All language subtitles for Fllll

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Lenny!

Escova de cabelo, onde é que tem?

Deixa eu montar em cima da cama.

Pois tu já viu, não é, Marlene?

Não precisa fazer jantar, hein?

O que você acha desse troço?

Está muito largo, não?

Acho que está largo. Tem alguma coisa aqui que não está funcionando. É assim

mesmo. Não tem grilo, Paulo.

Isso é para ser assim mesmo.

Diz uma coisa, Monique te telefonou?

Telefonou. Dá licença, Paulo.

Você não vai a casa dela jogar biriba, sei lá o quê?

Não, não vou não.

Poxa, Monique gosta... Você não quer nada com ela?

Ah, estou sem trocado.

Você não tem algum?

Deve ter na minha bolsa lá no quarto.

Marlene?

Tchau, hein?

... ... ... ... ... ... ... ...

Eu não

sou

mais jovem.

O Marquinhos... Sabe, a Marlene me dá medo.

Estou casado com ela há três anos.

Sabe o que às vezes eu não entendo, rapaz?

Quando nós nos casamos, foi uma coisa assim de paixão.

E ela já era caladona assim.

Caladona.

Mas era mais alegre, entende?

Agora, de novo quieta, ela está diferente.

Muito diferente.

Paulão.

Quem não deve não teme, Paulão.

Você não é um bom marido.

Bom pai.

Você não leva grana pra casa todo mês.

Já pintou algum escândalo pra cima de você?

Alguma mulher já foi te dedar?

Então, rapaz.

Você é o marido perfeito, bola branca, cinco estrelas, é o marido padrão

brasileiro, tipo exportação.

Uma bimbadinha aqui, uma trepadinha ali, mas tudo bem, não é da 60, passa

raspando, mas passa.

Vai ser toda feita em cima do carnaval carioca!

Bom, então eu vou agajar outro emprego.

Vou ser balconista.

Ou então vou ser bancário. Você gosta?

Bancário. Gosta?

Bom, então vou ser bicheiro.

Mas isso no ano que vem.

Porque esse ano eu vou até o fim do carnaval!

Escuta.

Essa é a verdade.

Corra aqui, depressa.

O que foi, Eduardo?

Olha lá, olha lá. Esse aí na televisão com essa loura não é seu Paulo?

Não, não é o Paulo.

Ele sim, dona Marlene. Eu conheço seu Paulo, ele mesmo.

Ninguém conhece o Paulo melhor que eu, Eduardo.

Esse aí não é o Paulo.

Sei lá, ele deve ter se achado com alguém por aí.

Acho melhor a gente ir embora, né?

Sabe o caminho de casa.

Bora?

Vamos.

Vai quebrar.

Tá faltando um... Tá faltando

um...

Só aí.

Como é que vai, meu carnavalesco?

Pela do caos.

Quer que mande preparar alguma coisa para você comer?

Agora eu só quero cama.

Marquinhos. O que foi?

Dessa vez vamos, Marquinhos.

Vamos aonde?

Aonde?

É o quê?

O quê? O que é, Luciana?

Nós vamos nos separar.

O quê?

Eu não aguento mais.

Eu não sou de ferro. Luciana, por que você está falando isso, hein? É por

do meu Vick Vaporub?

Eu uso isso porque eu preciso, tá?

Se vier me dizer isso dessa maneira, eu vou me separar!

Sempre a mesma conversa! Sempre a mesma conversa! Quer separar? Separa!

Me deixa!

O azar é teu!

Não é isso mesmo que você sempre quis?

Marquinhos. Marquinhos, calma.

Calma, Marquinhos.

Meu filho, você vai lá em cima, sabe? O papai está passando mal.

Agora, correndo. Vai, vai. Corre, anda.

Onde foi que eu errei?

Diga, por favor, onde foi que eu errei?

O senhor errou porque não incluiu aqui o presunto.

São três do pão, doze do queijo...

15 do presunto, 4 do leite. Certo?

Certo.

Ataque de coração, doutor? Piti.

O quê?

É, um ataque de frescura. Um ataque grave de frescura. Frescura?

Luciano, o Marquinhos é um chantagista.

Você já tinha comprado pão, não?

Você vai tomar banho agora?

Vou.

Mas antes eu vou ver o Junior.

Ele está dormindo?

Não, já acordou.

Por que você está chorando?

Eu vou à praia.

Vem, vem com a mamãe, vem.

Boa noite

Eu preciso falar com você.

Você quer falar comigo?

