All language subtitles for White Collar - 5x12 - Taking Stock.720p.WEB-DL.NTb.pt

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Original subtitles

Anteriormente em White Collar...

Os Burke v�o para Washington.

Boa! Aqui vem!

O "C�dex Mosconi".

Se este livro � um puzzle, talvez estas sejam as suas pe�as.

- Verifica as p�ginas. D� uma de "Rain Man". - Feito.

� o �dolo de Sita.

O �dolo tinha olhos feitos de diamantes raros.

O diamante Hope. Estamos � procura do g�meo.

Este � o apartamento da Rebecca.

Quem � ela, Neal?

Chama-se Rachel Turner. Do MI5.

Era uma agente deles.

� a principal suspeita do homic�dio

do Curtis Hagen e do agente David Siegel.

Temos v�deo e �udio do apartamento dela.

Neal, est� apaixonada por ti.

Est� presa por homic�dio.

Aceita uma chamada a pagar no destino do recluso...

Rachel Turner.

Vemo-nos em breve.

Sabes que Washington foi constru�da por cima de um p�ntano, certo?

� uma lenda. Eram zonas h�midas.

� um nome diferente para a mesma coisa. Vai buscar o mosquiteiro.

Sou do norte. Os nossos mosquitos parecem-se com pequenos busardos.

Ficarei bem.

A experi�ncia com esses sanguessugas v�o ser �teis

quando estiveres lado a lado com os membros do Congresso.

Felizmente, a pol�tica � s� uma parte do meu novo emprego.

C�us. Sabes, estes �ltimos meses t�m sido...

- Loucos, serve. - Sim.

Olha, a Rebecca enganou-nos a todos.

Est�s a aguentar-te bem?

A Rebecca � uma hist�ria antiga.

Neste momento preferia concentrar-me no que o meu futuro me espera.

Ainda bem, � o motivo pelo qual tenho pensado muito

em quem ser� o teu pr�ximo encarregado.

N�o � esse o futuro que tenho em mente.

Para a promo��o em Washington, o hist�rico dos teus casos

foi um factor importante na decis�o, certo?

� verdade. Foi baseado em parte dos meus sucessos como agente de campo...

Os nossos sucessos.

Chega de encarregados, de casos, de pulseiras.

- Neal, o que queres dizer? - Quero dizer

que quero que a minha pena seja revogada.

Falei com um advogado. Uma recomenda��o tua � fundamental.

Neal, ainda tens tempo a servir da tua pena.

N�o esperes um tratamento especial por ser o agente especial chefe.

N�o tem nada a ver com o meu posto, � porque �s o meu supervisor.

Estou a pedir-te para fazeres o que � certo.

Bem, passei muito do meu tempo a pensar o que � certo, contigo.

E o que aprendi � que a resposta nunca � simples.

Acabei de falar ao telefone com o escrit�rio do promotor.

Sabes a impress�o na bala na arma da Rebecca?

V�o incit�-la?

Sim, de manh�zinha.

Terminou, Neal.

Sim.

Terminou.

Ouve, querem que arquivemos as provas e que sejam enviadas imediatamente.

Queres que encontre um par de novatos?

Sabes, no meu primeir�ssimo caso...

o Hughes pediu-me para empacotar e etiquetar todas as provas sozinho.

� apropriado que seja eu a fazer no meu �ltimo caso.

Anda, Neal.

Anda empacotar tudo.

Tudo?

Tudo.

- Pronto, Neal? - Sim.

- Cerveja no trabalho? - Sim.

Sei que gostas de seguir as regras,

mas se existe um bom momento para infringi-las, � agora. Al�m disso...

estamos oficialmente fora de servi�o.

- � o teu? - N�o, pensava que fosse o teu.

N�o.

� um dos telem�veis descart�veis da Rebecca.

O seu correio de voz estar� protegido por password.

Os inform�ticos desbloquearam todos os seus telem�veis. Deve bastar...

Rebecca Lowe. Arranjei o seu n�mero de um dos seus associados.

Preciso dos seus...

servi�os, imediatamente.

Ligue-me.

Precisamos de dar seguimento a isto.

Se a Rebecca tiver outros clientes parecidos ao Hagen.

Algu�m pode acabar morto.

Quem ligou obteve o n�mero atrav�s de um intermedi�rio.

Podemos enviar algu�m infiltrado ter com ele.

Se ele a conhecer, vai p�r-se ao fresco.

