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Original subtitles

TEATRO GLANZ

Convite

- Salve Hitler! - Salve Vitória!

Um Povo, um Império, um Líder

Sentem-se, meus amigos.

Estamos aqui hoje para ver um filme, não para participar num comício político.

Mas têm razão.

Mesmo que quiséssemos fugir à política e às ameaças que aí vêm,

estas não nos deixarão.

Vimos isto recentemente em Breslávia,

onde a atmosfera alegre dos preparativos para as Olimpíadas

foi perturbada por um assassino, o Queimador de olhos, um bolchevique.

Mas isso já lá vai.

Não só conseguimos apanhá-lo,

como também desmantelamos um perigoso grupo terrorista comunista.

Que belo espetáculo.

Comunismo e judaísmo

são estratégias que visam privar-nos da nossa terra,

da nossa unidade nacional,

do nosso sangue puro!

Bravo!

Não há dúvida de que a Maçonaria brota da mesma raiz

que o judaísmo e o comunismo.

É a mesma raiz!

Mas vamos arrancar esta raiz de Breslávia!

A exibição de hoje é um passo importante nessa direção.

Há apenas um mês, este era o Núcleo Internacional dos Maçons.

Esta noite, convido-vos para um cinema alemão, para ver um filme alemão

da autoria do nosso brilhante Hans Laufen.

Bravo!

Desfrutem de Triunfo, Determinação e Luta.

Triunfo, Determinação e Luta

Realizado por Hans Laufen

Obrigado pelo convite. Foi uma noite interessante.

- É uma honra, Coronel. - Os meus cumprimentos à sua esposa.

Serão entregues.

Fox?

O que achou do filme?

Grandioso. Quem me dera que tivéssemos realizadores assim em Inglaterra.

Ai sim? O Hitler pode ser inspirador.

Espero que não se tenha sentido ofendido.

Pelo quê?

Porque expulsámos os Odd Fellows daqui.

São maçons britânicos, não são?

Os Odd Fellows não são maçons. São uma sociedade de caridade.

Não me faça rir.

Passe no meu escritório amanhã. Talvez encontremos algo novo para si.

Obrigado.

Mas já me enganou uma vez.

Está a falar de quê?

Seja sincero.

Não quer saber quem é mesmo o Queimador de olhos?

O Fox falou com alguém depois de o Gerber ser detido?

Foi a um bordel e a um casino, jantou com a amante

e encontrou-se com o Detetive Podolsky antes de se atirar da ponte.

E porque não fui informado disso?

Encerrámos o caso. Não achei que fosse relevante.

Quero um relatório completo amanhã.

Que prostitutas fodeu, quanto perdeu no casino e o perfil da amante.

OS ASSASSÍNIOS DE BRESLAU

Franz.

Franz, querido, consegues ouvir-me?

Não sabes como estava assustada.

Estava a perder o juízo.

Promete-me que não voltas a fazer isso, especialmente agora.

Vamos ter um bebé, Franz.

O nosso bebé.

Vamos ter um bebé, Franz.

Estás feliz?

O nosso bebé.

Enfermeira, acho que está a acordar.

Examinámo-lo de várias formas.

Fisicamente, está em boa forma.

Então, o que sugere?

Posso mandá-lo para o hospital psiquiátrico na rua Brick.

O asilo?

Sabe muito bem que as pessoas nunca voltam de lá.

Aqui ou lá. Não fará diferença para ele.

Olá, Grã-Bretanha. Olá, RTF.

Daqui é Breslávia.

As areias movem-se depressa aqui.

Há apenas três anos, Hitler nem sequer era cidadão alemão.

Hoje, está na posse de poderes ditatoriais,

provavelmente inigualáveis na história

desde os tempos de Genghis Khan.

E as maiores vítimas desta omnipotência

são os judeus alemães.

Vou demasiado rápido?

Não, senhor.

Fala-vos Andrew Fox,

o vosso novo correspondente na Alemanha.

E agora, de volta a Londres.

A Londres.

Londres.

Devia vê-lo, Obersturmbannführer Holtz.

Claro que não o enviei.

Obrigada.

Salve Hitler.

Detetive, já passaram quatro dias. Tem de tomar os seus comprimidos.

Como está o Franz?

Sem alterações.

Estou a pensar transferi-lo para o hospital.

Não pode estar a falar a sério.

- Ele terá cuidados a tempo inteiro lá. - Vão cortar-lhe o cérebro.

Vá lá trabalhar.

Eu falo com ele.

Obrigado.

Ouve, desde que chegaste, o Poldek não tem conseguido dormir.

Ele está preocupado contigo. E eu estou preocupado com ele.

Já fiz coisas muito piores durante a guerra, matei pessoas.

Rapazes jovens, inocentes e aterrorizados,

que, tal como eu, sonhavam em sobreviver outro dia,

outro dia horrível nas trincheiras.

