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Um cl�ssico:

um barco vai a pique quando os ratos o abandonam.

Bem, pois a� vai o rato.

Cruz del Norte afunda-se...

Abram!

Passem, putas!

Porque voltaste, loura?

Porque nem tu nem eu vamos mudar a pris�o.

Mas, �s vezes, h� que fazer o que h� que fazer.

Vamos � procura da Barbie.

S04 E08 (Final) "A MAR� AMARELA"

Acalma-te, Carlos. Acalma-te...

A puta que me pariu!

Ol�. Sim, sou Carlos Sandoval, director de Cruz del Norte.

As presas amotinaram-se.

Sim, sim, tomaram o pavilh�o central e o m�dulo tr�s.

Va l�, loura, menos mal que tenhas vindo.

Somos a estranha parelha agora.

Estou na enfermaria, necessito que mandem quanto antes

a unidade de assalto. Quanto antes!

Sandoval...

Cheiro o teu perfume por toda a pris�o.

E o teu medo!

Abre a porta, Barbie.

Urgente.

Ou soprarei e soprarei e a porta derrubarei...

Est� a vir um ex�rcito e o melhor que podem fazer

� voltar �s vossas malditas celas.

Fa�amos de conta que c� n�o se passou nada, sim?

Que n�o se passou nada?

O motim n�o se passou?

Minha filha n�o se passou?

Abre!

Sandoval, abre a porta.

Est�s em fase de nega��o, Sandoval.

E, como psic�logo, deverias saber

que o primeiro passo � aceitar a realidade.

E a realidade...

� que est�s fodido.

Zulema.

-Que se passa? N�o vens? -N�o vou.

Sabes quando est�s numa festa incr�vel e tu n�o a desfrutas

porque est�s a pensar em algu�m a quem queres muito?

N�o fa�o nem a puta ideia do que falas.

Sim,

mas por isso somos t�o distintas tu e eu.

Menos mal...

Puto Sandoval...

Porra! A puta chefa da pris�o...

Posso conseguir-te o que quizeres,

mas n�o me fa�as nada, por favor.

O que quizer?

D�-me o colar.

E os brincos tamb�m.

S�o de ouro branco, s�o teus.

E isso que �?

Cachecol.

Cachecol? D�-mo.

D�-me tudo!

Isto...

Isto sim tem estilo.

Se eu tivesse pasta tamb�m teria estilo.

A bolsa.

-Quietas! -Ou as v�o foder vivas.

Vais acabar todas no maldito isolamento.

Ui, pois vai parecer-nos uma sauna gay, carinho.

� que n�o vamos caber todas, tia.

Isto n�o vai acabar bem, raparigas.

Pois claro que n�o vai acabar bem, Palacios.

Isto vai acabar como sempre: como o cu.

Bom, e que conste que desta vez � culpa vossa, eh?

-Isso! -Isto como vai?

Isso, desta vez � culpa vossa, porque na Sole n�o se toca.

Tocaram-nos no berbig�o.

Eh? N�o temos nada que perder.

Pois nada, agora fodam-se. Tivessem pensado antes.

Mas, que � que querem?

Queremos dar � Sole uma despedida como Deus manda.

Tere. Tere, acerca-te.

Tu �s a �nica que pode parar isto.

Tens bom senso.

Palacios, cr�s que isto se pode parar?

Vais desfrutar, n�o, Zulema?

� que n�o consigo parar de mirar-te.

Miro-te e pergunto-me:

"Serei uma psicopata?".

Quais s�o os s�ntomas de um psicopata?

Sou toda ouvidos.

Como te agrada, eh?

Narcisismo.

N�o?

Conduta anti social,

falta de remorsos...

Falta de empatia.

� verdade.

Aos dois, as pessoas, importam-nos uma merda.

Que mais?

Manipula��o,

encanto pessoal,

frialdade,

e a maravilhosa capacidade...

de sacar o que queiras de quem queiras e quando queiras.

Sou uma psicopata de manual.

Tudo encaixa.

Mas isso recorda-me algu�m.

N�o ser� que os dois somos uns psicopatas?

Senhores, comigo.

Conhe�o muito bem esta pris�o.

Pode-se entrar desde a galeria cinco e desde o telhado.

Aqui n�o vai entrar nem Deus.

Informaram-me de que essas filhas de puta

t�m de ref�m a senhora Cruz. -E voc� quem porra �?

Capit�o Medina, Unidade de Interven��o.

H� alguma porta voz das reclusas?

Haveis contactado com algum funcion�rio?

Sabemos o que querem?

Ningu�m comunicou ainda connosco.

Mas conhe�o as cabecilhas.

Posso entrar e fazer de interlocutor.

Obrigado, inspector,

mas esta opera��o dirijo-a eu.

Pede duas unidades especiais de assalto.

