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Zulu
Inc�ndio domiciliar, Avenida Dartmouth, 2443.
� a minha casa.
Todos os bombeiros evacuem imediatamente.
Temos que ir!
Est� tudo acabado.
Tudo acabado.
Veio me tirar daqui.
- Dizer pra deixar pra l�. - N�o.
Cindy est� ligando. Est� preocupada com voc�.
Desculpe ter assustado voc�.
� s� que tive que voltar.
Sei que � dif�cil.
Tem coisas que n�o podemos recuperar.
Examinei e n�o h� nada naquele arquivo
que ajudar� a tirar seu pai.
Examinei os arquivos do caso Bianchi,
e provaremos que voc� n�o plantou provas.
Teria sido um �timo detetive.
Uma pena voc� ter sa�do da Academia.
Mas n�o � esse tipo de prova que vai me tirar daqui.
Piedade ir�.
E eu preciso que voc� consiga para mim.
Bombeiros Lu Colorada ~ curiango4 ~ Pedrorms
Bombeiros MilleG ~ Darrow ~ Hall
Bombeiros LeilaC ~ NayCielo ~ LikaPoetisa
Ent�o concentre-se no que estou te pedindo.
� tudo o que importa.
� o �nico jeito que eu tenho uma chance.
Pai, mas por que n�o tentar rastrear o relat�rio m�dico,
e provar que estava devolvendo a prova?
N�o acha que te dar� clem�ncia para a condicional?
Para. Est� tentando se exibir.
N�o, pai. Estou tentando tirar voc� daqui.
Preciso que voc� escute.
Aprenda a fazer o que mandam e a seguir ordens.
Se pudesse fazer isso,
talvez n�o ficaria pulando em todos os batalh�es de Chicago.
Nossa.
Isso � baixo, at� mesmo para voc�.
CHICAGO, ILLINOIS CENTRO CORRECIONAL DE CHICAGO
CENTRO CORRECIONAL 3 CHAMADAS PERDIDAS
Oi, desculpe.
- Deixa eu pegar isso. - N�o se preocupe, Herrmann.
Falei qualquer hora, era s�rio.
Obrigado.
Tenho a sensa��o de que assim que riscar algo
desta lista da companhia de seguros,
eles v�o jogar mais duas coisas em mim, sabe?
E aquela caixa de sapatos que estamos ficando...
Olha, n�o estou reclamando.
- Salvou nossas vidas. - Eu sei.
Sei que n�o � exatamente um espa�o zen de trabalho.
N�o com cinco pessoas brigando por um banheiro.
- Caramba. - Pois �.
Queria que tivesse algo mais que eu pudesse fazer.
O que voc�s precisam agora?
� s� falar que eu dou um jeito.
Quer saber a verdade verdadeira?
Eu s� desejo
que todos parem de nos perguntar do que precisamos.
Olha, n�o � que n�o agrade�o.
- Agrade�o muito. - Entendi.
Mais do que voc� imagina.
J� entendi, n�o diga mais nada.
Vou deixar voc� fazer suas coisas.
Mouch, espera, por favor.
Eu e Cindy vamos resolver isso.
Sabe? Estamos bem.
- Vou te deixar sozinho. - Obrigado.
Isaiah disse que est� velho para ir pedir doces,
o que faz sentido, eu acho.
�, parei quando tinha 10 anos.
Em vez disso, vai a uma festa de Halloween na escola.
- Isso � uma coisa boa, n�? - �.
Acho que fiquei meio animada
com isso de ir pedir doces. Seria divertido.
Mesmo que quisesse ir, acha que ia querer com um adulto?
N�o sou uma adulta qualquer.
Kelly, sou a Stella Kidd.
Meu sobrenome significa crian�a.
Qual � a vibe? O que v�o vestir?
No ano passado, um cara foi de hidra.
Ele passou tr�s meses montando.
- Foi de qu�? - Hidra.
Um drag�o com v�rias cabe�as.
