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Anteriormente em White Collar...
David Siegel.
A causa de morte � uma ferida de arma no esterno
- O que queres? - Vais ajudar a libertar-me.
O "C�dex Mosconi".
Queres arriscar ir para a pris�o por causa de uma leitura ligeira?
Se este livro � um puzzle, talvez estas sejam as suas pe�as.
Sei que o C�dex conduz ao vitral...
N�o � uma sorte que j� o tenhas planeado roubar para mim?
Uma lente descodificadora. N�o funciona na nossa.
Porque � uma c�pia. Qual � o plano?
Trocar o descodificador pelo v�deo incriminador.
- E a� ficar�s livre. - Depende do Peter.
Roubaste um cofre sob a minha supervis�o!
- Eu posso explicar, est� bem? - N�o te atrevas a justificar o que fizeste!
Fi-lo por ti!
Porque temos de perder tudo?
Que pessoa serei se esquecer isto?
Roubaste um cofre sob a minha supervis�o!
- Eu posso explicar, est� bem? - N�o! N�o te atrevas a justificar...
o que fizeste!
Corro riscos por ti, a toda a hora!
- Quase perdi tudo... - Fi-lo por ti!
Para ter a certeza que o Dawson autenticasse a confiss�o.
Aceitou um suborno.
- Fiz o correcto. - Nada disto � correcto.
Que pessoa serei se esquecer isto?
- Isso n�o � justi�a. Est�s inocente. - Fiz o correcto.
- Porque temos de perder tudo? - Nada disto � correcto.
- As coisas v�o mudar. - Para ambos.
N�o te atrevas a justificar!
Tu est�s inocente.
- Porque temos de perder tudo? - Fiz o correcto.
- Que pessoa serei se esquecer isto? - Fi-lo por ti!
Fala o Burke.
� um mau momento?
Bruce, ol�. Desculpe.
- Estava a correr. - Tenha calma.
Os chefes de sec��o
n�o devem submeter-se a testes de avalia��o f�sica.
Chefe de sec��o?
- Querem-me em Washington? - Houve uma vaga no quartel-general.
Foi preciso um pouco para convencer nos pontos altos, mas consegui faz�-lo.
O lugar � seu.
Precisa de apanhar ar?
N�o, eu...
N�o, tenho... de ser sincero, n�o � o melhor momento, eu...
tenho casos ainda em aberto... E casos pendentes.
Haver�o sempre casos pendentes.
Confio que treinou os seus suficientemente bem para tratar deles.
Quando tenho de estar em Washington?
Daqui a duas semanas.
� terrivelmente cedo.
Peter, est� pronto para deixar os Crimes Financeiros, ou n�o?
- Um novo caso? - Sim, uma potencial falsifica��o de arte
na leiloeira de Sullivan.
Achei que seria o caso perfeito para ti e para o Caffrey.
Eu e tu podemos tratar disso.
Podemos falar?
- O que te vai na cabe�a? - Ia perguntar-te o mesmo.
- Estou bem. - Claro, at� referir o nome do Caffrey.
Parece que queres dar um murro na parede.
N�o � assim t�o evidente, pois n�o?
N�o para todos os outros...
Mas j� vos conhe�o h� bastante tempo para perceber quando algo n�o est� bem.
Olha, n�o sei o que aconteceu e n�o vou perguntar.
Mas...
acho que est� na hora de terminar com o ciclo vicioso.
Ciclo vicioso?
Aquele em que o Neal faz algo errado, encontra uma forma de o justificar
e, como resultado, coloca-te numa posi��o dif�cil.
Ent�o, � assim t�o �bvio.
Peter, tens uma oportunidade que poucos agentes neste escrit�rio t�m
e j� a devias ter aproveitado.
Quero dizer, j� deixaste que um informante te retivesse o suficiente.
Tenho algumas pontas soltas que precisam de ser resolvidas.
Sou a favor de resolv�-las, desde que n�o sejam o Caffrey.
Peter, tu...
Sempre te responsabilizaste por ele.
Talvez seja altura de ele come�ar a responsabilizar-se por si pr�prio.
Era s� o que eu queria dizer.
Ent�o, durante quanto tempo o Engravatado vai excluir-te?
Ele chama-me quando precisar.
- Palavras dele? - Mais ou menos.
