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Água...
O mijo da Mãe Natureza.
E é isso que nos traz aqui hoje.
A inauguração da minha luxuosa piscina nova.
É verdade. Eu fiz isto.
O meu próprio irmão tem tanta inveja do meu êxito
que nem meteu cá os cotos.
Mas a mulher dele veio.
Cassie, obrigado pelo teu apoio. Tens mais tomates do que o Dustin.
És um homem melhor do que ele.
Há poucos meses, dei por mim no momento mais negro da minha vida,
numa sala repleta de gente a homenagear a minha mulher.
Estava infelicíssimo.
Mas, por fim, todos os obstáculos e noites em branco...
Dixie! Dixie!
Sai daqui, Gene! Seguranças, tirem-no daqui.
Amo-te! O que estão a fazer? Larguem-me!
- Gene! - Os adúlteros não podem entrar.
- Ponham-me no chão! - Falhado.
Enfim, como dizia, apesar de estar num momento sombrio,
persisti e nunca deixei de lutar pelo que queria.
E vejam o que aconteceu.
Alguém comprou uma piscina de água salgada. Nem mais.
Que esta água profunda e cristalina vos sirva de prova
de que, se forem esforçados e ambiciosos, tudo é possível.
A piscina está aberta!
O fato custou 5000 dólares! Um fato de 5000 dólares e estou na maior!
A minha festa na piscina foi do caraças!
- Traz cá essas mamocas. Anda. - Ouve.
O que querias dizer quando falaste do meu prémio?
Disseste que estavas infeliz.
Acho melhor esqueceres essa cena, vir até aqui e... fazer-me um bico.
- Nem sonhes. - Vou comprar essa cenaita.
- Não compras nada. - Olha para isto.
- Acho que vou pagar por ela. - Afasta-te de mim. Não podes.
Posso, sim. Está a acontecer, vai chover guito.
Rick Ross, Rick Ross.
- Olha para ti! Não! - Sacode!
Estás armado em parvo com o dinheiro.
Não te ponhas com a luta de classes. Insultas-me por querer partilhar?
Estás a perder o tato.
- Por falar nisso... - O quê?
Não!
Sabes, falei com o Tel e a Viv sobre o conselheiro matrimonial deles.
- Conselheiro? - Sim.
Um sacana a tocar flauta?
- Não. - Um encantador de serpentes?
A Viv disse que o conselheiro ajudou-os a comunicar melhor.
Não, não... Essa malta só quer pôr as pessoas mansas,
todas iguais e certinhas. Não tenho interesse nenhum nisso.
A única terapia de que precisas é a terapia do bacamarte.
- Hoje não me apetece. - Estás a gozar?
Temos pena, boneca, estás de serviço. Paguei pela tua coisa.
Estamos na Tailândia. Dança para mim, fêmea macho.
- Boa noite! - Dança para mim.
- Dança, rapaz tailandês! - Boa noite.
- Deixa-me cuspir-te em cima. - Boa noite.
Toca a acordar. Atenção, pessoal.
Regresso vitorioso, como tinha prometido.
Ganhei a regata e, com o prémio,
transformei este campo nojento num espaço desportivo de primeira.
Livrei-me do sofá, das seringas, dos tampões
e das poças de vómito que havia em todo o lado.
- Sumo de laranja com droga. - O sumo foi à vida.
E, além disso, arranjei-vos equipamento novo.
Aqui está ele.
Venham e divirtam-se, crianças.
Isso. Tirem o vosso equipamento.
Desfrutem de coisas novas pela primeira vez na vida.
Que raio? Aquele puto está a gamar as nossas cenas?
- Acho que sim. - Vai atrás dele.
Sai da mota! Tira-me esse coiro pobre da mota!
Vá lá, ele já vai a meio da rua!
- Dá-lhe! - Então, pá? A mota é minha!
Aquele sacana é um assassino. Que isto vos sirva de lição.
Diz lá, Ja Rule.
- Quem é o senhor? - Eu?
