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Original subtitles

VENDE-SE

- Sai. - Só quero falar um pouco. Só isso.

- Não há nada para falar. Sai! - É só um pequeno contratempo.

- Eu consigo resolver isto. - Um contratempo? Estás a brincar?

- Deste cabo das nossas vidas. - Pronto.

- Destruíste-nos! - Estás a ser dramática.

- Sai daqui antes que te mate. - Vá lá, amor.

- Pega nas tuas merdas e desanda! - Está bem!

Caramba.

- Se eu for... - Andor!

- Sim? - É o 536.

536. Estás a dever 12 mil.

- Malditos Saints, não é? - É, pois.

Se me vão lixar o resultado, ao menos façam a coisa como deve ser.

- Muito bem, o que vai ser? - Uma aposta em três jogos.

Diz.

KC menos seis e meio.

Browns-Ravens, primeiro tempo abaixo de dez,

e os Jags, mais três e meio.

O meio ponto vai custar-te 130 dólares.

- A sério? - Sim, a linha mudou há 20 minutos.

Merda.

Está bem, entro com mil.

Se perderes, acabou-se. Vou ter contigo para a semana.

Sim. Não gostas da aposta?

Isso que interessa? É difícil acertar três resultados na NFL.

- Eu gosto. - Está apostado. Boa sorte.

O MEU MAIOR ARREPENDIMENTO

Sim, querida?

- Temos um problema. - Chuta.

"Chuta"? Não sou um dos teus falhados.

- De quanto precisas? - 1500.

- Acabei de te dar três mil. - É para o meu Invisalign!

Para que queres isso? Gosto das tuas favolas.

Além disso, tenho de pagar a propina do Anthony.

Quando é que o pai dele começa a entrar com a guita?

O pai está na ala psiquiátrica a comer com uma colher-garfo.

Espera.

Sim?

- É o 703. - Chuta, 703.

- Como está a correr o teu dia? - A vida é um cabaret. Diz.

Packers-Rams mais 52. Titans mais seis. Uma milena em cada.

É tudo, obrigado.

Está apostado. Boa sorte, 703.

Desculpa. Passo por aí mais tarde.

Se me deixasses abrir uma conta, escusava de te chatear.

Querida, quais são as duas condições que impus antes de nos casarmos?

- Nada de bancos, nada de musicais. - Amo-te. Adeus.

- Muito bem, como correu? - Não contei.

Ele não costuma falhar.

Temos de ouvir isto?

Eu gosto, não me chateies.

- Mas que porra é esta? - O que foi?

O dinheiro tresanda.

- Diz-me que isto não é merda. - É merda.

O cabrão limpou o cu com ele.

Talvez o tenha usado para apanhar cocó de cão.

Não é cocó de cão. Isto é cocó humano.

- Até parece que sabes a diferença. - Os cães comem cebolas? Usa a cabeça.

Aquele filho da puta.

Nada me irrita mais do que as pessoas.

BOOKIE

CHEIRA SEMPRE O DINHEIRO

Entendido, 238.

Cem dólares em Winnipeg na linha do disco

e qualquer um abaixo disso no grande jogo.

Esperto. Boa sorte.

- Anotaste? - Sim, mas temos de ouvir isto?

Queres parar de te queixar e anotar o recado?

Muito bem. Stewie Malenkovich, 8000.

É muita pasta para um empregado de mesa.

- Ele é chefe de sala, e tens razão. - Deixa-me tratar disto.

Não. Tenho de ir falar com ele, reduzir os valores, conviver.

É que nem penses!

Assim, sim.

- Que tal vai isso? - Ainda não estamos abertos.

Sim, eu sei. Estou à procura do Stewie Malenkovich.

- Ele já não trabalha aqui. - Merda.

- Sabe onde posso encontrá-lo? - Lamento.

Stewie? És tu?

Oh, meu Deus, és tu.

- Mas que raio se passa? - Por favor, aqui não.

- Isto é uma cena de Halloween? - Estás a tentar magoar-me?

Não, só estou confuso.

Se queres saber, depois de muitos anos de angústia,

decidi viver a minha verdade. - A tua verdade?

