Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
NOS EPISÓDIOS ANTERIORES
Lamento ter te colocado nessa fria.
Eu sempre fui um peso para a nossa família.
Eu fiz de tudo por este país!
Fuja da Bielorrússia.
Estou com medo.
Vai ficar tudo bem. Vejo você dentro do avião.
- Está dizendo que é terminal? - Isso.
Uma empresa, a VKN,
fez uma compra de pinças.
São muitas contas, ainda não achamos nada.
Você desviou mais de 100 milhões de rublos.
Leve-nos até o dinheiro.
Fodeu.
Um cientista conduz um experimento.
Ele espeta um prego em uma cadeira e manda três homens se sentarem.
Um russo, um ucraniano e um bielorrusso.
Primeiro vai o russo.
Ele senta no prego.
Na mesma hora, o russo xinga,
arrebenta a cara do cientista
e destrói a cadeira em pedaços.
Depois é a vez do ucraniano.
O ucraniano senta na cadeira,
dá um pulo,
arranca o prego da madeira e fala:
"Isto pode ser útil.
Vou levar para usar na minha fazenda."
Por fim,
o bielorrusso.
O bielorrusso senta bem em cima do prego.
Ele se ajeita.
E acomoda a bunda na cadeira.
Ele olha para o cientista na sequência,
sorri e fala...
"Isto é maravilhoso!
Posso ficar sentado aqui o dia todo?"
- Quantas ele bebeu? - Oito.
É a quarta vez que ele vem aqui,
e sempre paga em dinheiro.
Ajude-o a se levantar.
Quem é você?
Meu nome é Lubomir Piskun.
E eu sei quem você é.
É um homem triste cheio da grana.
E se eu percebi isso,
os ladrões que rondam o pedaço também perceberam.
Posso ajudá-lo a proteger sua riqueza e fazê-la render. Se por acaso...
tiver problemas dessa ordem,
pode me ligar.
LUBOMIR PISKUN, ADVOGADO
DIAS ATUAIS
DELEGACIA DE VAN NUYS
- Meachum falando. - E aí, Meachum.
Fala, Cione.
Emitiu um alerta por algum crime ligado a Belarus?
- Sim, por quê? - Temos três corpos
num porão em Sherman Oaks.
Roubo seguido de explosão. A carteira do cara ainda estava no bolso.
Tinha um distintivo da segurança do consulado nela.
Qual é o endereço?
Estrada Meadowcrest, 10259.
- Barna. - Meachum.
A explosão foi no porão.
O dono estava?
Negativo.
A hipoteca está em nome de Josip Horvat.
- Acidente ou homicídio? - Tire suas conclusões.
Obrigado.
- O cofre está inteiro por dentro. - É.
A porta foi aberta depois da explosão?
Isso. Ao que parece, Josip Horvat, ou algum outro morador da casa
tirou tudo de valor de dentro e fugiu.
Ou...
ficou dentro do cofre para se proteger da explosão...
e abriu a porta só depois.
É o corpo identificado?
Tinha uma coisa com ele.
Esta foto estava no bolso.
CONTAGEM REGRESSIVA
O nome do proprietário é Josip Horvat.
Que é basicamente um John Smith em croata.
Depois que fizermos toda a...
- a... - Perícia?
Obrigado. Nossa!
A compra vai constar no nome da VKN.
Ou algo do tipo.
Sabemos que o cara estava se armando.
Explodiu um avião e fingiu morrer.
Troca de identidade como quem troca de roupa.
O cofre foi aberto por dentro.
Ele mesmo pode ter implantando os explosivos.
As explosões foram aqui
e aqui, o que me fez pensar numa coisa.
Os grandalhões bielorrussos chegaram e pegaram pesado com o cara.
Espancaram, arrastaram, sei lá.
Volchek os atraiu até o porão, distraiu os caras,
entrou no cofre, fechou a porta, acionou o dispositivo e... "bum"!
