All language subtitles for Black.Narcissus.1947.1080p.BluRay.x264-[YTS.LT] -Brazilian-portuguese

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O NARCISO NEGRO - 1947

Sita, v� dizer � irm� Clodagh que quero falar com ela.

Ent�o, X � igual a 5...

A Madre deseja falar com voc�, irm� Clodagh.

Joya.

Continue a aula.

Irm� Clodagh, podemos continuar com os nossos planos em Mopu.

- Ser� chamada de Santa F�lix Santa F�. - Santa F�.

E voc� ser� designada para liderar Santa F�.

- Eu, Madre? - Voc�.

Ser� a mais jovenzinha Superiora na nossa ordem.

Obrigada, Madre.

O agente em Mopu um ingl�s.

Parece ser um homem dif�cil.

Ele n�o ir� ajud�-la muito.

Estimada senhora, o meu nome � Dean.

Sou o agente do General Toda Rai em Mopu...

e escrevo-Ihe nessa condi��o.

Penso que o general ofereceu-Ihe o velho pal�cio de Mopu...

para fundar uma escola e um dispens�rio para os nativos.

N�o � a primeira vez que ele tem essas ideias.

Pediu-me para Ihe falar sobre o local e o povo.

O s�tio n�o � muito confort�vel e fica no fim do mundo

Primeiro tem de chegar a Darjeeling,

tenho que Ihe arranjar p�neis e os guias para a levarem � montanha.

Mopu fica a 2500 metros de altura.

As montanhas defronte s�o quase t�o altas como o Evereste.

O povo chama ao monte mais alto Nanga Dalle.

Que significa "a deusa nua"

Eu vivo no vale, abrigado do vento.

Assim como o general e o povo.

O pal�cio de Mopu fica numa das encostas da montanha.

Foi constru�do pelo pai do general para as suas mulheres.

Chama-se pal�cio, mas h� uma pequena diferen�a...

entre um pal�cio e a ideia de pal�cio do general.

Mas l� est�.

As pessoas s�o como camponeses do monte: simples, independentes.

Trabalham porque � necess�rio, sorriem quando sentem que devem sorrir...

e n�o s�o submissos.

Os homens s�o homens. Nem melhores, nem piores do que em qualquer lado.

As mulheres s�o mulheres. As crian�as, crian�as.

No alto da montanha acima do pal�cio, temos o nosso santo...

sempre sentado fa�a o tempo que fizer.

Todas as pessoas t�m muito orgulho nele e levam-lhe comida e pequenas oferendas.

O vento no pal�cio sopra sete dias por semana,

Portanto traga roupas quentes consigo.

Ningu�m l� viveu por muito tempo excepto Angu Ayah...

que sempre l� esteve e faz a guarda.

Como guarda, ela � uma incompetente, mas � leal e adequada ao local.

Ela vive l� sozinha com os fantasmas de dias antigos.

- O Sr. Dean. - Deixe l� o Sr. Dean. Ele nos encontra.

Agora ouve, Ayah. Convidei algumas senhoras, para ficar aqui na casa das mulheres.

Mulheres! Oh, vai ser como antigamente! Pelo menos ser� como nos bons velhos tempos.

Elas n�o s�o desse tipo de mulheres.

- Ent�o n�o vai ser divertido. - Elas n�o v�m para se divertir.

S�o freiras. Sabe o que � uma freira?

Ajoelham e rezam todo o dia como os monges que convidou o ano passado.

Vou ceder-lhes esta casa para fazerem uma escola e um hospital.

Voc� sabe que ningu�m aqui quer uma escola e tenho a certeza que n�o querem um hospital!

Como � que eles sabem o que querem at� experimentarem?

O povo tem todo o tipo de doen�as.

- T�m lombrigas. - Eles n�o se importam de ter lombrigas.

Mas deveriam se importar. E ser� gratuito.

- Era gratuito da outra vez e ningu�m veio. - Desta vez vir�o. Sr. Dean!

Vai receb�-las por mim e vai fazer tudo o que desejarem.

Voc� tamb�m. Vai contratar criados e voc�s dois cuidar�o delas at� que possam cuidar de si pr�prias.

Que comem elas? Como � que eu sei o que comem as freiras?

Lembrei-me disso.

Est� vendo aquelas caixas?

Salsichas. Elas v�o comer salsichas.

Os europeus comem salsichas onde quer que estejam.

V�o comer at� saberem cozinhar o que quiserem comer.

Agora lembre-se, Ayah, se arranjar algum problema, vai se arrepender.

J� estou arrependida!

Um convento nesta casa. O que pensa disso?

Os irm�os ficaram apenas cinco meses. Talvez as irm�s n�o fiquem muito mais tempo.

A casa est� a uma altitude de 2800 metros, faz muito frio, mas o ar � bom.

O General Toda Rai, que nos convidou para Mopu, prometeu ajudar-nos.

Ele estava com algum receio quando soube ...

que somos obrigadas pela nossa ordem somente por votos anuais.

- Expliquei-lhe esta regra. - Sim, Madre.

Durante mais de um s�culo, servir voluntariamente, tem sido uma das gl�rias da nossa Ordem.

- E a nossa maior for�a. - Exatamente. Agora ele entende.

- H� algo que gostaria de perguntar? - Quem irei levar comigo?

Lembre-se, uma comunidade n�o � uma classe de garotas.

N�o vai ser f�cil lidar e orientar as Irm�s.

Agora, deixe-me ver.

Vou entregar-lhe a Irm� Briony. Vai precisar da for�a dela.

Obrigada, Madre.

Irm� Philippa para a jardinagem.

- Irm� Blanche. - Irm� Blanche?

- Sabe como as outras a chamam? - Irm� Honey.

Sim, Honey. Penso que vai precisar da Irm� Honey.

Ela � muito popular, voc� vai precisar da sua popularidade.