- Mas se n�o... - Temos um caso.

Normalmente, enviava-te a ti em coisas deste g�nero.

Isto n�o � para qualquer um. Tens algu�m bom em mente?

Sim, uma das melhores agentes que conhe�o.

Inteligente, implac�vel, dura.

Passa por cima de edif�cios altos de um s� salto?

N�o ficaria surpreendido.

Ol�, chefe.

Vamos a isso.

White Collar S05E12 "Taking Stock"

Traduzido por: * Maston * nunotr * * PaulaCoelho *

Revisto por: * Maston * Sincronia por: * ItalianSubs *

* Team LegendasProject * Vem saborear as nossas pipocas

Deixa ver se percebi. Depois de descobrirmos a identidade do cliente,

tenho de me fazer passar pela Rebecca, que na verdade se chama Rachel,

na esperan�a que ele n�o saiba que ela n�o � multirracial

que tem de amamentar a cada tr�s horas? - Amamentar?

Sou fant�stica a fazer v�rias coisas ao mesmo tempo. F�-lo-ei durante o voo.

Depois tenho de determinar qual � o servi�o, e fingir que o vou executar,

e entregar provas ao nosso homem misterioso,

que, pelo historial da Rebecca, pode incluir homic�dio.

Exacto.

Escuta, Diana, quem sabe se vamos sequer ter um caso.

S� te queria p�r ao corrente.

H� muita coisa que n�o sabemos, nem tenho a certeza se vamos para a frente com isto.

Peter, conta comigo.

Um criminoso quer contratar uma criminosa para cometer um crime.

Sou a pessoa mais indicada da divis�o para impedir que isso aconte�a. Sabes isso.

- Eu sei. - Ainda bem.

Tenho de mudar de roupa. Assim como ele.

Sabes como mudar uma fralda, certo?

Neal, o maldito C�dex...

Fazes ideia das consequ�ncias de memorizar uma coisa deste g�nero?

- Atormenta-te. - Exactamente.

Tentar dormir, C�dex.

Tentar comer uma deliciosa tigela de muesli... C�dex de novo.

Todos estes sinais e s�mbolos a flutuar na minha cabe�a,

a combinarem-se, a separarem-se, e recombinarem-se... a gozar comigo!

Tem calma.

Agora com a Rebecca fora da jogada, podemos respirar fundo

e abordarmos isto da forma correcta. Pensa nisso.

Ningu�m procura o diamante al�m de n�s.

Tens raz�o.

Esta pode ser a nossa oportunidade. Tudo o que sempre sonh�mos...

est� ao nosso alcance.

Com o dinheiro da venda do diamante, podemos construir um pequeno cons�rcio,

uma rede de associados,

vigarices adequadamente financiadas.

Talvez at� alguns pequenos drones.

Drones? Estou a ver que pensaste bem nisto.

� perfeito. Um imp�rio ileg�timo...

financiado por verbas leg�timas provenientes da venda de um diamante.

Neal, � o nosso cotilh�o.

� o Peter. Tenho de ir.

Estamos a tentar identificar algu�m que contactou a Rebecca para um trabalho.

A Diana est� a voltar da licen�a de maternidade para ir infiltrada.

O que far� com o Teddy?

Referes-te ao Theo?

Como todas as mulheres p�s Gloria Steinem, vai provavelmente contratar uma babysitter.

Eu ainda nem sequer conheci o meu hom�nimo,

contudo uma estranha vai moldar a sua jovem e influenci�vel mente?

Eu trouxe aquela crian�a ao mundo, Neal.

Que tal canalizarmos essa indigna��o justificada na procura do diamante?

Bem-vinda de volta, agente Berrigan.

Obrigada, agente Jones.

Agora...

O que sabemos sobre este tipo?

Nada. Temos uma mensagem curta e um n�mero de telem�vel.

Sim, n�o temos identifica��o nem localiza��o.

Quem quer que seja, se n�o obtiver resposta da Rebecca Lowe, vai contratar outro.

- N�o podemos permitir isso. - Concordo.

� tudo o que temos, utilizemos.

Esperava a sua chamada mais cedo.

Ligo quando tiver que ligar. Qual � o trabalho?

Deixarei toda a informa��o necess�ria numa localiza��o esta tarde.

Negativo.

Foi-me dito que era assim que operava.

Ent�o foi-lhe dito erradamente. Encontramo-nos em local p�blico.

