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Anteriormente em White Collar...
Deixa-me ver.
Percebes como isto funciona?
Vou ser libertado na cust�dia do FBI sob a tua supervis�o.
� uma situa��o tempor�ria.
Ajuda-me a prender O Holand�s e podemos tornar permanente.
As obriga��es victorianas espanholas. Esta � a �nica c�pia que resta.
S� que � uma falsifica��o.
Sei quem � O Holand�s. O Curtis Hagen.
�s mesmo um belo sacana!
FBI, est� preso.
- Neal. - Ellen.
Tu e o teu pai.
A minha m�e disse-me que ele estava morto, mas tu contaste-me a verdade.
Era um pol�cia corrupto e n�o est� morto.
Cresceste no programa de protec��o de testemunhas.
Tinha 3 anos quando os Marshall nos levaram.
- O que aconteceu? - Encontraram uma arma...
com as suas impress�es digitais. - Matou um pol�cia?
Confessou.
Todas as informa��es que encontrei dos outros desde a pris�o do James.
O teu pai disse-me que o nosso departamento est� cheio de pol�cias corruptos.
E tem raz�o numa coisa: h� pol�cias corruptos.
Senador Terrence Pratt.
Deve ser um dos pol�cias corruptos que a Ellen estava a investigar.
� ele.
Encontr�mos a caixa de provas.
Depois de todos estes anos.
Essa caixa pertence ao senador Pratt.
Onde est�?
Onde est� o qu�?
As provas.
Pratt!
Largue a arma.
Est� morto.
N�o se mexa.
Peter, tem o direito de ficar em sil�ncio.
Neal, foi a arma do Peter que matou o Pratt.
H� res�duos de p�lvora nas m�os do Peter.
- Isto n�o � nada bom. - O que fizeste, pai?
- Foi em leg�tima defesa. - Vais testemunhar.
E limpar o nome do Peter.
N�o posso.
Percebo perfeitamente a ironia da situa��o.
� culpa minha.
O meu pai...
N�o podes assumir a responsabilidade das ac��es do James.
Desapareceu completamente.
- Sem a sua confiss�o... - Eu sei.
Havia res�duos de p�lvora nas minhas m�os,
as minhas impress�es digitais na arma,
e nenhuma testemunha ocular.
Eu teria-me prendido.
A justi�a triunfar�.
Esperemos que sim, porra.
Tenho novidades que te v�o levantar a moral.
O procurador federal vai retirar a acusa��o?
N�o, n�o s�o assim t�o boas.
- A Diana est� gr�vida. - Mas...
como?
Decidiu faz�-lo sozinha.
J� est� de alguns meses.
H� tanta coisa que posso ser capaz de perder...
Ol�, querido.
Ol�, querida.
N�o suporto que me vejas neste estado.
Vejo um homem que vai voltar ainda mais forte.
Vencer�s isto, Peter Burke.
Voltar�s a casa para mim.
Assim o farei.
Prometo.
Neal... j� passaram seis semanas.
Acho que n�o aguento nem mais um dia, quanto mais anos.
A audi�ncia de acusa��o come�a amanh�.
Eu sei. Mas isso s� decide se ele vai a julgamento.
Se ele for acusado,
mesmo que seja considerado inocente, nunca mais poder� voltar a ser um agente do FBI.
A carreira dele n�o me importa.
S� quero tir�-lo de l�.
Eu entendo isso, mas...
Tu importas-te. Pois �, � claro...
porque o trabalho dele � a �nica coisa que te impede de te juntares a ele na pris�o.
Desculpa, Neal. N�o devia ter dito isto.
N�o faz mal.
O Peter importa-se.
E n�o posso ser respons�vel por lhe retirar o distintivo.
Por isso � que o quero ilibar antes da acusa��o
e traz�-lo de volta para casa o mais cedo poss�vel.
Temos alguma op��o?
Temos, mas a maior parte delas envolvem arranjar-vos identidades novas no Alaska.
H� alguma coisa menos dr�stica?
- De momento, n�o. - Bem, sempre quis ir
para o emprego de limpa neves, portanto...
Faz o que for preciso, est� bem?
Est� bem.