- E a Irm� Ruth. - Mas Irm� Ruth est� doente.

Por essa raz�o � que desejo que v�.

Perdoe-me por lhe dizer isto, Madre, mas acha que a nossa voca��o � a voca��o dela?

Sim, ela � um problema.

Receio que ela venha a ser um problema para voc� tamb�m.

Numa comunidade menor, pode ser que melhore.

D�-lhe responsabilidade, Irm�. Ela gosta que lhe d�em import�ncia.

Acha que isso � uma coisa boa, deix�-la se sentir importante?

Poupe-a de algumas de suas pr�prias import�ncias ... se voc� puder.

Madre, est� arrependida de ter me nomeado neste cargo em Santa F�?

Sim. N�o acho que esteja preparada para isso, e acho que ficar� sozinha.

N�o se esque�a que somos uma Ordem de trabalhadoras.

Obrigue-as a trabalhar a s�rio. E lembre-se a superiora de toda � a criada de todas.

Compreendo.

Foi uma �tima ideia.

Uma coisa sobre elas. Se mant�m no hor�rio.

Vamos!

Querida! O jardim est� todo desmazelado. Nem sei por onde come�ar!

Por favor ajudem a senhora gorda que tem d�vidas.

A Irm� Briony? Ayah, voc� tem que aprender os nossos nomes.

De qualquer maneira, n�o h� nenhum paciente ainda.

Oh, n�o h�? Existem dezenas � espera.

E a todo minuto chegam mais.

Diga a esses para irem embora e volte aqui para me ajudar com estes.

Oh, Irm� Blanche, estas meninas v�o trabalhar na sua escola, foram enviadas pelo general.

Oh, como s�o bonitas.

Mas, Irm�, voc� tem que ver as crian�as. A sala de aula j� est� cheia delas.

Os pequeninos s�o t�o doces. Alguns apenas conseguem titubear.

Joseph Anthony chegou.

Ayah, voc� deve de bater antes de entrar.

- Quem � Joseph Anthony? - Quem � Joseph Anthony?

� o filho do cozinheiro do general. Vai ser o seu int�rprete.

Ele fala ingl�s. Entre.

- Foi o general que o enviou? - Sim, senhora.

Ela n�o � uma senhora. Ela � uma Irm�. Diga, "Sim, Lemani."

Sim, Lemani. Tenho os meus livros e a roupa de cama l� fora.

Vou viver aqui com voc�.

Deseja ver os meus livros e a roupa de cama, senhora?

Irm�? Lemani?

- Qual a sua idade? - Seis para onze.

O que voc� disse?

Eu posso me lembrar que tenho seis anos,...

mas o meu pai se casou com minha m�e 11 anos atr�s...

por isso tenho provavelmente 10.

Irm�, a sala de aula est� abarrotada de crian�as. N�o temos nada desempacotado.

Ningu�m entende a l�ngua. L� est�o muitos deles, e eles cheiram mal.

- N�o sei o que fazer. - Porque n�o diz para voltarem mais tarde?

- Comece com os mais velhos. - Eles n�o v�o embora.

- Oh, porque n�o? - S�o pagos para vir, por isso n�o v�o embora.

Pagos?

Irm�, o tesoureiro do general deu ordem para pagar a todos que vierem ao meu dispens�rio.

- Portanto todos querem vir. - Desculpe, Irm�, posso dar uma opini�o?

- Sim, Irm�? - N�o � uma pena mandar as crian�as embora?

- Foram pagas para vir. - Mas se gostarem, voltar�o.

Que pode fazer com elas? A mim parecem-me muito est�pidas.

Lembre-se, elas n�o sabem uma palavra de hindi ou de ingl�s.

Joseph sabe.

Vai nos ajudar, n�o vai, Joseph?

Os Irm�os deixaram um quadro negro na escola. Vou desenhar coisas nele com giz colorido.

Eles podem me dizer o nome das coisas e eu os ensino em ingl�s.

Eu posso fazer um registo com os seus nomes e idades.

Dificilmente pode chamar a isso li��o.

Pode chamar a isto de uma id�ia muito sensata. Obrigada, Irm� Blanche.

Suponho que saiba quem sou.

Deve ser o Sr. Dean.

Eu devo.

E voc� deve ser a Irm� Superiora.

Que penas interessantes. S�o dos p�ssaros que matou?

Eu n�o atiro em p�ssaros.

Quando voc� se depara com tudo isso, assuta, n�o?

Sou o representante do general. Ele lhe d� as boas-vindas a Mopu.

- Entendi que queria me ver. - Queremos lhe falar de neg�cios.

N�o pensei que quisesse me falar de outra coisa.

Desculpe. Talvez isso n�o seja justo.

Sr. Dean, sabe que esse General Toda Rai...

nos cedeu esta casa para uma nova funda��o da nossa Ordem.

Apreci�mos muito isso. Foi muito generoso da parte dele.

Sim. Voc� iria gostar dele, Irm�.

- Ele tamb�m tem um Ser superior. - Realmente!

N�o sei por que est� sendo t�o rude comigo, Sr. Dean.

Tenho que falar de neg�cios com voc� quer me agrade ou n�o.

Bem, ent�o fale e n�o me d� li��es.

Este n�o � um local para p�r um convento, posso lhe dizer.

- Dif�cil mas n�o imposs�vel. Nada � imposs�vel... - A sua � uma Ordem contemplativa?

Quero dizer, vivem em medita��o? Mant�m-se em solid�o?

Nossa ordem n�o � de modo algum assim. N�s somos pessoas muito ocupadas.

Vamos abrir um dispens�rio, uma escola para crian�as e uma classe para meninas.

�timo. Vai fazer-me um grande favor se come�ar a educar as garotas locais.

J� me disseram, Sr. Dean, que n�o acredita em solid�o.

Sabe do que as pessoas chamam este lugar?

"A Casa das Mulheres. "

O pai do general costumava manter as suas mulheres aqui.

