All language subtitles for White Collar - 5x09 - No Good Deed.720p.WEB-DL.NTb.pt

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Original subtitles

Anteriormente em White Collar...

Peter, tem o direito de ficar em sil�ncio.

Curtis Hagen. Qual � a tua oferta?

Sei como fazer do Peter Burke um homem livre.

Cunhadas em ouro gal�s.

Posso fazer uma grava��o cred�vel da voz do James...

Matei o Senador Terrence Pratt...

usando a arma do Peter Burke.

Com esta prova, n�o vejo outra op��o

sen�o retirar todas as acusa��es.

Sr. Burke, � um homem livre.

Acho que o ouro foi usado para subornar o procurador federal no caso do Peter.

- J� descobriste o que eu quero? - O C�dex Mosconi.

Vais roub�-lo para mim.

Se este livro � um puzzle, talvez estas sejam as suas pe�as.

sei que o C�dex conduz ao vitral...

N�o � uma sorte que j� o tenhas planeado roubar para mim?

Mas h� algo sobre mim que devias saber.

N�o sou agente do FBI.

Sou um informador criminal.

Bom dia.

Bom dia.

De novo.

A� est�s.

N�o te preocupes, eliminam o �udio a cada 24 horas.

O �udio? Pensei que tinhas dito que era s� um dispositivo...

Vais pagar por isso.

Ai sim? Aprendeste algum movimento naquela pris�o marroquina?

Talvez.

Adoraria voltar,

mas o mundo � demasiado grande para voltar duas vezes ao mesmo lugar, n�o achas?

O mundo costumava ser a minha ostra.

Agora...

os meus p�s s� conhecem os 3 quil�metros � volta do meu raio.

Tr�s quil�metros.

Significa que nunca poder�s vir a minha casa.

Ouve...

a minha vida � complicada.

� demasiado para ti?

N�o.

N�o gostava de ti por seres um agente do FBI.

- N�o? - N�o.

Gostava...

porque �s inteligente...

e esteticamente pass�vel.

E depois havia o C�dex.

A prop�sito, posso perguntar-te uma coisa?

Queres saber porque estou a investigar o cap�tulo 13.

Bem, se n�o � para o FBI...

Quando �s um criminoso... conheces outros criminosos.

O meu amigo estava em muitos sarilhos...

e a �nica pessoa capaz de ajud�-lo era um homem muito mau,

e o pre�o era o cap�tulo 13.

Portanto...

roubei-o.

- E fizeste uma c�pia. - Para descobrir porque o queria.

Era a resposta certa.

Porque significa...

que ainda pode ser remediado.

Quer dizer, achas que as p�ginas originais est�o inteiras?

- Sim, tenho a certeza. - Portanto � poss�vel que...

possam ser devolvidas?

Quer dizer, depois de descobrirmos

o porqu� do Mosconi ter escrito o cap�tulo 13,

e o que o vitral tem a ver com tudo isso...

Rebecca...

Eu... acho que � melhor mantermos-te distanciada...

de tudo isto.

Porqu�?

O homem a quem dei o cap�tulo...

n�o � algu�m que queiras conhecer.

- Confia em mim. - Certo.

Claro, claro.

Confio em ti.

O meu trabalho tempor�rio chama-me.

Agora bates � porta.

Bem, j� tive ind�cios suficientes sobre o que poderia ter acontecido a noite passada

e que poderia requerer um tabuleiro.

Mostraste-lhe a tua pulseira.

E depois...

mostraste-lhe a pulseira novamente.

N�o � um eufemismo. Est�s a usar roup�o.

Contei tudo � Rebecca.

A vers�o reduzida. Nada de ti e muito pouco do Hagen.

E o roubo... Caf� macchiato?

Obrigada...

agente Gruetzner.

N�o cheguei a saber o teu primeiro nome.

Mozzie, abrevia��o de "Mozart".

Mais nenhuma pergunta. � tudo o que saber�s.

N�o acredito que achei que trabalhavas para o FBI.

Desculpas aceites.

J� agora, est�s bonito.

Merci. Tenho um almo�o marcado.

� melhor ir.

- Est� tudo bem? - Sim.

Voc�s dois divirtam-se a fazer...

Coisas.

- Bom dia. - Bom dia, Jones.

Acabei de voltar de uma loja de penhores.

Finalmente decidiste livrar-te da colec��o das figuras de ac��o?