Consegui!
A n�o ser que tenhas encontrado um modo de tir�-lo da pris�o, n�o me interessa.
� um passo nessa direc��o.
Descodifiquei a tua pulseira.
- O qu�? - Esta bela pe�a de tecnologia
custou nove meses e a maior parte dos teus vinhos,
mas gra�as a isto, o FBI j� n�o vai saber onde est�s.
- Passaste quase um ano a trabalhar nisto? - Era suposto ser uma surpresa,
E irmos fazer uma visita � costa de Nova Jersey, mas...
fuga da pris�o � a segunda melhor escolha. - Moz, isto � espectacular.
Mas como � que vamos convencer o Peter a fugir da pris�o?
- Quem disse que temos de o convencer? - Vais tir�-lo de l� nos teus ombros?
Infelizmente, n�o tenho a for�a necess�ria na parte superior do corpo,
mas pod�amos drog�-lo com bafo do diabo!
N�o o vamos drogar com nada.
Contaste a algu�m
que estamos a tentar ajudar o Peter? - E admitia estar a ajudar um Engravatado?
A minha reputa��o nunca recuperaria. Porqu�?
Porque eu tamb�m n�o.
"Posso ajudar o Burke. Casa da �pera, 17 horas.
Vem sozinho".
Ele est� comigo.
Curtis Hagen.
- H� quanto tempo. - � verdade.
E nunca me enviaste um cart�o a agradecer.
� por minha causa que podes andar livremente em Manhattan...
essa coisa � volta do teu tornozelo.
� porque eu te apanhei.
Por�m...
n�o fui capaz de negociar o mesmo acordo.
Por isso contentaste-te com o programa de sa�da para trabalhar.
Pensava que homicidas representavam um elevado risco de seguran�a.
Nunca fui preso por homic�dio.
S� por falsifica��o.
Parece que...
existe uma procura por restauradores de renome mundial.
Posso trabalhar a troco de 10 d�lares por dia, mesmo que tenha uma escolta armada.
Est�o a guardar-te...
ou a guardar para ti?
Um pouco dos dois, Caffrey. Sabes como �...
um pequeno suborno consegue muitas coisas.
Mas n�o a tua liberdade.
Infelizmente, n�o...
como tu bem sabes.
Caso contr�rio, terias assegurado a liberta��o do Peter Burke.
Qual � a tua oferta?
Ser amigo dele na pris�o?
- Proteg�-lo? - Essa n�o � uma vis�o
alargada, pois n�o?
Sei como fazer do Peter Burke um homem livre.
White Collar S05E01 "At What Price"
Traduzido por: * Maston * nunotr * * Caesar4 *Arkon * PaulaCoelho *
Revisto por: * Maston * Sincronia por: * ItalianSubs *
* Team LegendasProject * Vem saborear as nossas pipocas
Isto � uma perda do meu tempo.
Se houvesse uma forma de libertar o Peter, eu t�-la-ia encontrado.
T�m um advogado de acusa��o federal a pressionar fortemente
pela condena��o do Peter Burke, n�o t�m?
Temos.
E se eu te dissesse que sou eu o motivo pelo qual ele estava t�o determinado
em derrubar o Peter Burke?
Se tivesses esse tipo de influ�ncia, ent�o porque n�o o usaste para te libertar?
Usava se pudesse.
Infelizmente, tornou-se advogado de acusa��o federal
ap�s o meu encarceramento.
No entanto, acredito que a minha paci�ncia deu frutos de outra forma.
O que queres?
Quero que me fa�as um favor.
Preciso de dinheiro, em breve.
Tens dinheiro para subornar guardas.
Preciso de uma soma muito maior.
J� tenho um alvo.
� simplesmente "entrar e pegar". F�-lo-ia eu mesmo, mas...
Se conseguires ser bem sucedido nisto,
temos acordo.
H� mais uma coisa.
H� sempre.
O advogado de acusa��o federal vai precisar de uma boa raz�o para se afastar.
Para n�o ficar mal visto.
Queres que seja eu a providenciar essa raz�o?
A confiss�o do teu pai deve servir perfeitamente.