Imagino que seja mais.
Mas n�o est�s de algemas e roupa laranja. Significa qualquer coisa.
Significa que ele n�o quer voltar para a pris�o.
No entanto, culpa-te pela sua liberdade.
Ele n�o consegue superar o facto de a lei ter sido infringida.
A ironia raramente foi t�o perversa.
Tudo isto come�ou com o Hagen. Hoje, termina com ele.
Ele quer o vitral, eu quero a prova da chantagem contra mim
e n�o me vou embora de m�os vazias.
Pois, nem ele.
Est�s na altura de fazer uma troca.
Onde est�?
Num local seguro.
Mas n�o vais receber o vitral, n�o hoje.
- N�o foi o que combin�mos. - Estou a renegociar.
H� um novo acordo.
Recebes o vitral e eu recebo o v�deo de mim a roubar as moedas de ouro.
Pensei que estivesses disposto a tentar uma coisa do g�nero,
ent�o trouxe comigo
um pequeno incentivo para teres em considera��o.
Est� a considerar, Neal?
Onde est� ela?
Se queres voltar a v�-la,
vais largar-me.
- Se a magoares, juro... - O qu�?
Ela � inocente nisto.
Discordo. Faz parte da tua vida, por isso, faz parte do jogo.
N�o, isto � entre n�s. A Rebecca n�o fazia parte do acordo.
Bem, agora faz e eu tenho-a.
N�o presumas saber do que eu sou capaz.
Nesta morada.
Tens 30 minutos para entregar o vitral. Se contactares o FBI, ela morre.
Se tentares alguma esperteza, ela morre.
E se te esqueceres de trazer o teu amiguinho careca contigo,
bem...
consegues imaginar.
Preciso de mais que 30 minutos.
� o que tens.
Talvez tamb�m seja o que ela tem.
White Collar S05E10 "Live Feed"
Traduzido por: * Maston * nunotr * * PaulaCoelho *
Revisto por: * Maston * Sincronia por: * ItalianSubs *
* Team LegendasProject * Vem saborear as nossas pipocas
Alguma coisa?
Continua sem �udio.
E nenhuma pista de onde ela est�.
- A imagem � muito estreita. - Conseguimos localiz�-la?
Segundo o meu programa, a imagem � transmitida de uma torre
do outro lado do mundo.
- O Hagen cobriu os rastros. - Sim, fez o sinal saltar como uma bola.
- Quanto tempo temos? - 11 minutos.
E a morada que ele nos deu?
� uma esta��o de comboio vazia. Est� fechada h� anos.
- Pode ser uma armadilha. - N�o faz mal, vou salv�-la a todo o custo.
Imaginei que dirias isso. Felizmente, estou sempre pronto.
Um microfone.
Um transmissor com localizador GPS.
Este auricular actua como receptor.
Se o colocar no Hagen, ele pode levar-nos � Rebecca.
� um grande "se", mas � uma op��o.
Talvez a �nica que temos.
Neal, n�o � a �nica.
N�o.
- N�o, � muito arriscado, certo? - Ele poderia ajudar-nos.
Depois de tudo o que eu e o Peter pass�mos, n�o se sabe o que ele far�.
Estou por conta pr�pria.
N�o.
Estamos por conta pr�pria.
Faltam 10 minutos. Vamos.
- Ol�. - Ol�, querida.
- Est�s bem? - Agora estou melhor.
Eu podia ter passado pelo escrit�rio.
N�o, aqui � mais agrad�vel.
Sim.
O Bruce ligou.
Come�o o trabalho de chefe de sec��o em Washington daqui a duas semanas.
- Duas semanas? - Isso mesmo.
Est� bem.
Duas semanas.
Est� bem, eu...
J� planeei festas com menos tempo. Consigo fazer isto, temos de
colocar a casa � venda, fazer as malas. E ainda n�o decidimos onde vamos viver.
N�o me parece correcto.
Querido, j� discutimos isto.
Eu sei, mas �s a �nica pessoa com quem posso falar sobre isto.
E vou ouvir-te sempre, mas estavas inocente.
Mereces estar livre.
Fiz as pazes
com o que o Neal fez, mas n�o estou certo se fiz as pazes comigo mesmo.
Pelo qu�?
Por ter aceite.
- A altura disto... - � um sinal.
