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Zulu
Desculpe.
Madame, vim me despedir.
Preciso resolver algumas coisas.
Voc� prometeu me levar junto.
Infelizmente, � imposs�vel.
- Voc� prometeu. - N�o ignorarei os rumores sobre voc�,
n�o seria certo deix�-la aparecer no Palais-Royal.
N�o posso calar as difama��es de que Paris se deleita,
dado o mundo f�til em que vivemos.
Por favor, n�o fique triste.
Pense o quanto devo am�-la
para suportar tudo isso.
MERTEUIL: JOGOS DE SEDU��O
Senti tanto a sua falta.
Nem Brissac nem Soubise percebem
a dimens�o do desastre que nos aguarda.
Sei como derrotar os ingleses na Am�rica.
Tenho toda a estrat�gia aqui.
Mas nossos generais
se interessam mais por intrigas de corte...
Ela respondeu.
Madame, sei o quanto a decepcionei.
Mas minha maior desgra�a � que me odeia,
quando preciso de sua ajuda.
Minha ajuda?
E por que eu a ajudaria?
Voc� me humilhou na casa de Gercourt.
E agora toda Paris me vira as costas.
E ainda assim veio.
Continuou me atormentando com cartas.
Madame... eu lhe prometo.
N�o descansarei at� reverter esta situa��o.
J� que Paris n�o nos quer,
quero traz�-la at� aqui.
Quero dar uma festa.
Que ideia encantadora.
Tenho um castelo e um nome.
Mas me falta o conhecimento do mundo.
Ajude-me a atrair a aristocracia e conquistar respeito.
Farei voc� brilhar. E n�o serei mais uma mancha em sua reputa��o.
Mas est� esquecendo um detalhe essencial:
Seu marido.
Cuide de Gercourt e da aristocracia.
Eu cuidarei do meu marido.
E se organiz�ssemos uma grande festa
para homenagear nossos soldados na Am�rica?
Para arrecadar dinheiro para eles.
Poder�amos receber cem convidados em sua antiga abadia.
Transformar�amos o local num sal�o magn�fico.
Imploro, senhor,
sinto-me completamente impotente.
Voc� tem iniciativa,
e a parabenizo por isso...
Mas, embora ache sua estrat�gia excelente,
seu senso t�tico � deplor�vel.
Uma festa seria in�til.
A Am�rica Francesa precisa de soldados.
Seria loucura convidar
cem socialites que viriam apenas pelo vinho e a m�sica.
Talvez eu seja um pouco ing�nua, meu amor.
Mas essa ideia tinha um m�rito.
Fazer voc� parecer, aos olhos de Paris,
o grande campe�o indiscut�vel da causa americana.
� s� uma quest�o de apar�ncia, mas...
no mundo f�til em que vivemos...
Muito bem.
Vamos pensar grande, meu amor.
"Senhor e senhora de la Courtili�re,
Visconde de Pressal�
e Madame Paco de Fouch�,
Pen�lope Maison-Couronne."
Conde de Gercourt.
SENHOR MARQU�S DE MERTEUIL SENHORA MARQUESA DE MERTEUIL
T�M O PRAZER DE CONVID�-LO PARA UMA FESTA
EM APOIO �S NOSSAS TROPAS NA NOVA FRAN�A.
Minha querida tia, ouvi dizer que est� por tr�s da festa de Merteuil.
Que al�vio saber que s�o amigas de novo.
Voc� a v� com frequ�ncia?
S�bastien.
Ela continua t�o bela quanto antes?
Ela fala de mim?
Voc� est� me cansando, meu sobrinho.
Meu amor por ela � sincero...
enquanto o seu � movido por interesse.
Como n�o recebi meu convite, pensei que quisesse entreg�-lo em m�os.
Voc� n�o est� convidado.
Ousaria isso?
Preciso lembr�-lo de seu comportamento na casa de Gercourt?
E ainda assim imagino que ele est� em sua lista.
Gercourt � nossa pe�a principal.