Ele n�o se classificou no concurso,
mas escolhi ele.
Nossa, parece uma festa de Halloween e tanto.
� um baile � fantasia. � o 14� anual.
E vou h� cinco anos seguidos.
Voc� deveria ir.
N�o, n�o... eu n�o sei.
Comprar fantasias ataca minha ansiedade.
Acho que voc� arrasaria no que escolher.
Sei que eu vou.
Vamos l�, gente.
Como muitos de voc�s sabem, o 51� vai rotacionar substitutos
regularmente. E come�a neste turno.
Como Herrmann est� de licen�a,
o Ballard vai substituir no Caminh�o.
E o CBM quer manter todos cientes
sobre o aumento das redu��es.
Esse � um relat�rio dos Batalh�es que ser�o afetados
nas pr�ximas duas semanas.
Caminh�o 81, Carro-pipa 51,
Esquadr�o 3, Ambul�ncia 61.
- Inc�ndio estrutural... - Deem uma olhada quando voltarem.
Ei, pessoal. Para tr�s!
Anda! Todos pra tr�s!
O que est� havendo?
A fuma�a est� vindo do por�o.
- Todos sa�ram? - Eu acho.
Tentei fazer uma busca, mas a fuma�a est� muito densa.
Esquadr�o, busca prim�ria.
Kidd, Vasquez, forcem a entrada. Chequem o por�o.
Carro-pipa, monte uma mangueira. O Caminh�o vai achar a fonte.
Entendido, Tenente.
- Vamos r�pido! - Beleza. M�scaras!
Corpo de Bombeiros! Grite!
� aqui.
Achamos a fonte! Deve ser um aquecedor a �leo.
Encontre o abastecimento do �leo e feche-o.
Vamos entrar.
- Sim. - Beleza.
Encaixado!
Bata!
Bata!
Corpo de Bombeiros! Grite!
Tem uma mulher ferida no apartamento K.
Sim, senhor. Precisa sair daqui agora, t�?
- Consegue ir sozinho? - Estou bem.
Apenas v� ao apartamento K antes que seja tarde demais.
Eu tenho...
Ei, Violet. Fique ligada pra um senhor idoso
saindo do pr�dio.
Entendido.
Corpo de Bombeiros! Grite!
Ei! Ei.
Vou te tirar daqui, t�? Temos que ficar abaixados.
Vai dar tudo certo.
Est� bem? Precisa ficar comigo.
Aten��o. Vou sair com outra moradora.
Entendido, Cruz.
A c�mara de combust�o no aquecedor est� sobrecarregada.
- Temos que dar a volta pra fech�-la. - Fa�am isso.
Carro-pipa, uma mangueira no aquecedor.
Cruz, a fuma�a vai continuar vindo. Tire sua v�tima agora.
Cruz?
Vamos coloc�-la na maca.
Certo. Bom. Estamos com voc�.
Ela deve estar bem, mas ficou muito tempo l�.
Beleza, vamos coloc�-la no oxig�nio.
Cad� o senhor idoso?
Eu n�o o vi.
Talvez tenha ido em outra ambul�ncia.
Preciso voltar para o pr�dio.
Por qu�?
Tenente, o pr�dio est� vazio.
O qu�? Tem certeza?
Sim. Checamos todas as unidades.
Coloquem os ejetores de fuma�a na entrada.
Entendido, Tenente.
- Parece que o seu cara saiu. - Espero que sim.
Ele est� fr�gil. Vai precisar de atendimento
por inala��o de fuma�a.
Tinha mais duas ambul�ncias aqui.
Vou pedir pra Violet perguntar no Med.
- Sim. Obrigado. - Vamos encerrar.
LikaPoetisa & GeekSubs resgatando o 51�...
CHICAGO FIRE ~ S14E05 "Ghosts" (Fantasmas)
De novo?
Ou voc� recebe mais liga��es de spam que eu,
ou � um cara muito popular.
Gostaria que fosse spam.