A partir de agora, passar� a ser conhecida como a casa de Santa F�.

Irm�, ter� que tirar aquele quadro?

Eu lhe dou at� o come�o da �poca das chuvas

Oh, querido, querido.

- Quem �? - Irm� Briony.

- N�o consigo dormir. - Nada de errado, Irm�?

� a Irm� Ruth. A vi h� pouco.

- Como est� ela? - Est� doente.

Tem dores fortes nas articula��es, uma queimadura no dedo e dores de cabe�a.

� este vento.

- E todas parecem t�o cansadas. - � a altitude.

O nosso dispens�rio est� mais cheio que nunca.

Uma casa enorme para cuidar e ainda tudo por desempacotar.

E o encanamento � uma porcaria novamente.

O que acha, Irm�? Talvez o Sr. Dean...

Claro que n�o. Podemos resolver os problemas sem o Sr. Dean.

Sim, claro.

- Est� bem, Irm�? - Claro que estou bem.

- Mostre-me o seu bra�o. - Estou perfeitamente bem.

- Voc� tamb�m tem. - Tenho o qu�?

Manchas. Tenho manchas. Todas t�m. Deve ser algo na �gua que deve estar insalubre.

- Os nativos a bebem. - Eles tamb�m j� est�o doentes.

Tal como o herdeiro do general, o jovem general. Est� muito doente.

Estes tambores rufam por ele. Tocam toda a noite por ele.

Se ouvir que pararam � porque ele morreu.

Voc�!

Como est�?

O que est� fazendo aqui?

Esta junta est� toda imunda. Tenho que troc�-la.

Vim reparar o seu encanamento.

- Devia ter enviado um encanador. - O mais pr�ximo est� em Darjeeling.

- Encanamento � um dos meus talentos. - N�o � essa quest�o...

Juro, Irm�, s� estou interessado no encanamento.

- Tenho de falar com a Irm� Clodagh sobre isto. - Est� bem.

Eu o pro�bo de ficar ai.

Est� bem.

Temos de construir uma oficina uma escola e depois uma capela.

Algu�m p�s fechaduras nos meus arm�rios. N�o consigo abrir nada.

E as janelas n�o se abrem e a porta n�o se fecha e os canos n�o funcionam.

A Corte est� em Se��o

- Entre, Sr. Dean. - Posso ir, Irm�?

Por favor sente-se, Sr. Dean.

- Deseja um caf�, Sr. Dean? - Pode faz�-lo decentemente?

Posso fazer o caf�!

- Ela pode? - Cheio de borra.

Sr. Dean, Joseph disse-nos que as pessoas continuam sendo pagas para virem aqui.

Ah, o General � um homem s�bio. � apenas at� se habituarem.

Deixe que se torne um h�bito para que venham, e n�o se lembraram do tempo em que n�o vinham.

Ent�o ele gradualmente deixar� de os pagar.

E gradualmente se habituaram a n�o serem pagos.

- S�o como crian�as. - Ele me disse que ia obrig�-los a vir.

- Eles n�o sabem o que � uma obriga��o. - T�m que aprender.

- Porqu�? - Todos n�s precisamos de disciplina.

- Sem disciplina, nos comportamos como crian�as. - N�o gosta de crian�as?

Obrigada, Irm� Briony.

Por falar em medicina, Irm� Briony, se tiver um caso grave,...

algo que pare�a perigoso, ou s�rio, n�o fa�a nada.

- Mas isso seria... - Seria sensato.

Se tiver um caso grave e algu�m morrer, vai ter todas as pessoas contra voc�s.

Porqu�?

Bem, tem que se lembrar que s�o gente primitiva, s�o como crian�as. Crian�as irracionais.

N�o conhecem a medicina. Pensam que � magia, uma nova magia.

Portanto lembre-se, eu a avisei.

A prop�sito, como est�o se sentindo, todas voc�s?

N�o muito bem. Irm� Ruth � a pior.

Acho que a �gua deve estar ruim. Ayah diz que � a �gua.

Pelo contr�rio. A �gua � boa demais.

Isso � a dor de barriga de Darjeeling. Ser� melhor arranjarem aqueles canos.

Irm� Clodagh!

O que aconteceu, irm�?

Oh, Irm�, Irm�, trouxeram uma mulher aqui para dentro.

O nosso pior caso. Estava coberta de sangue.

Nunca vi uma coisa assim. Devia ter uma art�ria cortada.

Estive tanto tempo tentando estancar o sangue. Nunca vi sangrar tanto.

Ao princ�pio n�o sabia o que fazer, mas por fim consegui parar a hemorragia.

Em um minuto e teria vindo buscar a Irm� Briony que pararia aquilo num instante.

O que estava fazendo l�? Eu disse para permanecer na cama.

Estava preocupada com voc�, Irm� Briony.

Seria melhor que se preocupasse com aquela mulher que est� se esvaindo em sangue.

- Devo esperar? - Estamos indo em um momento.

Acho que � melhor voltar para o seu quarto.

Adeus, Irm�. Espero que os seus pacientes melhorem. Quem � ela?

Soou como "Samuel", mas n�o poderia ser, poderia?

Oh, Samil. Ela � uma boa alma.

Uma das minhas melhores trabalhadoras. Fico-lhe muito grato.

Obrigada.

Agora o velho lugar � um apropriado convento.

Ol�, Irm� Ruth. Vai dar um passeio?

� hora de tocar o sino.

Est� adiantada. Um quarto de hora.

Obrigada.

Eu vim para pedir ao Sr. Dean para esperar na sala azul.

- Como sabia que ele estava aqui? - O vi da sala de aula.

Trouxe-lhe uma coisa, para voc�.

O nome dela � Hersempul, mas a chamamos de Kanchi.

Tem 17 anos, � �rf� e j� deveria estar casada.

Todas as tardes quando regresso para casa, a encontro sentada na minha varanda.