E essa verdade inclui pagar o dinheiro que perdeste a apostar na WNBA?

Ninguém aposta nas raparigas. Pensei que tinha uma vantagem.

- Onde está o meu dinheiro? - Eu...

- Eu não o tenho. - Caraças...

Eu sei que vocês partem costelas e narizes,

mas gastei muito dinheiro para ficar bonita.

Não vou deixar que estragues tudo!

- Eu não te ia bater. - Mentiroso.

- Como é que correu? - Urgências. Conduzes tu.

O que aconteceu?

Não quero falar sobre isso.

Esta treta deixa-me nervoso.

Posso endireitar-te isso num instante.

- Não, obrigado. - Tens a certeza?

Quando joguei na NFL, dedos deslocados eram ossos do ofício.

- Prefiro um profissional de saúde. - Costumávamos endireitá-los em campo.

- Dispenso. - Tu é que sabes.

Devo precisar de fazer uma radiografia.

- Ela deu-me um pontapé nas costelas. - "Ela"?

- Sim. O Stewie agora é uma mulher. - Não me digas.

- O Stewie identifica-se como mulher? - Sei lá.

Hoje em dia, isso é importante. As pessoas são sensíveis aos pronomes.

Se me dás um murro na cara, posso chamar-te o pronome que quiser.

Só chamei a atenção para uma coisa.

- Que tal isto? - Está bem, lamento.

Fazes bem.

- Meu Deus! - Estamos despachados.

- Isto é nojento. - Que queres de mim? É dinheiro.

Parece que esteve enfiado no cu de alguém.

As pessoas não confiam nos bancos. Guardam o dinheiro em sítios seguros.

- Poupa-me. - Não o queres? Devolve-mo.

- Eu não disse isso. - Sabes o que também não disseste?

"Amor, quem te deu um murro na cara e te partiu o dedo?"

Pediste para não fazer perguntas sobre os teus negócios.

- Podias ter alguma compaixão. - Eu disse "chiça" quando entraste.

- Esquece. - Que raio de vida a minha.

A sério? Queres ir por aí?

Queres examinar a tua vida antes do Danny Colavito?

Não comeces...

Uma mãe solteira a servir cocktails no Binion's Horseshoe, à noite.

A vida corria-me bem. Tinha a minha dignidade.

Tinhas? Lembro-me de que, no nosso segundo encontro,

desataste a chorar e imploraste-me que te levasse para longe dali.

Desatei a chorar porque percebi que não arranjava melhor do que tu.

E provavelmente tinhas razão.

Que outro idiota te compraria uma casa com três quartos

e te montaria uma boutique da treta

onde vendes sei lá o quê na Ventura Boulevard?

É uma loja de artigos de luxo raros.

É um sorvedouro de dinheiro onde eu branqueio capitais.

- Ai sim? - Sim.

Então porque é que a Selena Gomez só me compra velas a mim?

Retiro o que disse, vendeste uma vela a uma tipa doida.

Então, Anthony, o que é que tu és?

Uma espécie de pirata?

Sou o Lavi, de D.Gray-Man.

Lavi. D.Gray-Man é uma série de televisão?

É uma manga que também se tornou um anime.

Amo-te!

Não percebi puto do que acabaste de dizer.

- Anda, temos de ir. - Até logo, puto.

Adeus, Ray.

Até logo, Lavi. Toma 20 dólares. Vai divertir-te.

Obrigado, Danny.

Está com bom aspeto.

- Olá. - Olá.

- Queres abrir a porta, Lorraine? - Qual é a senha?

Agora não, Lorraine.

Sim, claro.

- Olá. - Olá.

Credo, o que foi isso?

O teu irmão aprendeu umas coisas sobre sensibilidade de género.

Aqui estão as apostas de hoje. Como está a atividade online?

Ao rubro. No jogo de quinta-feira, só dá KC.

Muito bem, avança a linha meio ponto e vamos anular a dívida do Malenkovich.

- O quê? É muito dinheiro, D. - Anula.

- Deixaste o Ray apertar com ele? - Sou sobretudo um dissuasor visual.

