All language subtitles for S01 E03 - The Persuaders - Take Seven

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Original subtitles

Em memória a Robert Lindley e de sua esposa Jessica

Melhor assim.

Não teriam gostado de mim.

Olá, Jenny.

Desculpe, não queria assustá-la.

Se parece com ela. Mesmos olhos.

Quem é você? O que faz aqui?

Não mudou muito.

Papel de parede diferente... era verde.

E isto não tinha. É novo?

Agora me lembro. Ficava no saguão.

Estranho como as coisas vem à mente.

Quem é você?

Não há nada deles em mim, Jenny?

Sou tão diferente?

Não pode ser.

Não é possível.

É verdade.

Sou seu irmão, Jenny.

Sou Mark.

Não. Não, Mark está morto.

Está morto! Está morto! Está morto!

Vivo, Jenny.

Vai descobrir que estou bem vivo!

Episódio 3: "TOMADA 7"

Aqui estou. Mais rápido que pensei.

Que diabos... ah, é você?

- Como vai? - Por que se atrasou?

- Estava numa festa. - 9 horas da manhã?

- Não quis ser o primeiro a sair. - Onde está Brett?

Vamos encontrá-lo mais tarde. Tem alguma ideia?

- Dê uma olhada no jornal. - Certo.

- É de três meses atrás. - Leia a manchete!

"A Corte reconheceu Mark Lindley, tido como morto,

"provando sua identidade, como herdeiro legítimo da fortuna Lindley"

"de vários milhões de libras!"

- Ok, o que tem isso? - Vou lhe contar os fatos.

Conte logo que parei em fila dupla.

Isto é confidencial, se não se importar.

Não ouve nada com isso.

Robert e Patricia Lindley eram amigos meus.

Morreram num acidente de avião.

Tinham dois filhos. Mark, 5 anos, e Jenny, apenas 3 meses.

As crianças se separaram. Mark, por causa da saúde foi para Rodesia.

Jenny foi com um parente aqui na Inglaterra.

Com 20 anos, Mark foi à uma caçada e nunca retornou.

Alguns corpos foram achados, mas nunca foram identificados.

Nunca houve dúvida que tivesse morrido.

- O que está fazendo? - Desculpe.

A garota era a única herdeira e agora vem o irmão...

- e herda tudo, certo? - Certo!

Jenny e os administradores insistem que ele é um impostor.

O caso foi para a Corte e Mark arranjou montanhas de provas...

que ele é quem afirma ser.

Bom, você leu o veredito.

- Você me barbeou? - Sim.

- E minha garganta? - Nada mal.

- Como ficou? - Estou com pressa.

Preciso pegar um avião e encontrar o Brett.

Deve ter uma razão para me chamar aqui e contar essa história.

Apesar do julgamento legal e as opiniões...

ainda acredito que é possível que Mark Lindley seja um impostor.

Estou sem trocado, pode acertar com ele?

É o pior café que já tomei na vida.

- Tomou chá. - Perdão, é o pior chá.

Vai mesmo à Câmara dos Lordes hoje?

Sim, se conseguir me vestir.

- Estava dizendo, Juiz? - Quero saber se você ajudará.

Quer que descobrimos se Mark Lindley é um impostor ou não?

Somente isso.

Ouça, lá vem ele!

Alteza, está tão brilhante. Sua carruagem aguarda.

Não vou pela rua com ele assim. Puxa, ele tem um chapéu.

Veja, não está bonito? Vou carregar sua cauda.

Daniel, você traz um novo sentido para o termo de "camponês."

Sr. Duque, está maravilhoso!

Isto se faz necessário apenas em certas ocasiões.

Eu nunca andaria pelo Bronx assim.

- Qual sua decisão? - Queremos nos casar.

Pare de brincar, estou com pressa!

- OK, não é nossa especialidade. - E você?

Concordo com o Daniel. É um serviço para especialista.

Sinto ouvir dizerem isso,

pois instintivamente sinto algo errado.

Bom, preciso ir.

Não posso forçá-los, mas podem me fazer um favor.

Falarão com Jenny Lindley?

- OK. - Obrigado.

Ela é a única que nunca acreditará em Mark.

