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Ei, voc�! Brent Landers!
Filho de um urso! Em forma, n�o? Lembra?
Os melhores caub�is em 5 condados. Eu e voc�. Sim, senhor. Os melhores!
Fico feliz em ver voc�. Continua a tocar gado?
-N�o, comprei terras, pouca coisa. -Como? Maldi��o!
Ent�o virou propriet�rio.
Est� vendo estas reses? Eu ia lev�-las ao mercado. S�o tuas.
-N�o brinque. -N�o estou brincando.
Palavra de Gil Clawson. Se quiser, pode lev�-las.
Ora...
...mas quanto custam? -Pra voc�, nada. Neg�cio da China.
Comprei num leil�o. S�o suas por 3 d�lares cada.
Olhe bem. S�o de primeira qualidade. Nem est�o marcadas.
E ent�o? O que me diz?
E ent�o?
Vou ficar sem um tost�o, mas vale a pena.
Eu tinha certeza. Quem come�a com terras, acaba comprando gado...
e no fim acha uma mulher e cria mais ra�zes do que uma �rvore.
-E voc�? -Eu?
Meu esp�rito � agitado demais para criar ra�zes.
Perto da fronteira est�o as mulheres mais lindas. E n�o fogem de mim.
Elas me acham ''muy macho''.
''Buena suerte!''
''Adi�s, Gringo!''
Barbearia
Voc� a�! Brent Landers! Venha c�.
-Onde achou esses animais? -Onde achei? Eu comprei.
-� mesmo? Eles s�o meus. -Ora, Sr. Clevenger, n�o � poss�vel.
Veja.
� falso. Nunca fui passado para tr�s com um peda�o de papel!
-Agora suma! -Um momento, Clevenger!
Se acha mesmo que esse recibo � falso, vamos investigar!
Escute, Landers...
estou cansado de ser roubado!
Ou me devolve j� o gado, ou mato voc�!
-Clevenger, sejamos sensatos. -Vai devolver ou n�o vai?
-Deixe o xerife cuidar disso! -N�o ouviu?
Este vaqueiro piolhento pede justi�a!
Voc� � um ladr�o de gado. Prend�-lo � o meu dever.
Levante as m�os, ou derrubo voc� a� mesmo.
-Stan! N�o, eu imploro! -E ent�o, Brent Landers?
-Vai decidir ou n�o vai? -Vamos, abaixe essa arma.
Vou lhe dar mais tr�s segundos. Depois, pior pra voc�.
-Um... -Cuidado com o que vai fazer.
...dois... -Por favor, n�o fa�a isso! Pare!
...tr�s!
BANCO
Stan!
-Stan! -Voc� ouviu? Tiros!
� Stan Clevenger!
N�o! N�o! N�o!
Meu marido! Meu Stan!
Assassino. Ele o matou!
-Assassino! -Eu n�o queria mat�-lo.
-Eu n�o queria! -Por umas m�seras cabe�as de gado!
Vinguem-me! O que est�o esperando?! Primeiro ele roubou, depois matou!
Vinguem-me!
-Voc�s todos viram! -� um ladr�o. Ladr�o e assassino!
-Vamos ving�-la! -N�s cuidaremos disso, senhora.
-N�o sabem o que devem fazer? -Mas eu n�o queria!
Eu n�o queria!
Voc�s todos viram! Precisam acreditar em mim!
O que v�o fazer? Voc�s me conhecem! Nunca fiz mal a ningu�m!
-Pessoal, � disto que precisamos! -lsso, vamos enforc�-lo!
Sim, vamos enforc�-lo, mat�-lo!
Peguem-no!
Aqui est� a sua pena, assassino! Ser� uma alegria pendurar voc�.
Vai ver que belo passeio vai dar.
Cuidado!
O primeiro que tentar me pegar � um homem morto, juro por Deus!
Fora!
Sou inocente. Atirei em Clevenger em leg�tima defesa!
N�o roubei o gado! Comprei de Gil Clawson...
e podem ter certeza de que vou ach�-lo e traz�-lo aqui...
custe o que custar! Mas agora, n�o tentem me deter.
Juro que � melhor que n�o tentem!
Eu vou voltar, porque quero provar que sou inocente!
Eu dou o dinheiro da recompensa.
Quero que ele seja procurado em todos os Estados da Uni�o!
''ADEUS GRlNGO''
-Gil Clawson passou por aqui? -Sim, faz umas duas semanas.
-Pegou a estrada para o Sul. -Obrigado.
Senhor...
...viu Gil Clawson? -Ele passou por aqui h� uns 6 dias.
-Estava com mais dois. -Gil Clawson?
-Sim, e dois jovens magrinhos. -Ferrou o cavalo dele?
O senhor o est� perseguindo, n�o?
Bem, n�o ser� dif�cil seguir o rastro dele.
A ferradura nova � a dianteira direita, e a outra est� torta.
-Seguiram direto para as mesas. -Mesas?
Sim. Os �ndios as chamam de terras queimadas.
� tudo deserto l�. Sol e pedras, pedras e sol...
