All language subtitles for S01 E09 - The Persuaders - The Old, the New and the Deadly

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Original subtitles

Uma inspiração, Werner. A inspiração brilhante.

Sim, Monsieur le Compte.

Nunca devemos esquecer, Werner. Nunca.

Não, senhor.

Está pronto para a nomeação, senhor.

A nomeação. Sim, obrigado, Werner.

Não devemos nunca, jamais esquecer.

Agora, Werner.

Perdemos!

- Você viu o rosto dele? - Não, senhor.

Estamos enferrujados, Werner. Nossos reflexos estão devagar.

Quero o que aquele homem tem, Werner. E vou ter!

"O VELHO, O NOVO E O MORTAL"

- Bonjour. - Bonjour, monsieur.

Attendez, s'il vous plait. Votre correspondence.

- Merci. Votre clé. - Très bien.

Espero que não ache impertinente, mas o que é isso?

O que?

Isso é fígado picado com canja de galinha.

E arenque em conserva.

- Da minha tia Olga. - Votre tante.

Se não estou na cozinha, acha que estou morrendo de fome.

Ela não sabe que este alimento pode matar.

- Não neste hotel. - Espero que não.

- Qu'est-Ce qui Ce passe? - O que está havendo?

Olá.

- Coloque esses na caixa. - Oui, monsieur.

Suzy!

Oh, me desculpe. Desculpe-me. Sinto muito.

Sra. Wager!

De nada.

Desculpe-me, por favor.

- Suzy, oi. - Danny Wilde!

- Que bom vê-lo. - Prazer ver você!

- O que está fazendo aqui? - Adivinhe.

Ficou noiva.

- Casei-me. - Isso é maravilhoso.

Conheça meu amigo, Danny Wilde.

- Meu marido, Frank. - Olá, Frank.

- Parabéns. - Obrigado.

- Suzy falou muito de você. - Muito mau, tenho certeza.

Segure isso.

- Posso beijar a noiva, né? - Vamos ficar aqui um tempo.

- Maravilhoso. - Podemos sair juntos.

- Por que não? - Vamos fazer isso.

- Vamos nos afastar da multidão. - Adeus, querido.

Tchau.

Por que não fui convidado para casamentos?

Com sorte, vão convidá-lo para a lua de mel.

Olhe para ele. Obrigado.

- Como vai, amigo? - Bem.

- Terno novo? - Está de acordo com seu gosto?

Meus cumprimentos, ao seu açougueiro.

É feito com os pelos de uma rara lhama anã da Mongólia.

Lindo! Quando a lhama acabar seu casaco,

talvez ela lhe faça uma bolsa tira a colo.

Seu alfaiate tem senso de humor, também.

- Daniel, tomou banho de manhã? - Isto é um salame húngaro.

- Tia Sadie. - Essa mesma.

- Já terminou os insultos? - Sim.

- Vamos? - Claro. Mande pro meu quarto.

- Posso levar seu cetro? - Sim. Tenha cuidado,

pode transformá-lo num ser humano.

Não posso esperar para ver isso.

Ele está indo muito bem!

Olhe como ele vai!

- Ganhamos? - Perdemos.

São quatro perdas seguidas. Não acredito!

- Você está melhorando. - É melhor escolher um azarão.

Sente-se.

- Vamos ver se achamos um azarão. - Pardon, monsieur.

Aqui está. Encontrei um!

- Bim Bam. - O que isso ajuda?

Bim Bam. Quando tinha 18 anos, conheci uma garota chamada Gretchen.

Você tem uma memória notável!

Ela era grande e se parecia com um cavalo.

- Tenho certeza que vai ganhar. - O que tem a ver com Bim Bam?

Não sabe nada? O que aprendeu naquelas escolas de rico?

Perdão. Excusez-moi.

Como vai?

- Daniel? - Sim.

Vejo que pegou o pássaro novamente.

Suzanne Villeigne e o marido.

