Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
M .I .C .A .P .B.
Apresenta
Fernando Christopher Plummer.
Orson Welles.
Lily Palmer.
E Richard Johnson.
Tem. Édipo, o rei.
Tchau.
Versão brasileira Herbert Richards.
Crianças. Crianças.
Herdeiros da antiga linhagem dos Cadmeus.
Qual o significado dessa aglomeração em torno de meus pés com essa apresentação
de ramos de oliveira entrelaçados de pesar?
A cidade está repleta de fumo de incenso.
E ressoam cantos lúgubres e lamentações por toda parte.
A causa disto, filhos, eu não a quis saber da boca de mensageiros.
Vim eu mesmo a quem os homens chamam de Édipo Grande.
Fala, ancião.
A palavra lhe pertence.
Liga o significado deste roubo.
Liga o que o assusta e o que vem implorar.
Rei Édipo, soberano da minha terra. O senhor vê aqui jovens e velhos reunidos
torno do santuário.
Emplumados alguns ensaiando o voo. E alguns agachados pelo peso, como eu,
idade, o presbítero de Zeus.
E meninotes alguns, embaixadores da juventude. Sem ver a tempestade que
proa desta cidade em ondas de sangue.
As colheitas adoeceram a doença entre os rebanhos. As entranhas fracassadas
apodrecem com seu fruto.
Uma febre demônio devasta a cidade e dizima com fogo, espreitando com ódio
casa onde Cádimo vivia.
Enquanto isso, a noite atacada pela pobreza cresce gorda em gemidos e
reino de rei.
Portanto, ao senhor respeitado rei.
Rogamos que nos encontre a cura.
Não deve deixar o seu reino sucumbir... como aquele quando os homens foram
ressuscitados... e de novo caíram.
Salve a cidade.
Torne -a segura.
O senhor tinha bons presságios antes.
Foi um verdadeiro rei.
Seja do nível de sua estatura agora.
Se é rei dos homens como o rei que é... então que seja um reinado humano.
E não um deserto.
Suas notícias, pobres aflitos, não são novas para mim.
Eu as conheço.
E bem.
Todos estão doentes. Mas nenhum tão doente quanto eu.
Sua dor é única. De um a um ela não procria.
A minha é pura angústia.
Chorando pela cidade.
Por mim mesmo.
Por vocês.
Não foi o homem dormindo que acordaram. Ah, não.
Mas um em lágrimas amargas.
E um homem perplexo também, encontrado pensativo.
E se agarrou ao único remédio que veio para mandar o filho de Meneceu, Criom, o
próprio irmão de Jocasta, ao lugar que Apolo assombra em Pítia, para informar
que ato ou pacto meu poderia ainda redimir o Estado.
Eu conto os dias.
Seu prazo terminou.
Ele não vem.
Deveria estar aqui.
Mas quando ele vier, no momento em que chegar, seja como for, Creon dirá a
palavra do Deus.
Se devo prosseguir até o fim, ou estarei amaldiçoado.
Real, irmão.
Que notícias.
Que ordens, filho de Mereceu.
Trazes da boca do Deus.
Favoráveis.
Eu até diria que nossas feridas, respeitando a vontade de Apolo, se
imensas. O que quer dizer?
Me deixa meio em esperança, meio enterrado em desespero.
Quero ouvi -lo publicamente.
Estou pronto.
Devemos entrar.
Sim, fale para todos.
É muito mais deles que meu, embora mais meu que minha própria alma.
Então, muito bem.
Eis aqui o que Deus tem a dizer.
O príncipe Apolo se alegra abertamente que nós... extirpemos do corpo político
tumor monstruoso que se alojou lá.
Farem de alimentar o que causa úlcera.
Sim, por qual tratamento?
Como se aplica?
Manindo -se.
Com morte pela morte.
A cidade se aflige.
Com sangue de alguém.
Tal.
Mas quem?
O homem infeliz não é citado?
Laio, senhor.
O homem que foi rei nos dias antes que o senhor governasse.
Um homem que nunca vi.
Um homem assassinado.
E agora, claramente é pedido o sangue justo de seus assassinos.
Mas onde neste mundo estão eles, os assassinos do rei?
Onde se começa a procurar pelos vestígios? Há muitos perdidos no crime
esquecido. Aqui, disse o Deus.
Procurem e o acharão.
Só consegue escapar.
Aquilo que nunca foi perseguido.
Onde Laius encontrou sua morte violenta?
Ele planejou uma peregrinação.
Falou, assim deixou a casa.
E jamais retornou.
Ele foi sozinho?
Sem companhias?
Sem testemunhas que pudessem fornecer um relatório? Mortos?
Todos mortos. Menos um. Que fugiu em pânico.
Mas ele não guardou a língua em um único ponto.
Que ponto?
Vamos, fale!
Pistas, geram pistas e devemos agarrar as menores.
Esse homem insiste. Em que salteadores atacaram o rei. Não um, mas vários.
E o liquidaram.
Salteadores. Nenhum salteador seria tão ousado.
A menos que... alguém aqui o tentasse com o suborno.
Foi o que pensamos.
Mas... com Laius ausente...
Nos afundamos em desgraças e ninguém se mexeu.
Sua morte ficou sem vingança. Que misérias poderiam permitir que se
solução a morte e queda de um rei?
Senhor, foi a esfinge sereia de enigmas que
nos cantou do passado em sombras.
O que era o triste presente.
Então, voltarei e arrastarei esse passado sombrio para a luz novamente.
Uma busca que você e eu efetuaremos.
Meus desígnios não poderiam ser mais favorecidos.
Vingar o meu Deus e o meu país de um só golpe.
Ah, não de um amigo que está distante. Mas por mim mesmo, e para mim mesmo,
quebrarei esta praga.
Pois, quem sabe, amanhã o mesmo assassino poderá... A causa de Laios,
é a minha.
Agora, levantem -se, crianças.
Lápido!
Partam! Chamem todos de Tebas!
Eu tenho a certeza.
E que, com a ajuda de Apolo, não falharemos, mas emergiremos com todas as
bênçãos.
Que voz divina de ouro do santuário dourado de Pitô venha a nossa gloriosa
Tebas. Meu espírito se acha tremor, abalado por sua ansiedade.
Socorro! Curador de Delos, Peão.
Desmaio com medo do destino que me consagrará agora ou a curva na volta do
tempo.
Fale comigo, oráculo.
Criança eternamente brotada da esperança tão duradamente.
Vem.
Primeiro eu a invoco, filha do Deus, imortal Atena.
Então a sua irmã, guardiã da terra, Artemis, envolveu com louvores
e entronou em nossa praça. Há febo que alcança longe.
Os três com a rapidez de nossos campeões para entregar.
Apareçam. Pois se acaso o fogo do desastre envolvesse a cidade, todos
saberiam desvanecer essa aflição.
Então venham.
Preparem -se para hoje.
Alma após alma como fogo. Bate. Bate para cima, acendendo -se ao Deus do
sol poente.
Solo encarquilhado e ventos encolhidos no grito do nascimento.
Uma cidade dizimada, morrendo.
Imortalmente, os mortos, todos descansando sem choro.
Mas chorando, matronas e mulheres envelhecendo.
Em todo o altar rezando.