Ela não para de buscar evidências...

Não me surpreenderia se não souber de algo.

- Por quê? - Semana passada tentaram matá-la.

Ninguém deixou nada para você?

Meu pai morreu antes de poder mudar seu testamento.

Em vez da propriedade compartilhada entre nós, Mark herdou tudo.

E a casa?

Tenho que sair no final do mês.

Ele vai vendê-la.

Da mesma maneira que venderá o resto.

Jenny, Mark tem toda a força da lei ao seu lado.

Existe fato sólido que a convença de que ele é um impostor?

Eu sei, assim como o fato de que meu irmão está morto.

O homem que diz ser Mark é um mentiroso.

Ouça, saber não é suficiente. Precisamos de fatos.

Ajude-me a prová-lo.

Não apenas por mim, muitas pessoas serão prejudicadas.

Por favor, ajudem-me.

David Conron é nosso advogado há anos.

Cuida dos nossos negócios antes de eu nascer.

Procuramos os criados que estavam aqui quando Mark era bebê.

- Conseguiu achar? - Alguns, mas não ajudaram...

Quando tiver terminado, siga-me no terraço.

Não fique parado, abra.

- Vê alguma coisa? - Nada.

Vamos pelos arbustos.

Vamos nos separar. Alguém vai primeiro.

- Por quê? - Para despistá-lo, vá.

O que disse?

Está vendo? Até mais.

Está ferido?

Não, ele tem sorte. Acertaram sua cabeça.

Chamarei o médico.

Se não se importar, vou querer um bom Brandy.

- Estava acordado enquanto o carregava? - Sim, mas cansado.

- Isso dói? - Aflição.

Ótimo!

- Conseguiu vê-lo? - Não. E você?

Não.

Não ia me dar um bom Brandy?

Faça dois... três.

Primeira coisa amanhã,

vamos perguntar muito sobre esse tal Mark Lindley.

Já vai.

Já vai.

Estou indo.

- Oi. Como vai? - Bem.

Chegou tarde, todos já foram.

Puxa, teve uma bela festa essa noite.

- Se divertiu muito? - Linda festa!

- Beba alguma coisa. - Sim. Quero mostrar-lhe algo.

Oh?

Um dia lindo!

Esse aí ficou até mais tarde.

Não sei quem é...

Aposto que Maggie Trenton vai me dar uma ajudinha, né?

Será?

Sal de frutas, por favor.

OK. Muita gente aqui essa noite?

Oh, muitas pessoas.

- Pelo menos umas 70. - 70?

- Oh, sim. - Mark estava aqui?

Mark? Mark Lindley?

- Esse. - Sim, estava.

Ficou até umas 23:30?

- Faz muitas perguntas. - Sim, faço.

- Sou muito curioso. Sempre pergunto... - Sou uma garota esperta.

Muito esperta?

Por que não pergunta o nome das 7 maravilhas do mundo?

- Você as sabe todas? - Sim!

Não vou perguntar isso.

A única coisa que me lembro e ninguém pergunta.

É mesmo amiga de Mark Lindley?

- Sim, sou. - Mais uma pergunta.

- Ganho um prêmio? - Tome.

Ele poderia ter dado uma saidinha daqui?

De jeito nenhum. Sou do tipo pegajoso.

Havia 70 pessoas aqui, ele poderia a qualquer momento...

Não, não. Eu o tinha em meus braços.

Assim, a noite toda.

Que sorte dele.

Adeus, já vou.

Ficou com algumas coisas boas.

Adeus, Maggie. Obrigado.

Ciao.

Isso é bom!

Ouviu?

O suficiente.

- Quem era? - Não sei.

Mas vou descobrir. Alguém trabalhando para Jenny.

Ela não desiste muito fácil, não é?

Você desistiria de sete milhões?

Nem eu. Ninguém vai tirar isso de mim.

Ninguém!

Entendo.

Entre, está aberto.

Sim. Avise-me se descobrir algo.

Obrigado, adeus. Manterei contato.

- Quem é esse? - Você, exatamente.

Não parece nada comigo.

- Achou alguma coisa? - Ele estava na festa...

e mais 70 pessoas que juram que não saiu de lá.

