All language subtitles for Cancer - The Forbidden Cures - Mazzucco

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Original subtitles

TRADU��O E LEGENDAGEM: www.NOVACOMUNIDADE.org www.MDDVTM.org/educacao

CANCRO AS CURAS PROIBIDAS

Parte 1 MEDICINA OFICIAL

20000 pessoas morrem de cancro todos os dias.

Isto traduz-se em 8 milh�es de mortes por ano,

meio milh�o dos quais s�o Americanos.

No inicio do s�culo passado uma pessoa em 20 tinha cancro.

Nos anos 1940 era uma em cada 16.

Nos anos 1970 era uma em cada 10.

Hoje uma pessoa em cada 3 tem cancro no percurso da sua vida.

Mais de um milh�o de Americanos s�o diagnosticados com um novo cancro a cada ano.

Todas essas pessoas mergulham de repente num t�nel escuro

que mudar� dramaticamente a sua vida por muitos anos.

Perante uma corrente aparentemente intermin�vel de testes m�dicos, exames, segundas opini�es,

medica��es, novos testes, opera��es cir�rgicas, psic�logos, testes de controlo,

eles v�o-se encontrar completamente � merc� da doen�a.

Enquanto est�o nesse t�nel cada paciente alimenta um imenso aparelho m�dico

que emprega centenas de milhares de pessoas

e gera milh�es e milh�es de d�lares para as industrias m�dicas e farmac�uticas.

Desde os laborat�rios de pesquisa �s escolas m�dicas, desde cl�nicas de preven��o ao mercado mundial de medicamentos,

hoje o aparelho m�dico do cancro � t�o grande e caro

que precisa dos pacientes para poder sobreviver, tanto quanto os pacientes precisam do aparelho.

O cancro � um grande neg�cio, um dos maiores.

O t�pico paciente de cancro gasta pelo menos 50000 d�lares para tratar a sua doen�a.

Com um milh�o de novos pacientes americanos de cancro por ano

isso traduz-se em 50 bili�es de d�lares anualmente gastos em tratamentos de cancro nos Estados Unidos.

Mas para a oncologia moderna o cancro continua um mist�rio.

O que h� um s�culo atr�s eram aparelhos mec�nicos capazes de levantar apenas alguns metros do ch�o

hoje tornaram-se jactos sofisticados capazes de alcan�ar alturas incr�veis

a tr�s vezes a velocidade do som.

O que h� um s�culo atr�s era o ranger do tel�grafo sobre alguns cabos sussurrantes

hoje tornou-se numa rede global de fibra �ptica onde milh�es de pessoas

trocam informa��o em todas as direc��es poss�veis.

O que h� um s�culo atr�s era ainda um planeta relativamente desconhecido

hoje � vis�vel de dia e de noite e tem sido explorado numa extens�o

que podemos visitar em cada longitude e latitude nos computadores em nossas casas.

A �nica coisa que n�o mudou nos �ltimos cem anos

� a aparente incapacidade da ci�ncia m�dica para compreender e vencer

uma doen�a como o cancro. Porque?

A TEORIA OFICIAL mant�m que o cancro � um problema que tem origem na c�lula humana.

O cancro � um grupo de mais de uma centena de doen�as caracterizadas

por um anormal e incontrol�vel crescimento de c�lulas humanas.

O cancro � por vezes uma doen�a fatal causada pelo anormal crescimento e divis�o das c�lulas.

Enquanto as c�lulas normais t�m paredes e n�cleo bem definidos,

o crescimento incontrol�vel nas c�lulas cancerosas leva � cria��o de

tecido anormal e desestruturado conhecido por tumor neopl�sico.

Muitas mortes relacionadas ao c�ncer s�o devido � met�stase,

c�lulas malignas que penetram no sistema circulat�rio

e estabelecem col�nias noutras partes do corpo.

Como e onde as c�lulas migrantes param

difere em diferentes tipos de c�ncer.

Quando as c�lulas tumorais j� n�o se deslocam

podem come�ar o processo de forma��o de novo tumor

saindo dos vasos sangu�neos e come�ando a reproduzir-se no novo local.

Se o novo ambiente � adequado as novas c�lulas rec�m-chegadas

come�ar�o a crescer e a desenvolver um novo tumor.

Esta teoria oficial, tamb�m chamada de teoria molecular,

� praticamente a mesma que foi formulada h� mais de 50 anos atr�s.

O c�ncer come�a como um desvio no crescimento duma c�lula normal

que � prejudicial e incontrol�vel.

Se as c�lulas anormais crescem lentamente ao longo de uma �rea limitada

s�o chamados de tumores benignos.

Se as c�lulas se espalham para outras partes do corpo

elas constituem um tumor maligno, um que � canceroso.

C�lulas de crescimento maligno penetram e viajam atrav�s da corrente sangu�nea

para outras partes do corpo.

Ali podem iniciar o crescimento dum novo c�ncer.

Nos �ltimos 50 anos a procura da causa do c�ncer nas c�lulas humanas

foi empurrada para al�m da imagina��o de qualquer um.

Hoje os mais avan�ados laborat�rios trabalham diretamente sobre o genoma humano

para identificar os genes que parecem ser respons�veis

de acordo com alguns cientistas, pelos v�rios tipos de c�ncer.

Isso abre a porta para um cen�rio de sonho para a ind�stria farmac�utica

em dire��o a um mundo onde cada paciente precisaria duma cura personalizada

� medida das suas pr�prias necessidades.

Um milh�o de novos pacientes cada ano,

um milh�o de novos medicamentos para cada um deles.

O que queremos fazer � corresponder a doen�a com a cura

ou com o tratamento paliativo, ou o que seja...

utilizando as ferramentas do genoma.

� nisso que todo o mundo do cancro se vai concentrar durante muito tempo.

A quest�o da supera��o da barreira para a cura n�o � uma quest�o come�ando com "se"

� uma quest�o come�ando com "quando".

No entanto, ningu�m foi capaz de demonstrar que a teoria oficial est� correta

e que a origem do c�ncer � na verdade de natureza gen�tica.

Tem havido grandes avan�os na detec��o, preven��o e tratamento do c�ncer.

Mas os mecanismos que desencadeiam o desenvolvimento de c�lulas malignas

ainda n�o s�o completamente entendidos.

Enquanto isso as estat�sticas parecem apenas piorar.

Perdemos a guerra contra o cancro.

Desde os anos 50 que o resultado para a maioria dos pacientes com c�ncer continua o mesmo:

uma chance em tr�s de viver cinco anos ap�s o diagn�stico usando as terapias convencionais:

cirurgia, radia��o, quimioterapia.

A realidade � que, hoje, dois em cada tr�s pacientes americanos com c�ncer

morrer�o antes de cinco anos.

Apesar de tais resultados a oncologia oficial continua a impor aos pacientes

as tr�s �nicas terapias que foram autorizadas nos �ltimos cem anos:

cirurgia,

quimioterapia,

e radioterapia.

E dois dos tr�s s�o na verdade cancer�genos.

A cirurgia � a t�cnica mais antiga e a mais bem sucedida das tr�s.

Mas a cirurgia s� � �til quando o c�ncer est� localizado, na minoria dos casos.

Os pacientes tamb�m temem os efeito secund�rios perigosos da radia��o.

Um deles � que a radia��o pode, na verdade, causar cancro.

O uso de radia��o permanece controversa mesmo nos c�rculos m�dicos.

Por mais que trabalh�ssemos com ela, por exemplo num problema de matem�tica,

ela n�o conseguia compreender.

Demoro muito tempo para fazer os trabalhos de casa.

Parte do c�rebro da Elizabeth estava...

j� l� n�o estava... devido � radia��o

que destruiu aquela parte do c�rebro.

Por conseguinte a parte do c�rebro respons�vel pela mem�ria desapareceu.

A quimioterapia � desenhada para matar as c�lulas cancerosas no organismo.

� no entanto altamente t�xica e tamb�m mata c�lulas saud�veis.

Hoje a quimioterapia � muitas vezes prescrita em combina��o com cirurgia e radioterapia.

A quimioterapia t�pica causa de certeza fadiga.

� risco de doen�a mas hoje existem bons medicamentos anti doen�a que podem controlar.

A quimioterapia muito frequentemente causa altera��es no paladar e pode causar boca seca.

O primeiro efeito colateral que muitas pessoas perguntam � sobre a perda de cabelo.

Na verdade, muitos medicamentos quimioterapeuticos s�o cancer�genos.

Conhecido como sendo cancer�geno

Conhecido como sendo cancer�geno

Conhecido como sendo cancer�geno

A sua toxicidade � t�o alta que todos os funcion�rios que lidam com eles

devem observar regras de seguran�a rigorosas.

Os seus desperd�cios exigem a destrui��o completa

e a incinera��o de qualquer objeto que entre em contato com eles.

Algumas destas subst�ncias permanecem parcialmente t�xicas

mesmo depois da incinera��o a mais de 1.000 graus Celsius.

Mas h� algo de novo sobre a quimioterapia que foi encontrado recentemente.

Muitas mulheres que recebem quimio para o c�ncer de mama

falam sobre mudan�as perturbadoras de mem�ria e capacidade de concentra��o.

Pesquisadores da Universidade do Michigan Comprehensive Cancer Center

consideram este fen�meno muito real.

As mulheres queixam-se de altera��es cognitivas

que ocorreram durante o tempo que foram tratadas para c�ncer de mama.

E foi cunhado o termo "quimio-c�rebro"

e � usado para descrever a diminui��o da concentra��o

dificuldade em lembrar coisas

dificuldade em pensar com clareza

e n�o ser capaz de trabalhar eficazmente em suas atividades normais

que a pessoa fazia perfeitamente antes de ser tratada.

Coisas muito simples... tenho de esperar e pensar...

e isso � muito frustrante.

Este � vermelho, este � verde...

Pesquisadores sugerem que a quimioterapia causa problemas de mem�ria que podem durar anos.

As crian�as tamb�m come�am a relatar efeitos de longo prazo, devido � quimioterapia.

Coisas como as li��es de casa...

como por exemplo...

trabalhos de matem�tica...

� muito ru�do... n�o me consigo concentrar...

e isso faz-me sentir como se a minha mente tivesse sido apagada.

Mas h� algum benef�cio na quimioterapia?

John Cairns da Universidade de Harvard publicou um estudo na revista Scientific American

ele descobriu que a quimioterapia beneficia no m�ximo 5%, 1 em cada 20 pacientes com c�ncer que a recebem.

Se a terapia convencional tem tais resultados limitados

porque o mundo m�dico n�o est� dispon�vel para investigar abordagens alternativas?

A resposta a esta pergunta pode ser encontrada nalguns eventos hist�ricos

que tiveram lugar quase h� um s�culo atr�s

quando a medicina oficial conseguiu finalmente obter ascend�ncia sobre os chamados "M�dicos emp�ricos"

que curavam os doentes com ervas e rem�dios naturais.

No s�culo 19 a sociedade aprovava ambas as abordagens de cura.

Os pacientes podiam escolher os m�dicos designados alop�ticos

ou os curandeiros naturais chamados de Empiricos ou homeopatas.

Os dois grupos travaram um debate filos�fico amargo.