Rezando até a mágoa repicante dos cantos fúnebres... ser estilhaçada pelos
gritos dos hinos de louvor.
Resgatar! Oh, filha de ouro de Zeus!
Com seu sorriso... abafe o selvagem Marte... guerreando com febre
derreterona. Revolva -o de volta à casa... e precipitadamente... expulse -o
suas costas.
Mas o que a noite nos poupou, ele faz à luz do dia.
Campeão Apolo de ouro do sol, deixe -nos cantar a canção de suas flechas,
jogadas do arco do sol, enquanto Artemis, ardendo com tochas...
Amaldiçou as montanhas lícias. E você?
Oh, Bacotebano. Na cor do vinho.
Coroado de amarelo.
Você, Deus sorridente do socorro. Venha depressa. Brilhando.
Venha voando com suas mênages.
Caia no Deus que é.
Sem Deus.
Estão orando?
Então ouçam.
O que pedem, podem obter.
Se escutarem meu plano.
Um plano para deter a praga.
Falo, é claro, como estranho a história e estranho o crime.
Indefeso, portanto, para seguir sua pista, a menos que me deem sinais.
Mas já que sou o último dos cidadãos... falando entre cidadãos...
Vou desafiar todos vocês, tebanos, com o seguinte.
Será que há alguém aqui entre vocês?
Sabe quem matou Laios? Filho de Lárdacus!
Filho de Lárdacus!
A tal homem, agora ordeno que me conte tudo.
Que me conte tudo.
Se a auto -incriminação o mantém em silêncio, que fique certo que nada é
temer pior do que o exílio.
Será que algum homem está a par de que se cometeu crime por alguém de outra
terra?
Que ele não seja tímido e fale.
E fale.
Eu lhe recomendarei treme.
E deva a sua frente.
Silêncio ainda?
Se alguém pretende proteger um amigo culpado, é o próprio culpado.
Acho melhor ouvir as penalidades que imporei.
Que esse homem, seja ele quem for, é o rei reinante deste país.
Isolo de qualquer amizade de fala e contato, sacrifício e sacramento, mesmo
toque ritual da água no seu domínio.
Expulso de toda casa, ele será imagem daquela pestilência que o oráculo do
impite e acaba de me revelar. Assim procedendo, lhes digo que aliado estou
tanto da religião quanto do homem morto.
Quanto ao assassino...
que se evadiu, seja ele um ou vários homens,
eu agora o esconjuro por sua miserável vida arrastada para a
degradação.
E sobre mim próprio.
Se o meu conhecimento coabitasse comigo... sobre mim próprio invoco todas
maldições... e desejo que caiam as pragas que emprequei contra eles. O
contra um rei virtuosíssimo não pode ficar impune.
Pelo Deus Apolo!
Por essa terra... tão infrutífera agora e tão desprezada pelo céu...
Mesmo sem ordem expressa do Deus, como poderiam negligenciar a morte de um
monarca sem perseguir esse objetivo com o melhor de si mesmos?
Sou agora senhor do poder que ele possuía.
Ocupo o mesmo leito dele.
E tenho por mulher sua própria esposa, cujos filhos seriam irmãos se o destino
não fosse contrário.
Não descansarei.
Até conseguir descobrir a mão que atacou o filho de Labdacus, descendente de
Polidoro, herdeiro de Cadmo na linhagem do antigo Agenor.
E para os que desobedeceres, pedirei aos deuses que amaldiçoem com campos que
jamais vingarão e úteros que não gerarão.
Que eles se gastem e queimem nessa presente praga.
E quanto a vocês, meus homens leais de Tebas... que pensam
comigo... vossa justiça e todo o céu ajudarem.
Senhor... o juramento que me oferece aceito alegremente.
Eu juro que não sou o matador.
Nem posso dizer quem o matador é.
Apolo apresentou o problema.
Que Apolo nos aponte o culpado.
É muito certo.
Mas quem pode forçar a mão do céu?
Há coisa melhor do que isso, se posso dizer. Coisa melhor, coisas melhores,
qualquer coisa.
Existe um homem que, com o olho de rei, vê os segredos de um rei.
Tiresias de Apolo.
Ele é a nossa fonte, nossa oportunidade de aprender, senhor. Eu sei, não pense
que tenha andado ocioso. Duas vezes mandei chamá -lo a convite, ele criou.
Não posso entender o que o faz demorar tanto.
Podemos desfazer os boatos assustadores agora.
Boatos? Preciso conhecê -los. Como ele encontrou a morte através de vagabundos
viajantes? Sim, ouvi isso também. Não temos testemunhas, contudo. E ele seria
atrevido, podendo permanecer em calma depois de todas as amigas? Meras
não vão trazer de volta aquele que matar não podia. Contudo, há um homem que
poderia revelar o criminoso.
Aproxime -se.
Grande profeta.
Tiresias.
Oh, mestre.
Intuitivo e didático do finito e do infinito.
Templo único de verdade encarnada na terra.
Embora não possa ver.
Sem dúvida sente.
O peso esmagador de todas as mágoas da cidade.
O Senhor é nosso último refúgio, profeta.
E nosso auxílio.
O Deus Apolo nos mandou uma resposta dizendo... Não se libertarão da praga...
menos que procurem e achem os matadores de laios... e os castiguem com a morte
ou o exílio.
Ora, Senhor... não recuse declarar o que revelaram a perícia dos pássaros... ou
aquilo que qualquer outro augúrio possa evocar.
Procure salvar -se.
Salvando a cidade.
E a mim também.
Liberte -nos de toda essa corrupção da morte, senhor.
Estamos em suas mãos.
Ser sábio é uma tormenta.
Quando a sabedoria não dá frutos.
Oh, mande -me para casa.
Aceite sua carga.
Eu aceitarei a mim. Isso não é uma resposta leal.
Recusa -se a falar.
Nós perguntamos.
Todos nós.
Não nos negue o seu conhecimento.
Todos ignorantes.
Recuso -me a ligar minha sabedoria com um fracasso igual ao seu.
Como? O senhor sabe.
E não dirá?
Prefere sacrificar -nos e deixar a cidade apodrecer?
Prefiro poupar a nós dois da dor.
Homem velho, miserável. Chegaria a irritar a fúria.
Ainda recusa. Seu coração pétreo mantém -se em teimosia inútil.
Meu coração pétreo?
Você não me censuraria assim.
Caso pudesse ver o que se passa no seu... Ouviram o que disse?
Que homem toleraria tais insultos ao nosso soberano e estado?
Tudo virá à tona.
No devido tempo.
No devido tempo, por que não falar agora?
Já falei bastante.
Sua mão, menino.
Você!
Foi você quem planejou tudo isso.
E desconfio de você a respeito do crime, menos do golpe real.
O que faria dos seus olhos se dissesse que é o autor intelectual do crime?
O senhor diria.
Então vou pressioná -lo para sustentar...
A mesma maldição que lançou sobre mim.
Ousa pensar que está a salvo. A verdade me fortaleceu.
Qual verdade?
O senhor força para que eu o diga.
Que o senhor e pessoas que lhe são caras... estão envolvidos num pecado
idiondo.
Cegos ao terror que ele trata.
Você é tipo você mesmo.
Assassinou um homem, cujo assassino procura.
Não pode me ferir, ó coisa escura e fria.