Para virares a p�gina.
Querida, h� algo mais.
Ent�o, � disso que se trata.
N�o posso ir embora at� saber toda a verdade,
at� saber o que realmente aconteceu ao David Siegel naquele dia.
- Trabalho? - Sim.
Poss�vel falsifica��o numa leiloeira. Vou interrogar o gerente em 15 minutos.
- Atrevo-me a perguntar? - N�o.
O Neal n�o est� a trabalhar comigo neste caso.
O que foi?
Disseste que fizeste as pazes com o que ele fez.
Correcto.
E fizeste as pazes com ele?
Quando se trata de trabalho,
n�o posso deixar as emo��es ofuscarem o meu julgamento.
Acho que j� o fizeste.
Estamos aqui.
Trouxe o vitral, � teu.
Agora, diz-me onde est� a Rebecca.
� um vitral muito pequeno.
O vidro actua como um filtro.
Palpita-me que ao coloc�-lo em cima do c�dex original, ver�s a mensagem
que o Mosconi l� escondeu. Agora liberta-a.
�s um pouco mais alto do que eu imaginava.
�s um pouco mais mercen�rio do que eu imaginava.
Vamos ent�o ver a Mna. Lowe, sim?
N�o.
- Cumpri a minha parte. - Sim, cumpriste.
Mas agora estou a renegociar o nosso acordo.
O Cap�tulo 13...
original.
H� uma mensagem aqui.
E tu queres que fiquemos aqui a resolv�-lo.
Ele � esperto,
tu �s evasivo, portanto � melhor manter-vos debaixo de olho.
- Como sei que n�o lhe far�s mal? - Engra�ado, n�o �?
N�o preciso de uma arma.
J� nem preciso de fazer chantagem.
S� preciso de uma imagem forte.
Ouve...
se queres que resolvamos este puzzle, tens de contar-nos tudo.
O Cap�tulo 13, o vitral, os ma�ons.
Primeiro, onde come�ou isto tudo?
Come�ou... com uma outra imagem forte.
Esta.
Este � um Mosconi.
Estava a restaurar o mural h� v�rios anos,
quando reparei em algo.
Cada sombra da luz � diferente.
Azul-claro, cobalto, �ndigo, verde-azulado.
13 cores diferentes de azul.
A lenda diz que...
os ma�ons confiaram ao Mosconi algo de grande valor.
Ele assegurou que ficasse seguro escondendo-o pouco antes de sair do Pa�s,
mas n�o sem deixar rasto.
As cores que identificaste s�o o in�cio desse rasto.
O 13 � um n�mero sagrado para os ma�ons.
Nunca mencionou nenhum trabalho...
a n�o ser um.
O c�dex.
O Cap�tulo 13.
Ent�o, qual � o pote de ouro?
Se te contasse, n�o te acreditavas.
� o Peter. Temos um caso.
- O agente Burke pode esperar. - Acho que n�o percebes.
Se eu n�o aparecer, o Peter vai ficar com suspeitas.
Se ficar com suspeitas, controla a minha pulseira, que o traz aqui.
Est� bem.
Mas o teu amigo fica qui.
- Algo... - Quero falar com ela antes de ir embora.
N�o vou sair daqui at� me dares o telem�vel.
Rebecca, sou eu. � o Neal.
N�o consigo ouvi-la.
Ela consegue ouvir-te.
E � suficiente.
Ouve-me.
Vou buscar-te, vai correr tudo bem. Vou tirar-te da�.
� m� educa��o fazer esperar uma senhora.
Corre at� o agente Burke.
Vou resolver tudo antes de voltares.
Vai.
Se acontecer algo...
a ela ou a ele...
ver�s do que sou capaz.
Diz-me o que v�s.
Muitas pessoas,
mas tenho a certeza que encontraremos o Wally algures por ali.
N�o estou com paci�ncia para uma leveza.
Bem, n�o vamos perder mais tempo, ent�o.
Tens de estar em algum lugar?
Chamaste-me, eu vim, h� algum problema?
- O teu tom, para come�ar. - Insubordinado?
Irritado. Que se passa?
Claro que estou irritado.
Est�s irritado comigo e n�o sei o que possa fazer ou dizer para reparar as coisas.
Faz o teu trabalho.
- Sr. Rawling, � o gerente? - Deve ser o agente Burke.
