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SO OS COVARDES SE RENDEM
O Pent�gono. WASHINGTON DC. Deflagrou a guerra na Cor�ia.
Esses s�o os fatos, senhores. Estando preparados ou n�o,
gostando ou n�o, n�o nos deram outra op��o.
Nosso trabalho � abastecer a comand�ncia do extremo oriente
todas as unidades dispon�veis. Seu destino ser� a Cor�ia.
Quantos soldados pode fornecer o corpo de Fuzileiros Navais?
Convocando a reserva, concentrando todas as guarni��es, recrutas em treinamento,
destacamentos j� embarcados, pessoal da embaixada, teremos uma divis�o.
- M�os � obra imediatamente. - Assim faremos.
Do QG do Corpo de Fuzileiros Navais para todas as unidades de fuzileiros.
Destacamento de Fuzileiros USS Coral Sea para os QGs da Marinha.
Base naval, Balboa, zona do canal.
Para os QGs da Marinha, base naval, Kodiak, Alasca.
Para a frota do corpo de Fuzileiros Navais, Pac�fico.
Ao Tenente Coronel S.L. Corbett. USNC.
Ao agregado naval. Embaixada Americana. Belgrado, Iugosl�via.
Expresso do Oriente de Belgrado para Paris.
Para todos os centros de recrutamento do distrito.
ESTA � UMA FAM�LIA DE FUZILEIROS NAVAIS
Para o batalh�o da reserva do corpo de Fuzileiros. Denver, Colorado.
CENTRO DE TREINAMENTO DA RESERVA DO CORPO DE FUZILEIROS NAVAIS
Me vou em dez dias.
Um, dois, tr�s, quatro! Um, dois, tr�s, quatro!
- Lhe � familiar? - Querida, passou muito tempo.
Me sinto velho. Veja-os, s�o apenas garotos, crian�as.
Procurei esquecer o pior da guerra.
Mas, �s vezes � importante lembrar.
Bem, chegamos.
N�mero onze. � um n�mero especial.
Onze, o dia que nos conhecemos.
Vamos crian�as, des�am. A mam�e tem que sair primeiro.
Ol�, Capit�o! Bem-vindo ao bairro dos milion�rios.
Se precisar de alguma coisa � s� enviar um SOS atrav�s da divis�ria.
- Moramos do outro lado. - Obrigado.
- Capit�o Hansen se apresentando. - Ol� Hansen, sou o Knox.
- Seja bem-vindo. - Obrigado, senhor.
General, o Capit�o Hansen.
- Seja bem-vindo. Sente-se. - Obrigado, senhor.
- Cigarro? - N�o, obrigado.
Comandar� a Companhia Baker. Est� desfalcada,
- mas vamos resolver. - A Companhia Baker?
Mas nos �ltimos cinco anos me dediquei ao campo da eletr�nica.
Minha fun��o na reserva foram as comunica��es.
N�o estive numa Companhia desde a guerra.
Segundo sua folha de servi�os � um bom chefe de pelot�o. Pode dirigir uma Companhia.
- Mas n�o entendo por que eu. . . - Capit�o, n�o h� mais o que falar.
Foi designado chefe de Companhia. Tem o aval da sua atua��o na guerra.
Esse ser� o seu trabalho. Sargento Novak!
Descansar, sargento. Capit�o Hansen, Sargento Novak.
- Sargento. - Capit�o Hansen.
Serviu comigo na Isl�ndia. H� muito o conhe�o, � um homem de confian�a.
Ser� o sargento de artilharia da sua Companhia.
Ser� de grande ajuda para treinar os novos recrutas.
Programei uma reuni�o com os oficiais do meu batalh�o no anfiteatro � 5:00hs.
Espero te ver l�.
Sim, senhor.
Capit�o! � melhor trocar de uniforme. Tem muito a fazer.
- Ol�, Novak. - Ol�, Capit�o.
Capit�o! Nos vemos novamente. Sou Tink O'Grady.
- Paul Hansen. - Este � o meu oficial.
O Tenente Ortiz. E o Capit�o Charlie Kyser.
Como seu nome sugere, � da Companhia Charlie.
- Ent�o tem a Companhia Baker. - Sim.
Eu a Able. Somos vizinhos em casa e no trabalho.
N�o � mau.
Preparados! Aten��o!
Descansar!
Agora o Coronel Corbett. Um grande oficial, j� estive �s suas ordens.
Ordem de treinamento. Para todos os oficiais comandantes.
Assunto: Prepara��o para o combate.
Dada a urg�ncia da situa��o e em tempo t�o limitado,
os seguintes pontos ser�o cumpridos prontamente.
1 . Todo o pessoal estar� dispon�vel para a instru��o 24 horas por dia.