Nem eu, nem outro homem que vive na luz.
Não sou eu que o destino manda para sua queda.
Apolo já basta.
Creon, foi você ou ele quem pensou nisso?
Creon, não sou o adivinho de Creon.
Eu sirvo ao Deus Apolo.
Então é isso que ele está querendo.
Creon, o leal.
Creon, tanto tempo, meu amigo.
Escondendo -se para derrubar -me, roubar.
Feiticeiro subornado, mago de falcoaria, gênio nascido cego com olhos para o
lucro. Sim, você!
Diga quando alguma vez bancou o profeta corretamente.
Quando a cadela esfinge de enigmas cantou, nunca fez nada para quebrar -lhe
encanto. Mas eu, Édipo, impus silêncio à esfinge. Eu pude farejá -la com
esperteza humana sem pegar pistas dos pássaros. E sou eu que você deseja
derrubar para ter lugar ao lado do trono de Creon. Não fique surpreso se o
exorcismo se virar em exorcizar você e ele. Pois não fossem prendados como
parecem, eu lhes ensinaria chicotas lições de sua paule.
Perdoe -nos, Édipo, mas isso é raiva.
Ele falou em raiva também.
E ambos esqueceram do objetivo.
O que desejamos saber é como obedecer aos desígnios do Deus.
Cego.
Ele ri de mim por isso.
O que o detém aqui?
Volte! Volte para sua objeção!
Cego.
Você vê como tudo é cego.
Espantosamente. Cego à sua origem.
Cego ao mão -leão em sua casa.
Você não adivinha qual o ódio que mora lá.
Enterrado com seus entes queridos mortos. Ou com a maldição de uma mãe e
O flagelarão com suas correias duplas.
E os chicotearão até cair cambaleando em terra.
Primeiro se pergunte... De onde você vem?
E depois... Julgue tudo... Que eu e Creon dissemos.
Nenhum vivo verá... Sua existência...
Tão vergonhosamente arrasada.
Nunca imaginei ouvir linguagem tão desbaratada. Os pais dos quais nasceu me
ensinaram sabedoria.
Paz?
Espere!
Quem eram meus pais?
Esse dia único... lhe fornecerá um nascimento... e uma
morte.
Eu lhe digo isto.
O homem que procura como assassino do rei Laius...
Esse homem, eu digo, está aqui.
Pensou -se que era forasteiro.
Forasteiro.
Cedo você verá claramente que é nascido de Tebas.
E é viltado pela desonra.
Cego e mais que tudo mendigo.
Não mais será rico.
Exilado. Para terras distantes.
Tateando seu caminho no exílio.
Com um bastão.
Assim.
Descobrindo no próprio coração de seu lar.
O pai de suas crianças.
E seu irmão.
Filho. E marido da sua mãe.
Viva o direito.
De seu pai.
E assassino.
Bondere.
E siga o seu caminho.
E quando pensar que me pegou numa mentira.
Então venha e me diga que não sirvo.
Para profecias.
Mostre -me o homem, a pedra falando de Delfos.
Condenado. Cujas mãos encarnadas adquiriram o golpear
mestre do assassínio mestre.
Mais veloz que cavalos enfrentando o vento, ele deve voar. O filho de Zeus,
agesado da luz e fogo em seus calcanhares. Um monte de destinos de
revelarão suas pegadas.
Uma voz que cintilou das neves do alto parnasiano se arria como a luz.
Chorando, perto ou longe, encontrem o criminoso não descoberto.
A bola caçada derrubará o homem ao solo.
Através de selvas selvagens e cavernas rochosas, um touro só, ferido. Ele
mangueja, perdido e sozinho.
Eca os vivos furtivos da terra profética.
E ferrou a evagueia em torno dele.
E rires augúrios me despedaço e preocupam.
A adivinhação do profeta... Não posso confirmar, não posso negar. Deserto de
palavras.
Eu flutuo em esperanças. Todas cegas para hoje e cegas para amanhã.
Uma divisão entre a casa de Laius e o filho de Pólipo. Hoje ou ontem, eu nunca
soube. Nem sei de querela ou razão de desafio para enfrentar a fama de Édipo.
Embora eu ansei em vingar a morte curiosa daquele rei.
Zeus e Apolo são sábios e discernem as condições do homem.
Mas entre homens poderá... Existir prova de que um profeta sabe mais do que eu.
Um homem, no entanto, sabedoria pode superar sabedoria num homem.
Mas assim mesmo, não serei rápido em julgar esta prova.
Pois uma vez a esfinge alada e feminina o desafiou e descobriu que ele era sábio
e amigo da cidade.
Por isso nunca, em minha mente pelo menos, ele será culpado do crime.
Bom, cidadãos.
Corri para cá, chocado em sua presença, por uma acusação monstruosa dirigida a
mim por Édipo, o rei.
Se ele acha que em toda a confusão de nossa época, que em alguma palavra o ato
meu foi jamais feito com malícia para fazer mal, prefiro acabar com a minha
que viver tão mal visto.
Pois isso não é calúnia frívola, mas catástrofe real. Me achar qualificado de
traidor. Traidor à minha cidade, a vocês, aos meus amigos.
Estamos convencidos de que a ameaça foi feita em ira, não estudada friamente por
um cérebro em calma. Foi apressada, então.
Disse que eu tive a vidência para dizer um conto de mentiras. Assim foi dito.
Mas não percebemos porquê. Mas dita com olhos firmes, mente firme,
essa investida contra o meu nome?
Eu não sei.
O que o meu mestre faz, eu não vejo. Como?
Você, de novo?
Você ousa regressar?
Tem coragem de pôr seu pé na soleira de minha porta?
Você, o assassino já provado, o evidente usurpador de meu trono?
Em nome dos céus, que covardia ou loucura percebeu em mim para lhe dar
coragem?
Achou que eu jamais descobriria tal traição?
Ou que quando fizesse, não lutaria por ela?
Que jogo de doidos é esse para sair caçando tronos sem um secto ou amigos?
Desde quando tronos são vencidos por meio de tal apoio ou força? Por favor,
deixe -me falar também.
E depois de me ouvir, julgue.
Você é bom demais no falar e eu sou por demais lento em ouvir palavras de
conteúdo venenoso.
É precisamente o que quero disputar. Sua inocência, sem dúvida, é precisamente o
que eu não quero ouvir. Está completamente enganado.
Se pensa que essa teimosia é necessária.
E o senhor que cometeu o erro fatal ao pensar em ferir parentes e sair ileso?
E como foi que eu o feri? O senhor pediu ou não pediu que invocasse aquela
adivinhação ignorante?
Pedi.
E continuo achando que agi certo.
Diga -me, quanto tempo faz que Laius... Laius o quê?
Desapareceu?
Morreu?
Foi despachado misteriosamente?
Velhos historiadores muito antigos poderiam nos dizer isso. Estava o
praticando então? Estava. E era tão sábio como honrado. E ele em qualquer
chegou a falar de mim? Não, pelo menos nunca aos meus ouvidos. E você nada fez
para investigar a morte de Laio? Inquérito completo e nada aprendido.
Diga -me, por que eu adivinho que tudo vê não contou sua história, então? Isso
eu não posso responder, nem aventurarei uma opinião. Não posso responder isso,
eu não sei.
