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Adoro a NPR.
Olha-me para este gajo. Ó amigo.
Não havia necessidade.
Que tanso.
- Não vou fazer uma corrida contigo. - Então, mano? Tens medo?
Não. Não tenciono infringir a lei hoje.
- Não queres infringir a lei? - Ai não?
- Vá lá... - Amigo, topa isto!
Muito bonito. Tapa esse fofo. Não vou fazer uma corrida contigo.
Maricas!
Não sou uma pessoa homossexual.
Tu é que és.
Muito bem, isto diz que recusa o seguro
e que não quer GPS. Sabem para onde vão.
É só assinar aqui e está despachado.
Tenho de perguntar. A sua cara não me é estranha.
- Não nos conhecemos. Assine... - Não jogava basebol?
- Sim, há muito tempo. - Caramba! Posso tirar-lhe uma foto?
Na verdade, já não faço essas coisas.
Afastei-me da fama há muito tempo e já não tiro fotos.
- Essa fase da minha vida acabou. - Vai fazer-nos a desfeita?
Alugámos-lhe um carro, somos seus clientes.
Eu sei. E pagaram pelo Ford Focus, não por uma fotografia.
Isso, seja uma besta. Devia ficar feliz por alguém querer fotografá-lo.
- Ken, está tudo bem por aqui? - Sim.
Pedi-lhe para tirar uma foto e ele armou-se aos cucos.
- Não me armei. - Ken...
O Ken teria todo o gosto. Dê-me o seu telemóvel e eu tiro.
- Armou um escândalo. - Acredito, o nosso Ken é assim.
Vai para o outro lado, Ken. Enfia-te aí.
Vai lá. Juntem-se e ensanduichem o Ken.
Belo enquadramento, sorriam.
- Tira a foto, Mark. - Sorri.
Estás a fazer uma cena esquisita com as sobrancelhas.
Assim está bem.
Pronto, esta ficou boa.
- Aqui tem a sua lembrança. - Boa.
- Obrigado por preferir a Millenial. - Hei de voltar.
Vai, pois.
Posso dar-te uma palavrinha? Tens de agradar aos fregueses.
Está bem?
Mark, por favor. Para.
Pronto, puseste-me KO.
Mark, para. Pronto, acertaste-me, levei uma coça.
- Mark, não faço os grunhidos. - Vá lá.
Pronto. Agora a sério, paras com os socos?
Está bem. Fico aqui no teu lugar e vais lavar os carros que chegaram.
Passei a manhã a trabalhar. E depois do almoço?
Não, tem de ser agora.
Tinha feito uma sandes e queria...
Esquece, eu lavo os carros. Obrigado, Mark.
Esta é a história de um vencedor.
Ao escolher o amor em vez de fama, fortuna e aventuras mil,
provei que tinha um coração sincero
e que era capaz de enfrentar todos os perigos.
O que é isto?
E esmagá-los, em nome do amor.
Seu filho da mãe!
Quando saí do meu túmulo e renasci como a fénix poderosa...
... houve quem não conseguisse processar a majestade do sucedido.
E também houve quem me tivesse acusado de fraude de seguros.
Mas ninguém me travava.
E, no fim, fui recompensado com a mão do meu amor.
Fui recompensado com uma filha linda.
E a vida começou a entrar num ritmo maravilhoso.
No fim, o Kenny Powers não conseguiu o que queria,
mas conseguiu o que precisava.
Não vingou no basebol, mas venceu na vida.
Fim.
Créditos finais.
Ao lado, passam gafes da rodagem numa caixinha.
Hilariante.
A SAGA DE KENNY POWERS
Acaba o sumo.
- Acabei a minha longa-metragem. - O que é isso, papá?
É gíria da indústria de Hollywood para guião.
- Sabes o que é um filme? - "A Centopeia Humana".
Isso mesmo, Shayna! Lembras-te de quando o vimos?