2. A prioridade do treinamento �: A, estado f�sico. B, coordena��o em armas
individuais e armamento adicional, canh�es antia�reos e tanques.
C, reconhecimento e patrulha. D, defesa de uma unidade e t�ticas defensivas,
conflitos noturnos inclusive. Assinado, D.R. Smith, por ordem do comandante.
Cumprirei at� a �ltima dessas ordens.
Meu objetivo � que este batalh�o esteja ao m�ximo no dia do seu embarque.
Voc�s todos trouxeram suas fam�lias. Se despe�am delas esta noite,
porque este batalh�o se delocar� 20 milhas at� as colinas e l� ficar�.
Ir�o para a zona de treinamento �s 5 da manh�. Isso � tudo.
Aten��o! Debandar!
Creio que o batalh�o permanecer� na zona de treinamento, enquanto ficarmos aqui.
- Isso mesmo, Capit�o. - Veja, trouxe minha esposa e filhos.
Como dirijo meu pr�prio carro e n�o dependo do transporte do batalh�o,
poderia regressar todas as noites � minha casa?
- Permiss�o negada. - Mas senhor, vim de Denver. . .
Capit�o Hansen, posso entender que quer estar com sua fam�lia.
Mas tamb�m sei que em breve estaremos numa situa��o onde
s� contar� a prepara��o para o combate.
Treinando o batalh�o com firmeza e no tempo dispon�vel,
espero que voltem todos para casa e continuem com sua vida familiar.
- Voc� entende? - Sim, senhor. Estava confuso,
- s� pensava na fam�lia. - � um fuzileiro, Hansen, n�o se esque�a.
Em guarda! Crave-a!
Chega! � propriedade pelo governo! N�o a desfa�a, s� atravesse.
Calma rapaz, com calma. Vamos!
Quantas vezes tenho que dizer para abaixar depois que lan�ar?
Mas como vou saber se acertei ou n�o, Sargento? De onde venho. . .
Nunca voltar� para casa se n�o aprender abaixar a cabe�a ap�s lan�ar.
Como voc� diz, mas ainda acho que n�o � assim.
Pr�ximo!
Relaxa. Quando ordenar, tente lan�ar o mais perto poss�vel do alvo.
Certo? Preparar. Anel. Preparar para lan�ar. Agora!
Deve fazer sem medo. Tome coragem, seja um fuzileiro, certo?
Pr�ximo!
- Pegue. Quando ordenar, lance. . . - Ei, sargento, eu sei como.
Consiste em dar um passo para tr�s, como se fosse uma escopeta carregada
e depois lan�ar a granada jogando o corpo para frente. Certo, Sargento?
Sim, vamos ver como faz.
Bom lan�amento, Mc Dermid.
Mas esqueceu de puxar o anel. V� agora busc�-la.
Recupera a granada! Vamos! Vamos! Vamos!
Haver� momentos, num confronto direto, em que s� poder�o
se defender com suas m�os. Ent�o aprender�o Jiu-jitsu.
O Jiu-jitsu busca a vantagem no desequil�brio.
Um homem desequilibrado � um homem derrotado.
Algum volunt�rio?
Farei uma demonstra��o.
Ok Mc Dermid, em posi��o de ataque.
Isto � normal. Resista.
Isto � Jiu-jitsu. Com um dedo posso desequilibrar um homem.
Empurrando numa dire��o em que n�o h� resist�ncia.
Bem Mc Dermid, tente comigo.
- Deixe-me ajud�-lo, Sargento. - Obrigado, garoto.
H� algo que seu pai esqueceu de dizer-lhe. Nunca seja volunt�rio.
Como eu dizia, haver� momentos num confronto direto em que
s� poder�o se defender com suas m�os.
Algum volunt�rio para demonstrar. . . ?
Estou pronto.
Venha aqui.
Diga-me teimoso, o que tenta provar?
Que sou t�o bom fuzileiro quanto qualquer um da minha fam�lia.
Vamos.
Prepare-se para atacar.
Relaxa, garoto.
Como eu dizia, o equil�brio � o mais importante.
Lan�a-chamas, em frente!
Primeiro pelot�o, em frente!
Tamb�m n�o consegue dormir?
Dia e noite.
Quanto tempo poder�o aguentar?
Quanto n�s aguentaremos?
Um, dois, tr�s, quatro! Um, dois, tr�s, quatro!
Um, dois, tr�s, quatro! Um, dois, tr�s, quatro!
Companhia!
Esquerda! Um, dois, tr�s, quatro!
Sargento Novak!
Assuma o comando. Que marchem mais um pouco e depois para os barrac�es.
Sim, senhor.
O coronel deu permiss�o para visitar a fam�lia esta noite. O que acha?
