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Volume 3, capítulo 74,
Memórias de um lutador.
O ditado começa.
'Era a véspera da batalha. Eu abordei as minhas tropas.
"Quando esta batalha ficar na história,"
"vai ser lembrada como um massacre sangrento."
"Acerte as baionetas."
"Deixe-os sentir o toque do bom aço frio britânico..."
SIR RANDOLPH SINCLAIR STATLER
Episódio 21: "MORTE NA FAMÍLIA"
Primo Onslow.
Tudo de bom, velho. Tenha uma viagem segura.
Esse é o tio Lance.
Herdou muitas ações em uma destilaria...
e não parou de beber desde então.
À sua saúde, tio.
Meu tio, o almirante. Teria sido um grande marinheiro,
mas fica enjoado só de subir no navio.
- Tio Angus. - Se estivesse com a gaita,
eu tocaria o belo Lamento!
Se é seu tio, por que usa saia?
Primo Roland. Parte australiana da família.
Ficou um pouco emocionado, não?
É a minha vez.
Não se deprima, Roland.
Não estou, são os lírios que me causa alergia.
Bem, aqui estamos, Mi Lorde. Tudo feito.
Posso cumprimentá-lo pela escolha do caixão?
Melhor carvalho Inglês, durará para sempre.
Se ele se queixar, será o primeiro a saber.
Sabe, seu tio não tinha muitos amigos, me parece.
Não, ele mantinha-se isolado,
depois de sua desonrosa dispensa do exército.
O que aconteceu?
Ele invadiu um depósito de suprimentos alemão,
explodiu 3 trens de munições e 6 tanques,
e matou ou feriu uns 350 alemães.
E fez isso tudo sozinho?
- Deram-lhe uma medalha? - Não.
Foi três meses depois do fim da guerra.
Não devia fumar aqui.
Tudo bem, desde que tome cuidado com suas cinzas.
Todos os Sinclair estão enterrados aqui?
Não, só os mortos.
Quer parar de brincar?
Gostaria de saber sobre a disposição dos mortos ingleses da classe alta.
Bem, varia de família para família. Os Sinclair ficam por aqui.
Este é meu lugar. Está reservado desde que nasci.
Puxa, você tem uma bela vista.
Não devia fazer piadas aqui.
Vamos tomar uma bebida com o Duque e depois voltamos à cidade.
Estamos indo, Rollo vai me dar uma carona.
Prazer em revê-lo, Onslow.
- Primo Roland. - Roland, Onslow, prazer.
Com licença, Sua Senhoria, já que vai entrar, diga adeus.
- Tudo bem, volto logo. - Certo.
Bom. Não é Adônis, mas é agradável.
Sou Kate.
- Kate Sinclair, prima de Brett. - É um prazer conhecê-la.
- O querido Brett está escondendo. - Na verdade não.
As mulheres Sinclair não são importantes, só a linha masculina.
Entendo. O que faz, Kate?
Escrevo histórias de detetive. Muito boas, por isso estou aqui.
Sabe, Sir Randolph foi assassinado.
E temo que o assassino tenha lido meu segundo romance.
A cena da morte foi igual!
Danny...
Sim, tudo bem.
Este é o meu tio, Sua Graça o Duque de Caith.
- Prazer conhecê-lo. - Como vai?
A única coisa chata com a morte, é a mudança na linha de sucessão
todos os registros são alterados, árvore genealógica...
- Céus! - Vamos entrar, tio.
Danny! Por ali, os arbustos!
- Sente-se. - Estou perfeitamente bem!
- Por favor, pare de amolar. - Mas passou bem perto!
Meu administrador me diz há anos para consertar a balaustrada.
- Acha que foi acidente? - Claro, o que mais poderia ser?
Não está sugerindo que alguém empurrou, está?
Kate, minha querida, me dê um conhaque, por favor?
Certamente.
Eu gostaria de um desses também.
Vou procurar o Daniel.
- Tio Lance, onde se meteu? - Passeando.