Ah, sim, poderia responder muito bem, pelo menos sobre uma questão. Que
é essa? Se souber, irei declará -la. Só isso.
O profeta que levantou suspeitas sobre a morte de Laio... e precisamente por sua
sugestão. E que ele suspeitou, só você pode dizer.
Agora eu gostaria de fazer algumas perguntas também e você pode dar as
respostas. A vontade, não achará o assassino. Muito bem.
Você é casado com minha irmã?
Sim, sou. Por que negaria isso? E reina igualmente com ela por todo o reinado?
Faço o possível para satisfazer seus desejos.
E dessa união eu perfaço um terço igual?
Exatamente. O que o torna um amigo tão falso?
Não.
Tente raciocinar.
Como eu.
Primeiro... pergunte a si mesmo... por que escolheria os problemas de uma
coroa... sem repouso e sem paz... quando poderia gozar do mesmo poder sem ela?
Eu não cobiçaria o reinado por si só... quando posso ser rei por outros meios?
Quem faria?
Quem sabe o que é sabedoria?
Todas as minhas ambições agora...
Estão satisfeitas por você, sem ansiedade, mas se eu fosse rei...
cercado por constrangimentos.
Não sou tão ingênuo a ponto de agarrar os símbolos de soberania e poder...
quando posso ter a doce realeza sem responsabilidades... e gozar do fato,
desembaraçado pela imagem.
Certamente é puro lucro.
Agora recebendo o sorriso de todos.
Saudado agora.
Agora afastado de lado por pretendentes ao rei, meu ouvido, a porta deles
espera.
Por que iria deixar isso escapar tão fácil?
E procurar cuidados.
Uma mente em paz não engendra guerras.
Assim, traição nunca foi o meu fraco.
Nem sou homem de parlamentar com anarquia.
Teste -me.
Madelfos, pergunte se eu devolvi mentiras como profecias e não cesse.
Antes de me achar conjurado com um adivinhador.
Me pegue.
Me mate.
Duplamente culpado, então. Não em simples conta. Não sua sozinha, porém
Oh, não me julgue por um mero boato e desconhecido.
Nenhuma justiça marca o bom e justifica o mal.
Afugenta a amizade, eu digo, e você afugenta a sua própria vida, doce amigo
alguém.
O tempo bem lhe ensinará.
O homem honesto precisa de tempo.
O pecador, só de um dia para perpetuar o crime.
Ele fala bem, senhor, o suspeito que se cuide. Pensar depressa nunca traz
raciocínio certo. Pensar depressa deve interceder para parar onde traição
intercede para conspirar. Devo manter minha paz até seus planos serem mais
fortes que os meus? Então o que o senhor deseja?
Por acaso, meu exílio? Exílio!
Exílio? Sim.
Ah, como eu preferiria vê -lo morto.
Tão inflexível, tão cheio de descrenças.
Só um tolo entregaria sua confiança a você.
E o senhor se cria um sábio. Sábio para mim mesmo, pelo menos. Então por que não
para mim? Por favor, se estiver enganado. Enganado talvez, porém ainda
Reinando totalmente.
Minha pobre cidade.
Minha cidade também.
Você precisa se comportar. Senhores, senhores, homens em desacordo.
Vergonha um berrando para o outro. Como podem se acusar de erros particulares?
Quando Tebas, nossa cidade, vive em agonia.
Volte para casa, meu senhor.
E Creon, você, para sua casa.
Pare de tornar disputas ínfimas em escândalos públicos.
Ínfimas, minha irmã.
Pede por seu marido.
Quer me infligir mal demoníaco com escolha de destinos, exílio da terra de
pai ou morte?
Sim, esposa minha, eu o peguei conspirando contra a minha própria
Que os deuses me amaldiçoem, se sou culpado da menor parte do que me acusa.
nome dos deuses, ouça, Edipo, ouça!
Ele fez um juramento ao céu por mim e por todos nós.
Acredite nela, rei.
Acredite. Disponha -se a ser sábio.
Acredite. Como? Querem que me submeta? Ele nunca lhe disse mentiras antes. Ele
jurou. Seja bom. Sabem o que estão pedindo?
Sabemos. Explique.
Não denuncie um amigo nem o leve à desgraça, anulando o seu voto contra a
espada. Chegamos a isso? Meu exílio é o morto e preferidos ao que desejam para
ele? Não.
Urelhos, não.
Helios, Deus do primeiro sol, invoque morte sem alegria para mim, sem Deus,
amigo, se é o que tenho em mente.
A terra moribunda me destrói.
Discorda, coberto de tristeza, e veremos o Senhor e ele combinar em loucura.
Que ele vá!
Mesmo se eu for abundantemente para morrer, ou sair daqui em exílio, seu!
Não dele, o choro que me curva.
Ele é a coisa que é odiada.
Sim, como o senhor odeia.
Mesmo em sua complacência.
Mas paixão passada, remorso se segue.
Há um grande boato no mundo dos clássicos cinematográficos. Boato?
Senhora, por que demorar em levá -lo daqui?
Eu fico para saber.
Palavras quentes, irritadas, suspeita e decepção.
De ambos?
De ambos.
Que palavras?
Suas próprias.
Espero que me digam, homens de mente fraca e indulgentes... a que ritmo de
apaziguamento atingiram... me embotando.
Senhor, eu já falei mais de uma vez quão insensatos seríamos... que tolos,
cravos e totais abdicando do senhor... que lançou este navio descobridor...
reinado sofredor de volta ao seu rumo... e agora pode novamente pegar o seu
timão.
Em nome de Deus, Édipo, me informe também. O que conseguiu, afinal de
com essa raiva?
É, Crião.
Ele me acusou falsamente.
Qual acusação? Me conte, Édipo. Qual a disputa?
Ele me acusou de assassino de laios.
Invenção dele ou com evidências? Ah, não, a raposa.
Mandou -me um adivinho e mantém seus próprios lábios seguros e puros. Ah, é
isso. Enfim, esqueça esses cuidados e seja persuadido e consolado. Não existe
arte de prever para o homem.
Disso eu tenho prova.
Sim, prova curta e certa.
Certa vez, há muito tempo, um oráculo disse a Laius, não digo que fosse de
Apolo pessoalmente, mas de seus ministros, Esse oráculo disse que o
faria com que ele encontrasse seu fim por meio de um filho. Um filho dele meu.
De fato, Edbo houve um crime. Mas praticado por vagabundos errantes onde
estradas se cruzavam.
E então o filho, com três dias de idade, é deixado por laios.
Através de outras mãos, é claro, numa encosta sem trilha. Os tornozelos atados
juntos.
E assim, falhou o oráculo de Apolo ao tornar o filho assassino do pai e falha
fazer o pai.
Laios, doente de medo de ser morto por seu filho.
Tudo previsto por destino e por profetas, é claro, e tudo para ser
Se o Deus quisesse que o futuro fosse dito, então o próprio Deus o diria.
Minha rainha.
Cada palavra.
Que bateu em meu ouvido, bateu em paz.
Bateu em minha alma.
Mas que pálida lembrança vem agora, Edipo.
Lyos foi morto.
Julguei ter ouvido falar de três estradas que se cruzam.
É o que dizem. E é como a história corre.
E o acidente?
Onde aconteceu?