Aquele pr�dio acabou de ser reformado.
Por que ser� que nunca substitu�ram a fornalha?
Fazem qualquer coisa para economizar.
Estou morrendo de fome.
Ei, voc�.
Tem planos para o Halloween?
Pode fantasiar de Bruce Wayne ou Jay Gatsby.
Eu realmente n�o pensei sobre isso.
Voc� j� foi a um baile � fantasia?
- Alguma not�cia sobre aquele velho? - Eu verifiquei.
Ningu�m com a sua descri��o foi levado para o Med.
E na central tamb�m n�o h� registro.
Isso n�o � bom.
O pr�dio estava vazio,
ent�o ele deve ter conseguido sair.
Para onde pode ter ido?
Procurei por ele no local.
Talvez voc� s� o tenha perdido.
Acho que n�o.
� como se ele n�o tivesse for�a para fugir.
Eu deveria ter levado ele para fora.
Se tivesse feito isso,
sua vitima poderia ter inalado fuma�a e morrido.
Disse que ele tossia.
Talvez foi levado para outro hospital.
Ou um vizinho o tenha levado.
Ele estava bem mal. Algu�m teria notado.
Pode ter pego uma carona.
Acontece o tempo todo,
principalmente quando todos est�o cheios.
Tudo bem, talvez eu...
ligue para alguns hospitais para ver se consigo localiz�-lo.
Todos na sala de reuni�es
para um an�ncio importante, por favor.
Mouch, use a sala comum.
Eu disse a sala de reuni�es.
Est� bem.
Mouch, qual � o seu grande an�ncio?
Vai voltar � dieta paleol�tica?
Estou quebrando a cabe�a h� uma semana
tentando achar o melhor jeito de ajudar Herrmann.
- Tentou perguntar para ele? - Claro que n�o, Cap.
Quando um amigo est� em momentos dif�ceis
voc� n�o pergunta como pode ajudar.
- Voc� s� vai l� e faz. - No que est� pensando?
E se pudermos ajudar os Herrmann
com uma vaquinha no Molly's?
Eu sei que � pedir muito �s pessoas,
com os turnos de todos sendo reduzidos
e a situa��o piorando muito, rumo ao desastre.
As pessoas t�m muitos problemas hoje em dia.
Dever�amos com certeza fazer isso.
Acho que � uma �tima ideia, Mouch.
- Voc� acha? - Claro que sim.
- Estou dentro. - Eu tamb�m.
Convidaremos todos que conhecemos.
Est� bem.
Estava mandando uma mensagem.
Voc� se lembrou de pegar os copos no Molly's?
Caramba. N�o.
Juro que se tiver que ouvir mais uma palestra
da Annabelle sobre o que os micropl�sticos
est�o fazendo ao planeta...
Tudo bem. Eu sei. Sinto muito.
Mas algo me chamou aten��o um pouco e...
Olha isso.
Fica a dois quarteir�es do nosso...
velho... velho lugar.
E vi que estavam mostrando uma casa.
Decidi dar uma olhada,
� uma casa antiga que precisa de reparos.
N�o d� para saber ao certo pelas fotos,
mas tem uma estrutura fant�stica.
O que voc� acha?
Eu acho...
que a poeira nem baixou ainda, para come�ar.
Digo, literalmente...
eles acabaram de retirar os destro�os.
E?
E eu...
E eu nem comecei a pensar
no que n�s vamos fazer.
N�s n�o tivemos uma conversa sequer
sobre se vamos reconstruir ou comprar outra casa,
ou quem sabe que outras op��es ter�amos?
- E voc� j� viu alguma casa? - Sei que parece um pouco r�pido.
� muito r�pido, Christopher.
Mas n�s n�o podemos ficar aqui para sempre.
Quem falou em ficar aqui?
Eu n�o estou falando s� deste lugar.
Eu estou falando de todo... sabe, esse...
esse limbo.
Todo mundo, sabe,
se preocupando com a gente o tempo todo.