Os m�dicos alop�ticos chamavam a sua abordagem "rem�dio heroico".

Eles acreditavam que os m�dicos devem perseguir agressivamente a doen�a do corpo.

Eles baseavam as suas pr�ticas no que eles consideravam teoria cient�fica.

Os Alopatas usavam tr�s t�cnicas principais:

drenavam o sangue para drenar "maus humores";

davam enormes doses de minerais t�xicos como merc�rio ou chumbo para remover a doen�a original;

e tamb�m utilizavam a cirurgia mas era um processo brutal antes da anestesia e do controle da infec��o.

Poucos pacientes estavam dispostos a aceitar a cirurgia.

A maioria dos pacientes temiam todos os m�todos alop�ticos.

Escritores sat�ricos da �poca comentavam que no tratamento alop�tico o paciente morria da cura.

Os m�dicos competiam com os curadores emp�ricos que ao contr�rio dos m�dicos

acreditavam em estimular as pr�prias defesas do corpo para o corpo se curar a si pr�prio.

Em vez de minerais venenosos utilizavam extratos de plantas

e subst�ncias n�o t�xicas em pequenas quantidades.

Preferiam especialmente as ervas,

aprendiam com os nativos americanos e com todas as tradi��es europeias.

Os emp�ricos diziam que baseavam a sua medicina n�o em teorias

mas na observa��o e na experi�ncia.

Os escritores sat�ricos daquele tempo comentavam

que no tratamento emp�rico os pacientes morriam da doen�a e n�o da cura.

E o equil�brio desses poderes m�dicos permaneceu equilibrado at� ao in�cio do s�culo.

Ent�o surgiram novos tratamentos m�dicos que eram potencialmente muito lucrativos.

A Associa��o M�dica Americana aliou-se a for�as financeiras poderosas

para transformar a medicina numa ind�stria.

As fortunas de Carnegie, Morgan e Rockefeller

financiaram a cirurgia, radia��o e drogas sint�ticas.

Tornaram-se as funda��es econ�micas da nova economia m�dica.

O controle da ind�stria m�dica foi conseguido atrav�s do controle das faculdades de medicina.

Bem, as pessoas de que estamos falando, nomeadamente Rockefeller e Carnegie

entraram em cena e disseram: "N�s vamos colocar dinheiro."

Eles ofereceram grandes somas de dinheiro �s faculdades que concordavam em cooperar com eles.

Os doadores disseram �s escolas:

"J� que n�s doamos todo esse dinheiro seria muito pedir

que coloquemos algu�m da nossa empresa no Conselho Diretivo

para garantir que o nosso dinheiro seja gasto sabiamente?"

Quase do dia para a noite todas as principais universidades recebiam enormes subs�dios destas fontes

e tamb�m aceitaram 1, 2 ou 3 desses indiv�duos que mencionei nos seus Conselhos Diretivos

e literalmente as faculdades foram controladas pelos interesses financeiros que colocaram o dinheiro.

Como resultado aconteceu que essas faculdades receberam uma infus�o de fundos,

puderam construir novos edif�cios, puderam comprar equipamentos dispendiosos para os seus laborat�rios,

puderam contratar professores de primeira qualidade, mas ao mesmo tempo que faziam isso

desviaram a dire��o do sistema para as drogas farmac�uticas.

Essa foi a efic�cia da filantropia.

A partir daquele momento na hist�ria os m�dicos s� foram ensinados sobre drogas farmac�uticas.

Todas as grandes institui��es educacionais da Am�rica foram capturadas dessa maneira pelos interesses farmac�uticos

e � incr�vel como foi necess�rio t�o pouco dinheiro para o fazer.

A cirurgia tornou-se vi�vel devido � anestesia e ao controlo de infec��es

e os m�dicos defendiam a necessidade de opera��es caras e radicais.

Isso por sua vez produziu a necessidade dum sistema hospitalar enorme e lucrativo.

A febre da radiologia varreu a medicina,

o pre�o da radiologia aumentou do dia para a noite quase 1000%,

outra ind�stria de tecnologia dispendiosa entrou no sistema hospitalar.

Uma ind�stria de "drogas" prosperou atrav�s do neg�cio de patentes m�dicas.

Os m�dicos mudaram os padr�es educacionais, licen�as e regulamentos, para excluir os Emp�ricos.

Logo apenas os m�dicos aprovados pela A.M.A. (Associa��o Americana de Medicina)

podiam exercer medicina de forma legal.

Em apenas 20 anos a A.M.A. passou a dominar a pr�tica da medicina.

A Medicina organizada lan�ou imediatamente campanhas para associar os Emp�ricos a charlat�es.

A palavra de c�digo para a competi��o foi "Charlatanismo".

Ent�o, agora o m�dico t�pico passa pela escola, recebe uma grande educa��o

ele precisa ser muito inteligente para se formar

aprende tudo sobre "drogas"

n�o sabe quase nada sobre nutri��o b�sica

as esposas destes m�dicos, como regra, sabem mais sobre nutri��o que eles

mas de "drogas" eles sabem e se hoje voc� for ao seu m�dico t�pico

- n�o importa qual -

de certeza que sair� de l� com uma prescri��o.

Porqu�? Porque foi isso que ele foi treinado a fazer.

A IND�STRIA FARMACEUTICA

As empresas que comp�em a ind�stria farmac�utica est�o entre a maiores corpora��es do mundo.

Juntas, essas empresas t�m vindo a ser conhecidas pelo termo "Big Pharma".

Em 2004 as suas vendas globais combinadas foram mais de 500 bilh�es de d�lares

com a Pfizer e a Johnson & Johnson a liderarem a grelha.

Nos EUA a base dos enormes lucros da Big Pharma

consiste na venda de medicamentos com receita m�dica

e como esses medicamentos s� podem ser prescritos por m�dicos profissionais

a maioria das atividades promocionais e de marketing dessa ind�stria s�o direcionadas a m�dicos,

farmac�uticos e outros trabalhadores de sa�de.

Isso come�a no primeiro dia do curso de Medicina

e em muitos faculdades at� os estudantes rec�m chegados

que est�o a dois anos de dist�ncia de ver um paciente

come�am a receber presentes da ind�stria farmac�utica.

E � medida que os alunos avan�am na sua educa��o m�dica

as intera��es e os presentes crescem rapidamente

a refei��es gratuitas, a jantares.

Champagne, refei��es gratuitas, Happy Hours, bilhetes de futebol

tudo onde voc� possa gastar dinheiro, voc� recebe dinheiro.

E o meu chefe sempre me dizia:

"N�o se preocupe, haver� sempre financiamento, gaste tudo o que puder!

Na verdade, se eu lhe der 100 mil d�lares para gastar

Gene, eu quero que voc� gaste 200 mil d�lares!"

Antes de 1980 a maioria da pesquisa cl�nica era financiada pelo Instituto Nacional de Sa�de.

Nos anos 90 a maioria das pesquisas foi retirada das universidades

e transferida para as organiza��es de pesquisa com fins lucrativos.

O problema � que isso deu virtualmente um controlo total da pesquisa �s empresas farmac�uticas

que podiam projetar os estudos, eles controlam os dados

muitos dos autores dos mais importantes artigos publicados nas melhores revistas

nem sequer s�o autorizados a ver os seus pr�prios dados, n�o tem livre acesso a eles,

e as empresas controlam as publica��es.

Para resumir tudo, a ind�stria farmac�utica primeiro ganhou o controle do sistema de ensino

depois deu � A.M.A. o poder para excluir todos os outros m�dicos da pr�tica de medicina.

Em seguida, tomou conta de todo o processo de testes de medicamentos

enquanto influencia fortemente as publica��es m�dicas que analisam esses medicamentos.

E finalmente a Big Pharma estendeu o seu controle � entidade federal

que � suposto verificar a seguran�a e efic�cia desses medicamentos.

No extremo oposto est�o os cidad�os doentes, e no meio est�o os m�dicos,

que devem curar apenas com base em informa��es fornecidas pela ind�stria e que j� n�o podem ser verificadas.

Os medicamentos quimioter�picos est�o de fato entre os mais caros de todos.

Uma dose mensal de Erlotinib, uma droga quimioter�pica produzida pela Roche, custa US $ 2.300.

A mesma dose de Sorafenib, um medicamento quimioter�pico da Bayer, custa US $ 5.500.

Uma dose mensal de Sunitinib, um medicamento quimioter�pico produzido pela Pfizer, custa quase US $ 7.000.

A ind�stria farmac�utica � a ind�stria global mais bem sucedida do mundo.

O que eles n�o querem � que voc� se cure porque se curar o seu mercado desaparece.

Parte Dois MEDICINA NATURAL

Medo - a sua escurid�o faz a humanidade tomar decis�es horr�veis.

Com o seu terr�vel poder, o medo pode dominar a nossa vida

e paralisar esperan�as e sonhos, num instante.

Um desastre global utilizado muitas vezes por aqueles

com inten��o de impor o seu controle sobre as massas.

O Medo tem um enorme efeito sobre os mais vulner�veis entre n�s.

O medo vende, e em nenhum lugar ele foi utilizado mais vergonhosamente que na medicina e na nutri��o humana.

O medo anestesia-nos, nos restringe,

fazendo-nos acreditar que podemos fazer muito pouco de nossa iniciativa para prevenir ou tratar doen�as

e obriga todas as na��es a se ajoelharem ao altar da ind�stria farmac�utica.

E, claro, os vendedores de medo tamb�m pregam o medo da doen�a

e a solu��o que os vendedores de medo nos d�o s�o as "drogas".

Como se por design as escolhas de sa�de s�o limitadas

a informa��o � escassa

as vidas s�o arruinadas

e a verdade amaldi�oada.

A m�quina do medo est� bem oleada pelos d�lares da petroqu�mica

e perto dum monop�lio mundial nos cuidados de sa�de.

Trabalha fora de horas para impedir que a verdade sobre suplementos alimentares chegue ao p�blico.

Tudo que venha da natureza n�o pode ser patenteado.

Eles n�o est�o interessados em nada disso.

Ent�o... transpondo isso para o mundo real das aprova��es da FDA

com certeza essas empresas farmac�uticas n�o v�o gastar 20 milh�es de d�lares ou mais

para testar qualquer subst�ncia da natureza porque ela n�o pode ser patenteada.

E claro, a FDA afirma: "� ilegal ser usado a n�o ser que seja testado a sua efic�cia e seguran�a."

Est�o a ver... o c�rculo vicioso em que nos prenderam?

Nada na natureza, n�o importa o qu�o o eficaz pudesse ser,

nunca ser� provado como seguro e eficaz de acordo com a FDA.

Nunca ser�!

Porque ningu�m vai gastar o dinheiro necess�rio para fazer os testes.

Ent�o tudo o que venha da natureza ser� sempre rejeitado pela FDA como "n�o testado"...

uma cura do c�ncer n�o testada.

REN� CAISSE E ESSIAC

Numa pequena cidade no Norte de Ont�rio em 1922

Rene Caisse ouviu falar pela primeira vez dum rem�dio para c�ncer ao qual chamou de Essiac.

Sem aparecer na hist�ria, esta fr�gil enfermeira Canadiana

conseguiu heroicamente curar milhares de pessoas com c�ncer com uma simples mistura de ervas.

