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Na maior cidade da na��o,
os cru�is e violentos membros do submundo
s�o ca�ados pelos detetives
do Departamento de Preven��o ao Crime Organizado.
Estas s�o as suas hist�rias.
Precisamos conversar.
N�o acho que seja uma boa ideia.
Voc� fez na outra noite.
Voc� � casado.
- Como est� nossa m�e? - Procuramos
por asilos de longo prazo para ela.
Voc� est� bem?
O policial Bashir est� na Unidade de Crimes de �dio.
N�o foi um crime de �dio.
Foi um assassinato.
Calibre grosso.
Agora est�o tentando cobrir os rastros.
Parece que achamos o homem-bomba.
Se achamos um, acharemos os outros.
TR�S DIAS ATR�S
Posso ajudar?
Meu amigo Liam me disse que tem as melhores lembrancinhas.
Sei exatamente o que voc� quer.
Fique no caixa para mim.
Venha comigo.
Linda, n�?
�, sim.
A arma��o � de uma AKM?
Sim.
Indispon�vel nos EUA, claro,
mas tem o mesmo calibre de uma Dragunov
e alcance de mil metros.
Ela � maior e com muni��o menor.
Tem cartuchos tamb�m?
N�o vendemos balas.
Nada que sai da minha loja pode ser usado para matar
nas condi��es em que � entregue.
Preciso de uma 9mm.
SIG Sauer.
CZ.
Glock.
Por favor.
N�o me mande de volta para l�.
N�o posso fazer mais isso.
Estou mal.
Isso n�o � problema meu.
Preciso cuidar do meu filho.
A m�e dele morreu.
Isto n�o � uma negocia��o.
Por favor.
Ele precisa de mim.
N�o se preocupe com ele.
Eu mesmo...
vou cuidar...
dele.
Papai!
- Papai! - Karim!
- Papai! - N�o, Karim! N�o!
Lei e Ordem: Crime Organizado
Ol�.
Voc� est� p�ssimo.
Quase fui pelos ares ontem � noite. E a sua desculpa?
- Voc�s dois, parem. - Tudo bem.
Venha, querido, sente-se.
N�o posso. Preciso ir para a delegacia.
Voc� � como o seu pai.
Nunca tiram um tempo para voc�s.
At� o Batman dorme.
N�o o bastante.
Quando falou com Sharon e Dee pela �ltima vez?
J� faz tempo.
Querem saber como est� a situa��o da mam�e.
O Joe Jr. tamb�m. Est�o se falando, n�?
Fica dif�cil com ele no exterior.
Ele est� em Nova York h� meses.
Foi dispensado.
N�o cabe a mim contar.
Estranho n�o ter falado com ele.
Tamb�m acho.
Ent�o...
estava pensando num grande jantar, chamar todo mundo.
Eu cozinho. N�o precisa fazer nada,
s� aparecer na sua pr�pria casa.
Vai ser tranquilo.
Quer que seja aqui?
N�o d� para ser no meu quarto de hotel.
Qual � a ocasi�o?
Seria uma boa despedida pra mam�e.
- Tipo a �ltima Ceia? - N�o seja babaca.
Antes de ir para o lugar que voc� achou.
Eu n�o achei o lugar.
Ela achou.
Ela quer ir, eu n�o quero isso.
Eu tamb�m n�o quero isso.
E n�o importa quem achou, mas...
N�o quero discutir isso.
Est� quase no fim, voc� sabe.
Quando voc� quer... Na hora que quiser...
- M�e, te amo. - Na hora
que quiser conversar, ser� tarde!
N�o sei o que � pior:
quase morrer em uma explos�o ou ser repreendida
por quase morrer em uma explos�o.
A segunda � pior.
Isto me lembra de uma coisa.
Aquela briga depois da formatura na Academia.
Nem acredito que foi h� 15 anos atr�s.
Nem acredito que nos safamos s� com um pux�o de orelha.
Acha que a situa��o est� ruim?
Ou v�o nos tirar do caso
ou nos for�ar a trabalhar juntas.
Perdemos de qualquer jeito.
Acho que s� querem que as coisas parem de explodir.
Pois �.
Acho melhor sermos boazinhas.
Pedirei minha equipe para verificar o armaz�m.
E sei que est� com um a menos na equipe,
ent�o ficarei feliz de deixar, por enquanto, o policial Bashir com voc�.