Suzanne Villeigne, filha do infame Marquês de Villeigne,

em lua de mel em Paris.

Com o marido, o milionário americano, Frank Wager.

Suzy é uma garota legal.

Diria uma melhoria de seu pai.

O que seu pai fez foi que ele fez. Ela não teve nada com isso.

Uma citação da história.

Escute, ele fez uma coisa ruim...

por que os crimes devem ser atribuídos à garota?

É uma garota legal. A propósito...

acho que descobri um novo sistema.

- Qual? - Apostar nos perdedores!

Temos feito isso até agora.

Vamos tomar um drinque primeiro.

Eu quero este homem morto.

Está bem.

Olhar para o homem. Olhe para ele!

Em segundo plano. O homem segurando a ave.

Seu nome é Wilde. Daniel Wilde.

Werner estabeleceu tudo.

Ele está hospedado no Hotel Plaza Athenais,

se passando por um playboy americano.

Eu o quero morto.

E quero o pássaro que ele está segurando.

Muito simples.

Espero que sim. Mas Luther...

não queremos que nada se ligue a nós.

Não sou um amador. Pode confiar em mim.

Nada de bater os calcanhares aqui.

Apenas os resultados, Luther.

Foi de bater tantos calcanhares que perdemos a guerra.

Luther!

Você mostra grande confiança.

Talvez porque olha para mim e vê um homem velho.

E Werner já não é tão jovem como antes.

Mostre que ainda são perigosos, Werner.

Boa sorte, Luther.

- Um tolo, Werner. - Sim, senhor.

Siga-o.

Deixe-o realizar seu trabalho, depois encerre o contrato.

Muito bem, senhor.

Alô?

- Quem foi, querido? - Sei lá.

Desligou assim que atendi. Não está me traindo, né?

Como se um homem atender, desligue.

É o homem mais ciumento que já conheci.

- É melhor acreditar. - Sim.

Sin! Sin!

- Sin! - Olá, Pru.

- Sin! - Não é um convite,

só abreviatura para Sinclair.

Que bom que está em Paris. Eu não sabia.

É adorável.

Estive tão entediada.

Tem sido fantástico, mas as coleções são terríveis.

- Que bom vê-lo. - Você tem um belo chapéu.

Oh, sim.

- Senhor? - Nada. Estou esperando por um amigo.

Houve uma pequena agitação aqui no hotel.

- Eu vi a fotografia. - Sim, senhor. Sr. e Sra. Wager.

E Danny estava aqui, também?

Não estou enganado, não é Danny Wilde?

- Sim, senhor. É o Sr. Wilde. - Achei que sim.

- Pode trazer-me um telefone? - Sim.

Minha suíte tem uma das mais excitantes vistas de toda Paris.

Vamos tomar uma bebida e depois vou lhe mostrar.

A vista não é só uma desculpa para me levar ao seu quarto?

- Pru. Como pôde? - Suíte 211, por favor.

Essa é suíte Sr. Wilde, não é?

Não é?

405. Como pude me confundir?

Telefonista, não se preocupe. O Sr. Wilde acaba de entrar.

Entende que só vou subir ao seu quarto para olhar a vista?

Desculpe. O que disse?

- A vista é uma desculpa, Sin? - Sim.

Oh, Sin! Sabe que não sou desse tipo.

Bem, vou tirar uma foto da vista e lhe mandarei.

Posso não ser esse tipo de garota...

mas pelo menos poderia tentar me persuadir.

Só um minuto.

Olá. Sim, de longa distância.

Não, não é o Sr. Schwartz. Ligou pro quarto errado.

Já vou. Um segundo.

Pronto. O que foi?

- Sr. Wilde? - Sou eu.

Desculpe-me.

O que foi isso?

Você...

Como vai? Desculpe-me.

Tarzan!

Vamos lá, o que aconteceu?

Muito pouco. Só expliquei à polícia...

por que eu dançava na rua com um homem morto.