Gil Clawson.
Meu Deus.
Que covardes.
Ficou com medo, o patr�ozinho, n�o?
''Se estiver morta, enterrem-na. Se estiver viva, matem-na.''
Que medo!
Primeiro apronta, depois fica com medo do pai.
Mas espero que ela ainda esteja viva.
Eu tamb�m. N�o temos uma chance assim todo dia. S� pegamos �ndias.
Bem, rapazes, vamos logo. As colinas ainda est�o longe.
Como se sente?
Eu gostaria muito de ajud�-la. Diga ao menos uma palavra.
Bem, vou dar de beber ao cavalo, ele est� precisando.
Finalmente a encontramos. Verifique os arredores.
Somos especialistas em seguir rastros. Seguimos desde as mesas.
Onde est� o homem que a trouxe? Abandonou voc�?
Est�o me procurando?
N�o. N�o gostamos de intrometidos.
Conheci um sujeito que sempre dizia isso.
Morreu atirando.
Cuidado!
Finalmente voc� disse uma palavra. E na hora certa.
-Por que faz tudo isso por mim? -Vivemos no mesmo planeta, n�o?
lnfelizmente, isto certamente n�o � o melhor para prevenir infec��es.
Essas queimaduras n�o parecem de sol.
N�o. Foram eles.
-Eram tr�s? -Sim.
-Quer falar sobre isso? -Sim.
Eu estava voltando da escola. Eles assaltaram a dilig�ncia.
Depois de roubar o dinheiro e matar um homem...
me levaram embora.
N�o pense mais nisso. Agora deve pensar apenas em sarar.
Est� vendo? Preparei isto. Assim vai viajar melhor.
Aonde quer me levar?
-Meu Deus, � cidade mais pr�xima. -N�o fa�a isso, eu imploro.
-N�o quero ver ningu�m. -Precisa de um m�dico, e r�pido.
-Mas todos v�o me ver! N�o quero. -Bobagem.
Voc� precisa de um m�dico e eu vou lev�-la.
N�o sabe o risco que vou correr no meio das pessoas...
mas amanh�, custe o que custar, estaremos em Sage Crossing.
Rapazes, venham ver.
-Quem � ela? -O que aconteceu?
-� a garota da dilig�ncia. -� a filha de Tillson!
-� ela, a filha do pastor! -Pobrezinha.
-� a garota da dilig�ncia. -Onde encontro um m�dico?
O m�dico? Ali.
M�dico
Bom Deus.
O que aconteceu, meu rapaz?
Precisamos lev�-la para dentro, doutor. J�.
Doutor, as pessoas.
Voc�s n�o t�m o que fazer? Voltem para casa!
Entenderam? Voltem para suas casas!
Ali.
-Onde a encontrou? -Nas mesas.
Foi amarrada no ch�o � moda �ndia. Deixaram-na assando ao sol.
Tem queimaduras graves. O que passou nela?
lsto. Um veterin�rio me vendeu, para o cavalo.
-Deve ser graxa de carro�a. -Provavelmente.
Mas se n�o fez bem, mal tamb�m n�o fez. lsso acontece na medicina.
Bem, agora preciso examin�-la.
-E eu preciso partir. -J�?
O ch�o est� queimando sob seus p�s?
-Digamos que gosto de viajar. -E prefere n�o parar nas cidades.
-Sim, � melhor que eu v�. -Brent.
N�o me abandone. N�o quero ser examinada.
Minha jovem, eu sou como um pai. Estou aqui para ajud�-la.
-Viu? Seja sensata. -Ent�o fique perto de mim.
Ela s� confia em voc�. Fique ao menos at� amanh�.
Agora relaxe, vamos. N�o fique tensa. lsso.
-Como deve ter sofrido. -Come�o a me dar conta disso.
Que barbaridade.
Calma, rapaz. Um pouco de calma.
Sou o xerife de Sage, Ox Slaughter...
e este � Sid Fallon, meu bra�o direito.
-Pode me dizer seu nome, Sr...? -Landers. Brent Landers.
-Por que quer saber? -Melhor que eu seja claro, Landers.
Ainda procuramos os tr�s mascarados que roubaram a dilig�ncia.
Por acaso est� achando que estou envolvido nisso?
N�o perca a calma. S� queremos informa��es.
-O que quer saber? -Por que estava ali?
N�o sou um dos tr�s.
Mas para estar l�, devia ter um motivo muito importante.
Ningu�m se aventura nas mesas.
Salvar a vida de uma garota me parece um motivo importante.
Certo.
Mas n�o basta. Queremos saber o que voc� fazia l� quando a achou.
O que eu queria! Sou um cidad�o livre!
N�o fique nervoso. Sabemos que, ao traz�-la viva, fez algo magn�fico...
Chega de minuetos, Sid! Estou me lixando! Ele precisa falar!
-O que estava fazendo l�? -Um momento, Ox.
N�o se deixe levar por seu temperamento.
Ainda mais na minha casa, na casa de um m�dico!
E esse bom rapaz precisa repousar.