E garanto-te, nenhum de nós sequer se lembrava pelo que estávamos a lutar.

Recompõe-te.

Não quero.

O que não queres?

Recompor-me.

Para de sentir pena de ti mesmo, raios.

O que é que a Lena dirá quando te vir assim?

A Lena desapareceu.

- Foi-se embora. - Não é a primeira vez, ela vai voltar.

Não vai voltar.

- Pressionou-o? - Eu tentei.

Desculpe, estou à procura do Detetive Podolsky.

Continua a pressioná-lo.

- O meu nome é Inga Eissmann. - Eu sei quem é.

Receio que o detetive tenha tido um acidente.

Que tipo de acidente?

Espere por mim no café do outro lado da rua.

Assinou o relatório que determinou a culpa do Gerber.

O Podolsky também.

Trabalharam juntos?

Ele disse-lhe que…

Que apanhámos o homem errado?

O Holtz amarrou-nos as mãos.

Mas ele anda à solta. E vai matar outra vez.

Mesmo que o faça,

o pessoal do Holtz garantirá que ninguém o liga ao Queimador de olhos.

Não podemos deixar isto assim.

FICHEIROS DOS CASOS

Esta é a declaração da pretensa vítima do Queimador de olhos.

A única pista que nos resta.

Sim?

Inga Eissmann. Vim ver a Sra. Gerda Holtz.

Entre, por favor.

Bom dia, senhora.

Desculpe a intrusão, mas estava aqui perto.

Receio que não tenha muito tempo.

- Encontrou o Jürgen? - Encontrei.

Mas não apareceu nas últimas duas sessões.

A culpa é minha.

Não lhe disse, mudámos de médico.

Pensei que vocês dois estavam muito satisfeitos com as nossas sessões.

Não tenho de me explicar.

Sim, claro.

Quem está a tomar conta dele agora? Vou entregar-lhe os registos dele.

Não é preciso.

Sei que o Jürgen não toma a medicação. Falei com o farmacêutico.

O novo médico dele receitou uma nova medicação.

Adeus.

A criada acompanha-a à saída.

Ali, por favor.

Quem te trancou aqui?

Calma!

Calma! Vamos lá!

Calma! Vamos lá!

Vamos lá.

Alguém o identificou?

Ele não é daqui. Chama-se Maximilian Schmidt.

Vem da pobreza. Álcool, rixas, violência.

Alguma testemunha, alguém viu quem fez isto?

Até agora, não temos nada.

O nosso perito forense afirma que o rapaz já estava morto quando foi largado aqui.

Morreu duas ou três horas antes disso.

O assassino deve ter tido muito trabalho para o trazer para cá.

Salve Hitler!

Prometo que não o vou desiludir. Vamos apanhar o Queimador de olhos.

Já apanhámos o Queimador de olhos, entendido?

- Temos aqui um imitador. - Receio que não.

A forma como usou cloro indica que é o mesmo homem.

Largou o corpo do rapaz numa rua movimentada para mostrar que ainda mata.

E que incriminámos outro pelo seu trabalho.

Guarda essas conclusões para ti. Só deves falar comigo sobre este caso.

E vou ordenar um apagão total de notícias.

- Mas… - Ele queria publicidade, não a terá.

Kurt, vai andando. Vamos para a esquadra.

Encontrámo-lo esta manhã.

Desta vez, o assassino deixou o corpo exposto.

Estava determinado a tornar o caso público.

Mas não há dúvida de que é o mesmo homem.

O Queimador de olhos.

Sabe o quanto eu queria um filho, Chefe?

E que ver uma criança me deixa sentimental como uma menina na procissão da Páscoa?

Eu sei.

É por isso que me está a mostrar isto?

Sim.

Rapidamente aprendeu as técnicas de manipulação do novo regime.

O assassino ainda anda à solta. Acabou de matar uma criança.

Se a única forma de te tirar desta maldita cama

é ferir os teus sentimentos hipersensíveis…

… então, posso viver com isso.

Velho cabrão do caraças.

Inga, o que a traz aqui?

Ele chama-se Jürgen Holtz

e tenho de descobrir quem o está a tratar.

Holtz.

- Refere-se aos Holtzes? - O filho deles.

Perguntei na Sociedade de Psicanalistas, mas ninguém sabe de nada.

Pensei que talvez um dos seus médicos…

Perdi os meus melhores médicos por motivos raciais.

Foram substituídos por estes novos cientistas.

Estes médicos não curam pessoas.

"Eliminação de vidas indignas de vida."

É o que lhe chamam.

De certeza que o Holtz nunca mandaria o filho para cá.

Inga.

O que é que se passa?

Se me acontecer alguma coisa, procure o sargento Erwin Benk da polícia.

Diga-lhe que andei a perguntar pelo Jürgen Holtz.