Quer falar mesmo?

Não, não pode ser.

Pode ser pra depois da praia.

Muito obrigado.

Muito obrigado.

Mas que carnaval, hein, professor?

No meu tempo, sim. Eu começava na sexta -feira e só parava. Quando Deus

mandava, o diabo deixava.

Pois é, senhor Januário, mas eu não sou muito dado a essas coisas. Já reparei,

já reparei.

Mas olha, professor, como vai a dona Alice, sua noiva? Vai bem?

Ah, sim, ela aproveitou o carnaval para fazer por filho. Ah, bom.

Ela gosta dessas coisas.

Um momento, professor. Professor.

Professor! Professor!

Professor! Professor!

Professor, venha cá. Quero lhe dar um conselho, professor.

Olha, eu se fosse o senhor, o senhor está com quantos anos mesmo?

Ah, mais de 30, né?

Pois é, se eu fosse o senhor, casava logo.

Porque, afinal de contas, sério assim como o senhor é... Que a gente não usa?

Acaba do professor.

E se o senhor demorar muito, cai exercício vivo.

E para essas coisas, olha, acabou, acabou.

Não tem mais segunda época, não.

Caí em seus braços que já me esperavam aberto.

Sem dizer palavra, nossos lados se encontraram. Um ardente, gostoso e

apaixonado beijo.

Minhas mãos desceram até a cintura dele.

Apertei as suas nádicas contra a minha virilha.

Nossa boca continuava colada.

Nosso corpo roçara, roçara até que sentimos o tremor

da nossa ejaculação.

Sua mãe demora muito?

Não, deve voltar dentro de meia hora.

Ela até mandou a gente ficar aqui na varanda mesmo.

A vizinhança, não?

É.

Fica mais um pouco.

Não dá mais, Maria Alice. Eu tenho que preparar a matéria. Não dá.

Calma. Não, Leandro.

Não dá.

Não, não, não, não, não.

Deixa o carnaval que você não aparece, Leandro.

Maria Alice, eu tô atrasado.

Tanta coisa pra fazer, tudo atrasado.

Maria Alice.

Oh, Maria Alice.

Sua mãe tá atrasada.

Não. Não.

Não.

Não.

Falta pouco, Léo.

Falta pouco pro casamento.

Foi em caminha, se chutou, é gol!

Laço de zico!

Que saída foi, cara?

Não enche o bafinho.

Vai, tá legal, joga, cara.

Se fosse o meu botão de coco, aqui que eu perdia esse gol. Agora é tudo botão

plástico, de acrílico, é tudo plástico, é tudo acrílico.

Agora a confusão vai jogar no canto do rio. Ou vocês estão afim de jogar, ou

vocês estão afim de me consertar. Ah, não sabe perder, não, cara. Vai, vai,

Vai perder. Eu vou, eu vou.

Quem te levou daí, pô?

Eu?

Tu é ruim mesmo, cara. Além de fazer pau, ainda errou. Não tem saída, é ruim

mesmo. Putão de acrílico, né?

Tudo de acrílico. E a culpa é tua que ainda vem nessas porcarias.

Pô, qual é, cara?

Qual é, pô? Na hora de tu levar as contas das empresas do meu pai pra todas

redes de publicidade, tá tudo legal, né, ô cara? Não, pera aí, ô cara!

E o Paulão, hein?

Marcou com tanta pressa, com tanta urgência, e até agora nada.

Será que é alguma coisa de trabalho, hein? Eu acho meio estranho.

É, o Paulão nunca foi de esquentar lugar, né?

Mas parece que nesse emprego de Aspone até que ele se deu bem, né?

Ele estava muito assustado no telefone, muito apavorado.

Meio pneu, sei lá.

Carnaval já se aguentou, mas agora... Oi, Paulão. Tudo bem?

Quer um uísque? Um gelo?

Ontem.

América 2 a 1.

Quando ele construiu essa garçonia, rapaz, foi pra gente ficar junto sempre.

O Léo não quis, ficou morando lá na vila mesmo. Você casou, o Marquinho casou,

eu casei.

O David foi o único que ficou morando aqui.

Agora, isso não impede você de abrir o verbo com a gente não, rapaz.

A gente tá sabendo que você de nós cinco foi o único cara que menos sorte na

vida deu.

Bom, então você já sabia?

Sempre soube.

Sempre? Qual é o drama, rapaz? Não precisava nem ter chamado todo mundo

não. Disse pra mim quanto é que você precisa e pronto, acabou.