Estou dizendo isso como m�dico.
Tudo bem, Barfield, vou deix�-lo.
Espero continuar este papo. N�o leve a mal, minha profiss�o � desconfiar.
Sobretudo dos forasteiros.
Ele n�o � t�o mau quanto parece, mas certamente n�o � meigo.
Bem, j� que est� quase doente, vou lhe dar um rem�dio. Venha.
Vamos ver se ainda presta.
-Sim, est� �tima. -� sua sa�de.
-Como est� a garota? -Lucy? Est� bem, descansando.
-Beba mais. -N�o, obrigado.
-Doutor, preciso partir, e j�. -Precisa mesmo?
Sim.
Ser� um golpe terr�vel para a garota.
-Fiz tudo o que eu podia. -Voc� acha? Salvou a vida dela...
mas agora Lucy est� numa situa��o horr�vel, e sabe disso.
Nestas cidadezinhas, sua vida n�o ser� mais normal.
-At� o pai dela, o pastor Tillson... -O que tem ele?
-...n�o ficar� feliz em v�-la viva. -N�o � poss�vel!
Melhor morta do que naquele estado. Essa � a moral da nossa sociedade.
Conhe�o nossa sociedade. Mas o que posso fazer?
Entendo que n�o seja culpa do senhor ser a t�bua de salva��o da garota...
mas se voc� ficasse at� o total restabelecimento dela...
s� ent�o teria realmente salvado a vida dela.
Doutor...
sabe o que o senhor �? Um grande filho de uma pecadora.
-Ent�o somos irm�os! Bebamos a isso. -Sim. O senhor tem raz�o.
Sabe o que eu acho? Vamos cur�-la em pouco tempo.
Bom dia.
Est� com um aspecto �timo. J� est� totalmente curada.
Eu ia convid�-la para dar uma volta. Quer?
Lucy, j� fiz tudo o que eu podia por voc�. N�o posso fazer mais nada.
D�-se conta disso, n�o? Agora precisa voltar para a sua casa...
e eu preciso seguir o meu caminho. Hoje mesmo.
-Preciso lhe dizer adeus. -Entendo.
S� Deus sabe como n�o quero isso.
-Nada mau, a menina. -Menina, �?
Talvez ela goste da gente. O que acham, amigos? Tamb�m somos tr�s.
Com licen�a, Lucy.
E a�?
-A dilig�ncia est� chegando! -A dilig�ncia!
Vamos, venham!
Sage Crossing! Todos a bordo!
Lucy!
-Brent! -O que foi?
-O que aconteceu? -Eu vi!
-Viu quem? -Os tr�s homens das mesas.
Cavalgavam atr�s da dilig�ncia. Pararam na frente do bar.
-Tem certeza? -Sim, eu os reconheci. S�o eles!
Doutor, cuide de Lucy. Vou dar uma olhada no bar.
-Brent! -N�o. Acalme-se, vamos.
Nosso Brent n�o � nenhuma crian�a e sabe como agir.
J� percebi! Tenho certeza, est� blefando.
-Mais cem. -O dobro.
-Pior pra voc�. Pago pra ver. -Eu tamb�m.
Passo.
O que acham? N�o perdi.
Quero morrer de catapora. Brent! Gringo desgra�ado, venha...
-Quem � voc�? -Chega!
Parado!
Faz bem em apontar isso pra mim, sen�o ia retribuir seu cumprimento.
-O que deu em voc�? -Poupe seu f�lego, Gil.
Procuro voc� faz tempo. Vou lev�-lo para Johnson City junto com os dois.
-Saiam! -Abaixe essa arma, Brent.
Xerife, logo o senhor? Foram eles que roubaram a dilig�ncia!
N�o vai se safar com a primeira mentira que inventa.
N�o entende? Eles torturaram Lucy!
Veja bem, Brent, pelo seu tom de voz, eu poderia at� acreditar.
Mas infelizmente pra voc�, aquele � Avery, filho de Clayton Ranchester.
Dif�cil o jovem mais rico daqui se arriscar por uns d�lares, n�o acha?
Mas, xerife, foi Lucy que os reconheceu.
-Vai acreditar nela, n�o? -Vou interrog�-la.
Mas agora siga-me at� o escrit�rio.
Vamos, comporte-se.
-N�o gosto de atirar de manh�. -E por que eu deveria segui-lo?
Acredite, Brent, � melhor para voc�.
Vamos, no escrit�rio eu explico.
-Vamos nos rever, Gil. -Ser� sempre um prazer.
-Quem � ele? -Um amigo.
Ofendeu-se por causa de umas vacas, mas j� passou.
-Ouviu falar da garota? -Sim, parece que ela est� viva.
� um problema. Ela viu nossos rostos.
Por isso Jack e os outros sumiram.
Meu Deus, que loucura fizemos!
Calma, garoto.
N�o se preocupe. Cuidaremos disso j�.
-Agora vai me explicar! -Sim, Sr. Brent Landers.
Sabe como este emprego �, depois de um tempo.
