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Original subtitles

Nossas universidades acolheram excelentes representantes...

formados nesta institui��o que depois se tornaram...

profissionais not�rios.

Nenhum foi por adula��o, n�?

O qu�?

...indigna��o, sim. Por que uma coisa...

...uma coisa, alunos, � ter liberdade,

e outra coisa, bem diferente, � abusar da liberdade.

Tem toda raz�o.

E o que se observa aqui � nada mais que um reflexo

de "uma liberdade mal entendida".

� degradante! Como se nossos jovens fossem invadidos...

pela estupidez e sexo.

N�o gostaria de usar termos fora do meu estilo...

mas isto � certamente uma bagun�a.

Advirto-os que serei en�rgica.

O Conselho enviar� uma Inspetora...

e juntas, ela e eu, faremos respeitar a disciplina.

Que droga!

Acabou a farra!

E se tivermos que chegar a expuls�o, chegaremos.

Podem se retirar.

Vamos garotos, para as salas.

Temos que tirar a Diretora da jaula.

- Que jaula? - Do cargo, idiota.

Se deixarem o terreno livre...

Eu investigo o nome e o endere�o da Inspetora.

- Vou cuidar disso. - �timo.

- De que? - De deixar o terreno livre.

- Com licen�a. - Quietos.

Sempre espertos.

- Vai, palha�o. - Palha�o!

- Por que n�o diz o plano? - O que pretende fazer?

Talvez uma de suas id�ias que deixa todos em apuros.

Como se comportar�o hoje?

Bom dia, professora!

Bem, hoje vamos estudar as flores...

como um �rg�o para reprodu��o.

Como todos sabemos as plantas se reproduzem por meio...

As incompletas, geralmente, s�o as que carecem...

de alguns destes elementos.

Parece que as instru��es da senhora Diretora...

ca�ram no vazio.

Vamos ver agora o que far� com voc�s. Diante da prova do delito.

Que acha, Lanusa?

E agora falaremos sobre a gen�tica.

Quem sabe o que estuda a gen�tica?

Eu, professor.

Bem, vem aqui.

Eu escuto.

- Do que se ocupa a gen�tica? - Da procria��o.

Sim, sim. Em termos gerais � isso.

Embora enfatizando a heran�a biol�gica...

sobre o desenvolvimento do organismo.

- N�o � isso, aluno? - Sim, professor.

E considerando que a procria��o...

se formaliza no ser humano atrav�s do homem e da mulher,

poderia ocorrer o nascimento de um filho...

de uma rela��o entre dois homens? Por exemplo.

Olha professor, ainda n�o se comprovou nada, n�?

Mas continuamos investigando.

� certo que vir� com uma amiga, n�?

Se soubesse o que Maria disse de voc�.

Isso n�o me importa. Maria n�o pode me ver.

- E a amiga? - N�o conseguiu, vem com a tia.

Uma velha! Est� louco, o que pensa que sou.

Calma! Disse que a tia est� muito bem.

Me escondo aqui atr�s e voc� diz que n�o vim.

Ela me mata! Implorei por 2 horas!

N�o � por isso que vou me meter com uma velhota.

Vamos ver como est� e depois veremos o que fazer.

Vamos.

E o Marcelo?

- Que houve com Marcelo? - N�o pode vir.

Como n�o pode vir! E agora que direi a tia Olga?

Sabe o que acontece com ele? Ele te usa e voc� n�o o v� mais.

Claro, quem quebra a cara sou eu, n�?

- Aconteceu algo... - Que aconteceu?

Sabe o que �? Seu amigo � gay.

O personagem do super macho n�o convence ningu�m.

- Que faremos? Diga! - J� chegamos.

- V� e explique a sua tia. - N�o. V� voc�!

V� primeiro e explique a ela.

- Mas... - Vai!

- Bravo, louca! - Voc� � um merda!

Sempre disse que era um viadinho! Desgra�ado!

Tanto tumulto por um peido.

- Oi. - Oi.

E Maria?

- E Maria, onde est�? - Que Maria?

Que farei agora?

E eu que sei? Voc� sabe se virar sozinho, n�?

Tudo bem. Voc� tamb�m sabe se virar sozinho.

N�o entendi nada.

N�o importa.

Vamos ao seu apartamento e te explico tudo, t�? - Vamos.

Sozinho?

Ei, al�m de burro voc� � cego?

Babaca!

Tudo bem?

Voc� foi �timo!

Tamb�m posso ser doce, n�?