Ao cuidar duma paciente idosa, Rene notou que ela tinha uma cicatriz no peito.

A paciente disse que era um vest�gio dum c�ncer que ela havia curado 30 anos antes

usando uma mistura de ervas sugerida pelo curandeiro da tribo local Ojibwa.

Rene testou a mesma formula na sua tia

que tinha sido diagnosticada recentemente com c�ncer.

Eu desci e perguntei ao Dr.Arnold Fischer

que posteriormente lecionou na Universidade de Toronto

se ele cuidaria dela se eu testasse alguma dessas ervas.

E ele concordou

e demorou um pouco mas ela ficou curada.

E viveu mais 21 anos.

Depois dessa experi�ncia bem sucedida,

Rene deixou o hospital e come�ou a curar pessoas

com uma mistura de ervas que ficaria conhecida como Essiac

que � o seu ultimo nome soletrado ao contr�rio.

Logo a noticia se espalhou

e o n�mero de pacientes curados com c�ncer come�ou a crescer.

Em 1943 fui diagnosticada no Hospital Municipal em Toronto

como tendo um tumor biliar que era inoper�vel.

E isso aconteceu em Janeiro

e disseram ao meu marido

que quando a neve desaparecesse eu provavelmente j� teria desaparecido com ela.

Assim, atrav�s de amigos, fui encaminhada para Ms.Caisse.

E fui ter com ela

e fiz o tratamento durante quase tr�s anos.

E senti que estava curada

e n�o tive nenhuma reca�da desde ent�o.

O Dr. Arnold Bastedo, em Bracebridge,

enviou-me um paciente com cancro nas vias biliares

Bert Rawson

e curei-o.

Ent�o o Dr.Bastedo foi falar com Presidente da C�mara Municipal

convenceu-o a dar-me um edif�cio, que tinha sido apreendido pelas Finan�as, uma cl�nica.

Porque eu tinha feito uma grande descoberta

e devia ser apoiada pela minha pr�pria cidade.

Ent�o eles montaram a cl�nica

onde tratei pacientes durante oito anos e meio.

Em poucos meses a cl�nica fervia com atividade

com pacientes a chegar de todos os lados.

A cl�nica estava cheia sempre que l� �amos.

E havia pessoas que chegavam em ambul�ncias

que n�o conseguiam vir sozinhas ao tratamento

ent�o tinham que sair e administrar o medicamento na ambul�ncia.

E h� medida que o tempo passava

v�amos essas pessoas serem capaz de andar

e finalmente conduziam o seu pr�prio carro para tomar o Essiac.

Tratava entre 300 e 600 pacientes por semana

e a �nica maneira de me deixarem fazer isso

foi sem qualquer pagamento.

E precisava ter um diagn�stico dum m�dico em cada caso que tratava.

Ent�o lev�mos o diagn�stico � Sra. enfermeira Caisse

e fui tratado por ela semanalmente durante quase um ano

e atualmente n�o tenho c�ncer.

Havia um Dr.Leonardo, de Buffalo,

que reconheceu imediatamente o potencial da cura de c�ncer de Rene

e a avisou do que a esperava.

O Dr. Leonardo era um oncologista cir�rgico

e ele disse: "Voc� pensa que tem uma cura para o c�ncer?"

E eu disse: "Eu j� passei a fase do pensar, eu sei."

Ent�o... havia cinco m�dicos examinando os pacientes

e ele perguntou se poderia ir com eles examinar pacientes

e eu disse-lhe que podia.

Ent�o, depois disso...

ele disse-me: "Voc� realmente tem!

Mas a profiss�o m�dica nunca ir� deixar voc� fazer uma coisa dessas."

Depois de algum tempo apareceu um misterioso grupo de investidores

oferecendo um milh�o de d�lares a Rene pela sua f�rmula secreta

mas ela recusou categoricamente porque n�o garantiam que a sua cura estivesse dispon�vel gratuitamente a quem dela precisasse.

Rene Caisse foi convocada � Assembleia Legislativa em 1948

para determinar o estatuto legal do Essiac.

Tentei legalizar o meu tratamento

e os pacientes assinaram esta peti��o com 55.000 nomes.

Ent�o fui � Assembleia Legislativa

e perdi por tr�s votos.

Protestos p�blicos for�aram a cria��o duma Comiss�o do Cancro

para investigar rem�dios de ervas.

A grande maioria das provas de Rene foram rejeitadas.

Veja, eles disseram que os m�dicos tinham feito diagn�sticos errados

e era por isso que os pacientes acreditavam que haviam sido curados.

Mantivemos a cl�nica aberta tanto quanto pudemos

at� que eles impediram o m�dico de fazer diagn�sticos e a� tive que parar.

E � muito triste quando algu�m vem com algu�m que tem c�ncer

e a institui��o m�dica dizia que j� n�o podia fazer nada por eles

e eles me imploravam para os tratar.

� extremamente triste mand�-los embora.

E tive um colapso nervoso por causa disso

por ter mesmo de parar.

Eu n�o vejo como eles podem...

como podem recusar-se a reconhecer...

porque ...

se voc� tem a prova, tem o diagn�stico do m�dico, tem a an�lise patol�gica

e descobre que existem pacientes vivos,

demonstrando que ainda est�o vivos ap�s a institui��o m�dica os ter abandonado...

E no entanto recusar-se a reconhecer...

que � uma cura.

Depois de recuperar do colapso nervoso, Rene come�ou novamente a partir do zero

utilizando a mistura de ervas para curar pacientes na sua pr�pria casa.

Eu tinha que tritur�-las...

Eu costumava recebe-las j� trituradas...

Em breve as autoridades come�aram a assedi�-la novamente

prendendo-a v�rias vezes pelas raz�es mais absurdas.

Mas a fama do Essiac j� tinha passado a fronteira

ent�o um dia Rene recebeu um convite para testar cientificamente o seu remedio de ervas

numa cl�nica em Massachusetts.

Cerca de 20 anos atr�s, em 1958, aqui neste laborat�rio...

O Diretor da Clinica era o Dr. Charles Brush,

que era tamb�m m�dico pessoal e amigo do presidente Kennedy.

... para estudar os efeitos dum medicamento

ou uma erva chamada Essiac.

E descobrimos que n�o era t�xico

e tinha at� mesmo efeitos ben�ficos no tratamento de cancro.

E como resultado...

Naquela altura o Dr.Brush recomendou que o Essiac fosse testado � toxicidade

para ser aprovado pela FDA como uma poss�vel cura para o c�ncer.

Mas quando as ervas chegaram ao Sloan- Kettering,

um dos mais importantes centros de pesquisa do c�ncer no pa�s,

o processo sofreu atrasos inexplic�veis

e finalmente n�o se chegou a nenhuma conclus�o.

Os resultados que me reportaram sobre o caso Rene Caisse...

foram estudos de sarcoma em 180 ratos

onde busc�vamos n�o s� uma poss�vel inibi��o primaria do tumor, que nunca ocorreu,

mas tamb�m poss�veis regress�es.

E havia uma percentagem muito baixa, num pequeno grupo, de regress�es

mas nunca tivemos oportunidade de confirmar isso

para ver se conseguir�amos obter melhores resultados.

No entanto, o Essiac n�o foi aprovado pela FDA,

exatamente como previsto pelo Dr.Leonardo 30 anos antes.

Futuras tentativas para legalizar a cura foram feitas por diferentes grupos de pacientes

chegando a processar as autoridades m�dicas por negarem uma poss�vel cura para o c�ncer.

...permitindo-lhes tomar Essiac.

Eles pediram para lhes ser dado o direito de usar Essiac

uma vez que a medicina ortodoxa j� n�o tem qualquer resposta para eles.

Voc� n�o pode queimar o c�ncer do corpo com radia��o,

voc� n�o pode envenenar o c�ncer do corpo sem envenenar tamb�m o corpo,

e sinto que a natureza tem a �nica resposta para os pacientes com c�ncer,

por isso devemos ter...

os nossos Direitos Constitucionais est�o neste momento sendo-nos negados

e nunca deveria necess�rio sequer chegar a uma audi�ncia legal

devia ser normal podermos usar o que quisermos no nosso pr�prio corpo.

Eu tenho c�ncer nos ossos espalhado por todo o corpo.

E voc� est� a tentar dizer-me que se eu pensar que algo vai prolongar um pouco a minha vida,

que eu n�o vou ter permiss�o para us�-lo?

Mas a resposta das autoridades m�dicas foi sempre a mesma

at� mesmo tendo o custo de parecerem tolos com as desculpas rid�culas

que muitas vezes tinham de inventar para resistir � sua aprova��o.

Se aprovarmos a Laetrile... e o Essiac... e o Probison... e assim por diante...

posso dar-lhe uma lista muito longa, com muitas escolhas...

ent�o quando surgir algo eficaz, como voc� sabe o que escolher?

Na verdade, algu�m pensou uma maneira melhor para impedir o uso de Essiac

no futuro por m�dicos que talvez tivessem escr�pulos na sua consci�ncia.

� bem conhecido no Estado da Calif�rnia que os deputados estaduais decidiram tornar crime

os m�dicos usarem qualquer outra coisa al�m dos m�todos para o tratamento de cancro aceites e inclu�dos na legisla��o:

a cirurgia, a quimioterapia e a radia��o.

E quando os m�dicos ficam assim de m�os atadas e com o seu modo de vida amea�ado

n�o v�o estar muito ansiosos por sair da linha.

Exausta e frustrada pelas lutas infinitas, Rene simplesmente voltou para casa

e continuou a tratar pacientes por conta pr�pria at� ao dia da sua morte em 1978.

Um ano antes desse dia muitos de seus pacientes curados reuniram-se no seu anivers�rio dos 90 anos

para agradecer-lhe o que fez por eles.

Ex-pacientes e simpatizantes chegaram a Bracebridge, Ont�rio.

Eles vieram para ajudar Rene a celebrar os seus 90 anos.

Eles experienciaram os benef�cios de Essiac,

muitos deles s�o t�o antigos quanto Rene.

Eu dei a minha vida a este rem�dio.

Eu n�o poderia dar mais que isso.

Deus tem sido bom para mim deixando-me viver tanto tempo,

para v�-lo utilizado...

utilizado pelas pessoas.

HARRY HOXSEY O Charlat�o que curava o c�ncer

Muito similar � hist�ria de Rene � a de Harry Hoxsey

um empres�rio texano cujo pai lhe deixou uma formula erval

que se iria revelar muito eficaz contra o c�ncer.

Por�m, ao contr�rio de Rene, Hoxsey era muito rico.

Era um lutador nato que n�o temia ningu�m.

Isso preparou o palco para uma das batalhas mais prolongados e virulentas

entre um cidad�o e as autoridades m�dicas na hist�ria dos EUA.

Os problemas come�am com o que parece ser uma boa not�cia.

E agora temos nos nossos ficheiros e nos nossos arquivos muitos milhares de casos

com registros, evid�ncias patol�gicas, estudos em radiografias,

mostrando que temos curado o c�ncer tanto interna como externamente.

Dar-lhe-emos nomes, datas, nomes de m�dicos, nomes de institui��es...

