-a.

Preciso que me ajudes a encontrar a Jean.

Se eu a encontrar, vou mat�-la.

Eu sei.

- Eles sabem quem eu sou? - Sim.

E n�o t�m medo de mim?

A �nica pessoa aqui com medo do teu poder...

�s tu.

V�o reunir os outros.

Se ela n�o o conseguir controlar, n�s vamos destru�-la.

Era isto que me querias mostrar?

N�o.

Isto � o que te quero mostrar.

O que entrou em ti no espa�o, n�o foi uma erup��o solar.

E n�o foi um acidente.

Foi atra�do para ti.

E o que era?

Uma for�a c�smica pura e inimaginavelmente poderosa.

Vimo-la a entrar em ti no espa�o.

Est�vamos l�, Jean. A seguir essa for�a.

Porqu�?

Porque � a fa�sca que deu vida ao universo.

E a chama que consumiu o meu mundo.

O que restou do meu povo procurou nas estrelas

esse poder para o controlar.

Mas destruiu tudo aquilo com que entrou em contacto.

At� apareceres.

Porqu� eu?

Porque �s mais forte do que pensas.

Porque �s especial, Jean.

Com a minha ajuda,

podias controlar o que h� dentro de ti.

Aproveitar esse poder para criar

mundos totalmente novos.

Transformar p� em �gua.

�gua em vida.

� o teu destino, Jean.

Para te tornares algo maior.

Evoluir

para a maior for�a da gal�xia.

Disse-te que eles nunca te poderiam entender.

E o que n�o entendem, temem.

E o que temem...

Eles procuram destruir.

A Raven sofreu?

N�o por muito tempo.

Sei que tivemos as nossas...

diferen�as no passado, mas...

Ambos am�vamos a Raven.

Sim.

Sim, am�vamos.

Houve um avistamento da rapariga.

- Onde? - Nova Iorque.

Teremos olhos no terreno quando l� chegarmos.

Est� na hora.

Sabemos onde est� a Jean.

Disseste que n�o conseguias localiz�-la.

N�o fui eu que a encontrei.

Foi o Erik.

O Hank est� com ele. Est�o a caminho dela.

- E v�o mat�-la. - E qualquer um que se interponha.

Kurt, gostava que levasses o Scott e eu l�, mas � tudo.

Quero que nos deixes l� e voltes para casa.

E eu?

N�o estou a falar como X-Men.

O Scott e eu vamos lutar pela Jean,

sem ti, fim de discuss�o.

Storm, j� perdi muitas pessoas que amo.

N�o te vou pedir para ires.

Eu pe�o.

Precisamos de ti.

- Preciso de ti. - Eu protejo-te.

- Olha. - Fim de discuss�o.

Kurt, fecha os olhos.

Vou mostrar-te o nosso destino.

Onde � que est�o?

Ela est� ali dentro.

Ol�, velho amigo.

Guarda a merda do "velho amigo", Charles.

E n�o te metas no meu caminho.

Lamento o que ela fez, mas n�o te posso deixar entrar.

Lamentas sempre, Charles. E h� sempre um discurso.

Mas j� ningu�m se importa.

Se fizermos isso agora, v�o ver-nos como monstros.

Anormais violentos a lutar nas ruas de Nova Iorque.

O que � que te disse?

Raios, meu. A tua terra vai desaparecer!

Tudo o que te importa.

Poupa-me.

Se lhe tocares, eu mato-te.

N�o fa�as isso, Erik.

Matar a Jean n�o vai trazer a Raven de volta.

A rapariga morre.

Kurt, preciso de ti!

Kurt, leva-me para dentro.

N�o �s o �nico que consegue controlar mentes.

Kurt!

Eles v�m para te matar, N�o os vais deixar.

Vais ripostar.

Sente o poder dentro de ti. Esse poder �s tu!

Aguentem-nos!

Eu sei de quem era aquele sangue.

Expulsaste-me.

E agora vieste at� aqui para me matar?

� isso mesmo.

E nem isso consegues fazer.

Deixa-me mostrar-te como se faz.

Scott, ajuda-me.

Kurt!

Kurt, est�s bem?

- N�o! - Anda c�!

Mete-me naquela casa, j�!

- Tamb�m vieste para me matar? - Nunca.

Jean, nunca!

Falhei contigo, eu sei disso, mas...

Isto n�o �s tu.

Kurt!

Jean, por favor!

N�o fazes ideia quem eu sou.

Criei-te desde pequena, acho que sei.

Ela j� n�o � a tua menina.

O que �s?

Jean, por favor, tenta lembrar-te do que te disse.

Podes control�-lo.

Podes fazer tudo o que quiseres.

Ent�o mostra-me.

Caminha at� mim.

Sabes que n�o posso.

N�o!

Por favor, Jean.

Por favor!

J� n�o consigo ver a tua mente.

Est�s a ver a minha?

Olha.

Jean, olha.

O que escolhes fazer com o teu dom,

isso depende inteiramente de ti.

Esta pode ser a tua nova casa.

Pod�amos ser a tua nova fam�lia.

N�o!

Porque n�o est�s partida.

- Vai lev�-la? - Sim.

Posso ajud�-la de maneiras que n�o pode.

Ela n�o pode ser ajudada, � uma causa perdida.

N�o, n�o �.

Enquanto houver algu�m que cuide dela e que acredite, h� esperan�a.

