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Ei, Hank!
Ol�, xerife. A tempestade me deixou tenso, fiquei sobressaltado.
- Que horas chega a dilig�ncia? - Meia-noite, mas a tempestade...
...ir� atras�-Ios. - A ponte est� encoberta.
Ter�o que esperar a tesmpestade passar. Tem um quarto?
Cavalguei a noite toda, quero dormir um pouco.
- Espera ter problemas? - Sempre espero.
Tem algum lugar aqui que eu possa ver a sala toda?
J� entendi.
- Myro, v� aquele buraco? - Sim.
S� precisa puxar o pano e ver� esta sala toda.
N�o podia ser melhor! Avise quando a dilig�ncia chegar.
Eu toco o sino.
- H� duas camas, pode escolher. - Boa noite, ent�o.
Que noite horr�vel!
Quero um quarto com aquecedor. Estou congelada!
- E quero ch� quente! - H� aquecedor em todos.
Eis a chave.
Assinem Sr. E Sra. Bem aqui...
Imagino que queiram a su�te nupcial.
- Quanto? - S�o 2 d�lares.
� o melhor quarto da casa.
Por favor, sem muito barulho. O senhor ao lado acorda �s 5 h.
Ol�, Hank!
Estou ensopado!
Guarde bem. Tem 4 mil d�lares a�.
- Da �Itima entrega de ouro. - Aqui est� seguro.
Para roubar, teriam que carregar o cofre.
At� amanh�, Hank.
Diga, meu jovem. O que foi?
- N�o consigo achar. - N�o?
- N�o. - E o que foi que perdeu?
N�o perdi nada!
Bem...
E o que � que n�o consegue achar?
Bem, �...
Xerife, � t�o bom serjovem.
Hank, acho que perdi a viagem.
Vim atr�s do bandido Polka Dot.
N�o espera que apare�a com uma chuva dessas, n�o?
Ele aparece onde quer que haja dinheiro.
- Xerife, ouviu isso? - N�o, o que foi?
N�o sei.
Minha nossa, � o Polka Dot!
Tinha raz�o, xerife. Mas como ele sabia o segredo?
N�o sei.
O que � aquilo?
- O segredo do cofre. - Estava te espiando pelajanela.
- Ser� que d� perseguir � noite? - Pela manh� ele j� estar� longe.
Eu irei � sua ca�a, nem que leve 10 anos!
N�o se mexa!
Abaixe a arma.
Tudo certo, velhote. Chegou a tempo parajantar.
Sente-se!
- Se acha esperto, n�? - N�o, s� precavido.
Achei que era o Polka Dot ou outro bandido famoso.
- E como sabe que n�o estou? - Pela sua cara. Senta a�.
- O cheiro do feij�o est� bom. - Sirva-se � vontade.
- N�o confia em mim, hein? - S� for�a do h�bito.
Calminha a�.
Carrego isto em caso de picada de cobra.
Voc� n�o tem cara de cobra. Acho melhor bebermos.
- Voc� bebe? - Sendo assim, aceito.
- Posso passar a noite aqui? - Claro. Assim te conhe�o melhor.
Tenho minhas d�vidas.
- Enfim, � sua... - � nossa!
ARMAZ�M GERAL
- Algum sinal de Mason? - Vi poeira perto do riacho.
- Talvez os ladr�es. - Duvido.
- Como eles poderiam saber? - Como souberam outras vezes.
Tem um dedo duro aqui e temos que descobri-Io.
Talvez o pessoal de Sacramento. Mandamos a carta h� 3 semanas.
Que piada! O governo n�o se importa conosco!
- Temos que nos virar. - N�o tem jeito, sem muni��o.
Mas temos como conseguir.
- Acabaram de entrar na passagem. - Sabem o que fazer.
Lembrem-se, nenhum arranh�o na garota.
Sem sinal de ladr�es ainda. Insisto que n�o deveria ter vindo.
Por favor, papai! A viagem est� maravilhosa.
Que bom que resolveu vir comigo. As trilhas s�o solit�rias.
Tenho certeza que ter� companhia de sobra.
Ladr�es! Por favor, ajudem-nos!
Papai!
Matamos os dois. Mas � melhor conferirmos.
Nenhum sinal deles. Aposto que afundaram.
- Finalmente te peguei, velho! - Eles � que me pegaram.
- O que aconteceu? - Acertaram seu cavalo.
Ca� na �gua e voc� me salvou?
