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Original subtitles

UMA S�RIE SEMI ORIGINAL NETFLIX

No dia do julgamento da Lucille pelos seus v�rios crimes mar�timos

e na marisqueira que serviu de sala de audi�ncias...

A defesa chama � coisa estranha ostr�fera onde se sentam,

a filha adotiva, Lindsay Bluth.

A Lucille questionava a sua decis�o

de amea�ar n�o pagar � filha em troca do seu testemunho.

Viu a Lindsay Bluth?

Foi uma amea�a que tamb�m afetou Tobias, o marido de Lindsay,

pois tinham acabado de comprar uma casa...

UNS DIAS ANTES...

O qu�? A m�e n�o vai pagar?

... que n�o podiam pagar...

Ela disse que s� me paga se o meu testemunho for cred�vel.

Lindsay!

... nem se encontrar.

Mas como � que eu posso dizer algo como "Adoro-te, m�e"

e parecer cred�vel?

Jesus.

Jesus C. Penney!

Quem me dera dar-me ao luxo de n�o soar cred�vel.

Mas isso n�o � op��o para um ator desempregado, pois n�o?

Ou ent�o � por isso que est�s desempregado!

Pe�o desculpa, mas ando com vontade de ir �quela Cl�nica Met�dica de Representa��o

que vejo nas minhas sa�das noturnas, mas tu n�o me deixas!

Porque estoiraste o dinheiro na Master Class de Representa��o do Carl Weathers.

Lamento, mas sou uma estrela tal

que n�o prestei aten��o a nada do que ele disse!

Ent�o talvez deva ir � tua Aula Met�dica de Representa��o

para tornar o meu testemunho mais cred�vel!

Na verdade, � uma boa ideia. Talvez pudesses...

Sim.

Talvez devamos ir juntos.

Sim. Pode ser bom para n�s, como casal.

Espero que sim.

Quero mesmo que isto funcione.

Eu tamb�m.

Eu amo-te mesmo, Tobias.

Lindsay, temos que te levar �quela cl�nica de representa��o.

E estava a pensar em caramelos.

Caramelos.

Agora, a hist�ria do que aconteceu

quando o homem que mantinha a sua fam�lia toda unida,

finalmente seguiu em frente.

E as diferentes perip�cias que n�o lhes deixaram alternativa

a n�o ser voltarem a unir-se.

� Arrested Development: Consequ�ncias Fatais.

Para se ligar ao seu marido e preparar-se para o seu testemunho,

Lindsay decidiu ir a uma aula de representa��o com Tobias.

Esta � a primeira vez que fa�o algo do g�nero contigo.

Acho que sempre o desdenhei um pouco.

Lindsay, penso que perceber�s que algumas das coisas em que pare�o andar � nora

s�o na verdade aquelas em que me saio melhor.

� aqui que perten�o.

Se � nova aqui, precisa de ir � rece��o.

Antes, preencha este formul�rio.

Tem algumas quest�es pessoais, tipo como � que ficou agarrada.

Essa � f�cil. You're A Good Man, Charlie Brown.

N�o, Mame.

N�o, senhora... You're A Good Man, Charlie Brown.

Gypsy.

Chegue aqui e seja t�o honesta quanto poss�vel.

Est�o a come�ar os mon�logos. Penso que � de Songs for My Father.

Como � que se chama esta aula de representa��o?

Cl�nica M�todo Um.

Certo, vou buscar caf�.

Cl�nica M�todo Um de Garden Grove.

E foi ent�o que o Tobias ficou extasiado

pelo que primeiro julgou ser uma s�sia da Carol Channing...

E entrei no filme Quarteto Fant�stico.

... mas que depois reconheceu ser uma atriz com uma curta carreira.

N�o foi fant�stico para mim.

Deixei-me levar. E aquilo era tudo f...

E tenho que me acalmar ou vou ser...

Mas agora estou s�bria e estou a tentar.

� muito dif�cil.

Era uma hist�ria devastadora e pessoal.

Certo, dicas.

Antes de mais, parecias um pouco insegura.

Acho que te terias divertido mais se estivesses mais segura de ti. Sem medo.

"Isto � f..., senhor."

Desculpa, n�o conhe�o o texto, por isso...

N�o, � isso.

Mas conhe�o o teu trabalho no Quarteto Fant�stico.

- Viste-o? - Claro que vi.

H� vinte anos, DeBrie Bardeaux fez o papel de Sue Storm

na vers�o independente de Quarteto Fant�stico,

produzida pela Imagine Entertainment,

Quase nunca me reconhecem como a Mulher Invis�vel.

