All language subtitles for The.Vampires.Night.Orgy.1974.DVDrip.x264-AC3

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Original subtitles

Falta muito para chegar em Bojoni?

Segundo o mapa, faltam uns 100 Km.

Você acha que chegaremos logo?

Como é o lugar a que estamos indo?

Aristocrata, com certeza.

Tem muitas mansões que se dão ao luxo de contratar...

camareira, cozinheira, mordomo...

jardineiro, professor e chofer.

Será bom para a menina viver no interior.

Não me soa tão bom assim.

- O que aconteceu? - Como vou saber?

Desculpe-me, mas estou ansioso para dormir numa cama.

Estamos todos cansados. Já faz um dia e meio.

Você não deveria falar de desconforto.

Chegando lá, terei que ensinar matemática para os endiabrados.

É sempre difícil.

Você espera ser bem pago, não é?

Aposto que você recebe mais do que eu.

Professoras tem muitas aulas e professores morrem de fome.

Não exagere.

Acha que este tanque velho conseguirá chegar inteiro?

Com certeza.

Mas, alguns de vocês...

não agüentarão.

Pelo contrato temos que chegar hoje.

Não se preocupe.

Como posso chegar lá deste jeito para ser o jardineiro.

É difícil acreditar que aqui plantam-se tulipas, rosas...

O que está acontecendo?

Ernest, venha cá. Pegue a direção.

Pise nos freios. Rápido.

O que houve com ele?

Ele desmaiou.

Não desmaiou. Ele está morto.

Ernest, cubra-o com algo.

Tem uma lona no rack.

Godo, leve a menina para fora, para distraí-lá.

Vamos dar uma volta, princesa, enquanto consertam o ônibus.

Vamos lá.

Uma fonte! Vamos beber água?

Você não quer um pouco?

Não. Estou acostumado a outras coisas.

Como uma taça de vinho.

Posso andar um pouco?

Claro, mas não vá longe.

Olá.

Meu nome é Violet. Eu tenho 8 anos.

Quer brincar comigo?

Tem um cigarro? Para me acalmar.

- Você achou um amigo, Violet? - Sim, mas ele desapareceu.

De repente.

Ele desapareceu de repente. Que imaginação!

Vamos entrar.

O motorista deve estar muito cansado.

Venha para cá e sente-se.

Qual é o problema agora? Por que parou?

Para onde vamos?

Vamos para Bojoni, à esquerda. Não vamos para Tolnio.

Bojoni está mais longe. Tolnio está apenas a 10 Km.

Ernest está dizendo para passarmos a noite em Tolnio.

Para dar uma revigorada.

Muito bem, então vamos.

Vamos para Tolnio.

Que estranho, Tolnio não está no mapa.

Se tiver lugar para comer e dormir, está ótimo.

Quanto falta?

Uns 8 Km.

Acho que estamos em Tolnio.

A cidade parece pequena.

Bem-vindos a Tolnio.

Nossos corpos cansados ficarão gratos.

Não há uma alma viva neste lugar.

Você nunca morou numa cidade pequena?

É só procurar o centro, com hotel, prefeitura.

E ali? Tem uma placa dizendo bar, camas e comida.

Bar, camas, comida... O que mais precisamos?

O que faremos com o corpo?

Nada mal. Percebeu algo estranho?

Como assim?

Onde está todo mundo?

A cidade está vazia...

mas num bar sempre tem gente.

Não é uma cidade de fantasmas, parece que alguém bebeu algo.

Eu penso como Ernest.

Se há fantasmas, eles se viram bem...

rum, conhaque, gim e bebidas locais.

Bela seleção!

- Tem alguém aqui? - Não tem ninguém.

Não se preocupem.

Está um pouco frio.

Você é daqui?

Não, cheguei há uma hora. Andei por aí e não vi ninguém.

- Podem estar na igreja. - A cidade inteira? Impossível.

Como assim?

Pensei como você.

Mas neste vilarejo não ha uma única igreja.

Bem, seja bem-vindo. Que tal um drinque?

Obrigado.

Vocês são turistas?

Mais ou menos.

Eu vim de longe.

Tenho um carro, ano 70 e...

decidi cortar caminho para ganhar tempo.

Por isso estou em Tolnio.

Acho que fiz bem.

Há camas lá em cima.

Não deve ter ninguém nesta cidade.

Mas tem tudo pronto para visitantes.

Quem está reclamando? Ninguém.

Será que vamos dormir sem comer nada?

Não será a primeira vez.

Eu estou sempre perdendo.

Bem, quer jogar mais uma?

Não, não, estou cansado.