Estas s�o as minhas regras. Se n�o gosta, problema seu.

Est� bem.

No Crawford Plaza, amanh� ao meio-dia.

O meu s�cio informou-me sobre o seu sinal. Fico � espera dele.

Alguma ideia brilhante sobre qual ser� o sinal da Rebecca?

S� h� uma forma de descobrir.

Pode n�o ter muito para dizer, Neal...

n�o a mim.

Tenho a certeza que a far�s falar. Est�s em contacto com a carrinha?

Tudo pronto.

Tentarei ser r�pido.

Agente Burke...

Nunca imaginei querer tanto uma viagem ao FBI.

N�o lhe apeteceu muito ir ao instituto prisional?

N�o gosta muito de ver o que despeja pela pia abaixo?

Gosto de controlar o que me rodeia... e j� somos dois.

Podia t�-lo morto, sabe.

Tive-o na minha mira v�rias vezes.

Mas nunca faria isso ao Neal. Iria destro��-lo.

Porque estou aqui?

Para fazermos um acordo.

N�o suponho que me possa ajudar com estas.

A sua actual cela, ouvi dizer que � muito deprimente.

Posso falar com o director para lhe facultar mais exposi��o solar.

N�o estou interessada.

Uma ou duas horas di�rias extras no p�tio?

Sabe que s� quero uma coisa.

O que ser� que voc� quer?

Quero saber o sinal que usa quando entra em contacto com um cliente pela primeira vez.

Para saciar a sua curiosidade? Algo para colocar no livro de recorda��es?

Ou... tenho um trabalho?

� bom sentirmo-nos desejados.

O seu sinal. Qual �?

N�o lho direi.

Mas direi ao Neal...

depois de ter a oportunidade de lhe dizer algumas coisas.

N�o o posso fazer.

Ainda bem que n�o perdi tempo a ir ter consigo.

Aprecie a vis�o da civiliza��o enquanto pode.

Est� bem.

Est� bem, eu digo-lhe.

Mas depois...

quero v�-lo.

Essa � a minha condi��o.

O que te parece, Neal?

Parece que temos acordo.

O sinal � um rel�gio...

colocado no pulso esquerdo ao contr�rio.

E as horas?

Deve marcar as 10:20.

Satisfeito?

Que em breve vai cumprir duas penas de pris�o perp�tua?

Sim... estou extasiado.

Dei-lhe o que queria.

Agora � a minha vez.

N�o vais entrar at� sabermos se o sinal funciona. E se funcionar...

Na eventualidade de ter de te contactar.

Tens a certeza que est�s apto para isto?

Quem me dera poder dizer que a aus�ncia criou saudade.

Jones, como estamos?

Temos som e imagem na Diana.

Diana, est�s a ouvir-nos?

Em alto e bom som.

Parece que algu�m se aproxima. Aqui vamos.

Belo dia.

Gosto do seu rel�gio.

Tem um problema a ser resolvido.

Diz-me o que quer que eu fa�a.

Eu fa�o, voc� paga.

O acordo � esse.

N�o discuto o trabalho at� estarmos atr�s de portas.

Com o trabalho que fa�o, ser cuidadoso nunca � demais.

Peter, temos um problema. A Diana est� a seguir o suspeito.

- N�o sei para onde se dirigem. - J� o identificaste?

Sim, Conrad Worth.

Foi suspeito numa investiga��o da Comiss�o de Valores Mobili�rios.

N�o o acusaram de nada, mas parece bastante sombrio.

Peter,

n�o gosto disto. - Est� algu�m a dar-lhe apoio?

Sim, eu.

A Diana enviou um sinal. Est� a seguir o suspeito.

S� breve ali dentro.

Neal...

Detesto que me vejas assim.

Lembras-te das �ltimas palavras que te disse?

"Vemo-nos em breve".

Aqui est�s.

� como uma cena de um romance.

Sim, daqueles que compras no aeroporto e depois deixas no bolso do assento.

V�...

continuo a ser eu.

Ainda sou a Rebecca.

N�o v�s isso?

Quando te conheci, o que vi

foi a inoc�ncia da Kate,

a perspic�cia da Sarah, o charme da Alex.

Exactamente.

- Sou a mulher perfeita para ti. - N�o.

Transformaste-te nisso, em algo que n�o �s,

pois esse era o trabalho para o qual foste contratada.