Os m�dicos rotularam Hoxsey de "o pior charlat�o do cancro do s�culo"

mas os apoiantes de Hoxsey chamavam-no de "um curandeiro eficaz perseguido pela m�fia m�dica".

Mas at� agora eles nunca provaram que este tratamento n�o cura o c�ncer.

O ex-minerador de ouro, com uma educa��o de 8� ano, tornou-se uma lenda no seu tempo.

Segundo a lenda Hoxsey o rem�dio foi descoberto por seu bisav�

experimentando num cavalo doente.

Segundo a hist�ria John Hoxsey era um veterin�rio

cujo garanh�o favorito ganhou c�ncer.

Levou-o para o pasto para morrer

mas tr�s semanas depois o tumor havia estabilizado.

Ele observou o cavalo comendo plantas incomuns

que n�o faziam parte da sua dieta normal.

Num ano o cavalo estava curado.

Ent�o John Hoxsey come�ou a experimentar essas ervas nos animais

e adicionando outros rem�dios populares.

Ele alegou ser bem sucedido e deixou a f�rmula � fam�lia,

que a usou finalmente em pessoas.

Hoxsey disse que seu pai foi o primeiro a testar o rem�dio em pessoas.

Ele deu a f�rmula ao jovem Harry com um �ltimo desejo

de tornar o tratamento dispon�vel para as pessoas, quer pudessem pagar ou n�o.

Profeticamente avisou o jovem contra os grandes sacerdotes da medicina que o atacar�o por ci�me.

N�o demorou muito!

Hoxsey criou a primeira cl�nica em Illinois em 1924

e imediatamente foi confrontado com a raiva da medicina organizada.

Ele foi preso mais vezes do que qualquer outro homem na hist�ria da medicina.

No entanto na d�cada de 50 a cl�nica de Hoxsey em Dallas, Texas,

era o maior centro antic�ncer privado do mundo.

As Cl�nicas Hoxsey estabeleceram-se em 17 estados.

O tratamento era apoiado por senadores, ju�zes e at� mesmo alguns m�dicos.

Dois tribunais federais decretaram o seu valor terap�utico.

Se o tratamento n�o tinha valor como obteve tanto apoio?

Declarar uma cura para o c�ncer significa desafiar a sua avalia��o.

Enquanto a institui��o m�dica virou as costas a Hoxsey

numerosos indiv�duos fizeram a sua pesquisa pessoal.

Estas experi�ncias repetidamente transformaram c�ticos em crentes.

Entre eles estava o rep�rter da revista Esquire, James Burke Wakefield,

que em 1939 come�ou a cobrir a hist�ria de Hoxsey.

O meu chefe Arnold Gingrich disse um dia:

"Por que voc� n�o vai ao Texas expor esse fulano?

Ele esta a ficar muito famoso e a Associa��o M�dica Americana quer coloc�-lo fora do neg�cio."

Ele disse: "V� l�, familiarizasse com ele,

escrevemos alguns artigos sobre ele e colocamos um fim nisso."

Ent�o essa era a atribui��o.

Cheguei ao Texas, eu esperava ficar cerca de um dia para coletar informa��es e depois ir embora.

Fiquei fascinado e fiquei seis semanas.

Todos os dias o Harry me pegava e levava para a cl�nica.

Cheg�mos uma manh� e ele colocou o bra�o em torno dum homem idoso, dizendo:

"Pai... os m�dicos querem-no cortar em peda�os

mas eu n�o vou deixar aqueles bastardos matar voc�, porque voc� vai sobreviver."

E ele tratava-os e eu via eles serem tratados e a melhorar e a ficar bem.

Ent�o eu escrevi um artigo para a revista que intitulei "O Charlat�o que curou o c�ncer"

e enviei-o aos editores mas nunca foi publicado.

O Assistente do Procurador Distrital, Al Templeton, era mais que c�tico.

Ele prendeu Hoxsey mais de 100 vezes em apenas dois anos.

Em seguida o seu pr�prio irm�o, Mike, teve c�ncer terminal e foi secretamente a Hoxsey.

Quando Mike Templeton foi curado Al Templeton deu o cr�dito a Hoxsey.

O acusador de Hoxsey tornou-se seu advogado.

Mais e mais pessoas confirmavam as afirma��es de Hoxsey sobre a cura.

O seu promotor mais ousado foi o evangelista crist�o Gerald Winrod.

Seus programas de r�dio chegavam a milh�es de ouvintes

com hist�rias sensacionais de enormes sucessos de Hoxsey.

Eu gostaria de iniciar este programa

lendo para v�s o que considero ser uma declara��o muito importante

e cito o Juiz W.L.Parton:

"Este � o segundo j�ri de 12 pessoas que descobriram no meu tribunal

que o tratamento de Hoxsey cura o c�ncer.

Dez m�dicos descobriram que o n�mero de curas atingiu a casa dos milhares.

O ex-senador dos EUA, Thomas, estudou um grande n�mero de curas.

Eu fiz a minha pr�pria investiga��o

e fiquei convencido que o c�ncer foi mesmo curado pelo m�todo de Hoxsey.

Este humilde rep�rter s� pode dizer "Deus aben�oe estes charlat�es

os �nicos charlat�es que curam hoje o cancro".

Mas uma nova cura para o c�ncer

requer mais do que uma investiga��o pessoal para ser aceite.

Requer uma an�lise cient�fica formal.

E digo-vos que tudo o que quero � que eles aqui venham

a American Medical Association, a Food and Drug Administration, o Governo Federal, todos!

Venham c� para investigar e se eu n�o provar al�m de qualquer d�vida

que o nosso tratamento � superior a radia��o e cirurgia

ent�o fecharei as portas desta institui��o para sempre.

Mas a institui��o m�dica n�o respondeu � sua chamada.

Os m�dicos afirmavam que...

j� sabiam pela sua forma��o m�dica que os seus rem�dios eram...

n�o tinham qualquer efic�cia, que n�o eram uma cura.

Eles apenas acreditavam nos seus caminhos e nas suas cren�as.

De acordo com Hoxsey havia uma raz�o mais sinistra para a institui��o m�dica n�o investigar.

Hoxsey disse que os m�dicos da A.M.A. convidaram-no para demonstrar o tratamento.

Entre eles estava o Dr. Morris Fishbein, editor da influente revista da A.M.A..

De acordo com Hoxsey, um dia depois da sua demonstra��o bem sucedida

altos funcion�rios da A.M.A. propuseram-lhe comprar os direitos da f�rmula.

A suposta oferta teria dado todos os direitos a um grupo de m�dicos, incluindo o Dr. Fishbein.

Assim como Ren�, Hoxsey recusou a oferta,

porque n�o teria a garantia que a f�rmula estaria dispon�vel de forma gratuita,

a qualquer um que dela precisasse.

Mas uma coisa era certa: Hoxsey fez um inimigo muito poderoso.

Ao cruzar espadas com o Dr. Fishbein ele irritou uma das figuras mais influentes na medicina.

O Dr. Fishbein det�m uma posi��o �nica.

Como editor da revista ele controla a principal fonte de rendimento da A.M.A. e como tal toda a organiza��o.

Ele tamb�m publicou as normas aceit�veis da pr�tica m�dica.

Ap�s o incidente de Chicago, o Dr. Fishbein caluniou Hoxsey marcando-o como "Charlat�o" na revista.

Ele comentou que o apoiante mais entusiasta de Hoxsey era o agente funer�rio local.

O ataque da A.M.A. foi implac�vel.

Dr. Fishbein e Hoxsey batalharam-se ao longo dos pr�ximos 25 anos

num drama de escala nacional.

Mas em vez de resolverem a disputa por meios cient�ficos

eles jogaram-na na m�dia.

Na sede da A.M.A em Chicago, vigilante contra os charlat�es est� o Dr. Morris Fishbein.

N�o existe nenhum medicamento ou combina��es de medicamentos que conhe�amos que cure o cancro.

Quando Hoxsey se dirigiu ao Instituto Nacional do Cancro (INC) para fazerem uma pesquisa, a ag�ncia recusou.

O INC disse que os seus registos m�dicos estavam incompletos.

Hoxsey disse que os m�dicos se recusaram a fornecer os registos necess�rios

por causa da influ�ncia do Dr. Fishbein.

O Governo concluiu que seria um desperd�cio de fundos p�blicos fazer essa pesquisa.

Como extra�a petr�leo no Texas, Hoxsey ofereceu-se para pagar os testes.

Os seus desafios colocaram press�o p�blica no Dr. Fishbein

e o m�dico replica com for�a na arena p�blica.

Mas quando escreveu "Dinheiro de Sangue" para o Jornal Hearst, foi longe demais.

Hoxsey processou o Dr. Fishbein e o imp�rio de m�dia Hearst por cal�nia e difama��o.

N�o parecia ter qualquer hip�tese.

O mais not�rio charlat�o da na��o enfrentava a estrela da medicina americana.

Surpreendentemente Harry Hoxsey tornou-se o primeiro homem a ganhar um julgamento

contra o Dr. Fishbein e a A.M.A.

O Dr. Fishbein teve de demitir-se de seu cargo na A.M.A..

Mas os processos Hoxsey-Fishbein fizeram uma revela��o ainda mais chocante.

O Dr. Fishbein admitiu em tribunal que as supostas curas de Hoxsey na verdade curavam cancros externos.

O c�ncer externo mais perigoso � o melanoma.

Pode espalhar-se rapidamente pelo corpo

e os m�dicos recomendavam uma cirurgia extremamente radical.

Mesmo assim o melanoma � muitas vezes fatal.

Temos mais provas positivas no caso de melanoma

e temos os registros, os arquivos e os pacientes com quem podem falar

que foram curados aqui nesta institui��o mais que em qualquer outra institui��o no mundo.

� uma afirma��o corajosa mas temos fatos que a sustentam.

Hoxsey foi t�o longe quanto produzir seu pr�prio filme

para fazer sua voz ser ouvida pela institui��o m�dica.

Seria uma inova��o para a profiss�o m�dica

se em vez dedicarem tanto tempo e dinheiro nos tribunais

em t�ticas tolas e campanhas de difama��o

que viessem � cl�nica e fizessem alguma pesquisa

verificassem os nossos m�todos, falassem com alguns de nossos pacientes.

Ent�o entenderiam porque o nosso tratamento � t�o eficaz

e na maioria dos casos com muito mais sucesso que qualquer coisa que eles tenham para oferecer

como solu��o para os problemas do c�ncer.

Mas em vez de aceitar o convite a institui��o m�dica endureceu a guerra.

Mildred Nelson dirigiu a cl�nica de Hoxsey desde o in�cio.

Mas isso nunca foi investigado, excepto com investiga��o do tipo criminal

para ver o que ele estaria a fazer de errado.

A FDA sempre foi famosa por assediar os pacientes de Hoxsey.

Eles iam a casa das pessoas, e retiravam-lhes os medicamentos.

Conversavam com eles, dizendo-lhes que estavam fazendo algo errado.

Mas quando o governo n�o conseguiu parar Hoxsey no tribunal

a FDA decidiu tomar ac��es sem precedentes.