É uma região chamada Fóssida.
Num local onde a estrada de Delfos encontra a estrada de Dahlia. Na época?
Faz quantos anos?
Um pouco antes de você tomar o poder aqui. A notícia foi feita pública na
cidade.
Oh, Zeus, que brinquedo fala de mim agora?
Mas, Édipo, que pesadelo atingiu sua mente agora?
Não me pergunte!
Não, ainda não.
Elias.
Qual sua idade e sua altura estava nos primórdios da vida?
Alto. A primeira faixa de prata no cabelo. No porte.
Não muito diferente de você.
Infeliz de mim, estou perdido.
O que, meu rei?
Infelizmente.
Acho que o adivinho cego tem razão.
Mas espere, mais uma pergunta.
Sim, me assusta, mas pergunte. Eu tentarei falar.
Ele saiu em campo simplesmente?
Ou com o corpo de guarda como rei?
Cinco homens ao todo e um arauto.
Um carro simples para o rei.
Tudo está claro agora.
E quem trouxe a notícia de volta, senhora? Um criado. O único homem que
E ele está nessa casa, por acaso?
Quando ele voltou, viu você reinando no lugar de Laís morto.
Implorou que o mandasse para o campo, longe da vista de Tebas, onde pudesse
levar vida de pastor.
Assim eu o mandei.
Embora escravo, achei que merecia mais que agradecimentos.
Então... Poderíamos trazê -lo aqui?
Certamente. Mas o que faz -me perguntar? Talvez haja coisas... coisas que eu
disse à minha esposa.
Ou melhor, que deixei de dizê -las... que me fazem pedir sua presença.
Ele virá.
Mas diga -me, Édipo... também eu não posso saber o que o apavora?
Ah, sim, saberá. Pois já atravessei territórios do medo sob ameaças do
Eu lhe dou as boas -vindas.
Minha verdadeira amiga.
Meu pai era... Coríntio.
Pólivo.
Minha mãe... Dória.
Chamava -se Mérope.
Eu era o primeiro homem da cidade.
Até acontecer um certo incidente.
Incidente curioso.
Embora não valendo o fermento em que me jogou.
No jantar.
Certa vez, um bêbado.
Em sua bebedeira.
Afirmou aos berros que eu não era filho de meu pai.
Eu estremeci todo.
Mal conseguindo...
Conter a minha imensa dor.
Mas no dia seguinte, eu fui... fui imediatamente perguntar a minha mãe e a
pai... que se chocaram e se zangaram com essa minha dúvida.
Fiquei aliviado com a resposta que me deram.
Entretanto... essas coisas atingiram um ponto em
minha mente... tão fundo...
que fizeram com que me afastasse de casa para Delfos, ao oráculo.
E lá, Apolo, nem suspeitando do que eu fora escutar, mandou -me para
casa de novo, com os ouvidos tinindo com outras coisas que predissera,
profecias de coisas horríveis, revoltantes, como...
Acasalar com minha própria mãe.
E gerar filhos no próprio leito paterno.
Após ter sido o assassino de meu pai.
Eu saí voando de lá.
E medi todas as estrelas para colocar o céu entre a terra de Corinto e
tal destino amaldiçoado.
E quando eu ia, tropecei no...
O próprio local onde esse rei de que fala encontrou o fim.
Quando eu alcancei essa bifurcação do caminho, um arauto, acompanhado de um
homem velho, como o que descreveu, num carro feito de cordas, veio em minha
direção.
O jovem arauto...
Sob ordens do velho, tentou afastar -me do meu caminho.
O rapaz me atacou e eu, raivoso, derrubei -o num golpe.
Ao ver isso, o velho esperou até eu virar de frente.
E de seu carro, com um chicote de ponta dupla, bateu com toda a força em minha
cabeça.
Ele mais do que pagou por isso, pois de um relance esta minha mão atingiu com um
cajado, arrancando de seu carro, inteiramente tonto, eu...
Eu o matei.
Eu o matei. Eu o matei.
Agora... Silius... é esse homem desconhecido.
Não há... Ninguém no mundo mais ferido do que eu.
Ninguém nasceu... tão maldito a face de Deus.
A quem, afinal, fiz tudo isso?
A mim mesmo.
Para lançar a condenação sobre mim mesmo.
Agarrando a esposa de um homem morto com mãos imundas. Essas mãos que o mataram.
Não posso ir para casa.
Ou falei de minha mãe esposa, já que meu pai está morto.
Meu senhor.
Aguarde até a testemunha poder falar.
Tenha fé.
Sim.
Toda a minha fé depende de um pastor agora.
E devo esperar até que ele venha.
Mas quando ele chegar, o que é que você deseja ouvir dele?
Só isto.
Se os seus relatos combinarem, sou inocente.
Mas qual foi o meu relato? O que foi que eu disse?
Ora, foram vários assaltantes que massacraram o rei.
Se ele falar de vários e eu apenas de um, não serei o criminoso. Não serei,
se ele falar na jornada de um homem solitário...
Então o veredito pesará sobre mim mesmo.
Acredite em mim. O seu relato foi esse.
Exatamente esse.
Ele não pode cancelar o que já disse.
Toda a cidade ouviu, não eu sozinha. E mesmo que ele tentasse mudar a palavra,
jamais. Poderia fazer certamente, meu rei. A morte de Lais combinar com o que
oráculo predisse.
Teria de ser através de um filho meu.
Pobre jovem.
Que nunca matou nada.
Mas foi ele mesmo morto há muito tempo.
Gosto de seu argumento.
Porém... não esqueça... esse pastor.
Mande -o chamar -se.
Ele virá logo.
Não vai esquecer.
Vamos para o interior.
Só me importo com você.
Todo o meu prazer.
É seu.
Oh, pureza da dívida e doce intento. Me protegem sua graça.
Ministro de leis radiantes.
Céu nasceu que não tem pai, mas o limpo.
Nem gênese desmaiada do homem.
Grande é Deus neles e jamais velho. Que nenhum esquecimento abriga.
Orgulho.
Orgulho.
Orgulho engendra poder.
Orgulho.
Banqueteando -se em vaidades, mistificado e não estimado.
Ináculos escaláveis para lançar o pé dela contra a pedra do destino.
Mas patriótica piedade possa Deus proteger. Meu Deus, meu campeão
Não adorarei a passagem onde oráculos da terra são murmurados em Delfos, não na
Capela da Abadia.
E não Olímpia, a menos que os oráculos se justifiquem.
Ordem imensa para homens.
Zeus, se rei dos reis o senhor é, então que esse caso não se esconda do senhor e
do seu grande olho imorredouro.
Suas profecias de laios tornarão -se mentiras.
Se desvaneceram, toda a honra se foi.
Não há reverência por Apolo.
Homens do Estado, eu tenho novos desígnios.
Com essas grinaldas e com o incenso em minhas mãos, chamarei todos os
santuários.
Pois futilidades agressivas correm pela mente de Édipo.
Afastou -se tanto do juízo que não difere presente do passado.
E magoa sua alma com muitas palavras de medo.
Todo o meu conselho é inútil.
Eu dirijo -me ao senhor Apolo.
Para que imagine algum meio de nos desanuviar.
Poderia me dizer, por favor, bom senhor... se este é o palácio do rei
Este é o palácio, senhor.