Ela se veste, p�e flores no cabelo.

Est� se tornando um inc�modo absoluto.

Se ela est� enclausurada por alguns meses, seu tio vai cas�-la.

Mas ela est� se comportando t�o mal que ningu�m a quer.

Eu n�o penso que a queremos, tamb�m. Porque a trouxe para n�s?

- N�o � sua miss�o salvar almas? - N�o me fale assim, Sr. Dean!

Desculpe.

Ser� que ela pode executar alguma tarefa?

Pode fazer qualquer trabalho numa casa.

Pensei que ningu�m teria paci�ncia com ela, exceto voc�.

Pode pedir � Irm� Briony para vir, por favor?

Kanchi.

Kanchi.

De certeza que n�o tem nenhuma pergunta que deseje me fazer?

Nenhuma.

Precisa de mim, Irm�?

Irm�, concordei ter esta mo�a conosco por um tempo. Pode arranjar um local para ela dormir?

- O que ele vai fazer? - Irm� Honey pode p�-la na escola.

Sim.

Diga � Ayah para lhe dar trabalho na lida da casa, a mantenha ocupada.

Venha.

Bem, obrigado.

Soube da morte do jovem general. O general est� sofrendo muito?

Nunca se pode contar com essas pessoas.

- Qual � o nome do novo jovem general? - Dilib, Dilib Rai.

Estava indo para Cambridge, mas agora tem que ser um guerreiro e casar jovem.

Vai se adaptar. Estes Rashpits s�o uma ra�a lutadora.

- Canh�o. - Canh�o.

- Navio de guerra. - Navio de guerra.

- Baioneta. - Baioneta.

- Punhal. - Punhal.

- Arma. - Arma.

Sabe, Nina, talvez tenhamos que misturar algo com isto.

Deixe-me ver.

Ave Maria cheia de Gra�a, Bendito � o fruto...

Irm�. Ouviu o sino?

Esta manh�, na capela, de repente tive a sensa��o de que n�o estava com a gente.

- Eu tento muito duramente. - Tenta o que?

Costumava esquecer tudo na capela.

Costumava me sentir iluminada e feliz perto de Deus.

Deixe-me ajud�-la. O que a preocupa?

Lembro-me de certas coisas antes de ingressar na Ordem.

Coisas que queria esquecer. Nunca pensei nelas at� agora.

Estou h� 21 anos na Ordem, e agora elas voltam para mim.

Penso que vejo longe demais.

Olho para fora, e n�o vejo as batatas que eu plantei.

E depois de um tempo, n�o parece importar se eu as plantei ou n�o.

� este lugar com sua estranha atmosfera e novas pessoas.

Fique comigo esta noite depois da capela e vamos orar juntas.

E trabalhe, Irm�. Trabalhe duro.

Trabalhe at� ficar cansada demais para pensar noutra coisa.

Oh, n�o � um grande dia?

N�o � um grande dia?

O que h� de errado, Con?

- Tudo. - E em especial?

Oh, nada. N�o compreenderia.

- � dinheiro? - Seja l� o que � isso?

Desmond tem muito disso no Michigan.

Ouvi falar dele na semana passada.

Fez um s�cio.

E s� porque eu sou o filho mais velho, Eu tenho que ficar aqui na Irlanda ...

e ficar por perto esperando ... isto.

Terei algum dinheiro, Con. Quando casar

N�o � algum dinheiro. � uma fortuna. Ent�o pode ser um desperd�cio.

Clo, por vezes n�o deseja fugir?

N�o. N�o desejo fugir. Quero ficar aqui assim at� ao fim da minha vida.

Ayah! Angu Ayah!

Ayah! Angu Ayah!

- Salom, meu pequeno general. - Quero ver as Irm�s.

Porque as chamam de servas de Maria? A Irm� Superiora chama-se Maria?

Pergunte-lhe. A� vem ela.

V� agora. Quero falar a s�s com ela.

- Bom dia. - Bom dia.

- Quero ver a irm� Superiora. - Eu sou a Irm� superiora.

Oh. Quero ser um estudante aqui com voc�.

Quero estudar muitos conhecimentos.

Quero estudar matem�tica, hist�ria, poesia e idiomas.

Tenho um recado do meu tio que lhe pedi para me encorajar.

Mil desculpas. N�s s� ensinamos as crian�as e mo�as.

- Porqu�? - Conventos n�o ensinam alunos homens.

- Isso n�o � muito correto com os homens. - N�o nos referimos a isso dessa maneira. � o costume.

Conventos s�o para mo�as. As Irmandades para homens.

Jesus Cristo era um homem.

Ele tomou a forma de um homem.

Mas n�o precisa de me tomar por um homem.

S� estou interessado em coisas de estudo.

Por favor, Irm�. J� escrevi o meu hor�rio. Posso ler?

"das 5 da manh� at� �s 7, �lgebra com a Irm� da matem�tica.

"das 8 �s 10, Religi�o, Cristianidade com a Irm� das escrituras. �s 10, arte.

"da 1 �s 3 da tarde, Franc�s e Russo com as Irm�s russa e francesa, se houver.

"das 3 �s 4 F�sica com a Irm� de F�sica. "

Por favor, espere aqui, General.

N�o tem receio que o jovem general as ponham maluca?

N�o querendo ofender o general, ele nos dava volta?

Oh, ele n�o o faria!

Talvez venha a ter problemas com a Kanchi.

Kanchi? Ela nunca se atreveria.

Al�m do mais ele � um pr�ncipe e ela � o que �.

Mesmo assim, espero que ela saiba a hist�ria do pr�ncipe e da plebeia.

Estamos a 40, 41, 42,

43, 44, 45, 46,

47, 48, 49...

Quando o General nos deu a escritura,...

nossa linha limite era de 500 metros � volta do edif�cio.

Correto.