Nunca. Recebemos uma chamada do propriet�rio.

A lista de objectos vigiados?

Sabia que este dia ia chegar.

N�o pensava que este dia em especial iria chegar.

Que estar�amos � entrada de uma igreja de ma�ons a planear o golpe

de um vitral muito velho de 100 quilos e extremamente fr�gil?

Bem, mais ou menos, dependendo da quantidade.

Feito pelo Mosconi em 1887.

- Sim, mesmo antes de morrer. - Ou foi morto.

� um trabalho grande para duas pessoas.

Est�s a insinuar que podemos precisar de ajuda?

N�o, apenas que temos refor�os, se precisarmos dela.

A "Becca livros raros" pode ser devota � nossa causa,

mas n�o h� tempo para inc�modos, ou... - Para termos novatos, eu sei.

Quando percebermos o que o Hagen quer, podemos inclu�-la de novo.

� poss�vel estar a fazer-nos dan�ar s� para se divertir?

N�o se diverte facilmente.

Concentremo-nos mais no "como" antes de insistirmos no "porqu�".

Fase um.

Um sexto dedo modificado.

Muito meticuloso.

Sim, o cartucho do CO2 que te d� energia.

N�o podes substituir uma vidra�a numa janela assim t�o velha sem a remover completamente.

A igreja liga a algu�m para a reparar.

Vou manter o lugar debaixo de olho. Quando instalarem o andaime para chegar � janela...

- Entramos em ac��o. - �ptimo.

Olha o que chegou hoje.

Peter...

- � uma moeda de ouro gal�s - Sim.

Acho que � uma daquelas roubadas da ag�ncia de viagens.

Arriscaria o meu dinheiro.

- De onde veio? - De uma loja de penhores.

Algu�m queria vend�-la.

- O dono deu-te um nome? - Paci�ncia.

- Algo me diz que n�o � um nome. - Compensa sempre.

Porque o criminoso faz sempre asneira.

E mais cedo ou mais tarde paga as consequ�ncias.

- Deve ser o nosso dia de sorte. - A sorte n�o teve nada a ver.

Inseri essas moedas numa lista de objectos vigiados pelo FBI.

Foi o meu primeiro caso depois da pris�o.

- O meu �ltimo caso como agente no campo. - Eu lembro-me.

E agora temos uma pista.

N�o vou parar at� apanhar o ladr�o que roubou aquele ouro.

White Collar S05E09 "No Good Deed"

Traduzido por: * Maston * nunotr * * PaulaCoelho *

Revisto por: * Maston * Sincronia por: * ItalianSubs *

* Team LegendasProject * Vem saborear as nossas pipocas

O suspeito vestiu-se de bombeiro de Nova Iorque,

partiu a parede para aceder ao cofre e roubar as moedas.

Esta � a nossa oportunidade para recuperar 1,8 milh�es em ouro.

Estamos a supor que isto fa�a parte de um lote maior que desapareceu.

Acho que o nosso ladr�o estava a testar as �guas.

O que achas, Neal?

Faria uma moeda flutuar, para ver o que acontece. Pode ser.

- A loja de penhores deu um nome? - Sim.

Irm� Minnie O'Malley.

Ela roubou-a do cesto de ofertas.

Pareces surpreso.

Ela tamb�m. Quantas "Av� Maria" ter� de rezar?

A freira n�o � a �nica a ter as m�os sujas.

Esta moeda sofreu mais roubos que o jogo dos Cubs.

Seguimos a localiza��o da moeda. Interrog�mos todos os

que estavam em St. Magnus no domingo. A doa��o foi feita pela Susan Barrett,

depois de a encontrar na gaveta das meias do filho.

Parece que o filho, Abe, roubou-a numa loja de ouro.

Accionou o alarme, mas o dono da loja

n�o quis apresentar queixa quando a pol�cia chegou.

Provavelmente, a mercadoria dele � maioritariamente roubada.

Exactamente. Estes tr�s

s�o conhecidos por traficar metais preciosos.

Encontra-se o receptador, faz-se com que revele quem trouxe a moeda.

Embora todos aparentem ter neg�cios com o propriet�rio,

talvez dev�ssemos procurar algu�m fora do nosso radar.

Queres adicionar algu�m � lista, Caffrey?

Vou procurar nas ruas, ver o que descubro.

�ptimo. � tudo.

Neal, espera a�.

Quero ir contigo.