Bom, dê as cartas.

Não acha que deveríamos ter esperado por alguém?

Não é correto invadir uma casa.

Ernest está lá embaixo.

Ele disse que ia consertar o ônibus.

Ainda temos que dar um jeito no corpo.

É a sua vez.

Bom dia, senhorita.

Bom dia.

Tome logo, senão esfria.

Seus amigos já estão tomando café lá embaixo.

Se precisar de algo, me chame. E eu virei.

Está bem.

Pãozinho quente. Típico das cidades pequenas.

Bom dia.

- Bom dia para todos. - Bom dia.

Bem, aqui há pessoas.

- Café? - Obrigada, já comi lá em cima.

Muito bem, senhorita.

As pessoas são muito gentis. Pena não estarem aqui ontem.

Há uma explicação.

Com licença.

Claro, sente-se, por favor.

Gosto de estar perto da juventude e da beleza.

E com você, me sinto muito próximo.

Obrigada.

Perfeito.

Quero me apresentar.

Meu nome é Boris, mas todos me chamam de major.

Nunca fiz exército.

Mas o título vem de família.

Sou uma espécie de prefeito, um representante de Tolnio.

Ontem à noite...

pareceu estranho não ter ninguém na cidade.

Se tivessem ido a um lugar, teriam achado todos nós.

É estranho, mas se tivessem ido lá...

Aonde?

- Para o cemitério. - Estavam todos lá?

Sim, querida, não se surpreenda.

Ontem um de nossos cidadãos faleceu.

A cidade é como uma grande família.

Por isso nós o acompanhamos em seu último passeio.

Não quero chateá-los com histórias tristes.

Vocês são turistas?

Mais ou menos.

Turistas em Tolnio!

Maravilha!

Major.

Major, o que vamos servir?

Usamos a farinha para os pães, mas eles precisam de carne.

Você sabe bem que este problema...

será resolvido pela condessa.

Estou aqui em nome da condessa.

De que adiantou fugir?

Esta carne parece muito macia.

Verá que não é só aparência.

Só em lugares cercados por montanhas...

encontramos carne como esta.

Excelente.

Nunca experimentei nada igual.

Tenho certeza disso.

Pena Ernest estar perdendo o banquete.

Acho que tem tomilho...

anis e eucalipto.

Digo isto porque a carne tem um sabor muito especial.

Não se preocupe, senhor.

Em nenhum outro lugar encontrara carne como esta.

Onde foi parar o Ernest?

Ele sabe que temos que ir para Bojoni o mais cedo possível.

Não se preocupe, ele aparecerá logo.

Numa cidade como esta, ninguém pode se perder.

É importante que estejamos em Bojoni hoje à noite.

Temos que cumprir o horário.

É o nosso dinheiro que vamos gastar nesta parada imprevista.

Não em nosso vilarejo.

Vocês são nossos convidados em sua estadia.

Para compensar nossa ausência ontem.

Obrigado.

Alguém aqui tem idéia de onde possa estar Ernest?

Está perguntando por mim?

Vamos nos preparar. Não temos tempo a perder.

Ele parece que não dormiu.

Deve ter se embriagado com as bebidas do bar.

Acho que quer me dizer algo.

Não parece ter condições para dirigir o ônibus.

Quando entrar no ônibus, verá que o corpo não está mais lá.

Resolvi o problema.

Você leu minha mente. Não sei como resolveria.

Ninguém é muito hospitaleiro com quem leva cadáveres.

Diga-me mais tarde o que fez.

Da minha parte...

poderia ter cozinhado e comido o pobre coitado.

Lamento ter que partir tão cedo.

Se for até Bojoni, adoraria encontrá-lo.

Conte com isso. Até logo, Alma.

Até logo, Luis.

Foi um prazer tê-los aqui, mesmo que por pouco tempo.

Poucas pessoas visitam Tolnio. Até logo.

- O que há de errado? - Não consigo dar a partida.

- Deixe-me ver... - Admito não ser bom mecânico.

Droga, Ernest sumiu.

Não, ele está naquele carro lá.

É um problema sério. Não posso fazer nada.

Podem consertar em Bojoni. Podemos deixá-lo lá.

Pode dar certo, obrigado.

Vamos pegar a estrada.

O que há de errado agora?

Vamos conseguir sair daqui?

Vamos ou não vamos?

A única solução é esperar 2 ou 3 dias.

O motorista de Tolnio é um tipo de mensageiro.

Ele vai a Bojoni para trazer encomendas.

- Ele retornará amanhã. - Que solução!

Ele pode trazer de lá as peças do motor que você precisa.