E eu n�o posso suportar isso.
E eu j� estou de saco cheio de me sentir uma v�tima.
S� quero voltar a me sentir... normal.
E isto vai te ajudar a se sentir normal?
N�o precisa ser exatamente essa casa.
S� acho que quanto mais cedo n�s acharmos
e nos mudarmos para um lugar permanente,
mais cedo vamos nos livrar de todo esse...
isso � um pesadelo.
N�o d� simplesmente para se livrar de algo assim, Christopher.
Qual �? Voc� sabe o que eu estou querendo dizer.
N�o mesmo.
Batalh�o 51.
Esta � uma chamada do Centro Correcional Metropolitano
e ser� monitorada e gravada. Voc� aceita?
Sim, eu aceito.
Eu preciso falar com o Sal Vasquez.
Quem �?
Ray Vasquez, sou o pai dele.
- Vasquez. - Oi.
Telefone para voc�.
� o seu pai.
Que diabos est� fazendo?
Desculpe, mas n�o tive mais not�cias suas.
Isso n�o importa. N�o pode ligar para o meu trabalho.
Voc� n�o me deixou escolha.
Se n�o me ajudar nos pr�ximos dias, eu n�o vou poder sair daqui.
N�o.
Est� fazendo de novo.
E n�o vou te deixar me levar junto com voc�.
O nome me pareceu familiar, ent�o eu fui pesquisar.
Voc� se lembra daquele caso de mais ou menos seis anos atr�s?
O da Lindsay Belfort. Apareceu em todos notici�rios.
Foi morta na garagem pelo desequilibrado do ex-marido.
Era o Mark Bianchi. Eu me lembro disso.
O detetive plantou um monte de provas.
Arruinou todo o caso.
Era o Detetive Ray Vasquez.
Agora ele est� cumprindo pena de dez anos.
E ele est� ligando para o batalh�o por algum motivo.
Por que n�o liga para o celular do filho?
� como se ele...
quisesse causar um alvoro�o.
Ent�o o que vamos fazer?
Eu ainda n�o sei.
- Tudo bem? - Eu liguei para Lakeshore,
para o Chicago Memorial
e para 3 prontos-socorros perto do edif�cio residencial.
Ningu�m corresponde ao nosso desconhecido.
Estou prestes a ligar para lugares onde v�o idosos.
O bingo local tem telefone?
Bem, eu tenho algo melhor.
O n�mero da Leanne. Ela nos deu.
Quer agradecer ao bombeiro que a salvou.
Bem, � muito gentil,
mas n�o sei como isso pode nos ajudar.
Eles s�o vizinhos. Ela deve saber o nome dele.
E com isso poderemos seguir em frente.
- Sabe os nomes dos seus vizinhos? - Voc� n�o?
Eu gosto da minha privacidade. � algum crime?
Leanne recebeu alta do Med. Ela aguarda sua liga��o.
E a�, Mouch, isso a� � o panfleto
da vaquinha para o Herrmann?
Rec�m sa�do do forno.
Eu ia lotar a academia com ele.
N�o.
O que foi?
� a pra�a p�blica proverbial do CBM.
N�o, estou falando da data, Mouch.
N�o d� pra fazer na sexta. � Halloween.
Que tal s�bado, domingo, ou literalmente qualquer outro dia?
Sexta � nosso dia de folga,
e todos os bares do bairro v�o estar fechados
por causa da festa de rua.
O qu�?
N�o me diga que vai me deixar na m�o.
N�o, n�o vou te deixar na m�o.
� que... � Halloween.
� importante para algumas pessoas.
Ent�o, se quer ter um bom p�blico,
ent�o precisa dar ao povo o que ele quer.
Estou ouvindo.
Uma festa � fantasia.
N�o tem outra op��o.
N�o sei...
Isso parece um pouco indigno.
Podemos deixar super digno.
E se eu ficar respons�vel pela organiza��o?
Estou falando de decora��o, petiscos, o que quiser.