O que �s,

� uma assassina.

N�o podes separar a mulher por quem te apaixonaste das minhas outras identidades.

Tornou-se

real.

Viste o meu verdadeiro eu.

E eu conhe�o-te.

Consigo perceber que ainda tens sentimentos por mim.

Rebecca,

Rachel

e qualquer outro nome que decidas usar na fila do refeit�rio...

Acabou.

Sei o que est�s a fazer.

Essa cara de fachada,

significa que te sentes amea�ado.

Neal,

vejo a verdade atr�s de todas as tuas mentiras.

Gosto do toque minimalista.

Acab�mos de nos mudar.

Eu e os meus s�cios, entramos e sa�mos quando queremos.

E al�m disso,

nos dias de hoje,

de que mais precisamos?

� agrad�vel.

Agora, podemos ir directo ao assunto?

Tem piada. Com tudo o que ouvi sobre si, esperava algu�m...

diferente.

Por favor, sente-se.

Conta-me tudo, Jones.

Estou a ver a Diana.

Est�o no terra�o dele.

Ao primeiro sinal de problemas, entro em ac��o.

O seu n�o � o �nico trabalho que tenho em vista.

Por favor, diga-me que n�o estou a perder tempo.

A primeira vez que ouvi falar de si, foram apenas sussurros.

As suas fa�anhas s�o lend�rias.

Houve uma hist�ria.

Ouvindo-a, � imposs�vel esquec�-la. Uns amigos viram com os pr�prios olhos.

Caracas,

Maio de 2009.

Refresque a minha mem�ria,

como aconteceu?

Chega de sentimentos, Neal.

Preciso que lhe perguntes sobre...

Caracas,

Maio de 2009.

- Quero saber o que aconteceu. - Neal, est�s a ajudar o Agente Burke

a certificar-se de que alguma agente desajeitada passa um teste?

Isso n�o parece teu. V� l�.

- Ent�o, n�o temos de que conversar. - Est� bem.

Queres saber algumas coisas? Eu tamb�m tenho perguntas.

Uma pela outra.

- Respondemos honestamente. - Est� bem.

Mas se me mentires,

tamb�m te minto.

E al�m do mais,

Os amantes s�o especialistas em encontrar a decep��o m�tua.

Sabe, o que quer que eu admita pode atirar-me para a cadeia.

Tem alguma escuta?

Por favor.

Ent�o, deixe-me ser franca.

N�o discuto trabalhos anteriores.

Bem, deixe-me ser franco. N�o estou certo de que seja quem diz ser,

por isso, diga-me o que quero saber.

A hist�ria, Neal.

- Estamos a ficar sem tempo. - Que tal come�ar eu?

Algo leve para aquecer.

Achas que �s mais esperto

que o teu velho amigo Peter Burke? - Sim.

E o Peter pensa que � mais esperto do que eu.

- N�o podem estar ambos certos. - H� anos que � motivo de discuss�o.

Agora, uma pela outra, a verdade pela verdade. Fala-me sobre Caracas.

21 de maio de 2009.

Uma �pera

no Teatro Teresa Carreno.

Seguran�a apertada.

Entrei secretamente, retirei uma corda do piano e fi-la deslizar...

pelo pesco�o do protagonista no final do primeiro acto.

Ele tinha uma grande d�vida com o presidente e tinha recusado pag�-la.

Deixei o corpo no palco e a cabe�a � porta do presidente da c�mara.

Essa � a vers�o curta.

Deixei de parte o Gullwing de 1954 e salto da ponte sobre o Guaire.

�...

bom ouvir finalmente a hist�ria contada pela protagonista.

Este � a morada de um edif�cio de pesquisa e desenvolvimento em Midtown.

Preciso do conte�do do cofre 23, compartimento 3.

O roubo � pequeno, mas a sua import�ncia para mim n�o �.

- E o que �? - Um dispositivo USB.

Preciso dele na sexta-feira, �s nove da manh�, ponto.

Aguardo o meu pagamento na entrega.

Entenda que este edif�cio n�o ser� como esgueirar-se para um teatro.

� extremamente protegido.

Talvez dev�ssemos ter algum... sei l�,

m�sculo, para o caso de estar em apuros.

Esqueci-me de lhe dizer uma coisa sobre Caracas.

Algu�m se intrometeu enquanto eu sa�a do teatro.

Por isso, rasguei-lhe o tend�o do dedo m�dio.