- Este � o meu colega, Neal Caffrey. - Prazer.
� esta a obra em quest�o?
"O Ju�zo Universal" do William Blake,
pensado estar perdido h� mais de 200 anos.
Como chegou a esta leiloeira?
Um vendedor an�nimo.
Tamb�m eu teria ligado a n�s.
Obviamente, senhores, tenho as informa��es do vendedor, mas...
n�o a posso fornecer at� que seja provado que o quadro seja falso.
N�o queres aborrecer o vendedor e arriscar a tua comiss�o. � compreens�vel.
Neal?
Est� bem.
Vamos l� ver...
Os len��is n�o ajudam.
Algo colocado entre a p�gina e o vidro distorce a imagem escondida.
Diz-me algo de �til.
Est� bem.
H� um certo peixe tigre que come crocodilos.
�s uma criatura pequena e estranha.
Sim, e tu �s um criminoso comum. N�o sabes sequer fazer o trabalho sujo sozinho.
A tua evidente fraqueza � a tua arrog�ncia.
- Falas com conhecimento de causa. - J� lidei com gajos como tu.
Ent�o sabes que temos dentes grandes e muita pouca paci�ncia.
Fica concentrado.
H� uma imagem escondida em cada p�gina.
Parece ser de uma l�ngua antiga.
Localiza as imagens.
Pintar directamente nas p�ginas do Mosconi?
Temos de as alinhar para vermos o que resulta da imagem.
Vais destruir o Cap�tulo 13 original.
� t�o dif�cil para ti fazeres um salto de f�?
Reservo os meus saltos de f� para a explora��o espacial e o Chupacabra.
Pensava que tu eras o artista.
Mostra-me o que sabes fazer.
Quadros de �leo e t�mpera envelhecidos perfeitamente,
misturados com a quantidade exacta de gesso.
Se � falso, � bom.
T�cnica mon�tipa.
Ligado inicialmente numa superf�cie n�o absorbente...
O que �?
As iniciais C. H.
Curtis Hagen.
Vamos de novo atr�s do Holand�s.
Quero tudo o que encontres acerca do Hagen desde a sua liberta��o.
Onde vive, com quem anda, o que come ao jantar.
Mesmo tudo.
Sim, estou a chegar.
Achava que o Hagen n�o ia cometer um erro t�o cedo, mas acho que o fez.
Sim, mas porqu� usar o mesmo modus operandi que fez com que fosse preso?
Pode ser algo que tirou do armaz�m para um r�pido pagamento.
- As informa��es do vendedor. - Obrigado.
Douglas Nemon.
Obviamente � um pseud�nimo que o Hagen est� a usar.
Resid�ncia desconhecida, mas temos uma caixa postal e um n�mero de telefone.
- Tem algum comprador em espera? - V�rios.
Ainda bem. O FBI est� prestes a tornar-se um deles.
Tens um plano?
Autenticamos a obra de arte, avan�amos com a venda...
e localizamos o dinheiro de volta ao Hagen.
Pode funcionar.
Sr. Rawling, pegue no que precisar. Vai voltar comigo ao FBI
para podermos avan�ar com a transac��o.
Termin�mos aqui?
- Quando eu disser. - Ouve, fiz a minha parte.
- Porque n�o queres ver isto at� ao fim? - Francamente?
N�o gosto que me consideres um estorvo, s� te ajudei.
Por um pre�o pelo qual n�o estou confort�vel.
Bem, mais confort�vel que numa cela.
- Aten��o. - Fiz o que n�o conseguiste.
- O qu�? - Ouviste-me bem.
Pegaste num sistema no qual acredito e corrompeste-o.
Porque esse sistema n�o acredita em ti.
N�o digas mais nenhuma palavra. Acab�mos aqui.
Vai para casa.
Sr. Rawling, est� pronto?
Pode crer que sim.
Vamos.
Belos cigarros.
Sabes, d� azar celebrar antes do fim de um trabalho.
Gostas? Nicar�gua imperiais.
�ptimo com u�sque.
Quando tudo isto terminar, acendes um cigarro e libertas a Rebecca?
Assim do nada?
- J� disse que sim. - E o Neal?
Serviu o seu prop�sito.
"Um homem s�bio n�o desperdi�a um ganho com o mentir sem motivo".