E voc� s� precisa aparecer.
Que tal?
Eu digo...
vamos fazer uma festa � fantasia.
Caminh�o 81, carro-pipa 51,
- Vamos. - Esquadr�o 3, Ambul�ncia 61.
Pessoa ca�da.
Que lugar � esse?
Sem placa. Precisamos verificar a propriedade.
Pessoal, e aquele carro?
Onde est� o motorista?
Vamos nos espalhar e dar uma olhada por a�.
Kidd, Vasquez, olhem o lado Delta.
Mouch, sua unidade fica com o lado Bravo.
Ficamos com a doca.
- Entendido. 51. - Entendido.
- Ballard. - Entendido.
Certo. Vai por ali.
- Eu vou por aqui. - Entendido.
Achei uma v�tima no lado Delta.
Vou lev�-lo para a ambul�ncia.
Entendido.
Ol�, senhor.
Consegue me ouvir?
Vou tirar voc� daqui.
Que droga � essa?
PERIGO RISCO DE INALA��O DE FOSG�NIO
Coloquem as m�scaras.
Coloquem as m�scaras!
Recuem.
Poss�vel situa��o de materiais perigosos.
G�s fosg�nio.
Entendido, tenente.
Central, precisamos de uma equipe da Hazmat
na Rua 16 Oeste, n�mero 1547, imediatamente.
Entendido, Caminh�o 81.
Enviando a Hazmat e unidades adicionais agora.
Tenente!
- Stella, est� me ouvindo? - Tenente!
Eu cuido dela.
Cruz, pegue a v�tima.
Deixa comigo.
Vasquez, feche essa porta e saia imediatamente.
N�o quero que o vazamento se espalhe
antes que a Hazmat chegue.
Estou indo.
Ambul�ncia 61, temos a Tenente Kidd
e uma v�tima inconscientes,
expostas a g�s fosg�nio a caminho da�.
Entendido.
Vamos tirar voc� daqui.
Droga!
Vamos coloc�-la de lado.
- Ela est� respirando. - Entendido.
Stella?
Certo. No tr�s. 1, 2, 3.
Vamos limp�-la com �gua est�ril e colocar no oxig�nio.
CUIDADO PRODU��O DE FOSG�NIO
- �timo. Certo, muito bem. - Voc� est� bem, querida.
Estamos aqui, Stella. S� vamos coloc�-la no oxig�nio.
Os pulm�es est�o limpos.
- Quanto tempo at� a Hazmat chegar? - Tr�s minutos.
Seu oxig�nio est� quase voltando ao normal.
Voc� saiu bem na hora.
A Hazmat disse que o fosg�nio n�o saiu do per�metro.
�timo.
Deveria ficar em observa��o no hospital.
- Estou bem. - Voc� vai.
Vou tirar o caminh�o de opera��o pelo resto do turno.
Tenente?
Voc� est� bem?
Sim. Estou.
Est� tudo bem?
Eu n�o deveria ter me afastado tanto. Eu...
Eu mandei que voc� fosse verificar o outro pr�dio.
Sim, eu sei, mas...
Que bom que est� bem.
Devia ter pegado um p�ssaro. Conhe�o um taxidermista.
Sem chance. Aquilo era bizarro.
Aparentemente, era uma f�brica de pl�stico.
O alarme de g�s da f�brica estava com defeito,
ent�o o t�cnico de plant�o veio, pensando que era um alarme falso.
Os m�dicos acham que ele n�o resistir�.
- O que est� fazendo aqui de novo? - Posso falar com voc�?
Claro.
Est� tudo bem?
Fiquei sabendo dessa vaquinha que voc� est� organizando.
Eu te disse hoje de manh�. N�s estamos bem.
- Est� tudo sob controle. - Eu sei que est�.
E entendo que n�o quer se sentir como um pobre coitado,
- mas n�o � disso que se trata. - � exatamente disso que se trata.
N�o, n�o � s� isso.
