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Original subtitles

Pol�cia de Nova York. Abram.

A Central informou que seu alarme silencioso foi acionado.

- Não, acho que não. - Nome?

Whittock. Gary Whittock.

Sou o segurança da noite. Est� tudo bem, policial.

Mesmo assim, temos que verificar o local.

- Espere. Calma a�. - De joelhos. Agora!

Isso � um grande erro. Eu... eu trabalho aqui!

Não fiz nada errado.

Não � verdade. Você nos deixou entrar.

Segurança.

Vocês não vão conseguir entrar a�.

O sistema de segurança caiu. Podemos ir.

Agentes Especiais: Hall | LeilaC

Agentes Especiais: Pedrorms | Darrow^4 | NayCielo

Agentes Especiais: LikaPoetisa | MilleG

Agente Encarregado: Hall

GeekS investigativamente apresenta:

8.02 CAPTURADO

Não me leve a mal, eu gosto dos nossos jogos.

Mas tenho a sensação de que você vem aqui por outro motivo.

Suas hist�rias são boas. Gosto de ouvi-las. S� isso.

Est� pensando em peão para F4. Meu cavalo vai tomar.

Vai recapturar, e sua rainha ficar� exposta.

Meu Deus. Talvez eu devesse parar de vir te ver.

Agora est� de olho no seu bispo.

Peter! Me deixe jogar.

Não.

É, o dever me chama.

Temos um assalto na Galeria Rushmond.

- Um morto. - Não me provoque.

- Deixa eu dar uma espiada. - Não posso.

Você não trabalha mais na UAC.

Aposentou, acabou?

Vamos. Uma olhadinha não vai fazer mal.

O alarme não disparou. O guarda de plantão foi morto.

Os ladrões levaram cinco pinturas.

Todas cedidas por aliados europeus para um intercâmbio cultural.

É por isso que o caso � nosso.

Matar o guarda não estava nos planos deles, sabe.

Bem, � o que veremos.

Tchau, Peter. Tenha um bom dia.

- OA j� entrou? - Sim.

Como você est� desde o funeral?

- Pareço tão mal assim? - Tamb�m sinto saudades da Dani.

Olha, se quiser conversar, � s� falar.

Obrigado, Maggie.

Provavelmente � melhor focar no dia a dia, não �?

Entendo.

- Deixa comigo. - Certo.

Bom dia. Somos os Agentes Especiais Scola e Bell.

- O senhor � o propriet�rio? - Sim, Walter Vasari.

Gary Whittock trabalhava aqui h� quase 13 anos.

Era um homem bom, leal, com dois filhos.

Lamento sua perda.

O amarraram com lacres ali.

Ele deve ter se soltado e confrontado eles.

Ele se importava muito com este lugar.

Talvez at� demais.

O que levaram?

Foi um desastre.

É uma not�ria exposição de intercâmbio cultural.

Basicamente, cada pintura aqui não tem preço.

Aquelas foram emprestadas da França, Dinamarca, Ucrânia.

E aquelas foram emprestadas pela fam�lia Orsini da It�lia.

Não s� desativaram as câmeras internas,

tamb�m desmagnetizaram todo o sistema.

Certo, e quanto ao backup na nuvem?

Apagaram tamb�m.

Ou seja, sabiam como passar despercebidos.

- Tem que ter ajuda de dentro, não? - Talvez.

Eu poderia me ofender com isso.

Acha que usaram o cartão-chave do Gary para entrar?

Não. Não, eles precisariam de mais que um crach� b�sico para isso.

Somente alguns funcion�rios têm acesso aqui fora do hor�rio...

A chefia.

Você � da chefia?

Eu não me beneficiaria com isso, se � o que est� insinuando.

Os credores mantêm a propriedade legal das obras

e todos possuem pol�ticas rigorosas para cobrir qualquer...

eventualidade.

Precisaremos do nome de todos os funcion�rios que têm acesso.

Bom dia. Ontem à noite, ladrões invadiram a Galeria Rushmond

e mataram ele, Gary Whittock. Era o guarda de plantão.

Eles fugiram com cinco pinturas e encobriram os rastros.