- Eles comeram cocó. - É verdade, comeram cocó.
Sabes uma coisa? Não se lembraram disso sozinhos.
Alguém teve de escrevê-lo.
É isso um guião e foi isso que o pai acabou de fazer.
Esse filme é nojento.
Que choque, o meu filho teve medo de um filme de terror.
A Shayna não se importou. Gostaste quando comeram caca?
Adoro-te. Olha só, comeste a cenoura toda.
O prato do Toby parece o mercado. Toby, come as cenouras.
Pronto... Kenny, que carta do banco é esta?
- Pediste um empréstimo? - Pois é.
Sim, pedi um empréstimo para fazer uma piscina no quintal.
- Não temos dinheiro para isso. - Daí o empréstimo.
Tudo bem. Passei o dia todo numa azáfama
e os nossos amigos chegam daqui a pouco.
- Podes só deitá-los? - Por acaso, ia agora para o quarto
escolher umas músicas fixes para descontrairmos ao jantar.
Certo... Pois.
Eles têm prioridade. Preciso mesmo da tua ajuda.
Eu sei. Mas a música fixe pode determinar o êxito da noite.
Está bem, porreiro. Não precisamos da playlist.
Ponho o "Sábado no Relax", é capaz resultar.
Perfeito.
- Amo-te. Amo-te muito. - Também te amo.
Tens de acabar de beber o sumo.
O que aconteceu?
A jarra caiu. Estou à procura do noticiário.
Há umas semanas, fui analisar os valores de testosterona
e estão muito baixos, como já esperava.
Mas o médico receitou-me uma pomada que parece um desodorizante.
- É só passar? - Sim.
Fico num estado mental e hormonal em que desejo a minha mulher.
Dantes, nem conseguia chegar ao pé dele.
Andava praticamente nua e ele nem olhava para mim.
Agora, estamos ótimos. Temos uma vida sexual saudável e...
- É maravilhoso. - Até demais.
Fascinante.
April, ouvi dizer que vais receber um prémio. É verdade?
- Não é nada de especial. - Conta lá.
É um prémio parvo por ter vendido mais casas este ano.
- Isso é espantoso! - É genial!
- Sim. - Não.
Não foi a melhor vendedora do país, é só da região.
- Da agência dela, não de todas. - Sim, é regional.
É uma região grande. E há mais oferta do que procura.
- É verdade. - Há quem diga que sim.
Mas há quem diga que a bolha já rebentou e está a dar a volta.
Quem diz?
Os estudos económicos que tenho lido falam nisso.
Não fiques muito confiante, a coisa pode mudar a qualquer instante.
- Sim. - Foi o que ouvi.
Ter uma mulher tão bem-sucedida...
A maioria dos homens não conseguiria lidar com isso.
Sei que este ficaria de todo. Reparem nos olhos dele!
- Eu trabalho, tu limpas a casa. - Ele apoia-me imenso.
- Que querido, Kenny. - És como um bom sutiã.
Não és nada!
Não devia fazer piadas, ele é o cómico da casa.
- Sim, faz imitações incríveis. - Adoro as tuas imitações.
- Faz uma. - Imita a minha mãe.
- É tão giro. Para quem a conhece. - Vê lá se tens juízo!
- Gastas demasiado dinheiro em roupa. - É tão giro!
- É igual. - Eu também sei fazer.
Vou imitar o vosso filho adotivo. É assim.
Não se parecem com os meus pais. Onde estão eles?
Os meus papás?
Tem piada, é o vosso filho.
Deviam ter-me deixado no Vietname em vez de me trazerem para aqui,
onde odeiam o meu povo. - Kenny, já chega.
DELICIEM-SE COM OS DONUTS!
Está abafado cá fora, não está?
Quando terminares, preciso que leves um Mercedes até Charlotte.
Vou lixar-me com o trânsito! Charlotte às quartas à hora de ponta?