Vai me explicar quem era o cara?

O nome era Siegfried Luther.

As chances são de que não tinha nada pessoal para matá-lo.

Ouça, seu Inglês bobinho,

o que é mais pessoal que uma bala entre os olhos? Meus olhos.

- Vai ouvir? - Estou ouvindo.

A polícia acredita que foi contratado.

E o que você acredita?

Acredito que como tentou uma vez e falhou,

poderão tentar novamente com outra pessoa.

Bom, vou tomar mais cuidado.

Alô? Sim, fale.

Desculpe. Fale, por favor.

O quê?

Mas, não. Não posso agora. Quem é?

Alô?

Quem era?

- Quarto errado. Nada. - Entendo.

Não tenho mais cartões postais. É melhor comprar mais.

- Vou chamar o serviço de quarto. - Não se preocupe, querido.

Eu vou até o lobby.

Suzy.

Sim.

Você está bem?

Sim. Nunca estive tão feliz.

Devia estar me esperando no lobby.

Na minha linha de negócios, o inesperado é mais seguro.

Quem é você?

Esqueça, é você que importa.

A filha do Marquês de Villeigne.

O Grande Traidor, não é esse o nome?

O homem que vendeu a França para os alemães.

- Isso não é verdade. - O mundo acredita nisso.

Eu não me importo.

Se importaria em provar que ele não era traidor?

Vai custar muito dinheiro. Mas tem um marido muito rico.

Eu não pediria dinheiro ao meu marido. Nunca.

Pense nisso.

Estarei em contato.

Não me siga. Sou um veterano.

Obrigado.

Nunca fui ao quarto de um homem sozinha antes.

- Você acredita, não é? - Sim.

Se acredita que nunca pedi a uma mulher para vir ao meu quarto antes.

Touché!

- Ok? - Sim. Ok.

- Ok. - Ok.

- Ok? - Do que está falando?

Espero que seja muito legal, Sin, pois estou me sentindo muito quente.

Devagar, Sin!

Não se preocupe, Daniel!

Daniel?

Onde ele foi?

Se importa?

- O que está fazendo aí atrás? - Escondendo-me.

- É tudo que eu ganho? - Muito obrigado.

Alguém está determinado. São duas vezes num dia.

Sim, duas vezes. Por quê? Quem? Por que estão tentando me matar?

Não tem feito nada sem mim?

Não. Quem poderia ser? Por quê?

Mas vou lhe dizer uma coisa, Não vou embora e nem você...

até descobrirmos quem são essas pessoas.

Se não morrer antes.

Daniel...

Desculpe se a acordei, Sra. Wager, mas teve tempo para pensar.

Está interessada?

Bom. Achei que poderia estar. Vai receber as instruções.

Não poderia me dizer agora?

Alô?

Alô?

Não creio que vão tentar mais alguma coisa hoje...

então sugiro se abraçar a um bom livro.

Tenho algo melhor para abraçar.

Se tentarem matá-lo,

faça em silêncio ou vai arruinar minha vida amorosa.

- Boa noite. - Boa noite.

- Danny, tem que me ajudar. - O quê?

- Há esse homem horrível... - Espere.

- Ele quer muito dinheiro. - Acalme-se.

Ele não entenderia!

Espere...

Conheço sua reputação, Wilde.

Até agora achava que eram fofocas.

- Então fique longe de minha esposa. - Frank...

De novo não. O que foi aquilo ou vai me deixar imaginar?

Aquilo era mais social. Eles são meus amigos.

Deve ficar fora da lua de mel dos outros.

- Não foi isso. Nós... - Eu te odeio!

O quê? Pru!

Pru!

Não vou me mexer!

Daniel, esse não foi um de nossos melhores dias.

Foi estúpido e mal planejado!

Felizmente, a situação não é irremediável.

Eu trouxe a ajuda que precisamos.

- Posso perguntar quem? - Groski.