Quando teve a chance de destru�-lo,
voc� hesitou.
Para limpar minha honra e a de sua querida Isabelle,
sou obrigada a garantir que ele venha.
Voc� me mortifica.
Ao menos seus erros n�o afetam sua fortuna ou reputa��o.
Saia agora, se quiser.
Querida Madame de Rosemonde, amiga,
parece que Gercourt usou sua influ�ncia para afastar a nobreza da festa.
Recebi apenas respostas negativas aos meus convites.
- N�o poderei comparecer... - ...Conde de la Barthe.
Gercourt pretende vingar-se humilhando-nos profundamente.
- Madame Galland de... - N�o poderemos ir � festa do dia 21...
...Aymar de Montesquiou...
Mais do que nunca, preciso de sua ajuda.
Se meu marido descobrir o esc�ndalo que nos aguarda,
creio que � capaz de tudo.
ADAPTA��O | REVIS�O | SINCRONIA: E-MAIL | loschulosteam@gmail.com
Para a marquesa.
Obrigada.
O que �?
� seu primo, o duque de Coss�.
E ent�o?
SEM A NOSSA PRESEN�A
Ele vir�.
Estou encantado!
Mas continue lendo!
"Madame marquesa, meu querido primo.
Esta iniciativa � uma verdadeira prova do patriotismo do meu primo,
e me recorda o quanto prezo o la�o entre nossas fam�lias."
Pensei que ele desaprovasse nosso casamento.
Ele n�o perderia a chance de contribuir com causa t�o nobre.
Um brinde a ele. E � perfei��o de nosso casamento, meu amor.
E este vinho brilha melhor
Quando � servido por Madame... Gl�ria...
Derrotei o Palatinum,
mas n�o me esque�o de voc�.
Quando foi que fiz amor com voc� pela �ltima vez,
ousada marquesa?
N�o mais que hoje de manh�.
Hoje de manh�?
Isso foi h� um s�culo.
Nossos corpos foram feitos um para o outro.
Marqu�s, contenha-se...
� exatamente o que estou tentando fazer.
Voc� vai ver...
Um momento...
voc� vai ver...
vai ver, minha pequena...
Minha pequena Isabelle...
de Merteuil.
Vadia, maldita marquesa...
Voc� vai ver...
Est� rindo?
Voc� � pat�tico.
Vamos, vista-se.
Tia, que surpresa v�-la novamente t�o cedo.
Preciso de sua ajuda, S�bastien.
Veio em p�ssimo momento.
Vamos ao casamento da filha de um padeiro honesto,
que vamos transformar em orgia.
Ajude-me e levarei voc� at� Isabelle.
Faria isso por mim?
Posso garantir que ela o perdoar�.
Um desafio que quero enfrentar sozinho, sua ajuda tiraria meu m�rito.
Ainda assim, estou lhe oferecendo a chance de vingar-se de Gercourt.
Seu convidado de honra est� lhe causando problemas?
Ele pro�be que algu�m v� � festa da marquesa.
E voc� sabe o poder que ele tem quando decide ferir algu�m.
� verdade que nosso duelo merece revanche.
Diante de Paris...
diante de Isabelle.
Esta � nossa marquesa.
Ali, Gercourt...
E ali... nossa arma secreta.
Um convidado ilustre cuja influ�ncia poder� neutralizar Gercourt.
E que grande figura poderia cumprir esse papel?
O her�i de Fontenoy, por exemplo.
O conde de Antroches.
Ouvi dizer que est� com c�lera.
Est� morrendo.
- Que pena. - De fato.
E o duque de Royan?
O homem mais rico do reino.
Sua presen�a por si s� criaria um evento imposs�vel de ignorar.
Sobretudo porque esse homem riqu�ssimo
sempre preferiu cercar-se de "devedores eternos".
Uma verdadeira legi�o de parasitas, muitos deles libertinos,
que poderiam formar a base s�lida de nossa noite.
Mas ele nunca sai do castelo.
Como pretende atra�-lo?