Eu sabia que era minha noite.

- Ei me explica. - O qu�?

A primeira coisa que fa�o quando chego em casa

� ficar confort�vel.

Mesmo antes de sair.

- Me desculpe, t�? - Sim.

Me diz uma coisa, baby. Est� mais para Coca Cola, whisky ou o qu�?

- Me diz. - Sim, sim.

O que acontece � que no col�gio os garotos...

e as garotas, n�s...

Ei, docinho, a noite voc� sempre fala do col�gio?

Beba.

Pouquinho, um pouquinho.

Que pele linda.

Tia!

- Sim? - Sua m�e?

- Minha m�e? - Sim, claro, a Inspetora.

A Inspetora sou eu.

Ah... N�o poderia imaginar, voc� � t�o jovem,

t�o linda, t�o...

Mas que barbaridade, meu Deus, este homem est� todo molhado.

Venha, vamos entrar que vou te secar um pouquinho.

Olha srta, em realidade vim pelos garotos, entende?

Ele � meu irm�o e o outro � um colega.

S�o dois bons garotos, mas � que a Diretora do col�gio

� uma pentelha, sabe? E pediu uma inspe��o.

Que vem a ser voc�.

E eu vim pedir que n�o leve muito a s�rio, certo?

Os garotos j� est�o no quinto e o ano est� por terminar. Ent�o...

Ah, voc� quer me subornar?

Fora da minha casa ou chamo a pol�cia!

N�o, n�o, senhorita, por favor. N�o fa�a isso.

- Socorro! Pol�cia! Socorro! - Olha o rolo que me meteram.

Fora, animal! Fera!

Calma, calma. Tranquilo que tudo tem jeito.

Que jeito? Eu estou fodido! Olha o que me fizeram fazer.

- Espere! Acalme-se! - Me acalmar?

Dario, tire a mesa e pegue o tapete. - Mas, para que?

Obede�a. Tire a mesa e pegue o tapete.

Vamos.

- E agora, que faremos? - Chamar a pol�cia.

- Eu te mato. - N�o, espere, depois.

Agora fique com ela e a vigie.

- E n�s? - N�s?

Temos que levar a Inspetora.

Prazer em conhec�-la, senhorita Sanguineti.

Voc� me surpreende, � t�o jovem.

Muito obrigada, senhora Diretora.

Como j� estudei muito bem o relat�rio,

gostaria de entrar logo no assunto.

Perd�o, n�o entendi.

Quero conhecer os alunos.

Esses selvagens estar�o te esperando em 5 minutos.

Est� tocando minha bunda.

O que quer? Nunca usa calcinha.

Al�m disso, gra�as a isso n�o ficar�o dormindo.

A inspetora � gostosa! Olha s� esses peitos!

E a bunda? T� louco, me apaixonei.

Pego esta mina em poucos dias.

Uma mulher, por favor!

Muito bem, alunos, espero que ao terminar a inspe��o,

a maioria de voc�s possa permanecer...

neste honor�vel Instituto.

Perd�o srta Inspetora, mas queria dizer...

que voc� � muito bem-vinda.

Que sexy!

Sa�de, senhor professor!

A puta que te pariu.

Muito obrigado. Sentem-se.

Bem, vamos entrar no assunto.

A literatura, alunos, para come�ar antes de tudo...

� um eixo... um exerc�cio da ima...

� um exerc�cio da imag...

da imagi... da imagi...

Sa�de, senhor professor!

A puta que te pariu.

Sentem-se. Sentem-se.

N�o tem que agradecer, senhor professor.

Tendo em conta o que disse, ent�o, vamos ver, vamos ver...

Voc�, aluna Palmiseri.

Em que te faz pensar...

este quadro.

Em um campo na primavera...

coberto de flores,

rosas...

Muito bem. Muito bem, Palmisieri. Muito bem.

Vamos ver, vamos ver, vamos ver.

Vamos ver voc�, Ortega.

Sim. Ah, sim. Uma selva densa,

com muito mato onde n�o entra a luz do sol.

Me causa claustrofobia.

Sa�de, senhor professor!

Muito obrigado mas n�o se preocupem por mim.

N�o � nenhuma doen�a, professor.

Vamos ver voc�, Chopitea.

Ah? Sim.

Como sim? Pergunto em que pensa quando v� esse quadro.

Em um p�nis.

Por qu�?

N�o sei, senhor. Mas para mim tudo me faz pensar em um p�nis.

� foda!