Se eu conseguisse encontrar o meu pai, o Peter j� estaria em liberdade.
De facto.
Mas de um falsificador para outro,
ambos sabemos que existem muitas formas de criar as palavras de outro homem.
Queres que falsifique a confiss�o do meu pai?
Que seja convincente.
Eu trato do resto.
Ent�o o Holand�s surge do nada a oferecer presentes, e eu n�o fico desconfiado?
N�o est�s sozinho. Mas que alternativa temos?
- Tal como eu disse, podemos... - Que n�o envolva um gancho.
Moz, esta � a �nica op��o que encontr�mos que n�o implica a fuga do Peter.
Posso fazer uma grava��o cred�vel da voz do James...
mas h� um...
sen�o.
Precisas de uma voz o mais parecida poss�vel.
Tal pai, tal filho.
Existem caracter�sticas familiares...
de cad�ncia e voz que ser�o muito �teis.
Apesar de tudo, ainda � meu pai.
Se eu gravar isto, vai ser um fugitivo para o resto da vida.
Neal, o James fez isso tudo sozinho.
Est�s a oferecer uma reden��o que ele n�o merece.
Tens alguma...
grava��o dele? Vou precisar para confirmar a voz.
Tenho.
Deixou-me uma mensagem voz mesmo antes do golpe no Empire State Building.
� a �nica coisa que tenho.
Estou um bocado atrasado, mas vou l� estar.
Prometo.
Vemo-nos em breve, filho.
Vemo-nos em breve, filho.
Que tal soa?
Desconfortavelmente...
tr�gico.
- Devia deixar-te sozinho. - N�o...
N�o, Moz, � bom ter-te aqui.
Vamos.
O Peter Burke...
foi acusado de homic�dio em primeiro grau,
pela morte do Senador Terrence Pratt.
Estamos aqui hoje para decidir se o vamos acusar deste crime.
Gostaria de testemunhar em abono pr�prio.
Sr. Burke...
Quero atestar quanto ao meu historial enquanto agente, e car�cter.
Nada do que possa dizer mudar� a minha decis�o. Sente-se.
Porque...
como estava prestes a dizer,
uma nova prova surgiu.
O meu nome � James Bennett.
Quase deixei que um homem inocente fosse condenado por mim...
mas n�o vou permitir que isso aconte�a.
Matei o Senador Terrence Pratt...
o homem que arruinou a minha vida,
usando a arma do Peter Burke.
O Peter tentou convencer-me a ficar e a enfrentar a justi�a.
Em vez disso, fugi.
A �nica coisa de que ele � culpado...
foi ter confiado que eu faria o correcto.
Infelizmente, � o mais perto do correcto que consigo ser.
Espero ser o suficiente.
A grava��o foi analisada esta manh�.
Foi autenticada como a voz do James Bennett.
Com esta prova,
n�o vejo outra op��o sen�o retirar todas as acusa��es.
Sr. Burke,
� um homem livre.
- Que bom ver-te, Peter. - Mark, obrigado.
- � bom ver-te, Peter. - Obrigado.
� bom voltar a ver-te no escrit�rio, Peter.
� bom c� estar, Clinton. Obrigado.
Se n�o tivesses voltado,
ia reclamar este gabinete.
Os teus p�s est�o na minha secret�ria.
Bem-vindo de volta, agente Burke.
Como o fizeste?
N�o sei ao que te referes.
N�o acredito por um segundo que o James Bennett fez aquela chamada.
N�o sem que o filho dele o tivesse convencido.
N�o sei como encontraste o teu pai, ou como
o convenceste a deixar aquela mensagem, mas...
obrigado.
N�o posso admitir a um agente do FBI que tive liga��es com o fugitivo.
V� l�.
- Estou? - Lamento imenso
interromper as boas-vindas. Que m� educa��o a minha.
Mas agora � a minha vez.
Tens raz�o.
Cumpriste a tua parte do acordo.
Agora � a minha vez.
Tinha saudades deste guincho.
Bruce, entra.
Entra.
Bem me parecia que te tinha visto.
N�o queria interromper o momento.
Foi um bom momento.
Bem, os chefes de sec��o do FBI t�m a tend�ncia de se destacar numa multid�o.