Se for algu�m novo, � porque s�o bons.

Se sabem que o FBI anda a bisbilhotar, desaparecem.

Bem visto.

- Apressa-te. - Est� bem.

Neal.

Enquanto procuras, suponho que o Mozzie conhece este tipo de receptadores.

Posso falar com ele, mas ele tem um almo�o.

- Um almo�o? - Se o interromper por causa do FBI,

denunciar um receptador ser� o mesmo que aderir ao Facebook na lista dele.

At� logo.

Ol�, querida.

Sei que tens compromissos para o almo�o.

Pois.

Mas preciso de passar pelo teu escrit�rio.

Tem troco de cem d�lares?

Lamento, amigo.

Em notas de cinco, dez... o que tiver.

Tamb�m aceito ouro gal�s.

- Esperam-me no tribunal... - 1.8 milh�es de d�lares,

menos uma moeda, ainda � muito dinheiro.

O FBI est� a pesquisar aquela moeda.

Quando encontrarem o receptador e encontrar�o, ele vai denunci�-lo.

Sei que aceitou um suborno para retirar as acusa��es contra o Peter Burke.

Est� a assediar um procurador. D�-me o seu nome para process�-lo por cal�nia.

Claro. � Neal Caffrey. Sou o informante do agente Burke.

Tamb�m estou associado ao Curtis Hagen e roubei as moedas com que foi pago.

Diga-me a quem levou a moeda. Posso interferir nisso.

- Para qu� implicar-se? - A destrui��o m�tua � um motivador.

- Preciso de um nome. - Eu...

V� l�, trabalhou no Tesouro. N�o pensou que seria dif�cil livrar-se do ouro?

Foi-me oferecido uma quantia em dinheiro.

Ent�o, pagar-lhe em moedas foi ideia do Hagen.

E a quem me dirigir tamb�m. Ele disse que seria seguro.

Se n�o me der um nome, ningu�m est� seguro.

ELIZABETH: "Onde est�s?"

PARA ELIZABETH: "Na nossa mesa. Onde est�s?"

ELIZABETH: "Bonitos sapatos. Vira-te".

A El contou-me do teu telefone particular no primeiro dia.

Devia ter adivinhado que te escolheria.

Tenho algumas perguntas.

Ol�, � o Neal. Ouve, preciso da Estelle.

N�o, agora.

N�o tenho nenhuma obriga��o de fornecer respostas.

De facto, como cidad�o deste grande pa�s,

trabalhas para mim.

Vamos telefonar ao IRS para saber o que contribu�ste para o meu sal�rio.

Talvez tenha tempo para responder a uma ou duas perguntas.

O que sabes sobre receptadores de metais preciosos?

Platina, ouro, cobre?

N�o sou nem um informante nem um bufo.

A Diana est� bem.

O pequeno Theo tamb�m.

Odiaria interromper as alegrias da maternidade

para lhe fazer perguntas sobre o caso do Teddy Winters.

Seria lament�vel.

Tens um nome?

Dekker, no distrito de flores.

- Ele trafica metais? - Certo, digamos que sim.

A loja dele tem a ins�gnia de uma tulipa.

� fresco.

Karl Dekker.

Tem uma tenda no mercado de flores.

Flores importadas de todo o mundo. Cami�es a entrar e sair.

Se comercializas produtos ilegais, � uma fachada inteligente.

Ajustar as taxas de c�mbio significa livros imprecisos.

Boa maneira de esconder dinheiro.

Nunca foi apanhado por tr�fico ilegal,

mas foi preso por tr�fico de armas h� alguns anos.

Sim, teve a pena m�nima depois de denunciar o comprador e o vendedor.

Significa que com a press�o certa, vai-nos dizer quem lhe deu o dinheiro.

- Parece que o Caffrey acertou. - N�o, isto foi informa��o minha.

Bem, talvez ele tenha a mesma pista.

Ou talvez n�o.

Imagina a minha surpresa quando a bela Estelle trouxe a tua mensagem.

N�o atendes o telefone.

O p�nico na tua voz est� a irritar as suas penas.

O c�rebro dela tem o tamanho de uma passa.

Au revoir, ma belle!

O Dawson moveu uma das moedas que roub�mos para o Hagen

e foi acabar na mesa do Peter.

Conheces um receptador chamado Karl Dekker?

- Moz, temos o Peter � perna. - N�o, n�s � que o temos.