Podemos mirar na filha dele,
Juliette de Royan, que ele deseja casar a qualquer custo.
Quer seduzir Juliette para pressionar o pai?
Se eu conseguir destruir sua inoc�ncia da forma mais espetacular...
Juliette n�o serviria mais para o matrim�nio.
Mas eu prometeria ao duque guardar segredo.
Depois disso, ele n�o me negaria nada.
Acrescente o belo nome dos Royan � sua lista de conquistas.
Por�m, o duque me conhece.
Minha reputa��o me precede e ele n�o me deixar� chegar perto da filha.
Ent�o precisamos recrutar.
O que sabe sobre ela?
Para compensar a falta de gra�a,
o pai a matriculou em aulas de m�sica.
Quer transform�-la em cantora talentosa.
Ent�o precisamos de um m�sico.
Um jovem bonito e sedutor.
Um Ad�nis de toque delicado.
Belo, nobre... e bem-dotado.
Deixe que eu o encontre.
Voc�. Venha.
Madame.
Como se chama?
Danceny... Cavaleiro de Danceny.
V� em frente.
Fa�a isso.
Venha.
Madame, serei breve.
A vergonha me consome e me impede at� de olhar para a senhora.
Temo ver em seus olhos o homem que fui ontem � noite.
Sei que nenhuma palavra, nenhum pedido de perd�o
pode compensar minha falha e minha inf�mia.
Mas espero poder reconquistar sua estima por meio das minhas a��es.
Parto para as Am�ricas,
para juntar-me �s nossas tropas, e voltarei
aben�oado com mem�rias gloriosas,
ressurgido para a minha honra
e, espero, para o seu amor.
Madame, parto imediatamente.
Adeus e at� breve.
Madame.
Ol�.
Volte para dentro agora mesmo!
Como ousa traz�-lo aqui?
Precisa ouvi-lo.
- Jamais! - Ele saber� enfrentar Gercourt.
A senhora n�o pode dispens�-lo.
Madame, s� quero servi-la.
Por mais que ajude, n�o far� parte da festa.
O que �...?
Espera uma visita?
Esta � Madame de Volanges, irm� do meu marido.
Madame.
"Meu querido marido,
escrevo-lhe sabendo que est� prestes a ir,
para agradecer por sua am�vel aten��o.
Gra�as a voc�, n�o estou s�.
Madame de Volanges, que convidou ao castelo,
� uma mulher encantadora
com quem tenho o maior prazer em discutir os preparativos da festa.
Em sua companhia e na de sua filha, redescobri o gosto por jogos,
o prazer juvenil de um jogo de cartas entre amigas."
Sa�de, meninas!
"N�o tenho d�vida de que lhe contou sobre a alegria que reina no castelo.
A presen�a de C�cile � ainda mais valiosa,
pois ela � uma musicista talentosa.
Minha amiga, Madame de Rosemonde, recomendou que eu convidasse m�sicos
para acompanhar C�cile.
Um jovem professor renomado, o Cavaleiro Danceny,
e Juliette, filha do Duque de Royan,
cujo pai aceitou deix�-la participar do encantador concerto
que embeleza nossa casa.
C�cile e Juliette logo se tornaram amigas.
Juliette � uma jovem ador�vel,
sua confian�a pode ser muito �til aos nossos planos.
Se seu pai se dignar a honrar nossa festa com sua presen�a,
sua riqueza e influ�ncia
bastar�o para colocar a Am�rica no centro de cada conversa.
Imaginar voc� enfrentando grandes perigos, espada em punho,
faz-me estremecer de admira��o,
e talvez de um sentimento ainda mais terno..."
Senhor? O oceano brilha com rajadas a at� 24 quil�metros a leste,
partir hoje seria imprudente.
E quando deseja partir?
Quando nossa Nova Fran�a for apenas uma curiosidade hist�rica?
O indom�vel Mississippi pertencer� aos audazes
e somente a eles, meu amigo.
Avance. Prepare-se.