E ele está lá.
Esta dama é a esposa dele, a mãe de seus filhos.
Que o Deus a abençoe sempre.
E aos seus.
A esposa perfeita.
Abençoada perfeitamente com ele.
E o senhor também.
Seja abençoado pela sua parte.
Mas veio aqui para pedir novidades ou dá -las?
Para dá -las, senhora.
Boas novas para sua casa e o seu marido.
Boas novas?
Mas de onde?
De Corinto.
Sim, parte agradáveis notícias, se não me engano. Talvez meio doce e amargas.
Como doce e amargas?
Qual prazer é pela metade? Eleito rei de Istimia, ele é pronto, assim espero,
para subir ao trono.
Como assim?
Um velho pólipo ainda reina?
Não mais, pois a morte selou no seu túmulo. Então...
O pai de Édipo morreu?
Sim, ele morreu.
Eu juro isso.
Por minha vida, ele morreu.
Rápido. Vá correndo contar isso ao seu mestre.
Previsões dos deuses.
Onde estão agora?
Esse é o homem que Édipo teve receio de matar, tanto receio. E agora, sem o
menor toque, ele morre.
Ah, escute, meu senhor.
Escute esse homem e encha seus ouvidos.
Como se reduzirão as grandes previsões de Apolo?
Quem é este? O que foi que ele veio dizer? É um homem de Corinto.
Veio dizer que seu pai não é mais o velho Pólibo.
Ele morreu.
O que está dizendo?
Explique -se, meu bom velho.
Para lhe dizer primeiro as primeiras coisas.
Ele se foi. Tenho a certeza que morreu. Por traição ou doença?
E que no toque pôs o velho para morrer.
De causa natural, então?
Pobre velho.
Ótimo.
Agora terminei de lidar com os oráculos de Pitya que pronunciavam que eu mataria
meu pai.
Ele morreu enquanto eu aqui fico com a espada ainda na bainha.
Ou ele definiu por mim e acabei matando.
Bem, está morto.
E que descanse em paz com todas aquelas suas profecias.
Nada valiam como eu disse na ocasião. Sim, a senhora me disse, mas eu estava
doente de medo.
E agora não pensará mais no assunto.
Existe a profecia de que estaria na cama com minha mãe?
Como pode um homem temer profecias quando elas dependem de ser um rei?
Nada há de certo.
Nada há de predestinado. É melhor viver ao acaso, como pudermos melhor.
Esqueça o tolo pensamento de casar com sua mãe.
Muitos homens em sonhos casaram -se com suas mães.
E vive feliz quem não dá importância ao fato. Tudo o que você diz poderia ser
muito claro se minha mãe não estivesse viva ainda.
Ela está, e por isso todo o meu ânimo não se aquieta.
Temo uma mulher.
Uma mulher, senhor?
Mas quem poderia ela ser?
Merovi, meu velho, que viveu com póligo.
Mas o que ela tem que possa assustá -lo?
Ouve um aviso, um aviso do céu.
Pode ser contado? Ou não deve ser ouvido?
Não, você pode escutar.
Apolo certa vez declarou que eu acabaria me juntando à minha mãe.
E que com essas minhas mãos...
acabaria derramando o sangue vital de meu pai.
Foi esse o medo que o impeliu a sair de Corinto? Sim, não o de ser assassino de
meu pai.
Então por que espera?
Posso acalmar as preocupações de um rei. Se você pudesse, eu o cobriria de
recompensas. Exatamente o que eu tinha em mente, trazê -lo para casa e me fazer
algum benefício.
Não, casa não. Nem chegarei perto de um parente sequer.
Meu filho, é claro que ainda não enxerga.
O quê?
Fale logo, meu velho. Vamos, fale.
Bem, você saiu de casa por causa disso.
Sim, receava a previsão de Apolo.
E tem receio de quem sejam seus pais?
Sim, velho.
Sim, é isso?
Sempre me preocupa essa ameaça. Mas será que não entende?
Está apavorado à toa. À toa como, se sou filho deles?
Porque Pólibo e você...
Eram mundos distintos.
Mundos distintos.
Ele era meu pai, não era?
Nem mais nem menos do que eu que lhe conta isso. Nem mais nem menos que você?
Então, nada então?
Ele nunca lhe deu vida?
Não mais que eu.
E o que foi que o fez chamar de filho?
Você foi um presente.
Ele o tirou de meus braços.
Me amaria tanto não sendo eu dele?
Ele não tinha filhos seus para amar.
Mas foi nascido a comprar esse presente que deu.
Descoberto num vale madeireiro, em Cítera.
Nos morros tebanos?
Por que vagava por lá?
Naqueles morros eu costumava pastorear seus rebanhos.
Era um pastoreirante, então?
Sim, naquele dia, seu salvador também, meu filho.
Mas me encontrou em grande desgraça, dor ou miséria?
Os tornozelos deviam me dizer isso.
Oh, Dora Antiga, por que me lembrar disso?
Eu soltei seus pés, ambos atados juntos.
Minha marca de nascença, minha marca de infância.
Ele deu também o seu infeliz nome.
Foi obra de minha mãe.
Foi de meu pai.
Pelo amor dos deuses, diga. Eu não sei.
O homem que me deu você poderia dizer isso.
O quê?
Recebido de segunda mão, não achado por você?
Não achado por mim, mas entregue por outro pastor.
Qual pastor?
Ainda o reconheceria? Era conhecido como um dos homens de Laios.
Você fala do rei que reinou aqui há muito tempo?
Exato, e ele era pastor desse mesmo rei. Eu poderia vê -lo, ele ainda vive.
Sua própria gente poderia falar melhor.
Algum homem aqui presente sabe do que esse pastor está falando?
Alguém já o viu nos campos ou redondezas?
Acho que ele fala daquele pastor, senhor, que pediu para ver antes.
Jocasta aqui poderia julgar muito melhor.
Senhora.
Conhece esse homem que mandamos chamar certa vez?
É ele a quem se refere?
Quem? Quem?
O que?
O que importa o que esse homem diz e por quê?
Não vale a pena saber agora?
Esqueça de tudo. Esquecer de tudo? Eu não posso, não posso parar agora.
Pelo amor dos deuses, não prossiga pelo bem de sua própria vida. Eu já fui
torturada demais.
Não será você a cair em desgraça, mesmo se provado eu ser um terço descendente
de escravos? Não seja persuadido, por favor, por favor, não prossiga.
Persuadido da verdade, devo continuar.
Embora eu esteja implorando por sua felicidade.
Os segredos do meu nascimento.
As pistas todas em minhas mãos.
Que os deuses o ajudem, Edipo. E o escondam do que você é.
Alguém quer ir buscar esse pastor?
Deixem a dama sua alta descendência.
Adeus, pobre iludido.
Perdido e maldito.
Não há mais nada do que eu possa chamá -lo agora.
É, Edipo.
A rainha saiu em pesar mudo.
O silêncio precede a tempestade. Então, que desabe logo essa tempestade!
Embora! É provado que nasci do nada.
Deixe -me achar o nada logo.
E que a rainha, com todo seu orgulho feminino, modere -se ante a minha rélis
origem. Sou criança da vida, criança da sorte.
Tudo o que queremos é sair deste maldito país.