Os tend�es s�o el�sticos, como as bandas de borracha.

Vim a saber que o m�dico teve de ir pescar o coto ao cotovelo.

� m�sculo suficiente para si?

Ter� o dispositivo na sexta de manh�.

N�o � uma m� hist�ria, certo?

Qual � a tua opini�o profissional, de um ladr�o para outro?

N�o �s uma ladra.

Admite que ainda me amas.

N�o chamaria amor ao que houve entre n�s.

Discordo.

Neal,

tu e eu

pertencemos um ao outro.

E como funcionaria isso, exactamente? Visitas maritais � quinta-feira?

As circunst�ncias mudam.

V� l�, h� quatro anos imaginavas que trabalharias como bufo

para as pessoas que te ca�avam?

Chega, Neal. Termin�mos.

Ent�o,

vais procurar o diamante?

- Quem disse que j� n�o o tenho? - Eu.

Esse tique que fizeste com a sobrancelha, denunciou-te.

Talvez esteja a trabalhar nisso.

Ou talvez o diamante nem sequer exista.

Existe, sim.

E est�s a chegar perto.

O que vais fazer quando o encontrares com essa coisa no tornozelo?

O que fazes depois?

N�o sei.

Mas sei que, aconte�a o que acontecer, n�o te inclui.

Adeus, Rebecca.

Acho que inventaste um novo desporto ali dentro.

Judo psicol�gico.

Bem, dizem que a forma mais r�pida de curar um ferida � atirar-lhe com sal.

- Acho que ningu�m diz isso. - Tens a certeza?

Sim, dizem algo sobre o tempo.

Bem, � tempo de virar a p�gina.

� o que planeio fazer...

enquanto ela passar� o resto da sua vida numa cela.

Sobre eu dizer que sou mais esperto do que tu...

Eu sei que pensas que �s.

� por isso que te apanho sempre.

Bom trabalho.

A hist�ria de Caracas funcionou.

- A Diana conseguiu o trabalho? - E mais do que isso.

Caffrey.

Parece que o Worth tem como alvo os escrit�rios da DCFI.

� um fundo de investimento especulativo cujo dono se chama Ian Dybek.

Do Ivy League, mora no Upper West Side, joga golfe em clubes interditos a mulheres.

O Dybek e o Worth geriam o fundo juntos.

At� terem sido investigados por suspeitas manipula��o de mercados.

Sim, informa��o estranha proveniente do servidor da empresa

chamou � aten��o da CMVM.

Ao que parece o Worth geria a divis�o de transac��es de alta frequ�ncia.

A CMVM pressionou-o mas n�o conseguiu provas suficientes para o acusar.

Mas o Dybek despediu-o na mesma.

Pelos visto precisava de sacrificar um cordeiro.

Avisei o Ian Dybek que existe uma amea�a de seguran�a no seu edif�cio.

- Ele quer protec��o? - N�o, agradeceu-me

e depois saiu � pressa do edif�cio.

Parece que colocou algo pequeno ao bolso.

Parece uma pen. Para onde se dirige?

Para casa. E tinha uma raz�o.

Como esconder aquela pen do FBI.

Ao que parece a DCFI pagou uma fortuna pelo algoritmo.

Um milissegundo � a diferen�a entre perder ou ganhar milh�es.

Se aquela pen cont�m um algoritmo faz sentido o Worth querer roub�-la.

Mas n�o porque a escondeu. N�o � ilegal usar um algoritmo.

A menos que seja.

O cen�rio de hoje, quando os mercados ca�ram mil pontos...

� uma queda de mil pontos,

tudo devido a uma enorme transfer�ncia de ac��es enquanto o mercado estava vulner�vel.

De facto, o mercado...

Foi provocado por uma reac��o em cadeia dos servidores de transac��es de alta frequ�ncia,

que fez com que os mercados ca�ssem a pique em segundos.

Como um jogo de jenga de alto risco.

Sim, mas � mais do tipo... lan�ar uma casca de banana.

Est�s a dizer que o que alertou a CMVM

pode ter sido o Worth e o Dybek a testar o algoritmo

para ver quantos uns e zeros conseguem fazer cair.

H� milh�es a ganhar. Vender barato antes da queda de mercado.

Para ser o primeiro da fila quando voltar a subir.

O crime perfeito...

executado por computadores.

E o Worth sabe que se roubar o algoritmo

o Dybek n�o pode denunciar o roubo sem se implicar.