O valor combinado das pinturas � estimado em US$ 31 milhões.

Sim, mas no mercado ilegal s� valeria uma fração disso.

A fração de um número grande ainda � grande.

E parece que eles tinham uma lista de compras,

o que sugere que j� tinham um comprador.

Como podemos rastre�-los?

A exposição especial � protegida por uma porta de vidro

para manter as condições de preservação da arte.

S� pode ser desbloqueado por cartão-chave espec�fico.

Os ladrões limparam o sistema de segurança.

Exceto que este leitor que armazena os dados em uma unidade interna.

Consegui acessar o registro e ver quem fez isso ontem à noite.

Às 01h41, a porta foi destrancada por Teresa Almonte,

diretora de exposições do Rushmond.

Certo, o que sabemos sobre ela?

Teresa começou na Rushmond logo ap�s a graduação.

É doutora em hist�ria da arte.

Teve v�rios ensaios publicados em revistas acadêmicas respeitadas.

Não estampa o perfil de um gênio do crime.

H� três meses, ela não pagou os empr�stimos estudantis.

O Grupo de Resolução de Inadimplência foi fazer cobrança

e aumentou as taxas de juros.

Semana passada, começaram a descontar do sal�rio.

Então, ela seguiu uma paixão, e em seguida, se viu falida.

Esse � o coelho na cartola: meios, motivo e oportunidade.

Vamos trazê-la.

Não acredito que isto est� acontecendo.

Gary est�...

- morto mesmo? - Sim, creio que sim.

Eu estava ensinando hist�ria da arte para ele.

Tudo o que eu dava para ele ler, ele...

Meu Deus. Coitados dos filhos dele.

Estamos cientes de sua situação financeira.

Acha que tive algo com isso?

Seu cartão-chave foi usado para abrir o local ontem à noite.

- Não � isso. - Tem desconto no seu sal�rio.

Você est� contra a parede

Faz sentido que você dê seu cartão-chave para esses caras.

Em troca, recebe dinheiro.

Não, não, não. Tenho meu cartão-chave aqui.

- Est� comigo. - Não faz diferença, Teresa. Certo.

Podem ter usado ontem à noite e devolvido esta manhã.

Não, ouça.

Me endividei pelo diploma porque para fazer o que faço,

você precisa de um.

Agora ganho US$ 64 mil por ano.

Entre contas e meus empr�stimos estudantis, não � o suficiente.

Mas a Galeria Rushmond � toda a minha vida.

Jamais faria algo para comprometer minha posição l�.

O quê?

Acho que sei quem fez isso.

H� alguns dias, eu estava andando pela galeria

e esse cara estava demorando,

s� olhando.

Mas quando ele estava saindo, ele começou...

a me paquerar.

E a�?

Os homens geralmente não me paqueram, Agente Scola.

Mas ele falava sem parar,

me perguntando tudo do meu trabalho,

da exposição especial e da galeria.

Ele se chamava Cooper.

Disse que gostou da minha risada. N�s at� trocamos os números.

Mas depois, tentei lhe mandar uma mensagem,

e ela retornou.

Entendi.

Você sabe a que horas o Cooper passou na galeria?

Então a Teresa Almonte disse que viu um homem suspeito

na galeria fazendo perguntas.

Sei que os ladrões apagaram as imagens.

Mas n�s podemos obter alguma imagem de três dias antes?

É, n�s dever�amos ter acesso.

- Mesmo? - É. Est� a�.

Certo, � uma boa not�cia.

É de três dias antes, não �? Vamos ver at� o meio-dia.

Ela disse que foi logo ap�s o almoço.

Certo.

Certo. Pare a�. Vamos ver.

Ele parece suspeito para mim, não parece?

É, ele sabe das câmeras. Não d� margem para reconhecê-lo.

E o que est� fazendo com a mão ali?

Amplie a imagem.

Est� escaneando o cartão-chave. Est� fazendo uma c�pia.

Como se faz isso?

Bem, você precisa de um leitor RFID.

Mas existem aplicativos que fazem isso.

A distraiu conversando. Ela nem notou.

Isso mesmo.