Resolvido.
Gostei disso.
Os seguranças conheciam o cara há 15 anos.
Ele não desviou 100 milhões de rublos?
Eles também queriam pegá-lo.
Vou fazer outra visita ao cônsul-geral Astapov.
A boa notícia é que não é coisa do Estado.
Ele matou compatriotas, então...
A má notícia é que ele agiu sozinho.
Seria ruim deixar o mundo em alerta se fosse o governo,
mas daria pra tentar a diplomacia.
Como ele agiu sozinho, só nos resta pegá-lo.
- Isso. - Vamos pegá-lo.
O que leva alguém a querer destruir uma cidade?
O problema, Sr. Vuso,
é que o saldo da sua conta é muito alto,
e isso vai continuar chamando atenção.
Suspeito que o fato do senhor não possuir nenhum histórico anterior a 2019
seja porque o seu nome não é Barry Vuso.
Digo isso para provar que estou agindo como seu amigo, Sr. Vuso.
Quem chega no litoral desse país tem suas histórias apagadas.
Quem o senhor era?
Foi esquecido.
Os problemas que o fizeram fugir?
Não importam.
É um novo homem aqui.
O sonho americano pode ser seu.
Ele existe.
No entanto,
ele não é alcançado de maneira fácil.
Eu quero apenas recomeçar a vida.
Ótimo.
Primeiro achamos uma empresa estabelecida para comprar.
Quando você começar a usar o seu dinheiro,
o governo não vai suspeitar de nada.
Estou investigando Rolf Morozov.
Empregos, histórico militar, família, finanças, tudo.
Chama se precisar.
Estou investigando as provas coletadas na casa.
Mobília, roupas, gavetas, utensílios, recibos.
Estou analisando a venda do imóvel, dados da hipoteca, impostos
e restaurantes e mercados na área,
qualquer câmera que mostre a rotina do Volchek.
- Vamos comparar tudo. - Vamos.
Falta identificar os outros corpos no porão.
- Mas passo assim que tiver. - Ótimo.
Beleza.
- Não curte trabalhar na mesa? - Melhor perto da geladeira.
Aliás, não mexe no meu lanche.
Tarde demais.
Está muito bom.
Isso aqui é da explosão no porão?
Nunca foi meu forte ficar olhando um monitor.
Gosto de ter cópias de tudo.
Devia ter alguma coisa
naquele porão que ele não queria deixar para trás.
Vou continuar nessa frente do consulado,
mas me avisa se precisar de uma opinião.
Beleza.
Aí.
Obrigado por não sair contando para todo mundo...
Você sabe.
Não vou te expor, Meachum.
Mas, dito isso, acho que deve falar com o Blythe.
Você decide. Não vou forçar.
Esse pessoal provou sua força em várias oportunidades.
São tão durões quanto você.
Merecem saber que estão perto de uma bomba-relógio
na hora do risco.
EM HOMENAGEM A DAMON ALLEN DREW
Está bem.
Hoje?
Hoje.
Não vou querer ficar no banco...
mas se o Blythe me tirar da rua, ele que sabe.
Pois é.
Ótimo.
Eu acho um jeito de ajudar por fora.
Oi, Heather.
O Blythe teria uns minutos?
Ele acabou de sair. Foi até o consulado.
Está certo.
Tenho um teoria sobre o que houve ontem.
Lamento, mas vai me desculpar...
Seus homens morreram dentro da casa do Volchek.
Não sei se por algum desentendimento, se alguém não seguiu o planejado...
nem sei qual era a sua relação com o suspeito.
Mas compartilhamos de um problema agora.
Volchek.
Também tenho uma teoria, Agente Blythe.
A teoria de que o FBI invadiu os computadores do consulado
e achou nossos arquivos do Volchek.
Na verdade, o único motivo para este roubo
não ter virado um incidente internacional
é porque eu não quis envergonhar um país anfitrião.
