All language subtitles for Veronika_S02E05[_19989]_Legendas14.POR

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Original subtitles

Vejo-a, às vezes.

Sabes que não é nada perigoso.

Se queres que te deixem em paz, basta dizeres.

Agora sabemos que você e a Henrietta foram dar uma volta

na noite da morte da Mona.

Porque tentou a Henrietta matar-se?

Meu Deus, ajuda-a!

Não quero.

- E não queres mesmo ficar com ele? - Não posso.

O fósforo causa hipoxia

e é a hipoxia que faz com que o feto seja expulso.

Estou aqui por causa da Natalie Frykdal.

Pensei que sabia que ela faleceu.

Mas talvez queiram visitar a mãe?

Obrigada.

Acho que encontrei algo importante.

Podemos encontrar-nos agora?

Volto daqui a 20 minutos.

- Estou? - Sou eu. Ouve.

Tive de fazer um trabalho e os miúdos estão sozinhos em casa

e queria saber se podias ir buscá-los. Desculpa.

- Raios, Veronika. - O quê? Estou?

Estou?

Obrigada.

Estás bem?

O que aconteceu?

Ela ligou várias vezes, disse que era importante

e, finalmente, vim cá e ela não atendeu.

Mais alguma coisa?

Vou entrar. A Klara está a caminho.

- Olá. - Olá.

- Como é que ela entrou? - Com isto.

Nassir...

O que diz?

Relatório preliminar, pescoço partido.

Não pergunte se caiu ou foi empurrada.

- Caiu ou foi empurrada? - É o seu trabalho.

Vamos terminar isto.

- Olá. - Olá.

- Olá - Olá.

Ela ligou? E não pensou em ligar ao Nassir?

Sim.

Vou deixá-la ir para casa e falamos melhor amanhã.

Olá, fala o Tomas. Agora não posso atender, mas...

Mas que raio?

Até páginas...

Sim, esta é a Fanny.

- Olá. - Olá.

Tens um minuto?

- Até logo. - Sim, claro.

Adeus.

Posso explicar o que aconteceu?

Sim, disseste que trabalhavas no escritório.

Não sei como lidar com isto. Não posso confiar em ti.

Não sei como não pensas nas tuas prioridades.

O que é mais importante para ti?

Claro que são os miúdos.

O que aconteceu foi um caso isolado.

- Recebi uma chamada. - Para.

Não consigo lidar com isto.

Para de me mentir.

Estás bem?

Não acredito.

Íamos jantar no hotel com o educador da paróquia.

Estou a ajudar um pouco com as atividades dos jovens.

Mas a Paola nunca apareceu.

- A que horas foi isso? - A partir das 18h.

Ficámos até às 19h30.

- E depois foi para casa, certo? - Apanhei um táxi.

Ela não ligou, nem mandou mensagem, nem nada disso?

Pode chamar-me antiquado, mas não tenho telemóvel.

O que pensa a sua igreja sobre o aborto?

- Desculpe? - Aborto.

O que pensa a sua congregação sobre isso?

Acreditamos que uma mulher deve ter o direito

de controlar o seu próprio corpo,

mas não pensar nisso como um método de contraceção.

A Natalie Frykdal morreu envenenada

quando tentou fazer um aborto a si mesma com fósforo.

O que está a dizer?

Isso é horrível.

Conhece a Arcenis?

É uma fundação com a ambição de ajudar os viciados.

Soa-me familiar.

Se fizemos alguma contribuição da Igreja,

deve aparecer na contabilidade.

Posso ver?

Não tenho acesso. Foi a Mona Larsson que tratou disso.

Entendido.

- Não o incomodamos mais. - Vivemos tempos sombrios.

Cala-te!

Olá. Eva Kinnunen?

Cala-te, Chanel.

Veronika Gren, sou da Polícia.

- Lamento a sua perda. - Não nos conhecemos?

Posso entrar para conversarmos?

A Chanel não para de ladrar. Não gosta de estranhos.

É melhor assim.

Sei que foi você que levou a Nathalie para o hospital.

Encontrei-a na casa de banho. Foi horrível.

Veio viver comigo quando a minha irmã e o marido morreram

num acidente de carro há cinco anos.

Ela não tinha mais ninguém.

- Poderia ter namorado? - Que eu saiba, não.

- Cala-te, Chanel. Já acabámos? - Muito obrigada.

Entra, Chanel.

Natalie Frykdal. Conhecia-a?

Era membro da congregação.

A Nathalie não tinha pais, por isso, a mãe...

Apoiava-a.

Ela era assim. Ajudava as pessoas.

Viu a sua mãe com a Natalie nas últimas semanas?

A Natalie veio lá a casa um dia e...