- Pede ao Derrick. - Não peço nada, estou a mandar.
Queria sair cedo, a patroa vai ser homenageada.
- Ken. - Sim, Mark? O que foi?
Sabes quem esmagou os donuts que trouxe hoje?
Tirei um pedacinho, não queria um inteiro.
Não, não foi tirar um pedacinho.
Alguém decidiu esmagar os donuts metodicamente.
Não foi um donut esmagado acidentalmente,
foi um esmagamento premeditado.
Não fiz nada disso, não ligo a donuts.
- Mas tiraste um bocado. - Estou de dieta e não queria todo.
Se calhar, alguém não gosta de presentinhos sem significado.
- São dádivas de paz. - Qual é a necessidade disso?
Se tratassem bem as pessoas, as dádivas de paz eram dispensáveis.
- O que estás a insinuar? - O que estás a perguntar?
- Sabes quem esmagou os donuts? - Já te disse que não.
Tirei um bocadinho, ando a ter cuidado com a linha.
Se souberes alguma coisa, diz-me.
Boa sorte para a investigação, inspetor.
Não vou roubar nada, não tem de ficar aqui comigo.
- Isso sou eu que decido. - Tudo bem.
Olá!
Gaita... Não podemos assinar isto aqui?
Venha lá.
Hannah, que nome tão bonito.
- Kenny Powers! - Guy Young...
O sacana do Kenny Powers! Como vai isso, campeão?
- Tudo bem? - O meu velho colega de equipa!
- Já lá vão 15 anos? - Pelos menos, desde Atlanta.
- Loucuras em Atlanta. - Podes crer.
Vi este gajo beber whisky da cenaita de uma prostituta.
- Pois foi, já me tinha esquecido. - E depois comeste-a.
É verdade. Fiquei com a pila a arder do whisky, mas...
- Eras um grande maluco. - Eu sei. Estão a fazer um filme?
Não, não sou uma estrela de cinema.
É um programa de televisão. Apresento o "Sports Sesh".
- Pois, ali estás tu. Muito fixe. - É de desporto.
Não conheço. Já não acompanho o mundo do desporto.
Tens cinco minutos? Posso fazer-te uma visita guiada VIP.
- Por acaso, tenho... - Ele veio trazer o carro alugado.
Porquê? Agora alugas carros?
Bom, sou mais ou menos o diretor de uma empresa de aluguer...
Não tem papelada para ele assinar?
Sim, Dona Simpática, tenho.
Aqui tens os formulários. É do outro Kenny, o meu gerente.
Podes assinar aí. E tens de assinar aqui também.
O depósito está cheio e se não o devolveres atestado, pagas.
Costumo devolvê-lo vazio.
Tu é que sabes. A estrela de TV não se rala com gasolina.
- Aqui tens o teu carro. - Obrigado.
Antes de ires, vou apresentar uma gala de caridade
no Hotel Ballantyne, na sexta. É muito chique, não é a tua cena,
mas depois há uma festa que vai ser do caraças.
Vou levar a malta do programa.
Com um ar da graça do Kenny P, vai ser como voltar a 1998. Que tal?
Promete ser divertido, Guy, mas deixei-me de farras há anos.
- Agora, sou pai de família. - Não posso, mentira.
É verdade. Adoro a minha família, já não vou a farras.
Não acredito!
A minha mulher e filhos são a minha droga e meto-a todas as noites.
O quê? Parece que estou a olhar para um morto.
De facto, morri e renasci como um pai de família.
- O importante é que estejas feliz. - Radiante. Felicíssimo.
- Volta lá ao serviço. - Tu também.
Ouve, vou pôr-te na lista, caso mudes de ideias.
Deixa lá, tenho de supervisionar uma aquisição e não vou poder...
Ponho-te na lista à mesma.
- Gostei de te ver. - Igualmente.
- Fica bem. - Quem quer um autógrafo?