Sou o teu Jesus branco, coiro.
Sim, pessoal! Está na hora do "Sports Sesh"!
Tudo bem?
Tudo bem?
Pronto, já chega.
Bem-vindos a mais um "Sports Sesh". Sou o Guy Young e...
... vamos já falar do óbvio. Perdemos outro apresentador.
Infelizmente, o Jed Forney, um grande amigo meu,
deixou o programa e não voltará. Saiu por motivos pessoais e...
Não sei quais são e, sinceramente, não quero saber.
Vamos à nossa primeira convidada, que é bem jeitosa.
Cat Cora, a "Iron Chef" do Food Network! Nem acredito!
- Como vais? Gosto em ver-te. - Igualmente.
- Estás linda. - É bom estar aqui. Obrigada.
- Estamos nos playoffs, vamos lá. - Fiz nachos para ver o jogo.
Começamos com uma base de feijão e queijo e depois damos sabor
com cebola, que é essencial. - Adoro, mas nada de beijos a seguir.
- É verdade. Malaguetas jalapeño... - Jalapeño? O Kenny vai-se meter!
Kenny, volta para o teu lugar. Volta lá.
Volta para o teu lugar.
- Sabes porque adoro jalapeños? - Porquê?
Porque são picantes! São picantes como tudo.
Estamos a fazer qualquer coisa aqui. Pode ser nachos ou um bebé!
- Quero fazer-te uma pergunta. - Pois...
Alguma vez viste um coirão enfardar malaguetas destas?
- Tento na língua. - Não sei, são muito picantes.
Quem quer ver-me comer 50 num minuto?
- Acho que não temos tempo. - Vocês! E vocês aí em casa também!
- Toca a contar, pessoal. - Não temos tempo.
- Que nojo. - Dois, três...
Três!
São mesmo picantes!
- Quatro! - Não acredito. É um glutão.
- Kenny, Kenny, Kenny! - É mesmo picante!
- Força, Kenny. - Valha-me Deus!
Mais cervejas!
Olha para os teus putos, são feijões saltitões mexicanos.
- Mais cervejas, querido. - Cá estão elas.
- Graciosas, Maria. - De nada, Kenny. Faço comida?
- Não, estamos a falar trabalho. - Está bem.
Chega aqui. Chega aqui.
- Sim... - És mesmo badalhoco.
Então? Que porcaria é esta?
- Vá lá. - Espera por mim no quarto.
Esfria-me essa passarinha.
Eu e a Maria pinamos como animais desde que recebo.
Tenho a pila engelhada de tanto molhar o bico.
Parece mais "As Cinquenta Sombras de Vómito".
Saca lá do software, vamos falar de trabalho.
De que queres falar hoje?
É evidente que estou em alta, sou mais famoso do que nunca.
Temos de aproveitar as oportunidades que a minha fama nos trouxe.
Boa, estou a gostar. Conta-me mais.
Está na hora de o Kenny Powers abrir uma cadeia de restaurantes.
Isso é a sério?
Boa!
O conceito é simplesmente genial. Será o T'N'T. Sabes o que significa?
- É um código ou assim? - Sim.
O primeiro "T" é de "tubérculos", o "N" faz a ligação e o último "T"...
É de "tetas". Todas as empregadas do T'N'T terão grandes tetas.
- Tubérculos e tetas. - Meu Deus! Como te ocorreu isto?
Como é que os génios inventam?
Como é que o Leonardo DiCaprio descobriu a gravidade?
Caiu-lhe uma maçã na tola.
Isto é espantoso, conta comigo.
Vê bem no que nos tornámos.
Só um aparte, essas lentes fazem maravilhas pelo teu visual.
- Tens olhos à Paul Walker. - Obrigado.
- Vou retocar outros pontos fracos. - Como o teu queixo?
- O que tem o meu queixo? - Parece uma prega do pescoço.
De perfil, é uma linha direita da cara às mamas.
É nulo. Parece uma borbulha no fundo da cara.
