All language subtitles for Malditos.S01E06.2160p.WEB.h265-EDITH

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Original subtitles

N�o...

Tony...

Tony, eu matei-o!

Acorda, porra!

Acorda, porra!

Larga-o, Jo.

Jo, olha para mim!

Olha para mim!

Eu resolvo, est� bem? Sai daqui.

Sai daqui! Sai, caralho!

Quem � este tipo?

Fica aqui.

Mal eu entre no barco, liga para os Baroncellis.

Diz que a droga est� no barco do Ruben, na marina.

Queres cham�-los?

Est�s maluco, mano. Os gajos s�o doidos.

Tu alinhaste nisto.

Se estiveres com medo, podes ir embora.

Eu posso resolver o teu imbr�glio sozinho.

Se aparecer algu�m, assobia.

Merda!

Vamos esconder-nos l� em cima.

D�-me o telem�vel.

Venham depressa � marina. Os Baroncellis est�o aqui.

No �ltimo pont�o, junto aos escrit�rios.

Est�o armados. Venham depressa.

Que faz o Ruben aqui?

Fica aqui, mano. Aqueles malucos v�o matar-te!

O que tem no barco?

M�os ao alto!

Baixa-te!

- Larga a arma! - Vira-te!

Os Baroncellis est�o tramados.

Falei com a L�ti. Fizemos as pazes.

Quando chegarmos, ela vai falar com o pai.

Ser�s o meu padrinho de casamento!

Vira � direita.

Para.

Eu mandei-te parar!

Que raio se passa, Jo?

Estamos bem. Acertaste contas com os Baroncellis.

Salvaste a fam�lia, mano.

Eu vi o corpo do velho. Tinha um buraco na cabe�a.

N�o estou a perceber.

Sabes que morreu quando caiu.

N�o me tomes por parvo, Tony.

Ele caiu de costas. Porque tem um buraco na testa?

Quando sa�ste da caravana, o desgra�ado ainda n�o estava morto.

Ele levantou-se. Pensei que ele me ia matar.

Ent�o, dei-lhe com um martelo. Era isso que querias saber? Era?

- Porqu�? - Acabei de te dizer.

Todo este tempo, pensei que tinha sido eu! Deixaste-me acreditar!

Sete anos a pagar pelo meu erro!

E tu calado que nem um rato!

Vou pagar pelo que fiz. Vou entregar-me � Pol�cia.

Vou apodrecer na cadeia como um gadj�. N�o � isso que mere�o?

Eu j� paguei por ti, seu cobarde!

�s um cobarde!

Se te entregares, levas a fam�lia ao fundo contigo.

N�o achas que j� sofreram o suficiente? N�o?

- Desculpa. Juro pelos nossos mortos. - N�o jures!

- Desculpa! - N�o jures pelos mortos!

Olha para mim!

Por favor, perdoa-me, mano. Perdoa-me, Jo.

Por favor, perdoa-me.

Como pudeste fazer-nos isto?

J� n�o �s um Torres.

- Por favor, mano... - N�o me �s nada.

Mano...

Nunca mais voltes.

Mano! N�o me fa�as isto!

Mano!

Jo!

Jo! Volta, mano!

N�o me deixes sozinho!

Por favor...

N�o pode ser.

O Tony n�o seria capaz!

Ele disse-me que foste tu.

Disse que o empurraste, foi um acidente.

Claro.

N�o podia ser o Tony.

Eu tinha de assumir a culpa.

Para que me obrigasses a ficar. Acabou-se a corrida com os touros.

- Tal como o velho queria. - O qu�? Eu n�o sabia!

Como podes pensar uma coisa dessas?

N�o tens no��o.

O teu pai n�o confiava no Tony!

Ele queria que deixasses as touradas para poderes liderar o cl�!

O que esperavas que fizesse?

Deixar que te entregasses? Era isso que tu querias, Jo!

Mas n�o tinhas no��o. A fam�lia do teu pai � andaluza!

O pai � sagrado para eles! Eles matavam-te!

Toda a minha fam�lia te teria renegado!

Tinha de te proteger, filho. N�o te podia deixar fazer isso.

Sabes o quanto isso me magoou?

Ver-te por a�? Sem poder falar contigo, tocar-te...

Sem te poder beijar, filho!

Ver-te hoje...

O teu pai tinha raz�o.

Tu vais ser chefe, Jo.

Olha como a fam�lia gosta de ti.