Obrigado, Luiz Sérgio.

Mas se fosse só isso... Olha...

Queria dizer uma coisa que está me... baratinando.

Me deixando louco.

É o tipo de coisa que eu só podia dizer para vocês mesmos.

O caso é que... Eu acho...

Desconfio... Que a Marlene está me traindo.

Me passando para trás.

Muito bem.

Boa piada essa. Agora conta no Papagaio.

Mas é verdade, pô.

Pô, Paulo, isso não existe.

Mas como não existe?

Não existe, Paulo. Isso é sonho, é pesadelo, é fantasia. Fantasia fez

pô. É isso mesmo.

As coisas da vida tem dois tipos.

As coisas que acontecem com a gente e as coisas que acontecem com os outros.

Esse tipo de coisa que está falando aí é o tipo da coisa que só acontece com os

outros, rapaz. Claro, rapaz. Estou inteiramente de acordo.

Olha, por exemplo, os Kennedys. Gente que nasceu para a tragédia. Agora tem

gente que não nasceu para a tragédia.

Com os Kennedys pode acontecer qualquer coisa. Agora, com você, não.

Lusko, com você, essa não.

É isso aí, rapaz. É como se a gente fosse assistir uma peça de teatro. Aí

escrito lá na porta, drama, comédia. Aí o cidadão já entra sabendo o que vai

ver. Sem essa de misturar estação, rapaz. A vida é assim também.

Olha aqui essa caixinha de fósforo que eu achei com ela.

Rolou de história, que vaca.

Desculpe, Paulão.

Love story, Paulão?

Paulão, você trata mal sua mulher?

Olha pra mim.

Você bate nela?

Não, rapaz. Nunca.

Então por que ela iria te trair?

Cadê o motivo?

Sempre achei você um cara carinhoso.

Meu padre.

Você até quis botar ela na sua fila, se lembra? Pois é, pô. Eu sempre achei que

Marlene devia subir de nível.

Deixar um pouco aquele negócio de mulher que nasceu em subúrbio.

Nesse ponto, acho que eu não falhei, não. Falei?

Ô... Paulo, me diz um negócio.

Qual é o... Como é que é o teu desempenho com ela, hein, rapaz?

Eu me lembro que no teu tempo de solteiro você não dava colher, não.

Bom, Luís Sérgio, eu... Já estou casado há três anos, né?

Já não é a mesma coisa.

Quase sempre... Às quintas de sábado eu compareço.

Ô, Paulão... O que é que você quer que a gente ajude?

Bom, eu gostaria que vocês me ajudassem a ter certeza.

Se for a mesma, gostaria de saber com quem.

Vem cá, você não é jornalista?

Sou jornalista, mas não sou detetive.

Ora, mas tem a caixa de fósforo lá.

Vem cá, você não tem máquina fotográfica? Peraí, peraí, peraí. O

seguinte, a gente precisa saber quem é o cara.

Quem é o cara? O negócio não é saber quem é o problema, é a gente descobrir

é que a gente vai fazer para descobrir quem é.

Tem a caixa de postos.

Boa tarde.

Sou representante da editora Mayer.

Na universidade me deram o seu endereço... para que eu lhe mostrasse

últimos lançamentos.

O senhor já conhece esse profeta do comportamento sexual?

Pode entrar.

Esse pessoal da vila é fogo.

Qual começa a fofoca, disse e me disse.

E aí você já sabe, não é?

E aí, Maria Alice vai saber que seu noivo, um austero professor de história

universal, anda por aí dormindo com uma aluna.

Oh, Guilherme, você sabe que não é fácil.

Eu preciso de tempo.

Afinal, são 12 anos.

Coitada da Maria Alice.

Tão paciência.

A música está perdendo. A música está perdendo.

Alô? Marquinhos.

Já?

Não. Eu tenho um monte de provas para corrigir.

Ah, eu sei.

Não, não estou fugindo da raia, não.

Tá.

Tá.

Ok, eu vou.

Era o Marquinhos, sabe?

É, eu sei. Você é muito ocupado.

Não, nós tínhamos combinado.

Além de Maria Alicina, tem sua turminha.

Por que você não disse que o Marquinhos estava aqui comigo?

Você sabe que eles iriam encarnar, não é?

Eles não levam nosso caso a sério, não é, Leon?

Está tudo bem.

Deixe -me ir.

Você está na quinta?

Não sei.

Talvez eu consiga algo que você queira comprar.

Fala, Sherlock.

Será que... Ela foi para lá.