Esmagaremos todos os exércitos que vieram contra nós.
O escravo que desafiou Roma.
Que tipo de homem é esse líder dos escravos? Que Douglas é?
Qual é o seu nome, escravo?
Espartacus.
Eu lhes prometo o prazer espartacofil. Grande clássico do cinema,
vencedor de quatro Oscars.
Próxima quinta, 10 da noite, no Novo Horário, o Clube do Filme. Prepare o
o pão de queijo que no Viola Minha Viola tem.
A haste de Minas Gerais.
Eu acho que o mineiro, se perguntar, acho que gosta mais de viola que de
ainda, viu?
Domingo, nove da manhã.
Viola, minha Viola. Apoio Ultrafarma. Tá no coração da gente.
Casas Bahia. O time da dedicação total.
Xanturi. O Brasil se liga aqui.
E tradicional ou concentrado, amaciante A &P.
Vem pra manter o Brasil todo junto.
Todo mundo pode, todo mundo tem.
É a TV e o rádio juntando você também.
Pra defender, informar, se emocionar, conviver.
Um só Brasil pelo rádio e a TV.
Todo mundo pode, todo mundo tem.
É a TV e o rádio juntando você também.
Vejam.
Se posso fazer as vezes de profeta, eu também direi.
Embora nunca tenha visto o homem...
Que esse é o pastor por quem andamos procurando.
Sim. Nós o conhecemos bem.
Laio nunca teve melhor servidor.
Faço agora a primeira pergunta, Corinthians.
É ele o homem que falou?
Ele mesmo.
Aproxime -se, senhor.
Olhe bem nos meus olhos.
E seja franco. Era um dos homens de Lyos.
Sim, senhor.
Nascido e criado, jamais comprado. E foi empregado como?
Mais como pastor, senhor.
Pastor?
Onde?
Qual era a sua terra?
Citra, ou alguns locais próximos.
Ótimo. Então chegou a passar por esse homem antes?
Chegou a encontrá -lo?
Não que eu me lembre, senhor. Não sei ao certo. Deixe -me avivar a sua memória.
Sem dúvida ele não esquecerá as encostas de Sidra, onde por três meios anos
fomos vizinhos.
Ele e eu, ele com dois rebanhos, eu com um da primavera ao outono.
Seis longos meses.
E quando enfim o inverno chegou, nós dois nos retiramos com as ovelhas.
Eu para o curral de ovelhas, ele para o curral de laios.
Estou certo?
Ou estou errado?
Ah, tem razão, mas faz tanto tempo.
Agora me diga isto.
Pode realmente lembrar -se de um bebê homem que me deu certa vez... para eu
criar como se fosse meu?
De onde quer chegar?
Para que essas perguntas?
Observe bem, meu amigo.
Ele está bem ali.
Seu bebê, menino.
Maldito homem.
Não pode ficar calado. Cuidado com as palavras. O senhor é que devia ser
repreendido. Grande mestre, por favor. Recusa -se a responder a pergunta desse
homem a respeito do menino.
Mas, senhor, esse homem inventa. Não sabe coisa alguma.
Senhor, não vira um homem velho.
Deus me ajude, senhor. O que quer saber?
A criança de quem ele tem falado.
Você deu a ele ou não deu?
Dei sim.
Dei e quem me dera ter morrido naquele dia.
Morrerá hoje se não falar a verdade.
E ainda mais cedo, senhor, se eu falar a verdade.
Esse homem está procurando ganhar tempo.
Não, não, senhor. Eu já disse que entreguei o menino.
E onde o conseguiu?
Em sua casa ou na de alguém?
Na minha casa não, senhor.
Peguei -o em outra.
Alguém aqui de Tebas? De qual casa?
Pelo amor de Deus, senhor, por favor.
Não me pergunte mais.
Se eu perguntar de novo, você morrerá.
Então, na casa de Laios. Foi de lá que veio.
Nasceu escravo.
Ou era alguém que pertencia à sua linhagem?
Devo me obrigar a dizer isso?
Eles dizem que era dele mesmo.
Mas a própria rainha pode explicar.
Ela... Ela... Deu o menino a você?
Só isso, meu rei.
E com que intenção?
Eu me livrar dele.
O seu próprio filho?
Houver um aviso sagrado.
Que espécie de aviso?
Que ele mataria seus pais.
Nome do céu.
O que o fez passá -lo para o outro velho?
Pura piedade, senhor.
Pensei que o levaria para casa, bem longe.
Nunca isso.
Nunca mantido para infâmia.
Pois o senhor é o tal que ele diz que é.
Eu não cometo engano. O senhor é um predestinado.
vezes corrompida, gerando o marido do meu marido.
Filhos do meu filho.
as gerações do homem.
Sua vida é vaidade e nulidade.
Existirá um, um, que mais prova de ideias de felicidade que no pensamento
desvanece.
O texto é seu, seu o encanto.
Eu vejo em você, Ed, marca humana de infortúnio.
Você, Que almejava o alto.
Que atingiu o prêmio máximo da vida.
Sucesso. Um soberano venceu.
Supremamente abençoado. Um rei da poderosa Tebas.
E agora o conto, a volta do destino, e que tais amigos foram jamais achados em
pesar. A majestade, a foma de Édipo.
Cortada. Filho do pai achado, partilhando amplo ancoradouro.
Oh, campo do pai, cultivado todo em dobro, como pode suportar seu fruto
tanto tempo e não se despedaçar em horror?
Meus olhos jamais verão.
Sim, ele atingiu os olhos.
Não uma, porém muitas vezes.
E a cada golpe, seu globo ocular esguichava orvalho de sangue. Não,
orvalho não.
Um esguicho de granizo preto ensanguentado igual a chuva caía.
Castigo duplo por um pecado duplo.
Marido e esposa.
Uma carne em sua desgraça.
Sua felicidade verdadeira agora virou lágrimas neste dia,
virando morte e vergonha.
Não faltava nenhum demônio, seja lá de que nome for.
Oh, homem feliz.
Será que ainda sente dor?
Ele grita para as barreiras a serem derrubadas, apresentando a todos em
assassino de seu pai.
Sua mãe?
Não.
Palavra muito feia para dizer.
Como se ele mesmo quisesse vagar ao relento.
Não criar raízes em casa.
Amaldiçoador e amaldiçoado.
Vejam.
Sua força se foi.
Precisa de mão que socorra.
Sua ferida e fraqueza, mais do que pode suportar.
Tal visão inunda de lágrimas nossos olhos.
Você, meu amigo.
Ainda amigo.
E ao meu lado.
Sua voz ilumina minha escuridão.
Como podia odiar tanto a sua imagem?
Que demônio possuiu assim?
Foi Apolo.
Amigos.
O espírito de Apolo.
Ele fez esse ato de maldade.
Ah, sim.
Eu trespassei meus olhos.
Meus olhos inúteis.
E por que não?
Quando tudo de doce havia sumido de minha visão.
E nisso tem razão. É como o senhor diz.
Amigos.
Quem são meus amigos?
Me afastem daqui!
Depressa! O monstro!
Aquele homem profundamente condenado e detestado por Deus! Um homem
coroado em vão!
Gostaria de jamais tê -lo em mim! Sim, apodreça o homem que livra meus pés dos
grilhões de espicaçadores! Me preservar do crime para não lucrar!