- Que houve? Onde estou? - Perd�o, senhorita.

Al�, Sim?

Ah, s�o voc�s. Por fim lembrou de chamar, desgra�ado, olha,

quando eu pegar voc� e meu irm�o te juro que...

O qu�? O qu�?

Ah, ela.

Ah, sim.

Est� aqui...

Est� dormindo.

Almo�ou bem, senhorita Sanguineti?

Bem, s� um sanduiche.

Na verdade o que queria era ir para casa e tomar uma ducha.

Para ficar mais fresca. Quero dizer, mais confort�vel.

Claro. "Mens sana in corpore sano. "

Bom, o que desejo agora �... inspecionar o quinto ano.

Para poder ver de perto esses selvagens, como voc� os chama.

Por favor, Srta. Sanguineti, voc� aqui tem direito...

de pedir tudo o que precisar. Ok?

Sim, voc� tem condi��es.

Mas a abertura da boca � o principal.

E voc� a abre com medo, querida.

Vamos ver,

abra a boca.

Bom, querida, bom.

- Como se fosse dizer, oh. - Oh.

- Ah. - Ah.

Bom, bom. Tire a l�ngua, por favor.

Isso. Toque-a... Bom, bom, querida. Devagar.

O instrumento. Toque o instrumento.

� isso. Bom. Bom.

Ei, senhorita Inspetora, n�o � o momento certo.

Mas por favor, sou especialista...

...em tocar flauta. - N�o me diga!

Se me permite, professor...

Tudo o que voc� quiser, querida.

Me permite, aluna.

Srta. Inspetora, perd�o, eu a deixarei s�, est� bem?

Tenho que dar instru��es a Manolo, o porteiro,

para me levar � Dire��o o mastro da bandeira.

Por favor.

Aten��o aluna.

- Aconteceu algo, professor? - N�o. N�o. S�o para os nervos.

Quando fico nervoso as vezes o cora��o se acelera,

e as vezes para. Estas s�o para quando para.

Toque, por favor.

- Se parou! - Tamb�m, n�o � para menos.

- Oh, desculpe. - Oh, desculpe.

Essas vacas pensam que com uma desculpa consertam tudo.

Ah, foi o suficiente! N�o vejo a hora de terminarem as aulas.

- E voc�? - Sim, o mesmo.

Vai fazer faculdade?

N�o. O velho vai me preparar para que eu trabalhe por minha conta.

Que bom! A independ�ncia econ�mica em plena juventude.

Bom, nem tanto. Com licen�a, vou ao banheiro.

Te acompanho, porque tamb�m tenho vontade de fazer xixi.

- Que nojo me d�o estes desenhos. - Logo n�o os ver� mais.

N�o sabe a vontade que tenho de come�ar.

- Tenho um negocio nas m�os... - N�o sabe como sou sortudo.

Para os neg�cios.

Perd�o, n�o quis interromper.

Espere que eu te explico. Espere.

- Sim. Quem �? - Marcelo.

Marcelo! Ah, mas que divino. Que rapidez voc� veio.

Me assustei. Me deixou mensagem e achei que algo estava mal.

N�o. Tudo est� muito bem. Muito bem!

N�o sabe como gosto de fazer esse personagem da Inspetora.

Me diverte muito.

� claro que ter� que me agradecer, n�?

Sim, claro. Mas, como?

N�o se preocupe. Eu vou explicar.

Meu Deus!

Que houve, senhora?

Mas que maravilha!

N�o, senhora. Espere, que houve? N�o, senhora.

Espere Sra., que houve? Espere. N�o! N�o!

Oi, Chiche?

Que aconteceu?

Nada.

Como est� a Inspetora?

Est� ouvindo?

Chiche!

Ah, sim, que deseja?

Che, est� acontecendo algo?

Mas, a Inspetora est� bem?

Que aconteceu?

Mas...

- Desligou! - Qu�, algo errado?

N�o, tudo est� bem.

S�o sempre os outros que recebem a culpa.

Me conta.

A Inspetora estava masturbando ele.

�?

Obrigado.

- Lorena. - Qu�?

Vamos.

- A tia, me matou. - Qu�?

A tia, idiota. � como quatro minas juntas.

Pare com isso n�o quero nem falar.

Voc� e meu irm�o Chiche s� fazem me enganar.

Pare, ok?

� por culpa sua. N�o quis me contar o que aconteceu.

N�o, n�o. Se a sobrinha est� louca n�o tenho culpa, n�?