"�queles que sofrem de c�ncer, fam�lias, m�dicos, todos aqueles que cuidam de pacientes,

aconselhamos e avisamos que o chamado tratamento Hoxsey para o c�ncer interno

foi descoberto, com base em evid�ncias apresentadas � FDA, ser um tratamento in�til."

O c�ncer apenas pode ser curado com cirurgia ou radioterapia.

A morte por c�ncer � inevit�vel sem tratamento m�dico adequado...

E tinha tanto sucesso que...

a FDA foi em frente e...

emitiu-a em forma de cartaz e distribui-a pelas esta��es de correios de todo o pa�s.

Estou nadando em sangue agora.

Eles fizeram tudo o que era poss�vel fazer para tentar me humilhar.

Levaram-me a tribunal vezes sem conta, mas eu me preocupo com isso?

Eu n�o estou a pensar no que eles me fazem

eu penso nos 12.000 pacientes que est�o em observa��o e tratamento nesta cl�nica.

Eu s� penso numa coisa: na humanidade sofredora.

Mas o governo fez mais que alertar as pessoas.

Embora o Minist�rio P�blico Federal n�o conseguisse provar que o tratamento era in�til

declararam-no ilegal baseando-se em artif�cios t�cnicos

como rotulagem falsa ou com�rcio interestadual.

Em determinado momento t�nhamos 17 clinicas abertas em todo o pa�s.

A FDA interveio...

e no mesmo dia fecharam-nas todas.

E de forma alguma o Harry tinha dinheiro para combat�-los em tribunal, estado por estado.

Depois de perder todas as suas cl�nicas

Harry Hoxsey finalmente desistiu da sua luta de 25 anos contra a institui��o m�dica.

Ele construiu uma nova cl�nica no M�xico, colocou Mildred Nelson como encarregada

e voltou para o Texas onde morreu em 1974.

A Cl�nica no M�xico tratou milhares de pacientes ao longo dos anos

e ainda est� ativa hoje com m�dicos diferentes depois que Mildred Nelson faleceu.

Mas o tratamento de Hoxsey nunca foi tornado dispon�vel para os pacientes americanos

nem pode mesmo ser importado legalmente no pa�s.

Aqueles que desejem utilizar o tratamento de Hoxsey tem de viajar at� ao M�xico

e est�o autorizados a trazer apenas a quantidade necess�ria para seu uso pessoal.

Max Gerson

"Max Gerson � um dos maiores g�nios na hist�ria da medicina."

Todas as dietas, os princ�pios alimentares saud�veis e os conceitos nutricionais que compartilhamos hoje

tem um �nico pai: Maximilian Gerson.

O Dr. Gerson foi o primeiro a sugerir que a boa sa�de depende principalmente duma alimenta��o saud�vel.

Nascido na Alemanha em 1881

Max Gerson foi inspirado pela figura de Ignaz Semmelweis

o m�dico h�ngaro que descobriu que para evitar infec��es em mulheres gr�vidas

os m�dicos devem simplesmente lavar as suas m�os numa solu��o de cloro.

Antes de se tornar um m�dico, ainda como estudante de medicina,

Max Gerson sofria com enxaquecas repetidas e graves

que o impediam literalmente de funcionar durante dias.

Ap�s dois anos de experimenta��o

o Dr. Gerson foi capaz de eliminar as dores de cabe�a completamente

comendo apenas certos alimentos naturais e vegetais.

Em 1918 j� se tinha espalhado a not�cia da dieta de Gerson contra a enxaqueca.

No entanto, num caso um paciente voltou com uma observa��o.

N�o s� as dores de cabe�a desapareceram

mas tamb�m desapareceu a sua tuberculose cut�nea.

Essa not�cia impressionante espalhou-se como fogo selvagem.

Em abril de 1924 o famoso especialista de pulm�o, Dr. Ferdinand Sauerbruch,

ofereceu-se para realizar um ensaio cl�nico com 450 pacientes com tuberculose d�rmica incur�vel.

No in�cio do estudo Sauerbruch disse a Gerson em privado

que mesmo se apenas um paciente mostrasse melhoras

ele acreditaria em cada palavra do tratamento de Gerson.

446 de 450 pacientes recuperaram, mais de 99%.

Dr. Gerson e sua esposa Gretchen tiveram tr�s filhas:

Johanna, Gertrude e a mais nova Charlotte.

Entre todas as crian�as, Charlotte foi a que mostrou um interesse especial no trabalho de seu pai.

No fim dos anos 20 a fama do Dr. Gerson j� se tinha espalhado pela Europa

especialmente depois de ter curado a esposa do Dr. Albert Schweitzer, Helena, da sua tuberculose pulmonar

e a doen�a de pele da filha do Dr. Schweitzer.

Quando o Dr. Schweitzer tinha 75 anos veio ter com o Dr. Gerson, com diabetes, e tamb�m foi curado.

A terapia de Gerson tem como objetivo atingir uma completa desintoxica��o do corpo,

atrav�s duma s�rie de lavagens intestinais � base de caf� biol�gico

e uma dieta rigorosa de legumes e frutos cultivados em terras saud�veis.

A carne deve ser categoricamente evitada, como explica Charlotte

a filha do Dr. Gerson, agora com 82 anos de idade.

Porque a carne no corpo, no processo digestivo, provoca acidez, �cido fosf�rico.

E neste ambiente �cido o corpo n�o consegue funcionar corretamente.

O corpo deve manter a hem�stase

deve manter um equil�brio muito preciso entre alcalino e acido.

Uma vez desintoxicado o corpo humano confirma que � uma m�quina maravilhosa

capaz de curar a si mesmo de qualquer doen�a.

Entre 1933 e a 2� Guerra Mundial, o Dr.Gerson e sua fam�lia fugiram da persegui��o nazi

acabando por se estabelecer em Nova Iorque.

Os sete irm�os do Dr. Gerson morreram no holocausto.

Nos anos 40 o sucesso do Dr. Gerson na sua cl�nica em Nova York surpreendeu a comunidade m�dica,

mas tamb�m levantou as for�as da escurid�o.

O Dr. Gerson estava curando pacientes com c�ncer

e como consequ�ncia testemunhou frente do Senado dos EUA

nos dias 1, 2 e 3 de Julho de 1946

juntamente com cinco dos seus pacientes recuperados de c�ncer

e com registros m�dicos de outros cinco.

Seu testemunho foi t�o incr�vel que na tarde do dia 4 de julho de 1946

o famoso correspondente de not�cias da ABC, Raymond Gram Swing,

declarou no seu programa para todos os EUA

que pela primeira vez na hist�ria havia sido descoberta uma cura para o c�ncer.

A resposta do p�blico foi arrebatadora,

os telefones da esta��o ABC n�o paravam de tocar, algo inacredit�vel!

Mas o que aconteceu depois foi ainda mais inacredit�vel.

Duas semanas mais tarde, Raymond Gram foi demitido de suas fun��es na ABC,

onde trabalhava h� mais de 30 anos,

e a lei antic�ncer Peper-Neely de 1946, documento n. 8947,

agora est� cheio de poeira nos arquivos dos Estados Unidos.

Por tr�s de tudo, n�o era dif�cil ver a m�o de Morris Fishbein e a A.M.A..

Fishbein j� tinha tido uma longa luta com Gerson

uma vez que o m�dico alem�o foi o primeiro a denunciar os perigos de fumar

num momento em que a maior contribui��o de publicidade para a A.M.A.

era na verdade da tabaqueira Philip Morris.

Num inqu�rito nacional repetido a m�dicos de todos os ramos de medicina

a m�dicos de todo o pa�s foi perguntado: "Que cigarro fuma, Doutor?"

Mais uma vez, a marca que mais se ouviu foi Camel.

Sim, de acordo com este inqu�rito nacional repetido

mais m�dicos fumam Camel mais que qualquer outro cigarro.

Max Gerson foi ostracizado por toda a comunidade m�dica

que o rotulou de "Charlat�o" e continuamente o atacavam e perseguiam.

Eu fui investigado cinco vezes.

- O que quer dizer com ser investigado? - Pela A.M.A.

- Eles investigaram-no? - Sim, cinco vezes.

Sempre que eles vieram

mostrei-lhes "Aqui est� um paciente que voc�s mandaram para casa para morrer: curado!"

"Outro paciente que voc�s enviaram para casa para morrer: curado!"

Pr�ximo paciente: "enviado para casa para morrer: curado!"

- O que voc� vai fazer? Voc� n�o me parece ser o tipo de homem que vai desistir neste momento...

- N�o. Como eu poderia desistir quando vejo estes grandes resultados? � imposs�vel!

Em primeiro lugar, eu vou escrever um livro do c�ncer

e nesse livro do c�ncer vou apresentar tantos casos que for poss�vel

de pessoas enviadas para casa para morrer

para que todos os m�dicos interessados no c�ncer o possam ler

e farei uma tradu��o para muitas outras l�nguas.

O Dr.Gerson demorou 10 anos para escrever o livro

que apresentou 50 casos terminais, devidamente documentados,

que ele curou com a sua terapia.

No entanto Gerson n�o encontrou qualquer editor importante disposto a publicar o seu livro nos EUA.

Naquela �poca ele estava totalmente proibido e banido pelos editores dos Estados Unidos.

Porque a A.M.A. se op�s tanto � terapia de Gerson?

Eu acho que todas as associa��es m�dicas se op�em � Terapia de Gerson.

Aqui aparece uma nova abordagem, uma abordagem nutricional, uma abordagem eficaz.

A ind�stria farmac�utica e m�dica,

- se querem mesmo uma cura para o c�ncer, uma vez que esta doen�a d� tanto lucro -

� claro que eles n�o querem que a cura seja pela nutri��o.

O Dr. Gerson passou o resto da sua vida isolado no seu apartamento em Nova York

onde continuou a curar pacientes com a mesma terapia

que entretanto tinha sido proibida em todos os Estados Unidos.

Aqui � onde viveu o Dr. Gerson at� ao dia de sua morte

onde tinha uma cl�nica para consultar os pacientes

onde os pacientes eram curados do c�ncer

onde documentou tantas curas.

E no entanto essas curas n�o est�o dispon�veis ao p�blico.

Esses artigos foram publicados na Europa

mas n�o foram autorizados a serem publicados em revistas americanas.

- Por qu�?

- A raz�o � ...

o facto de n�o ser uma medicina patente�vel

e n�o � uma medicina cara.

Esse � o grande problema, � uma terapia natural

que permite que as pessoas controlem a sua pr�pria sa�de

e n�o necessita da interven��o de "drogas".

Se a Terapia de Gerson fosse autorizada nos EUA

- e eu acho que deveria ser -

ter�amos notado uma diminui��o dr�stica nas mortes por c�ncer.

Eu estimo que a mortalidade diminuiria pelo menos 50%

ou muito possivelmente mais do que isso.

Exatamente como Mildred Nelson

Charlotte Gerson teve de ir para o M�xico

para abrir um clinica para curar pessoas ap�s a morte de seu pai.

Ao longo dos anos a cl�nica Gerson teve um fluxo constante de pacientes de todo o mundo.

Os registros m�dicos de mais de 1.500 casos de pacientes,

est�o dispon�veis para qualquer um que os pretenda analisar.