Certo, Sr. Suspeito, vai nos mostrar o seu rosto?

Vamos. Olhe para c�.

Isso! N�s conseguimos.

Isso pode ser suficiente. Vamos ver.

Consegui. Ele se chama Jasper Ray,

um famoso ladrão de obras de arte com um recorde de roubos,

tr�fico de objetos roubados, e tem uma queda por prostitutas.

E ele vai incluir acusação de homic�dio à lista.

Rastreie o celular.

Não o encontro em nenhum dos grandes provedores.

Ele tem um pseudônimo, Cooper Motte.

- Nada ainda. - Usem todos os bancos de dados.

Cooper Motte, Jasper Ray.

Se algum desses nomes apareceu nas últimas doze horas,

me informem.

Achei algo. O Sr. Cooper Motte

acabou de entrar na suite da cobertura do Hotel Ravel.

No Ravel? Est� cheio da grana.

Vamos peg�-lo.

É o FBI, abra a porta.

Abra logo.

Tudo limpo.

Tudo limpo.

Veja s� isso.

Deve ser o cartão que ele fez.

É, mas esta arma � de calibre 9 mm.

Não � do mesmo calibre que a arma que matou o guarda.

Ele poderia ter usado outra.

Tem muito dinheiro aqui.

Você acha que j� descarregaram os quadros?

Maggie.

- N�s poder�amos pedir algo para... - Eu sei.

Reidratar antes do segundo tempo.

FBI, Jasper Ray. Levante as mãos.

Vamos.

Jasper! Acabou para você.

Sabemos que invadiu a galeria. Sabemos que matou o guarda.

Não. Não fui eu. Eu não o matei.

Est� bem. N�s s� queremos falar com você.

- Mas não vão acreditar em mim! - Diga-nos o que houve.

Não foi culpa minha! Est� bem?

Não tivemos tempo para planejar.

Eles nos pressionaram para fazer esta semana!

- Quem pressionou? - Não...

Não fazem ideia do que essas pessoas são capazes.

Então conte-nos. Podemos ajudar você.

Pare. Pare.

- Est� tudo bem. - Não se aproxime!

- Jasper. - Vocês não podem me ajudar!

Ningu�m pode.

Não! Jasper!

O que diabos foi isso?

Por que ele pularia por causa de pinturas?

Tem algo mais acontecendo aqui,

algo maior.

Certo, pessoal. H� mais nisso do que s� pinturas roubadas,

e precisamos descobrir o que �.

Infelizmente, Jasper Ray, nosso único suspeito,

preferiu se suicidar

em vez de entregar quem o contratou.

A bal�stica confirmou que a arma dele

não foi usada para matar Gary Whittock.

Ele tinha um parceiro. Foi um trabalho de duas pessoas.

O parceiro � a nossa melhor chance de localizar o comprador.

Como o identificamos?

Acabei de falar ao telefone com a equipe de Crimes de Arte.

Este � Cecil Lafont. Era receptador de obras roubadas,

mas agora trabalha para n�s.

Disseram que se algu�m sabe com quem Jasper estava trabalhado,

- esse algu�m � Lafont. - Certo, vamos testar isso.

Sala de interrogat�rio.

Trouxeram-me aqui para me assustar?

Era s� terem pedido se precisavam de ajuda

com aquela atrocidade que aconteceu na Rushmond.

Um guarda inocente foi morto durante o roubo.

Sim, eu soube. Foi uma trag�dia.

Sabemos que um dos ladrões era Jasper Ray,

mas achamos que foi o parceiro quem atirou.

Jasper � um peixe pequeno.

Sim, ele � bom com tecnologia, mas não � um assassino.

Disseram-nos que você saberia com quem Jasper est� envolvido.

Uma coisa de cada vez.

Meu acordo de cooperação se tornou um fardo.

Então essa informação, se eu a tiver,

ir� concluir o nosso acordo.

E eu gostaria de uma garantia de que cumpri com nosso combinado.

Por que far�amos isso?

Uma fonte pode ter me dito

que uma das obras da Rushmond j� est� no mercado.

Quem est� tentando vender?

Ele não se encontra com estranhos.