Eu agrade�o.
Mande-as entrar.
O que temos s�o...
uns caras ligados a...
Muito bem, o corpo no armaz�m
era de Ahmad Mahmoud,
um renomado especialista em explosivos
em quem a Interpol estava de olho h� tempos.
N�o pegaram ele?
Deixaram ser problema nosso.
N�o � problema de ningu�m mais.
A parceria dele com o atirador era condicionada.
Amarrando as pontas soltas.
O homem-bomba, Asher Klein.
Como sabemos que o im� n�o era uma ponta solta?
Como assim?
� s� uma pergunta.
Achamos que ele era o alvo disto tudo.
E se fosse algo que estivessem tentando encobrir?
- Ele foi assassinado. - Mas n�o sabe por qu�.
Talvez seja por isso.
Responderia uma pergunta que vem me incomodando.
Por que explodir uma mesquita e chamar toda aquela aten��o
s� para mat�-lo?
Assalto que deu errado, atropelamento.
Tem como matar de forma mais simples.
A menos que tivesse algo na mesquita
de que eles quisessem se livrar tamb�m.
A bomba n�o foi s� para encobrir a morte,
mas para se livrar das provas.
Provas do envolvimento do im�?
- Ou de como estava sendo usado. - Seguinte:
Sam e eu vamos checar o escrit�rio
e ver se n�o deixamos passar nada.
Desculpem, tinha uma entrevista.
� mesmo? Querendo outro emprego?
N�o, foi para o TODAY.
N�o quero interromper.
Conseguimos algo do armaz�m?
A equipe do Shaw est� processando,
mas recebemos a per�cia daquela bala
encontrada na mesquita.
E da�?
Armas deixam marcas microsc�picas nas muni��es, como impress�es digitais.
Isso a gente sabe.
Mas isto eu nunca vi antes.
De acordo com as marcas, esta arma espec�fica
foi usada em quatro assassinatos diferentes
nos �ltimos dois anos.
N�o h� marca��es em comum.
Nem os calibres s�o iguais.
Poderiam ser atiradores diferentes.
- Alugadas, talvez? - D� para alugar armas?
Sim, existe um mercado ilegal enorme
de armas indispon�veis nos EUA.
Assassinos de aluguel, literalmente.
Tenho um informante que pode apontar
o caminho a seguir.
�timo. Voc� e Jet seguir�o esta pista.
Na verdade, tinha uma outra abordagem
que eu gostaria de verificar, se n�o for um problema.
O Vargas cuida disso ent�o.
Jet.
- Voc� est� bem? - Sim.
Tem certeza?
Porque n�o me parece bem
desde que voltou do enterro do Whelan em Washington DC.
E o Reyes tamb�m n�o.
Esse tipo de coisa acontece.
N�o quero julg�-la.
Mas quando come�a a atrapalhar no trabalho,
a� se torna um problema meu.
E j� tenho problemas demais.
Entendeu?
Entendi.
D� um jeito nisso.
O que est� acontecendo?
Este cara entra aqui
e voc� d� passe livre a ele.
Estamos nos torturando
deixando aquela mesa vazia.
E eu me culpo
por permitir isso por tanto tempo.
Para mim, n�o � f�cil apenas esquecer.
N�o se trata s� do Jamie.
Certo?
Est� dormindo no seu carro, Bobby.
N�o vou falar disso.
N�o sou cego e sei o que est� acontecendo.
N�o arraste a Jet para essa merda.
- N�o � bom para ningu�m. - T� bom.
E voc� entende bem disso.
N�o �?
Isto n�o � da sua conta.
Ent�o n�o deixe que seja.
Lu�s me disse que poderia me ajudar com lembrancinhas.
Venha comigo.
Cuidado.
Uma M40 � �tima, mas estava pensando em algo
um pouco menos americano.
Hecate?
Talvez uma Saco?
N�o vendemos balas aqui.
Nada que sai da minha loja pode ser usado para matar
nas condi��es em que � entregue.
Entrando.
Ele est� armado.
Entendido.
Quanto custa?
Vale cada centavo.
Quem � ele?
Lu�s garantiu que est� tudo bem.
Vamos negociar ou ficar fofocando?
O cara que te garantiu.
Meu filho n�o confia nele.
Estou chegando.
Isso seria um erro.
Ele � criminoso, tamb�m n�o confio nele.
Est� indo al�m, saia da�.