Os dias de partir pernas acabaram.

Não vou fazer nada que ponha a polícia atrás de mim.

És mesmo caguinchas.

Um caguinchas que não quer entrar no duche com a Nação Ariana.

- Deixa-me só fazer um telefonema. - Não é assim que faço negócios.

Que tipo de negócio anula uma dívida de seis mil dólares?

Oito mil. Todos os negócios. Chama-se quebra.

Todos os retalhistas encaixam perdas devido a roubos, cheques carecas, etc.

- Chama-se quebra, procurem. - Eu digo-te o que quebrou.

Esquece. Estamos todos a pensar nisso. Chega.

- Vão-se lixar. Anula a dívida. - Como queiras.

- Mas tenho boas notícias. - Venham elas.

- Encontrei o Charlie Sheen. - A sério?

- Por onde anda esse cabrão? - Malibu.

Numa clínica de reabilitação chamada Freedom From Bondage House.

- Como é que o encontraste? - Através do TMZ.

Os paparazzi tiraram-lhe uma foto a entrar pelas traseiras.

- Vamos embora. - Só tenho de fazer uma paragem rápida.

Não fico à espera no carro enquanto dás uma queca.

Não tens de quê.

Sou eu. Tenho 900 g prontos para sair.

Não, não vendo à consignação.

Pagas à cabeça ou cultivas os teus próprios cogumelos.

Train Town, Griffith Park. Uma hora, traz dinheiro vivo.

Não, não podes pagar por Venmo. Não sou tua cabeleireira.

Espero que ela aprecie o neto maravilhoso que tu és.

Não aprecia.

Para que precisas disso?

Não leves a mal, mas estamos ou não estamos no bairro?

Desculpa lá, mas este bairro é muito tranquilo.

O que queres de mim, Ray? Tenho medo.

Ó NFL. Estás velho, pá.

Continua a mandar bocas e não chegas a velho.

Tens aqui 20 biscas para vigiares o carro.

Vês, Danny, são bons miúdos, meu.

Pois são. Eles são o futuro.

O que achas, avó? Cinquenta polegadas.

Imagem nítida.

- Palmaste-a? - Não.

Não quero saber de televisões. Quero a minha casa de volta.

Podemos não fazer isto agora?

Estás a ver isto? Eu vivia aqui. Fica num beco sem saída em Brentwood.

- É um bairro muito simpático. - Era vizinha do Judd Apatow.

Agora, olha para mim.

Sou vizinha de uma torre de petróleo.

- Estou a dar o meu melhor. - Quero voltar para Brentwood.

E eu quero levar-te para lá.

Mas já não jogo futebol americano e não tenho dinheiro para isso.

- Podias jogar no Canadá. - Parti a perna em três sítios.

Tiveram de me tirar do campo na merda de um helicóptero.

- Tento na puta dessa língua. - Só preciso de algum tempo.

Estou a pagar pensão de alimentos à Brooke,

à Janelle e à Sharice.

- Estou a fazer tudo o que posso. - Tudo menos uma vasectomia.

- De que te ris, Sr. Mafioso? - Não sou mafioso.

Podes crer que não. Os mafiosos pagam a casa da avó.

Eles tomam conta das pessoas que os criaram.

Não descansarei enquanto não tiveres um belo lar.

Ótimo.

Esta coisa tem HBO?

Só canais abertos.

Como é que eu vou ver aquela treta com os dragões?

- Eu trato disso. - Espero bem que sim.

E tu.

- Estás com péssimo aspeto. - Eu sei.

- O que foi? - A treta com os dragões...

Mas que raio?

O que aconteceu ao nosso carro?

Foi rebocado, meu. Mas eu estava a ver.

Rebocado?

Não aceitaste o carro como pagamento?

Sim, o valor comercial era o dobro do que ele nos devia.

Caraças, pá.

- Acho que vamos levar o teu carro. - Não posso.

A minha avó precisa dele para ir à hidroginástica.

Estás a brincar comigo? Tem mesmo de ir?

Queres ir dizer-lhe que ela não pode ir?

- O que estás a fazer? - Uber. Temos de ir para Malibu.