Tudo o que j� fizeste por n�s.

Ainda �s novo. Temos de nos manter unidos.

Ainda precisas de mim, filho.

� importante.

� importante para o cl�.

N�o te preocupes com o cl�.

Resolvi o problema com os ciganos do bairro.

A fam�lia est� a salvo.

Mas n�o quero ver o Tony.

Nunca mais.

Faz o que quiseres, m�e.

Mas, para mim, acabou.

N�o!

Meninas!

Sosseguem!

- Tens a certeza? - Tenho.

A Fidji est� a ver televis�o.

- N�o. - Fidji, desliga a televis�o!

CRIME DESCOBERTO EM ACAMPAMENTO

PAUL MARTINEZ, 52 ANOS, DESAPARECIDO

- O Miguel morreu. Estamos de luto. - At� quando?

N�o sei, querida, mas nada de TV durante o luto.

Vai dar uma volta...

Pensava que ele estava em Espanha.

Afinal, esteve sempre perto.

Enterrado atr�s do bairro.

Como um c�o.

O que vais fazer?

N�o quero uma guerra com o bairro.

Quero que ele descanse em paz.

O corpo deve estar muito decomposto, mas queres ver?

N�o, deixa. Eu acredito em ti.

Os Torres v�o mudar-se para c�.

Vamos come�ar a preparar o terreno.

Agora tens de cumprir a tua palavra.

Sandro!

Anda, filho. Vamos conversar.

Est�o � espera de qu�? Arranjem espa�o!

Jo, vamos viver com a L�ti!

Bom trabalho, mi�do. Os Amayas v�o deixar-nos ir para l�.

Tudo gra�as a ti.

�s um orgulho para o teu pai.

Est�s bem, Jo?

C� est�.

Tens no��o do que est�s a pedir?

Vestir o vestido da tua m�e... N�o fa�as isso, minha querida.

- O que � que as pessoas v�o dizer? - Digam o que quiserem.

N�o queres um vestido s� teu?

N�o, este serve.

N�o quero gastar dinheiro � toa.

Esperei tanto por este momento!

N�o quero que te arrependas.

Tens a certeza?

- Amavas o pap� quando casaste? - Eu tinha 15 anos!

- E? - N�o sabes o que � o amor com 15 anos!

Mas tive sorte por casar com ele.

E depois, com o tempo... Os sentimentos surgiram.

Ent�o, ser� assim com o Sandro.

L�ti, n�o te sacrifiques pelos Torres. Ouviste?

N�o me vou sacrificar por eles.

N�o vou sacrificar nada.

- L�ti! - Que foi?

Est�s contente?

Os Torres v�m para c�.

A decis�o � da fam�lia, tio.

Filha! Anda dizer ol�.

- Tudo bem? - Tudo.

- Est�s bem? - Sim, e tu?

Ele devia ficar connosco.

Normalmente, � a mulher que segue o homem.

Tu ainda tens um filho, eu n�o.

O Sandro � como um filho. Tenho planos para ele.

Se � isso que ele quer...

- Vais cuidar dos netos! - Se Deus quiser, primo!

Se sa�rem ao Sandro, n�o te vais aborrecer.

� isso que eu quero.

Ent�o, espero que tenhas tr�s como ele! N�o �, mulher?

Calma! Deixem-nos casar primeiro.

Falei com o padre. Est� livre no pr�ximo domingo.

- Domingo? - Sim.

Primo... Isso � muito em cima.

Tenho de avisar os mais velhos. V�m de prop�sito de Espanha.

Podem ficar c� at� l�.

Tamb�m n�o v�o atravessar os Piren�us de elefantes.

O que achas?

S� quero ver a L�ti feliz.

Claro que ela concorda. N�o �, filha?

- V�, faz as honras. - O qu�?

- Queres que seja eu? - Sim.

V�, vamos.

Est�s bem?

"Nas plan�cies, o Cravo solit�rio

sonhava com um amor ardente.

A Rosa, branca, olhava para ele.

O seu perfume misturava inoc�ncia e pureza.

O Cravo sentiu o seu cora��o puro tremer.

Cravo, amas a Rosa?"

Sim.

"Rosa, amas o Cravo?"

Sim.

N�o te ouvimos, minha querida.

Sim.

Parab�ns, est�o noivos!

Anda, L�ti! Dan�a com o teu noivo!

N�o queres que te toque? Qual � a tua?