Raparigas,

sou a mami.

J� sei que est�o um pouco ocupadas...

E eu quero aproveitar para falar-lhes.

Isto... Isto n�o vai durar muito,

assim tenho que dar-me pressa.

Quero que saibam...

que sou muito afortunada.

Talvez isto lhes diga muito pouco da minha pr�pria vida,

mas � a verdade.

Digo-o de verdade.

Aqui vivi

os melhores momentos,

junto a cada uma de voc�s.

Na pris�o fui muito mais feliz

e muitissimo mais livre

do que fui l� fora.

E isso devo-o a voc�s:

a mar� amarela.

N�o se enganem, minhas meninas,

que este motim

� o motim mais absurdo da hist�ria...

Sim, porque quando algu�m faz um motim

� para pedir que melhorem a comida

ou que aumentem as visitas �ntimas

ou que nos deixem meia horita mais

de c�u no p�tio,

mas este motim...

est�o a faz�-lo por mim.

Eu vou embora.

Mas vou

sentindo-me t�o querida...

Que mais posso pedir?

Nada.

Eu tamb�m as quero muito, minhas meninas.

A todas.

Se me ajudares, eu posso fazer a tua vida mais f�cil.

Que aqui sejas uma presa previlegiada,

o que tu quizeres.

Que queres?

Queres um televisor?

Uma cela s� para ti?

Comida, mais comida. Comida especial.

� bonita...

E agora quando acabar o motim, como �?

Pois n�o sei.

Eu, provavelmente, vou ficar encerrada toda a vida,

mas esta pris�o vai ser diferente.

Ver�s...

E n�s?

Em todos estes meses estive a fazer mil coisas...

Estive a traficar com drogas,

fugi, uma vez mais;

tive uma rela��o, tamb�m...

E poderia dizer que...

Que havia conseguido esquecer-te.

Mas...

agora vejo-te e...

-Sim, o mesmo comigo. -Sim.

Que agora te vejo...

e...

Mas...

creio que n�o seria justo alargar uma hist�ria que foi...

t�o especial.

Quando o contar aos meus netos, v�o pirar.

-Que parte? -Toda.

Sobretudo, o final.

Sobretudo, este final, a mim p�e-me zonza, p�.

A� fora h� uma guerra e n�s estamos aqui...

Aqui...

Ei, vou-te pedir dois favores.

Favor n�mero um: por favor,

n�o me ignores

e n�o me evites quando me vejas na galeria,

vale?

Favor n�mero dois: nunca digas a ningu�m,

a ningu�m,

que fui eu quem te deixou.

Porque eu nunca te teria deixado.

Nunca.

Porque �s muito f�cil de querer.

Uma vez disse-te que eras uma puta louca...

porque te enamoras de gente sem conhec�-la.

E sabes o que penso?

O qu�?

Que oxal� existissem mais pessoas como tu.

Oxal�.

Quero-te muito, Kabila.

Eu tamb�m te quero muito.

Muito.

Ai, ai, ai...

V�o-me desculpar que interrompa o "melodrama", eh?

"N�o, que te quero mais eu. N�o, que te quero mais eu."

N�o, corta tu...".

Me...

Manda-me a Sole, busc�-las.

� importante que venham.

Quer despedir-se da sua gente...

�s o que �s

gra�as a mim, Zulema.

-Deverias estar agradecida. -E quem sou eu?

Quem sou eu, gra�as a ti? Diz-me!

Gostas dos livros de hist�ria?

Sou mais de banda desenhada de terror.

Vou-te contar uma hist�ria

de h� quase um s�culo.

Mais exactamente, o ano 1920.

Os americanos come�aram a exportar bacalhaus.

Do porto de Boston

para Shanghai.

Levavam-os vivos, de barco, l�gicamente,

nuns tanques.

Mas depararam com um problemita...

Quando chegavam � China,

sabiam ao mesmo.

N�o sabiam a nada.

Estavam como gelatinosos.

Como sem m�sculo...

Porqu� os peixinhos estavam assim?

Sabes porque estavam assim os peixinhos?

Ilum�na-me.

Porque viajavam relaxados.

Demasiado tranquilos...

Mas a ast�cia de um marinheiro,

que teve uma grande ideia,

mudou a hist�ria.

Ocorreu-lhe meter outra esp�cie de peixes

no mesmo tanque dos bacalhaus...

Uma amea�a.

Os "peixes gato",

que se dedicavam a mordisc�-los,

a tocar-lhes soberanamente nas bolas aos bacalhaus.

Ou seja, os bacalhaus chegavam em forma, n�o?

E plenos de sabor e de m�sculo.

Sabes porqu�?

Porque os bacalhaus necessitavam

sentir o encorajamento do medo, cada segundo...

E tu �s o nosso "peixe gato".