Qualquer m�dico � convidado a vir ao Hospital do M�xico para visitar e ver l� os pacientes.

E com sua permiss�o poder�o ter acesso aos seus registros m�dicos.

Mas a institui��o m�dica continuou a ignorar a chamada

enquanto continuou oficialmente a negar a validade da Terapia de Gerson.

O Dr. Dean Edell que � muito popular nos programas de r�dio e televis�o...

Uma estrela na televis�o americana

o Dr. Edell tem representado a voz da medicina oficial na rede nacional durante muitos anos.

Eu n�o acho que a Terapia de Gerson alguma vez tivesse curado pacientes terminais.

As pessoas ficam muito confusas com isso...

Se voc� pensar sobre o que � de facto a Terapia de Gerson,

voc� n�o esperaria curar o c�ncer.

Mas as pessoas...

Por vezes o cancro curasse sozinho, existe uma taxa de c�ncer em que ele desaparece,

algumas pessoas nunca tiveram c�ncer, foi um diagn�stico errado.

Em 1986 fui diagnosticada com c�ncer de p�ncreas

que se espalhou para o f�gado, bexiga e ba�o.

Os m�dicos disseram-me que teria mais tr�s meses de vida

para ir para casa...

por as minhas finan�as em ordem

e preparar-me para morrer.

Meu marido nunca quis aceitar, eu tinha apenas 46 anos na �poca

era muito jovem, por isso, voltamos para casa...

Fiz terapia por dois anos.

Ap�s tr�s meses os m�dicos ficaram espantados por eu ainda estar viva

eles me perguntaram se eu tinha feito uma tomografia, e eu tinha.

A massa do cancro desapareceu

Eles disseram: "N�s n�o sabemos o que voc� est� fazendo, n�o queremos saber o que est� fazendo, apenas continue fazendo isso!"

Os m�dicos naquela altura tinham dito que eu n�o viveria para ver o meu segundo neto

que tem agora 19 anos

Ent�o ...

prov�mos que eles estavam errados.

Ap�s a terapia voltamos para Utah,

a uma especialista em sangue e ela...

disse que o meu sangue estava t�o limpo, que ela n�o saberia que eu tive c�ncer

e disse que fui o primeiro paciente que lhe aconteceu que ...

Ent�o voltei ao oncologista

depois de fazer a Terapia de Gerson por alguns meses.

Ent�o eles viram que eu estava curado do c�ncer,

atrav�s de exames que fizeram ao abd�men.

Ele n�o podia acreditar, ele pensou que foi um milagre...

Dez anos depois de fazer a Terapia de Gerson, que durou ano e meio,

eu voltei � Cl�nica Mayo...

ver o Dr. Scott, que era l� oncologista,

s� para controlar, para garantir que eu estava curada.

E ele disse que parecia ter 18 anos novamente.

Os exames de sangue eram perfeitos e ele n�o podia acreditar no meu aspecto, na energia que eu tinha,

e me perguntou o que eu tinha feito e fal�mos sobre a Terapia de Gerson

e o Dr. Scott disse que "� muito bom, mas n�o podemos vender isso...

O Dr. Wallace Sampson � editor da revista

"An�lise Cient�fica da medicina alternativa e pr�ticas m�dicas aberrantes"

e que diz apresentar um ponto de vista objetivo.

A Terapia de Gerson alguma vez curou um paciente com c�ncer?

Claro que n�o, e nem mesmo libertam os seus registos, ent�o ...

O que seria necess�rio para o convencer que esta terapia � cred�vel?

Em primeiro lugar deve demonstrar a raz�o porque funciona.

N�s sabemos como o cancro se comporta e sabemos que tipo de coisas causam o cancro.

Ent�o eles devem vir com alguma esp�cie de teoria cred�vel do porqu� a sua dieta funcionar.

Mas, em segundo lugar, devem convencer-nos que tudo o que aprendemos sobre c�ncer nos �ltimos 50 anos

est� errado e eles est�o certos.

Como � que eles v�o apresentar tal evid�ncia?

� imposs�vel, porque eles n�o t�m!

O Dr. Gerson documentou tantas curas

e no entanto essas curas n�o est�o dispon�veis ao p�blico.

Esses artigos foram publicado na Europa

mas n�o foi permitido a sua publica��o nas revistas americanas.

O Dr. Stephen Barrett pode ser considerado o equivalente atual de Morris Fishbein.

Sentado firmemente no comando da sua publica��o "Quackwatch" (Vigiando Charlat�es)

o Dr. Barrett desmascara qualquer forma de terapia que a medicina oficial considere ser fraude ou falsa.

Vamos � Terapia de Gerson por exemplo.

O Dr.Gerson foi um m�dico que afirmava que conseguia curar o c�ncer atrav�s da alimenta��o e outros m�todos.

N�o h� nenhuma evid�ncia cient�fica dele ter curado algu�m.

Eu fui investigado cinco vezes pela Associa��o M�dica Americana.

Sempre que eles vieram,

mostrei-lhes "Aqui est� o paciente que voc�s enviaram para casa para morrer: curado!",

"Outro paciente que mandaram para casa para morrer: curado!"

"Pr�ximo paciente: enviado para casa para morrer: curado!"

A Terapia de Gerson � conhecida h� mais de 75 anos.

Se os m�dicos sabem que h� uma cura e enviam pacientes para casa para morrer,

essa � uma atrocidade pior que o holocausto.

O Dr. Hamer Geerd � o fundador da chamada "Nova Medicina Alem�".

Dr. Hamer acredita que qualquer tipo de c�ncer � consequ�ncia dum trauma psicol�gico profundo

que n�o foi completamente resolvido pelo indiv�duo

manifestando-se numa forma espec�fica de tumor, para cada tipo de trauma.

Apesar de amplos movimentos populares em seu favor,

apesar do apoio de muitos outros m�dicos de todo o mundo

e apesar das evid�ncias cient�ficas apresentadas pelo Dr. Hamer,

as institui��es m�dicas nunca fizeram uma avalia��o s�ria do seu trabalho

e em vez disso revogaram a sua licen�a.

Desde ent�o as autoridades europeias tem assediado de forma cont�nua o Dr. Hamer,

at� que um dia ele foi preso em Espanha

simplesmente por aconselhar outros cidad�os sobre m�todos curativos que deveriam seguir.

O Dr. Hamer chegou a passar 19 meses numa pris�o francesa.

Hoje o Dr. Hamer � um cidad�o livre novamente

mas n�o pode exercer medicina nem pode promover a sua teoria

que parece ter o potencial para ajudar milhares de pessoas em todo o mundo.

Na d�cada de 70 o Dr.Ernst T. Krebs

aperfei�oou a chamada Teoria Trofobl�stica do Cancro,

que foi inicialmente promovida pelo Dr.John Beard h� mais de um s�culo atr�s.

A mesma teoria foi desenvolvida e publicada por seu pai, Dr. Ernst Krebs.

De acordo com Krebs, a vitamina B17,

que � encontrada nas sementes de damascos e outras frutas semelhantes

� uma cura eficaz contra muitos tipos de c�nceres

e especialmente nos casos de c�ncer da mama, pulm�o, c�lon e pr�stata.

A vitamina B17, tamb�m conhecida por Laetrile,

era um dos rem�dios mais populares contra o c�ncer desde os anos 50

e na �ltima d�cada tem ganho o apoio de muitos cientistas e oncologistas, em todo o mundo.

Na It�lia o Dr. Guidetti da Universidade de Torino realizou um estudo cientifico sobre a Laetrile

que mostrou resultados muito promissores.

O Dr. Dean Burk, chefe da sec��o cito-qu�mica do Instituto Nacional do C�ncer

relatou que numa s�rie de testes realizados em tecidos de animais,

a B17 n�o tem qualquer efeito sobre as c�lulas normais,

mas libertou tanto cianeto e benzalde�do quando entrou em contato com c�lulas cancerosas

que nenhuma conseguiu sobreviver.

Ele disse: "Quando acrescentamos Laetrile numa cultura de cancro sob o microsc�pio

podemos observar as c�lulas cancerosas morrendo como moscas."

E o "Instituo de Cancro Sloan Kettering" com sede em Nova York,

parecia conhecer as qualidades terap�uticas da Laetrile h� muito tempo.

Isso foi confirmado por um dos mais famosos investigadores de cancro da �poca,

o Dr. Kanematsu Sugiura numa entrevista publicada numa revista em 1977.

Quando a noticia se come�ou a espalhar

o Sloan-Kettering pressionou o Dr.Sugiura a refutar as suas declara��es

mas ele recusou faz�-lo

for�ando o Sloan-Kettering a negar oficialmente as qualidades anticancer�genas da Laetrile.

O Sloan-Kettering foi posteriormente acusado de falsificar a pesquisa

em que basearam as suas afirma��es negativas sobre a Laetrile.

E este n�o foi o �nico caso na grande guerra financiada pela ind�stria m�dica na d�cada de 70 contra a Laetrile.

O Dr. John Richardson, j� falecido, tinha uma cl�nica de c�ncer muito pr�spera

na cidade de San Francisco nos anos 70 quando conheceu o Dr. Ernst T. Krebs Jr..

Eles mantiveram muitas confer�ncias em conjunto, estava familiarizado com a ci�ncia por tr�s da Laetrile

e come�aram a us�-la com prud�ncia na cl�nica.

Ele perdia a maioria dos pacientes que tratava do c�ncer.

Ele passou da� para uma grande taxa de sucesso, quase do dia para noite, usando essa subst�ncia.

E por isso ele ficou muito entusiasmado, a not�cia se espalhou,

e obviamente os seus pacientes ficaram muito felizes, e claro, contaram a seus amigos.

N�o demorou muito at� que pessoas come�aram a chegar de todos os Estados Unidos

e nalguns casos mesmo da Europa, para serem tratados na Clinica Richardson.

Ent�o ele come�ou a ter problemas com as autoridades m�dicas.

A administra��o do hospital entrou em contato com ele

dizendo-lhe que ele deveria parar de usar aquela subst�ncia

visto que n�o tinha sido aprovada pela FDA (INFARMED).

E ele disse: "Sim eu sei que n�o foi aprovada, mas ela funciona!"

E eles disseram: "N�s n�o nos importamos se funciona ou n�o,

n�o � uma subst�ncia aprovada por isso voc� est� violando a lei!"

As autoridades m�dicas nunca reconheceram o uso terap�utico da Laetrile,

e a FDA listou-a entre as subst�ncias t�xicas fazendo ser ilegal vend�-la nos EUA.

Em 1992 o Dr. William Lane publicou um livro intitulado "Os tubar�es n�o t�m c�ncer"

indicando que o crescimento tumoral pode ser inibido pela cartilagem de tubar�o.

A fim de desenvolver para al�m dum determinado tamanho qualquer tumor precisa

construir o seu pr�prio sistema de capilares.

A cria��o de novos vasos sangu�neos � chamada de angiog�nese.

A cartilagem de tubar�o tem uma caracter�stica espec�fica anti-angiog�nica

que impede o desenvolvimento do tumor, sufocando-o literalmente,

ao n�o permitir que o novo sistema capilar se desenvolva.