- Você está certo. - O quê?

Sua boca é mais fina e o queixo está errado.

- O que mais fez? - Falei com a polícia.

Acharam uma cápsula no gramado de uma pistola de tiro ao alvo.

- Arma profissional. - Bem pensado.

Então Mark Lindley contratou um pistoleiro.

Ele está até aqui de álibis.

Devemos procurar por um profissional e sei quem pode ajudar.

O que foi aquilo? Quem é aquela? Quem?

Mandy? A mulher da limpeza. Faz compras também.

- Seus aristocratas! - Boa garota, um pouco descuidada.

Deixe o apartamento sujo, assim ela vem mais vezes.

- Vou lhe arrumar uma. - Agora?

Vamos ver um homem a respeito da arma.

- Por que parou num estacionamento? - Andar a pé aumenta o apetite.

Você caminha, eu fico com o apetite.

Não, vamos ver o fazendeiro, ele compra e vende...

- Vegetais, frutas...? - Não, informação.

Não pode pagar uma fazenda, este é seu escritório.

- Aqui está nosso amigo. - Este é o fazendeiro?

- Bom dia, fazendeiro. - Bom dia, Vossa Senhoria.

- E a colheita? - Devagar. O frio atrapalhou.

Este é um amigo meu.

- Sr. Danny Wilde. - Encantado.

Americano. Às vezes tem dinheiro, às vezes não.

Vive tão bem que ninguém nota a diferença.

- Jura? Com quem anda falando? - Deve ter lido sua correspondência!

Saber das coisas é meu negócio. Posso ajudá-los?

- Quem são os pistoleiros nesta cidade? - Muitos dos hooligans...

atiram por diversão, mas muito independentes.

Se quiser um assassino qualificado, sai caro.

Mas vale cada centavo. Nunca erram.

- Foi um desses. - Todos erram uma vez.

Queríamos que descobrisse quem atirou em Jenny Lindley.

- Condições normais? - 100 guinés.

110 agora, Vossa Senhoria.

Inflação, arruinando o país.

- Tudo bem, pagamento na entrega. - Entrarei em contato.

- Obrigado, fazendeiro. - Adeus, fazendeiro.

A propósito, sabiam que estão sendo seguidos?

- Por quem? - O cara no banco.

Veio atrás de vocês e ficou olhando desde então.

Por mais 5 guinés lhe digo quem é.

Ponha na conta.

Detetive particular, Peter Hayward.

De pequeno porte, mas tem ambição de ser grande.

Qualidade perigosa.

Verdade, fazendeiro, veja o Brutus.

Bom relatório, bem completo.

Obrigado, Sr. Lindley.

Acredita que Wilde e Sinclair trabalham para minha irmã?

Estou certo disto.

Ok, lhe direi como quero que cuide do caso.

Enquanto isso, fique de olho neles.

Telefone a cada hora.

Pode ser necessário fazer algo hoje à noite.

Mark?

Não faça nada arriscado, não facilite.

Você já provou para a Corte, o direito é seu.

Por que continuar se defendendo?

Enquanto Jenny ficar questionando, haverá dúvidas.

Não importa o que a Corte disse, ela continua remexendo a lama.

- Não pode afetá-lo. - Pode sim.

Estão dizendo que sou uma fraude, terei sorte se conseguir.

- O que isso importa? - Importa para mim.

Mark, nunca perguntei antes e você nunca me disse mas...

Até você?

O que disser, acreditarei.

Maggie, eu sou Mark Lindley.

Não acredito e nunca acreditarei. Ele é um impostor.

Tem certeza de que a evidência é irrefutável?

Sim, infelizmente. O caso é demasiado perfeito.

Nem um único ponto foi esquecido.

Exatamente como um ator, que ensaiou muito bem seu papel.

Conseguiu algum progresso?

Nada demais para uma Corte de Justiça.

Tentaram matá-la duas vezes, devem estar preocupados.

Se provássemos que ele está por trás, então teríamos algo.

É o que estamos tentando fazer. E qual sua linha de investigação?

Nossa melhor pista era a Srta. Walters.

Foi a babá de Mark até os 5 anos, depois cuidou de Jenny.