Levará apenas 2 ou 3 dias.

Muito bem, Sr. Importante.

Estamos perdidos.

Não temos dinheiro. Nem um centavo.

Estamos presos aqui sem grana.

Está satisfeito?

Não é preciso despejar sua grossura em todos aqui.

Perdoe-nos. Não somos todos iguais.

Obrigada por tudo.

Vocês estão todos um pouco nervosos.

Eu ia fazer uma oferta. Ficarei feliz se aceitarem.

Não há outra solução. Exceto a nossa hospitalidade.

Quem vai pagar?

A condessa.

Visitantes em Tolnio...

Esta foi a melhor surpresa que tive em muitos anos.

Quando o major me disse

Espero que me desculpem, mas...

Não hesitei em pedir para que viessem à minha casa.

O major também disse por que vocês ficaram por aqui.

Espero que o incidente dure pouco.

Não será agradável se demorar.

Veremos.

Vocês viajam e conhecem muitas cidades.

Não imaginam o que é para mim...

Tantos anos aqui...

com estas pessoas, cercada por montanhas...

à espera de pessoas de outros lugares.

Aquele homem no quadro foi meu avô.

Ator, escritor, poeta e diretor.

Um verdadeiro Shakespeare.

Foi dele que herdei o dom para o teatro.

O entusiasmo da condessa...

nos faz esquecer o motivo que os trouxe aqui.

Ela gostaria de dizer que podem ficar o tempo que quiserem.

Sem se preocuparem com nada.

Acima de tudo...

ela ficaria honrada se você, em nome do grupo...

aceitasse este presente.

Em caso de necessidade, quando partirem.

Condessa, é muito dinheiro.

Deixe-me gastar meu dinheiro...

onde posso mostrar a minha hospitalidade.

Por certo você é muito culto.

Você conhece algum romance de Shakespeare...

ou de Browníe, ou os trabalhos de O'Neal?

Eu os estudei.

Eu era ator e fazia parte do grupo teatral na universidade.

Seu talentoso amigo poderia ficar 1 ou 2 horas aqui?

Para recitar...

trabalhos inesquecíveis de que tanto gosto.

Ele está à sua disposição.

Ele pode ficar aqui, se quiser.

E o que você tem a dizer?

Se minha presença a faz feliz...

estes serão os momentos mais valiosos da minha vida.

Obrigada.

Não se mova...

deixe a melodia entrar...

será catártico.

Isso será oportuno.

Alguém se move.

Não. O que é preferível?

Se ela entrar, vai querer falar com minha esposa.

Minha esposa...

Que esposa? Não tenho esposa.

Que idéia insuportável!

É melhor ter o eclipse do sol, da lua e das estrelas...

e ser engolido por este mundo aterrador.

Obrigada, você me fez feliz.

Obrigada, César.

Condessa...

Não, César, não precisa dizer nada.

Não, este lugar não é assombrado.

Só queria que soubesse que alguém a vigia.

Boa noite, Alma.

A cidade está vazia de novo.

Acha que tem festa no cemitério todas as noites?

Depois de ver a condessa dando todo aquele dinheiro...

penso em ir a um funeral todas as noites.

Vai jogar ou não?

- Corte. - Você ainda tem dinheiro?

Vou acabar com você agora.

Vai começar a ventar.

Parece que todos foram ao cemitério.

Acho que alguém está jogando pedras na janela.

Como é?

O que está havendo? Vai se embriagar toda noite?

Acho que posso fazer o ônibus pegar.

Quero lhes mostrar algo Venham aqui.

Se o corpo do motorista surgir naquele ônibus, ficarei louco.

Bem, o ônibus está consertado.

Qual era o problema?

Venha aqui e entenderá.

O que houve?

Ernest...

O que está fazendo?

- Está bancando o engraçado? - Não, não estou.

Quis traze-lá aqui sem que ninguém nos visse.

Por que?

Diga-me...

O que está acontecendo?

Para falar a verdade, não sei.

São muitas coisas estranhas.

Coisas estranhas?

A cidade fica deserta todas as noites.

Tem mais.

Não dormi bem na noite passada.

Ouvi o motorista chamar aqueles dois homens.

Eles foram e subiram no ônibus.

O ônibus estava ligado.

De lá, eles não saíram mais.

Ouvi barulhos estranhos de lá.

- E eles não saíram? - Não.

Não saíram mais.

Agora o ônibus não está na praça.

- Deveríamos procurá-los. - Concordo.

Eles não estão lá embaixo e nem nos quartos.

Já chequei.

E quanto a César?

Já o procurei em todos os lugares também.