Para lá. Para lá. Deixe -me ir.

Está passando mal?

Não.

Quer me chamar de enfermeira? Não, obrigada. Estômago, mas já tomei um

agora.

Pode ir para casa que depois eu...

Boa vaca.

Como ela é boa.

Esse Paulão é uma besta.

Alô, Tavito.

Agora é a tua vez, rapaz.

Eu vi ela falando no telefone. Parece que ela está indo para a repartição

Não, até agora nada.

Olha, vai em cima até encontrar uma pista, viu, cara?

E não esquece a minha festa, hein?

Tchau.

Joaquim está embaixo da câmera.

O senhor mesmo que eu quero falar. Eu estou aqui fazendo uma entrevista por

reportagem do jornal. Meu senhor, o expediente já está fechado e eu já estou

saída. É muito importante.

É uma matéria de interesse público.

Entende? Como é que é?

Matéria de interesse público. Vou levar o senhor para o chefe. Não, não, não.

Não mentir.

O senhor mesmo que nós queremos falar.

O meu jornal não está interessado em big shots. O povo que nos interessa. É.

A opinião de valentes funcionários como o senhor. Que passam sua vida dedicados

ao serviço público.

Quer saber de uma coisa?

Eu não vou falar mal de ninguém. Não se trata absolutamente disso. Por exemplo,

por exemplo, quantos ministros você ouviu passar pelos corredores dessa

repartição? Ministro? Até presidente. É? É.

Olha que mulher boa.

Como dá mulher boa na tua repartição?

O senhor ainda não viu nada?

Olha, ali.

Aquela ali.

Qual é?

Aquela ali. Aquela ali, a dona Marlene?

O senhor conhece? Mas ela trabalha na minha repartição.

É? É.

Ele não gosta de dar umas voltinhas. Não, espera aí. Vamos com calma.

Dona Marlene é uma santa. É. Dona Marlene, ela é até casada.

Não digo.

É.

Ótimo. Sr. Gustavo, me lembrei de uma coisa.

Eu moro em Santíssimo.

É muito longe.

Não tem problema nenhum.

Esse nosso trabalhinho aqui, vamos refrescando as ideias, se custar aqui.

Mas calou o trabalho.

Eu não estou fazendo nada.

E a Dona Margarida, Sr. Osvaldo?

Dona Margarida.

Os fracos abate, os bravos, os fortes só pode exaltar. Exaltar. Mas eu

não sou bravo e também não sou forte e já tô cansado de tanto lutar.

Sabe, sabe quem morra, Vavá? Você é um poeta. Eu sou o quê?

Poeta. É a pessoa.

Você disse?

A minha não é poeta. Quem é?

Uma senhora muito distinta, entendeu?

Só que enche um pouco o meu saco.

E o Davi...

Muito bem, meu amor. O que você está fazendo?

Moderex.

Três caixas de Moderex. Ah, mas que efeito sensacional, querida. Está muito

realmente.

Por

que

será que esses homens arranjam sempre um jeito?

De fazer um grupinho só deles.

Ah, queridinha.

Aí está uma coisa que para mim é o mais insondável mistério da criação.

É, mas eu acho que eles têm sua razão.

Homem é homem, ué.

A conversa de homem tem que ser diferente.

Não?

Que tipo de conversa?

Não sei.

Futebol, talvez.

O que mais?

Eu não quero nem tomar conhecimento.

Então, meninas, que tal comermos alguma coisa?

Acho que já estava em tempo. Já estava em tempo mesmo.

Estava morrendo de fome.

O que você acha do Léo com aquela seriedade toda?

Você acha que ele... Homem é homem.

Homem é homem. Vocês vão se casar, não é, Maria Lívia? Vamos. Já tem data

marcada. Não.

Mas assim que o Léo quiser... Parlem.

Olha, há quanto tempo você e o Paulão estão casados?

Três anos. Três anos de felicidade.

Três anos de amor.

Três anos de 36 meses, de 1095 dias.

Ah, Marlene, que inveja que eu tenho de você.

Inveja, você disse?

O que é inveja?

É assim a gente conta quando está fora de uma situação que ele imagina que é

boa. Então eu também tenho. Tem o quê?

Inveja. De quem?

De mim.

Dessa Marlene que você imagina que eu sou.

Você não acha que a Marlene está... O que é que tem?

Ela está falando pelas cotovelas, rapaz.

Sei lá, acho que ela está batendo um papo firme com a Lu, com a Monique,

trocando umas ideias.