Ou por que não quis envergonhar a si próprio, Cônsul Astapov?
Está mais preocupado com seu cargo
que com o fato de um terrorista compatriota
estar prestes a cometer um ato terrível neste país?
Nem tudo está nos computadores.
Seus homens acharam Volchek. Eles foram arrogantes
ou burros demais em enfrentá-lo sozinhos.
Eles pagaram o preço e estão em pedaços agora.
Eu não vou...
- Não pode vir aqui... - Não é hora de reter informações.
Preciso saber de tudo.
Saia do meu gabinete.
Saia do meu gabinete.
Ótimo.
Eu vou além.
A sede da agência vai procurar a embaixada
- e contar o que está havendo aqui. - Fora.
A culpa é sua.
Preparei a videochamada com o Dir. Fischer e o Assistente Kelly.
- O que temos, Nathan? - Senhores.
Obrigado pelo tempo de vocês.
Temos um extremista violento em posse de três carretas de 40t
com material físsil para causar destruição em massa
em qualquer cidade do país.
O nome que usava em Belarus, país de origem,
era Boris Vusovich,
mas ele tem trocado de identidade desde 2019
e usa nomes como Josip Horvat e o sobrenome Volchek,
sem primeiro nome.
Tem experiência em armamentos pelas Forças Especiais.
- Perfeito. - Podem ver no relatório
que ele talvez tenha matado três seguranças do consulado
usando explosivos dentro de sua própria casa.
O Cônsul-Geral Astapov não tem cooperado.
Agradeceria se fizessem pressão aí em Washington.
Sem dúvida. Falaremos com o governo.
A Casa Branca cuidará disso.
- O embaixador será chamado. - Eu agradeço.
As agências vão trabalhar juntas,
vamos nos reunir duas vezes por dia.
E vamos garantir que ninguém te atrapalhe.
Encontre o cara e nos mantenha informados.
- Ótimo. - Mandaremos unidades especializadas
de Quantico e manteremos Los Alamitos em alerta.
Tem autorização para o que precisar.
- O que for necessário. - Obrigado. Darei notícias.
Sr. Vuso.
Nem precisava... Não sei por que ainda usamos isto.
A secretária de Saúde diria: "Aqui é meu território."
Ela foi a primeira a aderir ao lockdown.
Não estamos mais em 2020, certo?
Pois é...
É bom estar ao ar livre e ver os negócios funcionando.
Concordo plenamente, Sr. Vuso.
Fico feliz ao ouvir isso.
Tenho interesse nos dez pátios.
É uma excelente decisão.
São um negócio de família.
Odiaria ter diferentes compradores.
- Quero fechar o valor. - Gostei do senhor, Sr. Vuso.
Aceito a oferta de US$ 30 milhões pelos dez pátios de estacionamento.
- Então vamos fechar. - Vamos fechar.
Olhe aí.
Caminhões de Hollywood.
Vão alugar o local todo por oito dias.
É dinheiro na mão.
Foi o que acabou de comprar.
Uma mina só sua.
Vamos lá para dentro
dar um percentual disso aos advogados?
DIAS ATUAIS
CARRETAS GALLAGHER
SERVIÇO POSTAL DOS EUA
Não posso falar agora.
Ei, eu disse que não posso falar.
Eu não sei.
Eu te retorno.
Chefe, tem um minuto?
Sim. Do que precisa?
Vai levar só um instante, eu...
Chefe!
Uma carreta parou em frente ao prédio federal na Wilshire.
Com vidros fumê e sem placa.
- É da Gallagher? - Acho que sim.
- Eu vou até lá. - Vou com você.
O restante fica. É uma ordem.
Se o caminhão explodir, peguem esse filho da puta.
- Sala de reunião? - Sim.
Sai do caminhão, agora!
Agora!
- Abre a porta e sai! Agora! - Não atirem!
Não atirem!
Para o chão!
Barriga no chão e mãos para trás. Agora!