- �timo. Obrigado, senhor. - De nada. Embarcaremos amanh�.
Mas o que est� olhando? H� tempo de sobra, homem.
Digo para a minha m�e que vou para a Cor�ia ou espero chegar?
Espera. Assim contar� quanto enjoou.
PS: Vou para a Cor�ia.
Agora vem o dif�cil. Bala, percutor, corredi�a, martelo, ferrolho, gu�a.
O guia da mola de recuo.
- Onde est�? - Talvez j� tenha colocado.
Mas como poderia. O guia da mola de recuo vai com a mola de recuo.
Est� aqui. Por qu� n�o consegui achar?
Porque ainda n�o � um fuzileiro, garoto. Como dizem no ex�rcito,
um fuzileiro � como uma arma semi-autom�tica. Bem engraxada, precisa, sempre carregada.
Que ningu�m pode deter. Voc� entende, pirralho?
Volta, Paul.
Tem que voltar.
Eu volto.
- Bom dia, Ranger. - Bom dia, senhor.
- Bom dia, Charlie. - Bom dia.
- Bom dia, Tink. Hansen. - Bom dia.
Estou esperando a Companhia Baker terminar seu treino de tiro.
Quem est� atirando agora?
N�o sei, senhor. Vou averiguar.
Um momento, Capit�o.
- H� quanto est� no comando? - Desde que vim para o batalh�o, senhor.
Na minha opini�o, se n�o consegue identificar os seus homens n�o deveria continuar no comando.
Espero que meus oficiais da Companhia saibam o nome, folha de servi�o e
capacidade de todos seus homens. Deveria saber mesmo de costas.
Pode seguir.
Sim, senhor.
O Hansen � um bom oficial, senhor. Mas ainda n�o se situou.
H� muitos como ele no batalh�o. Veteranos da guerra anterior.
Rapazes sem experi�ncia de combate. Homens inexperientes.
O Hansen tem esposa e dois filhos. Jogar� com seguran�a.
Demasiada.
- Ok Mc Dermid, entre. - O que foi, Sargento?
Entre, entre.
Descansar.
- Voc� � o Mc Dermid? - Sim, senhor. James W.
Espero n�o ter feito nada errado. N�o posso cometer erros.
- S�rio? Por que n�o? - Devo ser t�o bom quanto meu irm�o.
- Quem �? - Tenente Peter P. Mc Dermid.
- Do Corpo de Fuzileiros Navais. - Entendo.
Tamb�m quero ser t�o bom fuzileiro quanto o resto da minha fam�lia.
- O resto da sua fam�lia? - Todos os Mc Dermid s�o fuzileiros.
Meu pai foi fuzileiro na Primeira Guerra Mundial. Talvez o conhe�a, senhor.
N�o sou t�o velho. Meu primeiro contato com o corpo foi na Segunda Guerra Mundial.
Ent�o talvez conhe�a o meu irm�o, Bobby. Robert S. Morreu em Iwo.
Estive l�, mas n�o o conheci. A idade est� correta, 17?
N�o, n�o senhor. Completei 18 h� algumas semanas.
Como parte de uma fam�lia como a sua, n�o seria problema se alistar.
Com meu pai n�o houve problema, mas foi muito dif�cil convencer minha m�e.
Tendo perdido o Bobby e com o Freddy j� na Cor�ia, n�o gostou da id�ia.
Talvez porque sou o mais novo dos tr�s.
Que posto foi atribuido ao Tenente na Cor�ia?
� um oficial de reconhecimento. Acho que foi um dos primeiros fuzileiros a chegar.
- Talvez logo o veja. - Espero que sim.
A �ltima vez que me viu, eu era um garoto.
Obrigado Mc Dermid, isso � tudo.
Espere um momento.
N�o, vire-se.
Coloque o gorro.
Pode ir, Mc Dermid.
Seguinte. Ei, Mc Dermid!
- Como foi com o Capit�o? - Bem, bem. � muito agrad�vel.
Embora um pouco estranho.
Prestem aten��o! Prestem aten��o!
Fala o Coronel Corbett.
�s 6:30hs da manh�, nosso batalh�o atacar�.
Faremos um desembarque anf�bio em Inchon. Esta opera��o � parte de um plano
mais amplo de reconquista da capital sul-coreana, Seul.
� poss�vel que a nossa incurs�o atraia o fogo inimigo, mas
tenho muita confian�a neste batalh�o.
Nossa for�a reside no trabalho em equipe e coopera��o.
Tiveram um excelente treinamento.
Lembrem o que aprenderam e sair�o dessa vivos.
Boa sorte e que Deus nos ajude.
Bem dito, senhor.
Se o bombardeio a�reo e naval enfraquecer suas posi��es na praia,
essas palavras se far�o realidade.