Ele � nervoso, � paranoico.

Acreditem no que digo, não conseguirão se aproximar dele.

Mas ele confiaria em você.

O cara vai chegar logo, então vamos repassar os detalhes.

Este � Evan Hessel, nosso segundo ladrão

e parceiro de crime de Jasper Ray.

Hessel cumpriu sete anos

por assalto à mão armada a um museu em 2010.

Ele � inteligente, mas violento.

Ele � nossa chance de identificar quem ordenou esse roubo.

Certo. E nosso colaborador marcou essa reunião com Evan Hessel

sob o pretexto de uma venda.

Se Hessel quer vender uma pintura, deve saber onde as outras estão.

Exatamente.

Agora, temos o cara certo para fazer o papel de comprador?

Qual �! Eu nasci para isso.

Onde est� o seu amigo? J� est� uns dez minutos atrasado.

Ele vai aparecer. Ele confia em mim.

Sem sinal de Evan Hessel.

Espere. É ele?

Sim.

Estamos de olho no alvo. Ele est� a 15 segundos de vocês.

Entendido. Lembre-se, s� precisamos confirmar

se Hessel est� com alguma das pinturas da Rushmond,

e a� o seguimos at� seu esconderijo.

A� est� ele.

Evan.

É melhor valer a pena.

Tenho o h�bito de desperdiçar seu tempo?

Sente-se.

Este � meu cliente, o sr. Forsythe.

Trabalha com capital privado?

US$ 765 milhões sob a minha gestão.

Estou procurando expandir a minha coleção.

Sotheby não � suficiente?

O que posso dizer? Cecil contou que você adquiriu algumas peças.

Fiquei intrigado.

- Qual empresa? - Offshore Capital.

Nunca ouvi falar.

- Como est� indo? - Ele acessou nosso site.

Enquanto navega, vou acessar os contatos e clonar as mensagens.

Não se contenta com pouco. Gostei.

STUART FORSYTHE FUNDADOR E SÓCIO EXECUTIVO

Quer minhas notas da faculdade tamb�m?

É s�rio isso?

Evan, por favor. O hist�rico do sr. Forsythe � impec�vel.

E a sua coleção?

O quê? Quer saber quantos Caltabiancos originais eu tenho?

Que rid�culo, não preciso disso. Cecil, me ligue depois.

Espere, espere.

Tenho uma peça do s�culo 20 que posso negociar.

Tudo bem, ele caiu.

Uma? Mas você disse que ele tinha cinco.

Não, eu ouvi dizer que ele tinha cinco.

Quatro j� estão reservadas. Mas posso negociar o Friedland.

Meu preço � dois milhões. A galeria cobraria 12.

Hessel confirmou que est� em posse das pinturas roubadas.

Maggie e OA, preparem-se para segui-lo at� o esconderijo.

Estamos prontos.

Dois milhões � um bom preço, Stuart.

Eu aceitaria.

Tudo bem, vou precisar ver as condições da obra.

Tem uma foto para eu ver a extensão dos danos?

Dinheiro antes, cara.

Certo.

Você sabe que não vou entregar dois milhões de d�lares aqui.

Mostre as fotos a ele, Evan. O dinheiro dele � leg�timo.

- Indo para o rio! - Vamos dar a volta!

Evan Hessel, você est� preso.

Transporte interestadual de propriedade roubada.

São dez anos.

Roubo de obras de arte importantes. Mais dez anos.

Violação do Tratado Cultural Internacional.

A crit�rio do juiz.

Mas vou te dar um spoiler: no m�nimo dez anos.

Sabemos que esteve na galeria, e a bal�stica confirmou

que a bala que matou Gary Whittock era, de fato, da sua arma.

Homic�dio durante a pr�tica de crime federal.

Temos provas irrefut�veis, Evan. Então a única questão �:

vai fazer a coisa certa e nos contar o que est� havendo?

Vamos l�. Quem são seus compradores?

Por que o roubo teve que ser nesta semana?

- Por que a pressa? - Não posso ajud�-los.

Você claramente est� em uma posição dif�cil.

Sabemos que Jasper temia os compradores.