- Portanto o homem sagrado vive na nossa propriedade. - Ele chegou aqui primeiro.

Sim, mas, Sr. Dean, acho essas coisas muito distrativas.

- Distrativas? - Sim, perturbadoras

Este ar limpo e este vento sempre soprando.

E a montanha e o homem sagrado sentado aqui todo o tempo.

E o povo vindo aqui para v�-lo.

Eles escalam o caminho pela casa, param, sentam-se e ficam olhando para n�s.

- Que quer fazer? - Pe�a ao General pedir ao homem que saia dali.

- N�o seria educado. - Acho que o General nem sabe que ele est� aqui.

Oh, sabe sim. Esse velho o preocupa bastante,...

particularmente quando est� no meio do seu jantar...

ou quando est� experimentando um novo casaco em Londres.

- Porqu�? - Suponho que isso n�o lhe interessa.

E n�o o tirar� dali?

Acho que seria um pouco inc�modo para o General arredar dali seu pr�prio tio.

O seu tio?

General Sir Krishna Rai, K CVO, K CSl, CMG.

Tem v�rias condecora��es estrangeiras tamb�m.

Ele emprestou ao General o dinheiro para comprar este lugar.

Nunca o ouvi falar. Dizem que fala ingl�s perfeitamente. Diversas l�nguas europeias tamb�m.

- Ser� que ele nunca fala contudo? - Nunca o ouvi.

Quando � que ele come ou dorme?

Ningu�m sabe. Est� sempre no seu lugar debaixo da �rvore.

As pessoas andam quil�metros para o verem.

Bem, de fato n�o sei o que fazer.

O que teria feito Cristo?

- Bom-dia, General. - Bom-dia, Irm� Honey.

Bom-dia, Irm� Ruth.

Gosta, Irm� Ruth? Chama-se Narciso Negro.

Vem dos armaz�ns da Armada em Londres.

Narciso Negro. N�o gosto do cheiro.

Oh, Irm�, n�o acha que � comum sentir o nosso pr�prio cheiro?

- Viu o jovem General hoje? - Qual � a �ltima?

Belas esmeraldas. O mais belo verde que j� vi.

A esta hora da manh�, elas me fazem biliosa.

Viu os casacos dele? Deve ter um diferente para cada dia do ano.

Tem sorte de n�o lavar a sua pr�pria roupa.

Ontem tinha um casaco cor de milho maduro com motivos florais.

Seus brincos eram ametistas de tr�s polegadas de comprimento, e seus an�is eram azul-turquesa.

Hoje est� todo de jade e esmeraldas, e seu casaco � o mais maravilhoso...

padr�o de listras violeta p�lida, tal como o banquinho da minha av�.

Oh, Avozinha!

Vire-se.

Estas esmeraldas s�o para voc�, minha querida, quando se casar.

Ali.

Ali est� Con.

Boa-noite a todos.

N�o muito tarde, querida.

Oh, querida, espero que j� tenham alguma coisa resolvida no Inverno.

Onde est�, Con?

Ele disse que se chama Narciso Negro, e que o conseguiu nos armaz�ns da Armada.

Narciso Negro.

� assim que irei cham�-lo. � um maravilhoso nome para ele.

� vaidoso como um pav�o. Um pav�o real negro.

- Ele n�o � negro. - A mim parecem todos iguais.

General, por favor conjugue o verbo sasoir.

Tempo futuro?

Noel, Noel

Nasceu o Rei

de Israel

O primeiro Noel

- Os anjos disseram

Era a certos pobres pastores

que se deitavam nos campos

nos campos deitavam

pastando as ovelhas

numa fria noite de Inverno

Era t�o profundo

Noel, Noel

Nasceu o Rei

de Israel

Lullay minha preferida

- Uma coisa para voc�. - Para mim?

Presente de Natal. V� em frente, pegue.

Oh, Con!

Irm� Clodagh.

Irm�, eu posso felicit�-la sobre o nascimento de Cristo?

Obrigada, General.

Espero que n�o se importe que tenha vindo esta noite.

Estou muito interessado em Jesus Cristo.

Disse alguma coisa errada?

N�o, mas normalmente n�o falamos Dele dessa forma t�o casual.

Mas deviam. Ele devia ser casual...

como a maior parte da vida tal como o p�o de todos os dias.

Como se atreve vir aqui assim!

Como se atreve a vir ao nosso servi�o esta noite!

Voc� �... Voc� � imperdo�vel!

Voc� � censur�vel quando est� s�brio e abomin�vel quando est� b�bedo!

Concordo.

Se tiver um pouco de dec�ncia, n�o voltar� a aproximar-se de n�s!

N�o, n�o serei uma freira

N�o, n�o posso ser uma freira

Porque sou fonte de prazer

n�o posso ser uma freira

Feliz Natal!

Gosto da sua voz. � bonita e potente. Acho encantadora, voc� n�o?

- Boa noite, General. - Boa noite, Irm� Clodagh.

Entre.

Quero falar com voc�. Entre e sente-se.

Tenho estado preocupado como voc� h� j� algum tempo.

Sinto que as coisas n�o est�o bem com voc�.

- Em que aspecto? - Parece doente e tem emagrecido muito.

Sei que est� tentado se manter para o bem de todos n�s,

mas sinto que deve ir com a Irm� Briony e ver o m�dico.

N�o preciso de m�dico! Estou perfeitamente bem!

Voc� est� apenas tentando me por para fora disso...

N�o queria parecer descort�s. N�o tenho conseguido dormir, � tudo.

Se n�o tem conseguido dormir, deve haver uma raz�o para isso.

N�o pode me dizer? H� algo que a preocupe?

Sim. Sim, � isso. Estou preocupada.

N�o acha que deve me contar sobre isso?

Gostaria que contasse,se puder.

N�o posso falar disso... a ningu�m.

Porque n�o tenta? Sabe que pode confiar em mim.