Dispare!
Aten��o! Equipes n� 1 e 2, preparem-se para embarcar!
Equipes n� 1 e 2, prepare-se para embarcar!
Fa�a aquela rocha em peda�os! N�o restar� nem uma mosca quando chegarmos!
Se n�o tomarem cuidado, afundar�o a ilha.
J� n�o sei nem onde est� meu est�mago.
A� v�m os p�ssaros!
Vejam isso.
Rapazes, deixem algo para n�s!
Barca�a n� 1, preparada para embarcar.
Nos vemos na praia.
- Equipes 1 e 2, des�am! - Vamos l�, vamos.
Abaixe a cabe�a Logo vai ver.
Tem que levantar a escada quando chegarmos � parede.
A cabe�a abaixada.
Saiam! Vamos, fora, fora!
O corpo abaixo!
Vamos, vamos!
N�o parem! Mc Dermid, mexa-se!
Mexa-se, Mc Dermid!
Tirem as mochilas!
Confira como v�o as Companhias. Comunique com o navio do Comandante.
- Coronel, manobra conclu�da. Cambio. - Que resist�ncia encontraram? Cambio.
Acabamos de desembarcar, logo terei o relat�rio das Companhias.
Por hora, a resist�ncia parece moderada e as baixas m�nimas.
Bom trabalho, Steve. Continua se movendo.
Tenham a posi��o consolidada �s 8:00hs. Cambio.
Assim ser�, cambio final.
As Companhias Able e Charlie progridem bem.
- O que h� com a Companhia Baker? - Est� detida. O Hansen pediu
- apoio de fogo naval na colina. - Ficou louco?
Paralise o pedido, falarei com ele.
O que o impede de avan�ar?
Espero que o fogo naval enfraque�a essas colinas.
Tarde demais para isso, h� Companhias no lado leste da colina.
O fogo naval mataria eles. Ponham-se em marcha.
- Mas. . . - Aqui n�o pode jogar com seguran�a.
Mexam-se! Mexam-se!
Vamos fuzileiros, prontos para lutar!
Vamos molhar os p�s, Mc Dermid!
Com cuidado. Podem carregar bombas.
- Hansen. - Sim, senhor?
V�o ficar aqui. Esta noite haver� novas instru��es.
Certo, senhor.
- Como foi? - Bem, senhor.
- Quais s�o as ordens? - Ficamos esta noite, Sargento.
Bem, senhor. Muito bem rapazes, acabou a limpeza por hoje.
Vamos acampar!
Bem senhores, o Knox vai explicar o plano geral da opera��o.
�s 7:00hs da manh�, nos deslocaremos para ocupar o terreno daqui a Seul.
Incluindo esta �rea. Depois cruzaremos o rio Han.
Uma vez conseguido nos deslocaremos para a cidade da parte alta.
O objetivo final ser� esta �rea perto da capital.
- Alguma altera��o no apoio a�reo? - N�o, t�m o necess�rio.
Tentem descansar seus homens. H� muito trabalho pela frente.
- Alguma pergunta? - N�o, senhor.
Isso � tudo.
Major Knox, sabe quando chegar� o primeiro correio?
N�o, Hansen. N�o me informaram.
- Major Knox. - Sim, senhor?
� melhor amanh� estar com a Companhia Baker.
Coronel Corbett, a Companhia Baker hoje trabalhou bem. Como o batalh�o inteiro.
N�o temos enfrentado dificuldades reais.
- Boa noite, Capit�o. - O qu�? Ol�, como v�o as coisas?
- O mar de calma. - Sim.
� melhor descansar, vai precisar.
Mc Dermid, solicitaram uma lista dos prisioneiros que capturamos.
Sabe quem fez o pedido?
O Tenente Mc Dermid.
- O Freddy? - Sim.
- Disse que eu estou aqui? - Isso ser� melhor voc� fazer.
Se quiser ir v�-lo, por mim tudo bem.
N�o, n�o posso ver o Freddy. Agora n�o.
Ainda n�o.
Certo filho. Talvez mude de ideia.
Tudo controlado, senhor.
D� uma olhada nesses edif�cios. V�o os dois.
Sim, senhor. Vamos!
Hansen! Me ponha com o O'Grady, da Companhia Able.
Bom trabalho, merecem um descanso. Fiquem aqui.
Bem, senhor.
- Essas ruas est�o limpas, Capit�o. - Ficamos aqui, Sargento.
Sim, senhor. Verifiquem a muni��o dispon�vel. Vamos!
Me d� permiss�o para ir ver o meu irm�o? Eu adoraria.
- Permiss�o concedida, Mc Dermid. - Obrigado, senhor!
Mc Dermid, venha aqui. O que pretende? Quer ser morto?