Se estivermos certos, a �nica forma de impedir isto � obtermos aquela pen.

- Precisamos de um mandado. - Isso demora tempo.

O Worth quer a pen at� sexta-feira.

O que vai acontecer na sexta-feira?

Estreia o novo filme do Woody Allen.

Assim como o relat�rio sobre o desemprego. Significa que o mercado vai ficar inst�vel.

- Jones, contacta ju�zes pelo mandado. - Est� bem.

Tenho reuni�o com a Divis�o de Inform�tica h� primeira hora, por isso...

Diana, prepara-te para atacar o Dybek.

Leva o Neal.

Tenho um filho, outro n�o ser� problema.

Ao primeiro dia de regresso parece como nos velhos tempos.

D�em-se bem, voc�s, d�em-se bem.

Lembras-te quando nos mud�mos?

Comemos em cima de uma caixa durante tr�s meses.

N�o compremos uma mesa para a casa de Georgetown.

Poupamos algum dinheiro.

Est�s bem?

Sim.

Sim, temos muitas recorda��es aqui.

Faremos novas.

Eu sei.

Isso serve para abrir latas?

N�o, acho que serve para tirar a casca da manga.

Nunca usei.

Achas que o Neal est� interessado?

N�o sei, mas sei que n�o quer mais nenhum encarregado.

O Neal pediu-me que recomendasse que a sua senten�a seja terminada.

- A s�rio? O Neal? - Sim.

- Sem pulseira? - Livre para percorrer o mundo.

Imagina os sarilhos que ia causar.

Ou n�o.

N�o sei.

Talvez o Neal tenha mudado.

Somos conhecidos por sermos uma boa influ�ncia.

Sim...

mas Rebecca n�o s� o enganou, como tamb�m partiu-lhe cora��o.

O que o Neal precisa neste momento s�o regras, de planifica��o.

Ou o que precisa � descobrir o que quer para a vida dele.

N�o sei. Talvez isto tenha sido uma chamada de aten��o para o Neal.

O Peter nunca me faz trabalhar t�o cedo.

Estou acordada desde as 5 da manh�. O sono nada significa para um beb� com fome.

- Bebe o teu caf�. - Onde vamos?

Estou infiltrada como Rebecca Lowe e o meu trabalho � roubar aquela pen.

Vais ajudar-me.

Diana.

Caffrey.

Cheg�mos.

Parab�ns em teres sobrevivido � mais �pica separa��o de sempre.

Obrigado por n�o me teres perguntado como estou.

Duas coisas que temos em comum. Odiar essa pergunta...

E n�o nos importarmos de estarmos sozinhos.

Escuta, como teu informador...

- N�o �s meu informador. - Est�s respons�vel por mim.

- Soa muito mal. - Bem, assim como este plano.

O Peter quer utilizar um mandado.

No melhor das hip�teses, consegue. No pior, n�o.

Em qualquer dos casos, obtemos a pen.

A maternidade fez-te dura.

Sempre fui durona.

Eis o Dybek.

Deve ser a mulher dele, Iris.

S�o praticamente insepar�veis.

Karen?

Tenha calma.

O Theo est� bem?

- O qu�? - O que se passa?

Est� bem, est� bem.

Mantenha-se calma.

Vai para casa.

Eu assumo isto.

Vai, eu trato disto.

F�-lo.

Karen, cheguei.

Tu!

- Ele disse que havia uma fuga de g�s. - Uma manha em que a Karen caiu,

sem colocar em causa.

Est�s a usar uma farda da companhia de g�s!

- Ele mostrou-me a identifica��o. - � mais do que posso dizer por si, Karen...

Isto se Karen for o seu verdadeiro nome.

Ouviu isto?

Est� sempre a dizer o meu nome, vezes sem conta.

Karen, Karen, Karen.

Recusa-se a sair.

E insultou a minha comida de beb�.

As ervilhas s�o banais.

Est�s ciente que utiliza m�todo de Ferber para adormecer a crian�a?

- O m�todo Ferber? - Chega. Demito-me.

N�o aturo isto.

N�o, Karen. N�o, n�o. Por favor, imploro-te.

Lamento, Diana.

Fazes ideia do tempo que levou a encontrar aquela ama?

V� l�. Ela estava prestes a tornar-se Louis Wain e come�ar a desenhar gatos.

Mozzie, como podes fazer-me isto?