- O que aconteceu ali? - Caiu.
Poderia ter matado alguém. Obrigado.
- Saúde! Vou procurar o Daniel. - Vou com você.
Aqui está, tio Lance. Guarde um pouco para o Duque.
- Daniel! - Daniel!
Danny. Danny!
- Pelo menos está vivo. - Com um belo galo na cabeça.
- Aposto que dirá: "Onde estou?" - Não, será "O que houve?"
- Quem me bateu? - Erramos!
Vamos lá, de pé.
- Viu alguma coisa? - Não, não vi.
Estamos no caminho certo. Vamos dar uma olhada.
- Pode andar? Venha, sigam-me.
Haverá mais mortes na família.
- Pode contar com isso. - Kate, é a sua imaginação.
Escreveu muitas histórias de crime.
Sir Randolph, depois o almirante, e o vaso teria levado mais dois...
O braço da coincidência não pode demorar muito tempo.
Tudo bem, mas qual motivo?
O enredo de um livro que escrevi.
Parente distante de família nobre,
mata todos entre ele e o Duque,
então herda toda a fortuna, que tal?
Ridículo! Sou o próximo da fila,
depois terá que matar o Duque e então...
- Certo. - Ele entendeu.
- Não. - Deve admitir essa possibilidade.
Não! Não pode ser!
Veja as pessoas que estavam no funeral hoje. Roland.
Roland é o sétimo na linha.
Teria de matar sete pessoas até o título.
- Teria que matar 5. Dois já foram. - Ok, menti por dois.
Onslow teria de matar 4, Lance só teria que matar 3.
- Certo. - Só um momento.
Minha memória não é o que era, Vamos analisar o livro.
Pegue o terceiro primo Winslow, por exemplo.
Está na linha 137, assim teria que matar 137 pessoas até o título.
Suponha que ele seja ambicioso?
Ambição? Não seria ambição, isso seria guerra!
- Não, há outra explicação. - Ah, esqueça.
Tome, rapaz. Faça como quiser.
Vamos jantar. Gosta de comida chinesa?
Ele odeia. Não quer vir, quer?
Faz o convite soar quase irresistível. Vou passar.
Achei que sim. Seu carro ou o meu?
Meu. Ele tem um assento ejetor.
O Duque...
Eu...
Sir Angus...
Sir Randolph...
O almirante...
Lance, Onslow...
Meu amor me deixou
Nunca disse uma palavra, não, não, ela nunca disse.
Meu amor me deixou,
Nunca disse uma palavra!
- Olá? - Onslow? É Brett.
Desculpe incomodá-lo, mas quando você e Roland saíram após o funeral,
ficaram juntos o tempo todo?
Sim. Ele me deu uma carona até em casa.
Não ficaram longe um do outro?
Nem por um momento.
Não nos separamos até me deixar aqui.
Desculpe. Não é nada importante. Sim, até mais.
Tchau.
Obrigado.
Já comeu seis patos pequineses.
- Sempre come tanto assim? - Só quando estou feliz.
Então deve estar muito feliz. Histericamente.
Tem ideia quem jogou o vaso?
Não mesmo. E você?
- Esses dois que saíram mais cedo. - Onslow e Roland.
Esses.
Eles saíram juntos...
mas poderiam ter se separado e um deles voltado.
Possível. É fácil de verificar.
Digo, se ambos dizem que estiveram juntos o tempo todo,
- então ambos estavam na clareira. - Certo.
Onde encontrá-los?
Isso é fácil. Onslow mora na esquina.
Podemos visitá-lo. Mais tarde!
É ali, No porão do prédio branco.
- Espera aqui. - Devo ir com você?
Espere aqui.
- O que foi aquilo? - Onslow tinha um visitante.
Ele não estava brincando!
O que ele fazia no apartamento?
Vamos descobrir.
Não!
ONSLOW SINCLAIR
Um toque agradável, Lorde Sinclair.
Obrigado, acho que Onslow teria gostado.