Por isso, hoje de manhã, ele pulou do telhado de um pr�dio.

Pois �.

Queremos protegê-lo, Evan.

Mas não podemos fazer isso se não disser quem eles são.

Eles me enviaram uma foto do meu filho.

- Os compradores enviaram? - Sim.

Subindo para o nosso apartamento. O Eli tem sete anos.

Eles sabiam o nome dele. Sabiam tudo sobre mim.

Eles deixaram bem claro:

precisava roubar a Rushmond esta semana,

ou machucariam a mim e à minha fam�lia.

Eu não sabia mais o que fazer.

Não sei o que tinham contra Jasper, mas tinham algo.

Sab�amos que precis�vamos agir logo e nunca olhar para tr�s.

Encontrou-se com os compradores? Poderia identific�-los?

Não, nunca nos encontramos. Entraram em contato pelo Signal.

Sem número, sem nome,

ofereceram US$ 75 mil em dinheiro, mais uma lista de itens.

At� me disseram que poderia ficar com o Friedland.

O que fizeram com as pinturas? Onde elas estão agora?

N�s as deixamos em um dep�sito.

A segunda metade do pagamento estava l�.

É tudo o que sei. Eu juro.

Falem sobre esse dep�sito em Little Haiti.

Sim, unidade F938. Mas o nome no contrato � falso.

Verificamos em todos os bancos de dados. Nada.

O aluguel foi em dinheiro.

Não h� como identificar quem encomendou o roubo.

Que levou à morte de Gary Whittock. H� câmeras no dep�sito?

Têm um sistema de segurança antigo. Estou acessando agora.

Certo, acessei o backup na nuvem.

Isso foi às 3h da manhã de hoje.

Aquele à esquerda � o dep�sito F938.

Sim, certo. A� estão eles.

Os dois ladrões, Jasper Ray e Evan Hessel,

vestidos como policiais.

Explica como não dispararam o alarme da galeria.

Deixaram as obras, pegaram o dinheiro.

Em menos de três minutos.

Avance. Talvez possamos ver os compradores pegando as pinturas.

Quando foi isso?

H� 18 minutos.

Quero olhos em todas as estradas que saem daquele dep�sito.

Mandem Maggie e OA para aquele lugar agora.

Estamos em frente à unidade. Nada dos compradores.

Devem tê-las pegado e escapado por um ponto cego.

Vejam se encontram evidências para identific�-los.

Abra.

- São elas. - O quê?

Estão todas aqui.

Fizeram de tudo para conseguir essas pinturas,

e sabemos que estiveram aqui.

Isso não faz sentido, Maggie.

O que deixamos passar?

Então você recuperou as pinturas desaparecidas,

impediu um fiasco internacional e solucionou um homic�dio.

Ainda assim, algo est� incomodando você.

Os compradores sabiam tudo sobre esses ladrões.

Aproveitaram-se disso para definir o cronograma do roubo.

Eles foram meticulosos, motivados.

Foram cuidadosos em cada passo do caminho.

Estiveram no dep�sito antes mesmo de n�s.

Poderiam ter levado as pinturas.

Mas não levaram.

Como você explica isso?

Anomalia comportamental.

Ou seus compradores meticulosos cometeram um grande erro...

Ou queriam que encontr�ssemos as pinturas.

O que exatamente estamos procurando?

Não tenho certeza.

Houve 31 minutos entre o momento em que cortaram as filmagens

e a nossa chegada.

É mais do que suficiente para pegar as pinturas.

Talvez queriam ter cautela.

Desligar as câmaras e voltar depois.

Acho que não.

Tiraram quatro pinturas das molduras,

mas depois, por alguma razão, deixaram essa intacta.

"O Amolador de Facas", pintado em 1912

pelo artista ucraniano Kazimir Malevich,

que fundou o estilo suprematista.

O que houve aqui?

Parece descoloração.

Sim, as bordas da tela estão mais saturadas.

Talvez sofreu danos com o tempo.

Pode mostrar uma foto dela pendurada na galeria?

Claro, um segundo.

Não h� descoloração. Como isso � poss�vel?

Est� vendo que essa moldura � mais estreita?