Sei que voc� n�o quer ser um fardo para ningu�m,
mas ver voc�s passando por isso
e sentir que n�o podemos fazer nada,
irm�o, isso sim � um fardo.
Apenas nos deixe fazer essa pequena gentileza, Herrmann.
Estar� nos fazendo um favor tamb�m.
Certo, fa�a essa maldita vaquinha se isso o fizer se sentir melhor.
S� n�o convide o mundo inteiro, est� bem?
- S� a fam�lia. - Com certeza.
E eu n�o vou aparecer.
Isso s� vai fazer com que pare�a uma festa de piedade.
Como voc� quiser.
Certo. Tudo bem.
Sr. Cruz? Leanne.
Eu me lembro. E pode me chamar de Joe.
Como est� o...
� estranho, mas n�o sinto nada. Meu pai diz que sou cabe�a-dura.
Isso veio a calhar.
S�o brownies do Halloran's.
N�o sei o que que se d� a algu�m por salvar a sua vida.
Brownies s�o �timos, mas n�o posso levar todo o cr�dito.
Eu sei. S�o para todos aqui.
N�o. � que teve outra pessoa que ajudou a tirar voc� de l�.
Tenho tentado localiz�-lo para saber se ele est� bem.
- Acho que ele � seu vizinho. - S�rio? Sabe o nome dele?
Eu esperava que pudesse me dizer. Um senhor, casa dos setenta anos...
usa um cilindro de oxig�nio.
N�o me parece ningu�m deste pr�dio.
Tem certeza?
Estou l� desde a reforma. A maioria tem a minha idade.
Pareceu que ele a conhecia.
Me desculpe. De verdade. Queria poder ajudar.
Bem, ele vai aparecer.
E, obrigado pelos brownies.
- Tchau. - Se cuide.
- Oi, Tenente. - Oi.
Como foi no Med?
Recebi alta, ent�o volto no pr�ximo turno.
- Agrade�o a preocupa��o. - Sim. � claro.
Olha, eu gosto de manter as coisas transparentes.
Ent�o, aquela liga��o que recebeu mais cedo...
Sim, eu...
Me desculpe. Eu pe�o perd�o por aquilo.
N�o precisa.
N�o, eu s� ia dizer, se tiver algo acontecendo
- e quiser conversar... - N�o, eu vou resolver.
N�o vai acontecer de novo,
tipo, nunca.
Olha, odeio pedir outro favor a voc�,
mas a pris�o n�o me colocar� na lista de amanh�.
- N�o consegue ir semana que vem? - N�o. Tenho que ir amanh�.
Cara, vai com calma. Seja direto.
O que est� acontecendo?
Voc� precisa ser mais honesto comigo se quer a minha ajuda.
Tudo bem.
Tudo bem.
Meu pai me pediu um favor.
Ele acha que se o marido de Lindsay Belfort depuser
na audi�ncia de condicional ir� solt�-lo.
O marido dela, tipo, o vi�vo?
- Sim. - Por que ele faria isso?
O assassino se safou pois seu pai plantou provas.
E o caso acabou arruinado.
� um pouco mais complicado que isso.
Olha, meu pai quer que eu fale com o marido da Belfort,
ou vi�vo, sabe, e explique que tudo o que ele fez,
foi visando justi�a pra Lindsay.
Voc� n�o vai fazer isso, n�?
- Reviver toda essa dor? - N�o.
N�o, � claro que n�o.
Eu s�... preciso ver o meu pai pessoalmente.
Convenc�-lo a esquecer isso e ficar longe do meu batalh�o, cara.
Droga.
Finch, qual �, cara. Por favor?
Um �ltimo favor.
Voc� n�o vai surtar de novo, certo,
como fez na academia?
Que pergunta mais sem no��o.
T�, cara. Eu arranjo sua entrada.
Meu Deus, que frustrante.
Eu n�o sei, gente. Eu sei que o desconhecido n�o mora l�.
Liguei para o dono. Verifiquei duas vezes.