Fico lisonjeado por me considerares s�bio.
Estava a referir-me ao Neal.
Quando isto terminar, vai fazer-te pagar,
sem que te apercebas.
N�o me engano assim t�o facilmente.
Sei mais de ti do que pensas.
Bem, tamb�m sei um pouco de ti.
De mim? Claro, boa sorte.
Acho que a sorte dava jeito ao Theodore Winters. N�o?
Sei o teu nome. Sabes o meu?
Moz, est� tudo bem?
Sim, estou bem...
por agora.
E a Rebecca tamb�m.
O que havia assim t�o urgente?
Vais obter o que queres, quanto mais tempo precisas para a manter prisioneira?
N�o respondeste � minha pergunta.
� uma investiga��o para falsifica��o.
Um amador quer tentar vender um Vermeer falso
ao Metropolitan, hora dos principiantes.
Deixa-me falar com a Rebecca.
Juro, n�o disse nada ao Peter, deixa-me falar com ela.
Com licen�a.
Por favor, continua.
Estou?
Sim.
- Claro. - Continua a trabalhar nas p�ginas.
Finge que me est�s a explicar o procedimento.
- Era mesmo um caso de falsifica��o? - Sim...
mas o artista era o Hagen.
- O qu�? - Ele colocou uma pe�a no mercado,
encontraram a sua assinatura escondida.
- Porqu� arriscar agora vender um falso? - N�o sei, talvez para aumentar os fundos.
Ele n�o pode financiar uma ca�a ao tesouro no desemprego.
- Algo n�o bate certo. - Sim, a come�ar pelo tempo.
E a assinatura? � mais inteligente que isso.
Talvez fa�a tudo parte do seu plano.
N�o fa�o ideia.
Mas n�o pode saber que o FBI est� atr�s dele.
- Pois, vai pensar que � obra tua. - Vai ser mau para a Rebecca.
Bem, vais precisar de olhos e ouvidos na investiga��o do Engravatado.
Est� tudo tratado.
Ainda tens o auricular?
Uma reviravolta r�pida.
Tivemos alguns compradores entusiastas.
Qual � a oferta actual?
950 mil.
Isso � bom.
Suponho que ainda tem o n�mero da minha conta.
Assim que elaborarmos os documentos o dinheiro ser� transferido para si.
Muito obrigado.
- N�o localiz�mos a chamada. - Temos o n�mero da conta.
Pedimos a algu�m da inform�tica que prepare uma transac��o falsa.
Sr. Rawling, precisamos que fa�a um depoimento a um dos nossos agentes.
Pode demorar algum tempo. Se n�o se importa.
Quantas p�ginas faltam?
Duas.
Agora, uma.
Neal,
fazes o favor de dar o toque final?
- Por qu�? - Por cerim�nia.
E porque eu disse.
O Hagen pode ter coberto o seu rasto telef�nico,
mas daqui a um minuto j� veremos qu�o bom ele �.
- E se isto n�o resultar? - Vai resultar.
Afinal podemos precisar do Caffrey.
Temos os meios t�cnicos, mas ele sabe como pensa algu�m como o Hagen,
- Qual ser� a pr�xima jogada? - N�o vou deixar o Hagen faz�-lo.
Jones, pensei no que disseste,
sobre o Neal precisar de assumir as suas responsabilidades.
Sim?
Tens raz�o.
Tenho de manter alguma dist�ncia.
Ent�o, para come�ar, por que levaste o Neal � leiloeira?
Isso foi um erro.
Queria ter-te perguntado algo.
O que vai acontecer ao Neal quando te fores embora?
Ser� um problema do pr�ximo Agente Especial Chefe.
- Sabes, eu poderia... - Jones,
n�o te ofere�as para o aceitar.
Acredita em mim. Vais arrepender-te.
Anda.
Vamos ver se a nossa emboscada est� pronta.
Algo errado?
Estou quase a terminar.
Est� feito.
N�o se assemelha aos outros.
Ent�o suponho que seja o pote de ouro?
Vamos descobrir como chegar l�.
Nunca vi esta linguagem antes.
Nem eu.
Por isso � que a tua pr�xima tarefa ser� traduzir isto para mim.
Pode demorar dias.
Talvez semanas. A Rebecca n�o tem esse tempo.