- Que sobrinha? - Maria!

Estou cansado de cham�-la. Quando me ouve, desliga.

Que fez a ela?

Melhor perguntar a ela o que fez a mim.

O que te fez?

Nem me pergunte.

Que babaca!

Garotas. Est� vindo.

- Que houve? - Cale-se e traga a escada.

Para fora.

- Fogo! Fogo! - Fogo! Fogo!

Bom dia, senhor professor.

Sa�de, senhor professor!

A puta que te pariu.

Tudo bem. Obrigado. Podem se sentar.

N�o tem por que agradecer, senhor professor.

Jovens, devo confessar que sou al�rgico.

Portanto, a primeira vez que espirrar digam:

"Sa�de". O professor est� bem obrigado, eu agrade�o.

s�o muito am�veis. Mas na pr�xima vez que espirrar...

n�o digam mais: "Sa�de, professor".

Na pr�xima vez que espirrar...

n�o quero ouvir nada.

Lorena, Lorena acorda que Vaneti vai te matar.

Bem alunos, hoje vamos ver a...

A puta que te pariu.

Muito obrigado. Como?

Estou desesperado. Estou vivendo um momento terr�vel. Tenho vis�es.

Tenho vis�es por todos lados. N�o sei. N�o sei que fazer.

Estou tomando comprimidos e n�o encontro a solu��o.

- Mas, como s�o essas vis�es? - Caminho pela rua, certo?

Eu vejo pessoas, especialmente uma mulher e ent�o...

- A vejo nua, Garcia. - Que bom!

Posso ver um homem n� tamb�m.

- Ah, isso j� � grave, n�? - O mesmo penso eu.

Mas tudo tem solu��o, Di Pietro.

Mas, como? Estou tomando p�lulas e n�o a encontro.

Voc� tem � um complexo de nudez. - Que disse?

Voc� tem medo de que te vejam n�.

Ou�a, nunca sonhou que estava sem roupa numa reuni�o?

- Sim, eu tenho este pesadelo. - Eu tenho a solu��o para voc�.

Vai perder a vergonha e se curar.

- Mas como? Qual? - Seja s�cio de um clube nudista.

N�o me sacaneia. Ficar pelado?

� s�rio.

- Sentem-se, por favor. - Thank you.

Agrade�o muito que estejam aqui...

e que seja apenas uma reuni�o bem informal, n�?

- Vaneti, estou um pouco nervoso. - Apenas relaxe.

� uma excelente pessoa.

N�o � por isso. � que fico louco.

H� algo que me indigna, queridos professores,

pois o �dio pode ser exibido sem nemhum pudor,

porque o amor deve ser um assunto privado.

Eu fui convocada para impor uma r�gida disciplina neste Instituto,

mas tamb�m � meu dever preveni-los.

Os tempos mudam a uma velocidade que n�o estamos acostumados.

- Sa�de. - Est� nua.

- Qu�? - Est� nua!

� absurdo impor uma moral vitoriana.

Sa�de.

A Srta. Inspetora tem raz�o, na televis�o e nos jornais...

� moeda corrente a guerra, a viol�ncia,

a mudan�a... a mudan�a no amor.

N�o. Para mim parece que se confunde amor com sexo.

Sexo at� certo ponto.

Estamos tratando de controlar "A libertinagem".

O tes�o.

- Est� nua. - Qu�?

Est� nua.

Eu quero dizer algo.

- Diga, por favor. - Eu a apoio.

Sou seu escravo, aqui e na China.

- Em tudo! - Eu tamb�m. Eu tamb�m.

- Eu tamb�m. - Obrigada.

E na adolesc�ncia � normal a investiga��o a respeito do sexo.

Mas esse garotos p�em logo em pr�tica.

Investigam... todo o dia.

E com quem v�o investigar? Se n�o � entre eles.

Tem que investigar entre todos.

Investigando se chega ao fundo das coisas.

Perd�o, Srta. Sanguineti, tenho uma aula, agora. � Pode ir.

- Eu tamb�m tenho que ir. - Pode ir tamb�m.

Tem uma chamada urgente na Dire��o para a Sra. McPherson.

Excuse me.

Bem, agora encerramos mas amanh� seguiremos com o tema.

Antes de ir � classe quero dizer que estou com voc� em tudo.

Me encanta que tenha conceitos t�o avan�ados da educa��o.

Estou totalmente a favor de voc�.

Vaneti, n�o me deixe aqui com as duas.