Eu devia ser livre, livre do parricídio. Não exibido como que se
casou com aquela que o gerou. Não!
Abandonado pelos deuses.
Filho do pecado, das dores.
Ligado no incesto com o ventre que me gerou.
Como podemos dizer que seus designos eram bons? Viver na cegueira? Seria
não mais viver.
Era um bom destino.
Não me diga o contrário.
Meu melhor desígnio. Que espécie de olhos eu deveria ter... que olhassem o
de meu pai no reinado de Hades... ou minha mãe infeliz?
Piedade sua.
Cítera. Que me deu abrigo, me aceitou e não me matou de uma vez. Que não
escondeu meu berço de homem.
Piedade sua.
Bólibo.
Em Corinto.
Lar antigo que eu pensava ser de meu pai.
E você, você.
Vale cruel escondido... onde... onde três caminhos se bifurcam.
Ofereci -lhe meu sangue para beber... no cálice de meus pais.
Oh, que lembranças pode ter de meus modos, então... ou do que fiz quando
disso vim para cá.
Sim! Lotes de casamentos.
Nascimentos gerando semeaduras de sua própria semente.
Ouçam -me, então, por todos os deuses.
Escondam -me.
Em algum lugar, longe... e logo.
Ou me matem.
Me afoguem nos mares.
Longe para sempre de sua visão.
Vêm minhas mãos.
Não se furtem ao toque.
A carga é apenas minha. Não temam.
Esperem. Aí vem Creon ouvir os seus infortunios e lidar com seu destino.
Ele tomou seu lugar como selador único do estado.
Que palavras sobraram de mim para ele?
Não foi para zombar ou desdenhar do comportamento passado, Ed, porque eu
Você aqui mostra alguma reverência pela dignidade do homem.
Que enroubesse pelo menos antes que o real sol de Apolo... ilumine esta cena
desgraça. Rápido, leve -no à casa.
Os olhos de uma família e os ouvidos sozinhos devem saber das infelicidades
família.
Pelo amor de Deus, você, melhor dos homens, me visita o pior com clemência
de meus sonhos.
Me concede um pedido, peço por seu próprio bem, não o meu.
Que favor poderia querer de mim? Me expulse!
Depressa!
Ou me leve para longe de Tebas, onde voz humana alguma seja ouvida.
Primeiro eu quero saber os desejos de Apolo. O desejo de Apolo é aberto. Seu
oráculo todo é claro.
Mate logo o impuro, o parecida.
Mate -me.
Mate -me!
Então foram as palavras.
Mas nessas condições é melhor perguntar de novo o que deve ser feito.
O quê?
Há mais para saber?
O Deus nos dirá.
E você agora acreditará.
Então, Creon.
Mais uma coisa.
Quanto aos pobres restos dela... ainda no palácio...
enterre -os na tumba que preferir.
Não falhará junto aos seus quanto ao ritual apropriado.
E quanto a mim, Creon?
A cidade de meu pai não deverá jamais dar abrigo enquanto vivo.
E agora?
Deixe -me... viver nas montanhas.
Sim.
Em Sítira.
Chamada a minha montanha.
Que minha mãe e meu pai... me deram enquanto viviam... para ser o meu
E lá ficarei obediente à morte que planejaram.
Agora, quanto às crianças.
Meus filhos em primeiro.
Você... Você não precisa cuidar deles.
Já são homens.
Sempre haverão de achar um meio.
Todavia as meninas.
Aquelas duas orfanzinhas, cujo lugar na mesa nunca deixou de ser posto, junto ao
meu, que comeram comigo, partilharam de tudo comigo.
Essas, cuide delas por mim.
Guardes as tuas.
Se eu pudesse ao menos... Tocá -las com as minhas mãos.
Creon.
Creon.
Uma última vez, bom Creon.
Só tocar nelas.
Por favor, Creon.
E elas seriam então de novo minhas como quando eu tinha meus olhos.
Creon teve pena e cuidou dos meus desejos. Pode ser verdade.
É.
Que os deuses... o abençoem, Creon.
Crianças.
Antígona, Ismene, onde estão vocês?
Onde estão?
Venham, crianças.
Eu estou de braços abertos esperando vocês.
Crianças.
Quantas desgraças vos esperam, minhas filhas. Mas chorem.
Chorem somente e ponderem quanto aos tempos ruins que virão.
Seu pai.
Matou o próprio pai.
Feriu o ventre do qual surgiu.
Quem vai querer desposá -las agora?
Ninguém mais.
Minhas pequenas.
Ninguém.
Creon, ouça.
Os pais naturais dessas crianças não existem mais.
Elas não possuem outro pai vivo.
A não ser você.
Não deixe o sangue de minhas filhas descer miseramente. Não permita que
destino igual ao meu.
Abra seu coração.
São jovens.
Privadas de tudo, a menos que lhes dê o seu amparo.
Venha.
Eu prometo.
Nobre príncipe.
A sua mão.
Agora, minhas crianças queridas.
Se pudessem ao menos entender.
Eu lhes diria tantas coisas.
Mas que isso baste.
Uma simples prece.
Feita e modéstia.
Para que vivam uma vida feliz.
O que seu pai não teve.
Chega. Venha.
Agora entre.
Conhece minhas necessidades. Saberei quando você as disser.
Então me exile.
Você pede coisas que só os deuses podem dar.
Os deuses?
Sou inimigo deles.
Eles responderão mais depressa, então.
Você fala de verdade.
O que não digo de real, não digo mais.
Então me leve.
Agora.
Venha. Deixe suas crianças irem.
Não!
Não!
Deixe -as!
Não abstirem de mim!
Espere!
Você não é mais mestre.
Agora.
As férias acabaram. As aulas voltaram.
E o congestionamento piorou.
Para você encontrar o melhor caminho antes de sair de casa, estou aqui no
do Trânsito. Fique também bem informado com as principais notícias do dia.
Guia do Trânsito não sai de casa sem rumo. De segunda a sexta, às sete da
Boa noite. O repertório popular traz hoje um show muito especial que
aqui em São Paulo em 1992, no palco do Teatro Franco Zampai.
Djavan comemorou 17 anos de carreira. Nesse show, gravado pela TV Cultura,
Djavan faz uma retrospectiva dos seus grandes sucessos com uma roupagem mais
Acompanhado por uma banda...
Da pesada, formada por Paulinho Calazano e Dalton Campello nos teclados,
Marcelinho Martins nos saxofones e flauta, Carlinhos Bala na bateria, Luiz
Fernando na percussão, Torquato Mariano na guitarra e Arturzinho Maia no
contrabaixo. Abrindo show, o sucesso de Las Faixas do Disco, lançado em 1984 com
o mesmo nome, que só no dia do seu lançamento nas rádios brasileiras teve 1
execuções. Com vocês, Djalá.
. . . .
Surgia nas pontas de estrelas perdidas no mar Pra suger que é uma chance de eu
beijar Aí se libertou, clareou muito mais Se encantou pela cor
milagre Pra estar na luz do amor, céu azul Eu quero ver o bom sol
Lindo como ele só Tem gente pra ver e viajar
no seu mar de raio eu quero ver o pôr sol
lindo como ele só e gente pra ver ele viajar
no seu mar de raio
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.