Cadê o Volchek?
- Quem? - Onde conseguiu o caminhão?
Era só um serviço.
Me mandaram buscá-lo em Downey e estacionar aqui.
- Alguém vem buscar. - Onde em Downey?
Estava na rua.
Disseram que estaria com a chave.
E estava mesmo.
Ei, como ia saber que não podia estacionar ali?
Levem-no para interrogatório.
- Jerry. - Chefe.
Vou pedir que fiquem longe.
- Sabe que pode ser... - Eu sei.
Pessoal, liberem o local.
Levem os carros para o outro quarteirão.
Evacuem todos os prédios da área.
- Vocês ouviram. Vamos. - Por aqui.
- Você também. - Eu ouvi. Já vou.
O Antibombas vai ter trabalho para abrir a porta,
- mas se Volchek estiver lá... - Vai.
- Não toca em mim. - Ei, chega!
Se afasta, Meachum.
Estou me aproximando.
Vou ver embaixo.
Liberado.
- Chegando na unidade móvel. - Vou pôr na tela, senhor.
Já temos a imagem.
Pode começar, Jerry.
- Vou furar. - Prossiga.
Afirmativo.
Vou começar.
Inserindo câmera.
Temos a imagem?
Afirmativo.
A carroceria parece vazia.
Nenhum sinal de material nuclear.
Temos o mesmo visual.
Pode entrar.
Vou prosseguir.
Aproximando.
Toma cuidado.
Liberado. Está vazio.
Confirmado. O local está vazio.
Nada?
Duas câmeras.
Cantos alfa e delta.
Tem mais uma aqui.
Na cabine, também. Está transmitindo?
O maldito está nos vendo.
SEM SINAL
Bom trabalho, Jerry.
É sempre bom sair inteiro.
Ei, se o Esquadrão Antibombas manda, você se afasta.
Sem discutir. Você ouviu?
- Eu só... - Você é inútil se estiver morto.
- Eu ia dizer... - Só eu falo agora, Meachum.
Quando eu mandar se afastar, quero vê-lo longe.
E ponto. Fim da discussão.
Sim, senhor.
Bom dia, Sr. Vuso.
Um homem aguarda no escritório.
Disse quem era?
Alguma coisa da prefeitura. Quer que eu...
Oi.
Sr. Vuso. Sou John Ross.
- É da prefeitura? - Gerenciamento de Frota, correto.
Do que se trata?
Vamos precisar de alguns dos seus pátios, de acordo com o decreto 3021...
que concede o direito à cidade de LA
de estacionar seus veículos em pátios particulares.
Ninguém me avisou.
Estou avisando agora.
- O dono anterior não me disse nada. - Não posso falar por ele,
mas o senhor está sendo notificado, que é o motivo da visita.
Como posso lucrar se a prefeitura usa...
Vai dar um jeito.
Obrigado por me receber.
Isso é uma vergonha!
Alô, mãe.
Evan! É bom ouvir sua voz.
Eu recebi uns 500 recados da Molly.
- O que ela disse? - Não sei, ainda não ouvi.
Está indo para aí.
O quê?
Para recomeçar, como ela disse.
Não, ela não pode vir para cá.
E alguém manda na sua irmã?
Não é o momento.
Também não era quando ela veio para cá.
Seu pai disse: "Sem chance.
Vai ser aquela bagunça de novo."
- Ele estava certo. - Mãe.
Eu estou numa força-tarefa. Estamos atrás de um terrorista. Ela...
Não sei o que te dizer.
A Molly é assim.
Não importa o que eu diga.
Certo. Está bem.
É uma das carretas Gallagher. Os registros batem.
Foi envelopada como Serviço Postal.
E não há outras dez mil dessas só no Sul da Califórnia?
E as outras duas podem ter envelopagens diferentes.
De qualquer coisa.
Parece original.
É verdade.
Ei, está tudo bem?
Sim. Vou voltar para as provas da casa em Sherman Oaks.