Basta que algu�m n�o pare�a honesto pra tirar nosso sono.
-N�o sai mais da nossa cabe�a. -Deve estar contente.
N�o nasci ontem. Toda moeda tem dois lados.
-N�o esque�o o que fez por Lucy. -Ent�o me escute.
N�o, n�o se iluda. Talvez voc� tenha raz�o, n�o rejeito a sua vers�o.
Mesmo assim, vou entreg�-lo ao xerife de Johnson City.
Veja bem, Brent Landers, a moeda tem um terceiro lado:
a minha necessidade de dinheiro.
Neste caso, o dinheiro da minha recompensa.
L�gico. Tenho mulher, filhos e uma casinha pobre de tr�s quartos.
Minha esposa achou uma casa por um pre�o bom. Diz que sou um imbecil...
e que preciso arranjar o dinheiro da entrada de qualquer jeito.
Portanto, vai me prender e deixar solto Ranchester filho.
Avery est� fora de discuss�o. Aquele garoto n�o tem nada a ver com isto.
S� porque Ranchester � o dono da cidade e paga seu sal�rio, n�o?
N�o, Landers. S� porque n�o acredito.
-Eles s�o os culpados! Tenho provas! -Xerife!
Xerife, atacaram a casa do m�dico.
-Parado! Voc� est� preso! -Atire em mim, ent�o.
Lucy!
Ali.
-Lucy! -Brent! Brent, voc� chegou.
-O que aconteceu? -Eram eles.
-Voc� os reconheceu? -Pela voz. Me tranquei por dentro.
Ouviu o doutor gritando.
-Fique aqui e n�o a deixe sozinha. -Pode contar comigo, Brent.
-Aonde vai, Brent? -Preciso resolver um assunto.
E j�. N�o se preocupe.
N�o tenho o valor de Brent, mas pode confiar em mim.
-Como vai, doutor? -N�o � nada grave.
Ainda bem.
-E ent�o, xerife, o que me diz? -Ele disse que eram tr�s mascarados.
-Procuravam Lucy. -Eu s� podia defend�-la gritando...
...e gritei feito um papagaio. -Por sorte, todos vieram correndo...
...e eles fugiram. -Agora acredita?
� claro que algu�m de Sage Crossing tem medo de ser reconhecido...
e tentou matar Lucy.
Sage Crossing tem dois mil habitantes. Dois mil.
Sim, mas s� Avery e os outros chegaram hoje...
e quando souberam que Lucy estava viva, tentaram mat�-la.
E v�o tentar de novo! Conven�a-se de que precisamos procurar Ranchester.
-Podemos achar antes Moffit e Gil. -Eles est�o � sua espera.
-A verdade � que o senhor tem medo. -Brent, n�o me provoque.
N�o suporta a id�ia de enfrentar o grande Ranchester.
N�o sou novato. N�o parto para o ataque sem provas!
O que digo a Ranchester? Que procuro assassinos e um deve ser filho dele?
lsso, Ox. Seja cauteloso.
D� a eles uma nova chance de mat�-la!
Se n�o parar de me provocar, vou odi�-lo!
N�o desconte em cima dele se acha a verdade indigesta.
Tudo bem. Tudo bem!
N�o � simples, para quem ganha US$9O por m�s, falar com um Ranchester.
Prefiro enfrentar uma tribo de �ndios.
Ser her�i � f�cil. O dif�cil � ser homem.
Pois �. Belas palavras.
-Sr. Ranchester. -Xerife Slaughter! Entre, bem-vindo.
Tenho aqui uma garrafa de bom u�sque escoc�s.
� coisa para quem entende, vai perceber.
Sente-se.
-Quem � esse cavalheiro? -Brent Landers.
Fiquem � vontade.
Quer�amos falar com Avery, se ele estiver em casa.
-Claro. Avise-o. -lmediatamente, senhor.
Sirvam-se.
Sr. Landers, meu Avery � um bom rapaz.
Quando for a hora, sei que tudo ficar� em boas m�os. �timas, alias.
-N�o �, Ox? -Claro, Sr. Ranchester.
Todos conhecem Avery.
-Ol�. -A� est� meu filho.
Acaba de voltar dos pastos nas colinas.
-lmaginem, trouxe o gado sozinho. -Pai...
parei na cidade para tomar um gole. O xerife me viu. N�o �, Ox?
-Sim, � verdade, Avery. -Bem...
voc� pode ir aonde quiser. Que necessidade tinha de mentir?
Nem pensei nisso. N�o contei porque n�o achei que fosse importante.
Exatamente por isso n�o quero que invente mentiras.
Dizer ou n�o faz diferen�a? Veio por isso, Ox?
-Para me dedurar ao meu pai? -Ora, Avery, n�o.
Se quer saber, n�o me importa nem um pouco.
Marcar os novilhos j� foi aborrecimento demais! Boa noite!
S� se � jovem uma vez na vida. Talvez eu o tenha mimado demais.
E ent�o, Ox, veio me falar de Avery. O que foi?
Um problema grave.
Achei melhor avisar o senhor.