Ainda h� esperan�a.

Eu sabia... Sabia que ainda estavas a�.

Ele s� te mostrou o teu passado.

Segue-me at� ao teu futuro.

N�o.

Preparar armas para neutralizar.

Nunca pedi isto, nada disto.

Viajei pelas estrelas por um dom que n�o queres?

Ent�o leva-o.

Por favor, liberta-me.

Vou tentar.

P�ra com isso, vais mat�-la!

As vossas vidas n�o significam nada.

O vosso mundo ser� nosso.

Vais matar-nos a todos.

Sim.

Jean, tens de a largar.

Jean, larga-a!

Larga-a, Jean, larga-a!

Larga-a!

Ali est� um! Apanhem-no!

Jean!

Jean.

Jean?

Jean, Jean?

- Charles, o que se passa? - N�o sei. N�o a consigo ler.

Vamos, saiam! Levem-no! Vamos, saiam, saiam!

Entendido, vamos.

Vamos, mexam-se!

- Ela est� viva. - Scott, tens de a tirar daqui.

Tudo livre!

� o �ltimo.

Certo, livre, livre. Para tr�s, vamos!

O meu filho era f�.

A Raven tinha raz�o.

A Jean nunca foi a vil�.

Eu fui.

Nunca lhe devia ter mentido.

Estava errado.

Mas... esse poder

dentro dela, nunca o coloquei l�.

Nunca faria nada para a magoar.

Esse n�o sou eu. E essa... n�o � a Jean.

Ainda a podemos salvar.

Ainda � a Jean l� dentro.

Estamos a 10 km do Centro de Conten��o Mutante.

Preparar transfer�ncia de prisioneiros.

O que exactamente est� a control�-la?

N�o sei.

Mas essa mulher, essa... coisa

j� provou esse poder e vai voltar para mais.

Ela vai voltar pela Jean.

- �ptimo. Deixa-a vir. - Vai mat�-la para o ter.

E garanto-te que a matan�a n�o vai acabar aqui.

N�o era isso que a Raven queria.

Sabes disso.

Os dois sabem.

Cooper, est�s a ver isto?

Alpha One, t�m v�rios hostis a bordo.

Est�o a dirigir-se para tr�s.

- Abrir quatro em cinco. - Recebido.

Muito bem, os dois, venham comigo.

Os outros, fiquem aqui, guardem os prisioneiros!

N�o sejam tolos! Precisam da nossa ajuda.

Fechem, agora!

Os malditos mutantes est�o a vir.

N�o s�o mutantes.

Libertem-nos. V�o precisar da nossa ajuda.

- Somos a vossa �nica hip�tese. - Mant�m a boca fechada.

Qual � o estado dos mutantes?

Estamos a recuar agora. Eles n�o...

- O qu�? - Eles...

- Eles o qu�? - Eles n�o s�o mu...

Est�o aqui pela Jean.

Preparem-se para abrir fogo.

O seu filho tinha raz�o sobre n�s.

Podemos ajud�-lo!

Por favor!

H� mais!

S� queremos a rapariga. Afastem-se.

N�o!

O que est�s a fazer?

O que a Raven faria.

Scott, leva-me � Jean!

Selene!

Hank!

Ajuda a Storm!

N�o, n�o, n�o. N�o, n�o, por favor.

N�o morras!

Podes deixar-me aqui.

Scott, guarda a entrada.

Jean, acorda!

Jean, acorda, tens de acordar.

Hank!

N�o desejo lutar contigo.

Isso acontece-me muito.

Querias a morte dela.

Mudei de ideias.

Estava a tentar proteger-te.

Estava a tentar afastar a dor.

- Mas... - Acabaste de a enterrar.

Jean.

Onde estamos?

Estamos dentro da minha mente?

� mais pac�fica que a minha.

Lamento muito o que te fiz.

Eu sei.

O que sempre quis foi proteger-te e dar-te o que mereces.

O que todas as crian�as merecem.

Uma fam�lia.

Sim.

Eu sei que fizeste o que fizeste por amor.

Eu perdoo-te.

Eu sei o que tenho de fazer agora.

E o que �?

Proteger a minha fam�lia.

Jean, espera.

Queres este poder?

Vais t�-lo.

Jean!

N�o consegues control�-lo.

Se me matares...

Vais mat�-los a todos.

As tuas emo��es tornam-te fraca.

Jean!

N�o.

Jean!

Est�s enganada.

As minhas emo��es tornam-me forte.

Ela desapareceu.

Ela...

Est� livre.

ESCOLA JEAN GREY PARA JOVENS SOBREDOTADOS

Eu sei quem sou agora.

N�o sou o que os outros querem que eu seja.

N�o estou destinada a um destino que n�o possa controlar.

Evolu� para al�m deste mundo.

Isto n�o � o meu fim, ou dos X-Men.

� um novo come�o.

Mais devagar. A seguran�a primeiro.

- � tudo, senhor? - Sim, obrigado.

Como est� o teu tempo a tratar-te?

- O que fazes aqui, Erik? - Vim ver um velho amigo.

Vai uma partida?

Hoje n�o, obrigado.

H� muito tempo, salvaste-me a vida.

E ofereceste-me um lar.

Gostava de fazer o mesmo por ti.

S� um jogo.

Pelos velhos tempos.

Vou ser brando contigo.

N�o, n�o vais.

imfreemozart - - - - - -

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