Ele apareceu no meu almo�o. Falei-lhe no Dekker.

temos de ir ter com ele. Se o Peter chegar

primeiro ao Dekker e ele falar no Dawson...

O Dawson poder� confessar o suborno, mas n�o podem ligar isso a ti.

Podem sim. Foi assim que obtive o nome do Dekker.

E se ele ceder � tortura verbal do Engravatado...

O Peter � acusado e eu acabo na cadeia.

Tive uma briga com o Dekker. Ele ficou com o distrito das flores.

Se ele me v�, vai perseguir-me com as tesouras da poda.

Ent�o, eu vou sozinho. Qual � a loja?

O "New Center Amsterdam Garden", aquele com as tulipas.

Foi o que disseste ao Peter?

Mesmo sob coer��o, n�o lhe disse tudo.

� a vermelha.

O que est�s a fazer aqui?

O que te disse?

A procurar um receptador.

Karl Dekker.

� o nosso tipo.

Este � o local.

- New Amsterdam Garden Center. - A ins�gnia da tulipa.

- Vamos. - Peter...

Acredito realmente que � melhor eu falar com o Dekker a s�s.

N�o.

Se houver uma pista sobre a moeda, quero saber em primeira m�o.

Est� bem.

- Vou mat�-lo. - O que foi?

Existem tr�s lojas com uma tulipa.

Amarelo.

Vermelho.

Rosa.

A tua fonte disse-te a cor?

Claro que n�o. E a tua?

Digo para come�armos pela vermelha.

Que seja a vermelha.

Espera.

- Est�s na d�vida quanto � vermelha? - E se estiver?

- Vamos verificar a amarela. - N�o.

Certo, resta a rosa.

Sei o que nos resta.

Uma d�zia de hastes longas, sem espinhos.

Em inv�lucro herm�tico.

Vou assegurar-me disso.

- Ol�? - Que raios?

- Quem raios... - Desapare�am daqui, agora.

O FBI est� � porta.

O FBI. � uma emboscada?

N�o sei. �?

Olha, por que n�o nos separamos?

Eu fico com a amarela e tu podes ficar com a rosa.

Eu fico com a rosa, tu ficas com a amarela.

- Vermelha. - Volt�mos � vermelha.

- Sim. - Est� bem.

Cavalheiros, temos de fugir.

O tempo normalmente marcha. Mas neste caso, sprinta.

Vou esmagar-te a laringe com uma 12mm.

Vou fingir que n�o ouvi isso, e tu n�o vais sair daqui com uma d�zia de canos compridos.

Dou dar-te uma escolha: lixivia e um saco para o corpo ou a porta das traseiras.

Olha, t�lipas vice-rei.

Devias comprar algumas para a Elizabeth.

Talvez � sa�da.

Sempre que apareces, d�s-me preju�zo.

Dekker, baixa isso.

Segue-me.

Interrompemos um neg�cio.

S�o AK-47 com n�meros de s�rie apagados.

As muni��es est�o disfar�adas nas sementes.

Espera um pouco, eu conhe�o aqueles sapatos.

Estes sapatos s�o do Mozzie.

Quanto te custou mudar de sapatos com aquele tipo?

Uma Benjamin Franklin e a exposi��o ao p� de atleta.

- Ao menos s�o confort�veis. - Pois, mas o Peter n�o ficou satisfeito.

E agora tenho carta branca no neg�cio das flores.

O universo readquiriu o equil�brio.

Os andaimes est�o fora de quest�o?

Sim, a Sanderson Glass apresenta-se na igreja �s sete da manh�.

O meu reconhecimento diz-me que fazem uma pausa para o caf� �s nove.

Bem, assim que estivermos nos andaimes ficaremos expostos.

A entrada da frente e a lateral s�o pontos fracos. N�o teremos muito tempo.

Havemos de arranjar uma forma.

- Ol�. - Ol�.

Desde que sa� daqui esta manh� tenho andado a pensar no vitral, no C�dex e em n�s...

Entra.

- Ol�, Mozzie. - Boa noite.

Aquele...

esbo�o. N�o estava aqui de manh�.

- Acabaste de o desenhar? - Claro que estava.

Voc�s t�m um plano para a janela.

Estamos a trabalhar nisso.

Vou amolecer os meus p�s em �leo de �rvore do ch�.

Faz isso.

- Estavas a pensar? - Eu...

Estava.

Ainda estou.