Quer desembuchar de uma vez?
N�o � imposs�vel que Avery esteja envolvido no assalto � dilig�ncia.
Cuidado com o que diz, entendeu?
Se tem alguma acusa��o contra meu filho, diga logo! Mas tome cuidado.
Talvez seja melhor que o Sr. Landers conte.
-E quem � ele? Onde ele entra nisso? -Eu achei a garota nas mesas.
Tenho raz�es para crer que seu filho foi um dos tr�s que a estupraram.
-O senhor � agente da lei? -N�o.
Ent�o, fora!
N�o admito que acusem meu filho na minha casa.
� melhor, Brent. Espere l� fora. Eu contarei o resto.
Conte, xerife. E seja bem claro.
Continue, xerife. Vamos.
Voc� a�!
Quero falar com voc�.
-Depressa, para a choupana! -Vamos, Gil!
Levem-no para dentro.
Teus rapazes lutam bem, mas para Brent � preciso outra coisa.
Agora chega, rapazes.
N�o podemos machuc�-lo demais.
Agora sumam! E bico calado.
O velho n�o pode saber de nada.
-Est� bem. -Tudo bem.
-Pode deixar. -Certo.
Pronto. Est� amarrado feito um salame.
Uma lembrancinha pessoal. E quando chegar o momento de mat�-lo...
ser� divertido mat�-lo com sua faca.
Certo. Vou voltar pra casa antes que o velho perceba.
Pode ir. Vamos pegar a garota.
Quando os dois desaparecerem, todos v�o achar que fugiram.
E quem foge tem bons motivos pra isso.
De qualquer forma, mantenham-me informado.
Espero voc�s hoje � noite.
-O menino est� com medo. -Vamos lucrar muito com esse medo.
Certo, ent�o. Amanh�, leve Avery para a acarea��o com a garota.
-Mas s� porque confio no meu filho! -Tudo bem, Sr. Ranchester.
-Viu o homem que estava comigo? -Foi embora.
Sid!
-Viu Brent? -N�o estava com o senhor?
Sim. Estava.
Preciso de um gole.
-O que aconteceu? -Aconteceu que somos dois imbecis.
Que ele tenha seduzido voc�, vai l�, mas eu n�o podia cair nessa!
-De quem est� falando? -Dele. De Brent Landers.
Veja o seu protegido.
-E de onde veio isto? -Estava comigo.
Mas depois do ataque � sua casa, ele me enrolou e eu ca� na dele.
-Explique melhor. Onde est� Brent? -Pois �, ele sumiu.
-Descuidei e ele fugiu! -Abandonando Lucy assim?
N�o! Que voc� me ache um velho tolo, vai l�...
mas quando algu�m espera um m�s a cura de uma mo�a, mesmo procurado...
n�o foge em seguida sem dar explica��es!
Sim. Talvez voc� tenha raz�o.
Sim, acho que � isso mesmo.
-Ele voltar� para pegar a garota. -E o que voc� pretende fazer?
A �nica coisa que me resta. Eu e Sid vamos nos revezar esperando-o.
Se ele voltar, ser� esta noite.
-Vou esperar por voc� aqui. -Se chegar algu�m, d� o sinal.
Sid?
Sid!
Sid.
Sid, Sid!
O que aconteceu?
-Morreu. -Santo Deus!
-Brent Landers. Foi ele! -N�o acredito.
Sorte Lucy estar na tua casa. Acho que foram os mesmos da outra vez.
Tome. Leve isto para Avery. Ele decidir� o que fazer.
-Vou dar uma olhada no cara. -Certo. Vou esperar.
Mas n�o o maltrate, � meu amigo.
Um canalha a menos.
Esperei por voc� at� agora.
Agora n�o, estou com sono.
O que foi? Algo fez voc� acreditar em Ox?
Ele disse que foram voc�, Moffit e Gil que raptaram Lucy Tillson.
O que est� dizendo, papai? Algu�m teria me reconhecido!
-N�o, os homens estavam mascarados! -Ent�o o que querem de mim?
Nem sei quem s�o Moffit e o outro que voc� falou!
Chega, Avery, quero a verdade! A verdade!
Eu sei que voc� conhece muito bem Gil e Moffit! Eu sei!
Tire as m�os de mim.
Pode bancar o patr�o com os outros, n�o comigo.
Vamos nos acalmar.
Seja o que for que voc� fez, me conte...
e encontraremos uma maneira de resolver.
Mas o que quer resolver, papai?
-Pode ser que Gil e Moffit... -Eram tr�s!
Eu... n�o estava l�!
-Entre! -Trouxeram isto para o Sr. Avery.
D�-me isso. Vai.
PROCURADO Era disto que precis�vamos.
A� est� quem podia ser o terceiro homem.
Xerife!
Xerife!
Xerife!
Desta vez voc� n�o vai me seduzir!
Todas estas feridas s�o provas do que Brent nos contou.
Pare, doutor. Fa�a o seu trabalho que eu fa�o o meu.
Parece que tem menos certeza agora. Acertei?