Tenho medo de te perguntar o que faz em Nova Iorque e...
o que � isso, mas pergunto na mesma.
Este � o teu futuro, Peter.
Certo. Senta-te.
Washington?
Mas...
n�o estou a perceber.
Atra�ste a aten��o de pessoas muito importantes.
E v�em potencial em ti.
Bruce, acabei de sair da pris�o.
Enfrentaste...
um senador corrupto.
S� isso j� � um grande feito.
Mas adicionando o teu hist�rico a isso...
E agora querem-me em Washington?
N�o imediatamente.
Este � um bom gabinete.
� espa�oso.
Mas o outro ao lado tem uma vista melhor.
E est� vazio.
O do agente especial chefe? Querem que dirija a Divis�o de Crimes Financeiros?
Considera isso um passo em direc��o a Washington.
Estou lisonjeado, eu...
Isto � repentino,
eu sei.
Pensa nisso.
- Sim. - Fala com a El.
Estou por aqui.
Obrigado, Bruce.
- Ol�, chefe. - Diana!
Olha para ti! Eu...
quanto tempo tive fora?
N�o foi assim tanto. Mantive a discri��o enquanto pude.
- Espero que ningu�m tenha dificultado. - N�o, todos t�m apoiado,
apenas queria estar no campo o mais tempo poss�vel.
Mas eventualmente, n�o h� camisolas largas que escondam este pequenino.
- Pequenino? - Sim, � um rapaz.
Sabes, eu...
n�o quero ser indelicado, mas...
- N�o � do Neal. - N�o, n�o ia dizer...
- Estou a brincar! - Sua...
N�o, fui a uma cl�nica. O pai � um Chef de renome mundial
com um QI alt�ssimo.
Ainda bem. E a m�e � a melhor agente que alguma vez trabalhei.
� uma boa combina��o.
Ent�o...
vais aceitar o lugar de agente especial chefe?
- J� sabias? - N�o, deduzi.
Aquele gabinete est� vazio h� algum tempo e tu serias perfeito para ele.
N�o sei, � uma grande mudan�a.
Sabes, tinha medo sobre se seria capaz de conjugar uma carreira com um beb�.
Mas assim que decidi, soube que era capaz.
Agora estou entusiasmada com isso.
As mudan�as podem ser boas, Peter.
Envernizar as cores?
Desaprovas.
Prefiro usar aguarelas nas restaura��es.
Permite que as altera��es possam ser revertidas.
H� algo a dizer sobre decis�es irrevers�veis, n�o achas?
Estou aqui, n�o estou?
O alvo.
Um cofre no oitavo andar do Edif�cio Reinhart.
O que cont�m?
Moedas.
Cunhadas em ouro gal�s.
Tr�s vezes o valor do ouro normal.
E a �nica coisa de valor no Pa�s de Gales.
- Arranja dinheiro de outra forma. - N�o.
Isto � o que quero.
Tenho uma d�vida a pagar e esta � a forma de pagamento exigida.
Dentro de dois dias.
- Porqu� t�o r�pido? - Porque � quando preciso.
Escuta, tive de trabalhar com o teu...
prazo. Est�s a dizer-me que n�o consegues trabalhar com o meu?
Campo magn�tico, sensores de movimento,
fechaduras de dupla combina��o.
Vamos fazer isto por uns trocos?
Dois milh�es de d�lares em moedas n�o s�o exactamente trocos.
Este edif�cio � uma fortaleza, Neal.
Foram caindo fortalezas ao longo da hist�ria.
Bastou encontrar um ponto fraco.
Bem, com toda essa seguran�a, � melhor encontrarmos uma forma de entrar que...
n�o envolva entrar pela porta principal.
Talvez n�o entremos pela porta da frente.
E se simularmos um inc�ndio?
Adormeci as minhas tend�ncias pir�manas. N�o as vamos acordar.
Bem, h� outras formas de chamar os bombeiros.
Bem, mesmo que consigamos, este n�o � um edif�cio que seja facilmente evacuado.
Mas o edif�cio ao lado �.
Partilham uma parede.