Está certo.
REGISTRO MILITAR
Sr. Vuso.
Sua ligação me surpreendeu.
Na Europa, costumamos fazer doações a funcionários públicos
dispostos a colaborar.
Achei que fosse diferente aqui, mas me enganei.
- Não entendi. - Aceite esta contribuição.
Em troca, ache outro estacionamento para incomodar.
Você ouviu.
Barry Vuso.
Está detido por oferecer propina.
Tem o direito de ficar em silêncio.
Tudo que disser pode e será usado contra você no tribunal.
Tem direito a um advogado.
Se não puder pagar, um advogado será designado.
Algeme-o.
Olhe para a frente.
Pronto.
Tem algo errado, e temos pouco pessoal.
Vou sair de porta em porta dando "oi"?
Vou pedir mais gente ao sargento.
Não pede. Avisa. Bom, é o que eu faria.
Policial? Gostaria de saber quando vou ver meu advogado.
Vai ver seu advogado quando for a hora, porra.
Vai sentar.
Você tem advogado?
Claro. Olha para ele.
Ele é rico, não é?
Você é rico?
Claro que é rico, está na cara.
- Sai de perto. - Fica calmo.
- Não se trata um amigo assim. - Ele não é seu amigo?
Beleza, já chega.
Vamos.
Ei! Chega! Se afastem!
Vamos, já chega.
Se afastem.
Acabou.
Se afastem, desgraçados.
Levanta o cara.
Tentei rastrear o sinal da câmera da carreta
para ver quem tem acesso,
mas era criptografado.
- Valeu a tentativa. - É.
Certo. Vou voltar a olhar os extratos.
Talvez eu encontre outra compra da VKN.
Posso te ajudar.
São estes?
Ouve essa. Minha irmã, Molly, está vindo para a cidade.
Irmã? Mais velha ou mais nova?
É um ano mais velha, mas é uma pessoa bem complicada.
Igual a você?
Não, nem um pouco igual a mim.
Ela foi ao Fyre Fest,
- para você ter uma ideia. - Ao Fyre Fest?
- Isso diz muito. - Pois é.
Ela vive em busca da próxima balada. É influenciadora digital, essas bobagens.
Como eu disse, bem complicada.
Parece legal.
- Não é. E agora... - Espera.
QUITAÇÃO DE HIPOTECA
Olha isso.
Há seis meses, a VKN comprou um terreno ao norte de Santa Bárbara, em Goleta.
Qual é o endereço?
Palo Rio, 3529.
- Joga na sala de reunião. - Certo.
São 38 hectares em Goleta.
Fica a 35km a noroeste de Santa Bárbara.
A área foi vendida por US$ 19 milhões.
Tem uma construção aqui.
Área estimada em 1765m2.
É o bastante para esconder duas carretas.
Exato.
Meachum, Oliveras, Bell, Finau, vão até lá verificar.
Shepherd, já deve sair o relatório
do envelopamento da carreta.
Bom trabalho, Bell.
Cadê os fazendeiros?
É "colhedor".
Qualquer um.
Tem fertilizante aqui para 20 cidades de Oklahoma.
E nenhuma carreta.
Merda.
Acabaram de sair.
São 22,5kg de fertilizante por saco,
ou seja, são mais de 20t de nitrato de amônia por veículo.
Os rastros batem com os pneus das carretas Gallagher. Estiveram aqui.
Com o material nuclear,
vamos presumir que saíram daqui carregados.
A carreta vazia foi um teste.
A polícia local bloqueou a Cathedral Oaks
e as duas entradas na rodovia 101.
Pararam muita gente, e nada.
Durmam o quanto puderem nas próximas seis horas.
Depois serão 48h acordados,
até prendermos ou matarmos o cara.
Costumo sentir a hora chegando.
Estamos quase lá.
Eu dirijo.
E você?
Também precisa descansar.
Vou logo depois.