- Essa serpente? - Ele é bom! Muito bom.

- Ele é um selvagem. - Mas bom.

Ele se orgulha de seu trabalho.

Quando ele chega?

Já está aqui!

Me chamou de cobra.

Diz que sou um selvagem e ainda assim, vocês dois,

chafurdam como dois gados na lama.

Sim. Todos sabemos sua opinião, Groski,

mas como pretende lidar com este tal Wilde?

Deixe-me ver se tenho a situação claramente em minha mente.

Este Sr. Wilde tem algo que você quer desesperadamente? Certo?

Sim. Eu vi numa fotografia no jornal.

A simples posse deste objeto...

dá a ele certo conhecimento o que é perigoso para você.

- Assim, ele tem que ser silenciado. - Precisamente.

Não vejo qual é o problema. Parece simples para mim.

Coloque-o no telefone.

Vou fazer um convite a ele que não vai poder recusar.

Enquanto isso, alguns funcionários meus...

vai oferecer-lhe uma soma em dinheiro irresistível...

e então, quando eu tiver o pássaro em minhas mãos,

Eu vou...

Ele já vai atender.

Sr. Wilde, por favor, ouça com atenção o que tenho a lhe dizer.

Ok.

As tentativas em sua vida não terminaram.

Eles vão tentar de novo.

Se fizer negócio comigo,

as preocupações com sua vida terão terminadas.

Vai achar meus termos bem generosos.

Gostaria de discuti-los com...

Diria que uns 100 mil francos é um número agradável.

Se é o que pode oferecer. Sim, eu gosto.

Me diga onde e quando e eu estarei lá.

Certo. Em quanto tempo?

Em uma hora. Ok, vou encontrá-lo.

Tchau.

- Agora, eu... - Ele concordou?

Claro. Quero que essa barganha parece a mais genuína possível...

então preciso do dinheiro.

Não se preocupe. Será devolvido quando tudo acabar.

- Arrume tudo, Werner. - Devo avisar meus sócios.

- É isso. - Vou primeiro.

Dê-me um minuto e quando entrar, você não me conhece.

Ok.

- Bon soir. C'est Combien? - Dix Francos, monsieur.

Oh, querida.

- Você não tem uma arma. - Como descobriu?

- Vamos sentar? - Vai me revistar outra vez?

Posso revistar você?

Achamos que preferiria fazer negócios cercado por pessoas.

Na verdade não, mas se insiste.

Com licença.

Poderia achar suspeito se fosse num local isolado.

Provavelmente sim. O que quer fazer?

- Você o trouxe? - Sim. Bem aqui.

Pensei que seria bem volumoso.

- Volumoso como? Quero dizer... - Sei lá, eu nunca vi.

Acredite, não é volumoso.

- Aqui está a nossa parte do acordo. - Sim.

- Está tudo aí. - Obrigado.

- E quanto a sua parte? - Espertinha...

Está bem aqui no meu bolso.

- Desculpe, mas isto é dinheiro? - Então é isso.

Não quero comprar dinheiro, Eu tenho dinheiro.

- Está havendo algum engano. - Sim.

O que está vendendo?

Não estou vendendo nada, estou comprando.

Eu que estou comprando!

Quem está vendendo, não está vendendo de fato.

Já sei. Vamos começar de novo, você me revista.

- Aonde vai? - Espere.

Vou ficar com isso para que você volte.

E não vá revistar ninguém.

- O que está havendo? - Conheci uma revistadora linda.

Que bom!

Com licença um minuto.

Posso dar uma olhada... Sim. Se manda, por favor?

- Com licença um minuto. - Eu acredito...

que houve um mal-entendido.

Procuro o cara que tentou me matar.

Estou disposto a pagar pela informação, é só.

Já que eu gostaria de comprar o pássaro.

Que pássaro?

- Este pássaro que tem nas mãos. - Isso não é meu.

É do cara atrás do fotógrafo.