Como?

Trocando umas ideias.

Pois é, isso que está me preocupando. O quê?

Esse negócio ela está trocando umas ideias, rapaz.

Monique, meu anjo. Me dá um negócio salgado, que eu estou com a pressão

Alô,

amigão! Como é que vai, meu coração?

Parabéns pra você, que essa...

Eu vou lhe dar...

Glorão, deu no que tinha que dar, viu?

Tua mulher tá te corneando.

Bom dia,

doutor Lauro Leal.

Onde é que você foi descobrir isso, hein?

Lá no fim do mundo? Lá em Bangu?

Muito mais longe!

Muito mais longe!

Cuidado comigo.

Onde é que você descobriu isso, cara?

Fala!

Onde é que você descobriu isso? Vai, fala!

Fala! Fala onde é que você descobriu isso, cara!

Sabe o que é ter um amor, meu senhor?

Ter loucura por uma mulher.

E depois de encontrar esse amor, meu senhor, nos braços de um outro qualquer.

Porra!

Paulão, você tem que dar um jeito nisso, cara.

Se quiser, a gente reúne aí uma turma e dá uma surra nesse cara.

Quê? Tá louco?

Ele passa esparadrapo, mercúrio, cromo e tá com processo em cima da gente. É

isso aí.

E aí?

E aí todo mundo vai ficar pensando que o Paulão é...

Quero uma mulher que saiba lá vai

cozinhar. Que de manhã cedo me acorde na hora de trabalhar.

Por que você não faz o seguinte?

Pega a estralha dela toda, rapaz, joga tudo na rua.

Não adianta nada, rapaz.

Aí ela pede desquite.

E o Paulo vai ter que sustentar ela e o Júnior.

E aí ela fica com a criança.

Isso nunca.

O meu filho, ela não fica.

E do meu dinheiro, ela não vai ver nem a cor.

Merda isso aí, que não tem nem divórcio.

Divórcio também não impede que ela exija uma petição.

E ainda fique que exija.

Mas tem que haver uma lei.

Um prócio qualquer, pô.

Vingança!

Vingança, vingança, vingança! Ao Santos clamar, ela há de rolar como as pedras

que rolam na estrada.

Se você sabe, diz logo, porra.

Dá um flagrante nela.

Flagrante de adultério.

Bom dia. O Paulão está?

Não está, não, seu Marquinhos. Ele e Dona Marlene saíram.

Será que eu podia esperar aí dentro?

Poder pode, mas eles vão demorar.

Eles saíram ainda agora.

Eu estou com uma dor de cabeça.

Eu precisava me sentar para descansar um pouco.

Pode sim.

Toma um café?

Não, muito obrigado.

A senhora pode ficar à vontade, viu?

Pode voltar para o seu serviço.

Eu só preciso descansar um pouco.

Jovem morto e levado para a praia de Grumari.

Professor Agamelon, o senhor poderia me dar um esclarecimento sobre o adultério?

Adultério.

Juridicamente falando.

Adultério.

configura -se quando existe violação da fidelidade conjugal pela consumação

voluntária de relações carnais entre uma pessoa com outra do sexo oposto,

que não seja o dito cônjuge.

Os hebreus antigos puniam o adúltero, condenando -o à morte

por apedrejamento.

Os egípcios.

Os egípcios arrancavam o nariz da mulher infiel.

Já os romanos, na época do imperador Augusto,

açoitavam a mulher.

E aprendiam durante dois anos, num convento.

Depois, se o marido ainda quisesse, de volta.

ele poderia apanhá -la.

Se não,

ela ficava lá para sempre, reclusa e com os cabelos cortados.

Nos primeiros anos da monarquia portuguesa, não se punia o adultério.

Já mais tarde, as ordens filipinas

deportavam os adultos.

para o norte da África e para o Brasil.

E já que estamos falando no assunto, você aí responda.

Pode haver flagrante sem que haja introdução total e completa do membro?

Que loucura é essa? Que comício era aquele que você e a Gaminu estavam

Sei lá, um louco. Eu só fiz uma pergunta sobre adultério e ele fez aquele

comício todo.

Mas também que besteira sua, hein? Você sabe muito bem que ele é doido por uma

coisa dessas.

E por que você está interessado em adultério?

Ah, nada. É um livro aqui que eu estou lendo sobre as leis do adultério na

Média.

Pelo jeito as leis mudaram lhufas.

Continuam iguaizinhas.

Olha aqui.