Ent�o, � melhor come�ares.
N�o vamos fazer isto.
Tens alguma ideia?
Conseguimos.
Espera.
� uma liga��o em tempo real � actividade da conta do Hagen,
cortesia dos nossos amigos do andar de baixo.
O dinheiro da falsifica��o foi transferido h� dois minutos.
Desta vez o sinal � forte. N�o parece ser redireccionado.
Eu sabia que ele n�o iria esperar.
Tinha de verificar o dinheiro.
Est� apenas um computador ligado � conta neste momento
e � aqui em Nova Iorque.
Apanh�mo-lo, na baixa de Brooklyn.
Junta uma equipa e v�o l�.
O FBI est� a caminho.
Nunca s�o as minhas palavras preferidas.
Se apanham o Hagen, posso n�o voltar a v�-la, Moz.
Tem de haver uma solu��o.
Acho que acabei de a encontrar.
D� uma olhada nas p�ginas.
Observa-as bem, est� bem?
D� uma de "Rain Man".
- Feito. - Feito?
- Sim. - �ptimo.
- O que est�s a fazer? - Mais um passo e largo-o.
Est�s a fingir.
Largas esse isqueiro e � como se ela estivesse morta.
Pois, tamb�m o C�dex.
A escolha � tua: libertas a Rebecca ou v�s tudo a desaparecer no fogo.
Como vai ser?
Temos de conversar sobre isto.
Tens cinco segundos para decidir a import�ncia desta mensagem.
Talvez nos tenhamos esquecido de mencionar que o FBI est� a caminho.
- Tu �s... - Um sacana especial?
Pois, j� ouvi isso antes.
Tr�s segundos.
- Dois segundos. Um! - P�ra!
Liga a quem precisares e depressa, quero-a fora dali.
Liberta-a.
P�e-na em linha.
D�-lhe o telem�vel.
- Rebecca? - Estou aqui, Neal.
Ouve-me, onde quer que estejas, foge.
Procura uma �rea cheia de pessoas. Compreendes?
Estou... estou a ir.
N�o pares e continua em linha, sim?
- Est� bem. - Muito bem.
Satisfeito?
Nem por isso.
Aqui tens uma imagem impressionante.
Sa�da das traseiras.
Podemos reduzir para seis, ir pela ponte.
A esta hora do dia, chegamos l� em 10, 15 minutos, no m�ximo.
A pol�cia consegue chegar l� primeiro.
J� combin�mos. V�o ajudar-nos, mas a deten��o � nossa.
N�o vou deixar o Hagen escapar devido a outra tecnicalidade.
Assumo que n�o queres contar ao Caffrey.
Ele saber� quando precisar de saber.
Entretanto, pede a algu�m do FBI para verificar os dados da pulseira.
Achas que ele est� a tramar alguma?
Eu disse-lhe para ir para casa, quero ter a certeza de que o fez.
Rebecca, onde est�s?
Algures em Brooklyn, acho eu.
Neal, temos de ir, agora.
Espera a�.
- Sabes tudo, certo? - Cada s�mbolo
seguramente armazenado aqui. Agora eu sou o C�dex!
Prepara um abrigo. Precisamos de um local seguro, caso o Hagen venha atr�s de n�s.
- E tu? - Liga-me quando estiveres pronto.
Continuo aqui. Ainda estou contigo.
Algu�m est� a seguir-te?
N�o sei, talvez...
- N�o sei. - N�o desligo at� estares segura.
S� me sentirei segura quando estiver contigo.
Em que cruzamento est�s? O que v�s?
A Kent e a Flushing?
Neal, estou assustada.
Estou na Taylor, perto do parque.
Vou ter contigo.
Estou a passar a Hall Street.
V�s algu�m atr�s de ti?
Muitas pessoas.
- N�o sei. - Estou quase na Flushing.
Estou a virar a esquina.
Continuo aqui.
Tamb�m continuo aqui.
- Gra�as a Deus! - Est� tudo bem.
Est� tudo bem, continuo aqui.
Est�s bem?
- Sim. Sim. - Tens a certeza?
- Agente Burke. A equipa est� pronta? - Sim, senhor.
Eu assumo o comando. Vamos entrar.
Vamos entrar!
FBI.
M�os onde as veja.
Agente Burke.