- Larga-me! - N�o te vou obrigar a amar-me.

Mas n�o aceito que fa�as de mim parvo!

Se casares comigo, vais dormir comigo e dar-me filhos, entendido?

Sen�o, se quiseres, cancelamos tudo.

� isso que queres? Cancelar tudo?

- Diz-me! - N�o.

N�o quero cancelar.

Aqui!

Aqui!

Quanto custa um touro daqueles?

- Um campe�o como aquele? - Sim.

Diria que uns dez mil.

Porqu�? Queres entrar no neg�cio?

Vais ter de vender muito algod�o-doce!

Passa, passa!

Cabr�o!

Feito!

- Vai buscar! Vai buscar! - N�o � assim que se joga, p�...

�s mesmo filho do Miguel?

� esse o meu stress contigo.

Devo usar a tua cabe�a como bola de basquetebol

ou aplaudir-te?

Deixas os Torres em paz?

Sou um homem de palavra.

Agora est� livre. Vais ficar com o neg�cio dos Baroncellis?

- E tu com isso? - Talvez tenha uma proposta para ti.

- O que prop�es? - Dois, tr�s quilos.

Isso n�o me rende muito.

Vamos supor que estou interessado...

Seria para quando?

Depois digo-te.

Cegonha, d�-me uma m�o.

Olha para mim, olha para mim...

Desculpa, Ana. N�o d�.

Wil, d�s-nos uma ajuda?

N�o, n�o d�.

Mas estou solid�rio! Como os mosqueteiros!

Ent�o voc�s, mosqueteiros, ficam juntos. Eu fico com o meu tio.

- Saint-John, d�s-me uma m�o? - Claro.

Olha, o Jo chegou.

Tudo bem, filho?

Sobrinho! Onde andaste?

Estava preocupado. Pensava que n�o ias voltar.

N�o te preocupes, estava perto.

Est�s bem, mi�do?

Vens passar a noite na casa dos andaluzes?

- Precisam de ajuda? - N�o deve ser preciso.

Mas temos de tomar uma decis�o em rela��o ao Miguel.

N�o podemos deixar o corpo aqui.

Sim, vamos enterr�-lo.

Ainda h� a caravana dele e o gadj�.

- N�s ficamos com tudo. - E o gadj�?

- Com ele tamb�m. - N�o!

Acabamos isto, enterramos o pai e queimamos a autocaravana.

Arranjamos um bom caix�o, n�o aquela caixa de madeira.

Eu trato do gadj�.

Onde est� o Tony?

- N�o sei, tio. - N�o quero saber.

- Nem quero ouvir falar dele. - Caguei.

Ferran!

O que queres com o Tony?

Quando o Tony saiu com o Jo, aqui h� coisa de dez dias...

Para onde foram? Disseram-te?

N�o. Porqu�?

Nesse mesmo dia, desapareceu um gadj�.

Acho estranho.

N�o achas estranho?

Est� bem...

Fica com o casaco do teu pai, est� bem?

Prometo esvaziar a caravana, mas n�o consigo faz�-lo num dia.

D�-me um pouco de tempo, por favor!

Depois vou-me embora, juro!

- Dois dias. - Est� bem.

- Sen�o, mato-te. - Est� bem.

�s um pr�ncipe, Jo! Obrigado!

Deixa-me dar-te um presente. Olha...

Tenho coisas para ti. V�.

Olha.

Gostas de touros, certo? Arranjei-te um touro. V�s?

Leva! � teu!

� tudo teu. Ouro, o que quiseres!

Esse � de ouro. Leva o rel�gio tamb�m.

Queres o rel�gio? Fica com ele. � todo teu, Jo.

L�TI

- Onde arranjaste isto? - N�o sei.

N�o fa�o ideia. J� sei!

Encontrei atr�s da caravana!

Mas se n�o devia ter tirado, fica para ti.

� um presente, Jo... Aceita.

- Tens dois dias para ir embora. - Sim...

O que tens?

Nada.

Estava a pensar...

E se n�o houver sangue no len�o?

Porque perguntas?

S� por curiosidade.

- A s�rio? - N�o olhes para mim assim!

Dou-me ao respeito, mas ando a cavalo...

- N�o me lixes. - N�o, s� quero saber.

Bom, sabes o que acontece durante a cerim�nia?

Sim, a quest�o � essa.

N�o esperava que fosse t�o cedo.

S� a matrona sabe o que o len�o cont�m.