- Ela poderia ser muito útil. - Infelizmente não pode.

Morreu num acidente de carro pouco antes da audiência.

Deixou parentes, amigos? Qualquer um que ela confiava?

Poderia valer a pena investigar.

Vou informá-los se conseguir algo.

- Obrigado. - Só uma coisinha, quem está pagando?

- Como disse? - Jenny não tem dinheiro.

E esse tipo de operação custa caro.

Eu mesmo pago todas as despesas.

Por quê?

Eu era representante das Indústrias Lindley.

Eu era muito bem pago. Esse tal Mark Lindley me despediu.

- Satisfeito? - Sim, estou. Obrigado.

- Posso levar isto? - É claro.

Adeus.

Ficaremos em contato.

Agradeço o que estão fazendo. Adeus.

Obrigado.

Muito bem, o que foi aquilo?

O que é melhor que um piquenique?

- Prossiga. - Metade de 7 milhões.

- Do que está falando? - Conron é o advogado há anos.

Ele conhece todos os segredos.

Ensina um cara a ser Mark Lindley, dá-lhe todos os documentos oficiais.

Um pouco estranho.

Conron irá interrogá-lo.

Fará as perguntas que sabe as respostas.

Procedimento normal.

E sobre perguntas que eles não fazem?

- Acho um pouco forçado. - É uma possibilidade, certo?

Sim... um possibilidade.

Mas por que ainda está ajudando Jenny?

Sabe o que ela está fazendo e pode brecar algo que ela vá fazer.

Creio que possa ser. Até os atentados contra Jenny.

Exatamente, com sua morte não se perguntará mais nada, papa.

- Até agora. - Por que até agora?

Pois se estiver certo, terão que ter cuidado com nós.

Não é muito mas eu o chamo de lar.

Não tropece no trono.

- Não deixei as luzes acesas. - Tem convidados.

Hayward tinha a chave mestra, pareceu inútil esperar lá fora.

Não se importa, não é?

- O que você quer? - Direto ao ponto.

Daniel, pode me dar num motivo para não colocá-los para fora?

- É um bom motivo. - Isso não vai demorar.

- Esperamos que não. - Hayward os tem seguido.

- Ele não é bom nisso. - Nunca teríamos percebido!

Vocês têm falado sobre mim com meus amigos. Não gosto disso.

Fique longe dos meus negócios, entenderam?

Esqueceu algo: "ou então".

Sempre termina uma frase com "ou".

Então não os desapontarei. OU farei algo a respeito.

- O que tem em mente? - Até agora, tudo foi legalmente.

Quero continuar, posso obter um mandado

para afastá-los dos meus negócios.

Aproveita e verifica a legalidade do seu amigo portar uma arma.

Não avisarei novamente. Fique longe dos meus negócios.

E se afaste dos negócios da Jenny.

Sim, ela ficará aqui por uns dias.

Jenny não me interessa em nada.

Pouco galante.

Quem é você?

É muito difícil de se convencer, Jenny. Sou seu irmão.

A menos que planeja ficar, sugiro sair agora.

Acho que isso pede um drinque, Daniel. Fará as honras?

- Verificarei as mensagens. - O que prefere?

- Scotch. - O mesmo para mim.

'Boa noite. Meu nome é Angela e você foi selecionado para receber

'uma aula grátis de dança na Escola Leonard Langley'.

Ele bem que podia fazer, devia vê-lo dançando. Desajeitado?

'Brett, por onde anda? Estou esperando. Apareça.'

Minha contadora.

'É o Fazendeiro. Tenho a informação que querem.

'Estarei no Alexander Place à meia-noite.

'Apareçam. Até mais.'

Temos tempo. Jenny, isto pode ser importante.

Seu quarto fica ali.

E não deixe ninguém entrar. Até mais tarde.

Fazendeiro.

Linda noite, senhor. Tempo bom.

- Quem é ele? - Atende por Major.

Foi do exército. Mata por muito dinheiro.

Entendo porque gosta do serviço.

- Onde o achamos? - Bem ali, na casa da esquina.

- Está lá agora? - Desde as últimas duas horas.

Obrigado, fazendeiro.

Perdão, senhor.