N�o acredito que me viste.

Bem, acho que foi fant�stico.

Para uma produ��o em linha com o Quarteto Fant�stico.

Na verdade, grande parte da atua��o que tanto cativou o Tobias,

foi protagonizada por uma linha de pesca.

Este � o Starbucks mais gay de sempre!

A linha de pesca dele tamb�m partiu?

Bem, a minha carreira de atriz acabou.

N�o digas isso. Tens de continuar a lutar pelo sonho.

� o que me ajuda.

Isto � o que me ajuda a mim.

� muito bom.

Um brinde ao v�cio da representa��o.

- Sim. - Que nunca nos curemos.

Est� a chorar?

Eu estou. Tenho o nariz a sangrar.

Muito obrigada.

O Tobias encontrou uma amiga.

- �s fixe! - �s fixe!

- �s fixe! - �s fixe!

A Lindsay descobrira

que a Cl�nica de Representa��o M�todo Um de Garden Grove,

era, na verdade, a Cl�nica de Metadona de Garden Grove para Metadona.

E estava a refletir no xam�...

Est� a viver uma vida sem amor,

pois s� se interessa pelas apar�ncias.

... que a tinha inspirado a regressar para o marido.

O amor est� onde o deixou.

A �nica pessoa em casa � o Tobias.

E come�ava a questionar se havia sentido nisto tudo...

N�o � Com�rcio Livre e se n�o � Com�rcio Livre �...

... quando reparou num homem.

N�o me parece um agarrado.

Voc�, sim. Pesa o qu�, 40 kg?

Que engra�ado!

C�us, obrigada. Mas n�o.

Se sou agarrada a algo, � ao �lcool.

Sou a Lindsay. E voc� �...

"M�rdeme."

N�o gosto de dar o nome a organiza��es estatais.

Fui expulso dos cadernos de voto

por me ter filiado no grupo pol�tico errado.

Que grupo era esse?

Nem sequer me lembro.

Um tipo numa barraca na cal�ada.

Ele aderiu � al-Qaeda.

S� me filiei pois ele estava a dar uma escova de barbear.

Que dizia "al-Qaeda".

ADIRA E RECEBA UMA ESCOVA DE BARBEAR

Talvez tenha achado que era o designer.

Sou o Marky Bark.

Dos Barks libertadores de �rvores?

Marky era o filho de Johnny Bark,

um ativista que Lindsay uma vez ajudara a salvar,

e depois matar, uma �rvore.

Lembro-me de pensar, um dia, que ele ia acabar por cair de uma �rvore

e partir o pesco�o.

- O que lhe aconteceu? - Caiu de uma �rvore e partiu o pesco�o.

Ent�o, est� aqui sozinho?

N�o, estou com ela.

Ou�a, a DeBrie s� consegue reter comida por cerca de 20 minutos

depois do efeito da metadona passar.

Gostaria de se juntar a n�s enquanto reunimos comida para engolir � pressa?

Gostaria muito.

Por acaso, hoje estamos livres.

Ainda tenho tempo antes de ir a julgamento.

E os dois casais foram almo�ar,

apesar de o rel�gio mar�timo ter oito sinais ao meio-dia.

E foi quando a Lucille descobriu

que a Lindsay n�o fora a �nica Bluth a faltar ao seu julgamento.

A desculpa de Gob era igualmente emocionante.

O Gob envolvera-se numa fuga que deu para o torto

e acabara numa unidade de armazenamento em Tustin.

No dia do julgamento, acordara no hospital,

feliz por ver finalmente uma forma familiar.

Humilhaste-me.

Gozaste com a minha religi�o e estragaste o nosso casamento.

A nossa primeira discuss�o.

E como todas as discuss�es, est�s um pouco certa e eu estou um pouco certo.

Vendi a tua gruta no Craigslist.

Ent�o valeu a pena.

Sem saber, ela tinha vendido a gruta a outro Bluth

que faltara ao julgamento.

Procura "grandes cabanas de lama onde cabem 20 pessoas".

Enquanto procurava uma cabana maior para a suda��o e extors�o no deserto

que estava prestes a construir.

Encomenda-as!

Mas era no seu filho Buster

que Lucille mais contava como testemunha principal,

pois o seu testemunho seria fulcral para ilibar Lucille

das acusa��es de roubar o Queen Mary.

Homossexuais raptaram o barco e levaram-no num passeio.

Depois ela percebeu que o filho caiu do barco

para a �gua e voltou atr�s.

E um peixe nadou pr�ximo do meu tornozelo.

- Isso aconteceu mesmo. - E ele usar� a farda militar

para eu fingir que tenho orgulho nele de novo.