Juliette � indiferente ao Danceny.
Enquanto C�cile e Danceny parecem atra�dos.
Nosso plano foi frustrado.
Danceny � t�mido demais.
Para algumas mulheres, beleza n�o basta... precisam de mais.
Um charme perverso, talvez?
Algo assim, sim.
Pois bem, tome a iniciativa.
J� que Danceny � t�mido,
conto com voc� para corromper Juliette.
A menos que essa encantadora jovem n�o seja o seu tipo.
Ah, sim, esqueci.
Sua reputa��o.
Sua felicidade vale bem mais que isso.
Ent�o leve Juliette para casa ap�s a sess�o.
Voc� parece diferente.
Sim?
Ser� que est� gr�vida?
De modo algum!
Madame, tenho alguma experi�ncia e...
� por isso que est� aqui, visconde.
Esperemos que essa "experi�ncia"
tenha algum efeito sobre Juliette.
No in�cio da primavera de 1731, Veneza estava radiante,
baladas e sonatas ecoavam de todas as casas.
A felicidade e a sabedoria pareciam se espalhar.
Como o vibrato de uma Mandolina.
O poeta diz que...
- a m�sica �... - Por favor, pare.
Bem...
Por que n�o guarda sua flauta
e pega seu trombone?
Perd�o, senhorita?
Por favor, pare!
Por que n�o colhe umas cantarelas?
Cantarelas nesta �poca do ano?
Sim, madame.
E ent�o?
O que vai fazer comigo que � t�o...
delicioso que eu n�o possa resistir a escrever-lhe uma carta ardente?
Uma carta com a qual poder� amea�ar meu pai,
for�ando-o a aceitar o convite de sua cara amiga, a marquesa?
A menos que...
obrigue o pobre Cavaleiro de Danceny a se lan�ar aos meus p�s?
Dito isso,
gosto da marquesa de Merteuil
e o senhor me diverte, visconde.
Posso pedir a meu pai que tente ir � sua festa.
Mesmo?
Ainda mais porque...
eu poderia ter dito isso depois de desfrutar de seus encantos.
Est� delicioso, madame.
Como posso agradecer por sua gentil hospitalidade?
N�o precisa agradecer, senhorita.
Recebi uma carta do marqu�s esta manh�.
Sabia que meu irm�o devia zarpar ontem?
Que jornada fascinante.
Uma tempestade o fez voltar ao porto
ap�s poucas horas de navega��o.
Assim, poder� ter o imenso prazer
de ver seu corajoso marido muito antes do esperado.
E o que acha do seu professor?
Cavaleiro Danceny.
Ele � muito...
Muito?
- S�rio? - Sim.
A senhorita parece muito aplicada.
Foram feitos para se entender.
ARTEM�SIA
Sim?
Meu caro visconde.
Que boas novas me traz?
Outra onda de respostas positivas, e tamb�m uma palavra do duque de Royan.
Espero que ele n�o volte atr�s...
Isabelle?
O que fez?
Isabelle...
Estou aqui.
- Saia! Eu disse para sair! - Mas...
Saia!
Est� feito.
Vamos esquecer isso,
voltemos ao assunto.
Venha.
"Meu querido irm�o,
a gravidade da situa��o obriga-me a escrever-lhe uma carta.
Tenho recebido informa��es preocupantes
sobre sua esposa e o visconde de Valmont.
As tramas constantes deles podem manchar sua reputa��o."
SENHOR MARQU�S DE MERTEUIL
E a carta de Royan?
A bolsa de Amsterd� desabou,
o duque pede desculpas, mas n�o poder� vir.
Prometeu vir, e vir�.
Juliette estar� presente.
Devemos for��-lo a escolher a filha em vez dos neg�cios.
Precisa descansar.
Sua determina��o inspira admira��o.
Mas at� o soldado mais bravo n�o se envergonha de descansar
quando est� ferido.
E que mulher n�o supera o soldado?
Que mulher n�o se acostuma com o sangue desde cedo?