A verdadeira quest�o �, como podes

deixar o teu filho num quarto com pain�is de madeira?

Um padr�o preto e branco �s riscas

seria muito mais estimulante ao desenvolvimento dos seus neur�nios.

� nesta altura que te prendo por invas�o.

Isso d�i.

Sabes, n�o � demasiado tarde

para construir uma pequena c�pula geod�sica aqui.

Facilitaria muito a percep��o do espa�o.

Como construiria eu uma c�pula?

Sou uma m�e trabalhadora sem uma ama gra�as a ti.

Ele gosta de ti.

Claro que gosta. Com estas m�os, tirei-o literalmente...

N�o precisamos de reviver isso.

Certo, ele � teu... por hoje.

Se ele fizer birra, o carrossel que a minha m�e comprou acalma-o.

- Hora da sesta? - A cada tr�s horas.

- Pronto, Teddy. - � Theo.

DESBLOQUEADO

Ian!

Coelho fofinho?

Coelhinho,

onde est�s?

Vesti a tua roupa favorita.

Ian,

meu coelho fofinho!

Estou a caminho.

Coelhinho?

Meu Deus!

- Calma! - N�o tenho medo de usar isto!

N�o a queria assustar.

Acho que sei o que aconteceu. Penso que � uma marca��o sobreposta.

- O qu�? - Estou aqui para a Iris.

Passamos algum tempo juntos quando o marido est� no trabalho.

- Quer dizer que a Iris tem um... - Amante.

Embora seja uma palavra vulgar para descrever o que existe entre n�s.

Eu sei, � verdade.

Pois.

Fofinha maluca?

Certo, tente distra�-lo at� eu ir embora daqui.

Vou ligar � Iris a sugerir um hotel.

O seu segredo est� a salvo comigo.

Temos tanto em comum, al�m de ficarmos lindos de seda.

Obrigado.

Fofinha maluca?

Ian? Coelhinho?

- Ian, ol�. - Tenho uma reuni�o em dez minutos.

Mas eu quero algo diferente.

Quero uma mudan�a de cen�rio. No sof�, por favor?

Por favor?

Quero-te. Quero-te tanto. Agora mesmo!

Olhos em mim. N�o desvies o olhar.

O Neal invadiu a casa do Dybek, abriu o cofre e roubou isto,

sem provas de que o homem seja algo mais do que a v�tima de um golpe.

- E tu autorizaste. - Correcto.

- Disse-te para esperares pelo mandado. - Conseguiste-o?

- Ainda n�o, mas isso n�o significa... - At� amanh� de manh�?

Se o algoritmo est� no dispositivo, n�o podia arriscar que o Dybek o usasse.

Deste-me o comando e eu fiz uma escolha. H� anos que deixas o Neal pisar a linha.

Diana, confia em mim.

Faz o que te digo.

As ac��es definem quem somos. Eu assumo o que fiz.

Pessoal,

confirmei o conte�do do dispositivo.

Agora sabemos como � um algoritmo.

Pois. � apenas uma complicada s�rie de comandos para comprar e vender, mas

se aplicado a uma simula��o dos principais �ndices de ac��es,

a bolsa entra em queda livre.

Irrevers�vel, com consequ�ncias catastr�ficas.

Em oito horas a nossa economia estaria um caos.

E o Worth estaria mais rico que o Tio Patinhas.

Wall Street � um jogo.

Ele tem todas as pe�as no lugar.

O algoritmo, o capital e os relat�rios de emprego.

- N�o parar� at� o conseguir. - Ent�o, digo para deix�-lo ganhar.

Se � um jogo, todos podemos jogar.

Ele apenas n�o o saber�.

Certo. Jones, contacta a inform�tica. Temos at� � abertura da bolsa.

- Teste. - Sim, est�s ligada.

Est�s a ouvir-me?

Sim. Essa � id�ntica � do cofre do Dybek?

S� no exterior. No interior, � um receptor de banda larga sem fios.

Quando o Worth a inserir, controlamos o seu computador.

Ele aplica o algoritmo e, se resultar...

- Pensar� que a bolsa entrou em colapso. - Bingo.

E quando usar o dinheiro dos clientes da empresa para fazer as transac��es,

acusamo-lo por fraude electr�nica, conspira��o, lavagem de dinheiro...

Tentativa de destrui��o da economia norte-americana.