O combinado era pagamento na entrega.

Pague o fazendeiro.

Você não é da mesma família?

- Obrigado, senhor. - Obrigado.

Cuidado com esse cara, ele é um vilão

Ouviu o fazendeiro.

Tenha cuidado. Estaremos aqui quando voltar.

Como vai a colheita este ano?

As maçãs estão boas? Os tomates...

Que lugar para por um sino. Como ia saber?

Deve verificar antes de tentar entrar.

Não sei no Bronx, mas nas escolas daqui

invadir casas não está no currículo.

Entre aí!

- Por que a porta está aberta? - Talvez nos espera.

O que fazemos agora?

Entramos.

Não vou entrar aí!

- É por isso que viemos. - Vamos entrar juntos.

- Ótimo, depois de você. - OK.

Há alguém aqui.

Acho que está certo.

Daniel!

Sim. Sinclair.

Boa tarde, sou secretária de David Conron.

Pediu para avisá-lo que localizou um parente da Srta. Walters.

Srta. Walters? A babá de Mark Lindley, certo?

Isso mesmo. Parece que ela tinha um diário.

Conron foi dar uma olhada. Se tiver uma caneta darei o endereço.

Sim, tenho uma aqui.

Pode dizer.

Harvester's Farm...

Church Lane, perto de Godalming, em Surrey.

Sim. Há quanto tempo o Sr. Conron saiu?

Há cerca de uma hora.

Uma hora? Muito obrigado. Até logo.

Onde será isto?

- Almoço. Eu mesmo cozinhei. - Que sorte.

- Que sorte? - Não tenho tempo para comer.

Conron pode ter achado alguma coisa. Vou encontrá-lo.

Isso contradiz a teoria de Danny sobre Mark e Conron.

Não totalmente.

Por que nos diria que achou algo?

É um bom disfarce.

Assim, ele nos conta tudo,

ganha uma hora para destruir as provas antes da minha chegada.

Ligue para Danny. Diga onde estou.

Devíamos limpar tudo isso,

mas você acha que alguma coisa pode ser útil

Que bom que guardou os diários da Srta. Walters.

Achei que poderia ler para meus netos um dia.

Quanto tempo sua tia morou com você?

5 ou 6 nos. Velhinha estranha. Secreta.

Por favor?

A maior surpresa foi quando morreu.

Herdei muito dinheiro.

Como pode ter poupado tanto sendo babá de crianças?

Não faço ideia.

Mas cada 4 meses, ela recebia um cheque gordo.

Bem, aqui estão. Diários de uma babá inglesa.

Talvez eu deva mandá-los a um editor.

Esses cheques que recebia, tem ideia de onde vinham?

Não. De alguma família pra quem trabalhou, eu acho.

Bem, estão aí. Vai ocupá-lo por dias.

Obrigado. Estou interessado no anos dos fatos.

- Estarei por aí se precisar. - Muito obrigado.

Obrigado.

- Você está bem? - Sim.

- Onde fica o telefone? - Na casa.

Cuide dele, trarei ajuda.

'... como pareceu urgente. Fui até lá encontrá-lo.'

- Alô? - Daniel?

Sim, estou na fazenda. Acho que o detetive de Mark

- tentou matar Conron. - Detetive? Isso explica.

Escute, preciso lhe dizer algo...

Recebi um recado de Jenny, ela foi se encontrar com Mark.

Ela está correndo grande risco.

Melhor ir atrás dela. Estarei aí assim que puder.

Certo. Até mais tarde.

Oh, Mandy? Posso falar-lhe um minuto?

É isto?

Sim, achei uma coisa, é absolutamente vital.

Aqui, olhe isto.

- Isso muda tudo. - Mais do que pensa.

Mark ligou para Jenny e pediu para encontrá-lo em casa.

- Ela foi para lá agora. - O quê?

Estou indo também.

Tem que detê-la. Faça isso!

Mark?

Mark?

Sim?

- Chegou cedo. - É um hábito.

- Quer uma bebida? - Não.

Não se importará se eu beber.

- Afinal, é tudo seu agora. - Já se acostumou com a ideia?

Oh, não, não. Nunca vou aceitar.