Vai.
Como conheceu ele?
Quando estava na pris�o.
Vamos.
- Anda. - T� bom.
Ele est� mentindo.
Meu filho n�o gosta de voc�.
E eu n�o gosto de quem me faz perder tempo.
Estou perdendo meu tempo?
Acho que acabamos aqui.
Largue agora.
M�os para tr�s, vire.
Reyes.
Bobby, pare!
POL�CIA DE NOVA YORK
O im� era das antigas. Tudo no papel.
Conseguiu algo?
Pedidos para refugiados,
manifestos de voo, registros de propriedades.
Propriedades?
A caridade n�o s� trazia refugiados
do Afeganist�o.
Ela dava moradia tempor�ria pra eles.
Stacy, qual � o problema?
- Pode ser nada. - O que foi?
Um dos meus alunos de ingl�s n�o apareceu hoje.
A escola disse que o filho tamb�m sumiu.
Ele nunca faltou um dia. N�o tem explica��o.
Como ele se chama?
Jamal. Jamal Karzai.
O filho dele se chama Karim.
Ele tem oito anos.
Manifestos de voo.
Sim, senhor.
Aqui est�.
De acordo com isto, Jamal fez v�rias viagens
de ida e volta pro Afeganist�o nas �ltimas seis semanas.
Ele voltou?
Quantas vezes um refugiado precisa fugir?
Ol�. Procuramos pelo Jamal.
Para l�. N�o posso ajudar, desculpe.
- Ela est� com medo. - �.
Mas de qu�?
Isso foi uma facada?
N�o sei, mas foi suturado.
Est�o abertas.
Central, precisamos de uma ambul�ncia urgente.
Homem com v�rias lacera��es na barriga.
Est� ardendo de febre.
Tenham piedade...
Aguente firme.
Por favor.
Aguente firme, a ajuda j� vem.
Que porra � essa?
R�pido.
Por favor.
Preciso ir.
- Aonde? - Eles est�o com ele.
Com o meu filho.
Karim.
Eles v�o mat�-lo.
- Ele atirou na gente. - Estou falando do que houve depois.
A Jet ficou com medo de voc�.
Vai sair do trabalho de rua.
Estou sendo suspenso?
Vai trabalhar na delegacia.
At� quando?
At� voc� se recuperar.
Stabler e eu conversamos.
Achamos que � o melhor a se fazer.
O Dr. Pearson...
Arranje uma hora para falar com ele.
O psiquiatra do departamento?
Meu psiquiatra.
Prefiro n�o registrar isso.
Ele est� esperando uma liga��o sua. Ligue para ele hoje.
Entendido?
Ele est� mal.
Est� com sepse da ferida.
Os rins est�o parando.
- Ele consegue falar? - Foi muito sedado
para o corpo poder se recuperar.
� claro que estamos fazendo o poss�vel.
Alguma ideia da causa?
Essa � a parte interessante.
A cicatriz ao redor da ferida
� de algum tempo atr�s.
Parece que foi criada de prop�sito.
N�o sei como explicar direito.
- Ent�o n�o � uma ferida? - � mais como um bolso,
como de uma cal�a jeans.
As suturas foram abertas recentemente e depois costuradas.
Deve ser a causa da infec��o.
Acredito que n�o deva ter feito isso com ele mesmo.
Pelo padr�o das suturas,
� claramente algu�m com treinamento m�dico.
- Isto estava dentro dele? - Esqueceram l�.
Claro que n�o perceberam.
� uma esmeralda.
- Como voc� sabe? - Depois da Col�mbia,
as esmeraldas do Vale do Panjshir no Afeganist�o
s�o as mais transl�cidas.
� minha pedra de nascimento.
Certo, ent�o este cara tinha...
Um bolso.
Um bolso costurado nele
para transportar pedras preciosas.
Contrabandistas usando refugiados de mula.
Isso � asqueroso.
E usavam o centro de caridade do im�
para encobrir a opera��o deles.
E explodiram a mesquita para queimar os documentos.
- Estava envolvido? - N�o necessariamente.
Aquilo est� uma bagun�a.
Nossa retirada do Afeganist�o foi t�o r�pida,
que n�o s� permitiu o retorno do Talib�,
mas o surgimento de v�rias pequenas gangues
que queriam aproveitar...
campos de �pio, dep�sitos de minerais, esconderijos de armas.