Rapazes. Rapazes. Por favor n�o se machuquem.

Sem viol�ncia. Com cuidado. Assim v�o mat�-las.

Com cuidado.

Isso n�o � o indicado.

Sabe como �, Srta., quero saber at� onde posso chegar...

ficando aqui em cima. Porque sou muito medrosa.

Me segure, por favor.

Depois, eu juro, que pratico o outro, certo?

Mariana, sabe que n�o consigo te entender?

Voc� devia aproveitar.

Eu n�o posso.

Olhe-as. Com as pernas nuas perto da cabe�a dos garotos.

N�o, est� muito quente.

Se me emba�am os �culos eu n�o vejo nada.

Daniela, me arruma um pedacinho, por favor.

Nem peda�o, nem lasquinha!

- Me d� por favor. - Sem por favor!

Pare, que est� me fazendo cosquinhas.

Eu vou cair. Pare.

Ei m�ezinha, voc� nunca morre!

Gato, estou esgotada.

- Outra vez! - Outra vez, tenho que olhar.

N�o, n�o, n�o � justo.

- Toma. - N�o, n�o.

Pare Dario, � s�rio!

Com tantas gatas que tem aqui para escolher,

continua pensando nela.

Ent�o que se dane.

- At� quando, Chopitea? - J� vou sair, senhorita.

Eu s� queria saber se posso manter o equil�brio.

S� isso.

Olha ela espiando os garotos.

Sim, sim, vamos.

Garota, pare de ver!

- Que aconteceu? - Viu algo feio?

Alejandro tem o pau de um nen�m de dois meses.

Assim!

N�o garotas, do tamanho de um nen�m de dois meses.

Assim!

Que houve, senhoritas?

N�o me interessam seus segredos.

Mas me preocupam suas atitudes e seus costumes.

Estou vistoriando os banheiros.

Estou farta das queixas de como deixam este local...

garotas que se sup�em de fam�lias distintas!

Isso � nojento.

Como castigo v�o limpar voc�s mesmas os banheiros.

E j� sabem como sou exigente nessa mat�ria.

Amanh� mesmo vou vistoriar.

E agora podem continuar com seus segredinhos.

Eu aprenderei com isso tamb�m...

Chiche.

- Chiche. - Sim?

- Um momento, senhora. - Senhorita.

Perd�o, senhorita.

Voc� sabe senhorita,

tamb�m seria bom comer algo quente, n�?

N�o acha?

- Baby. - Oi, paizinho.

Trouxe as flores para a Inspetora?

Claro, paizinho, todos os dias.

Olha, ela est� saindo.

- � essa a Inspetora? - Sim, por qu�?

N�o sei, parece que a conhe�o de outro lugar,

e n�o precisamente da doc�ncia.

Paizinho, que quer dizer?

Nada, nada.

N�o me lembro agora, mas vou me lembrar.

Essa n�o � Inspetora.

Ou�a, n�o se atreva a contar a ningu�m.

Sim paizinho, eu sou um t�mulo.

Sil�ncio. Vamos todos de novo desde o principio.

M�sica!

Descansem.

N�o viu como me olha, bob�o?

Tranquilo, a Inspetora tem dono.

Inspetora? De que? Esta n�o � a Inspetora.

- Como? - Que disse?

Meu pai disse que a conhece de outro lugar.

E seu pai n�o se lembra de onde a conhece?

Ainda n�o se lembrou. Mas n�o se preocupe, n�?

Ele vai lembrar.

Estamos fodidos!

Olha, o professor!

- Professor! - Professor!

Mais 5 minutos.

- N�o! - Sil�ncio. Sil�ncio.

- O que � isso? - �...

- � o que? - O que �? Uma ajuda.

Eu diria que s�o duas ajudas.

Bom, bom, terminou. Senhorita, recolha as provas.

Acabou o tempo. Vamos, vamos.

Entreguem as provas, vamos.

Sil�ncio!

E voc� n�o vai rir tanto na sala da Dire��o, certo?

Todos, menos voc�, podem se retirar.

Deixem as provas sobre a mesa.

Vamos ver, aluna vem aqui.

Vamos ver at� que ponto sua falta � grave.

Quero ver...as ajudas.

Que acha, professor? � muito grave?

Seria uma l�stima arruinar algo t�o bonito.

Para a Dire��o!

A hemoglobina nos gl�bulos vermelhos...

Cada vez h� menos moral neste col�gio.

Mas esta garota escreveu uma cola nos peitos.