Não, vamos de Lyft. Tenho um cartão de oferta.

A sério? Quem é que te deu um cartão de oferta da Lyft?

- Tu, Danny. - Não tens de quê.

A ausência de Jesus é ódio. Não há amor.

Jesus é amor. A ausência de Jesus é ódio.

Iriam a uma igreja onde Jesus...

Só espero que não seja o nosso carro.

Lyft?

- Alguém aceita uma água? - Eu estou bem.

Estás satisfeito?

- O que queres que faça? - Podias começar por fechar as pernas.

- Não me reconheces, pois não? - Não, não te consigo ver daqui.

Sou eu, o Hector. Hector Delivers?

Claro, o tipo da erva.

- Danny, certo? - Sim.

A tua mulher gosta...

Não me digas.

Purple OG Kush.

Mano! Isso salvou o meu casamento algumas vezes.

- Que fazes a conduzir um Lyft? - Talvez não tenhas reparado,

mas os pendejos em Sacramento legalizaram a erva

e acabaram com o meu negócio. - Lamento.

Não tanto como eu. Ainda estás nas apostas?

- Sim. - Então, és o próximo.

É uma questão de tempo até a Califórnia legalizar as apostas desportivas.

Não, os casinos índios nunca permitirão tal coisa.

Claro, o Governo nunca tramou os índios.

Deem-me só um segundo.

DISPENSÁRIO DE CANÁBIS

- Porque estamos a parar? - É na boa, não estou a trabalhar.

Já estou a trabalhar.

O que foi isso na cara, Danny?

- Podes esperar? - O cartão de oferta é teu.

Voltamos já.

Bem-vindos à Freedom From Bondage House.

- Em que posso ajudar-vos? - Viemos ver o Charlie Sheen.

- Lamento, não permitimos convidados. - E se for família? Sou primo dele.

O Danny Sheen.

A família é permitida no Dia da Família,

que é o terceiro domingo de cada mês.

Não vai dar. Onde é que ele está?

Desculpe, mas não pode entrar.

Que se lixe. Vamos procurá-lo.

Segurança. Receção.

Desculpem, mas não podem entrar.

Não consigo fazer isto outra vez. Ray.

- Quanto ganhas à hora? - O quê?

- Quanto ganhas? Dez? Doze? - Quinze.

Não é mau.

Tens seguro de saúde?

Tenham um bom dia.

Olá, chamo-me Ashley.

Sou alcoólica, viciada em drogas e sexo e tenho um distúrbio alimentar.

- Olá, Ashley. - Olá, Ashley.

Desculpem, alguém viu o Charlie Sheen?

- Quem? - Ninguém? À vontade.

Vou só tirar um mini queque.

- Viste ali a estrela porno? - Vi.

Já reparaste que não há atores secundários nos filmes porno?

- São todos estrelas. - São todos quarterbacks.

Desculpe. Viu o Charlie Sheen?

Quem?

Entrou em "Dois Homens e Meio".

Uma série de comédia. Esqueça.

Espera. Tem alguma compaixão.

É uma bela vista.

É Catalina? Isso deve ajudar.

Pense em coisas boas.

- Eugene, és tu. - Cinquenta.

- Vejo. - Angus?

- Cinquenta. - Alguém está a sentir-se com sorte.

- Não preciso de sorte para te ganhar. - O que aconteceu a este miúdo?

- Ele costumava ser tão giro. - Cresceu.

Olha o meu amigo.

Gaita... Danny. Ray.

- O que te aconteceu? - Uma refrega. Nada de mais.

Devias ter visto a outra miúda.

O que vos traz por cá?

Que raio de pergunta é essa? Estávamos preocupados contigo.

Pensaram que... Não, não, eu estou limpinho.

- Só organizo uma jogatina. - Numa clínica de reabilitação?

Sim. Não há armas, a comida é ótima

e estacionamento não falta.

- Podemos falar? - Claro. Passo esta mão.

- Como deste com este sítio? - Estive aqui internado muitas vezes.

É um programa maravilhoso.

Sou amigo do dono, que me aluga um quarto.