-Quieto, estou pensando. -� um exerc�cio perigoso para ele.
Pode sair fuma�a de suas orelhas.
Ol�, Ox.
Sr. Ranchester.
Ent�o, o homem que voc� levou � minha casa...
e que teve o descaramento de acusar o meu Avery � um assassino.
-lsso � o juiz que vai dizer. -N�o me diga que tem d�vidas.
Quem j� matou uma vez n�o ter� escr�pulos em repetir a dose.
O que est� insinuando?
Voc� � procurado. Sua cabe�a est� a pr�mio.
Ox, o senhor n�o disse que n�o mostrou o cartaz a ningu�m?
Sim. Como o senhor descobriu?
N�o me venha com esse tom, Ox. N�o sou eu o acusado.
Eu sei e pronto!
J� sabemos onde foi parar o cartaz que o senhor deixou l� em casa.
-Quem o pegou � o assassino de Sid. -Dobre a l�ngua...
ou jogo voc� pra fora a pontap�s, Barfield!
Pare de bancar o patr�o, Ranchester. Est� no meu escrit�rio.
Ah, �? E como se tornou xerife? Quem apoiou a sua nomea��o?
-Sem minha ajuda, n�o estaria aqui. -� verdade, mas agora sou o xerife.
-E o senhor devia me trazer Avery! -Ora, Ox.
-Meu filho � inocente. -Pode ser...
...mas vamos acare�-lo com Lucy. -A garantia do meu filho sou eu!
Somente se houver um processo vou traz�-lo. A lei permite isso.
Tudo bem. Ent�o eu serei a garantia de Brent.
N�o sou um cidad�o menos respeit�vel do que voc�.
Voc�s todos me pagam.
Come�ando por voc�. Vou destitu�-lo!
-Ent�o estou livre, certo, Ox? -Pois �.
Mas, infelizmente, Ranchester vai nos fazer pagar caro.
Ser� duro, acreditem.
Muito duro.
-Olhem, l� est� Ranchester! -Ranchester!
Rapazes, Ranchester est� a�!
Boa noite.
Ol�, pessoal. Boa noite a todos.
Temos muito para conversar e decidir juntos.
Mas antes disso, posso oferecer bebidas? Bebidas � vontade!
� um prazer estar entre amigos...
gente como voc�s.
Amigos...
estou aqui para denunciar um assassino � solta na nossa cidade!
Aqui est�. Vejam.
Um ladr�o e assassino profissional, um delinquente perigoso...
que assaltou uma dilig�ncia e matou um concidad�o nosso!
lnfelizmente, o xerife o protege ilegalmente.
A honra de todos n�s est� em jogo, por isso pe�o sua colabora��o...
para destituir o xerife e fazer justi�a com Brent Landers!
Ainda bem que est� a�.
Vem a� uma tempestade, um furac�o! Ranchester reuniu seus homens.
-Eu sei. -Ele deve ter enlouquecido.
Pior. Est� convencido de ter raz�o.
O que ser� que far�o com Brent? Voc� n�o permitir� um linchamento, certo?
-Estou s�, mas n�o permitirei. -Forme um pelot�o de guardas fi�is.
Eu n�o encontraria ningu�m. Todos aqui, de um jeito ou de outro...
seguem Ranchester.
Voc� tem um plano, pelo menos?
Sim. J� providenciei tudo. Venha.
Vai.
-Tudo pronto? -Sim, xerife.
Doutor, como vai o seu amigo? Logo iremos busc�-lo!
Guarde-o bem para n�s, doutor! Estamos preparando uma bela corda!
-Voc� os ouviu? -Sim, mas n�o se atreveriam.
-Estavam b�bados. -Eles s�o capazes de tudo...
quando algu�m tem dinheiro para pagar sua bebida.
Ranchester p�s a cidade em polvorosa.
Eu poderia p�r um fim em tudo entregando-me. N�o � o que ele quer?
Se voc� sair, est� perdido. Todos est�o loucos na cidade...
...e voc� sabe como age a multid�o. -Sim, eu sei.
Agora s� nos resta ganhar tempo, esperar o momento oportuno...
...e depois fugir! -N�o. N�o vou fugir.
-N�o deixarei o senhor em apuros. -Voc� n�o entende?!
N�o � s� voc�! Precisamos salvar Lucy!
Se atacarem a casa, uma bala logo vai atingir o alvo...
e o alvo � Lucy! S� ela pode condenar Avery!
N�o � justo que o senhor e o xerife se sacrifiquem por n�s.
-N�o � verdade, Brent? -N�o. O doutor tem raz�o.
� voc� que precisamos salvar. Agora sabemos o que Ranchester quer.
-Depressa, est� tudo pronto. -Venham!
Vamos, depressa. Tome. A carro�a est� atr�s do est�bulo.
-Sua esposa ficar� sem aquela casa. -Deixe pra l�, Brent.
-S� faz amigos quem os merece. -Agora vai, Brent, e salve Lucy.
-N�o percam mais tempo. -Obrigado, amigos.