Se conseguirmos que os bombeiros evacuem esse,
entramos e desaparecemos na multid�o.
Pode resultar.
Disseste que conseguiste descodificar a pulseira, certo?
Sim.
Pronto.
Este dispositivo...
est� sincronizado com a tua pulseira.
Ligas o interruptor...
e est� feito.
O indicador de posi��o mostra que est�s aqui.
Mas eu estou mesmo aqui.
Agora, sim.
Isto captura o sinal
e transmite ciclicamente para o FBI.
Para poderes andar � vontade.
E continua a mostrar que estou aqui?
Exacto.
O �nico problema � que tu e a pulseira t�m de voltar aqui para deslig�-la.
Caso contr�rio, o sinal aponta para locais, aleatoriamente.
Saber�o que foi pirateado.
Grande trabalho, Moz.
Entra.
- Ol�. - Ol�.
Tens um minuto?
Sempre � disposi��o, Engravatado.
Bem-vindo de volta...
acho eu.
- O que foi? - �s tu.
A entrares de rompante para ver se estamos a tramar algo.
� engra�ado.
Est�s a tramar algo?
V�s?
Como nos velhos tempos.
Queres uma cerveja?
Sim, por favor. Obrigado.
Pediram-me para dirigir a Divis�o de Crimes Financeiros.
Vou aceitar.
Com tudo o que aconteceu, sinto que...
Sim, sim...
Claro.
� poss�vel que me leve mais longe.
Para Washington.
Washington?
Isso �...
Parab�ns, Peter.
Obrigado.
Assegurei-me que o teu acordo permanece v�lido.
Nunca duvidaria disso.
Sabes, estou orgulhoso de ti.
De certeza que estavas a tentado a tirar-me da cadeira,
disposto a encontrar uma falha ou de arranjar maneira de me soltares.
Mas n�o o fizeste.
Diz muito do teu car�cter.
Fez-se justi�a.
� verdade.
Sei o que est�s a pensar.
N�o aproveites para pregar as tuas teorias da conspira��o.
Claro que n�o. Mas vou falar de verdades de conspira��o.
Mesmo com a pulseira a mostrar-me em casa, ningu�m pode pensar que fomos n�s.
Promete-me, Moz.
Est� bem. N�o vou falar de conspira��es.
Ou deprimente!
Perfeito!
Usa isso.
Vejam.
Est� ali um homem?
Vou saltar!
Com licen�a.
Temos uma emerg�ncia.
Agradecia que evacuassem o edif�cio tranquilamente.
Vamos.
Obrigado pela colabora��o. N�o dever� demorar.
- N�o d� mais um passo! - Est� bem.
S� estou aqui para falar.
Tem a minha palavra.
Porque est� a fazer isto?
Boa pergunta.
Tenho-me perguntado isso, ultimamente.
Perdeu algu�m?
Ou o emprego?
� por causa do Governo?
Por causa dos segredos que escondem de n�s?
Claro que n�o!
Isso seria...
uma maluquice.
Deparo-me com muitos suicidas.
Falam de muitas coisas estranhas, mas depois,
pensamos um bocado...
e faz-nos imaginar.
Se ser�o mesmo estranhos.
S� estou a dizer que se quiser falar disso...
estou aqui para ouvir.
Um tipo contou-me
que o Vaticano tem provas da exist�ncia de extraterrestres.
Que absurdo!
A organiza��o mais secreta do mundo
a esconder tecnologia extraterrestre para benef�cio pr�prio.
Pois, suponho que tenha raz�o.
E o assassinato do Kennedy?
N�o aguento mais isto! Vou saltar!
Espera!
Pensava que est�vamos a conversar.
Tenha calma, meu.
As teorias da conspira��o n�o s�o...
verdadeiras. - Est� bem.
Pronto, parceiro.
Acredito em si.
N�o o percebi,
e pe�o desculpa por isso.
Ent�o, porque est� aqui?
NEAL CAFFREY: "Feito."
O que acha a agente?
Porque algu�m o magoou.
Escolhamos essa raz�o.
V�, adeus.
Espere.
Vai ter de ser apreendido e levado para uma institui��o psiqui�trica.