Tem razão. São mil�metros de diferença,

mas essas molduras não são iguais.

E se usaram aqueles 31 minutos para trocar a moldura?

Trocaram as molduras.

E as novas molduras expuseram a tinta que estava coberta h� anos

e que nunca desbotou.

Certo, busque ele das evidências. Quero verificar eu mesma.

J� não est� mais aqui.

- Por quê? - Foi devolvido ao mutuante...

Ao consulado ucraniano.

- O consulado ucraniano? - Fizeram isso de prop�sito,

trocaram a moldura porque sabiam que �amos devolvê-la.

E as outras quatro eram distrações.

- E se infiltraram algo? - Um cavalo de Tr�ia.

Poderia ser um dispositivo espião.

É uma jogada e tanto,

infiltrar algo em um consulado dentro dos EUA.

Precisamos informar os superiores.

Esta � Anna Vorpe,

agente de contrainteligência da OGA.

- Agentes Especiais Bell e Zidan. - Prazer.

- OGA. Outra Agência Governamental. - Exatamente.

Isobel falou muito bem de você.

Como est� minha garota?

Ela est� melhorando a cada dia.

Ótimo. Ela sabe como esse jogo funciona.

Então, pelo que entendi, vocês estão preocupados

com pinturas velhas e empoeiradas,

e precisam da contrainteligência para avaliar a situação. Acertei?

Suspeitamos que algu�m escondeu um dispositivo de vigilância

dentro da moldura de uma pintura

para espionar o consulado ucraniano.

Est�vamos nos perguntando se não tropeçamos

na operação de outra agência com três letras.

Sei que não fala por todas...

Na verdade, posso falar por todas. E a resposta � não.

Se quis�ssemos espionar os ucranianos,

não precisar�amos de um quadro.

Ter�amos colocado microfones nas paredes

quando reformamos o pr�dio deles h� sete anos e meio.

Mas admito que o momento � preocupante.

E por quê?

H� um boato de que, no in�cio desta semana,

os ucranianos prenderam Egor Petrovich na cidade.

- Um boato? - Um boato altamente verificado.

Eles ainda mantêm Petrovich detido no consulado.

Estamos falando do senhor da guerra?

Sim, ele � o l�der do Grupo Strauss,

um ex�rcito privado bem financiado, cheio de mercen�rios implac�veis,

procurados por v�rios pa�ses.

Então est� dizendo que ele esteve em Nova York.

T�nhamos uma unidade atr�s dele sob um mandado do TPI,

mas os ucranianos o pegaram primeiro.

Faz sentido. Ele ordenou um ataque a uma cidade ucraniana

cheia de mulheres e crianças.

Sim, ele � do tipo de monstro que atira antes e pensa depois.

Se os ucranianos o capturaram,

vão querer lev�-lo para casa para cumprir pena em solo pr�prio.

Vamos dizer que não h� escuta na moldura.

Mas e se houver um explosivo

e um dos inimigos de Petrovich tentar elimin�-lo?

Certo, pessoal, olhem para c�.

Essa � Anna Vorpe da OGA.

Ela liderar� conosco.

Agora, ouçam, nesse momento Egor Petrovich,

o d�spota russo e chefe do famoso Grupo Strauss,

est� sendo mantido ref�m no consulado ucraniano.

Para piorar as coisas, acreditamos que um terceiro desconhecido

planeja assassin�-lo em solo estadunidense.

Ter� grandes ramificações geopol�ticas.

O mundo todo quer esse monstro vivo ou morto.

Vamos ser a equipe que o prendeu de uma vez por todas.

Estou atualizando o cônsul geral da Ucrânia

Nossa equipe est� indo ao consulado.

Certo, �timo. NSA, coordene com GCHQ.

Depto. Just., acordem adidos legais em Londres e Bruxelas.

Vejam se eles sabem quem pode estar por tr�s disso.

É uma aposta.

Strauss tem mercen�rios na Nig�ria, Sudão, L�bia.

H� muitos inimigos que querem tir�-lo do quadro.

Jubal, a ligação caiu.

O quê? Tente de novo?

Não consigo completar.