Obrigada.
E agora s� restamos n�s dois para enfrentar a mar�.
E vamos conseguir.
-Vamos enforc�-lo! -� hora de acabar com isso!
Precisamos fazer justi�a!
Atr�s do est�bulo, Ox disse. Vai.
-Entregue o assassino, Barfield! -Cansamos de esperar, doutor!
Vamos esperar uma hora.
Com uma boa vantagem, Brent vai conseguir fugir.
-Sim. -� melhor entregar os dois!
E os d�lares da recompensa ir�o com ele.
Coragem.
-Parece que temos visitas, Ox. -Parece que sim.
Saia!
Eu diria que est� na hora de conversar com esses cavalheiros.
Saia!
Doutor, traga-o para fora!
Sen�o vamos incendiar a casa!
Sil�ncio! Sil�ncio!
Deixem-me falar.
Viemos pegar o assassino, Ox.
Escute, se n�o quiser problemas, � melhor entreg�-lo de uma vez.
N�o quero problemas, mas n�o sigo ordens.
Voc� n�o � mais a lei. A cidade n�o reconhece sua autoridade.
Voc� est� enganado. S� o juiz do condado pode me destituir.
-Portanto, a lei ainda sou eu. -A lei somos todos n�s!
Acusamos e destitu�mos voc�, Ox...
por ter dado guarida a um assassino!
Entrem na casa e achem Brent Landers! Arrastem-no para fora!
O primeiro que tentar morre.
Eu cumpro minhas promessas.
Cuidado, Ox. N�o respondo mais pelo povo.
Est� arriscando sua vida.
Vamos, ande.
Pela �ltima vez, repito, � melhor que todos voltem para...
Ox! Ox!
Eles fugiram! A garota tamb�m, procuramos em todo lugar!
Vamos peg�-los, e desta vez faremos justi�a com nossas m�os! Vamos!
A cavalo!
Ox!
Responda, Ox.
Malditos!
-Talvez j� saibam da nossa fuga. -V�o nos perseguir.
Vamos conseguir, contanto que os cavalos aguentem.
Segure-se, Lucy!
Ali h� um atalho! Vamos embosc�-los!
Est�o nos alcan�ando!
Lucy, ali, atr�s daquelas rochas!
Por sorte, achamos este lugar.
-Voc� acha que vamos nos safar? -Galoparam muito, n�o aguentar�o.
-Parem! -O que vamos fazer, chefe?
-Os cavalos est�o exaustos. -O desgra�ado correu muito.
Mas ele tamb�m vai precisar parar. Vamos voltar e nos organizar.
Amanh� vamos ach�-los. V� para as colinas avisar Avery.
Vamos voltar!
Est�o voltando, Brent.
-E se estiverem atr�s das rochas? -Pra mim chega por uma noite.
Amanh�, � luz do dia, vamos procur�-los.
Caminho livre. Agora podemos seguir viagem.
Depois do desfiladeiro, se n�o me engano, h� a estrada para Greynbull.
Eles v�o ter de parar. Seria mais f�cil peg�-los enquanto descansam.
Desta vez vamos acertar as contas com aquele Brent.
O fuzil.
Vejam ali.
S�o eles.
Os cavalos est�o esgotados. Precisamos parar. Des�a.
lsso � que � sorte. Est�o na nossa m�o.
Escute, Avery, com Brent, � preciso usar esperteza.
At� que tenho uma id�ia. Seu cavalo aguenta at� Ranchester?
Acho que sim.
Sou ca�ador, sei como preparar uma armadilha.
Vou preparar uma das boas.
Podemos seguir viagem.
O sol j� vai se p�r e ainda estamos longe de Greynbull.
Quero morrer s� de pensar em voltar pra casa.
Por causa do que aconteceu? Esque�a, e os outros esquecer�o.
-Voc� tem toda a vida pela frente. -Uma vida com gente me lembrando...
a come�ar por meu pai, com seu olhar de pena...
...e talvez lamentando me ver viva. -Tomara que ache algu�m que a ame.
-Assim reencontrar� a felicidade. -Tem certeza disso?
-Claro que tenho. -Tolice. Nenhum homem pode me amar.
� f�cil dizer isso, mas a realidade � bem diferente.
-N�o � verdade, Brent? -N�o, Lucy. N�o acho.
-E voc� poderia me amar? -N�o tenho o direito de amar...
ningu�m.
-Uma resposta diplom�tica, n�o? -N�o, Lucy. � verdade.
Sou procurado por homic�dio. Minha cabe�a est� a pr�mio.
-Mas voc� n�o � assassino! -O juiz n�o vai acreditar...
...se eu n�o achar o culpado. -Quem � ele?
� Gil Clawson. Cedo ou tarde, vou peg�-lo.
Se eu pudesse provar a minha inoc�ncia, ent�o...
Ent�o?
-Brent! -Atr�s da carro�a, depressa!
Brent Landers!
Brent, n�o atire. Minhas m�os est�o erguidas.
Avance.
Pare a�! Tire o coldre!
Gringo velho.