- E que peitos! - Isto � nojento!

- Que aconteceu? - Outra arma��o da Virginia.

Se vingou do que fizemos no banheiro.

- Disse algo da Inspetora? - N�o, da Inspetora n�o.

Mas a Mariana e outras garotas...

Pegaram as fotos que tinham nos bancos e nos arm�rios.

- Que fotos s�o essas? - � melhor n�o se meter.

Que tenho com isso?

Acredite ou n�o, voc� tem muito a ver.

Pare, Gabi, pare, ou�a-me.

Voc� sabe Sra. Diretora, eu n�o seria capaz de culpar ningu�m...

mas as garotas andam divulgando estas fotos.

Tem um bom foco. Digo do ponto de vista t�cnico.

Parece que voc� n�o se chocou.

Por que vou me chocar com algo t�o natural como um homem n�.

Com licen�a.

Que estranho, todas dizem Alejandro e se trata de homens diferentes, n�?

Perd�o, professora.

N�s devemos guardar muito bem estas provas...

Sra. Diretora, querida amiga, eu penso que estas provas...

t�o importantes, guardadas por uma s� pessoa...

podem correr o risco de se extraviarem, certo?

- Est� bem, escolha uma. - Uma?

- Only one. - Est� bem.

Eu fico com esta, que � o mais Alejandro de todos.

Vamos garotas, a qualquer momento a velha chega.

"J� sabem como sou, quero tudo muito bem limpo ".

Vamos!

Essa garota se pinta muito.

N�o seja antiquado, Leopoldo.

- Que aconteceu? - Eu n�o me lembro!

Relaxe. Se � sobre essa Inspetora,

pode ser algu�m parecido com ela.

Quando vejo um rosto, jamais me esque�o.

Lorena, me passa o doce de leite.

Meninas, l� vem ela.

Bem, vejamos se entenderam o que � limpeza.

Bom.

Muito bom.

- E isso? - O qu�, Sra. Diretora?

Isso que vi ai. Que � isso? Uma porcaria.

Quer que eu diga?

Silent.

Muito bem, aluna, agora voc� ser� a fiscalizadora oficial...

de todos os banheiros do col�gio.

- Ou�a, senhora. - Nada! Coma a merda!

Ei, n�o ria de mim.

Eu deveria ter sido bailarino.

Meu pai costumava me dizer... quando era garotinho.

Mas... um dia te conheci, me casei e me ferrei.

Que grosseiro!

- Agora me lembro. Me lembro! - Do que est� falando?

Trabalhava em um teatro, era dan�arina.

Ah, dan�arina. E como sabe?

Bem... Eu s� sei! Eu s� sei. Benitez, o porco Benitez.

Ele veio a empresa um dia com uma dessas revistas pornogr�ficas que...

Ela estava completamente nua. Com a sua... A sua...

Amanh� vou investigar. Vou investigar e...

- Desliga a luz que faz frio. - Sem vergonha!

Mam�e, papai, voc�s tamb�m? N�o! N�o!

Tchau.

- Meu pai lembrou. - Ah, �?

Eu te disse.

Meu pai n�o perde uma.

Mas... Ele tem certeza de que se trata dela?

E como n�o? Trabalhava em um teatro.

De dan�arina.

Dario, temos que falar no telefone, se lembra?

Com quem?

- Ah, sim. - Tchau.

Que fez, idiota? Veja, me molhou aqui.

- Bem, tire-a. - Que idiota!

- Ei. - Que houve?

- Vamos l�. - Ent�o, vamos.

Olha Chopi, coitadinho, como chora o nen�m.

Al�, al�. Sim!

- Al�. Sim? Senhora, sou Marcelo. - Senhorita.

Ah, sim. Desculpe, senhorita.

Olha, precisamos v�-la.

R�pido!

Que aconteceu?

Aconteceu algo, sabe?

N�s precisamos falar urgentemente com voc�.

Venham quando quiser.

Acabou.

- O qu�? - Chiche, a est� matando.

- Tchau. - At� amanh�.

Jogou fora as flores.

- At� amanh�, Srta. Inspetora. - At� amanh�, aluno.

Como voc� � linda, me deixa louco!

- Te vejo depois? - Te ligo.

H� um problema com Chiche, n�o sabemos o que ele fez.

N�o, de nenhuma maneira! � por isso que vieram?

Outra vez querem me subornar.

Na primeira vez, tudo bem, mas terminou em sequestro.

Bem, do sequestro n�o tenho nada a dizer.