Está bem, vou dar outra olhadela…

Bem, eu ressuscitei dos mortos, porra.

Bem-vindo de volta!

É bom vê-lo, Detetive.

O Detetive Podolsky tomará conta do caso do assassinato de Maximilian Schmidt.

Ponham-no a par de tudo.

Bravo!

Está bem, já chega.

Quem o encontrou?

O padeiro. Está a prestar depoimento.

Quero interrogá-lo.

Ele deixou um bilhete?

Desta vez não.

Entre.

O Detetive Podolsky vai tratar do caso da morte do rapaz.

Ele voltou ao trabalho hoje.

Algum progresso na investigação?

Os testes confirmaram que o assassino usou

a mesma concentração de cloro que o Queimador de olhos.

Estão a verificar as pistas antigas de novo.

Procuram uma ligação entre o rapaz e as vítimas anteriores.

Há também uma testemunha, a pretensa vítima, Muller.

Volta aqui.

Volta para a tua toca, raposinha.

Volto se tomares um duche.

O quê?

Os teus sovacos tresandam, Foxy.

Uma raposinha amante da higiene.

Quem diria?

Desnutrição, tuberculose avançada.

Cicatrizes nas costas e na mão direita.

De diferentes tamanhos e em diferentes fases de cura.

Esta deve ser de uma queimadura de cigarro.

Provavelmente vítima de abuso.

Contudo, esta cicatriz em particular é intrigante.

As lesões tecidulares não são de água a ferver.

São mais consistentes com queimaduras causadas por algum tipo de químico.

Possivelmente cloro.

A primeira vítima tinha a mesma cicatriz.

Não me lembro.

Na parte exterior da coxa, à volta do joelho.

Não viste.

Isso é impossível.

Quanto tempo tem esta cicatriz?

Diria um ano, um ano e meio.

O judeu encontrou uma cicatriz no corpo da prostituta?

O judeu tinha nome.

O Dr. Otto Krakauer era o médico-legista mais notável

com quem já tive a honra de trabalhar.

Já dei o meu depoimento.

- E tenho um álibi. - Mas temos mais perguntas.

O Maximilian tinha marcas de tortura no corpo todo.

Foi espancado, queimado e deixado à fome.

- Foi obra tua? - Não.

- Então, de quem? - Não sei.

O quê? Ele não fez queixa à polícia?

Depôs que viu o seu filho pela última vez há uma semana.

Era comum ele não voltar para casa?

Como é que eu sei?

Foi a primeira vez.

Às vezes, chegava tarde a casa depois do trabalho, mas tinha medo do escuro,

então, voltava sempre.

- Ninguém te perguntou! - Cala-te.

Onde é que trabalhava?

Não sei.

Olha para mim, eu faço as perguntas. Onde trabalhava?

Não sei mesmo.

- Vais arrepender-te disto. - Cala-te, já disse!

Parece que não estás muito afetado pela tua perda.

Ontem, sofri uma perda.

No póquer.

Foda-se!

Apanhas pelo menos dois anos por agredires um polícia.

A tua família vai ter uma pausa de ti.

Leva-o para a esquadra. Eu volto sozinho.

Mas que raio?

Olha.

Olha.

Desculpa ter-te assustado.

O Alexander não fala, mas compreende tudo.

Lamento muito pelo Max.

O meu nome é Franz.

E quero apanhar o homem que magoou o teu irmão.

Irei fazê-lo, prometo.

Mas preciso da tua ajuda.

O Max…

… tinha algum segredo?

Algo que ele não tenha contado a ninguém?

Onde encontraste estes dentes?

Isto é o rio.

A estrada vai dar ao cemitério.

A morgue da cidade.

Abre, é a Gestapo!

Sabe que a sodomia é um crime neste país.

Tal como no seu.

Nenhum primo com bons contactos o vai ajudar aqui.

Devia ter vergonha.

Não é a primeira vez que mata um homem inocente para seu proveito.

A morte não é nada para si.

A morte, meu caro Andrew,

é um pequeno sacrifício por um bem maior.

E com que bem maior estamos a lidar?

Com uma sensação de segurança.

E isso é o derradeiro bem para a maioria de nós.

Acha que as nações das suas democracias fracassadas querem liberdade.

Mas tudo o que querem é ordem.

Estou certo de que em breve perceberá isso e nos receberá de braços abertos.

Por agora, eis o que vai acontecer.

O que é isso?

Uma entrevista.

- Com quem? - É antes por quem.

Por si.

Aquela que lhe prometi com o Führer.

Está pronta a imprimir.

A entrevista foi conduzida por Andrew Fox

Só precisa de a enviar.

Encontrámo-los na casa da vítima. Tanto quanto sabemos, vêm daqui.

Como assim?

Trabalho aqui há 15 anos.

Nunca deixei entrar nenhum miúdo, juro.