O filho de puta que nos mant�m em forma, n�o?

E?

O qu�?

Est�s a falar-me de ti?

Quem sou eu?

Quem sou eu?

Diz-me!

A abelha ra�nha, Zulema.

A abelha ra�nha deste enxame de merda.

Se n�o fosse por mim, serias uma desgra�adita mais.

Uma presa qualquer, como qualquer de tuas amiguitas.

Cala-te.

De psicopata a psicopata,

esqueciamo-nos o sintoma mais importante.

A capacidade para aprender com as experi�ncias.

Tu �s mau, maricas.

Eu sou pior. Porque aprendo mais r�pido.

Assim que n�o te vou tocar nem num pelo.

Porque a� fora h� um oceano de bacalhaus.

E � justo que a tua vida dependa delas,

gato!

Vamos a ver, senhora Cruz,

passagem de modelos.

Vamos, quero v�-la.

"T�" boa, eh?

Ai, as tetas para cima, ai, ai...

Assenta-lhe como o cu.

Ent�o? Como te sentes com isso, eh?

N�o me ouviste?

Como te sentes com o maldito pijama amarelo?

Feia.

A� acertaste...

Est�s feia de fugir.

E que mais?

Torpe,

pequena.

Uma merda, n�o?

Diga-o, senhora Cruz,

que te quero ouv�r.

"Sinto-me como uma merda".

Vamos!

Sinto-me como uma merda.

Mais forte!

Sinto-me como uma merda!

Ent�o porque escolheste os pijamas amarelos?

Para que nos sentissemos uma merda?

Que nos assentem como o cu?

Porque o amarelo d� m� sorte.

Ent�o, porqu�?

Porque era o mais barato.

Porra.

O amarelo estava em saldo.

Se se apercebem a� fora que est� aqui a chefa,

penduram-te da puta da galeria.

Assim, move o cu, que nos vamos.

-Obrigado, obrigado... -Vem, pomba!

Medina, j� est�o aqui os teus soldaditos!

Vais ordenar que entrem de uma puta vez, ou qu�?

Se n�o se cala, vou fazer que o tirem daqui.

Est�s a jogar com a vida de 200 pessoas,

incluindo a senhora Cruz.

D� a ordem de entrar j� de uma puta vez!

-Tirem-no daqui! -Est�s cagado, Medina.

Est�s a fazer merda, mas mesmo merda.

Solta-me, porra!

Eu sei caminhar sozinho.

Verificado per�metro da porta principal. Quero-o j�!

Mami,

vou dar-te um picadita,

vais ficar adormecida, e j� n�o vais sentir mais.

Obrigado, minhas meninas.

Saray,

obrigado.

E pensar que, agora,

eu sou a primeira que vou sair daqui.

De verdade...

Con... Contigo aprendi...

que existem novas

e melhores emo��es...

Contigo aprendi...

a conhecer um mundo novo de ilus�es...

Aprendi...

que a semana tem mais de sete dias,

a fazer maiores as minhas contadas alegrias,

e a ser feliz,

eu contigo aprendi.

Contigo aprendi...

Refeit�rio.

Anda.

Cr�m-se muito inteligentes, n�o?

Mulheres fortes e valiosas, eh?

Ent�o, porque est�o c�, eh?

Porque s�o esc�ria.

Porque s�o esc�ria!

O mais miser�vel que se possa ser!

Putas presas!

Par de presas...

Filha de...

Presas.

N�o valem nada.

N�o valem nada.

Nada.

Nada.

Senhora Cruz,

quero pedir-lhe uma �ltima coisa antes de sair.

Sim, sim, o que tu quizeres.

"Pos"...

uma selfi

de recorda��o.

Sim, ponha o pin, esse.

Ai.

Ai.

Sorria, foda-se.

Que bonita.

Alto!

Sequestrou-me!

Mas que dizes, se eu te tratei como uma princesa...

Saia daqui agora mesmo.

-Vamos. -Eu n�o lhe fiz nada, eh?

Eh, senhora Cruz,

n�o � a primeira cona que come, eh?

Cala-te.

Alto!

Sou Magdalena Cruz!

As m�os onde possa v�-las!

-Sou Magdalena Cruz! -As m�os onde possa v�-las!

De joelhos!

De joelhos!

-No solo! -No solo!

Alto! Alto! Afastem-se dela!

� a senhora Cruz. Para tr�s!

Encontra-se bem?

Entre ali dentro de uma puta vez

e ponha ordem na minha pris�o!

O que de verdade gostaria

era arder

numa fogueira

muito grande.

E elevar-me ao c�u.

Como uma guerreira viking.

Faz doze anos que dissemos adeus � Sole.

N�o h� dia que n�o pense nela.

Ao perd�-la,

acreditei que tudo pararia para mim.