Sim, tenho um queixo da treta.
Raios partam!
Pronto...
O Kenny está cá, mas tem calma. Trouxe prendas para os miúdos.
Querido, ele só quer que o perdoes.
Podias só ouvi-lo.
É isso mesmo! Adoro esta cena!
Sabe bem respirar fundo e acertar em cheio no coração!
Meatloaf, gostas da guitarra?
- É demais, não é? - Sim.
Olá, Dustin! Tudo bem? Vim comprar o teu perdão.
Deste uma arma ao meu filho?
O Dustin Jr. é um puto equilibrado. É suficientemente responsável.
Não dei uma ao Wayne, foi uma cena pensada.
- Devolve-a. - É tua, quero proteger o teu lar.
- Quanto? - O que fazes?
- Quanto custa o teu perdão? - Guarda isso e leva a espingarda.
- Diz o teu preço. - Nem sonhes.
Leva isto e a guitarra e sai de minha casa.
Caraças, Dustin. Cresce lá. Estou a tentar chegar até ti.
Adoro-te, irmão, e só quero falar sobre os nossos problemas.
Estou a tentar agir corretamente.
Não sei fazer as pazes, não tenho esse hábito.
Mas, não sei porquê, é importante para mim não sermos inimigos.
Parece que tudo está avariado porque não somos amigos. Não gosto.
Dustin, ele está a sofrer. Olha para ele.
- Vá, sê uma pessoa madura. - Ajuda-me.
- Diz-lhe o que sentes. - Queres falar disto aqui?
Adorava, irmão.
Para já, magoaste-me quando fingiste que tinhas morrido.
- Ficámos muito preocupados... - Só um segundinho.
- Estou a falar contigo. - O Guy Young mandou mensagem.
- Disseste que querias conversar. - Eu sei, mas é o meu patrão.
- Manda smiles de mijar a rir. - Guarda o telemóvel.
Quer que eu vá ter ao lago. Ouve, vejo que estás chateado.
Reflete bem sobre o que te magoa
e arranja uma forma de te espremeres. - Exprimir.
Foi o que eu disse.
Adoro-vos. Gostei de vos ver. Mas antes de ir...
Adoro-vos.
Que porcaria é aquela?
Aqui está o Kenny Powers!
Guy!
- Tudo bem, KP? - Estás o máximo, pá!
É impagável!
- Caraças! Chiça! - É impressionante, não é?
Está decidido, vou comprar um. É do caraças!
Custa 250 mil, acho que está fora do teu orçamento, KP.
Vou ter de falar com a patroa.
Mesmo assim, é um pouco demais para ti.
- Logo vemos, vou falar com ela. - Queria falar sobre o programa.
- Está bem. O que é? - Kenny, não te quero ofender,
mas acho que devias refrear a tua presença, só um bocadinho.
Ai sim? Estou a seguir o teu conselho e a ser eu mesmo.
- Os rebeldes são imprevisíveis. - Sim, claro.
Mas, para ser franco, começo a ver tiques à Dontel.
- A sério? - Um bocadinho.
Por exemplo, foste o único a meter-se no segmento do nacho.
Não tens de participar em todos, percebes? Não é preciso.
Estava a sentir a onda da plateia, partiram-se a rir.
Certo, mas se tu comes as malaguetas e eu não, fico de mãos a abanar.
Fico encostado à parede, passo por tanso.
Não quero nada disso, mas comer malaguetas não é a tua cena.
O problema não é a malagueta, Kenny! É o teu papel no programa.
É como este propulsor. Buli a vida toda para comprar isto
e queres logo comprar um também. Não compras nada, meu poltrão!
Não tens dinheiro para ele e não o mereces. Percebeste?
Não ia comprá-lo já, só achei que seria fixe ter um, um dia.
Nem devias pensar em propulsores, entendes?
Ainda não chegaste lá.
E a cena de te meteres nos segmentos tem de acabar.
As entrevistas são comigo, é o meu território. Entendido?