N�o sei da farda militar.

Mas o j�ri poder� gostar se eu surgir como o John Kennedy.

Pois, isso correu bem na �ltima vez.

CHAMAS ETERNAS OFENDEM EM MENINO DA MAM�

E foi ofensivo.

Metade do teu test�culo estava de fora.

Ainda bem!

Ainda bem que viram.

Foi como um Baile do Menino da Mam�, n�o foi?

Veste a tua nova farda

com as cal�as compridas e guarda a piada das bolas para ti, Andrew Dice Clay.

Mas a tens�o estava ao rubro.

Veem por que raz�o preciso do testemunho de algu�m que n�o seja um desastre.

- Tu �s um desastre! - Tu �s um desastre!

E outra discuss�o entre m�e e filho...

Vou ao parque!

... levou Buster para os bra�os frutuosos...

Vou fazer sumo agora. Queres vir?

... da grande "animiga" de Lucille, a Lucille Dois...

Esqueci-me. A tua m�e n�o te deixa.

... que sabia quais eram os pontos sens�veis.

Vamos fazer sumo.

Por isso, n�o havia Bluths para testemunhar a favor da Lucille.

Alguma testemunha?

Por favor, diga-me que tem uma estrat�gia.

� a nossa vez? Bem, temos a Lucille Austero.

Foi a �nica que apareceu. N�o acho que isso seja bom para n�s.

Que tolice. Ela agora � dona da empresa. Tem tanto a perder quanto eu.

E � uma querida amiga.

Eu pr�pria o fa�o. Preciso que isto corra bem.

E, assim, Lucille fez o interrogat�rio da sua nova testemunha principal,

apesar de ser um pouco verde no que toca a interrogar testemunhas.

Obrigada por testemunhares a meu favor.

�s uma acionista t�o grande...

Fiz um trocadilho.

Como poderia n�o faz�-lo pela minha amiga mais velha?

Agora fiz eu uma piada dupla.

Uma dupla. Como o teu queixo pr�-cirurgia.

Ou a tua bebida p�s pequeno-almo�o.

Gostaria que viesses � minha cl�nica de reabilita��o.

Mas, qualquer coisa para ajudar essa tua fam�lia Keystone Cops.

Keystone Cops?

As tuas refer�ncias s�o t�o novas quanto o papel de parede

no quarto desse filho que fingias ter todos estes anos.

- Minha amiga... - N�o devia gozar.

Ningu�m da tua fam�lia apareceu, coitadinha.

Isto � uma mancha negra t�o grande em todos voc�s.

Tu bem percebes de manchas negras.

A tua almofada deve ser como um Teste de Rorschach.

N�o que houvesse algu�m para a ver.

Como estava a dizer...

Infelizmente, aquela dan�a passivo-agressiva de 30 anos

estava a perder alguma passividade.

Como se toda a gente nesta sala n�o percebesse

qu�o invejosa e intriguista �s, minha querida Lucille Austero.

S� sei que andaste a roubar durante anos. Todos n�s o fizemos!

Por isso ningu�m se admirou quando roubaste aquele barco.

Eu sabia que desesperavas por cravar as tuas garras manchadas na minha empresa!

Diz a mulher cujo f�gado se v� do espa�o sideral.

- N�o tenho mais perguntas! - N�o tenho mais respostas!

J� acabei?

Isso deve ser uma arca do tesouro.

Acha que correu bem?

Sim.

Tobias e Lindsay foram ter com os seus novos amigos para almo�ar.

Eles s�o um casal t�o fixe!

N�o s�o? � t�o porreiro ter outro casal com quem sair.

Ele � espetacular. � t�o apaixonado por assuntos a s�rio.

� um verdadeiro ativista, como eu.

E ela � uma verdadeira atriz, como eu!

Ela costumava fazer grandes filmes,

mas depois, como outros atores, os dentes...

Mas tem a idade perfeita para ser uma estrela de Hollywood.

Quarenta e dois.

S�?

Acho que � aqui. � um restaurante de trocas.

O Marky n�o acredita no dinheiro.

- Eu gosto de trocas? - N�o, eles n�o lidam com dinheiro.

Por isso roubei o tabuleiro de metadona.

Que amigos interessantes fizemos.

Penso que � exatamente isto que o nosso casamento precisava.

O Buster n�o se sentia t�o bem quando acordou mais tarde do que queria.

Aquilo foi gratuito.

O julgamento da m�e.

Deixem passar a testemunha principal!

Eu sou uma...

Cantem aquela m�sica � chuva.