Sem ofensa, Vossa Senhoria, mas é bom estar preparado.
Faça duas calças.
Daniel, ele não é um alfaiate.
Um padrão parece emergir, creio eu.
- O duque não é suspeito. - Certo.
- Você está OK. Qual o nome dele? - Sir Angus.
Angus deve estar OK pois não há nada atrapalhando abaixo dele, certo?
Desse modo esses quatro são vítimas em potencial.
Você me conforta, Kate.
Sim e três: um, dois, três mortos.
O que significa que um desses é o assassino.
Uma vasta escolha. Um assassino e o resto de nós tornar-se...
como disse a Kate, vítimas em potencial.
O que vai fazer, deixar o coveiro ficar rico?
- O que mais podemos fazer? - Seremos guarda-costas particulares.
Cada um de nós pega um membro da família...
- e gruda nele feito cola. - É uma ideia maravilhosa.
Ninguém se atreveria com todos nós tão perto.
Tome. Você pega Sir Angus.
- Pego o Lance. Você, Roland. - Ótimo.
Não gostou da ideia?
Guardando uma vítima provável é uma coisa...
mas poderia estar andando com o assassino.
Não está falando sério. Digo, por que alguém me mataria?
Para eliminá-lo da linha de herança.
- O que é isso? - Uma arma do guerreiro Zulu.
Realmente acredita que alguém mataria por um título de nobreza?
Francamente, sim. Mas não só pelo título,
pela fortuna da família, as terras e propriedades,
as casas e tudo mais.
Que deve chegar a milhões.
Colocando dessa forma, acho que é...
- Cuidado, é frágil! - É um estilingue, não é?
Possivelmente aquele com o qual Davi matou Golias.
Não sabia que era tão interessado neste tipo de coisa.
Tudo começou quando fui à Austrália.
As armas aborígenes não mudaram desde a Idade da Pedra.
Desde então, tornei-me um especialista em armas primitivas.
Não! Tenha cuidado!
Isso é um dardo venenoso da América do Sul.
O menor arranhão com isto e morreria em segundos.
- É melhor subir e desfazer as malas. - Certo, certo.
- Seu quarto é no fim da escada. - Tudo bem.
Diga-me, quem mais na família está com seu guarda-costas?
Brett está com o tio Angus. Mas Danny, coitado...
está com o tio Lance.
Tio Lance?
Tio Lance.
Tio Lance.
Este lugar é como uma fortaleza.
Aqui é bem seguro, rapaz. Relaxe, relaxe! Tome uma bebida.
Prove isto, eu mesmo fiz. Gostaria de sua opinião.
Bonita cor...
- O que acha? - Certamente tem algo.
Poderia ser mais encorpado mas é um bom vinho.
Isso é o que eu faço. Beba!
- No curso do dever. Eu faço vinho. - Bom para você.
Passei minha vida, sabe, tentando criar o grande,
o magnífico... o vinho verdadeiramente perfeito.
Até agora... Eu falhei!
Deveria tentar uvas.
Mas acho que estou perto de uma descoberta. Venha ver!
Tenho um lote de fermentação aqui que promete.
- Não vai beber isso? - Não imediatamente.
Não, tem que amadurecer, envelhecer. Não vou tocar até...
amanhã à noite.
Acho melhor verificar a segurança.
- Podemos ficar aqui esta noite? - Ótima ideia. Vamos beber a isso!
Espere! Estamos tentando protegê-lo.
Temos que ir devagar com o vinho.
Absolutamente certo. Só uma garrafa.
OK.
Chega!
Sua gaita acaba de morrer, Tio Angus.
É um ótimo som.
Sabia que todo essa gaita todos os dias na vida?
Agora vamos para o nosso jantar. Eu tenho um prato especial.
A melhor iguaria da Escócia. Miúdos de carneiro.
Então, quando terminar,
vou tocar uma bonita seleção de lamentos da montanha.
Mais café?
Café? Ah, sim, obrigado.