Fechado durante 72h para sua pr�pria seguran�a.
Eu acompanho-o ao sargento.
- N�o tire os olhos dele. - N�o se preocupe.
Vamos, r�pido, r�pido.
Tenho de levar os tanques. � para carregar o equipamento.
- Eu trato disso, est� bem? - Sabes as regras, meu.
- O tenente est� a ver. - Olha...
Obrigado.
Est� pesado.
Perdi alguma coisa? Porque entregaste o ouro?
Podiam ver a minha cara. Assim que o tenente vire costas, pego nas moedas.
Acho que j� virou.
Sa�ram da frigideira para o quartel dos bombeiros.
N�o tinha escolha.
A boa not�cia � que os tanques s�o todos iguais.
O que tiver o ouro estar� mais pesado.
Passar�o numa verifica��o apressada, nada mais que isso.
Mesmo com este uniforme, saber�o que n�o sou um deles.
- A abordagem directa est� exclu�da. - Exacto.
Podemos esperar que o cami�o dos bombeiros receba outra chamada.
Se os tanques n�o forem usados, ainda v�o estar no cami�o.
Posso pegar neles enquanto est�o a lidar com a emerg�ncia.
Vai ser esse o plano, porque o Peter est� a ligar-me.
Vou acampar � porta do quartel.
Mal possa, vou ter contigo.
Temos um caso.
Temos?
Agora n�o �s agente especial chefe?
N�o, a papelada s� � entregue na pr�xima semana.
Hoje, sou um agente de campo pronto a apanhar um mau da fita.
Um �ltimo caso.
O que �?
Por favor, n�o digas que � uma fraude hipotec�ria.
Moedas de ouro.
No valor de 1,8 milh�es de d�lares.
Roubadas de um cofre privado.
- Parece uma boa conclus�o, n�o? - Sim.
Parece certo.
Felizmente, houve muitas pessoas a gravar o suicida.
Infelizmente, n�o conseguimos ter uma imagem n�tida.
Por�m, temos a certeza que foi uma distrac��o para isto.
Os nossos ladr�es invadiram uma ag�ncia de viagens
a fim de penetrar no pr�dio ao lado.
Dessa forma, iludiram o sistema de seguran�a do pr�dio e fugiram com o ouro.
- � uma ilus�o. - Uma ilus�o?
Arranjas um suicida, chamas os bombeiros, eles desocupam o pr�dio
e podes roubar o que quiseres enquanto eles v�em o espect�culo.
Quem quer que ele fosse, escapou antes que algu�m o conseguisse identificar.
E era suficientemente alto para que n�o o conseguissem ver com clareza.
Ele � apenas a distrac��o.
Tens de apanhar � o tipo que levou o saque.
Concordo, mas...
ainda n�o o temos na mira.
Como � que entravas?
Ia � ag�ncia de viagens fingindo ser um turista.
Sa�a com todos para ver o suicida, e depois voltava para tr�s.
Assim que tivesse as moedas, trocava de roupa e misturava-me na multid�o.
E o equipamento para atravessar o cofre?
Podia vestir-se como um homem de neg�cios, e carreg�-lo numa pasta.
Pausa o v�deo.
O que est�s a pensar?
E se o ladr�o tivesse o equipamento com ele durante o tempo todo?
Retrocede cerca de 7 segundos.
A�.
Para qu� carregar duas botijas de ar comprimido se n�o existe nenhum fogo?
Ele podia encaixar uma luz de acetileno numa e esconder o ouro na outra.
Vasculhem a filmagem.
Vamos ver se conseguimos colocar um rosto neste tipo.
Jones, descobre que departamento dos bombeiros respondeu.
Pensas que foi um trabalho interno?
Estou inclinado para um imitador, mas...
seja como for, o quartel dos bombeiros � a nossa melhor pista.
Vais a caminho do quartel?
Estou prestes a ir. Infelizmente, o Peter tamb�m.
Bem...
essa � uma escolha de estrat�gia estranha.
Est� a investigar o golpe das moedas e j� o direccionou para o quartel.
O engravatado � mais do que bem-vindo a verificar o local.
Mas o carro de bombeiros de que precisamos estar� noutro local.