Disse que compreendia porque me querias proteger

no que diz respeito ao C�dex, mas na verdade n�o compreendo.

Acredita quando digo que � para o teu bem.

Aquele livro juntou-nos.

As coisas est�o a ficar...

excitantes.

Quero fazer parte disso. Quero fazer parte desse lado da tua vida.

O Mozzie e eu vamos roubar um vitral. � um crime.

Tu n�o �s uma criminosa.

E n�o quero tornar-te numa.

S� o sei porque encontrei o esquema.

Ia partilhar a janela contigo assim que a tivesse.

Neal, para que serviu aquela honestidade toda ontem � noite se vais continuar a...

ter segredos comigo?

Queria que soubesses quem sou. E agora...

quero proteger-te de quem sou.

N�o preciso que me protejam.

Mas quero saber uma coisa.

O qu�?

Agora que tens o que queres,

o cap�tulo 13, umas luzes sobre o Mosconi...

a mim...

Esquece.

J� sei a resposta.

- Obtiveste tudo o que querias. - V�, n�o � nada disso.

Parece ser.

Escuta...

vai ser perigoso no escuro para ti e para a janela, por isso...

tem cuidado. - N�o ser� escuro.

Vamos roub�-la amanh� de manh�.

- A s�rio? - Durante a pausa para caf� dos reparadores.

- Mas... - "O Grito" foi roubado duas vezes, de dia.

- A Mona Lisa, tamb�m. - Quanto tempo vai demorar?

Ainda n�o cronometr�mos.

Mas como sabem se v�o conseguir?

Porque tenho a sensa��o que isto � um interrogat�rio?

E se...

me deixares ajudar?

- J� te disse, n�o te quero... - Nada de ilegal.

Posso ficar de vigia ou causar uma distrac��o, s� para...

que tu e o Mozzie tenha a janela que precisam.

Para roubar uma janela.

Admite.

Ia ajudar.

Na verdade, ia.

Ent�o?

- Est�s dentro. - Pois.

Estive t�o perto de apanhar o Dekker ontem.

Apanh�mos a loja cheia da armas...

mas n�o o homem por detr�s de tudo.

Lamento, querido. � provavelmente vingan�a por...

usares o telem�vel n�o t�o secreto da tua esposa para chegares ao Mozzie.

O Mozzie, eu compreendo. � o Neal...

e aquelas moedas de ouro gal�s.

Achas mesmo que ele as roubou?

Explicaria porque n�o queria que apanhasse o Dekker.

N�o sei, roubar o dinheiro por roubar e depois...

vend�-las a um receptor de um traficante de armas, n�o me parece do Neal.

Bem, h� muita coisa que n�o encaixa neste caso.

Os dois milh�es que desapareceram do caso Summers,

e depois a caneta do FBI que encontrei naquele consult�rio de quiropr�tica,

aquele onde esteve o Neal.

� o Dekker.

� o elo que faltava.

Agente especial chefe Burke.

Sabes, a �ltima vez que ficaste desconfiado, acabou por ser por causa de uma mulher.

- Nunca � apenas s� por uma mulher. - Uma mulher muito simp�tica.

A primeira em imenso tempo que o Neal mostrou interesse.

Voltou.

- Onde? - � esquina da 16� com a Ruterford.

- Agora sabes onde ele est�. - Sim.

Muito bem. J� tiraram a janela.

S� temos de l� ir, traz�-la para baixo...

Sair com ela.

Evitando as c�maras naquele sem�foro,

daquela igreja e daquela garagem.

A cidade est� a tornar-se numa moderna pris�o projectada em forma circular.

Tem calma, Bentham. Isso � ret�rica para outro dia.

Eis os trabalhadores a sair para a pausa.

Rebecca...

tens a certeza que queres fazer isto?

Sim.

Estes s�o os meus favoritos. Tenho de ser convincente, certo?

- Vemo-nos do outro lado. - At� j�.

- For�a, mi�da! - O qu�?

Sempre quis dizer isso.

N�o. N�o, n�o, n�o.

Desculpem.

Podem ajudar-me?

O meu brinco caiu na sarjeta.

S�o da minha av�. �...

� o que me sobra dela. Pois, mas...

esque�am. N�o faz mal. V�o. Tenho a certeza que consigo levantar isto.

- V�. - Oi�a, afaste-se, minha linda.

- Eu trato disto. - A s�rio?

- Na caixa. - Selamo-la.