A caracter�stica anti-angiog�nica da cartilagem de tubar�o � bem conhecida pela medicina oficial

e � confirmada por v�rios estudos cient�ficos diferentes.

Mas a cartilagem de tubar�o, por algum motivo, n�o � sugerida como uma cura para o c�ncer

enquanto as empresas farmac�uticas competem secretamente para produzir um composto semelhante no laborat�rio...

ou para extrair da cartilagem um composto espec�fico que possa ser patenteado e explorado comercialmente.

Eles est�o interessados em descobrir algo, talvez algo que se encontre na natureza,

onde possam descobrir um sub-componente que eles possam extrair

e depois transform�-lo num qu�mico produzido pelo homem

que tenha o mesmo efeito e que ent�o possa ser patenteado.

Assim eles est�o interessados, mas n�o se vier diretamente da natureza.

Visco

Outro remedio bem conhecido para o c�ncer, especialmente popular na Europa,

� o Visco, uma planta semiparazita encontrada em carvalhos e outras �rvores semelhantes.

O Visco � usado para produzir v�rios medicamentos

como Iscador, cuja efic�cia anticancer�gena j� � conhecida h� muitos anos.

Eu acho que merece algum m�rito pois n�o � nada novo

n�o � uma moda passageira, � conhecido h� muito tempo,

� usado h� mais de 70-80 anos.

O cientista e fil�sofo austr�aco Rudolf Steiner, fundador da medicina antropol�gica,

sugeriu o uso de visco contra o c�ncer h� quase cem anos atr�s.

Esta planta foi considerada sagrada desde o tempo dos Celtas

que a adoravam e a usavam como um rem�dio universal.

Num paciente com c�ncer o visco causa um aumento imediato de macr�fagos

seguido normalmente por uma regress�o da doen�a.

Sabemos que tem propriedades de estimula��o do sistema imunit�rio

por exemplo se medirmos as citocinas

vemos que o seu n�mero aumenta se usarmos o visco.

Existem compostos no visco que s�o citot�xicos

o que significa que podem matar c�lulas cancer�genas ou met�-las a dormir.

Nas Cl�nicas Steiner o Visco � usado como parte dum abrangente programa antic�ncer

que inclui todos os aspectos emocionais, psicol�gicos e espirituais do indiv�duo.

Nos EUA o Visco � quase desconhecido

mas a tarefa de negar as suas qualidades curativas foi assumida neste caso pelo sistema de sa�de brit�nico

que apelou para a desculpa bem conhecida de aus�ncia de provas.

A Primary Care Trust reviu as provas relacionadas com visco para administra��o no c�ncer de mama e descobrimos

- e eu sou uma das pessoas que examinou as evid�ncias -

descobrimos que n�o existem evid�ncias favor�veis convincentes.

Recentemente a escritora e atriz americana Suzanne Somers anunciou que derrotou o c�ncer usando visco.

Falando em cancro, voc� em 2001 neste programa anunciou que estava lutando contra o c�ncer.

A maioria das pessoas iria a um m�dico e receberia quimio, mas voc� escolheu um caminho diferente.

Como voc� se sente agora?

Bem. Eu s� tenho testado as minhas "c�lulas assassinas", naturalmente...

ou seja o nosso sistema imunit�rio, e tenho tomado Iscador h� cerca de oito anos.

Ent�o, eu n�o costumo constipar, nada...

- Voc� tem c�ncer? - Eu j� n�o tenho c�ncer.

A lista de casos hist�ricos com potencial para a cura do C�ncer e que ca�ram no esquecimento

poderia continuar, literalmente por horas.

Desde a cura com vitamina C pelo vencedor do Pr�mio Nobel Linus Pauling,

at� ao infame Krebiozen do Dr. Ivy,

at� � cura molecular sob microsc�pio do Dr. Rife,

at� ao Dr. Coley Toxins,

o curso dos acontecimentos foi sempre o mesmo:

m�dicos foram ostracizados, descredibilizados ou perseguidos,

sem que as suas terapias fossem alguma vez consideradas para uma avalia��o cientifica s�ria.

A �ltima pessoa a propor uma cura natural para o c�ncer

� Tullio Simoncini, um oncologista italiano

que esteve no meio duma tempestade,

depois de declarar que a origem do c�ncer n�o � gen�tica,

mas � devido � agress�o de um fungo chamado Candida Albicans.

Com base nesta hip�tese o Dr. Simoncini trata o cancro com bicarbonato de s�dio,

que � um dos mais poderosos inimigos dos fungos encontrados na natureza.

Como o fungo entra no corpo?

Como voc� acha que tudo come�a, ap�s anos de pesquisa?

� uma endemia, uma grande polui��o epid�mica

uma vez que o fungo � subestimado.

� subestimado porque n�o � compreendido.

Desde o in�cio dos seus estudos o Dr. Simoncini sentiu a necessidade de reconsiderar o paradigma do cancro a partir do zero

e come�ou a procurar uma origem diferente da doen�a.

O que mais o surpreendeu foi o fato de todos os tumores se comportarem de forma semelhante

mesmo que pare�am ser completamente diferentes uns dos outros.

Em seguida come�ou a procurar um denominador comum e finalmente encontrou um.

A maioria dos c�nceres s�o brancos.

Estes esp�cimes tumorais mostram o impacto devastador que a doen�a pode ter sobre o corpo.

Isto � um f�gado afetado pelo c�ncer.

As bolhas brancas s�o todas tumores.

Se entrar no corpo e chegar a um �rg�o afetado pelo c�ncer

voc� pode ver que os n�dulos s�o sempre brancos.

�s vezes est�o cobertos com o sangue ou com rea��es diferentes

mas em cada exame post-mortem os cientistas descobrem n�dulos brancos, as massas brancas que s�o fungos.

Isto � a pleura.

Entramos com a camara e veja, a pleura devia ser vermelha

mas como pode ver, todos os n�dulos, todo o cancro, s�o brancos.

Aqui est� o cora��o a bater... este � um c�ncer br�nquico

veja, entramos no br�nquio e est� tudo branco.

E aqui, no c�ncer de c�lon.

Aqui est� o vermelho porque existe um pouco de sangue .

Lavei-o e agora veja, � sempre branco.

Branco como a Candida.

Candida Albicans em latim significa "branco brilhante".

� preciso esclarecer que a presen�a de fungos em tumores n�o � nenhuma novidade no mundo da medicina.

Todos os cientistas descobrem no mundo da oncologia

que todos os pacientes com c�ncer que morrem est�o sempre cheios de fungos,

mas ningu�m pergunta porque este � o �nico microorganismo presente nos pacientes com c�ncer.

A Oncologia oficial no entanto acredita que a sua presen�a nos tumores � devido � sua natureza oportunista,

que os leva a estabelecer col�nias sempre que descobrem um ambiente apropriado.

Essa cren�a parece ser contrariada por uma observa��o cuidadosa do reino animal.

Os esporos de um fungo parasita chamado "Cordyceps"

infiltrou-se no corpo e mente desta formiga.

Assim que ela � descoberta pelas outras trabalhadoras

a formiga � levada para longe da col�nia e abandonada.

Parece uma medida extrema mas esta � a raz�o para isso.

Depois de um tempo o corpo crescente do cordycep irrompe da cabe�a da formiga.

Pode levar tr�s semanas a crescer

e finalmente quando os esporos mortais s�o expelidos a partir do topo

ent�o todas as formigas nas imedia��es estariam em s�rio risco de morte.

O fungo � t�o virulento que ele pode exterminar col�nias inteiras de formigas.

E n�o s�o s� as formigas que caem v�timas deste assassino.

Neste caso � o fungo que causa a morte da formiga

e n�o � a morte da formiga que convida a presen�a do fungo.

O que parece normalmente ser apenas um simples oportunista

� de fato um assassino completamente desenvolvido.

Ent�o surge a pergunta:

Quem aparece primeiro?

E se a Candida enfraquece primeiro o organismo

e s� a vemos quando j� est� espalhada por todo o lado?

Como sabemos que � apenas uma consequ�ncia?

O fato � que ela l� est�, isso � um fato.

Se � apenas uma consequ�ncia, isso � uma interpreta��o.

Nem todas as infec��es s�o bacterianas.

Existem tamb�m os fungos.

V�rus s�o menores...

Fungos s�o maiores...

E os fungos s�o o elo entre microorganismos e animais.

Assim, eles podem penetrar no corpo como os microorganismos

e quando entram conseguem agregar-se

e conseguem construir uma grande massa que tem o poder dum animal.

A Candida � um fungo muito familiar conhecida especialmente pelas mulheres

que �s vezes experienciam uma infec��o nos �rg�os reprodutores.

A vagina � o canal muscular que liga o �tero ao exterior do corpo.

O calor e a humidade desse canal

criam o ambiente perfeito para a multiplica��o desses microorganismos.

Por exemplo as bact�rias chamadas lactobacillus que est�o naturalmente presentes na vagina

coexistem com o fungo chamado Candida Albicans.

Normalmente o Lactobacillus cria um ambiente �cido que mantem a popula��o natural de fungos em equil�brio.

No entanto quando as condi��es na vagina mudam e diminui o numero de lactobacilos ou diminui a acidez

ent�o esses fungos come�am a se multiplicar.

Normalmente o sistema imunol�gico mantem o fungo sob controle

e n�o lhes permite estabelecer col�nias no corpo.

Este gl�bulo branco avista um fungo na corrente sangu�nea, ataca-o e destr�i-o.

Se o sistema de defesa em vez disso se tornar mais fraco que o costume

a Candida consegue agregar-se em pequenas col�nias praticamente em todo o corpo.

Quando o fungo penetra no tecido conjuntivo provoca uma rea��o imuno-celular que resulta na forma��o do tumor.

Eu acho que o tumor � o resultado final da invas�o de fungos e a rea��o celular iniciada pelo organismo.

Longe de ser uma multiplica��o celular selvagem e descontrolada

de acordo com Simoncini o crescimento tumoral � a rea��o l�cida e desesperada do corpo

numa tentativa extrema de rejeitar o intruso.

Da mesma forma o Dr. Simoncini acredita que a met�stase n�o s�o c�lulas cancerosas

que abandonam o tumor prim�rio para iniciar um novo noutro lado

mas pequenos grupos de fungos pertencentes ao tumor principal

que entram na corrente sangu�nea durante bi�psias ou durante as habituais opera��es cir�rgicas.

Estes fungos fugitivos estabelecem-se num ambiente novo

e preparam-se para tomar vantagem dum corpo enfraquecido e assim estabelecer a sua nova col�nia.

Uma vez iniciada esta propaga��o torna-se necess�rio restaurar o sistema imunit�rio

� sua m�xima pot�ncia o mais rapidamente poss�vel.

Se em vez disso o paciente recebe quimioterapia

isto apenas acelera a destrui��o das suas defesas naturais

porque a droga mata indiscriminadamente c�lulas cancerosas e saud�veis.

Embora seja poss�vel prolongar a vida por alguns meses

a quimioterapia torna imposs�vel ao corpo recuperar as suas capacidades de defesa

obrigando-o a ceder mais cedo ou mais tarde em face dos m�ltiplos ataques dos fungos.