Voc� n�o queria que eu viesse. Nenhuma de voc�s queriam.

N�o acha que est� deixando as coisas tomarem conta de voc�?

Acho que se deixou envolver e pensa demasiado pelo Sr. Dean.

Irm�, n�o compreende o que est� fazendo correndo o risco de se perder?

Irm�, voc� deve ... Devo fazer voc� ver antes que seja tarde demais.

Tudo a mesma coisa, notei que voc� est� muito contente de v�-lo tamb�m!

Se esta � a sua ideia, � melhor dizer que voc� est� fora do seu ju�zo!

Escute. Eu n�o sei... N�o consigo decidir agora o que fazer por voc�.

Tenho que pensar, e quero que voc� tamb�m pense.

Quanto ao Sr. Dean...

Apesar do seu encanto e cortesia, ele n�o � um bom homem.

Tem que o tomar por aquilo que ele � e n�o tentar glorific�-lo por aquilo que ele n�o �.

Quando ele chegou � capela na noite de Natal, estava b�bedo.

Posso retirar-me?

Quero que escreva � Madre Superiora.

N�o lerei a carta e a resposta dela ser� quest�o sua.

Devo escrever 2 ou 3 p�ginas? Devo faz�-lo agora, ou acha que devo acabar a aula primeiro?

Pode ir.

Esse pacote � meu. D�-me.

N�o posso, Lemani. Tenho de entregar todo o correio � Irm� Clodagh.

� meu. D�-me, seu tonto. Est� dirigido a mim.

Olhe, o encomendei de Calcutta.

N�o tem nada a ver com mais ningu�m.

Irm� Briony, sabe o que aconteceu ao outro cord�o de ouro?

N�o. Ele estava l� quando tivemos a sa�da no Natal.

- Bem, n�o est� aqui agora. - Pergunte � Kanchi se ela o viu.

E este por um roubo na minha casa!

E este por roubar um cord�o de ouro!

Por o ter roubado de uma forma t�o est�pida!

E este ... � por ter sido descoberta!

- E que fez a garota? - � uma ladra!

Roubou um cord�o de ouro da igreja para p�r em volta do seu pesco�o imundo!

Termine o espancamento, meu pequeno general.

Voc� vai ser um grande homem. N�o como o seu tio. Oh, n�o.

Como o seu av�! Aquele era um homem!

Termine o espancamento, e comece a ser um homem!

Levante-se.

- N�o me esque�a. - N�o me esque�a.

- Ervilha-de-cheiro. - Ervilha-de-cheiro.

- Narciso silvestre. - Narciso silvestre.

- Peonia Japonesa. - Peonia Japonesa.

- L�rio Chin�s. - L�rio Chin�s.

- Tulipa. - Tulipa.

- Madressilva. - Madressilva.

Madressilva.

Delphinium.

- Irm� Honey! - Delphinium.

Encontre a irm� Philippa para mim, por favor?

- E os rebentos de couve? - Luvas de raposa.

- E os feij�es? - Madressilva.

- E os cebolas? - Tulipas.

E as batatas? Todas as flores?

N�o, n�o a pequena cama redonda. E h� mais vegetais nos est�bulos onde n�o ser�o exibidos.

Mas o que na terra se aproximou de voce...

Gostaria de se sentar?

Irm�, desejo ser transferida.

Transferida?

Sim, quero que escreva e pe�a a minha transfer�ncia de imediato.

Se voc� quer, imediatamente.

Mas por qu�?

Eu estava ficando apaixonada pelo lugar

Estava muito envolvida com o meu trabalho. Eu...

Pensava muito sobre isto.

Eu tinha esquecido ...

Esqueceu do qu�?

Do que sou.

Eu estava perdendo o esp�rito da nossa ordem.

Estive pensando sobre isso, entende, e eu devo ir imediatamente.

Eu n�o vejo nada disso.

Agora que conhece e percebe o perigo, n�o precisa ir.

- Com certeza agora � a hora de ficar. - N�o me atrevo a ficar.

Acho que s� h� duas formas de viver neste lugar.

Ou se vive como o Sr. Dean, ou como o homem sagrado.

Quer o ignore, ou se entregue a ele.

- Nem o faria por n�s. - N�o.

Bem, n�s estamos aqui e n�o me parece que v� ajudar se fugirmos.

Sabe que se pe�o a sua transfer�ncia ser� um registo negativo para voc�?

Ser� o melhor. � tudo o que preciso.

Ayah! Ayah!

O que ela disse?

� o irm�o menor de Alma.

Vamos dar-lhe magn�sia?

Ou algumas das folhas paraf�nicas?

Quarenta e um!

N�o � muito para um beb�. Eles sobem e descem facilmente, n�o �?

J� est� assim h� 3 dias.

Esta manh� n�o acordou por isso ela o trouxe.

Deixe-o dormir. Leve-o para casa, e coloque-o em sua cama.

- N�o vai lhe dar nada? - N�o h� nada que se possa fazer.

Mas deve haver algo que possamos fazer.

Pelo menos lave os olhos ou alivie a barriga dele com um pouco de �leo.

N�o me atrevo a toc�-lo, Irm�. Acho que ele n�o sente qualquer dor.

Apenas tem que olhar para ele para ver o quanto est� dolorido!

Est� pensando no que o Sr. Dean disse!

Chega, Irm�!

N�o quero histerias. Sei o que estou fazendo.

A melhor coisa que pode fazer � faz�-la ir para casa, onde ela estar� entre o seu pr�prio povo.

Irm� Ruth.

Est�o todas atrasadas esta manh�.

Espero que n�o tenha acontecido nada.

Joseph, v� l� e apresse-as.

- Ent�o, v� l�. - N�o quero ir.

- Voc� n�o quer ir? - Porqu� n�o quer ir?

Como se atreve a me responder assim. V� j�!

- N�o, n�o quero ir. - Joseph!

Agora fique aqui.