Certo. O que est� havendo pessoal?

Chefe, parece que houve um blecaute de energia.

Alguma explosão. Mas foi isolado. S� atingiu um pr�dio.

- Consulado ucraniano. - Sim.

Falem comigo. O que pode fazer isso?

Pulso eletromagn�tico customizado de curta distância.

Devia ser o que esconderam na moldura.

Seja o que for, explodiu cada circuito do pr�dio.

Quem vem eliminar Petrovich, est� vindo agora.

Avise as equipes de campo.

CONSULADO DA UCRÂNIA

Maggie.

FBI! Não se mexam!

Eu vejo Petrovich.

Vamos!

AK-47.

Aonde o estão levando?

Ele est� livre agora.

Vocês nunca o encontrarão.

Russo. Do Grupo Strauss.

Não era um assassinato.

Não. Era uma missão de resgate.

Nossos dois mercen�rios russos acabaram de retirar Egor Petrovich

da cust�dia ucraniana à luz do dia.

Aonde eles foram? Vamos.

As placas da van eram roubadas.

Mas o alerta se baseia na descrição da van.

Houve planejamento. Por onde passam,

não aparecem nas câmeras.

O Strauss � bem financiado e treinado em conflito urbano.

Não os deixaremos escapar.

Jubal, terminaram de fichar o russo ferido.

Certo, obrigado. Continuem procurando! Você vem?

Por que não?

Levar pulso eletromagn�tico a um consulado estrangeiro,

contrabando humano de um d�spota russo procurado,

tentativa de homic�dio de agentes. Não vou mentir, Andrei.

Isso cair� sobre você como um martelo.

A menos que fale comigo.

Como planejam tirar seu amigo do pa�s?

Est� me pedindo para matar meu pr�prio irmão.

Não, estou pedindo para cooperar.

Você não entende.

Não libertei Petrovich por lealdade.

Ele não � amigo de ningu�m. Decide com dinheiro e crueldade.

Espere, o que isso tem a ver com seu irmão?

Mikhail est� na Bielorrússia.

Petrovich poderia chegar nele facilmente.

É o seguro dele.

Ele me viu cair hoje. Ele sabe que vocês me pegaram.

Se eu entregar Petrovich agora, ele mandar� matar o Mikhail.

Não posso ajudar vocês.

Vocês não podem me ajudar.

E se eu garantir a segurança do seu irmão?

Coopere conosco e vamos tir�-lo da Bielorrússia.

Quem � ela?

Ningu�m.

Escutem aqui.

Os homens do Petrovich vão transport�-lo

para um aeroporto privado em algum lugar fora da cidade.

Infelizmente não sabemos para qual.

Tem pelo menos meia dúzia deles.

Vamos afunilar isso. Quero todos nisso.

Eles dirigiam uma Sprinter preta, com placa roubada.

Atenção às câmaras de trânsito nas rodovias que saem da cidade.

- Acho que o encontrei. - Mesmo?

Indo para a ponte da Rua 59ª.

Sim, o que tem nessa direção?

Aposto no Aeroporto Liberty em Long Island.

Tem que ser isso.

Vamos mandar nossa equipe para detê-los.

- Maggie. - Sim, estou vendo.

Olhos na van.

Agora eles sabem que estamos atr�s deles.

Scola, estão indo para o oeste.

Sul na Gaston.

N�s o cercamos.

Indo para oeste na Queens Plaza.

- Indo para o leste! - Jubal!

Os suspeitos estão fugindo a p�. Vamos atr�s.

A van est� limpa.

Cerquem este lugar!

Não se mexa!

Não � ele.

Não estou com ele.

Maggie e OA pegaram os mercen�rios.

Scola, est� atr�s do Petrovich.

Tome cuidado. Ele � perigoso.

Petrovich! Acabou.

Mostre-me suas mãos. Mãos!

Jubal, não � ele.

Esse tamb�m não � Petrovich?

Não, esse � Ronen Vovnoboy, outro dos soldados particulares.

Mas Maggie viu três homens entrarem naquela van...

- Dois mercen�rios e Petrovich. - Tem algo errado.