Temos tanto para falar.
Tens a certeza de que � seguro estar aqui?
� apenas tempor�rio.
O Moz vai encontrar um lugar seguro para ficares at� tudo isto acabar.
Rebecca, � hora de terminar isto.
- O qu�? Contar ao FBI? - Sim.
N�o. Nem pensar.
Vais meter-te em apuros.
Ouve, come��mos isto juntos.
E agora, queres termin�-lo?
Diz-me o que descobriste.
Todas as p�ginas continham s�mbolos escondidos.
S�mbolos que formavam uma esp�cie de mensagem.
- Formando o desenho de uma divindade. - Descreve o �dolo.
Era hindu, feminino.
Tinha uma coroa?
Sim.
O que est�s a pensar?
- Foi isto que viste? - Sim.
� o �dolo de Sita, a deusa da riqueza. Foi criada h� s�culos.
Ouvi falar dela. O �dolo tinha olhos feitos de diamantes raros.
- Mas ao longo dos anos desapareceu. - E s� um diamante foi recuperado.
Uma pedra que est� agora em exposi��o no Smithsonian.
O diamante Hope.
Estamos � procura do g�meo.
O outro olho, o outro diamante, pode estar aqui em Nova Iorque.
O Hagen disse que os ma�ons confiaram ao Mosconi algo de grande valor.
Existem muitas lacunas na hist�ria do �dolo.
Ent�o, � poss�vel ter estado na posse dos ma�ons.
Esse diamante � uma boa raz�o para o Hagen ter este trabalh�o.
� uma boa raz�o para decodificares os s�mbolos que encontraste.
Onde est�o as p�ginas?
O C�dex j� n�o existe.
Para te salvar, tive de o destruir.
Ainda h� uma maneira de...
J� encontraste um abrigo?
O que tenho s�o m�s not�cias. O FBI tem o Curtis Hagen sob cust�dia.
- Como sabes? - Ouvi pelo auricular.
Se ele conta ao Peter sobre o v�deo de mim a roubar as moedas,
vai iniciar uma reac��o em cadeia que nos coloca atr�s das grades.
O que vais fazer?
Todo o que puder para que isso n�o aconte�a.
O que foi?
Tenho de ir.
Rebecca, eu volto.
Prometo.
Tem cuidado.
Reconheces isto?
William Blake, se n�o me engano.
"Dia do Julgamento". Bastante adequado.
Parece-me mais "Dia do Julgamento Precipitado".
O quadro � falso.
N�o tem provas de que � minha.
N�o teria tanta certeza.
Porque faria algo t�o ousado?
Bem, acho que sa�ste da cadeia
tinhas a pe�a pronta, e decidiste fazer dinheiro r�pido.
- E viveram felizes para sempre, � isso? - Diz-me tu.
� demasiado rudimentar.
Os criminosos n�o s�o assim t�o complicados, e se bem me lembro...
apanhei-te da primeira vez por causa do teu ego.
Talvez a pris�o me tenha dado mod�stia.
Duvido.
Pessoas como tu n�o mudam.
Ouvi dizer que apanh�mos o Hagen.
Mant�m-te na tua secret�ria.
Eu n�o assinei este quadro.
Est�s a dizer que foste tramado?
Digamos que seja o caso.
Agora temos de pensar...
quem o fez?
Tinha de ser algu�m que me conhecia, que sabia que costumava assinar o meu trabalho.
Podia ser qualquer um desta divis�o.
Algu�m...
desta divis�o...
que tem afinidade pela falsifica��o de arte.
O Neal?
Est�s a mentir.
E se lhe fizesse uma oferta?
Aceito uma confiss�o.
Tenho algo para lhe mostrar.
Apenas para si, na minha casa.
Esta conversa terminou.
Pode levar as pessoas que quiser, os refor�os que precisar,
mas vai querer manter isto estritamente entre n�s.
Peter. D�s-me um momento?
Verifiquei os dados da pulseira do Caffrey.
N�o vais gostar, especialmente quando olhares para o espa�o temporal.
Qual �?
Esteve com o Hagen a tarde toda.
- Peter... - Poupa-me.
Vamos todos dar uma volta.
Eles n�o passam daqui.
N�o faz mal. Eu trato disto a partir daqui.
- Espero que valha o meu tempo. - Vale mais do que isso.