Tem muita coisa.
E uma gangue viu uma oportunidade e se aproveitou?
Exatamente, eu s�...
acho que o im� descobriu o que estavam fazendo
e eles o mataram para encobrir.
Se encaixa com o modus operandi.
Quem quer que sejam, est�o com o garoto.
Provavelmente usando ele como garantia contra o pai.
Precisamos descobrir tudo que pudermos sobre Jamal Karzai.
Pode fazer uma daquelas buscas?
- Como se chama? - Padr�o de Vida.
Encontramos algu�m hoje
com quem dever�amos conversar.
Estava com tanto medo que deve saber alguma coisa.
Podem ir.
Sim.
Fatima?
S� queremos conversar.
Eles pegaram o Karim.
Meu irm�o...
morreu h� algumas semanas.
Ele teve a mesma coisa?
Sepse?
Ele tinha uma ferida no corpo?
Sim.
Os homens... vieram atr�s do corpo dele.
Sabe quem s�o?
N�o, o Maalek...
nunca me contou nada.
Quando ele come�ou a trabalhar para eles, ele se mudou daqui.
Ele se recusava a falar.
Ele estava protegendo voc�.
Ele estava t�o doente.
Uma vez, eu o ouvi ao telefone.
Ele ligou para o m�dico, disse que precisava de ajuda.
Mas o m�dico...
n�o o atendeu.
Voc� se lembra do nome do m�dico?
Descobrimos dois profissionais m�dicos
com o sobrenome Ahmadzai.
Um � cirurgi�o-residente
no Hospital Brookside.
E o outro � dono de um a�ougue est�tico
em um pr�dio em Bushwick.
E o que � um a�ougue est�tico?
� como eu chamo.
Cirurgia pl�stica barata.
O que responde a pr�xima pergunta.
Quem verificar primeiro?
Ele mesmo.
Vou precisar do endere�o do a�ougueiro.
Sim.
Boa tarde. Gostaria de ver o Dr. Ahmadzai.
N�o fazemos implante capilar.
Por que n�o vai cham�-lo?
Cad� o garoto? Cad� o Karim?
N�o sei do que est� falando?
Sabemos do Jamal.
Sabemos que o costurou.
N�o sei de garoto nenhum, eu juro.
Muito bem.
Trouxe algo para voc�.
Um doce.
Estou come�ando a achar que voc� est� se afei�oando ao garoto.
Ele � quieto.
Gosto disso.
E eu gosto de receber pelo que paguei.
Algum problema?
Problema nenhum.
N�o mesmo.
Eu disse que n�o sei de nada.
Ent�o vou dizer algo que sei.
Se o Jamal Karzai morrer,
voc� se torna c�mplice de assassinato.
Se o garoto morrer,
eu vou garantir que nunca mais veja a luz do dia.
Ent�o...
aqui diz que nasceu em Cabul?
Sim.
Estava l� durante a retirada?
N�o, mas ainda tenho fam�lia l�.
� mesmo?
O que acha que diriam se soubessem o que fez?
Voc� � mu�ulmano, n�o?
- Sim. - Praticante?
Deus n�o o julga pelo que jurou...
mas pelas suas inten��es.
Pensei que quisesse ver suas v�timas.
Esta jovem tinha uma medida protetiva contra o ex.
Ele alugou uma arma de voc� porque n�o podia legalmente ter uma.
Porque o tribunal sabia que ele usaria.
Este jovem trabalhava num fast food para ajudar a fam�lia.
Morreu numa tentativa de roubo fracassada
por um preso em condicional que seria barrado pelos antecedentes.
Mas ele conseguiu alugar uma arma sua.
Mais tr�s v�timas, todas assassinadas com a mesma arma.
N�o sou respons�vel por estas pessoas.
- Ou meus clientes. - Papo furado.
Sabe exatamente o que seus clientes fazem
quando saem da sua loja.
E voc� lucra bastante com esse dinheiro sujo.
E se algu�m n�o devolvesse o que alugou?
Deve ter registros, nomes, endere�os e n�meros de telefone.
N�o sei disso.
Eles fazem o dep�sito e entregam as armas depois.
Eles sempre voltam.
Ela n�o vai nos ajudar.
Dever�amos trazer o filho dela para se despedirem.
Se n�o nos d� nada, n�o ter� nada.
- N�o � problema nosso. - Pois �.
Esperem.