Devo-lhe a vida, filho. Por favor, me perdoe.
Fique tranquilo, "pai". Temos que sair daqui. Acha que consegue?
Nem que seja de arrasto.
Deu tudo certo. Mas apareceram um estranhos.
Tivemos que dar um fim neles. Est�o no fundo do rio.
Tem certeza que a garota n�o os reconheceu?
- N�o, ficamos muito longe. - J� deve estar na cidade. Vamos!
- Rapazes, algum sinal da encomenda? - L� vem a Betty!
Cad� seu pai?
Papai e um companheiro est�o mortos.
- Eles os mataram. - Quem os matou?!
- Conte-nos tudo, Srta. Betty. - V�nhamos pela passagem...
Dois homens perseguiram os bandidos. Depois achei papai...
Calma, Srta. Betty...
Srta. Betty, permita-me cuid�-la. Meu rancho ser� sua casa...
at� decidirmos seu futuro.
Saiba que farei tudo para ajud�-la.
- Mandar� algu�m buscar papai? - Eu mesmo irei, imediatamente.
Sra. Williams, cuide de Betty at� eu voltar.
Ele estava ca�do aqui.
Est� morto? A filha dele nos contou.
- �amos lev�-Io � cidade. - �?
- Rapazes, cuidem de Mason. - O que aconteceu?!
N�o se mexam! Agora abram o bico e r�pido!
Cad� o resto de sua gangue? Por que precisaram matar?
Poderiam ter roubado sem matar. Achamos estes dois...
revistando os bolsos de Mason. O que faremos?
- Matem-nos! - Abaixem essas armas!
Covardes!
N�o matamos Mason. A filha dele pode contar.
N�o est� em condi��es de ser interrogada!
N�o se trata disso! Mas acho que neste caso...
...ela gostar� de falar. - A� vem ela!
Estes homens s�o acusados de matar seu pai.
N�o! Foram eles que afugentaram os bandidos e me salvaram!
Neste caso, lhes devemos um pedido de desculpas.
Talvez n�o saibam, mas esta cidade est� um desespero.
Sem comida e muni��o, aterrorizados por assassinos.
2 tentativas de trazer mantimentos e mataram nossos homens.
Se n�o trouxermos mantimentos antes de nevar, ferrou!
J� estamos ferrados agora! N�o aguentaremos muito mais.
- Vamos todos cair fora. - Acho que tem raz�o.
Como? Nosso dinheiro foi todo em comida que nunca chegou.
Tenho um dinheiro e posso fazer o seguinte...
Darei 100 d�lares por cada uma de suas casas.
A chance de perder meu dinheiro � grande, mas arrisco.
- Quero ir para Melrose. - Vamos aceitar!
Um instante!
Antes de venderem, n�o querem tentar...
mais uma vez fazer os mantimentos chegarem aqui?
Temos fam�lias. J� houve mortes demais!
Por que n�o nos deixam tentar?
Se conseguirem, pagarei muito bem.
Se der o dinheiro, voltaremos com os mantimentos em 4 dias.
�timo! Darei mil d�lares para trazerem tudo em mantimentos!
V� aquele camarada ali? Ser� alvo de interesse logo.
- Quem � ele? - Guardarei como surpresa.
Tamb�m terei uma surpresa para voc�.
- Um quarto pra Srta. Betty. - Sim, senhor!
Lembre-se, a casa � sua Betty.
Ser� um grande prazer t�-la aqui.
- N�o tinham matado os dois? - Poderiajurar que eram eles.
N�o fossem eles, a cidade j� estaria de mudan�a.
- Bem, j� conseguiu a garota. - Lembre, ela � propriedade minha.
Diga aos homens para ter cuidado. Ela pode descobrir quem voc� �.
Kent fez outra inspe��o e disse que ser� a maior minaj� descoberta.
- Est� bem no meio dos ranchos. - Logo nos livraremos de todos.
A cidade ser� nossa e todo o ouro tamb�m.
Senhor, a mo�a est� escutando!
Leve-a para o esconderijo! Ficar� l� at� a cidade esvaziar.
N�o se atreva!
Vou buscar o dinheiro.
ENTRADA PROIBIDA
COMPANHIA DE MINERA��O
- S� veio um. - O que ele est� fazendo?
N�o sei. Mas esta � a chance de voc�s.
Mas lembrem, nada de tiros.
- Sabem onde est� Melagrove. - Acho que ele est� bem...