O seu encanto, ética de trabalho e espírito incansável
fazem da April a melhor agente com quem trabalhei.
Ficaria perdida sem ela.
Bom, sem mais delongas, a nossa melhor agente,
a única e inimitável April Powers.
Gostam mesmo de mim!
Antes de mais, quero agradecer aos meus colegas.
Têm sido tão bondosos comigo.
Deram-me as ferramentas para alcançar o sucesso.
Mas, acima de tudo, quero agradecer ao meu marido, o Kenny,
que sempre me apoiou incondicionalmente.
Quando faço serão, ele cuida dos miúdos,
muda fraldas sujas, canta-lhes canções de embalar,
cozinha para eles... Tornou-se um cozinheiro de mão cheia.
E quando tenho um dia mau, fico ansiosa por voltar para casa,
porque tenho uma massagem e um banho de espuma à espera.
Portanto, obrigada por me apoiares sempre.
És o meu marido de sonho.
Bolas!
Gaita! Gaita!
Vai-te lixar! Caraças! Gaita!
Gaita! Grande gaita! Raios me partam!
Estás aí. Andava à tua procura. O que se passa?
Nada. Cheira mal lá dentro.
Cheira a caca de cão e guiozas. Vim apanhar ar.
Kenny, diz-me o que se passa.
Não sei. Estavam todos a aplaudir-te
e tu a agradecer-me como se fosse um tanso. Sinto-me o Tim Robbins.
Toda a gente a sorrir para o manso.
Se sou bem-sucedida, tu és um manso?
Sim, April! Acordo todos os dias a pensar que deixei o basebol.
Tenho de agarrar-me à minha alma, sorrir e enfrentar o dia.
Tens tantos motivos de orgulho.
O quê? Um emprego foleiro? Os tansos dos nossos amigos?
- Os teus filhos. - A Shayna é fixe, mas não vai jogar.
O Toby está sempre a desafiar a minha autoridade.
O sacaninha acha-se o homem da casa!
Achas que é fácil para mim ver-te com a neura?
- Neura? Ninguém está com a neura. - Sabes que mais?
Vou voltar e tentar divertir-me.
Espero que te juntes a mim.
April.
Vou ficar a fazer um protesto silencioso.
Mas podias trazer-me um hambúrguer de chili, era fixe.
Uns guardanapos, talvez. E um Arnold Palmer.
Pensando bem, April...
Esquece o Arnold Palmer, traz-me uma limonada.
Temos de ser honestos. Há jogadores "gay" na liga.
- Não se assumem, mas estão lá. - O Dontel não é desses!
- Tens medo que se pegue? - Não vou tentar descobrir.
Alto lá, rapaz!
Quero que parem por um segundo e imaginem que estão no banco.
E, do outro lado do campo, que está no outro banco?
É a SIDA. Uma equipa de vírus, de boné e equipamento,
todos escanzelados e com escaras, a dizer: "Quero infetar-te.
"Quero meter a minha SIDA em ti. Quero infetar este homem,
esta mulher bonita, esta mesa toda."
Mas o Guy Young não deixa.
Não vamos deixar que a SIDA marque mais pontos do que nós,
não vamos deixar que ponha mais gente fora de jogo. Não deixo.
Toca a sacar dos livros de cheques e das carteiras.
Vamos ser heróis juntos e vencer o campeonato mundial contra a SIDA!
Vamos encontrar a cura!
Vamos encontrar a cura para a SIDA!
Caraças, pá. Uma organização de luta contra a SIDA é tremendo.
Podes crer. Os melhores têm todos organizações contra a SIDA.
A guerra e as catástrofes naturais vão e vêm, mas a SIDA rende sempre.
A SIDA é ideal para ti. Fico feliz, é genial.
Obrigado. Jed! Chama os rapazes.
Kenny, quero apresentar-te os meus colegas do programa.