Onde est� o meu filho?
Eles se intitulam Al-Tamarud.
Um tal de Ghani controla as coisas aqui em Nova York.
Onde posso encontr�-lo?
N�o sei, eu nunca o vi.
Onde encontrou o Jamal?
S� vejo os entregadores quando saem do avi�o.
E depois?
Eles me obrigam a operar ali mesmo,
sem anestesia.
Eu abro as suturas, retiro o que tem dentro.
�s vezes, o bolso rompe.
Fa�o o poss�vel com o que tenho.
Dou antibi�tico, costuro de novo,
e eles s�o enviados de avi�o no dia seguinte.
No dia seguinte?
Sim.
Puta merda, foi por isso que o Jamal disse que tinha que ir.
Boa jogada citando o Cor�o.
Foi voc� quem me deu tr�s escolhas.
Escolhi essa.
- E a�? - Maalek Abdullah.
Fez seis viagens de ida e volta de Cabul
at� que as viagens pararam do nada.
Quando ele adoeceu.
Ent�o Jamal Karzai come�ou na semana seguinte.
Estes pobres coitados s�o dispens�veis.
Um morre, o outro toma o lugar.
Jamal fez tr�s viagens e tem outra planejada para hoje.
Se o Jamal n�o aparece no aeroporto,
o Karim ser� morto.
E ainda n�o temos ideia de onde achar o tal Ghani.
Eu me lembro dele.
Eu me lembro de todos.
N�o gostei dele.
Por qu�?
A maioria...
compra algo na minha loja.
J� este,
ele n�o compra nada,
s� vem pelas armas
e para resgatar bilhetes de loteria que nem compra na loja.
Ele � preju�zo para mim.
Loteria? Tipo a Powerball?
N�o.
Raspadinhas.
N�o temos os bilhetes,
mas temos as datas em que o atirador foi na loja.
Use a hora das c�meras de seguran�a para identificar
quando as raspadinhas foram resgatadas.
E o Vargas checa no banco de dados da Loteria
para ver quando e onde os bilhetes foram comprados.
� sempre mais ou menos no mesmo hor�rio.
Onde?
CAIXA ELETR�NICO DISPON�VEL
Trinta d�lares de combust�vel na bomba um e cinco raspadinhas.
Trinta na bomba um.
Quais raspadinhas?
Onde est� a mulher que costuma ficar aqui?
Joanne? Est� doente.
Quais?
As de cima.
Por favor.
Todos alertas, entrega n�o programada.
Pode deixar.
- Ei! - N�o se mexa!
N�o me siga.
Pol�cia! Solte a arma!
Solte a arma!
- Solte a arma agora! - Para tr�s!
Disparos efetuados. O suspeito fugiu.
Sed� cinza, indo na Dowling em dire��o norte.
V�tima baleada. Mande param�dicos.
A per�cia conseguiu uma digital da lata que estava bebendo.
Fizemos uma an�lise da digital e do rosto
em nosso banco de dados.
N�o apareceu nada. A Interpol, por�m,
nos deu um resultado.
Est� diferente agora, mas...
� ele.
Como se chama?
Matthijs, Peter, Andre e Johan,
todos com o sobrenome Van Der Meer.
Ent�o ningu�m sabe quem ele � mesmo?
S� um assassino profissional
provavelmente respons�vel por v�rias mortes.
Ag�ncias policiais europeias
quase conseguiram peg�-lo, mas est� foragido.
Ele � um fantasma.
Um fantasma perigoso e sob press�o.
Certo, preciso ir. Obrigado pela informa��o.
- Estava falando com o hospital. - Karzai?
Ele est� consciente, tentando sair de l�.
Ligue para eles e pe�a para enrolarem.
- Estamos a caminho. - Certo.
O cara estava armado.
Quando entramos na van, ele me vendou.
- Ele estava vendado. - Para onde o levaram?
Para um pr�dio.
Era novo, em constru��o.
Um pr�dio novo e n�o terminado.
Por favor, Karim.
Estamos fazendo o poss�vel, eu juro.
Mas, primeiro, a que horas voltou para casa com o seu filho?
Eles sequestraram Jamal e Karim
do apartamento �s 9h30.
Demoraram 15 minutos de carro para chegar.
Isso pode ajudar.
A no��o de tempo � el�stica
em situa��es traum�ticas.
Vamos come�ar com o endere�o do pr�dio.