Sabe, eu às vezes penso que nós somos pessoas assim que... Pessoas o quê?

Sei lá.

Planetas de sistemas diferentes.

Qualidades heterogêneas. Não sei.

Ô, rapaz, vê se explica melhor que eu não estou entendendo nada.

Tietchan.

Então é isso, Léo?

É esse o tipo de coisa que irrita você?

Léo, você tem mesmo que se olhar no espelho. Esse bunda mole que passou por

pode ser importante pra você.

Pra mim não é.

Sempre que você vai pro banheiro se divertir com quem viu, o problema é

Dele seu, não é, Léo? Fala baixo.

Não falo baixo não, Léo.

Você precisa de uma vez por todas ver o que está havendo com tua cuca.

Você precisa se olhar de frente.

Léo, não precisa você levar tudo isso tão a sério.

Eu gosto de você.

Alô? Alô?

Marquinhos é o quente.

Alô?

Alô?

Marquinhos é o quente.

Dona Eduarda? Dona Eduarda?

Dona Eduarda, eu... Já foi, viu? A senhora foi muito simpática. Muito

já descansei. A senhora foi uma pessoa maravilhosa.

A senhora pode ficar descansada, que eu vou falar com o Paulão pessoalmente.

Muito obrigado, viu?

Ué, seu Marquinhos, o senhor não vai levar seu embrulho?

Embrulho?

Que embrulho? Eu não trouxe meu embrulho.

Trouxe, sim, senhor.

Eu vi quando o senhor entrou com ele.

Para o final, dona Eduarda, são alucinações.

Ela está sofrendo de alucinações.

Parapsicologia explica.

Oi.

Fim de semana eu vou viajar para São Paulo.

A filma vai realizar um congresso lá e eu fui mandado para cuidar dos

preparativos.

Quando é que você volta?

Sei ainda.

Talvez lá pra terça, quarta.

Oi, Marquinhos.

Tá, tá, tá.

Instalou o gravador.

Tá, eu te vejo depois, tá ok? Tá.

Ok, tchau.

Ô,

Miranda, como é mesmo aquela história de um flagrante de adultério que você quis

me contar uma vez?

Ah, faz muito tempo isso.

Foi um marido do High Society que quis dar um flagrante numa mulher.

Levou a troca toda para o hotel.

Fotógrafo, polícia, o diabo. Bom, quando o marido chegou, eles arrombaram a

porta. Estava lá o casal de amantes. O marido, quando viu aquilo, avançou em

cima. Aí o delegado falou.

Opa, cara, tudo legal? Olha aí, já está tudo resolvido. Eu já falei com o

oficial de justiça, tá?

Conhece aqui o Miranda?

É o cara mais interino desse negócio de flagrante que eu conheço. Já viu de

tudo. Mulher com elefante, homem com gato, diabo. Conta aí, conta aí.

Mas aí, então, o delegado falou.

Segura o corno! Segura o corno!

O marido, quando viu isso, deixou a mulher, foi em cima da polícia e quebrou

maior pau da paróquia.

Resultado, não fez o flagrante e pegou o maior processo.

Quer dizer, pior que ser corno, só que ser chamado de corno. Olha aí, gente,

sabe qual é a diferença entre um assassinato e um flagrante de adultério?

No flagrante de adultério, o defunto fica ali se mexendo, olhando, falando e

vezes chorando. É chato, viu?

Tchau, cara. Um abraço.

Primeiro.

Opa!

É, acho que eles estaram aqui ontem à noite.

Me deixa aí no chão. Depois a gente conversa.

Senta aí, pessoal.

Senta aí.

Pois é.

Alô?

Alô?

Marquinhos é o Quente.

Alô? Alô? Diz que foi o Billy que ligou, tá?

O Billy!

Sim, senhor. Eu dou o recado. O Billy, né? É. Tá certo.

Não está não, senhora. Ela saiu.

Vem, meu filho. Vem tomar sua sopinha. Vem cá com a mãe. Vem.

Marlene, precisa de dinheiro para o leite. Você já comprou a carne?

Alô?

Alô? Oi, Monique. Como vai?

Oi, Marlene.

Eu estou te ligando porque meu tranquilizante já não está resolvendo

Você tem algum melhor?

Tranquilizante? O médico me deu um ótimo.

É... Medazepol. Você toma e enrola a língua logo.

Ah, mas espera aí.

E esse precisa de receita médica, não dá.

Pois é, mas eu já falei pro rapaz lá de baixo do elevador, ele disse que ia

mandar alguém aqui pra consertar, mas esse senhor não sabe como é essa gente.