Ouvi-a chorar. Estava perturbada.

Mas não sei do que estavam a falar.

Mais tarde, ouvi os meus pais a discutir

e o meu pai a gritar que Deus a castigaria.

Castigaria quem? A sua mãe?

Ouça, tenho algo triste para partilhar consigo.

A Paola foi encontrada morta ontem à noite.

- Não. - Lamento.

Henrietta, há alguma coisa que nos possa dizer sobre a Paola

que nos possa ajudar de alguma forma?

Algo que ela tenha dito ou feito que se destaque?

Alguém que a tenha visitado? Qualquer coisa.

Fui eu.

O que disse?

Fui eu que matei a mãe.

Pode dizer-me o que aconteceu?

Não sei, mas a culpa foi minha. Fui eu.

Onde aconteceu?

Não sei. Não me lembro.

Na sala.

Mas isso não é verdade. Sabemos que o corpo da sua mãe foi movido.

Tenho de a informar de que está presa

pelo homicídio de Mona Larsson.

Será mantida aqui sob vigilância

e terá um advogado na próxima audiência.

Aron, não sei o que fazer.

O Karl não quer que ela seja admitida em Blomsterberga.

Tem de confiar em mim.

Eles têm um método que a vai ajudar.

Acho que está encravado.

Vamos ver assim que o tempo aquecer.

Aconteceu mais alguma coisa?

Sabe que a Ninni era um pouco diferente, certo?

Sim. Mas tu também és.

Espera um minuto.

Esta era a arca do tesouro da minha mãe.

Aqui está. Cá está. Salva, purificação da casa.

E esta mandrágora traz riqueza e amor.

Por isso, sim, cá estamos.

Toma.

Turmalina.

Protege contra espíritos indesejados.

Não, fica com ela o tempo que precisares.

- A fechadura está estragada. - Sim.

Bem...

Sim, uma boa noite de sono, é disso que precisas, às vezes.

Sim.

Vem.

A Henrietta diz que estrangulou a mãe.

Mas estará a dizer a verdade?

É óbvio que alguém está a mentir. Vou falar com o Hans Larsson.

Como correu com a tia?

Nada de novo, ela parece não saber nada.

Bebe um café ou assim.

Não sabes nada sobre isto. Está bem?

Veronika Gren.

Ótimo. Não a ouvi entrar.

- O que foi... - Sim.

Ela estava grávida.

De cerca de 12 semanas.

O feto morreu primeiro. Mas...

Encontrei isto.

Coincidência engraçada, se é que lhe podemos chamar isso.

Sim, enviei-lhe um relatório completo por e-mail.

E analisei a Paola Berg.

Pescoço partido devido à queda. Não há sinais de mais violência.

É tudo.

Sabe o caminho de volta, não sabe?

Obrigada.

Adeus.

Faz ideia do que terá levado a Henrietta a dizer isto?

Não, isso não faz sentido. Não é verdade.

Fui eu que matei a Mona.

Tem de perceber que ela não está bem e que precisa de ajuda.

- Ela perdeu a mãe. - Então, mantém que foi você

e que aconteceu na sala onde a encontrámos?

Quantas vezes tenho de lhe dizer isto?

Podemos falar um pouco sobre a Mona?

Já tinha dito que ela era fraca.

Acho que lhes ligou.

Sim, foi quando ela... Quando a Mona engravidou da Henrietta,

aconteceu uma coisa.

Na altura, não sabia o que sei agora.

Ela não estava em si. Era como se estivesse...

Em pânico, de alguma forma.

E o que acha disso?

Ela era assim, por isso...

Mas agora está tudo a desmoronar-se e...

Até foi admitida em Blomsterberga. Duas semanas.

- Blomsterberga, o que é isso? - Hospital psiquiátrico, terrível.

Está fechado.

A Mona alguma vez falou em aborto?

Não.

Não, ela nunca...

- Ela nunca iria a um médico. - Porquê?

O que quer que estivesse a pensar, não ia, certo?

- Então... - Ginecologista.

Como está a correr?

Há quatro casos de envenenamento por fósforo na zona

nos últimos 10 anos.

- A sério? - Sim.

Isso é de loucos.

- Pode imprimir isso, por favor? - Sim.

Obrigado.

- Nassir? - Sim?

- Tem um minuto? - Sim.

Hans Larsson, Henrietta Larsson.

Quem está a dizer a verdade e quem está a mentir?

Ainda não sabemos.

Mais alguma coisa?

Sim, temos alguns casos suspeitos de envenenamento por fósforo na zona

que gostaríamos de verificar.

Ótimo. Leva a Lotta.

Com todo o respeito, ela não está ao corrente.

E, sinceramente, está sentada àquela secretária há séculos.