- Diga-me qual � o problema. - N�o o assuste.

- Porque as crian�as n�o vieram? - Onde elas podem estar?

Ele sabe porqu�. Diga-nos.

N�o, quero ir. Lemani, n�o me fa�a dizer!

Joseph, voc� tem de nos dizer. Por favor, Joseph.

- Diga-nos. - O beb� morreu!

- Oh, n�o! - O nosso irm�ozinho morreu!

E eles disseram que esse homem e lemani o matou.

Irm� Clodagh!

- N�o h� ningu�m no dispens�rio. - Nenhuma das crian�as vieram.

- N�o h� jardineiros. - Kanchi foi embora.

- O jovem general tamb�m. - N�o h� aqui um �nico criado.

Estamos sozinhas. N�o h� ningu�m na casa.

A culpa � minha.

Porque o amava. Eu n�o ousaria v�-lo morrer.

Matei-o! Eu matei-o

Dei-Ihe uma garrafa para tomar, um pano de l� e uma das nossas colheres.

- Eu o matei! Eu o matei! - Ayah!

Ayah, qual � a verdade disto tudo?

� tudo verdade, Lemani. O povo est� muito zangado.

� preciso explicar-lhes. Algu�m tem que lhes dizer temos de encontrar o jovem general.

- N�o, ele fugiu com a Kanchi. - Leve-lhe uma mensagem no vilarejo?

- Eu? N�o. - Ent�o, o Joseph pode?

- Eles n�o o deixar�o voltar. - Eu irei.

N�o � seguro para qualquer uma de voc�s ir para fora do jardim.

- Voc� n�o pode ir, Irm�. � muito perigoso. - Eu n�o vou l� abaixo.

Tova!

Tova, meu p�nei, depressa.

Bem, quem foi?

Voc�.

Sr. Dean, acha que � grave? Acha que voltar�o?

Irm� Clodagh, o agente antes de mim...

estava andando at� a f�brica um dia em seu p�nei.

Ele acabou chutando um guarda-sol deixado aberto no caminho.

Havia uma crian�a dormindo sob ele, e ele o acabou matando.

Foi apenas uma acidente, mas o assassinaram nessa noite.

N�o estou tentando assust�-la, mas quero que veja que � s�rio.

Eu fui at� a vila. Tudo parece bastante tranquilo.

- Eles disseram alguma coisa? - Nada. Ouviram-me e n�o disseram nada.

Vi a mulher e bebi a coisa que a Irm� Honey lhe deu.

- Voc� bebeu? - Quis provar-lhes que n�o morreriam.

Era apenas �leo de castor.

Nenhuma de voc�s deve sair para fora do jardim. Tentem se comportar como se nada tivesse acontecido.

Vou l� abaixo agora e voltarei ao anoitecer.

Lemani?

Lemani?

Lemani?

- Para que � isso? - Para voc�, Lemani.

Quem o enviou? Irm� Clodagh?

Nota alguma diferen�a em n�s desde que viemos para c�?

Noto uma diferen�a em voc�.

- Estou muito diferente? - Sim.

Est� mais bonita.

- Bonita? - Voc� � humana.

Humana?

Sim, somos todos humanos, ou n�o?

Quando eu era jovem, amei um homem.

Vivemos juntos desde crian�as na Irlanda, donde eu vim.

Uma pequena localidade chamada Dennis Kelly.

Eu pensei...todos pensaram... que eu deveria me casar.

Mas ele era muito ambicioso,...

e descobri que ia partir para Am�rica com seu tio e n�o tencionava me levar.

Ele n�o pensou que estivesse fazendo algo de errado.

Acho que ele nunca pensou na hip�tese de casarmos.

Mas num pequeno povoado como aquele, e eu tinha mostrado que o amava,...

tinha que ir embora primeiro.

E foi por isso que entrou nesta Ordem?

E nunca pensou voltar atr�s?

Foi um modo estranho de me fazer entrar, mas Deus trabalha de formas estranhas.

Eu tinha trabalho a fazer, e eu tive uma vida.

Ningu�m de fora sabe o que isto significa.

Tornou-se a minha vida. Esqueci de tudo at� vir para c�.

No primeiro dia aqui, pensei nele pela primeira vez em muitos anos.

Me parece voltar pela primeira vez que o amava, quando �ramos crian�as.

O jovem general me faz lembrar dele tamb�m.

Todo o mundo vem atr�s dele.

Eu estive � deriva e sonhando,

e agora parece que estou vivendo a luta e a amargura novamente.

Tome. Est� bem limpo. Lavei o meu cabelo esta manh�.

N�o seja assim. � uma boa garota.

Tudo se dissipar�. N�o h� nada de errado.

Irm� Philippa est� saindo, e esta manh� recebi uma carta da Reverenda Madre.

Irm� Ruth vai abandonar a Ordem. Ela n�o renovou os votos.

Lamento.

E voc�...Desde que cheguei aqui, sobre todos os nossos problemas, tem sido,...

"Pergunte ao Sr. Dean. Pergunte ao Sr. Dean."

N�o havia mais ningu�m a quem perguntar.

Mas tive que aceitar o jovem general. N�o consegui afastar o homem santo.

Eu n�o consegui parar o vento de soprar e que o ar seja t�o claro como cristal ...

e n�o consegui esconder a montanha.

Olhe voc� tem que sair daqui, todas voc�s de uma vez.

- Fugir? - Sim, se ainda restar algum ju�zo.

O qu�, deixar todo este trabalho, como fizeram os irm�os?

Sim.

Eu disse que este n�o era um local para um convento.

H� algo na atmosfera que torna tudo exagerado.

N�o entende? Voc�s t�m que partir antes que aconte�a alguma coisa!

E escapar das armadilhas do inimigo.

Que os Santos Anjos pousem aqui e nos guardem em paz.

Que a Vossa b�n��o...

Irm�, est� a�?