Fala, fala, fala, não vem, não conserta nada. Eu sei, eu sei. Tá bom, Eduardo.

Eu levo. Vai deixar, Eduardo. Eu levo pra consertar. Tá bom, Eduardo.

Chega. Eu levo pra consertar.

Doidinha! Doidinha!

Doidinha! Doidinha! Doidinha! Doidinha! Doidinha! Doidinha!

Doidinha!

Doidinha!

Doidinho. Só podia ser eu mesmo, claro.

Eu tenho que disfarçar.

Explicar pra ela não desconfiar, ué.

Fiz bem ou não fiz?

Domingo às oito horas eu te encontro ali no Alpino.

Como está?

Tudo bem? Tudo bem. E ele? Ele viaja sábado.

Quando é que pode ser?

Sábado mesmo.

Os caras vão me pagar.

Agora, antes da gente se reunir, amanhã é lá na casa da Barra, tá?

E daí, rapaz?

Eu mando a Monique lá pra Petrópolis, a gente se encontra na gastronomia. Porque

a gente precisa ficar junto, que é pra dar força pro Paulão.

Como é que é? Você pode, Léo?

Bom, eu tenho que falar com a... Não, tá, tá.

Vou.

Vai aqui, Marquinhos.

Você vai fazer um negócio.

Você vai dar um drible na luz.

Você vai dizer que...

Inventa um negócio dessa tua hipocondria aí. Diz que vai fazer um eletro...

Semana passada. Então faz um negócio desse cuca aí, um eletroencefalograma.

tentar, vou tentar.

Olha, eu quero que você faça o seguinte.

Manda.

Eu quero que você vá conhecer um motel.

Aquele da caixinha de fósforos. É, aquele da caixinha de fósforos. Você vai

conhecer a entrada, os quartos, o terreno.

Agora, gasta o que for preciso, porque eu pago.

Estou procurando alguém.

Não, estou só querendo dar uma olhada para ele.

Vamos sozinho aqui, não faz nada.

Não, espera aí, um momento. Eu quero só dar uma olhada.

Qual é o seu carro?

Eu sou da imprensa.

Vamos embora, negócio de imprensa. Quer fazer um favor?

Ou você, vai sair. Espera aí, sabe o que está falando? Eu não sei o que está

falando, vai saindo. Vai saindo.

Alô?

Eu sei que é do jornal, foi eu que liguei para ele.

Chama o Sr. Miranda.

Miranda, seu Miranda.

Alô, Miranda?

Aqui é o Gustavo.

Gustavo, é, olha.

Eu tenho uma matéria pra fazer aqui.

Sobre os motéis da barra, sabe como é?

Pois é, eu preciso de uma moça pra me ajudar.

Pode mandar alguém?

É. Bom, mas é uma estagiária.

Quem?

Glorinha?

Aquela do...

Ah, não.

Bom, tá bem. Vai essa mesmo.

Olha, eu tô aqui na boate Bochincho.

É, Bochincho.

É, ao lado do bar Bom.

Senta aí, senta aí.

Vamos seguir.

Eu preciso de você.

Para uma reportagem sobre o motel da Barra. É um trabalho estritamente

profissional.

Primeiro, você me ajuda a entrar no motel.

Segundo, você anota tudo o que eu precisar, entendeu?

Eu não entendo nada de motel. Graças a Deus, sou da geração da Gassonier. E não

me veia com esses olhos gulosos.

Quente. Bora.

Não precisa.

Obrigado. Quer que anote a cor do banheiro?

Não precisa.

Acho que vou deixar o jornalismo.

Precisa aprender a expressão corporal.

Sacar a sensibilidade do corpo. Você está vendo?

Sim, ó.

Olha,

sente. Sente o mar lambendo o teu corpo.

Você é cagão, hein?

Ah,

saco do céu.

E o Taveto que não vem?

Já devia ter chegado, estourando por aí.

Só, pra mim chega.

Paulão, hein?

Eu tenho

responsabilidade. Era

pra chegar o negócio, chequei, tá checado. Pode perguntar o que quiser

aquele motel que eu respondo.

Pô, trabalhei paca.

Savito, quanto é que você gastou, hein?

Oitocentos e poucos corno. Quê?

O que é, o que é?

Investigação é assim mesmo.

Tá legal.

Tá meio caro, mas depois você explica.

Vamos fazer uma ginástica agora, vai?