Como eu estava dizendo, fiz um estudo profundo
das drogas e venenos usados por povos primitivos.
Antes do homem ocidental os descobrir,
não faziam só os venenos, mas remédios, pomadas,
analgésicos, tônicos...
e soníferos
Muito interessante, Roland.
Tome o café enquanto está quente.
Eu me sinto tão... tão cansada.
Eu me sinto tão... cansada.
Lance, já bebemos demais.
Não se incomode. Vai gostar deste, se puder achá-lo.
Lance, querido, sou eu!
- É minha irmã. - OK.
- Obrigado. - Posso levar a bandeja?
Por que não leva isso? É pesado. Está frio aqui.
Lance, querido, trouxe um pouco de refresco,
e carne enlatada que aqueles americanos deixaram.
- Bem, obrigado, Agatha. - Sim, aqui está.
Está bonito. Obrigado.
- São dez e meia. - Surda como um poste.
Lady Agatha, Danny Wilde.
Como vai?
Muito prazer. Há uma forte semelhança na família.
- Perdão? - Uma semelhança familiar forte.
Não sabia. Não conheço sua família.
Não me refiro a minha família, mas sua família, o Brett.
Brett, seu sobrinho?
O mesmo em nossa família, não é, Lance, querido?
Dizem que nosso sobrinho Brett se parece muito comigo.
Obrigado pela ceia.
Já lhe disse, são dez e meia, ainda não mudou.
Oh, Lance, quase esqueci.
Há alguém que conhece chamado Danny Wilde?
- Sou eu. - Por que não disse antes?
Telefone para você na biblioteca.
- Obrigado. - A biblioteca. Siga-me.
Você fica aqui, Vou trancar a porta.
Beba seu chá antes que esfrie, Lance.
- Cuidado, Lance. - É aqui em algum lugar.
Esse foi um ano ruim.
- Olá? - Danny, Roland à solta.
Ele tentou me drogar.
- Tudo bem por aí? - Sim, tudo bem.
Estou certo que Roland é o nosso homem.
Tentei segui-lo mas ele mexeu no carro então chamei um táxi.
- Avise o Brett, OK. - Tchau.
Bela criatura... Não é esse!
Oh... talvez. talvez...
Ah, não! Você matou o tio Arthur!
Muito obrigado. Achei! É esse aqui.
Volte um pouco, para trás! O que está fazendo? Hei!
Socorro!
Sim, certo. OK.
Eureca! Esse é o vinho!
Eu disse que precisava encorpar o vinho!
Pobre tio Lance!
Morreu gorgolejando!
Sabe, estou convencida que é Roland.
O que a faz ter tanta certeza?
Tudo indica o Roland exceto uma coisa.
- Qual? - Lembre-se do primeiro funeral?
Roland e Onslow saíram de carro juntos, certo?
Se isso for verdade,
como poderia ter empurrado o vaso e assassinado o almirante?
Talvez eles não tenham saído juntos.
Talvez saíssem separadamente e um deles voltou.
Brett perguntou a Onslow e ele disse que saíram juntos.
Ora, espere um pouco, Onslow poderia estar mentindo.
Roland pode ter inventado uma história e o convenceu a mentir.
Onslow não era muito esperto.
- Seu carro está de volta. - Tome.
- Não tenho troco, senhor. - Fique.
É uma zarabatana.
Roland!
Um dardo. Morto!
Ele escrevia algo quando...
"Kate, sei que não vai me deixar sair...
"então lhe dei um sedativo leve. Acho que sei quem é o assassino,
"Mas não arriscarei sua vida a levando comigo. Roland".
Oh, não!
Do jeito que está indo, Sr. Beebe,
pode ser mais econômico abrir uma filial aqui.
Posso lhe dar um desconto pela quantidade.
É muito generoso, mas creio que isso vai diminuir.
Entendo. Temos que levar o bom com o mau, Mi Lorde.
Bem, parece não valer a pena sair.
Sim, certo. Bem, nunca diga "morrer".