Agora n�o, Sargento. Agora n�o. Tenho um encontro com um oficial.
O correio chegou.
- Obrigado, Tink. - Aproveite.
- Como est�o seus filhos? - Meus filhos est�o bem, senhor.
Deve ser maravilhoso ter fam�lia.
Gostaria de ter uma.
Voc� tem. Ao seu redor.
Sim.
Vou ao quartel general perguntar o que espera esta fam�lia.
Venha comigo.
- Mc Dermid! - Pare. Um dos seus homens?
Sim, senhor. Hoje fez um trabalho extraordin�rio.
- Aonde vai? - Ao quartel general, senhor.
Suba. Chegaremos r�pido.
Dei permiss�o ao Mc Dermid para ir ver o seu irm�o.
Pertence � Companhia de reconhecimento.
Tive um Sargento Mc Dermid sob comando. Diria que foi em Canoa.
- Era ele, senhor. Divis�o 40. - Quando o ver, cumprimente por mim.
Claro que sim, senhor.
Desculpe, senhor. Como � coronel,
como um soldado deve cumprimentar um oficial se o oficial � seu irm�o?
Acho que n�o deveria se jogar nos seus bra�os.
- Obrigado por me trazer, Coronel. - De nada, Mc Dermid.
Vamos, tire o jipe daqui. Leve-o para a esquina.
"Semper Fi''.
Sargento, sabe onde posso encontrar o Tenente Mc Dermid?
N�o. Siga em frente! Diabos, siga!
Desculpa senhor, estou procurando o Tenente Mc Dermid. Sabe onde posso encontr�-lo?
- Por alguma raz�o em particular? - Sim, � meu irm�o.
- Virando a esquina. - Obrigado, senhor.
Onde est� a fronteira com a Manch�ria, Coronel?
Do nosso ponto de partida na costa leste tem que atravessar o norte da Cor�ia.
Sargento!
- Onde est� o meu jipe? - Virando a esquina, senhor.
Posso fazer algo por voc�, filho?
Creio que agora posso dar-lhe um abra�o.
- De onde sairam estes coreanos? - Sul-coreanos, garoto, sul-coreanos.
� animador ver esses rapazes. Sim, d� sentido para tudo isso.
O Norte contra o Sul. E esta vez lutamos do lado certo.
- O que eles disseram? - Falavam de um boato incr�vel.
Segundo eles, o general McCarthur disse que estaremos em casa no Natal.
- Em casa no Natal! - N�o fique animado.
Estavam meio desorientados, nos confundem com o ex�rcito de terra.
- Voc� ouviu isso? - Mas � claro. Natal!
- Ouviu as not�cias? - A guerra est� quase no fim.
- Voltaremos para casa no Natal. - Acabamos de ouvir.
O Coronel disse. N�o � maravilhoso?
Desculpa, Sargento.
Quando nos pusermos em marcha, quero ficar na frente.
- J� esteve na frente ontem. - Quero fazer hoje novamente.
Rapaz, n�o sei o que voc� tem, mas se tenta acabar como o seu irm�o. . .
Quero ficar na frente. Eu gosto de estar l�.
Certo.
Calma, garoto.
- Como est� tudo? - Por hora bem, Coronel.
Quero dar uma olhada quando chegarmos ao topo da colina.
- Est� muito f�cil. - Aonde vamos parar?
Montaremos acampamento pr�ximo a Yudam-Ni. Logo chegaremos.
Deve ser frio l�.
D� uma olhada naquela cabana.
J� chega. Tem um tanque no seu interior.
Continue caminhando. N�s n�o lhe interessamos, quer os caminh�es.
Smith, aja normalmente. Chame rapidamente o Major Knox.
Diga-lhe para ordenar para a coluna se proteger.
Tem um tanque inimigo � direita da estrada.
Protejam-se!
Fiquem protegidos!
Avante!
Radiofonista!
Destru�ram a coluna. Radiofonista!
Major Knox, me recebe?
Coronel? O tanque tem como objetivo os caminh�es. Estamos protegidos.
A Companhia Able tenta rode�-los.
Certo. Tentaremos acertar com a bazuca daqui. Cambio final.
Muito longe para acertar.
Tem que avan�ar para obter melhor posi��o. Lancem uma bomba de fuma�a!
Vamos para a bazuca!
Vamos, Mc Dermid!
Traga a bazuca.
Acabou, filho.
Mc Dermid! Sabe dirigir?
- Pode dirigir um jipe? - Sim, senhor.
- Hansen! - Sim, senhor.
Perdeu um homem. A partir de agora ser� meu motorista.
Demonstrou sua coragem em combate.
- Estes soldados s�o chineses. - Chineses?