Ele deixou cair, eu peguei, E tiraram a fotografia.

Isto é um erro?

- Sim, é isso. - Esses tolos!

São realmente tolos.

Receio que esse erro vai ter que ser reparado.

Certo. Aqui está seu dinheiro. Reparado.

- Aqui não. Você está doido? - Há pessoas ao redor.

Receio, Sr. Wilde, que já sabe muito sobre isso.

Eu não penso assim, mas já que disse.

- Não gosto de fazer isso com você. - Entendo.

Quero que vá para aquelas escadas, entende?

- Certo. - Lembre-se, há uma arma em você.

- Não tente nada. - Isto é seu.

Obrigado. Vá na frente.

- Espere, espere. - O quê?

O dinheiro!

Obrigado.

- O tempo acabou? - Vamos, Alteza.

Foi lindo.

Uma farsa! Sua estupidez me fez de bobo.

Depois de ver a fotografia,

era uma suposição lógica que Wilde tivesse o pássaro.

No meu negócio, preciso de certezas, não suposições.

E preciso de ajuda, não de crítica!

Perdemos tempo. Precisamos avançar rápido agora.

Onde? Não temos a identidade do homem que tem o pássaro.

Talvez. Mas sabemos que há apenas duas pessoas no mundo...

que estariam interessadas em comprá-lo, eu...

E a filha do Marquês de Villeigne?!

Isso mesmo.

Quando ele fizer a abordagem a ela, saberemos.

Um pássaro. Tudo isso aconteceu por causa de um pássaro.

É a sétima vez que diz isso.

Um pássaro. Tentaram me matar por causa de um pássaro de bronze.

Isso só vai provar como é perigoso...

chegar perto de aves estranhas.

É um caso de ave confundida.

Identidade confundida.

Eu tive um antepassado que foi confundido com outra pessoa.

Tenho novidades, não quero saber sobre isso.

- O marquês de Castlehay. - Sério?

- Você quer seus ovos? - Não, pode comê-los.

Vão manter sua boca fechada.

Isso foi durante a Revolução Francesa.

Não estou interessado.

Ele e a esposa faziam uma turnê europeia.

Quando chegaram a Paris,

o carro foi cercado por uma multidão de camponeses revoltosos.

Sabe, meu antepassado tinha uma estranha semelhança com Louis XV.

Antes que pudesse negar, a multidão o levou à guilhotina.

- Isso realmente aconteceu? - Sim.

Lá estava ele com a cabeça no bloco,

a lâmina pronta para cair,

quando a sua mulher irrompeu a multidão e explicou.

Ela salvou sua vida, né?

Não sabia falar francês. Casou-se de novo pouco depois.

Você faz isso comigo o tempo todo e sempre o deixo ir em frente.

Agora, vamos resolver o seu caso.

Os fatos a meu ver são: você esbarrou num homem...

Com licença, os fatos estão errados. Ele esbarrou em mim.

Sua mala se abriu, Eu peguei as coisas dele.

E foi fotografado.

Certo, segurando o pássaro bronze.

É óbvio que o homem que querem é o que você esbarrou.

Exatamente.

- Quem é ele na foto? - Está escondido pelo fotógrafo.

- Que pena! - Sim.

Ele é a chave para a coisa toda. Deve achá-lo.

Como vou achar um homem que vi por dois segundos em Paris?

Deve estar brincando.

- Eu vi um filme. - Não é esse jornal.

- Puxa, descobri. - Acho que sim, o quê?

Vamos lá.

- Ela não sabia falar francês. - O que...

Seja qual for o nome dela!

- Tem certeza que este aparelho funciona? - É claro.

Só uso equipamentos sofisticados.

- Procurou por todo lugar? - Sim.

Esta manhã, quando foram ao café.

A garota não tem o pássaro.

Ouça!

Alô?

Estou pronto para falar de negócios, por que não nos encontramos?

Quando e onde? Só me diga isso.