Mas a vida n�o se det�m.

Eu,

que tinha uma esperan�a de vida de dois telejornais,

no final, libertei-me da droga e salvei-me.

N�o foi f�cil,

mas dois tsunamis a passar-me cada dia por cima,

ajudou.

O certo � que tudo mudou na minha vida.

Embora jamais deixei de ir de todo a Cruz del Norte.

Ol�, Tere.

Agora sou assistente social.

Por isso venho ami�de.

� parte de que continuo a ter amigos aqui dentro...

Tere?

Palacios?

-Tere? -Palacios!

Anda.

N�o dou conta.

Eu n�o sirvo para director, � muito grande.

-Bom... -Tomam-me por um po�o sem fundo.

Elas...

pedem-me mais e mais e mais,

e nunca � suficiente. Vamos, ao de sempre.

Vamos a ver, Palacios, quanto tempo tens j� de director,

aqui, em Cruz del Norte?

-Dois anos faz agora. -Sim.

Quantas presas morreram?

-Bom, morreu essa senhora... -N�o, isso � morte natural.

-Isso n�o vale. -Eh... Pois ningu�m.

-Quantas se suicidaram? -N�o, nenhuma, nenhuma...

Palacios, vamos a ver,

as presas r�em, v�o �s oficinas...

�s um director sortudo, certo?

�s o melhor director que teve Cruz del Norte.

Dizes tu, que me queres bem.

Cruz del Norte continua igual como sempre:

corrim�es, odor a ferro, trajes amarelos...

Mas j� n�o a reconhe�o.

As amigas s�o as que deram sentido a este s�tio,

e a maioria de minhas amigas j� n�o est�o aqui.

Palacios, desculpas-me um momentito?

Claro. Sim, sim.

Parece-me imposs�vel que, apesar de tudo,

conseguimos sobreviver a este inferno...

Qui��, por isso,

a vida nos v� oferecendo um s�tio melhor.

Luna trabalha como aeromo�a.

Ol�, boas tardes, um pouquito mais de caf� ou de ch�?

Agora costuma fazer voos para a China.

Tem gra�a, em Cruz del Norte a fugir das chinesas,

e agora enamorou-se de um tipo de Shanghai.

A Goya ascendeu.

J� n�o � s� mo�a de armaz�m, � chefa de mo�os de armaz�m.

Ei, quem porra deixou essas paletes a�?

O pr�ximo que o fa�a mal vai-me comer "toda", porra

O mal � que o uniforme da empresa � amarelo.

Mas t�o pouco vai deixar a empresa por isso, n�o?

Antonia encontrou a sua voca��o na pris�o.

Traz-me o molho da carne!

Sempre teve boa m�o para a cozinha.

Nunca lhe v�o dar uma estrela Michel�n...

Um cabelo? Pois diz ao "salao" que te disse,

que venha e vai ver o mont�o de cabelo que tenho eu aqui, anda.

Mas t�o pouco a necessita.

Saray recuperou a cust�dia de sua filha Estrella.

Ai, como gosto da tua cara.

Educa-a um pouco � sua maneira...

Vem aqui, pimp�n.

Tu sabes isso que se diz no bairro

de que eu estive muito tempo na pris�o?

-Pois � verdade. -Mas n�o poderia ser melhor m�e.

Saray, deixa a menina, que ela sabe. N�o sejas antiga.

Que estamos s�s.

A Castillo a sa�de deu-lhe um susto.

E, agora, por cada m�s que lhe d� a vida,

faz uma tatuagem.

Obrigado.

Rizos leva anos entrando e saindo da pris�o.

Roubo, tr�fico de drogas, e volta a come�ar.

-Sim? -Um cl�ssico.

Em dois dias est�s fora.

Obrigado.

Tens que aceitar o trabalho que te indiquei.

N�o valem queixas.

Durante muito tempo, pensei que o conseguiria,

mas segundo v�o passando os anos,

dei-me conta de que lhe d� mais medo a liberdade

que continuar encerrada.

Nem todos sabem cuidar de s� mesmos.

Tere.

Que �?

De Macarena sabemos algo?

O que leio por a�...

Desculpe, senhorita,

o c�ozinho fez as necessidades no ch�o.

Sandoval!

Quantas vezes tenho que dizer-te que n�o fa�as c�c�?

N�o se faz c�c�! C�o mau!

N�o entendo a obsess�o das mulheres pelas j�ias, na verdade.

Mas bom, se todo o mundo se empenhou

em que estes calhaus custem uma pasta, por mim est� certo.

Temos reposi��o.

Est�s pronta, loura?

Perd�o pela caquita...

Que algu�m mova uma pestana, e rebento-lhe a puta da cabe�a,

est� bem claro?

Adapta��o para PT-PT (sem AO): EduardoLuzOliveira

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