- O que est�o fazendo aqui? - N�o sei.
N�o sei.
Desculpa, senhor.
Como vai, filho?
Bem, Capit�o. O Coronel pede sua presen�a para uma reuni�o do batalh�o.
Quer que o espere, senhor?
Logo n�s vamos, Cabo.
Jimmy!
Shorty! O velho Andy! Como v�o, rapazes?
Muito bem, Cabo. Deve ser bom dirigir em vez de andar.
Se quiser te reservo um lugar.
Jimmy, estamos carentes de v�veres e pensava. . . Esse � meu garoto!
Veja se traz algo quente. Estou congelado da cabe�a aos p�s!
Pare de reclamar! N�o queria ver o mundo?
- Sim, mas em outras esta��es. - Mc Dermid!
- Sim, senhor. - Vamos, Cabo. Sargento.
- �s suas ordens, Capit�o. - Continuem buscando seu rastro.
Que todos os homens voltem antes de anoitecer, ok?
Arranque Cabo!
Muito bem. Temos que seguir rastreando. cada um na sua �rea. Com consci�ncia!
Estamos aqui, em Yudam-Ni, no lado leste do p�ntano.
A 60 milhas do Rio Amarelo, na fronteira com a Manch�ria.
A 65 milhas do mar.
E a �nica via de abastecimento terrestre � esta estrada mediocre.
Algum contato com o inimigo?
- N�o, senhor. N�o apareceu. - E com voc�?
Correm muitos boatos, mas nenhum coreano, senhor.
- E voc�, Paul? - N�o sei se chamo de contato.
Vimos for�as inimigas patrulhando essa �rea aqui, mas se esquivaram.
- N�o quiseram atirar. - Chineses ou norte-coreanos?
N�o h� maneira de saber, senhor. Tentamos persegui-los, mas
quem quer que fossem, desapareceram.
J� aconteceu algumas vezes ultimamente e n�o estou gostando.
Estaremos aqui os pr�ximos dias.
Se o inimigo chega nas nossas posi��es, acabar�o conosco.
Lembrem disso e n�o relaxem. Alguma pergunta?
S� mais uma coisa. Quero que todas as unidades fiquem em contato.
Assim, a qualquer momento todo o mundo sabe o que est� acontecendo.
- Est� claro? - Sim, senhor. - Isso � tudo.
Mandem o Mc Dermid vir. Paul, espere um pouco.
Senhor?
- Sim, senhor? - Descansar Cabo.
Sair� para Hen Hong com o helic�ptero do correio amanh� de manh�.
- Volta para casa. - Volto para casa? Por qu�?
Sua m�e pediu ao Presidente, dado que j� perdeu dois filhos em combate.
Minha m�e? O Presidente? N�o entendo, senhor.
Sei que seu irm�o morreu aqui na Cor�ia.
Mas n�o sabia que seu outro irm�o morreu em Iwo Jima.
Agora � o �nico sobrevivente dos tr�s, Mc Dermid.
Tem uma grande responsabilidade. Para perpetuar o nome da fam�lia,
seus pais t�m o direito de solicitar o seu retorno.
Assim, o Presidente aceitou o pedido da sua m�e.
Volte para casa, filho.
Mas n�o quero ir, Coronel. Aqui � o meu lugar. Esta � a minha unidade.
Desculpa Cabo. Ir� amanh� de manh�.
- N�o pode fazer nada, Capit�o? - Desculpa filho. Uma ordem � uma ordem.
D� permiss�o para me juntar � Companhia e passar a �ltima noite com meus amigos?
Claro.
Formamos uma boa equipe contra o tanque. Sempre me lembrarei disso.
Obrigado, senhor.
Vou sentir sua falta.
Olha se v� algu�m.
N�o tenho certeza.
�s vezes penso ver algu�m e depois parece que foi uma ilus�o.
Vou sentir falta de voc�s, rapazes.
N�o deixar� o corpo de fuzileiros. Estaremos juntos de novo.
Claro. De qualquer forma, iremos para casa no Natal.
- Hansen. - Alguma novidade na sua �rea?
N�o posso ver nada, mas posso sentir que h� algu�m na minha frente.
Fique alerta. S� ou�o chin�s nas comunica��es do r�dio.
Assim ser�. Passe o aviso, alerta m�ximo.
Alerta m�ximo. espalhe o aviso.
Alerta m�ximo. espalhe o aviso.
Alerta m�ximo. espalhe o aviso.
Alerta m�ximo. espalhe o aviso.
Alerta m�ximo. espalhe o aviso.
Coronel, abriram caminho atrav�s da Companhia Able.
Tentaremos fechar, mas precisamos de ajuda.
Certo, Paul. Ponham-me com a Companhia Able.