Que acho, rapaz. Trabalhei demais, tô cansado. Aqui só se trabalhou também,

rapaz. Ninguém dormiu, não.

Noite em claro te esperando.

Vamos lá, vai.

Quer parar?

Quer parar?

Acho que melhor a gente ir.

Você viu alguém?

Eu acho que eu vi um vulto.

Vai, toca, toca!

Calma, cara.

Calma, calma, cara.

Vamos lá, calma.

Passeio de moto, trepadinha, champanhe e tudo patrocinado pelos amigos.

O quê?

A bota era sua?

O dinheiro era seu?

O coitado era seu?

Então... Merda, pô. Escolemou tudo agora.

Como se trepa nessa terra?

Então vamos embora logo com essa merda, pô.

Calma.

Silêncio. Estão livrando a BN.

E aí

Você está solteiro de novo.

O Dr.

ficou assustado, rapaz.

Assustado não, apavorado.

O que é isso?

Está passando mal, bicharoco? Vai ter um infarto.

Não enche o saco, tá?

Olha aqui, cara.

A minha paciência contigo já está no fim, tá legal?

Está chegando ao fim? Porque você não sabe das coisas.

Porque você acha que você está sempre certo.

Talvez vocês duas param comigo.

Porra! Falou, professor!

Professor de sacanagem.

Vamos lá, professor.

Ensina aí.

Ensina aí como é que se cozinha uma dona 12 anos enquanto se vai faturando tudo

quanto é aluna por aí.

Senta aí, cara.

Senta aí, que a festa ainda não acabou, vai.

Leão.

Sérgio, calma aí.

Calma, rapaz, calma. Graça de merda, babaca!

E da gente querer tão viado desses?

Cala! Cala o quê, porra?

Vai! Rebenta! Vai!

Vai! Vai!

Espera aí!

Espera aí!

Deixa eu ver se ele vai! Vai!

Cala essa boca!

Esse merda aí nunca deu decisão na vida dele, vai querer dar na minha porra!

Qual é? Qual é?

O jeito que ele está, é capaz até dele dar um teco na cabeça.

Pior do que se matar, é ele voltar para Marlene.

Para você isso é pior que morrer.

Para mim é.

Para você não é não.

Porque a traição é pior do que a morte, então aceita a morte.

Sim, preferi a morte.

Pô, cara, amigo, quero te fazer uma pergunta.

Pra você aceitar de volta a mulher que eu tenha traído, é pior que a morte?

É, sim, é muito pior.

Eu não sei bem, né? Eu acho assim, que a mulher, se ela me trair, depende da

traição, né? Se for só um chifre normal... Eu já vi muitos casos assim.

Mulher, depois ela arrepende, pede perdão e volta tudo às boas outra vez.

E por quê?

Porque de uma vez que ela vai atrás de outra, é porque não gosta daquele.

Qual é o seu nome?

Só pra... O senhor é a favor de receber a mulher de volta?

Depois dela ter traído, o senhor?

Ninguém gosta, né?

Mas... Todo mundo pode ter outra chance de acertar a vida, né?

Sim. Mas o senhor contra o divórcio?

Sou plenamente a favor.

Seria um caso de divórcio, no caso?

Exato. O amor acima de tudo. Eu acho que não importa nada o passado de ninguém.

Traiu.

Tem que se conversar, trocar ideia e... Ela não teve esse tempo todos os dias.

Se todo mundo, de alguma forma, foi adúltero, é adúltero e será adúltero.

Nunca é pior que a morte.

Eu acho que ser traído é uma circunstância da própria vida.

Nenhuma traição é agradável. A palavra não está de zero.

O homem não nasceu para trair nem para ser traído.

Mas a história está aí mesmo dizendo que existe isso a todo momento.

A circunstância dele aceitar... A volta da mulher para ele é um problema muito

particular do seu sentimento.

O que ela representa para ele poderá ser, naquele momento, uma coisa

fundamental. E ele pode aceitar.

Poderá vir se arrepender do ato, não importa.

Mas naquele momento que ele aceita a volta dela, é fundamental para ele como

humano. E a vida dele é a vida dele.

E eu me curo nesse caso também.

O meu momento é meu momento e não adianta nada ninguém dizer para mim, fiz

ou errado.

Eu é que estou sabendo do meu sentimento.

Bem, não é o seguinte, eu não admiro traição. Eu acho que tem muita menina

aí.

Então, não é que eu vou voltar para a mulher que traiu a minha criança. Sai

a outra.

É isso aí.

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.