Para testar a sua teoria o Dr. Simoncini come�ou a tratar o cancro com bicarbonato de s�dio.

Bicarbonato de s�dio � a mais forte subst�ncia antif�ngica.

Os fungos n�o conseguem adaptar-se a esse assalto porque n�o � uma subst�ncia complexa.

� por isso que os atuais medicamentos antif�ngicos s�o ineficazes

porque os fungos conseguem adaptar-se em 3 ou 4 dias.

Para fungos d�o um medicamento antif�ngico que mata a primeira camada

mas a segunda camada torna-se imune e se alimenta do medicamento, da quimioterapia, de qualquer coisa.

Sangermano Gennaro � o primeiro paciente curado pelo Dr. Simoncini com bicarbonato de s�dio.

Em 1983 ele foi diagnosticado com c�ncer de pulm�o

e deram-lhe uma esperan�a de vida de 6 ou 7 meses de vida.

Em 2006, 23 anos depois, ele deu esta entrevista.

- Boa noite. Meu nome � Massimo. Parece que estou a falar com um homem com muita sorte, n�o �?

- Na verdade, sim, extremamente afortunado. Gra�as a Deus e ao Dr. Simoncini.

Eu tive sorte, porque me disseram que teria que ser internado novamente

porque a �ltima an�lise revelou que uma massa escura estava crescendo.

Ele sugeriu que eu tentasse essa terapia e gra�as a Deus que eu aceitei.

- Ouvi dizer que demorou nove meses a curar, certo?

- Sim, demorou 8 ou 9 meses.

- Mas o tumor desapareceu por completo?

- Sim, gra�as a Deus eles confirmaram que ele desapareceu.

Parece inacredit�vel , mas eu tive sorte.

- Bem, afinal de contas voc� est� c�.

- Disseram-me que teria 6 ou 7 meses de vida.

- Seguiu alguma outra terapia al�m da do Dr.Simoncini? Tem a certeza que foi isso que o curou?

- Sim, sim! Segui a terapia do Dr.Simoncini e nada mais.

Agora, talvez, quando constipo ou outra coisa, vou a outro m�dico...

- Obviamente, isso � normal.

- ... agora, aquela cura foi s� dele...

- Voc� fez qualquer outra coisa ao mesmo tempo? - N�o, n�o.

Depois de alguns tratamentos bem sucedidos

o Dr. Simoncini apresentou a sua documenta��o ao Departamento Italiano de Sa�de

na esperan�a que a sua teoria fosse testada segundo protocolos cient�ficos apropriados.

N�o s� as suas descobertas foram completamente ignoradas

mas o Dr. Simoncini acabou por ser expulso da Ordem dos M�dicos Italiana

por ter prescrito curas que n�o haviam sido aprovadas pelas autoridades.

Isso � muito lament�vel porque j� o antigo livro de Medicina Hindu

prescrevia o bicarbonato de s�dio no tratamento de cancro:

"Subst�ncias alcalinas fortes devem ser utilizadas em doen�as como anila, slesma, meda, cancro

e outras que s�o muito dif�ceis de curar."

Este livro tem mais de mil anos.

Assim que as noticias do seu tratamento come�aram a circular

o Dr. Simoncini tornou-se alvo duma grande campanha de difama��o

orquestra pela midia italiana e foi tratado como um charlat�o e um vigarista.

Hoje vamos falar com um indiv�duo que alega curar tumores com bicarbonato. Fiquem connosco!

Boa noite, Jimmy Ghione, do "Striscia la Notizia". Como est�?

Qual � essa hist�ria do bicarbonato?

Como podemos curar tumores com fermento?

Pode-nos dizer alguma coisa sobre essa hist�ria?

Basta fermento para curar os tumores?

- Espere, que eu volto j�!

- Porque voc� age assim?

O Dr. Simoncini foi tamb�m repetidamente processado por homic�dio por neglig�ncia

e num caso foi condenado a tr�s anos de pris�o

por alegadamente ter causado a morte a pacientes que estavam em tratamento.

A midia cobriu fortemente os julgamentos

dando o golpe final na credibilidade do Dr. Simoncini.

Professor Francesco Cognetti, diretor cient�fico...

do Instituto Nacional do Tumor de Regina Elena, em Roma.

Um dos mais importantes oncologistas italianos.

Quando falamos sobre medicina e sobre tratamentos inovadores, temos de ter cuidado.

Diz este indiv�duo, este Simoncini...

que o cancro � um fungo, e pode ser curado com bicarbonato de s�dio.

Qual � a primeira reac��o dum grande m�dico?

� uma ideia bizarra, para n�o dizer mais.

Eu diria que � uma loucura. N�o existe evid�ncia de correla��o...

entre infec��o por fungos e o c�ncer.

Nem h� evid�ncia que os fungos sejam a �nica causa de c�ncer, ...

... como afirmado pelo Dr.Simoncini.

Podemos dizer com certeza absoluta que o bicarbonato � totalmente in�til contra os tumores?

- Absolutamente in�til. At� poderia ser perigoso

pois se for administrada em doses elevadas pode causar grandes desequil�brios metab�licos,

que podem at� mesmo comprometer a fun��o renal, a fun��o respirat�ria,

a fun��o card�aca , cerebral.

Este medicamento, se administrado em doses elevadas, pode at� causar a morte.

O paradoxo � que Tullio Simoncini n�o � um medico alternativo

nem sequer � de alguma forma contra o sistema

mas � possivelmente o m�dico mais alop�tico e ortodoxo de todos.

A maneira de nos livrarmos do fungo, tanto interna como externamente

e tamb�m para nos livrarmos do tumor

� intervir com medicamentos antif�ngicos sequenciais, em cascata.

O conceito j� existe na quimioterapia

terapias sequenciais, c�clicas.

A ideia � desenvolver medicamentos antif�ngicos que sejam inicialmente eficazes

e posteriormente h� medida que o fungo muda, mudar tamb�m os medicamentos de acordo.

Assim podemos persegui-lo em todas as suas muta��es.

Mas isso requer a interven��o das empresas farmac�uticas

que agora n�o conseguem ver o grande potencial deste neg�cio.

Agora apenas veem o perigo dos medicamentos quimioter�picos se tornarem in�teis

e por isso declaram guerra a qualquer indiv�duo que se coloque no seu caminho.

Entretanto ele aperfei�oou t�cnicas especiais que permitem entregar o bicarbonato de s�dio na vizinhan�a do tumor

a fim de obter a efici�ncia m�xima com um montante m�nimo de bicarbonato de s�dio.

Bicarbonato de s�dio � eficaz se voc� conseguir coloc�-lo em contato com o c�ncer.

Ent�o, se voc� desejar atingir o c�ncer de pr�stata deve colocar o cateter

antes da art�ria vesical inferior que irriga a pr�stata.

Em seguida, voc� pode administrar no cateter o bicarbonato de s�dio directamente na pr�stata e matar os fungos

porque a concentra��o do s�dio � muito alta, porque voc� usa a art�ria que alimenta diretamente o �rg�o.

Por outro lado, para as cavidades - pleura, peritoneal -

o cateter precisa ser inserido trans-peritoneal ou trans-pleural.

Embora seja considerado apenas material aned�tico e n�o evid�ncias cient�ficas

existem hoje dezenas de testemunhos documentados que aparecem no site do Dr. Simoncini

que parecem suportar a validade da sua abordagem inovadora ao c�ncer.

Esta terapia de que fala, bicarbonato de s�dio entregue directamente no local do tumor,

eu me pergunto onde est�o os danos que pode causar?

Parece ser uma terapia muito in�cua, n�o � um medicamente perigoso e potente.

N�o, n�o � perigoso, porque... h� uma possibilidade remota de infec��o

mas do outro lado est� a vida...

E existem v�rios tipos de c�ncer tais como o da mama que n�o necessita de cateter.

O c�ncer de bexiga, o cerebral ...

O cancro da mama e da bexiga podem ser curados com Bicarbonato de s�dio numa percentagem de 99%

sem cirurgia, sem quimioterapia, sem radioterapia.

Deixando o corpo intacto!

O Dr. Simoncini acredita que tamb�m o c�ncer de pele � causado por um fungo

e trata-os com tintura de iodo comum.

Nalguns casos os pacientes relataram que at� os melanomas mais agressivos sucumbiram em poucas semanas

com simples escamas.

- E o c�ncer desapareceu? - Desapareceu totalmente.

Pela primeira vez, sinto que recebi a minha vida de volta.

Contudo, nem todo c�ncer pode ser tratado com a mesma efic�cia.

O c�ncer de osso, por exemplo, quase n�o recebe sangue

e por isso � muito dif�cil conseguir atingi-lo com a quantidade de bicarbonato de s�dio adequada.

Nalguns casos podem ser aplicadas t�cnicas diferentes.

O �ltimo testemunho � algu�m que se encontrou de ambos os lados da barreira

um m�dico que teve c�ncer.

Meu nome � Carmelo Lombardo.

- Qual � a sua ocupa��o? - Eu sou m�dico.

Ap�s a remo��o de um tumor prim�rio na vesicula

o Dr. Lombardo descobriu que tinha algumas met�stases no f�gado.

Pouco antes de fazer a cirurgia do f�gado soube que tamb�m tinha desenvolvido met�stases em ambos os pulm�es.

Nessa altura eu disse "acabou".

Na altura da opera��o eu n�o disse � minha fam�lia

mas eu pensei que teria um ano e meio de vida, talvez dois.

Quando voltou para casa o Dr. Lombardo encontrou a terapia do Dr. Simoncini

e come�ou a usar os cateteres que tinham sido preparados para a quimioterapia

introduzindo em vez disso uma solu��o de bicarbonato.

Ent�o voc� j� tinha a porta preparada para a quimioterapia e em vez disso usou-a para introduzir o bicarbonato?

- Sim, para introduzir o bicarbonato. - Onde estava a porta exatamente?

A porta estava localizada na segunda costela.

Mais precisamente na veia cava superior a car�tida interna.

Ap�s alguns ciclos de bicarbonato de s�dio

uma tomografia computadorizada revelou que ambos os tumores tinham desaparecido dos seus pulm�es.

Um exame com e sem subst�ncia de contraste mostrou que n�o havia les�es,

nem prim�rias nem secund�rias.

Voc� tem alguma mensagem para os seus colegas m�dicos?

Claro que tenho.

Como costumo dizer, a verdade �s vezes est� mesmo em frente ao nariz.

Est� t�o pr�xima que n�o conseguimos focarmo-nos nela.

E mais uma coisa.

N�o existe UMA VERDADE.

A verdade n�o � algo que voc� possa acreditar que s� est� na sua posse.

A verdade � a procura.

A verdade s� pode ser encontrada...

alargando os limites do nosso horizonte

alargando a nossa maneira de pensar.

TRADU��O: www.NOVACOMUNIDADE.org "Tudo que o homem n�o conhece n�o existe para ele. Por isso o mundo tem, para cada um, o tamanho que abrange o seu conhecimento." (Carlos Bernardo Gonz�lez Pecotche)

LEGENDAGEM: www.MDDVTM.org/educacao "Um povo ignorante � um instrumento cego da sua pr�pria destrui��o." (Sim�n Bolivar)

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