- Companhia Charlie espera suas ordens. - A Companhia Able, senhor.
Um momento. Aonde est� o O'Grady?
O Capit�o est� gravemente ferido.
O inimigo rompeu nossas linhas.
- Assuma o comando e feche a lacuna. - Companhia Charlie esperando, senhor.
- Bem. - Chamam do regimento.
- Corbett. - Como est�o as coisas a�?
Resistimos, senhor. Embora precisando uns refor�os.
Todos os homens est�o lutando.
Estamos rodeados de chineses por todos os lados.
Ter� que aguentar com os homens que disp�e.
Sim, senhor. Como est� de muni��o para armamento leve? Est� acabando.
Corbett, Corbett, responda!
O que foi, Corbett?
Um pequeno problema. E quanto a muni��o?
- Todos precisam de muni��o. Tem que esperar pelo fornecimento a�reo. - E quando ser� isso?
Assim que for poss�vel um lan�amento preciso.
Resistam e boa ca�a.
- De onde sairam? - H� milhares de mortos.
- Quanto tempo pode esperar? - Irei imediatamente, Coronel.
N�o levantem a cabe�a, me d� mais muni��o.
Acabaram.
Muni��o! Muni��o!
Muni��o! Muni��o!
Precisamos de muni��o!
Passe o aviso. Calar baionetas.
Calar baionetas. Espalhem o aviso.
Calar baionetas. Espalhem o aviso.
Calar baionetas.
Calar baionetas.
Que os avi�es cheguem. Que cheguem!
Sim, como disse o coronel, Iremos para casa no Natal.
� melhor nos prepararmos.
Atr�s da muni��o!
Vai buscar a muni��o!
Vai buscar a muni��o!
Chamam da Comand�ncia. Novas ordens, senhor.
Novas ordens!
Depressa!
- Cessar fogo! N�o atirem! - N�o atirem!
Algum ferido aqui?
S� na nossa frente, senhor.
Capit�o, parece que esta manh� n�o poderei ir para casa, certo?
Acho que n�o, Mc Dermid. N�o creio que possam busc�-lo hoje.
� uma pena.
- Bom dia, rapazes. - Bom dia, senhor.
Bom dia, Coronel.
- Bom dia, rapazes. - Bom dia, senhor.
- Lhes demos uma boa li��o. - Claro.
- Caf�, Coronel? - N�o, obrigado.
- Bom dia, rapazes. - Bom dia, senhor.
- Corman, Quero ver o doutor. - Sim, senhor.
- Como est� o Capit�o O'Grady? - Parece muito mal, senhor.
Sim, Coronel?
Doutor, pode colocar os feridos em caminh�es para desloc�-los?
Desloc�-los? Para onde vamos, senhor?
Estamos indo. Ordenaram que recuemos.
Recuar? Nos retiramos?
Retirar, nunca. Apenas atacaremos em outra dire��o.
Foi o que disse o general e � o que eu digo.
Caminhamos 65 milhas para enfrentarmos 100.000 soldados chineses.
E saimos daqui como fuzileiros, mas n�o inc�lumes.
Sa�mos com nossos feridos e nosso equipamento.
Mas isso eu prometo.
Enquanto houver um fuzileiro vivo que possa disparar um fuzil,
nenhum fuzileiro ser� abandonado.
Corman, como est� o Capit�o O'Grady?
Enquanto manter isso no alto, ficar� bem.
Persiga-os Mc Dermid, persiga-os!
Vamos, pegamos eles! Mexam-se, mexam-se!
Revis�o de p�s congelados! Mexam os p�s!
Muito bem, continuem assim.
� isso. Em movimento.
Como vai? Bem?
Movimentem.
Mexa-os.
Sente eles? Tire as botas.
Vamos, mexa os p�s!
� isso. Os bra�os tamb�m.
Est�o bem, rapazes?
Muito bem.
- Mexa-os. Sente eles? - Claro.
- Certo. Mexa-os. Bem? - Sim.
Tem que esquecer seu orgulho e dizer ao Sargento.
- Cale-se. - Andy, tem os p�s congelados.
N�o sente nada al�m de dor. Quer que te cortem as pernas?
N�o seja est�pido. Diga, vamos!
J� chega, pequeno. Eu j� disse antes e repito agora.
Se disser uma palavra disto, atravesso a sua cabe�a.
Certo.
- Queria me ver, senhor? - O que temos?
S� tenho dois pelot�es capazes de disparar.
Mas cada vez ser�o menos.
O que os chineses n�o conseguiram, o tempo far�.
Vinte por cento congelados e dez por cento feridos.
E os ca�dos.
� melhor voltar e cuidar do seu pessoal.
- Paul. - Senhor?
Tome cuidado.