O que fizeste, Moz?
Relaxa.
O meu incendi�rio interior est� bem controlado.
Est� bem, bom trabalho.
- Descobrimos o nosso quartel, vens? - Claro.
�ptimo.
Vamos roubar isto?
Eles dizem que � uma promo��o pelo trabalho como agente especial chefe.
- Esperavas por um jacto particular. - Uma promo��o de cada vez.
- Vais deslizar pelo poste abaixo? - N�o!
- Mas est�s tentado. - Sim.
- J� vou ter contigo. - Est� bem.
- Como correu? - De m�os vazias.
Devem ter descarregado as botijas no quartel.
Tens de empatar o Engravatado.
O Engravatado est� no quartel.
Ent�o, est� prestes a ganhar a lotaria.
Vem para c�, vou ver o que posso fazer.
� uma beleza, n�o �?
Peter Burke, FBI.
Este � o meu consultor, Neal Caffrey.
Tenente Gannon.
O seu escrit�rio disse-me que estava a caminho.
Antes de mais, os meus rapazes s�o leg�timos.
Estou certo de que s�o.
Achamos que o homem de que estamos � procura
faz-se passar por um membro da sua empresa.
Ent�o, o que tem sobre ele?
N�o muito. Tem cerca de 1.83m de altura, � robusto.
Isso restringe muito o campo.
Onde est�o os seus homens?
A responder a uma chamada. Estou apenas eu e o mi�do.
Novato! Esquece as botas,
os rapazes v�o estar com fome quando voltarem, vai ligar o fog�o.
Estou curioso sobre algum do seu equipamento.
As botijas de ar comprimido em particular.
As botijas est�o l� em cima. Mas...
sem um mandado e tudo isso, sabe, tenho de cobrir o meu...
Fundamento jur�dico. Compreendo.
H� algu�m a quem o Peter possa telefonar?
Claro, podemos telefonar ao meu supervisor.
Isso seria �ptimo.
Fogo? Novato, deves estar a brincar comigo.
N�o. Espere a�. � o primeiro fogo dele, vamos ver como lida com isso.
Moz, j� as tenho.
Vem at� �s traseiras do edif�cio.
Janela do segundo andar.
For�a, atira-me a botija.
A botija n�o passa pela janela.
Ent�o, atirar punhados de moedas n�o vai servir de muito.
Espera um segundo.
� o que recebo por contratar o filho da minha irm�.
Desculpe.
Bingo.
Espero que o teu segundo inc�ndio n�o seja iniciado por ti.
Lamento o seu casaco. Havemos de descobrir uma forma de o substituir.
N�o, n�o, n�o. Tudo bem.
H� anos que a minha esposa anda a tentar livrar-se dele.
Ela vai ficar feliz.
N�o �, Neal?
Neal?
Encontrei estes.
Chegaste atrasado.
O fogo est� apagado.
- O que aconteceu ao teu casaco? - Est�s a respir�-lo.
Vamos ver as botijas.
O Marc Chagall saiu clandestinamente da Fran�a ocupada pelos nazis...
com um visto falsificado, fornecido por este pa�s e foi trazido para Nova Iorque.
Um homem inocente foi libertado por meios ilegais. Entendo.
Este � o endere�o e n�mero de um local de entrega. A chave tamb�m est� a�.
Para que � o ouro, Hagen?
- Porque te interessa isso? - Porque reconhe�o uma armadilha.
Mentiste sobre teres uma d�vida para pagar.
Acho que o ouro foi usado para subornar o procurador federal no caso do Peter.
Se isso � verdade, seria muito gentil da minha parte.
Deste-me um alvo com apenas uma abordagem no prazo previsto...
atrav�s da ag�ncia de viagens.
J� descobriste o que eu quero?
Eu.
- Onde estavam escondidas as c�maras? - Uma estava no canto superior.
Mas acho realmente que esta � a que melhor capta o momento.
Adorei o uniforme de bombeiro. D� alguma cor � chantagem.
O que queres?
O meu recurso est� para breve.
Vais ajudar a libertar-me.
Ent�o, a somar ao teu ainda por determinar encarregado do FBI...
agora tens um manipulador criminoso com quem lidar?