- As pessoas gostam que me meta. - Caraças, ouve o que te digo.
Temos de pensar no que é melhor para o programa.
- E para ti. - Sim, e para mim.
Eu é que sou a estrela do programa, não és tu. Eu é que sou a estrela.
- Entendido? - Sim, já percebi.
- E aceitas isso? - Sim, és a estrela do programa.
Boa.
Lembra-te, Kenny...
Nem todos podem voar, amigo.
Nem todos podem voar.
- Adeus. - Não chegues muito tarde, bacano.
Kenny, tenho pensado muito.
Disseste que não querias uma cena à Pinkberry.
O que dizes a começarmos com algo como...
... aquele quiosque além?
Topa só, vai ser assim.
Primeiro, cativamos as pessoas com as nossas empregadas boazonas.
Elas aproximam-se, sentem o cheiro a batata assada no micro-ondas
e está feito! Vamos ganhar uma pipa de massa.
Sem dúvida, curtia papá-la. Isto é maravilhoso.
Adoro como sexualizaste a comida. É perfeito para um shopping.
- É muito sensual. - Só há uma coisa que mudaria.
Queria mais espaço aqui para os acompanhamentos. Topas?
- Vamos ter muitos acompanhamentos? - Vamos ter uma batelada deles.
Até vamos ter uma "prateleira" de molhos.
- Percebes? Por causa das mamas. - Sim.
Cada molho tem de ter um nome sugestivo, percebes?
Maminhas de bacon em vez de bolinhas.
Essa é boa! Vai ser um sucesso estrondoso.
Pareço o Midas, ultimamente.
Não percebo porque há tanta gente a dizer-me para ter calma.
Deviam calar a boca e apreciar.
- Mas quem anda a dizer-te isso? - O Guy Young, por exemplo.
Sim, diz que estou a ficar famoso muito depressa. Tenho de abrandar.
Estou a cumprir o meu potencial, os espectadores adoram-me
e agora quer que me vergue perante ele? Não me parece.
A coisa está a correr-nos bem, certo?
Finalmente, conquistei o respeito da minha mulher e dos meus filhos
e tu tens uma piscina!
O Guy está no ramo há muito tempo.
Devias seguir o exemplo dele e dar-lhe ouvidos.
Não, ele não quer saber do público. Está é com medo.
Viu o meu potencial e quer que eu seja o Scottie Pippen.
Não sei, sou o Scottie Pippen há uns tempos e é genial.
O velho Scottie Pippen tem muita gaja e guito.
Para ti pode chegar, mas eu nasci para voar.
Michael Jordan, Air Jordan, Air Max, número 24.
Somos infinitos!
Se procuras o martelo, não há disso nos restaurantes finos, querida.
Aposto que preferes chupar pinças a gramar com a terapia.
Gastar dinheiro, beber conhaque caro.
Isso, miúda, come a chicha.
- Engole. Isso, engole essa delícia. - Para, Kenny.
Agora a sério, estás maravilhada?
Não? Ainda não?
Então, é melhor veres o que tens debaixo da cadeira.
Força.
O que é?
Uma mala Chanel de 3000 dólares.
- Vê o que está lá dentro. - Meu Deus...
O Kindle Paperwhite, já com mais de 500 e-books,
incluindo a obra completa do Dean Koontz.
Vê na bolsa lateral. Quinhentos dólares.
Espera, acho que tenho de cagar.
Olha mais cem.
- Que bom. - O que é isso?
- O quê? - Atrás da tua orelha.
Uma nota de cem. Tanta generosidade deixa-me com sede.
Olha! Trocos.
Era isto que temia. O meu maior medo está a concretizar-se.
Não me levas a sério, deixas-te levar por tretas.
Não me ouves.
Pronto, estou a ouvir. O que queres que faça?
- Quero ir à terapia de casal. - Credo...
Podemos ir? Estamos a precisar.
- Pronto, queres fazer terapia? - Sim.
Vamos estourar dinheiro nisso. Tudo bem.