Daqui à uma hora. Apartamento 9, Bois du Seine.

A mala caiu no chão. Algumas cartas caíram fora dela.

Isto é uma ampliação do endereço que estava numa das cartas.

Isso é maravilhoso.

Excelente.

Isso é o máximo que posso aumentar.

- Maravilhoso. - Está bom?

Excelente.

"9, Bois du Seine".

Não há número nove.

Neuf... e bastante ofensivo.

Dobre seu mapa, meu guia.

O cheiro é horrível.

Está brincando? Cheire, é ambrosia.

Tem certeza que alguma tia sua não embrulhou comida aqui?

Muito engraçado.

Muito, muito engraçado.

Por que acha que estaria ali?

- Há uma porta. - Vamos começar de cima.

Danny! Não quero entrar ali. É horrível.

Daniel.

Ali.

Se quer minha opinião, isto é um cadáver.

É o homem pássaro?

- Quero dizer, era o homem pássaro? - Sim, é ele.

Parece que a ave fugiu da gaiola!

Se importa se eu fizer umas perguntas a sua amiga?

Pergunte o que quiser. Minha amiga é sua amiga.

Vá lá e pergunte a ela.

- Sra. Wager... - Quem era ele?

Eu nunca soube seu nome.

Ele me telefonava, então me dispus a conhecê-lo.

Quando cheguei, ele estava... assim.

Se me perdoa, uma questão pertinente,

por que quis conhecê-lo?

Ele disse que podia provar a inocência do meu pai.

Inocência... Inocência de quê?

- Não ouviu a história? - Ele não ouviu. Diga a ele.

Minha regra de ouro é nunca ouvir fofocas.

Por que não me conta?

Não há muito, realmente.

Após a queda de Berlim, alguns documentos secretos foram achados.

Eles provaram que um membro do Governo francês...

era um traidor, alguém que ajudou a forçar a rendição francesa.

Então fizeram de seu pai, o bode expiatório.

Ia haver uma audiência,

mas ele se matou antes de acontecer,

e tomaram isso como admissão de culpa.

- Você sabia disso? - Eu sei tudo.

Qual era a evidência, se houver, que ele tinha?

Eu não sei.

Só me disse que estava disposto a vendê-lo por um bom dinheiro.

Acabei de chegar. Não o tinha visto,

então dei a volta na cama e... vi que estava morto.

Bem, a menos que tenha feito um curso de patologia,

acho que não há nada mais a fazer.

Com licença.

- O que está fazendo? - Vi num filme. Impressões digitais.

Estou usando luvas.

Stanley.

Quisera não ter visto o filme.

Ele assinou, Werner.

Veja, sua mão realmente o tocou.

- Posso? - Tenha cuidado.

Ele fez-lhe grande honra, senhor.

Sim, mas também colocou-o em evidência.

Quero dizer, se isso estava em mãos erradas...

teriam enforcado você!

E essa é uma forma muito vulgar de morrer.

Tantos anos esperando, procurando.

E agora é meu!

E pensar que ele assinou.

Mas devemos destruí-lo.

Destruir isso?

É verdade.

Sim, é claro.

Terá de ser destruído.

O Rolls Royce!

Onde? O quê?

O fator comum! Há sempre um fator comum.

Acho que estou no caminho certo.

- Mais champanhe. - Sim, claro.

Lembra-se do homem que persegui e levou um tiro?

Nunca vou esquecê-lo.

Estacionado na rua, estava um Rolls Royce.

Há um monte na vizinhança. Isso não é...

Mas não como este. Um velho vermelho Sedanca de ville.

- Acho que vi novamente hoje. - Onde?

Na rua onde o homem-pássaro foi morto.

Talvez possamos rastreá-lo ou algo assim?

Não, não. Deve haver mais de um.

- Eu sei quem vai ajudar. - Quem?

O homem que cuida do Rolls do meu tio.

Que legal.

Mesmo quando não está.