E por contratar uma assassina e ladra internacional para o trabalho.

D�-mo c�.

Recebe o dispositivo quando eu receber o dinheiro.

Ser� paga quando eu souber que isso n�o s�o fotos da viagem do Ian.

Entr�mos?

Entr�mos.

Aqui est�.

E...

Aqui vai.

Isso � o que deve acontecer?

� um pouco dif�cil explic�-lo a algu�m como voc�.

Mas poderia explic�-lo.

Use palavras simples para eu entender.

Tive um ganho enorme.

� a sua vez.

Explique isto.

AN�NIMO: REBECCA NA PRIS�O. FBI NO ENCAL�O

Ou podia dizer-lhe o que aconteceu ao �ltimo homem que me apontou uma arma.

- O disfarce foi ao ar. - Vamos.

Quem raios � voc�?

Sou a Rebecca Lowe.

Quem lhe deu o meu nome?

Um parceiro...

- De Zurique. - N�o sou agente federal.

N�o � um risco que eu queira correr.

Acha que o governo deixaria milh�es de pessoas perder bili�es para o apanhar?

N�o � assim t�o especial.

E agora, d�-me o meu dinheiro.

Estamos terminados.

J� alguma vez tinha segurado uma arma?

FBI.

Est� preso.

M�os atr�s das costas.

Imediatamente!

Est�s bem?

Claro que est�s.

Vamos.

Quem raios enviou a mensagem?

O que temos?

Estamos a localizar o cart�o SIM do telem�vel do Worth.

Peter, n�o vais acreditar de onde veio a mensagem.

De onde?

Da Pris�o Metropolitana.

A Rebecca.

Director Maxwell, como raios acedeu ela a um telem�vel?

Um dos meus melhores agentes foi posto em perigo.

Voc� e eu... vamos deslindar isto.

Peter, os telem�veis s�o moeda de troca na pris�o. Acontece.

N�o, n�o com assassinos de policias.

- Se algo tivesse... - N�o aconteceu.

N�o vamos falar nisso.

Que achas de ambos irmos para casa?

Sabes, eles querem que penses

que a Apollo aterrou na lua.

O que n�o querem que saibas,

� que a "nave espacial" aterrou no nosso quintal,

seis vezes.

V� l�...

o que pode ser mais interessante que uma vigarice lunar?

Mi�do...

est�s a brincar comigo?

Claro!

Cada s�mbolo pode representar...

um n�mero!

Os s�mbolos do Mosconi n�o s�o uma mensagem.

S�o n�meros!

E de n�meros percebemos n�s...

e podemos trabalhar com eles!

N�o permitas que te digam que nunca usar�s a matem�tica!

Tens mesmo jeito para beb�s.

� da careca.

E o teu sentido de oportunidade � impec�vel.

Temos o Dybek sob cust�dia.

E, tal como qualquer outro criminoso, requisitou um advogado.

N�o esperava outra coisa.

Todo este tempo, n�o apenas te autorizei, como te encorajei...

a quebrar as regras. Porra...

a lei.

Nunca perdi a no��o de que algumas coisas que aqui fiz eram...

conden�veis pelo FBI.

Estava concentrado em resolver casos.

- E permiti que co�asses a ferida. - Felizmente...

tenho um grande dermatologista.

S�o as ac��es que nos definem.

Certifiquei-me que as tuas assim o fizessem.

Tenho uma pergunta para ti, s� uma.

Pergunta.

Pensas que consegues ser honesto?

Sim.

Peter, nunca te menti.

Neal, fizeste jogo duplo, omitiste e distorceste a verdade.

Uma palavra.

Sem omiss�es.

Sim.

Quero acreditar nisso.

Mas depois de tudo o que fizeste, n�o tenho a certeza que consigo.

Se n�o conseguires...

terei de o fazer por minha conta.

Eu atendo.

FBI.

Fala o agente Burke.

Como?

O que foi?

Peter, o que se passa?

A Rebecca evadiu-se.

Neal?

Neal?

A s�rio?

Fala o Neal. Deixe mensagem.

Neal, onde est�s? S�o 4 da manh�! Tenho tentado ligar-te a noite toda.

Tenho not�cias gloriosas.

Gra�as ao beb� Teddy, explico mais tarde...

sabemos que as �ltimas pistas do Mosconi...

s�o n�meros.

N�meros que, quando chegares a casa, v�o indicar-nos a localiza��o do diamante.

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