Embora…

Recentemente, houve…

… um arrombamento.

- Fez queixa? - Porquê? Não faltava nada valioso.

E os dentes?

É a morgue da cidade.

Trazem para cá sobretudo vítimas de acidentes não identificadas.

Vítimas de suicídio. E, no caminho para cá,

provavelmente alguém as estripa.

E se não estiverem estripadas?

Ficam aqui três dias à espera que alguém os identifique.

E se ninguém o fizer? O que fazes com o ouro?

Levo-o à casa de câmbio, aqui, junto ao porto fluvial.

Podes abri-lo?

Sim.

Há quanto tempo está este aqui?

Este chegou esta manhã. Dois tipos das SS trouxeram-no. Porquê?

Leva-o para o gabinete do médico-legista.

E tu vais à esquadra fazer um depoimento.

Sobre o tal arrombamento.

Quem era, Detetive?

Peter Muller.

A pretensa vítima. Mas o que tem as SS a ver com isso?

Exatamente.

Temos procurado por um psicopata aleatório.

O Holtz tem-nos afastado do verdadeiro assassino desde o início.

- Acha que o Holtz se livrou dele? - Não sei.

Mas vê se ele tinha ligações com as outras vítimas.

Sim, senhor.

Vira para Solna. Vamos ao hospital na rua Koch.

A clínica de doenças sexuais?

- Há quanto tempo estás casado? - Dois anos.

Não te vejo há dois anos.

Estás apaixonado?

Aqui estão os registos dos pacientes que tratámos de doenças venéreas

no último mês.

Mas receio que lhe sejam necessários alguns dias para os ler.

É por isso que sugiro…

… que comeces com pacientes com eczema.

Os sintomas são semelhantes.

Historial médico de Jürgen Holtz

- Trago assuntos urgentes. - Espero que seja mesmo urgente.

Temos provas que o Queimador matou o rapaz.

Quero partilhá-lo com a imprensa.

Não percebo porquê.

Ele tem de saber que sabemos que é ele.

Senão, continuará a matar para nos convencer disso.

Nem pensar. Vai haver histeria em massa. Vai interferir com a investigação.

E como está o seu filho?

Ainda não o conheci.

Está muito bem.

Prepara-se para a admissão à academia militar.

Parabéns. E como está ele?

Perdão?

Surpreendeu-me encontrá-lo na lista dos pacientes do hospital.

Fui lá em ligação com a investigação e o depoimento do Muller.

A vítima do Queimador de olhos. Ele foi assassinado.

Muito interessante, Podolsky, mas estás a testar a minha paciência.

Não me voltes a incomodar em casa.

Consulta todos os assuntos da investigação com o teu superior hierárquico.

Há novidades sobre a Lena?

Não, não tenho ordens, Chefe.

Ela…

… foi ao hospital?

Que eu saiba, não. Mas se quiser, posso verificar.

Não é preciso.

Chefe, quando estava doente, a Inga Eissmann veio à sua procura.

Ela foi à esquadra, conversámos e mostrei-lhe o depoimento do Muller.

Cancela as consultas com os pacientes para amanhã de manhã.

Até lá, já estarei longe.

Sim, minha senhora.

Quando estiver instalada, envio-te uma mensagem.

Vais juntar-te a mim. Um amigo meu vai dar-te a carta.

Lembra-te, o apartamento pode estar sob vigilância e o telefone sob escuta.

Mas o que aconteceu, minha senhora?

Já basta eu saber demasiado.

Bota abaixo!

- Estou vinculada pela confidencialidade. - Não quero saber disso.

Ele é um psicopata, acabou de matar um miúdo.

O que é que sabemos?

Mesmo em criança, ele mostrava tendências psicopatas.

O pai levava-o para caçar e a sua brutalidade começou a intensificar-se.

Ele começou a matar animais, não só quando caçava.

Cães, gatos…

… canários.

Pessoas?

Ewcia, vá lá, vamos.

Ewcia, não sejas tonta, imploro-te.

Vamos, sua louca!

Eu amo-te. Anda.

Lena.

Vai lá.

Onde vais dormir esta noite?

- Lena! - Lena!

Em 1926, houve um incidente na casa dos Holtz.

Não sei o que foi, mas forçou os Holtzes a deixar Berlim.

Foi quando o Jürgen foi colocado ao seu cuidado?

Sim.

Mas isolaram-no do mundo, como se receassem que ele pudesse ser uma ameaça.

Depois, ele desapareceu.

Por quanto tempo?

Ele deixou de vir às nossas sessões

por volta da altura em que a segunda vítima foi morta.

Deixou de tomar a medicação e a mãe diz que trocaram de médico, mas eu verifiquei.

Nenhum especialista o está a tratar em Breslávia.

Temos de o encontrar primeiro.

Tradução: Pedro Silva Mota

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