Lindsay e Tobias encontraram-se com os novos amigos no C. W. Swappigan,

uma cadeia que surgiu depois da crise econ�mica.

Somos uma fus�o do Ex�rcito da Salva��o com a sopa dos pobres e um restaurante,

com uma estrutura social do tipo Marxista-Leninista.

Aqui est�o as coisas que podem pedir e aqui aquelas que aceitamos.

Como podem ver em baixo, n�o temos peixe

e n�o aceitamos mais l�mpadas de lava.

Vejo que este est� com aquele olhar esgazeado!

N�o. Ele s� tomou alguma metadona.

Pensava que estava a guiar com um tabuleiro de cocktails.

Por falar nisso, que tal trazer-nos uns croquetes?

Tabuleiro de cocktails, um pouco riscado, por croquetes.

Seis, sem molho.

E talvez �gua com g�s para a mesa.

Lamento. J� n�o aceitamos sabonetes de hotel.

Isto � fixe.

� t�o refrescante encontrar pessoas

com uma paix�o real por mudar o status quo.

A Lindsay e eu n�o temos amigos.

A comida j� chegou?

N�o tenho fome, mas...

N�o h� queijo!

- Olha, manteiga. - DeBrie.

� a nossa manteiga. �amos troc�-la pela sobremesa.

Mas o Tobias pensou que fosse representa��o � M�todo Um.

Ela est� a improvisar.

Sim, senhora. Parece que est� a gostar do substituto de manteiga do Swappigan.

Sim, e por que mais pode troc�-la?

Sim, e...

C�us.

Desisto. Ela � mesmo boa.

Eu n�o sei quem � o meu tipo. N�o tenho um tipo.

N�o, ela gosta de manteiga. V�, vamos limpar-te.

Eu levo-a. Voc�s os dois acabaram de chegar.

Conversem. Eu vou limp�-la.

- Lamento. - Nada disso.

Gosto deste s�tio.

A minha m�e iria detestar este s�tio.

Lindsay, tenho que o dizer, quando a conheci,

pensei que era uma daquelas snobes

e altivas t�picas de Newport Beach...

Uma cabra!

Um daqueles monstros que vive numa casa de 930 metros quadrados

constru�da sobre zonas h�midas.

Eram zonas h�midas?

Isso explica o milagre na A��o de Gra�as.

N�o fizeste o jantar?

H� UM ANO...

N�o sabia que era quinta-feira. Deve haver qualquer coisa aqui.

Apanha-o!

Leva-o at� ao forno!

Aqui, patinho.

- Patinho lindo. - Patinho lindo.

L� para dentro!

Este vai ser o melhor Dia de A��o de Gra�as de sempre!

De facto, agora vivo numa casa bastante grande.

Mas nunca pag�mos por ela.

Ent�o, est� a mandar os bancos � fava?

Sim.

Na verdade, s� estou na Am�rica porque um xam� me disse

que o amor viria at� mim quando me aceitasse e n�o fugisse.

Parece ser um bom xam�.

Era o xam� residente do Four Seasons de Bombaim,

por isso, deve ser muito bom.

E no fim transformou-se numa avestruz.

N�o h� nada assim no Embassy Suites.

Tem gra�a. Eu administro uma quinta de avestruzes.

Coincid�ncia

N�o � uma coincid�ncia.

�, sim

Marky, devo dizer que, ao discutir estas tem�ticas sociais,

� a primeira vez que me sinto eu pr�pria

desde h� muito.

E isso � porque eu digo o que penso e fa�o o que sinto. Sem mentiras.

A Lindsay sentiu-se culpada porque mentira � m�e

ao prometer testemunhar num julgamento que ela agora sabia que n�o iria.

� por isso que o meu lema �: "Vive honestamente e desliza pela vida."

Marky sentiu-se culpado porque esse n�o era o seu lema.

Era o lema de uma empresa de surf e skate.

Vive honestamente. Desliza pela vida.

� incr�vel.

N�o sinto uma liga��o t�o profunda com algu�m h� muito, muito tempo.

Al�m da DeBrie.

N�o acredito que fizemos isto.

Tem uns dentes t�o pequenos.

Ent�o, onde � que guarda as avestruzes?

E foi ent�o que a Lindsay fugiu para mudar de vida.

E a Lucille aguardou, ap�s ser julgada pela sua vida anterior.

- Sabe alguma coisa? - A nossa caixa est� gr�vida,

mas n�o � casada.

N�o, acerca de mim.

� culpada. Tr�s a cinco anos.

A Lindsay fugiu para procurar uma vida que sentia ser o seu destino.