- Como est�, Mc Dermid? - Bem, preparando minha volta pra casa.
Bem feito. Aonde vai com essa muni��o?
Tem uma metralhadora que est� me esperando. Desculpa, senhor.
- Como est�o, rapazes? - Bem, senhor.
- Sente-se, sente-se. Como vai, Devine? - Minha cabe�a d�i, Capit�o.
Fico feliz que n�o � nada s�rio.
N�o fiquem parados, rapazes. Vamos, mexam-se.
- Corman? - Sim?
- Como est� o Capit�o O'Grady? - Permanece est�vel, senhor.
Muito bem. Podemos seguir. Os fuzileiros ingleses limparam o caminho.
Corman!
Corman!
N�o se preocupe, senhor. Est� bem, s� atordoado.
Os chineses nos preferem feridos do que mortos.
Sabem que cuidamos deles e que isso nos atrasa.
- Mancando, Coronel. Congelou? - N�o se preocupe, estou bem.
Fique alerta.
- O que foi? - Quebrou o carburador. N�o andar�.
- O que carrega? - Material da intend�ncia.
Separe-o imediatamente e queime. N�o deixe nada para o inimigo.
Hansen!
Sim, senhor?
Aonde vai?
Alguns feridos subiram a colina. Tentaremos traz�-los de volta.
Se apresentaram como volunt�rios.
Capit�o Hansen.
Se est� querendo volunt�rios, senhor, gostaria de acompanh�-lo, se n�o se importa.
Bem-vindo, Tenente. Vamos!
Quem s�o, Coronel? A que corpo pertencem?
S�o fuzileiros. Fuzileiros brit�nicos.
Est�o muito longe de casa.
Devine, h� trabalho para fazer. Ajuda trazer os suprimentos.
Trazer os suprimentos? Trazer os suprimentos!
N�o v�.
Por que n�o posso ir?
Traga a maca, vamos.
- Mc Dermid? - Ol� Capit�o. Sabia que algu�m viria me buscar.
Vamos tir�-lo daqui, filho. E o levaremos para casa.
Traga uma maca aqui.
Sim, Coronel. Transmitirei a mensagem. Cambio final.
Nos aproximamos de uma pequena pista de aterrizagem.
Os C-47 nos esperam l� para evacuar os feridos.
O primeiro batalh�o sair� da estrada para estabelecer
posi��es defensivas naquelas colinas.
Coronel, Coronel! Corman, Corman!
Mantenha a coluna em marcha.
Manda o Knox vir. Tem que assumir o comando.
O Major Knox est� morto, senhor.
Tire-o.
Fa�a o que puder. Mas r�pido!
Calma Coronel, calma.
Come�ar� doer quando passar o efeito da morfina.
- Novak. - Chegamos na pista de aterrizagem.
Tem um pequeno orif�cio no ombro. Mas sairemos desta.
Aonde est� o Major Knox?
Entendo.
Viu o Capit�o Hansen?
N�o, senhor. N�o voltou.
E o Tenente Ortiz?
Foi atr�s do Capit�o Hansen.
Tamb�m n�o voltou.
Aonde est� o meu batalh�o, Novak? Aonde est�o meus rapazes?
Alguns est�o nas colinas.
Outros est�o aqui, esperando para serem evacuados.
N�o sei onde est� o resto. N�o sei.
Hansen, est� bem?
Resista, resista Ortiz.
Acabe com eles. Vamos Hoolagy, aonde est� o Hoolagy?
Kyser, Hansen! Aonde est�o? Aonde est�o?
Todos se foram, Tink. Todos se foram.
Senhor, aonde est� o posto de comando do batalh�o?
Bem aqui.
Sabe operar um r�dio?
Meu posto na reserva era nas comunica��es, lembra?
Ent�o m�os � obra. Passe a not�cia que o primeiro batalh�o se formar� aqui.
Diga que abriremos caminho para o mar pela mesma via que abandonamos.
Se o inimigo por obst�culos, atravessaremos.
Se destroem nossas pontes, construiremos outras.
Se tentarem nos deter, passamos por cima deles.
Faremos eles recuarem com fuzis, baionetas, granadas e
com os punhos se necess�rio. Mas chegaremos ao mar.
E o faremos lutando.
PORTO DE HAMHUNG: 4 MILHAS
SIGA AS SETAS PARA A �REA DE EMBARQUE
Ei amigo, que corpo?
Primeiro batalh�o, Fuzileiros dos Estados Unidos.
Retirar-se, nunca!
Nossos agradecimentos ao Departamento de Defesa e ao Corpo de Fuzileiros
dos Estados Unidos por nos permitir utilizar imagens reais de combate
e pela sua ajuda e coopera��o, que tornaram poss�vel
a realiza��o deste filme.
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