- Corda. - E baixamo-la devagar.

Voc�s a�, j� acabaram?

Vem algu�m na nossa direc��o.

Trajes correctos, com rostos errados.

- Vou mant�-lo ocupado. - Como?

Farei-lhe uma pergunta que se sentir� na obriga��o de responder.

Preciso de um santu�rio.

Tente o Hare Krishna na Boerum Hill, v�o dar-lhe almo�o. Agora se me d� licen�a,

tenho de verificar uma repara��o. - Que indelicado da minha parte.

Chamo-me Blaine Rockford.

Ao n�vel.

� esquadria.

Esse aperto de m�o.

Pertence � 33� Ordem.

Que ajudar� o filho da vi�va?

Vem comigo, irm�o.

Est� a salvo.

Portanto, Sr. Rockford, � bem-vindo a esperar aqui o tempo que desejar.

N�o, obrigado. J� recuperei.

A desidrata��o origina um ataque agudo de paran�ia.

� poss�vel obter um pouco mais deste l�quido sagrado?

Bem, n�o �...

O filho da vi�va est� desidratado.

Apanhei!

- Ora a� est�. - Parece que escolhi as pessoas certas.

O m�nimo que posso fazer � pagar-vos um caf�.

- Temos de voltar. - A s�rio?

Tamb�m herdou esse sorriso da sua av�?

Todos dizem que sim.

Aposto que sim.

Vamos a isto.

Vamos embora.

Pronto.

Pronto.

- Vamos. - Est� bem.

Est� seguro?

Atrevo-me a dizer que conseguimos?

Desde que n�o d�s azar.

Acho que talvez conseguimos.

O que se passa?

- Desapareceu. - O qu�?

A janela. Desapareceu.

Quem roubaria uma janela de uma igreja?

Tenho uma boa ideia de quem.

Enquanto estiveram na pausa n�o viram ningu�m?

- N�o. - Peter?

- Trabalho com ele. - Trabalha para mim.

Obrigado, rapazes.

O que se passa?

Algu�m roubou aquela janela?

- Que estranho. - Muito.

A igreja telefonou ao FBI por causa do roubo de uma janela?

N�o, n�o ligaram. Eu estava na zona.

- Foste ver o meu sinal. - Coloca-te aqui regularmente.

Apanhaste-me.

O que � isso?

Bem, se um croissant e um donut dessem um abra�o muito especial...

- Vens aqui por causa de comida? - Diria mais que por v�cio.

Sim, a loja � j� ali � esquina. Toma.

- Vou para a fila buscar outro. - N�o, espera.

Sim, Jones.

Isso � interessante. Vou j� para a�.

- O que � interessante? - Algo que o Jones descobriu.

- Vou contigo. Gosto de interessante. - N�o...

Vai comprar outro croissant-donut.

Na mesma esquina a que o seguimos?

Sim. Quando l� cheguei, algu�m tinha roubado um vitral de uma igreja.

Um vitral.

- N�o me ocorre nada. O que disse o Caffrey? - Culpou a pastelaria,

que adicionei ao meu diagrama de Venn de pontas soltas juntamente com o ouro gal�s.

Bem, este s�tio � outra mina de ouro.

Parece que o Dekker era um intermedi�rio para um traficante de armas gra�do.

As Papoilas referem-se a pistolas. Os ran�nculos aos rev�lveres.

As fr�sias significam calibre .45.

E deixou algo mais para tr�s.

Notas falsas.

E Krugerrands e prata antiga.

Dif�ceis de localizar, tal como o ouro gal�s.

Deixa ficar tudo e vamos embora.

O Dekker fugiu sem levar o seu carregamento de emerg�ncia.

H� uma boa hip�tese de ele voltar.

Vou preparar a carrinha. Se ele aparecer, vamos apanh�-lo.

- Liga-me �s 19:30 com uma actualiza��o. - E se n�o houver nada a reportar?

Liga-me na mesma. 19:30 em ponto.

Deixei-te metade.

Vou j�!

Ol�, Peter.

Queres entrar?

Quero respostas.

- Procuras alguma coisa? - Sim, cerca de 2 milh�es em moedas de ouro.

N�o as vais encontrar aqui.

N�o �s assim t�o descuidado.

- Achas mesmo que fui eu que as roubei. - Houve um momento em que estiveste sozinho

no andar de cima naquele quartel de bombeiros.