E os novos amantes encontraram-se um ao outro.

O belo corpo feminino, o horr�vel macho.

Foi t�o r�pido.

Obrigado. N�o sabia quanto tempo �amos estar parados no tr�nsito...

E parece que est� a andar.

Toca a andar!

- V� l�! Vamos embora! - Cuidado!

E � medida que guiavam, aprendiam tanto um sobre o outro.

Estava sempre cheio de pressa de crescer e mudar o mundo,

e estupidamente, os dentes que arranquei eram os de adulto.

S�o s� ferramentas para mastigar. N�o me interessam as apar�ncias.

Mas achaste-me bonita, n�o?

N�o. N�o fa�o ideia de como �s.

Tenho uma doen�a chamada prosopagnosia.

Quer dizer, sei que �s uma mulher.

Para!

Mas na verdade, n�o, tudo o que vejo s�o olhos e nariz,

cabelo, orelhas e...

Sabes, o meu xam� disse-me para deixar de me preocupar com as apar�ncias.

Toda a minha vida, foi s� ao que as pessoas ligaram.

O que mais importou para a minha m�e.

Porque eu sou mesmo bonita.

S� to quis dizer para a hist�ria fazer sentido.

N�o quero saber.

Mas penso que � uma esp�cie de carma, acabar com algu�m

que quis fazer amor comigo sem se importar com o meu aspeto.

Tamb�m queria garantir que n�o eras um gajo.

Por norma percebo pela voz,

mas alguns gajos enganam-te, quando o querem fazer.

Ent�o...

Est�s a rir-te para mim?

O Buster tamb�m n�o se ria

quando chegou por fim ao tribunal marisqueira.

- Acabou? - N�o, a festa de caranguejos come�ou.

Minha senhora, saiu o veredito no caso

"A minha m�e roubou o Queen Mary"?

Est� tudo no quadro di�rio.

VEREDITO: CULPADA SEM LIBERDADE

O peixe � congelado! Congelado!

Querem mesmo gastar 30 d�lares em peixe congelado?

Buster! Onde estiveste? Isto � tudo culpa tua.

- Eu estava a fazer uma cama... - Cala-te!

Sinto o cheiro a sumo de ma�� e amoras.

Quando voltas para casa?

Tenho pena de tr�s a cinco anos.

Espero que a farra do liquidificador tenha valido a pena.

N�o me venhas visitar porque n�o te quero ver!

Boa sorte com os terrores noturnos.

N�o ter�s ningu�m para te ouvir gritar!

N�o sentirei falta disso!

Para onde vou?

O que fa�o? Para onde vou?

Onde arranjaste o chap�u de pirata?

E enquanto o Buster considerava um novo come�o,

Lindsay decidiu dizer ao marido

que o seu novo come�o tinha chegado a um novo fim.

Parti. Acho que reparaste.

Olha, desculpa. Eu gosto muito de ti, Tobias,

mas est�vamos a tentar salvar algo que n�o tinha salva��o.

E tenho de seguir o conselho do meu xam�.

Tenho de ser honesta comigo mesma, uma vez que seja.

E o Marky

v�-me como sou realmente.

- Ele respeita-me... - V� l�!

Quer abreviar? A minha mi�da tem de ligar ao falhado do ex-marido.

Marky, sou eu. � a Lindsay.

N�o tinhas ido cagar?

Devo ter assustado a senhora na casa de banho,

quando abri a porta e lhe disse que a amava.

Ele ama-me?

Desculpe. N�o a amo.

No pr�ximo Arrested Development: Consequ�ncias Fatais...

Os novos amantes chegam e descobrem os prazeres do seu novo lar.

Desta vez...

... tamb�m foi muito r�pido.

O Buster volta � penthouse.

BEM-VINDA, M�E

E n�o suporta reviver

ATRASEI-ME POR ISTO! DO BUSTER!

o tempo que l� passou sem a Lucille.

N�o aguento mais dois dias assim.

E decide ent�o fazer um novo julgamento.

Buster!

A minha m�e foi-se embora e pensei, tens sido uma...

- Namorada. - N�o ia dizer isso.

E a Lindsay, livre do ex-marido e da m�e,

acorda para descobrir o destino predito para ela na �ndia.

Sai da�. N�o a incomodes!

N�o tens nada a ver com ela.

- Obrigada. - Eu disse para sa�res da�, sua vaca!

Est�s a assustar a ave.

Mas descobre que tem uma nova m�e.

M�e, ela agora vive connosco.

E m�e,

ela diz que � bonita.

Eu tenho o pior dos xam�s.

Legendas: Miguel Oliveira

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