-A� est�. Fique tranquilo. -Parado!
Est� com medo do qu�? Vim conversar e te dar muito dinheiro.
O Sr. Ranchester mandou 2O mil d�lares para que voc� v� embora...
com a gentil senhorita, e nunca mais apare�am!
O dinheiro n�o me interessa. � voc� que eu quero.
-Vou lev�-lo para Johnson City. -Ficou louco? N�o brinque.
-E voc� vai dizer a verdade. -Eu n�o vou, Brent.
-N�o quero mais saber daquilo. -Est� sob a minha mira, Gil!
Mate-me, ent�o, idiota. E a�? Quem vai testemunhar a seu favor?
Tudo bem, jogue o dinheiro.
Agora est� usando a cabe�a.
-Agora diga o que Ranchester quer. -Voc� precisa ir embora...
e levar a garota. Ranchester quer salvar o filho a qualquer pre�o.
Eu n�o concordo.
Muito bem.
Estou come�ando a me divertir.
E agora?
Lamento, Gringo, mas preciso fazer isto.
Lamento mesmo.
Depressa, Lucy!
Avery n�o poder� mais evitar a acarea��o com voc�.
Precisamos procurar o juiz do condado mais pr�ximo.
Mas eu matei o �nico homem que podia provar a tua inoc�ncia.
Pensaremos nisso depois. Agora precisamos seguir viagem.
-Homens a cavalo. -Ser� que � Ranchester?
Pode ser.
� meu pai, n�o �? Voc� est� acabado, Brent!
Veremos.
Depressa, Brent!
Venha c�, Lucy!
Esconda-se atr�s das rochas.
-� ele! � Brent Landers! -Depressa! N�o o deixem fugir!
Todos no ch�o! Vamos peg�-lo!
Depressa!
Vamos nos preparar para vender cara a pele. Vai!
Vamos, l� embaixo!
-Voc� consegue? -Sim.
N�o se exponham, esperem! Cedo ou tarde, a muni��o dele vai acabar!
Brent, s�o os �ltimos cartuchos.
-� o fim, n�o �? -Sim. � o fim...
e s� Deus sabe como eu queria passar a vida com voc�.
Mas enquanto eu viver, vou fazer esses c�es cuspirem sangue!
Cada bala por� um deles no inferno!
Brent!
-Parados! Antes quero falar com ele! -Ent�o ou�a bem, Ranchester.
Saiba que, se me matar, Avery tamb�m morrer�!
-Como assim? O que sabe sobre ele? -Ranchester, achamos a mulher dele!
-Brent... -Decida-se, Landers!
Fale, ou vou mat�-la diante de voc�!
Seu filho, seu querido Avery, est�...
-Baixem as armas, voc�s. -N�o obede�am!
Ox n�o d� mais ordens. N�o tem mais esse direito!
� mesmo, Ranchester?
Trouxemos algu�m que pode desmentir voc�: o juiz do condado!
Sr. Ranchester, n�o complique sua situa��o. Ox ainda � o xerife.
-Brent... -O senhor tamb�m, Sr. Ranchester.
Eu obede�o.
Mas n�o fizemos mais do que nosso dever. Ele � um criminoso!
Eu o acuso, junto com Gil Clawson e Johnny Moffit...
de ter assaltado a dilig�ncia e levado 2O mil d�lares...
por sorte, em notas marcadas. Revistem-no, ou eu o revistarei!
N�o, Ranchester. Nem chegue perto de mim.
N�o quer que o revistemos. Ent�o tenho raz�o. Ele tem o dinheiro!
Sim, eu tenho. Claro.
Est� na carro�a.
N�o falei?
Sim, o dinheiro est� a�...
mas tamb�m o seu filho, ao que parece.
Eu o peguei quando ele tentou matar Lucy, a �nica que pode incrimin�-lo.
� ele.
Posso jurar no tribunal.
Eu imploro, papai, n�o deixe que me peguem.
Voc� fez mal em vir aqui.
Sabe que estou disposto a matar pelo meu filho!
Voc� n�o vai matar ningu�m, Ranchester.
Desta vez consegui achar alguns guardas fi�is.
Brent, maldito! Eu te mato!
Papai!
Bem, nossos caminhos se dividem. Podem ficar com a carro�a.
N�o falei? Ele � cabe�a-dura, mas n�o � mau.
-Quando estiverem em Greynbull... -lremos para l� depois...
quando Lucy assim quiser.
-Agora vamos para Johnson City. -Ficou louco? Sem Gil Clawson...
Avery prometeu testemunhar em favor de Brent, se eu o ajudar no tribunal.
Que o Senhor ajude voc�s. Sabem o que eu acho? Voc�s v�o conseguir.
-Tenho certeza disso. -Eu tamb�m.
''Adi�s'', amigos, e obrigado.
-''Adi�s''! -''Adi�s''!
''Adi�s''!
''Adi�s''.
''Adi�s'', dinheiro da recompensa.
Legendas disponibilizadas por: tetrao - Janeiro 2010 - DVDRip
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