Como diabos o perdemos?

Não entendo. Estou vendo as câmeras.

A van nunca para ap�s sair do consulado.

Não deu tempo para deix�-lo em algum lugar.

A van!

Atenção! Petrovich nunca saiu da van!

Ele ainda est� l�!

OA?

Sim, eu ouvi isso.

Ei, leve-o.

Um tanque de oxigênio.

Temos dois policiais feridos. Mande ambulância.

O que aconteceu?

Ele se escondeu em compartimento falso.

Para lev�-lo ao aeroporto.

Jubal, perdemos o Petrovich.

Vocês viram algu�m?

- Para que lado foi? - Ele correu para l�.

Est� bem. Espera com eles?

Vamos l�.

Achamos que o Petrovich entrou no mercado municipal.

- Vamos delimitar um per�metro. - Sim.

Isso não � bom.

Este lugar est� cheio de civis.

Sim, ele fez isso de prop�sito.

O grupo mata civis como t�tica.

Precisamos nos aproximar com cautela.

Vou dar a volta, flanquear ele pelo outro lado.

Vamos nessa.

OA, acho que estou vendo ele na esquerda.

Todo mundo no chão!

Tiros disparados!

Saiam, saiam, saiam!

S� temos esse ângulo?

O mercado tem poucas câmeras.

Peguem todas elas.

Precisamos ver o mercado.

Jubal, ele não se importa com o número de v�timas.

Envie todos os recursos que temos! Entendido?

Todos a postos.

Jubal, mande todo o apoio m�dico que puder.

- Fiquem abaixados! - Saiam, saiam!

- Eu o perdi de vista. - Abaixe-se.

Não consigo vê-lo.

OA!

- Eu não tenho mira. - Nem eu.

Vai, vai!

Pessoal, ele pegou um ref�m.

FBI. Largue a arma.

- Mandei largar a arma! - Ou o quê?

Ela � inocente.

Largue a arma, e podemos conversar.

Me arrumem um helic�ptero para o aeroporto,

ou eu explodo os miolos dela por todo lado.

Jubal, precisamos de atiradores e um negociador.

Eu não sei, Scola. Espera a�.

Eu quero um jato fretado!

Estão me ouvindo? Direto para Moscou!

Vocês têm dez minutos,

ou a morte dela vai pra sua conta!

Me cubram.

Mais um passo, e ela morre.

Maggie, o que est� fazendo?

Para tr�s!

- Maggie! - Maggie!

Para tr�s! Agora!

Ou eu mato você!

Então mate.

Egor Petrovich, você est� preso.

Como sabia que estava vazia?

Ele � um monstro que atira primeiro, pensa depois.

Ele não estava atirando.

Eu s� queria dizer que foi �timo trabalhar com você, Valentine.

Foi, sim. Com você tamb�m.

Mais uma coisa,

sobre o irmão de Andrei Orlav na Bielorrússia.

Sim.

Não vai rolar.

T�, mas n�s olhamos nos olhos daquele cara.

Dissemos a ele que proteger�amos o irmão dele.

Você � novo no cargo de encarregado.

É assim que funciona.

Eu sei que não parece, mas isso foi uma vit�ria.

A forma como você leu o Petrovich

como um livro aberto foi simplesmente brilhante.

Est� me elogiando.

Esperando que eu deixe a diagonal aberta.

Boa tentativa.

Você tem um dom, Maggie.

É uma analista nata.

A UAC teria sorte de ter você,

e eu ficaria muito feliz em dar uma boa recomendação.

Eu... não.

Quer dizer, obrigada,

mas não � isso que eu quero.

Eu amo onde estou. Amo minha equipe.

Então o que você quer?

Acho que este último ano me tirou um pouco do eixo.

Sinto que, quando olho ao redor,

eu não reconheço mais o mundo.

Então acho que eu estava esperando que, se eu conseguisse

me aprofundar mais na mente dos criminosos que caçamos,

talvez eu conseguisse entender alguma coisa.

Acho que você est� bem no caminho certo.

No entanto...

sua estrat�gia de xadrez ainda precisa ser trabalhada.

GeekSubs Mais que legenders

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