Tem um jeito maravilhoso com uma frase.
Por que não sai de férias?
Ora, é uma forma original de mandar um presente.
Acho que é para mim...
Entre no carro, George!
São provavelmente charutos.
Charutos?
- Isso me convence de uma coisa. - Qual?
- Sou o próximo da lista. - Você está certo.
George...
Quem está aí?
Quem é?!
Relaxe, Brett, Angus está seguro naquela fortaleza. Não se preocupe.
Daniel, nunca pensei que ficaria feliz em ouvir esse som novamente.
Vá embora! Não deixarei ninguém entrar!
Vá embora com sua buzina!
Não deixarei ninguém entrar!
Tio Angus, é Brett! Estou com meu amigo Danny Wilde.
Se for realmente Brett,
saberá o que jantamos na outra noite.
Miúdos de carneiro, seguido de 4 horas de música de gaita.
Puxa, você é mesmo Brett. Espere, vou deixá-lo entrar.
Obrigado. Se o resto fosse tão cauteloso assim, estariam vivos...
- O que tem aí? - Parafusos.
Tio Angus! Tio Angus, não toque no portão!
Não!
Pobre tio Angus.
O homem mais mesquinho que já conheci.
Deve ter valido milhões.
Imagine, todo esse dinheiro e morreu liso!
Bem, "Perder um parente é desgraça, dois é descuido."
Oscar Wilde.
- Mas 6 é total negligência. - Qual seu plano?
- Simples. - O quê?
Primeiro, certificar-me de que paguei meu seguro de vida, depois...
- Vá em frente. - É tudo que tenho.
- Então faremos do meu jeito. - Qual?
Um desses caras é o assassino, temos que pegá-lo, certo?
Como?
Brett vai morar com o Duque assim temos as duas vítimas.
Não gosto disto.
Então armamos a armadilha. Um alvo fácil.
Definitivamente não gosto disso.
E quando forem atrás de você, estaremos prontos e capazes e...
Espero. Vamos, quer um sanduíche?
Olá. Está tudo bem?
- Até agora. - Calmo como um túmulo lá fora.
Gostaria de dizer o mesmo aqui.
Quem é você?
Quase me matou de susto com essa máscara.
Bem, vamos acabar isso!
Bem, vou voltar para lá.
Vou com você. Odeio esperas.
- Como acha que me sinto? - Disse para não se preocupar.
Comigo aqui o que pode acontecer?
Vejo-os mais tarde.
Tem certeza que é seu amigo?
Não devíamos ficar perto de casa?
Fazem um bom alvo naquela sala iluminada.
Tomamos as devidas precauções.
- Por que não me contou? - Não quisemos.
Estive pensando muito sobre a família,
particularmente sobre seu primo Wigham Stanton.
O que tem ele? Ele é 14º na linha.
Não me surpreenderia se estive envolvido.
Primo Wigham?
Está brincando, não assustaria um ganso.
Não caça nem atira, não sai com mulheres
e passa metade do ano num mosteiro.
Ora, como confiar num sujeito como esse?
Acho que há luz naquela cripta.
- Bem, não vamos investigar, tá? - Vamos, vamos.
Vamos lá.
Vamos voltar.
Fique perto e quieta.
Acho que ouvi alguma coisa.
Se for um desses, vou ter um ataque cardíaco.
Vamos.
- Vamos sair daqui. - Vá em frente.
Não gosto daqui.
- Olha! - O quê?
- É Roland... - O quê?
É o caixão de Roland.
Está aberto.
É o agente funerário.
Se ele está aqui...
- Onde está Roland? - Roland?
E onde está a arma?
Estou decepcionado. Não parece surpreso.
Afinal, você que me encontrou "morto".
Parecia morto. Não se movia. Como fez isso?
Uma droga. Diminui os batimentos cardíacos, pouca respiração.
Só um exame rigoroso revelaria vida.
Então subornou o médico para assinar o óbito?
Sim. E o agente funerário.