Não é que não tenhamos dinheiro para isso, porque temos,
mas o meu lema sempre foi não gastar dinheiro em frivolidades.
Mas se a minha mulher quer, então vamos fazer terapia.
Obrigada.
- Podemos desfrutar o jantar de luxo? - Sim.
Garçon! Uma garrafa de Zinfandel branco, por favor.
Não, obrigada.
Bellissimo.
Bravo! Bellissima, caraças!
Bellissimas.
É a imagem da tranquilidade.
Billy, Trent, podem levar as crianças para o quarto.
Estão dispensados por hoje, obrigado pela ajuda.
Boa noite.
Sonhos cor-de-rosa.
Também estou cansada, vou-me deitar.
- Mas queria agradecer-te pelo serão. - De nada.
- Boa noite. - Boa noite.
Para tudo, meninas, ele já é perfeito.
- Olha para ti. - Sou mesmo jeitoso.
Caramba... Preparado para arrasar, campeão?
Já me conheces, sempre preparado para levar o público ao rubro.
Mas lembra-te da nossa conversa.
Sim, vou levá-los ao rubro sem me esquecer do meu lugar.
Nem mais. Costumas estar no 11, tens de ficar no cinco ou no seis.
Certo, se é o que queres, é o que vais ter.
- És o meu colega preferido. - Obrigado.
- Prazer em conhecer-te. - Gostei de te rever.
É um bom conselho, Kenny. Cinco ou seis.
Bem-vindos a uma nova edição do "Sports Sesh".
Sou o Guy Young e não sei como aceitei fazer este segmento.
Estou aqui com o Jeff, perito em animais. O que tens aí?
- Um lémure-preto-e-branco-de-colar. - Tem os olhos da ex do Rodney.
- Não gostei. - Olhem para ele.
Lá vem outro. O que é isto? Não é um lémure.
É um papa-formigas. Cheiram a erva e restaurante italiano.
- Deixa cá cheirar. - Força.
- Não quero que me morda. - Podia fazer tantas piadas.
- Fica de olho nele. - Ele não te faz mal.
- Quem é esse? - É a Bella, um macaco-aranha.
- Ai sim? - Nem vai dizer "arrear na macaca".
Temos de ficar de olho neles, roubam-nos as joias.
Arreias na macaca quando ela faz isso?
Pronto, era uma piada óbvia. Chegou lá.
- Posso dar de comer à Bella? - Não aceita comida de estranhos.
- Ensinámos-lhe a ser desconfiada. - Deve ser mais seguro para todos.
Que se dane.
Acho que chega de macacadas. O Kenny vai-se meter!
Não é preciso, Ken, estamos bem. Senta-te lá.
Guy, deixa-me tratar disto. Sou um especialista em macacada.
Ai sim? Tens uma relação especial com macacos?
Tenho malta em Atlanta.
Adoram Skittles e Kool-Aid, e alguns até gostam de Fruit Loops.
É verdade. Gostas de Fruit Loops, Bella?
Pronto.
Que maravilha! Que maravilha!
Acho que eu e a Bella estamos a entender-nos.
Já tenho par para o baile.
Ponham Jodeci, vamos dançar um slow. Que tal, Bella?
Dizem que a grandeza tem um preço.
Se queremos ser uma lenda, temos de fazer sacrifícios.
As exigências alheias interferem com as de uma vida excecional.
Um famoso tem de ser um deus para corresponder às expectativas.
Teria o Schwarzenegger vencido no cinema e na política
se ligasse à família?
Duvido.
Teria Alexandre, o Grande tomado o mundo caso se refreasse?
É possível conciliar as necessidades dos outros com a sede de vitória
quando vencer significar derrotar os rivais a qualquer custo?
CENTRO DE TERAPIA DE CASAL
- O seu marido deu notícias? - Deve estar atrasado.
Não há uma resposta certa,
mas há uma verdade com que podemos contar neste mundo marado.
A vitória é uma recompensa em si.
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