Irm�, quer que acorde as outras?

Voc� j� n�o me d� ordens. N�o tem mais nada a ver comigo.

Sei o que fez. Sei que abandonou a Ordem.

S� quero impedi-la de fazer algo de que possa vir a se arrepender.

A Irm� Philippa voltar� dentro de alguns dias. Quero que v� com ela.

Isso � o que gostaria de fazer, me enviar de volta e me calar.

Isso � o que todas querem fazer!

Voc� sabe que isso n�o � verdade.

Por que raz�o a querer�amos aqui contra a sua vontade?

Porque t�m ci�mes de mim, principalmente voc�!

Pelo menos espere pela manh�.

Espere pela manh� e eu esperarei com voc�.

- Ayah, acorde! - Oh, que foi? Que foi?

� a Irm� Ruth! Pare-a! Ela enlouqueceu!

Oh, � culpa minha!

N�o consigo par�-la. Acho que devemos deix�-la sozinha.

- Ela pode se matar. - Se ela � realmente louca, isso n�o vai acontecer.

Depressa, procurem na casa! Temos que det�-la! Irm� Ruth.

Irm� Ruth! Irm� Ruth!

Temos de trazer a Lanchi.

Irm� Ruth!

Irm� Ruth! Irm� Ruth!

- Irm� Ruth! - Irm� Ruth!

- Irm� Ruth! - Irm� Ruth!

Irm� Ruth!

Joseph, pergunte se ele a viu!

Oh, n�o, Lemani, n�o podemos fazer isso.

Mas, Joseph, algo aconteceu a Lemani. Ela pode estar ferida.

Isso seria pouca coisa para ele, Lemani. Ele n�o a notaria.

Boa noite.

Irm� Ruth?

N�o posso ficar mais tempo. Abandonei a Ordem.

Renunciei aos meus votos. Terminei com eles l�.

Estou vendo. Posso fazer com que fique na casa de descanso.

Vou mandar o meu garoto agora.

De manh�, ter� os p�neis e os guias para a levarem a Darjeeling.

- Eu amo-o. - Voc�...

Bem, se assim �, pode esquecer.

Lamento, Irm� Ruth. Lamento muito mas...

Olhe, deixe-me lev�-la de volta ao pal�cio.

N�o � muito tarde. Irm� Clodagh � sua amiga. Ela quer ajud�-la.

Ela me odeia. Todas me odeiam.

- Voc� � o �nico que � am�vel comigo. - Eu nunca falei com voc�.

Sim, falou. Quando parei a hemorragia daquela velha mulher,...

- voc� disse que estava agradecido. - Disse?

E quando me deteve nesse dia na sala...

Oh, o que seja que tenha dito, n�o significa nada. Todas voc�s est�o loucas.

Bem, conduzir uma outra louca, mas deixe-me fora disso!

- Vai para Darjeeling ou n�o? - N�o!

- Ent�o tem de regressar ao pal�cio. - N�o.

Ou regressa ou a levo arrastada.

V� e fale com a Irm� Clodagh. Ela pode mand�-la de volta.

Irm� Clodagh! Irm� Clodagh!

- Sabe o que ela diz sobre voc�? - Diga o que disser � verdade!

- Voc� a ama! - Eu n�o amo ningu�m!

Clodagh! Clodagh! Clodagh! Clodagh!

Clodagh! Clodagh!

Sente-se melhor agora?

Estou bem, eu vou.

Linda menina. Tente dormir um pouco.

De manh� a acordo e vai se arrepender por ter sido uma tonta.

- Vamos, vou com voc�. - Eu vou sozinha.

- N�o vai sozinha. - Ou vou sozinha ou n�o vou.

Agasalhe-se.

Est� de manh�, Lemani.

Oh, sim, Joseph, � manh�. Que horas s�o?

5:45 no rel�gio da Auntie.

�timo dia, Lemani.

O povo chama isto o fluir das neves.

Joseph, se a Irm� Briony perguntar por mim, estarei na capela.

Ave Maria, cheia de Gra�a,...

Bendito � o fruto do Vosso ventre.

Que deseja, General?

Irm�, n�o tenho estado por aqui ultimamente, sinto muito em rela��o � Irm� Ruth.

Obrigada. Mais alguma coisa?

Voc� est� magoada comigo. Por favor n�o fique.

Fiz uma coisa muito errada, mas n�o era a minha inten��o.

N�o ser� um pouco tarde para me dizer isso?

Sim. � um pouco tarde.

N�o pretendo fazer nada errado novamente vou desistir de querer ser inteligente e famoso.

Vou ser exatamente como os meus antepassados. Eles foram guerreiros e pr�ncipes.

Eram humildes, valentes e corteses, e nunca tentaram enganar ningu�m.

� por isto que vim at� voc�, logo que pensei em dizer-lhe o que fiz.

Tem que me dizer agora?

- Por favor, Irm�. - Est� bem, o que fez?

Irm� Clodagh, n�o sabia como dizer-lhe portanto perguntei ao Sr. Dean.

Ele disse para dizer que isto era a hist�ria do pr�ncipe e da criada pobre.

- Disse que esperaria at� � esta��o das chuvas. - Ainda n�o come�ou.

O que far�o eles com voc� l� embaixo?

Vou ser enviada para outro convento e ter menos responsabilidades.

- Serei substitu�da por uma irm� enfermeira. - Vai conseguir aguentar isso?

- Uma pessoa obstinada como voc�? - � tudo o que preciso.

Acho que tenho que me lembrar disto cem vezes por dia.

N�o posso mudar a toda a hora como o jovem general.

Mas terei os meus fantasmas para me lembrarem.

Vai me deixar com mais do que um.

Faz uma �ltima coisa por mim? Acho que voc� n�o o far�.

- Claro que o farei. - Voc� cuidar� da sepultura?

Tudo bem.

Adeus.

Adeus.

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