Vou checar esse Marquês de Villeigne.

- É o nome dele? - Sim.

- A propósito, Daniel. - Sim.

- Já lhe falei sobre o tio Charles? - Muitas vezes.

- 14 Rolls Royces. - 14 mulheres é o que entendo.

É engraçado.

Se não tiver uma arma, entre.

Não consegui absolutamente nada aqui.

Bem, consegui uma lista. Não é muita ajuda.

Os 400 nobres franceses. O duque du Vallaise,

Comtesse Ferenac, Compte Marceau, Baron Koro,

la Duchesse Sever, etc, etc.

Espere, acabei de ver um desses nomes.

- Que tal Marquês de Villeigne? - Nada.

Espere um pouco. Aqui está.

Compte Clement Marceau era um membro do governo...

no momento da capitulação.

Significa que ele serviu com o pai de Suzy.

É um elo, eu acho. Muito tênue.

Não temos mais nada. Qual é o endereço?

Hora de ir para a cama, senhor.

Sim. Sim, Werner.

Estou com frio, Werner.

- E o pássaro? - Ele se foi, Werner.

Foi-se. Na fornalha.

É só um metal derretido agora.

Então, ninguém pode me tocar agora.

Ninguém.

Vamos?

Eu realmente deveria examinar minha cabeça.

Vagando no meio de uma selva francesa.

- Ei, por aqui. - Por aqui!

- Por aqui! - Este é o caminho mais rápido.

- Será que gentilmente... - Olhe...

Ao invés de suas palavras, já poderíamos estar lá.

- Quer apostar? - Estou cansado de...

- Aposta? - Condições?

O mesmo de sempre. Preparar, já!

Pensei que nunca chegaria aqui. Eu ganhei.

- Como chegou aqui tão rápido? - Toquei a campainha.

- Isso é trapaça! - Claro que não.

É, sim!

Vai ficar feliz de saber que meu plano tem uma falha.

- Qual? - Ele!

- Boa noite. - Prazer em vê-lo novamente.

Está se perguntando por que não o avisei.

- Sim. - Ele ameaçou...

me matar e como sou sensível sobre morrer.

Eu sei. O que faremos agora?

- Pergunte a ele. - Eu vou lhe dizer.

Vou conduzi-los através das portas da eternidade.

Vou ajudá-lo a sair dessa vida mortal...

- Acho que vai nos matar. - Acho que sim.

Oh, sim, sim, sim. Mas com grande beleza e dignidade.

Desculpe-me, se for a mesma coisa, preferimos não ir.

Sim. Posso tomar a saideira? Obrigado.

Posso fazer uma pergunta?

O que esse pássaro tem de tão importante?

Cale-se!

Fez uma pergunta boba, Daniel.

Então pegou os dois.

Há um agradável poço no jardim.

- Muito muito fundo. - Isso é bom.

Cavalheiros, poderiam vir conosco, por favor?

- Viva! - Viva!

Este não é o caminho a percorrer.

Isso não é bonito. Isso não está certo.

Monsieur le Compte, não diga nada. Não há nenhuma evidência.

Seu idiota!

Seu velho estúpido!

Eu não pude destruí-lo!

Ele assinou.

Você lê alemão. O que diz?

Mal traduzindo, aqui diz, "Para le Compte Marceau,"

"por seu papel em fazer a França parte da Pátria gloriosa."

Você lê a assinatura.

Oh, papai!

Não sei como lhe agradecer!

É maravilhoso! Você é maravilhoso!

Ela só pensou numa maneira.

Daniel, com a sua sorte, o marido deve estar entrando...

Daniel...

Essa não é minha mão.

Quer parar de bater nas pess...

Não pode fazer isso!

Mas Frank!

- Oh! me desculpe! - Vamos!

Você precisa entender...

Vou entrar num mosteiro.

Estou fora. Não há garotas lá.

- Aonde eu vou, tem. - Nesse caso, vou acompanhá-lo.

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