Ele n�o alugou para maiores de 40.
Isso me parece discrimina��o et�ria.
Isso � ilegal.
Isso n�o � importante agora.
Bem, deveria ser. Voc� n�o � mais um garoto.
Quer testar isso?
Certo, pessoal, podemos focar, por favor?
Talvez ele estivesse visitando algu�m.
- Perguntou sobre isso? - Sim, e ele perguntou por a�,
mas ningu�m encaixava na descri��o.
Uma das unidades que limpei estava vaga.
Talvez ele estivesse l�.
Acha que vov� morava l� ilegalmente?
Os idosos tamb�m cometem crimes.
Era um belo edif�cio. Algu�m teria notado.
- O qu�? - Aquele pr�dio foi reformado.
Sim. E da�?
Agora sei porque parecia t�o familiar.
Acho que posso achar o desconhecido.
Vai nos deixar no limbo?
Quero ter certeza primeiro, mas aviso se encontrar.
Recebi sua mensagem, obviamente.
- Louco, n�o �? - Sim.
Voc� pode olhar diretamente para uma coisa
e ainda assim ela n�o parecer real.
Bem, o que estamos fazendo aqui?
Voc� vai me convencer a reconstruir ou...
N�o vou tentar te convencer de nada, Christopher.
Est� bem.
Est� bem.
Mas reconstruir aqui � o que voc� quer, n�o �?
N�o sei.
Vou te dizer o que n�o quero.
N�o quero sair correndo e comprar um fixador de baixa qualidade
e fingir que isso nunca aconteceu.
Eu sei.
Nem eu.
S�rio?
Claro.
Eu sei que foi uma ideia idiota.
Uma das mais idiotas dos �ltimos tempos.
Mas isso...
Tudo o que consigo ver agora s�o dois anos de dores de cabe�a,
sofrimento e sabe Deus o que mais.
Brigas com o empreiteiro e a companhia hipotec�ria...
Est� bem, est� bem.
Entendo.
S� estou dizendo.
Poder�amos nos poupar de um grande aborrecimento se n�o o fiz�ssemos,
eu acho.
Mas acho que n�o d� para evitar a dor de cabe�a,
n�o importa o que fa�amos.
- Droga. - O que foi?
Esqueci de pegar aqueles copos no Molly's.
N�o vou fazer isso.
Eu fiz muito por voc�,
mas isso vai muito al�m.
Desde a academia,
tudo que ou�o � "ei, garoto, voc� � parente daquele Vasquez?"
Estou cansado disso.
J� estragou meus sonhos de ser policial.
N�o vou deixar me fazer ser demitido do 51� tamb�m.
N�o sou a raz�o pela qual voc� est� enroscado com CBM.
A verdade � que sou a �nica raz�o pela qual voc� ainda tem o emprego.
Sal, olhe para mim.
Eu sempre cuidei de voc�, desde que era crian�a.
Voc� acha que pararia porque estou trancado em uma jaula?
Isso n�o � nada.
Seu comiss�rio e eu temos um amigo em comum na pol�cia.
Voc� me disse que queria ser bombeiro.
Liguei para ele
e cobrei um favor que ele me devia.
Qual o nome dele?
Ele � o tipo de cara com influ�ncia
para levar voc� ao melhor corpo de bombeiros da cidade.
Sim.
Pense nele como uma extens�o de mim.
Estou apenas garantindo que tudo corra bem para voc�.
N�o preciso da sua ajuda.
Ou�a, filho, eu sei que o nome Vasquez
virou um fardo para voc�, para nossa fam�lia.
E eu quero consertar isso.
O que estou pedindo para voc� fazer, � dif�cil.
Eu sei.
Mas isso tem que ser feito.
Preciso restaurar a integridade do nome da nossa fam�lia
e ajudar a fam�lia das v�timas de homic�dio a entender
por que eu fiz o que fiz.
N�o pode me ajudar com isso, como eu te ajudei?