- A s�rio? Vale o qu�? - Liberdade, agente Burke.
P�ra.
Escuta, isto pode ser uma armadilha. N�o sabemos o que vamos encontrar.
Eu sei, provas.
Como podes ter a certeza?
Adoro ver-vos bailar.
- Um pouco cat�rtico, na verdade. - Cala-te.
A prop�sito, vais ser preso. Novamente.
- Duvido. - Continua a sonhar.
Tenho sonhando... por vingan�a,
por me terem tirado anos de vida.
Provocaste isso a ti pr�prio.
E agora fa�o-o a ti.
- Implora. - O qu�?
Implora-me pela tua liberdade.
- Tiros! - Todos no ch�o! No ch�o!
A todos os agentes, o suspeito foi abatido!
Chamem a assist�ncia m�dica e a SWAT!
Fechem a �rea circundante, j�!
Hagen.
Hagen.
Estiveste naquele edif�cio com ele. Pensavas que n�o ia verificar a tua pulseira?
O que fazias, Neal?
Estava a trabalhar com o Hagen.
Peter, escuta. Ele estava a amea�ar a Rebecca, n�o tive alternativa.
- Ent�o devias ter-me dito. - N�o podia arriscar.
- Que tipo de trabalho era? - Um enigma que queria que eu solucionasse.
Depois explico-te tudo. O importante � que a Rebecca est� a salvo.
Por que raz�o o Hagen me trouxe aqui?
Como disse, podia ser uma armadilha.
"Implora-me pela tua liberdade". O que quis ele dizer?
Isso podia querer dizer qualquer coisa. Podia estar a querer incriminar-me.
Ouviste-o, queria vingan�a.
Quem fez isto? E juro se me esconderes alguma coisa...
N�o fa�o ideia de quem o queria matar.
A casa do Hagen foi revirada.
Algu�m fez uma revista minuciosa � casa dele, e foi recente.
Pede � equipa para analisar bem o local.
Est� bem.
Posso ver isso?
N�o, s�o os pertences que estavam com a v�tima na altura do disparo.
O meu encarregado est� ali, n�o vou tentar nada. Por favor.
Obrigado.
Venho j�.
Liga ao administrador do edif�cio, verifica o correio do Hagen. Quero algo.
Compreendido.
- N�o penses que acabei contigo. - Encontrei isto na carteira do Hagen.
"Blue Ground Cafe". � um caf�.
"8154 Linden Avenue".
� no mesmo quarteir�o em que encontr�mos o corpo do Siegel.
V� o verso.
9:12 ENTRA, 11:39 SAI, 13:18 ENTRA, 15:20 SAI, 18:12 ENTRA
O Hagen observava algu�m o dia todo e tirava notas.
- Pode ser qualquer um. - Pode ser quem disparou sobre ele.
- O empregado lembra-se do Hagen. - E pouco mais.
o Hagen esteve sentado aqui o dia todo.
Observava alguma coisa.
Aquele edif�cio do outro lado da estrada?
Pessoas a entrar e a sair. � um bom local se observas algu�m.
A anotar quando entram...
E quando saem.
Preciso de contactar o senhorio para obter
uma lista de todos os residentes nos �ltimos seis meses.
Ou podemos verificar as campainhas.
EDIF�CO COOPER Desde 1904
Neal, quem mora no apartamento 3?
Ningu�m.
Est� em branco.
Isso pode explicar o ponto de interroga��o.
Tanto o Siegel como o Hagen estiveram aqui.
Procuravam a mesma pessoa.
Vejamos quem mora no n�mero tr�s.
N�o parece estar ningu�m em casa.
Espera.
Sensor laser.
Cuidado.
O que vem a ser tudo isto?
Neal, isto � trabalho de reconhecimento de profissional.
Aqui est�o todos os meus movimentos do �ltimo ano.
Catalogados na perfei��o.
Um mapa do teu raio de limita��o.
Algu�m...
tem andado a estudar-te.
N�o apenas a mim.
S�o todos da minha divis�o.
A equipa completa.
Neal.
Quem matou o Siegel, tamb�m tramou o Hagen.
Provavelmente tamb�m o matou.
Isto � treino.
Este � o apartamento da Rebecca.
Quem � ela, Neal?
Neal?
Neal?
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