Inclusive, posso negar, por raz�es �bvias.

Mas, basta! Isto acabou! Tudo tem um limite!

Todas as coisas lindas que disse a Inspetora sobre o amor, Srta.

Como a Inspetora? A Inspetora sou eu!

Sim, claro. Mas l� todos est�o convencidos de que o amor...

� o mais lindo do mundo e n�o tem porque fazer as escondidas.

Voc�s s� pensam na lux�ria, no prazer e no sexo.

A doc�ncia, senhores, sempre foi um sacerd�cio para mim.

Hoje n�o sou apenas docente, mas a partir deste posto superior...

onde fui colocada, eu quis dizer-lhes que...

Chega, isto acabou! Deixe-nos a s�s.

N�o, esperem, rapazes, por favor, me levem com voc�s.

N�o! Voc� ficar� quietinho a�.

Que aconteceu?

Terr�vel!

Terr�vel, o que me espera.

Que aconteceu?

O pai da Virginia te reconheceu. Te viu dan�ando em um teatro.

Ah, como pode ser?

Eu trabalhei uns 15 dias fazendo uma substitui��o.

Eu sempre fa�o substitui��es.

Dessa vez trabalhei no lugar de uma amiga porque estava enferma.

- Voc� � bailarina? - N�o.

Tamb�m n�o sou Inspetora.

Bem, temos que pensar em algo.

- O qu�? - Temos que pensar em algo.

Est� bem. Depois... pensamos.

Siga-a, vigie-a. N�o a deixe em paz at� que investigue tudo.

Se chama Olga. � boa.

Quero dizer que trabalha em um teatro de revista.

- Oi, Virginia. - Est� linda hoje.

Obrigada.

Ent�o era uma impostora? Que degenerada, n�?

- E seu velho, segue investigando? - Investigando?

Amanh� a bomba explode.

Voc� vai ver!

Equil�brio e agora no fundo, j�.

- Isso n�o me afeta. - Espere!

Te dou 15 minutos para que tire o dedo da�.

Ainda me restam 14 e meio. ai!

Mariana, no s�bado, que tem para fazer?

- Ent�o? - N�o quero saber nada.

N�o? Como que n�o? Tem que insistir.

Disse que se insistirmos mete todos em cana.

- E meu irm�o? - Eu n�o sei. Est� quebrado.

- Espere, como quebrado? - Sim. Quebrado, como um trapo.

Que amigo hein! Primeiro me faz perder a Maria...

e agora estou a ponto de perder o Chiche.

Rapazes, esperem. Esperem, por favor.

Mas, como pode ser? Essa mulher � de gelo?

N�o importa se � de gelo se meu irm�o est� destru�do.

No fim ela usou e abusou dele.

N�o deve ter sido t�o ruim.

Ruim! Quase n�o reconhe�o o Chiche. Ficou uma merda.

Vamos ver, confiem em mim. Me d� o n�mero do telefone.

- 765... - Eu o tenho aqui.

�timo!

Al�. Sim, por favor a Srta. Of�lia Sanguineti.

Fala Of�lia Sanguineti, quem �?

- Of�lia Sanguineti. - Quem?

Preciso falar de coisas muito importantes com voc�.

- Coma, Virginia. - Ela nunca come nada!

Amanh� � o grande dia.

Vou aparecer na escola com um oficial de policia

um detetive e um escriv�o p�blico.

� um ego�sta, por que n�o posso ir?

Cale-se!

E n�o diga nada a ningu�m, certo?

E preste aten��o....

porque vou dizer o que tem que fazer.

Sim.

- Com licen�a, senhora Diretora. - Sim.

Estas flores s�o para voc�. E um feliz dia.

Mas hoje n�o se festeja nada especial.

Mas para voc� pode ser mesmo um feliz dia.

At� logo, senhora Diretora.

Oi, Virginia.

- Bom dia. - Bom dia.

Al�, papai? Virginia, quem mais poderia ser?

Tudo pronto. Como me mandou.

Muito bem, filhinha. Cuide da chave.

Em meia hora estou a�. Com o detetive,

o oficial de policia e um escriv�o.

Sra. Diretora...

Mas sem t�tulos, Mc Pearson, nada mais.

Minha querida amiga Mc Pearson,

durante este tempo que permaneci em sua escola... ah, perd�o.

Em sua escola, cumprindo com essa caprichosa palavrinha: "Inspe��o".

Digamos, distinta.

Tive a oportunidade de conversar com voc� e os professores sobre...