O tricampeão da Taça Winston, Jed Forney,
o linebacker Jimmy Clay
e o campeão mundial de pesos pesados, Rodney "Martelo" Garcia.
- Prazer. - Comeram os espinafres em miúdos.
- Querem beber champanhe? - Sim.
Fiz a minha boa ação, agora quero os retroativos.
- O que são os retroativos? - Fazer sexo anal.
Outra rodada de shots! Vodka de coco para todos!
- Caramba! - Seu mãos largas!
- Tanto dinheiro! - Comigo, é todos os dias.
Não vinha a uma zona VIP há muito tempo. Muito obrigado.
- Calma, vamos dividir a conta. - Só bebi dois Sex on the Beach.
- Não sejas choninhas, és rico. - Pois sim, rico.
Eu pago a despesa do Kenny, sou podre de rico.
Este gajo faz fortunas a vender frango nojento aos pobres.
- Isso é só inveja da minha cadeia. - Ninguém tem inveja da tua cadeia.
Os teus frangos são tão maus que nem eu os como.
- É negro e não come o teu frango! - Mas alguém o compra!
- Diz-lhes o que tens. - Querem saber? Eu digo.
Tenho dois cinemas, uma loja de peças de carros,
oito pizarias Sbarro e nem sei quantas lojas da Subway.
Kenny, agora és tu. Diz o que tens.
Está bem. Tenho uma casa barata!
- Comprei-a por bom preço. - Isso é bom.
Que mais tens? Diz lá.
Tenho uma família que me adora. Adora-me de morte.
- Gostam mesmo muito de mim. - Que conversa é essa?
- Diz uma coisa concreta. - Vou comprar uma piscina.
- Adoro piscinas! - Nado na minha todos os dias!
Piscinas, piscinas, piscinas!
Piscinas, piscinas, piscinas!
Vou comprar uma piscina grandalhona!
Vamos dançar!
Por favor, come os cereais. Tens de comê-los agora.
- Isso é meu! - Nada de correrias, por favor.
- Toby, dá-lhe o iPad, por favor. - Baixa um bocadinho o volume.
- Bom dia. - Bom dia.
- Chegaste tarde. - Sim. Onde estão as aspirinas?
- Aí, nessa gaveta. - Aqui?
- Fiz café. - Boa.
Chegou isto para ti.
Toby, prepara-te para a escola, não volto a pedir.
RECUSADO
Bolas... Raios partam.
Olha, é o gajo do outro dia.
- Tem um Sebring. - Gosto do teu carro, pá.
Não é simpático chamar maricas às pessoas.
Maricas.
Este sacana é doido!
O que foi isto?
Valha-nos Deus.
Olha para esses estragos, são estruturais. O que aconteceu?
Gaita, Mark. São cenas que acontecem.
E não atestei o depósito.
Preciso de um relatório completo. Tens de preencher a papelada.
As tuas regras não me dizem nada. Ontem, experimentei a boa vida
e recordou-me algo que sabia há muito tempo.
Sou melhor do que tu.
Este parque de estacionamento pode ser o teu reino, o teu legado,
mas para mim não é nada. Vou ter o que é meu por direito.
Fama, dinheiro, respeito e restaurantes de frango.
Se não acreditam, chupem-me os tintins,
com tanta força que nem vão conseguir respirar pela boca, só pelo nariz.
E olhem que vai ser difícil, porque vão ter a minha pila a empatar.
Já não sou um palonço que aluga carros.
Voltei a ser eu mesmo!
Queres porrada a fingir? Vamos a isso.
- Para com isso. - Gostas?
- Não me batas. - Vamos, defende-te.
Não me batas a fingir, não estás de boa-fé.
Para!
- Acertaste-me. - Eu sei, a mão fugiu-me.
Mas é o que acontece a quem luta a fingir.
Às vezes, há contacto, Mark. Às vezes, há contacto.
Demito-me.
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