Bem, n�o � digno,
mas n�o se pode discutir o traje, barman?
N�o, n�o pode.
Normalmente, estaria preocupado do comandante nos fechar,
mas acho que � ele na fantasia do P� Grande.
N�o ficaria surpresa. Metade do CBM est� aqui.
Ainda n�o vi Vasquez, voc� viu?
N�o vai poder vir. Mandou-me SMS mais cedo,
mas ele depositou uma doa��o bem generosa.
Bem, isso que � importante.
Oi! Espere. Essa � a fantasia que voc� n�o parou de falar por uma semana?
Claro que sim.
Sou uma sensei.
O que acha?
Sabe, estava esperando algo um pouco mais picante.
Bem, sabe o que dizem. O c�rebro � o �rg�o mais sexy.
S� estou brincando. � um quimono que rasga f�cil.
� meu traje p�s-meia noite.
Certo, eu j� volto.
Certo, Cruz.
Eis o que encontrei.
- Sobre o desconhecido? - Quando Capp falou sem-teto,
fez-me lembrar que atendi um chamado nesse pr�dio antes da reforma,
e havia um idoso cujo tanque de oxig�nio estava baixo.
Percebi que parecia muito o cara que voc� descreveu.
Violet, � ele! Esse � o cara que eu vi!
Daniel Grady.
- Voc� o encontrou. - Certo. Foi o que pensei.
Verifique a papelada.
Relat�rio do legista?
Daniel Grady morreu de enfisema h� tr�s anos.
L� se vai minha teoria.
Deus, que estranho. Eu juro que ele � igual ao cara que eu vi.
Talvez fosse.
O qu�? Voc� acha que � um fantasma?
Voc� foi o �nico que viu.
Seu desconhecido estava no oxig�nio. Esse Grady tinha enfisema.
Eu... N�o.
Por favor n�o diga que acredita nisso. Fantasmas?
Eis o que eu sei. Todos sa�ram bem de l�.
O desconhecido n�o apareceu no hospital.
Ent�o se ele for real, estou confiante que ele esteja bem,
- voc� pode se libertar da culpa. - Se ele for real?
Leanne n�o mora no apartamento K?
Sim. Por qu�?
� onde Grady morava.
Certo.
Acho que voc�s est�o muito no esp�rito do Halloween.
Todo bombeiro tem ao menos um chamado que n�o pode explicar.
Talvez esse seja o seu.
Dev�amos ter combinado algo.
Essas fantasias s�o �timas.
Combinamos. S� levou duas horas.
Tempo bem gasto.
Isaiah ficou �timo em sua fantasia de minhoca.
E eu n�o tinha ideia que voc� era t�o bom com pintura facial.
Obrigado, pessoal.
Tudo bem, serei r�pido e agrad�vel.
Eu s� queria agradecer a todos por apoiarem a fam�lia Herrmann.
Herrmann e eu somos amigos h� muito tempo.
E aquele cara tem me apoiado
e salvado minha vida mais vezes que posso contar.
E sei que n�o estou s�.
Herrmann tem sido amigo de tantas pessoas
neste departamento, nesta cidade.
E se precisam de prova disso,
olhem em volta deste incr�vel show de apoio,
generosidade e amor.
De qualquer forma, sei que esse dinheiro n�o consertar� tudo,
mas talvez seja um come�o.
Ao meu amigo Herrmann.
Ao Herrmann!
- Ao Herrmann! - Ao Herrmann!
Sim!
M�E DE DOIS BRUTALMENTE ASSASSINADA DENTRO DA CASA DA FAM�LIA
AUTORIDADES N�O REVELARAM QUALQUER DETALHE SOBRE A CONEX�O...
BELFORT DEIXOU MARIDO, CLIFF, E DOIS FILHOS PEQUENOS, HALEY E GUS.
ENDERE�O E TELEFONE DE CLIFF BELFORT
Enquanto alguns fantasmas d�o uma ajuda, outros voltam para assombrar...
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