Mas ficou ganancioso, e quis me chantagear.
Só mais 2 e o título é seu, Roland.
Não, mais 4. Tem que se livrar de nós.
E não há tempo como agora.
Danny!
Temos que manter as prioridades. O Duque e Brett primeiros.
Mas de certa forma, já cuidei de vocês!
Danny está atrasado. Disse que viria a cada 15 minutos.
Acho que chegou nossa hora de agir.
Por que não a primeira bala não saiu?
- Esqueci de recarregá-la. - Que bom!
O que quis dizer quando disse que já cuidou de nós?
Não sei. Mas não vamos sair com este canivete.
Eu tive um personagem num livro nesta mesma situação.
E o que aconteceu com ele?
Queimou o metal com ácido sulfúrico.
Certo. E onde conseguiu o ácido?
Em sua caneta-tinteiro, especialmente projetada.
Onde mantinha a tinta?
Venha aqui comigo.
Ao meu escritório. Por aqui.
- Não, é do tio Percival. - Sente-se.
- Dê-me sua mão. - Por quê?
- Apenas me dê a mão. - O que é isso?
- Consegue ver algo? - Não tenho certeza.
Pensei ter visto alguém se movendo.
Espero que saiba o que está fazendo.
- Aqui. - Pólvora do cartucho.
- Esperto! - Assim. É isso aí.
- Acha este pavio suficiente? - Longo o suficiente. Vamos.
- Despeje na fechadura. - Acha que vai funcionar?
Vi Gary Cooper fazer isso num filme,
"Lanceiros da Índia"
Eu ainda não tinha nascido.
- E ele saiu? - Deram-lhe uma medalha...
depois de sua morte.
Ligue esses buracos, sim?
Voila.
Não teria ácido sulfúrico, né?
Ela nunca caberá em você, Roland.
É tudo que sempre quis, assim como uma criança.
Você está morto.
Como vai reivindicar o título?
Ia desaparecer uns tempos,
então voltaria da Austrália.
E dizer que o homem assassinado era um impostor?
Sim. eu sei que ia dar certo.
Exumariam o corpo.
Não haverá caixão. Nem mesmo cripta.
Há 12 bananas de dinamite lá em baixo com um cronometro,
que vai cuidar de tudo, inclusive Kate e seu amigo.
- Cuide dele. - É muito tarde agora!
Não temos com que se preocupar.
Quando Brett puser a armadilha, não temos que nos preocupar.
E se ela não funcionar?
Então temos algo para se preocupar.
Daniel!
- Você tem a chave? - Não, tem que sair daí!
Tudo que sei é que vai explodir a qualquer momento.
- O quê? - Uma bomba-relógio!
- O quê? - Temos algo para se preocupar.
Olhe esse lado, e vejo o outro.
Não está aqui.
Se eu tentar sair...
quero dizer, atiraria em mim?
Mataria um parente de sangue?
Ser parente não o deteve. Por que me deteria?
Não creio que atiraria, sabe.
Eu não tentaria, meu rapaz.
Nada bom, não consigo virar.
Não se mexa!
Ainda não encontrou a coisa?
Danny! Está fazendo tique-taque!
- Sério? - Ouça.
Tome, segure isso.
- Peguei! - Traga aqui!
Pode soltá-lo agora.
Não sacuda!
O que está fazendo? Pare com a palhaçada!
Dê-me isso.
Suma com isto!
Falei que não havia nada para se preocupar.
Não saio com uma mulher há anos! O que direi?
Saberá na hora certa.
Sinto-me velho para encontro às escuras.
Basta lembrar uma coisa, senhor. Você é um Sinclair.
Tia Sophie é encantadora, adorável. Vai gostar dela.
Vou buscá-la.
- Espere, um botão. - O que falo para ela?
Do que ela gosta? Ela caça raposas?
Não há isso no Bronx, mas há outras coisas.
Estão loucos para conhecê-la.
Olá!
Can't find what you're looking for?
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