Com a dor?
Vamos, visconde, n�o se deixe impressionar.
Vamos recome�ar.
Qu�o cego pode ser um pai?
O que quer dizer?
Royan n�o ouve a filha cantar como n�s ouvimos.
Isso n�o quer dizer que seja surdo.
O ponto alto da noite...
deve ser uma apresenta��o musical.
Algo que orgulhe um pai, por exemplo.
Mas Juliette?
Juliette?
Duvido que ela n�o perceba a pr�pria falta de talento.
Tudo se resume a apar�ncia...
encena��o... manobras.
Isabelle?
Boa noite.
Madame de Fourcy, que prazer receb�-la. Como est�?
Excelente, muito obrigada.
E seu querido filho, ainda completando o Grand Tour?
Sim.
Memorizou tudo?
� confuso, deu-me tantos nomes para decorar...
N�o tem o direito de errar.
Royan est� vindo, tudo depende disso.
Senhoras e senhores!
Por favor, acomodem-se, o concerto vai come�ar.
� uma pe�a do Cavaleiro Danceny.
O duque de Royan! Por favor, deem passagem.
Ela ao menos sabe cantar?
Muito obrigada!
Gra�as ao Cavaleiro e � marquesa de Merteuil.
Obrigada, marquesa, por esta noite sublime.
Tudo foi maravilhoso.
Quem diria que ela cantava t�o bem?
Ela nos ouviu!
Obrigada, visconde.
Pelo qu�?
Sabe perfeitamente ao que me refiro.
Asseguro-lhe, marquesa: De modo algum.
Nunca se deve duvidar de um filho.
Madame, se eu puder ajudar...
Meu marido est� retido no porto de Saint-Argonne,
de onde partir� para a Am�rica.
Quer que o marqu�s zarpe o quanto antes?
Escreverei amanh�.
Pode faz�-lo hoje?
Honra e gl�ria ao bravo marqu�s de Merteuil!
Muito obrigada.
Sinto muito.
Sou o conde de Gercourt.
C�cile de Volanges.
Meu anjo! Onde esteve?
Sua filha cai do c�u diante de mim e a senhora aparece logo ap�s.
Hoje sou o homem mais sortudo do mundo.
Meu caro conde.
Veio mesmo.
Pode-se dizer que n�o me deixou escolha.
T�o nobre causa...
t�o espl�ndida festa...
Meus amigos mais pr�ximos.
O duque de Royan... e voc�, minha cara.
Mas disseram-me que n�o viria.
Sabe melhor do que ningu�m que n�o se deve dar ouvidos a boatos.
Talvez, mas eles ainda encontram meios de me prejudicar.
Mas estou certa de que sua presen�a os silenciar� de vez.
- Madame! - Meu caro conde.
Estou t�o envergonhada.
E por qu�, madame?
Ora, cheguei tarde para cumpriment�-lo.
E eu apenas me atrasei.
Mas isso n�o o deixa constrangido, deixa?
N�o, madame. Preciso de mais que isso para me constranger.
Nosso primeiro encontro, creio.
Nem mesmo isso.
Vou surpreend�-la, madame. H� um pequeno prazer que prezo muito.
Perceber que subestimei algu�m
e ser surpreendido pelo que essa pessoa �.
Madame, v�-la t�o radiante hoje...
me alegra profundamente.
Creio que nos veremos com frequ�ncia.
Bem-vinda ao delicioso inferno da alta sociedade.
Senhoras...
� um triunfo.
At� meus inimigos beijam minha m�o.
Ontem, �ramos desprezadas.
Aproveite, Isabelle...
Amanh�, j� seremos alvos.
MADAME, SEUS DOTES COMO ANFITRI� ILUMINAM A DELICADEZA DE NOSSAS TROCAS.
Foram colhidas esta manh� a pedido do conde de Gercourt.
C�CILE DE VOLANGES
Eu sabia!
Que homem delicado.
Minha filha!
Estou t�o orgulhosa de voc�!
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