E porque outra raz�o n�o querias que fosse contigo falar com o Dekker?

Eu disse que o ias assustar, e v� o que aconteceu.

Sim, Jones. O que se passa?

19:30, tal como disseste.

- N�o h� sinal do Dekker. - �ptimo. Prende-o.

Quero pression�-lo.

N�o, Peter. Eu disse que n�o h� sinal do Dekker.

Quero-o pronto a falar quando l� chegar.

Compreendido.

O Dekker.

- Apanhaste-o? - O que te disse?

Os criminosos fazem sempre asneiras.

Vamos.

Est� na hora de descobrir quem tem aquela moedas de ouro.

Neal?

Vamos.

N�o podemos.

Porque as roubaste.

N�o � o que pensas.

Neal, fizeste-te passar por bombeiro.

E roubaste um cofre sob a minha supervis�o.

- Eu posso explicar, est� bem? - N�o!

N�o te atrevas a justificar o que fizeste!

Corro riscos por ti,

a toda a hora!

Eu ajudei o teu pai.

- Fui acusado de homic�dio por causa disso. - Por favor...

- Quase perdi tudo... - Fi-lo por ti!

Do que est�s a falar?

Para ter a certeza que o Dawson autenticasse a confiss�o.

O Procurador?

Foi subornado.

N�o conseguiste encontrar o James, pois n�o?

Eu tentei.

Por isso forjaste a voz dele...

e eu fui ilibado atrav�s de provas falsas.

Mesmo que fosses considerado inocente, a acusa��o teria arruinado a tua carreira,

por minha causa.

Por causa do meu pai.

N�o podia permitir que tal te acontecesse.

Neal, j� te apercebeste do que fizeste?

Sim.

Certifiquei que a justi�a fosse feita.

N�o.

Isso � o que eu fa�o.

Estica os bra�os.

Tenho de te prender.

Cumprirei a minha pena.

Mas pensa bem, Peter.

As consequ�ncias que isto vai trazer para a tua vida...

para a Elizabeth.

Fiz o correcto.

Nada disto � correcto.

Ent�o deixaste o Neal no seu apartamento?

N�o vai a lado nenhum.

Se o prender, isto ser� tudo oficializado.

Apenas precisava de falar contigo primeiro porque...

Porque o qu�?

Porque n�o h� sa�da para isto.

Tem de haver.

Querida...

o Neal cometeu um crime.

O Dawson aceitou um suborno, e eu tenho conhecimento disso.

Nem sequer mere�o o distintivo para os prender.

Fui promovido.

Estou a ser preparado para Washington... Nada disto � real.

Espera, espera.

Tudo isto � real.

Tudo isto � merecido.

Querido, se tu...

os denunciares...

o teu caso ser� reaberto.

Serei indiciado.

Serei julgado por homic�dio...

e perderei o emprego. - N�o, isso n�o � justi�a.

Tu... est�s inocente.

Porque temos de perder tudo?

A culpa � toda minha.

Pedi ao Neal para fazer tudo o que fosse preciso para te ajudar.

Querida, foi o Neal que violou a lei, n�o tu.

Ainda bem que o fez.

N�o posso tolerar isto.

Acredito no sistema.

Sempre acreditei.

Que pessoa serei se esquecer isto?

O tipo de pessoa

que fica e resolve o que n�o est� bem.

O tipo de pessoa que entende que o que diz a lei � subjectivo.

Desculpa.

Prometi n�o voltar a fazer-te passar por uma coisa destas.

Est� disposto a desistir de tudo o que constru�mos?

Tenho de ser capaz de viver comigo.

Ent�o, faz o que tens de fazer.

Mas certifica-te de que tens mesmo de o fazer.

Estavas certo. O Dekker voltou pelo dinheiro.

N�o ficou nada feliz por me ver.

Claro que n�o.

Peter, ainda n�o lhe perguntei sobre o ouro gal�s.

Por que n�o?

Ele devia cumprir pena pela posse de armas.

O Dekker j� fez outros acordos. Vai tentar reduzir a pena...

Pois, podemos usar as moedas para o pressionar.

Est� bem.

Queres que entre contigo?

N�o. Tu prendeste-o, interroga-o tu.

Est� bem.

N�o tinhas o Dekker ontem.

N�o, mas sabia que o apanharia.

Informa��es falsas.

� um m�todo aceit�vel para obter uma confiss�o.