Porreiro. Quanto custa o internamento?

Da última vez que um juiz me mandou para cá,

cerca de 75 mil dólares por mês.

- Estou no ramo errado. - É mais ou menos o que nos deves.

A sério? Pensava que era menos.

Pensaste mal.

Vá lá, tu conheces-me. Sabes que não falho.

Não? Lembro-me que tive de empurrar o teu Maybach ribanceira abaixo.

- Tu não empurraste nada. - Empurrou o Ray.

Era um Classe S. Não interessa. Juro que vais receber o dinheiro.

Estou prestes a ser jurado no "Japan's Got Talent".

- Porreiro. Que relógio é esse? - Isto?

- É uma imitação barata. Lixo. - Deixa ver.

- Danny, vá lá, não vale nada. - Ray.

Aguenta os cavalos.

Olha para mim, visualmente dissuasor.

- Richard "Milly"? - Diz-se Richard Mille.

Richard Mille. É como dizem os cagões.

- Pesquisa isto no Google, por favor. - Palavra-passe do Wi-Fi?

- "Serenidade". - Claro.

M-I-L-L-E.

- Tens falado com o Jon Cryer? - Há muito tempo que não falamos.

Era um prato.

O meu preferido.

A série valia pelo coletivo.

- Macacos me mordam. - O que foi?

Custa 150 mil dólares, em segunda mão.

Charlie, pensei que éramos amigos.

Somos amigos, mas só te devo 75 mil.

- Charlie, Charlie, Charlie. - Calma, calma.

E se resolvermos isto com colecionáveis de basebol?

Pessoal, tenho o relatório da autópsia do Babe Ruth.

- Para. - Está bem.

Que tal o chapéu que o Barry Bonds usou

quando tinha uma cabeça de tamanho normal?

- Já acabaste? - Já.

Ouve, eu gosto de ti.

A sério que gosto.

E admiro a forma como deste a volta à tua vida.

Obrigado. Tenho-me esforçado muito.

- É toda uma viagem... - Já chega.

Vou dizer-te algo que nunca disse a um cliente.

Estou a ouvir.

Não devias apostar em desportos. Não devias apostar em nada.

Se alguém te disser que uma coisa é certinha, dispensas.

Mas, Danny, é tudo o que me resta.

Eu percebo, mas para um tipo como tu...

Isso não é bom.

Certo. Tens razão.

Agradeço a tua preocupação e vou tê-la em consideração.

Ótimo. Vamos embora.

- O que foi aquilo? - Preciso de um corretor de apostas.

O que me está a escapar? É só um relógio, grande coisa.

- Se não gostas, dá cá que eu uso. - Não.

Amigo, mais um jarro de margaritas.

Com Don Julio?

- Desta vez pode ser da mais barata. - Certo.

Há uma coisa que eu não percebo. A erva já deu o que tinha a dar.

Porque não vendes outras drogas? Tipo, metanfetaminas.

Os miúdos ainda gostam disso, certo?

Já viste o que as metanfetaminas fazem aos dentes das pessoas?

Tenho um irmão que é dentista. Mostrou-me fotografias.

Não quero nada com isso.

Isso é nobre.

Não sei se é nobre, mas durmo com a consciência tranquila.

Depois de fumar uma broca e bater uma.

Um brinde.

A um dia de merda que se transformou num dia muito bom.

Apoiado.

- Posso ir à frente? - À vontade.

Não estou a dizer que não gostei do nosso esfreganço no banco de trás.

- Entra no carro. - Passa para cá o relógio.

- Foda-se. - Dá-me a merda do relógio.

- Se não der, vais dar-me um tiro? - Não vale a pena. Dá-lhe o relógio.

E aquilo do dia mau se transformar num dia bom?

- Não me obrigues a matar-te, meu. - Merda.

- O que estás a fazer, Ray? - Sim, o que estás a fazer?

- A proteger o quarterback. - O quê?

- Atira a bola, Danny. - O quê?

Atira a bola.

- Alguma coisa? - Acertaste-lhe uma vez.

- Caraças. - Temos de sair daqui.

Tradução e Legendagem Cinemágica, Lda.

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