Nossa, graças a Deus!
- Estou aqui há uma hora. - Molly.
- Mandei 500 mensagens. - Eu sei, é que ando ocupada.
Bom, agora toma um banho e se troca,
porque vamos para o SoHo e depois na The Academy.
Não vamos, não.
Qual é, Evan? Acabei de chegar. Acho que podia...
Molly, você não está ouvindo.
Eu estou numa força-tarefa federal.
Por uma vez na sua vida,
poderia pensar nos outros e não em você?
Por favor, volta de onde você veio,
porque aqui não é seguro.
Meu Deus.
Evan,
não tem público aqui.
Deixa essa baboseira para quem não sabe como você era.
Como eu era?
É, eu segurava seu cabelo para você vomitar, caso não lembre.
- Certo. - Enfim, está tudo bem, esquece.
Toma.
Você era mais legal.
E deixa a porta aberta, para eu não quebrar a janela.
Eu dou conta.
Eu te ajudo.
Está bem.
Só temos cinco horas. Quer colar aqui?
- "Colar"? - É.
Vai dirigir de volta até Eagle Rock?
Eu fico no sofá. Fica tranquila.
Não, eu tenho toda uma rotina, sons para dormir, máscara...
Eu faço sons do mar.
Curto ruído branco.
Posso fazer também.
É o próprio ruído.
Não sou a Melinda Bates
nem a irmã dela, Rachel.
- Certo. - Não daria certo, sabe?
Essa doeu.
Tchau, Meachum.
E eu percebi que não contou ao Blythe.
Pois é.
Mas vou contar.
Sem falta.
Podia ter marcado no escritório.
Gostaria que o que vamos tratar aqui ficasse só entre nós.
Pode ser em inglês? Eu prefiro.
Eu começo.
Vou direto ao assunto.
A prefeitura quer te usar de exemplo.
São cinco acusações, por suborno,
associação criminosa,
abuso processual,
coação, influência indevida sobre agente público.
Pode pegar 30 anos de pena máxima.
Pode ficar numa prisão estadual...
O prego na cadeira.
O quê?
Eles querem que eu sente e queira continuar sentado.
Não entendi. O que você...
Eu estava seguindo com a vida. Absorvi o prego.
Então mataram meu irmão.
Mataram minha esposa.
Eu vim para este país para ver com meus próprios olhos
que sistema criaria homens capazes de fazer...
essas coisas.
Achei que pudesse estar errado.
Mas não é a colheita.
É o próprio solo.
- Não entendo... - Me mostra sua chave.
- Minha chave? - Do seu carro. Quero mostrar algo.
De tempos em tempos, o homem sai de cima do prego
e destrói a cadeira em pedaços.
Abre esse carro!
Espera!
Em que posso ajudar, Agente Blythe?
Preciso de ajuda.
Meus superiores em Minsk e Washington sugeriram que eu cooperasse.
Lamento que tenha sido assim.
Sou um político, Agente Blythe.
Às vezes chove no domingo. Às vezes faz sol.
Na semana seguinte é o oposto.
A tarefa é chegar vivo ao próximo domingo.
Volchek pretende explodir uma bomba nuclear.
Se ele conseguir, não teremos mais domingos.
Sim.
Ambos tivemos perdas por causa deste homem.
Preciso de tudo que sabe sobre ele.
Sim, suas chances de contê-lo são melhores que as minhas.
Me encontre no beco onde a Rua Três cruza com a Hill.
Vou levar tudo.
- Quando? - Em 30 minutos.
NO PRÓXIMO EPISÓDIO
Peguei no carro.
- Acho que era para o Blythe. - Tirou do local?
Esquece o procedimento.
Pelos arquivos,
eles rastreavam o Volchek por meio de um russo.
Polícia de LA!
Polícia federal!
Temos um fugitivo.
Legendas: Sérgio Rolemberg
Supervisão Criativa João Augusto Oliveira
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.