�s vezes, os objectivos justificam os m�todos.

Vou dizer ao Dawson que sei que ele aceitou um suborno.

- Se tu... - Sei o que isso significa.

Queres que v� contigo?

N�o.

Sr. Dawson.

Agente Burke.

O que o traz aqui?

Estou a investigar um procurador federal.

Ele aceitou um suborno de 1,8 milh�es de d�lares do meu informador criminal.

Poupe-me a express�o de surpresa.

- N�o gosto do que est� a insinuar. - Ent�o, n�o vai gostar nada disto.

Tenho o Karl Dekker em cust�dia.

O receptador que usou para se livrar do ouro gal�s.

Espero que tenha provas disso.

Sim, o meu informador falou.

Sei tudo.

Destrui��o m�tua assegurada.

Entregue as moedas ao FBI

anonimamente e demita-se.

E se n�o o fizer?

Entregue as moedas e demita-se ou prendo-o,

neste momento.

Espero que consiga viver com esse ultimato.

A escolha � sua.

Achas que o Peter vai algemar o Dawson?

Ainda n�o o fez ou eu estaria na cadeia.

O Peter nunca poder� saber que o Hagen esteve por tr�s do suborno.

Ou que somos a raz�o do Holand�s ter conseguido o apelo.

Ou que existem provas de eu ter roubado as moedas.

Estamos a ficar sem tempo. Tenho de entregar a janela ao Hagen at�...

Isso em si j� � um crime.

Tinham mesmo de a desmontar?

Se queremos mesmo descobrir por que isto � t�o importante, temos

de ter uma mente aberta.

- Na verdade, ainda temos... - N�o!

Sem mais alucinog�nios, Dr. Leary.

Livre associa��o, ent�o.

- Roxo. For�a. - Certo.

Cor.

A colora��o do vitral prov�m de sais met�licos.

�xido de cobre, cobalto, ouro.

Metal.

Outra palavra para vitral, � vidro de chumbo.

Talvez a moldura de ferro seja um mapa.

A finalidade do vidro colorido era nunca ver o mundo exterior.

Ou deixar passar a luz.

Era para a controlar.

Us�-la para revelar algo.

Mas o qu�?

Uma pergunta a que apenas um g�nio louco ma�om e expatriado italiano

com no��es de pintura, metalurgia e engenharia pode responder.

Esperem a�.

Olhem para isto.

� a assinatura do Mosconi!

- Como foi a� parar? - Este vidro azul.

Uma lente descodificadora.

Deixa-me ver.

N�o, s� funciona neste.

O Mosconi fez esta janela e escondeu o seu nome e o descodificador.

N�o funciona na nossa.

Porque � uma c�pia.

� por isso que ele precisava...

Neal,

pediste-me para confiar em ti.

Podes confiar em mim.

O homem de car�cter question�vel de que te falei,

chama-se Curtis Hagen

e tem provas incriminat�rias contra mim.

Uma esp�cie de espada de D�mocles.

E agora sabemos que precisa disto para descodificar o Cap�tulo 13.

Tivemos de lhe dar o original.

Sem esse vidro, ele nunca saber� o segredo.

- Podemos reverter a situa��o. - Qual � o plano?

Trocar o descodificador pelo v�deo incriminador.

E a� ficar�s livre.

Ou talvez n�o.

Depende do Peter.

- Ent�o, Caffrey. - Tens not�cias do Peter?

N�o desde ontem. Por qu�?

Est� atrasado. Nunca se atrasa.

Deve ter uma boa raz�o.

Pois.

Recebi uma dica sobre o ouro gal�s.

Parece fi�vel.

Jones, prepara uma equipa.

No meu escrit�rio. Imediatamente.

Todas as vezes,

ainda bem que �s tu e n�o eu.

Obrigado.

As moedas est�o num cofre num banco da baixa.

O Andrew Dawson

j� n�o trabalha para o Departamento de Justi�a.

E tu?

Ainda estou aqui.

Prendeste um receptador perigoso, recuperaste o ouro,

derrubaste um procurador corrupto.

� uma vit�ria.

� um compromisso.

Um que n�o voltarei a fazer.

Sei por que fizeste o que fizeste.

Sim,

para ajudar um amigo.

E porque �s um criminoso,

e n�o consegues evit�-lo.

Erro meu esperar outra coisa.

As coisas v�o mudar.

Para ambos.

Sim.

J� estava na altura.

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