Atr�s dele!
- O que est� acontecendo? - Perguntem a ele!
Meus homens n�o sabiam que eram voc�s. Pe�o desculpas.
Tudo bem, Melagrove. S� est�vamos brincando.
Aqui est� o dinheiro. E boa sorte. Quando partem?
J�! Pretendemos voltar antes de amanhecer.
- Os ladr�es dormem a esta hora. - Espero que d� certo.
N�o ser� culpa nossa se n�o der. N�o �, Jake?
Estar�o dormindo, hein? V�o ver s�.
� aquilo que menos esperamos que sempre acontece.
- Por que contou a ele? - N�o sou t�o idiota, velhote.
- Estar�o nos esperando. - Melagrove tem parte com os ladr�es?
- Sem d�vida. - O que faremos?
Depende do que acontecer entre hoje e amanh�.
O que ser� que aconteceu com a Srta. Mason?
E bati mais uma!
- Ol�, rapazes! - Ol�, Melagrove.
Sa�remos de madrugada. Eles passar�o neste hor�rio.
- E a garota? - No quarto. N�o quer comer.
Isso passa. Terei uma conversa com ela amanh�.
Srta. Mason?
- Betty? - Que bom que me achou!
- O que aconteceu? - Pegaram-me ouvindo seus planos.
Melagrove � o l�der. Querem ficar com a terra das pessoas.
- Por qu�? - H� uma mina de ouro imensa...
passando por baixo de todos os ranchos. Kent est� com eles.
Estamos de partida. Virei busc�-la logo ap�s o amanhecer.
- Tente dormir agora. Boa noite. - Boa noite.
- Acorda, velhote! - O que foi?
- Tenho muitas novidades! - Por onde andou?
- Segui Melagrove at� o esconderijo. - Interessante.
Fizeram a Srta. Betty prisioneira. Falei com ela e me contou...
a tram�ia toda. Agora ou�a...
Volto ao meio-dia. Fiquem de olho na garota.
- Se aparecer algu�m, atirem! - Ok, patr�o.
Encontre uma carro�a. Vou pegar a garota.
- Praj�! - Muito bem!
Srta. Mason? Vamos, eles j� se foram.
Foi enganado, Melagrove. Corra pro esconderijo.
Afaste-se, vou arrebentar ajanela!
- Est� pronta? - Cal�ando as botas!
- Espero-a no t�nel. - Est� bem.
Tem suprimentos para anos l� dentro! Vamos!
Aonde pensa que vai?
Veja! Eles est�o voltando!
Depressa, eles est�o voltando!
Pegue aquele cavalo e corra pra cidade!
Isto aqui � uma caixa de dinamite, pode ser �til.
- O que aconteceu? - Levaram a garota!
Continua a�, eu dou um jeito neles!
Eles nos bloquearam. Teremos que dar a volta.
Mil d�lares para quem pegar a garota!
L� vem eles, velhote! N�o erre seu alvo.
A vida de toda a cidade est� em jogo.
Melagrove � o l�der e sob o solo de voc�s...
est� a maior mina de ouro j� descoberta.
Seus problemas todos terminaram!
Os ladr�es explodiram todos l� na passagem.
- Conta tudo para eles, velhote. - Minha gente, foi assim...
- N�o sei como lhe pagar. - N�o se preocupe.
� meu dever de homem da lei.
Estou de partida para Sacramento e voc� ainda n�o sabe...
mas vai comigo.
O pai de Betty era um grande homem.
Xerife, parabenize-me. Esta � a futura Sra. John Carater.
N�o pode fazer isso. Eu sei quem voc� �.
- A Srta. Mason tamb�m sabe. - Quer dizer que voc�...
Ou�a, meu jovem. N�o esqueci que salvou minha vida...
nem o que fez pela cidade, mas preciso cumprir a lei.
Preciso prend�-Io. Eu sei que voc� � o Polka Dot!
- Xerife, me viu pelo buraco? - Pode apostar!
Mas viu o homem errado. Polka Dotj� havia passado.
Deixou essa roseta cair. Deve ter visto quando a peguei.
- Esta roseta � de Dandy. - E o que me diz disto?
Achei no quarto de Dandy ontem. Ele � o Polka Dot.
H� uma recompensa de 5 mil d�lares por ele.
- Ela pode ser sua. - Se Dandy � o Polka Dot...
...quem diabos � voc�?! - � o delegado federal.
O enviado de Sacramento!
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