...os adolescentes e o amor. - Sim, sim. "Yes".

E n�o me equivoco ao pensar que voc� mudou bastante...

esses conceitos antiquados que tinha formado a respeito.

Bem, preciso estar aberta �s mudan�as, ao progresso.

E a sua palavra � definitiva no Conselho Superior.

� justamente disso que temos que falar.

- Como anda assim? - Vai pegar um resfriado.

Quer que eu segure essa coisinha?

Aluno!

Mas o que faz semi-nu pelos corredores?

Sabe o que �, professora, os bot�es ca�ram.

Por que n�o usa com z�per?

Eu uso o que minha m�e me compra.

Me d�. Eu costuro isso.

Que esta fazendo, Gabi? Est� rezando?

N�o, � que minha m�e me pediu para comprar,

uma cabe�a de alho, um pacote de l� e dois lim�es.

- Toma, aluno. - Obrigado, professora.

Uma cabe�a de alho, um pacote...

- Olha. - O qu�?

Que aconteceu, Alejandro?

Incr�vel. A professora Lopez fez isso para mim.

Imagine a L�pez. Dando beijinhos no nen�.

A chave!

Ent�o foi voc�, aluna, quem pegou a chave!

Isso vai te custar muito caro.

Felizmente eu tinha outra no escrit�rio.

Estamos empenhados em por ordem no col�gio.

E essa piada de mal gosto n�o vou perdoar.

Justamente de ordem que queremos falar.

Viemos desmascarar essa impostora.

- Que impostora? - Mas, quem � voc�?

Como se atreve a se dirigir dessa maneira

� Inspetora Of�lia Sanguineti.

- Mas, a Inspetora era outra. - Que outra?

N�o sei do que est� falando, senhor. Mas,

quem � voc�?

- E que autoridade representa? - Eu...

Vamos ver se podemos chegar a um acordo...

de uma vez por todas. Senhorita, pode me mostrar seus documentos?

N�o se deixe convencer, Oficial, � uma louca.

N�o se engane Di Pietro, o que tomou?

Para que se acelere ou para que pare?

Digo, o cora��o.

Caf�?

- Caf�? - N�o, obrigado.

- Caf�? - Caf�, caf�.

Segundo os documentos est� tudo em ordem.

A senhorita � Of�lia Sanguineti.

Mas quero que apare�a a outra, a dan�arina de quarta.

Dan�arina? Mas, que dan�arina?

Voc� n�o se meta. N�o � com voc� o assunto. Quero ver a outra.

Seja educado, senhor. E respeite a autoridade.

Onde est� essa dan�arina que se fez passar por Inspetora?

E voc�, deixe-me em paz!

N�o, n�o. N�o fa�a isso.

Ter� que explicar por que fez esta denuncia.

Com as autoridades n�o se brinca!

Chega!

Sua estupidez, aluna, foi longe demais!

Vamos, saiam todos. Saiam todos. Fora. Fora todos. Vamos.

Fora todos. Tchau.

Voc�, vem comigo!

As den�ncias falsas s�o punidas pela lei!

Me alegro que tudo tenha se esclarescido, Srta Inspetora.

Bem, senhorita por pouco tempo, espero.

N�o me diga. Meus parab�ns!

Obrigado, tia.

- Ei cara. - O qu�?

Voc� n�o �...

Eu ganho todas me fazendo de gay.

Paizinho.

- Perd�o, professora. - Sim, Lanusa.

Olha professora, eu queria agradecer, no outro dia eu...

N�o me fa�a lembrar, Lanusa, por favor.

Estou muito agradecido por n�o apresentar a queixa � Diretora.

- Foi uma piada, sabe? - Uma grande piada.

- H� outras maiores, n�? - Lanusa!

Me acompanhe!

- Aluna Viale. - Senhor.

Gostaria de continuar falando sobre o tema do teste.

E por que n�o, senhor.

Por que n�o me d� seu telefone? - Pois n�o.

- Tome. - Obrigado, professora.

E da pr�xima vez n�o tenha pilhas descarregadas.

CUIDE DA PARTE DE TR�S.

SE N�O CUIDAR DA PARTE DE TR�S, ESTAR� EM PERIGO.

N�o!

Que houve? Me larga!

N�o diga que n�o avisamos.

Subtitulo Ripeado y Corregido por luqui89 *www.Clan-Sudamerica.net*

Tradu��o e revis�o * Tatuador *

S� Legendas Raras ==2021==

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