Talvez uns 25km/h por conta do tr�fego
e um percurso de 20 minutos.
Isso nos d�...
Um raio de busca enorme.
Mas agora...
ficamos s� com os pr�dios desocupados e em constru��o.
Quantos temos?
- Dezenove. - N�o d� para mandar unidades para todos.
O que mais ele pode dizer?
Ele estava vendado.
Ele se lembra de estar em um elevador.
Ent�o era um pr�dio de v�rios andares.
Se ele n�o viu a �rea,
talvez possa nos dizer o que escutou.
Um alto barulho de carros.
Uma ponte?
Dentro do nosso raio de busca, ficamos com a margem do rio.
Ainda temos 12 pr�dios.
O que mais ele ouviu?
Um barulho hidr�ulico.
Talvez um �nibus. Ou um caminh�o de lixo.
Vozes de crian�as, muitas crian�as.
Tinha crian�as.
- �nibus escolar. - Isso delimita bem.
Barulho de torcida... Torcida e gritos.
- Um show? - N�o.
N�o tem est�dios no raio.
- The Hole. - O qu�?
� uma quadra esportiva famosa.
Tem jogos l� todos os dias.
- Restringiu para quatro. - Sinais de vida nestes?
Verificando servi�os p�blicos.
S� um tem �gua e energia.
Compat�vel com atividades humanas em um local no Brooklyn.
Me mandem o endere�o. Vamos para l� agora.
Fiquem de olho no pr�dio.
Voc� vem comigo.
A opera��o deu errado.
Acabou.
Quero o meu dinheiro.
O trabalho n�o foi feito.
Voc� foi rastreado at� aqui.
DETEC��O DE MOVIMENTO
Solte a arma!
Solte a arma agora!
N�o.
Onde est� o Ghani?
Ghani!
S� quero o Karim.
Pol�cia! Solte a arma.
Onde est� o garoto?
Onde est� o garoto?
Oi, Karim.
Est� tudo bem.
Est� a salvo agora.
N�o se preocupe, somos os mocinhos.
Stabler, os drones viram movimenta��o no telhado.
Fique com ele.
- Papai! - Karim!
Voc� est� bem?
Sim.
Obrigada, detetive.
O caso n�o teria sido resolvido sem voc� e o Sam.
Bons instintos.
Fez bem em confiar neles.
E em voc�.
- Oi. - Oi.
Eu s�...
s� queria dizer que sinto muito...
por v�rias coisas.
Eu tamb�m.
Ando meio desorientado.
Ent�o estou...
me tratando com uma pessoa.
Que bom.
Espero que possamos recome�ar.
Como amigos.
Eu gostaria disso.
Ei, Elliot!
Ei! Recebeu minha mensagem?
Deveria responder da pr�xima vez.
Com um joinha, um OK.
Quem est� com nossa m�e?
A Kathleen ou... Me ajuda a�, a Maureen?
Um dos seus filhos.
Pensei que os irm�os Stabler precisavam de uma folga.
- � mesmo? - �.
Ou estava pensando que este irm�o Stabler
- precisava de uma folga. - Me pegou, detetive.
Eu precisava de uma folga.
Me esqueci de como � dif�cil cuidar de algu�m
que n�o seja eu mesmo, n�?
E mal consigo fazer isso.
Voc� est� menos p�ssimo.
- Obrigado. - De nada.
O Batman capturou o cara?
- Sim. - Que bom.
Talvez agora voc� consiga dormir.
Isso iria ajud�-lo.
Arrumei uma cabine para a gente l� atr�s.
Para quem � a outra cerveja?
Para este cretino.
H� quanto tempo, irm�o.
Vem c�.
Qual � o seu problema?
O qu�?
H� quanto tempo est� em Nova York?
Sei l�, eu chego e vou.
- Neg�cios, sabe? - E n�o liga?
N�o vai ver nossa m�e?
� isso?
� o que voc� faz?
Por favor, n�o fique bravo comigo.
N�o.
Por favor, n�o fique bravo comigo.
Eu devia te encher de porrada como quando �ramos crian�as.
Nunca me encheu de porrada quando crian�a.
Enchi, sim.
Muito bem, j� chega.
Quer ajuda com as pernas?
Nossa m�e bate com mais for�a.
Essa foi boa.
Esta hist�ria � fic��o. E n�o representa nenhuma pessoa ou evento.
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