Você não sabe como é, Mark,

ter tudo um dia e nada no outro.

Não precisa ser assim.

Eu lhe ofereci uma renda. Poderia ter ficado com a casa.

Renda! Casa! Eu tinha tudo!

- Não quero sua caridade. - Não era caridade, Jenny.

Quero tudo, Mark. Não apenas pedaços. Tudo.

- Pertence a mim. - Não pertence a você.

Como posso fazer você acreditar?

Eu sou Mark Lindley.

Eu sei. Sempre soube.

E é por ser você...

tenho que matá-lo.

Sempre soube?

Esses atentados contra você... era falsos?

Tem que admitir que eram bem convincentes.

É estúpido!

Como explicará minha morte?

Todos acreditam que você quer me matar.

Contei a eles que você me chamou aqui.

Brigamos e a arma disparou.

Não adiante, Mark. Vou achá-lo.

Me solte. Me solte!

- Você está bem? - Acho que sim.

Ele estava me esperando. Tentou me matar.

- Isso diz tudo. - O que é isso?

O diário de sua babá. Esta é sua prima, Jean Fallon.

- Sua irmã morreu há mais de 20 anos. - Mentira!

- Gostaria de contar? - É tudo mentira!

Quando seus pais morreram, Jenny foi morar com sua tia, Sra. Fallon.

Ela tinha uma irmã, Jean. Quase da mesma idade de Jenny.

Pare, não é verdade!

Infelizmente, sua irmã morreu antes de completar um ano.

Não!

Então sua tia decidiu criar sua filha como Jenny.

Ninguém nunca questionou. A babá era a única que sabia.

Não é verdade?

Tenho sido Jenny Lindley por 20 anos, minha vida inteira.

Foi a Jean que morreu.

Minha mãe me dizia o tempo todo,

Jean morreu, morreu, morreu!

Ela queria que você ficasse com a fortuna Lindley.

E por que não? Eu mereço.

Mantive a Jenny viva. Não existe mais Jean Fallon.

O único problema era que Mark herdou a fortuna.

Oi. Perdi alguma coisa?

Não, só o final da coisa.

- Ei, o que houve com você? - Não, não o final.

Ainda pode ser minha, toda minha.

Ela está certa.

Falei que não tinha acabado.

Trabalhava para ela todo o tempo?

Dinheiro compra muito da lealdade.

- Certo, o que está acontecendo? - Explico mais tarde.

- Por que... - Acredite, tentarão nos matar.

- O que? Por que iriam nos matar... - Sente-se!

- Por que vão querer nos matar? - Eles não tem escolha.

Entendo.

- Fiz o que pediu. - O que fez?

Falei para os tiras me seguirem.

- Isso foi bem pensado. - Cercaram o lugar...

Posso ouvi-los chegando. Entre, Inspetor.

Não gostou dessa. Que tal a...

Sente-se!

Quer sentar-se?!

O dinheiro dela e minha lealdade sumiram.

Obrigado, doutor.

Qual essa de brigar com garotas?

- Bom, tenho mais vantagem. - Tem, né?

Na verdade, estas armas pequenas carregam poucas bolas...

e achei que ela já as tivesse disparado todas.

Em geral, este é o lugar onde o tiro é disparado.

Sem querer mudar de assunto,

quando usou aquela frase "Entre, Inspetor"

eu realmente ouvi passos.

Sabe, é engraçado, sempre ouço passos quando digo:

"Entre, Inspetor"

Mandy? O que ela faz aqui?

Mandy, querida, o Duque e eu queremos licor.

Está no armário.

- Poderia dizer por que ela está aqui? - Posso sim dizer.

Eu a contratei como mordomo, governanta, cozinheira...

Começo a perceber que você é o mais vil dos traidores.

Não estou com raiva, apenas magoado.

Vai superar isso.

- Há ganhadores e perdedores. - Sim, há.

- Muito obrigado. - Obrigado, Mandy.

Se eu fosse traidor como você, não falaria sobre o lutador.

- Que lutador é esse? - Vencedor Europeu de Pesos Pesados.

- Não conheço... quem é? - Terrivelmente ciumento.

- O marido dela. - Entendo. Está despedida, Mandy.

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