Ambos sab�amos no que eu me estava a meter.
E valeu a pena para libertar o Peter.
Se o Hagen tem um Procurador Federal em m�os, por que precisa de ti?
O Procurador apenas pode for�ar o processo a ir a recurso.
Temos de nos certificar de que o recurso acontece.
J� defendi pessoas piores em tribunal.
Ele n�o est� � procura de um advogado, Moz.
Existem provas no FBI.
Obriga��es que o Hagen forjou quando eu e o Peter o apanh�mos.
- Ele quer que os destruamos. - Sim.
Sa�dos do quartel e de volta � frigideira.
O que est�s a ver?
O Neal Caffrey parado.
- Isso acontece? - Ontem aconteceu durante 4 horas seguidas.
Mesmo no meio da sala.
Talvez estivesse a meditar.
Ou a trocar uma l�mpada muito dif�cil de alcan�ar.
Que grande l�mpada.
A minha pergunta � se o Neal estava realmente l�.
Ele conseguia tirar a pulseira sem que tu soubesses? Isso n�o � imposs�vel?
O imposs�vel � aquilo em que o Neal Caffrey � especialista.
Ele sabia que eu enfrentava a ida para a cadeia e que se fosse considerado culpado,
ele tamb�m voltaria para l�.
Suponho que...
gastou bastante tempo a tentar descodificar aquela pulseira.
Sim, mas se ele conseguiu e tu sa�ste na mesma...
De repente, ele tem um "cart�o livre tr�nsito do encarregado".
De onde vem tudo isto?
Encontr�mos a botija de ar que continha as moedas...
no quartel dos bombeiros.
vazia.
Houve um momento em que o Neal esteve sozinho com elas.
Algo n�o me pareceu bem.
Achas que o Neal teve algo a ver com o roubo das moedas?
N�o sei.
O Neal n�o rouba sem uma raz�o.
E n�o consigo pensar numa �nica raz�o pela qual ele faria isto.
- Est� a enervar-me. - Certo...
Est�s a fazer o mesmo.
Est�s a ficar emocionalmente investido.
Esta � a raz�o porque foste parar � cadeia.
Tens raz�o.
Est� na hora de mudar.
Entra.
Ol�.
Que horas s�o?
Est�s a trabalhar h� muito tempo?
Sabes como � quando se est� a pintar.
Entra-se em transe.
N�o posso dizer que saiba.
No meu trabalho � tudo uma quest�o de perspectiva.
Ser capaz de olhar para uma situa��o e avaliar todos os �ngulos.
Compreendi que j� n�o consigo fazer isso.
De que est�s a falar?
Do Jones e...
da Diana...
de todos na Divis�o de Crimes Financeiros, somos todos uma fam�lia e...
fazes parte dessa fam�lia.
Mas tamb�m �s um criminoso.
Esque�o-me disso muitas vezes.
E at� que tenhas cumprido a tua senten�a, isso � exactamente o que tu �s.
Cometi erros porque deixei as emo��es toldar o meu julgamento
e n�o posso deixar que o pr�ximo supervisor cometa os mesmos erros.
Vais escolher algu�m de fora do escrit�rio para ser o meu novo encarregado.
Algu�m com a perspectiva certa.
Algu�m que te veja como �s.
Um criminoso.
� para o teu pr�prio bem.
Jurava que no outro dia me tinhas dito o qu�o orgulhoso estavas de mim.
E estou. Eu...
Estou.
Neal...
n�o posso arriscar que voltes para l�.
N�o gosto disto mais do que tu.
Mas � assim que tem de ser.
Ser� que quero saber o que est� na caixa?
Uma pulseira nova.
Alguma raz�o em particular?
Pareceu-me ser a altura para uma actualiza��o.
Esta � totalmente nova, com um novo conjunto de chips.
Por fora parece igual.
Acho que h� uma met�fora algures por a�.
Sabes,
� assustador.
O qu�?
� uma sensa��o estranha quando n�o a tenho.
Como se faltasse alguma coisa.
Parece que j� me acostumei.
At� amanh�.
Adeus, Peter.
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