E quem achas que é mais adequado?

Olá, Maria Helqvist?

Veronika Gren, somos da Polícia.

Estamos a investigar casos de envenenamento por fósforo.

- Queríamos fazer-lhe umas perguntas. - Não.

Olá, Jonna.

- Não sei se se lembra de mim. - Sim, lembro-me. O que fazem aqui?

Precisamos de fazer umas perguntas. Podemos entrar?

- O que querem? - Envenenamento por fósforo.

- O que querem? - Por favor, vão-se embora.

Nada. Foi um mal-entendido.

Obrigada.

Que se lixe isto.

Meninos? Está na hora!

Liv? Simon?

Cheguem aqui.

Simon, jantar!

- Liv? - Não tenho fome.

Deixa-me em paz. Só quero que me deixes em paz.

Por favor. deixa-me em paz.

Com quem estás a falar?

Simon... Com quem estás a falar?

A mãe disse.

- A mãe que disse o quê? - Nada.

Mas está tudo bem. Simon...

- Olá. - Olá.

- O que fazes aqui? - Quero que me ouças agora.

O Simon não está bem. Ou pior.

Hoje ele sentou-se e falou com o guarda-roupa

e ele disse que tu concordaste.

Sim, bem... Não...

Agora é claro para mim

que não entendeste nada do que falámos.

Apesar de estares na situação em que estás.

E depois tentaste dar-me a impressão de algo completamente diferente.

- Era... - Era?

Sabes que mais? Não quero saber mais.

As crianças estão comigo agora.

Não quero que voltes a contactá-las até começares a ser responsável.

Olá.

- Está na hora. - Sim, estamos prontos.

Ninni?

Até breve.

Anda, Kristina.

Simon...

- Olá. - Olá.

- Porque estás aqui? - Esqueceste-te disto.

Muito bem.

- De qual gostas mais? - Acho que são todos muito bonitos.

Mas gostava de saber... Disto.

- Foi o Johannes que o fez. - O Johannes?

- Ele está aqui? - Está ali sentado.

- Sabes o que isto significa? - Os Filhos de Abraão.

Ele disse que eram melhores que os outros.

Sabes o que isto significa?

Tenho de ir.

Espera. Volta. Tenho uma coisa para ti.

Toma.

Pode ajudar-te quando quiseres estar sozinho.

Para não te preocupares.

- Obrigado. - Está bem.

Mas é o nosso segredo, certo? Está bem?

- Veronika... - Olá.

Como correu o interrogatório com o Hans Larsson?

Ele continua a dizer que foi ele que estrangulou a mulher.

- Posso ouvir o interrogatório? - Sim, claro.

- Podes fazê-lo na estrada. - O quê?

Devias estar no controlo de velocidade.

FOI DESTACADA PARA FAZER CONTROLO DE VELOCIDADE

Mas que...

Já tinha dito

que ela sofria de nervos, acho que lhe chamou a atenção.

Quando a Mona engravidou da Henrietta, algo aconteceu.

Na altura, não sabia o que sei agora.

Ela não estava em si. Era como se estivesse em pânico.

Até foi admitida em Blomsterberga. Duas semanas.

- Blomsterberga? O que é isso? - Hospital psiquiátrico. Terrível.

Está fechado.

- Estou? - Olá, sou eu.

Ouve, uma pergunta rápida.

Ninni, quanto tempo esteve ela em Blomsterberga?

A Ninni não esteve em Blomsterberga.

Mas eu sei que esteve. Está no diário.

Veronika! Pedi para não ler isso. Pode parar?

Está bem, ótimo. Tenho de ir. Adeus.

HOSPITAL PSIQUIÁTRICO DE BLOMSTERBERGA

Ali...

Esta é a Kristina.

Adeus, Kristina.

- Olá. - Olá.

Continue a descer o corredor

e vire à direita até à porta do lado esquerdo.

Desça as escadas e vire à esquerda. A segunda porta à direita.

E eu passo e tranco a porta quando acabar. Está bem? Adeus.

Está bem. Obrigada.

REGISTOS MÉDICOS DO HOSPITAL PSIQUIÁTRICO DE BLOMSTERBERGA

- Onde é que a Mona foi morta? - Sem comentários.

O sangue dela está no seu carro

e sabemos que saíram de carro naquela noite.

Sabemos que o corpo foi movido. Então, onde é que a Mona foi morta?

Acredite, assim não vai ajudar a Henrietta.

Há outra pessoa que está a tentar proteger.

Não comento.

REGISTOS MÉDICOS DO HOSPITAL PSIQUIÁTRICO DE BLOMSTERBERGA

FUNDAÇÃO ARON WÅRDNER FILHOS DE ABRAÃO

Tradução: Carla Marques

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