Dizem que passou a noite na casa dessa condessa...

da qual todos falam.

Com licença.

Podem descer. O café da manhã está pronto.

Não quero mais brincar disso.

O que quer fazer?

Vamos brincar de esconde-esconde?

- Se você quiser... - Claro que quero.

Vou me esconder primeiro.

Vá me procurar quando eu acabar de contar até 100.

Estou aqui em nome da condessa.

Agora está perfeito.

O que mais posso fazer?

A condessa disse que pode fazer o seu trabalho.

Mas apenas com um braço.

Por favor, não.

Por favor, me deixe.

Finja que está tudo bem, Alma. Esse sujeito é muito esperto.

- Posso me sentar? - Sim, por favor.

Obrigado.

E seus amigos? Estão conhecendo a cidade?

Acho que sim, desde ontem à noite.

A aparência é boa. Sirvam-se, por favor.

Nunca se alimenta, Major?

Como um passarinho.

Às vezes é bom abster-se.

Vocês são ainda muito jovens.

Bebe conosco?

Sim, mas da minha garrafa.

Só bebo um tipo de licor.

Excelente!

Mas acho que não vão gostar.

O que aconteceu?

Venha aqui.

- O que está acontecendo? - Não foi nada.

Alma se assustou com o que viu no prato.

Mãe, o que houve?

Cuide da criança. Não é nada. Já passou.

Um dos cozinheiros sofreu um acidente na cozinha.

- Que terrível! - Esqueça, Major.

Mas não será fácil para ela esquecer.

Foi um grande choque para ela.

O que posso fazer por você?

- Quando a condessa chegar... - Por favor, não fale nada.

Quer que lhe prepare algo? Quase não comeu...

Eu não quero comer nada!

Violet, não saia daqui. Preciso falar com Marcus.

Violet, estou saindo agora.

- Você ouviu? Não saia daqui. - Está bem.

Você quer brincar?

Minha mãe disse para eu ficar aqui.

Não dá para brincar aqui.

Voltaremos logo. Sua mãe nem saberá que saímos.

Está bem.

- Quem é? - Sou eu, Alma.

Vamos sair daqui o mais rápido possível.

Há muitas coisas estranhas.

Sim, muitas.

Sim, por favor. Tire-me daqui.

Calma, calma.

Temos que esperar escurecer. Estamos sendo vigiados.

Como sairemos?

Estamos cercados por montanhas...

e os carros não funcionam.

O meu funciona.

Tinha uma conexão cortada, que seu motorista deve ter feito.

Ele cortou?

Por que fez isso?

Isto não é importante agora. Explico depois.

Quando escurecer

consertarei o carro e partiremos.

Temos que avisar a mãe e a filha.

E os outros?

Não podemos pensar nos outros.

Partiremos só nós quatro.

Não abra a porta para ninguém.

Fique de olho.

Violet, aonde você foi?

Violet...

Violet...

Venha. Vamos enterrar sua boneca.

Acabou.

Mas você deixou uma mão para fora.

Não vai enterrar ela também?

Mamãe, mamãe!

Mamãe, mamãe!

Mamãe!

Mamãe!

Violet.

Violet, querida. Você está aí?

Não se preocupe. Não vou bater em você.

Violet.

Quieta Eles podem te ouvir.

Vamos.

E a menina?

Não sei. O quarto estava vazio.

Não temos tempo para procurar ninguém.

Vamos.

Deixe.

Eles vem vindo.

Vamos, funcione.

Vamos sair dessa, tenha coragem.

Segure-se firme, Alma.

Já chega.

Temos que levá-lá conosco.

Temos que explicar o que aconteceu.

O perigo já passou.

Escute...

Nunca vimos um raio de sol em Tolnio.

Veja, faz sentido.

Essas criaturas não sobrevivem à luz do dia.

- O que vamos fazer? - Vamos para Bojoni.

Diremos o que vimos.

Não há nenhum vilarejo onde você diz que tem.

Nem por perto.

Vocês dois viajaram muito.

E como crianças, estão sonhando.

Estou lhe dizendo. Estávamos lá...

Além de todo este terror que me contaram.

Eu costumo sonhar com coisas boas.

Ainda mais acompanhado de alguém tão linda como você.

Só há um jeito de convence-los.

Sairemos em meu carro para...

Como era mesmo o nome... Tolnio?

Sim. Tolnio.

Agradecemos a sua ajuda. E vai ver que o lugar existe.

Está convencido agora?

Já viu o suficiente?

Não importa o tamanho do vilarejo.

Mas aqui não há nenhum.

Podemos ir agora?

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