Todas as mulheres est�o l�. Elas sabem.

As mulheres veem o len�o, mas...

Pode ser qualquer len�o...

S� tu e a matrona sabem.

Percebes o que digo?

Posso tratar da matrona, contanto que ela concorde.

Mas, na noite de n�pcias,

estar�s sozinha com o Sandro.

Isso resolvo eu.

Vou embebed�-lo. N�o se vai lembrar de nada.

Assim o espero!

Dev�amos come�ar a levar tudo de volta para os Amayas.

Vamos demorar a reconstruir o parque.

N�o devemos ficar por c�.

Para a mis�ria que vamos ganhar...

Porque dizes isso? A temporada ainda n�o acabou.

O problema n�o � esse.

A tua m�e fez promessas a mais.

Metade do que ganhamos vai para os Amayas.

J� n�o rende assim tanto.

Talvez possamos renegociar.

O Juan n�o nos acolhe por caridade.

A tua m�e n�o lhe faz frente.

Um pequeno incentivo, malta!

- Uma cervejinha! - Energia.

Faz bem ao f�gado.

Que se lixe!

J� devia saber que o Jo era inocente.

N�o devia ter acreditado em ti.

Tu e o teu irm�o...

... n�o s�o feitos do mesmo.

S� podias ter sido tu.

J� sei que ele � melhor. N�o � preciso esfregar na cara.

- Como foste capaz? - De qu�?

Mataste o teu pai!

E deixaste o teu irm�o acartar com as culpas por ti!

- Para! - Como foste capaz?

- Chega! - Maldito!

- Monte de merda! - Para!

Mandei-te parar!

O velho era um canalha! Sabes o que fez? Nem imaginas!

N�o sabes quem ele era.

Era um monte de merda!

Ele merecia morrer.

S� dizes disparates.

Teria dado a minha vida por ti.

N�o quero voltar a ver-te.

N�o sou s� eu a renegar-te.

� a fam�lia inteira.

At� os antepassados.

Nunca mais te quero ver.

Juro que os mato a todos!

Tenho este len�o. � uma tradi��o.

- Lindo. - De algod�o, com flores.

E tenho este.

O meu tinha p�rolas.

P�rolas j� n�o d�. � muito em cima.

E onde � que ia buscar p�rolas? Tenho cara de sereia?

- A decis�o � da L�ti. - Exatamente.

- A rainha �s tu. - Porque n�o combinar com a toalha?

Compr�mos em Montpellier. � um tecido muito bonito.

- Deixem-me mostrar... - Tamb�m fiz um esfor�o para estar aqui!

Ela � como uma irm�. Conhe�o os gostos dela.

Rendas com folhos n�o lhe ficam bem.

Se ela quer um trapo qualquer, o problema � dela,

mas mereces o melhor.

- � s� um pano. - Sim, claro...

Usa o pano, se � isso que queres.

Ela n�o est� nada contente.

V�, anda c�, querida.

- Kalia, aqui est� um pouco curto. - Sim, estou a ver.

- Queres que fa�a a bainha? - Sim.

- Est� a demorar muito. - Aguenta.

- Est�s bem? - A beleza d�i.

Enervaste-a com o maldito len�o!

Desculpa.

N�o te preocupes. N�o � muito tempo.

S� precisas de respirar fundo e d�i menos.

Est�s a assust�-la.

O len�o � necess�rio.

Ela tem de provar que � virgem.

Cuidado.

- Espera! - N�o te mexas!

- Obrigada, prima. - Ela vai chamar a matrona?

N�o para quieta, a rapariga! O vestido vai ficar todo torto!

- Bem... - Francamente!

Eles olham por n�s e n�s por eles...

N�s cuidamos mais deles, mas nem se d�o conta.

- Calem-se! - Estamos caladas.

�s tu que mandas.

Sai!

N�o, L�ti!

Volta, L�ti!

O que est�s a fazer? Queres dar-nos azar?

- � isso que queres? - Larga-me!

N�o me toques! Nunca mais!

O que se passa? Vi o vestido dela!

Jo!

Jo!

- Onde est� o Tony? - Que vestido � esse?

Ignora.

- Vais casar com o Sandro? - Mandei-te ignorar!

Ele mandou mensagem. Estou preocupada. Onde est�?

- O Tony foi-se embora e n�o vai voltar. - Como assim?

O que te disse?

- O que � que ele te disse? - Deixa-o.

N�o est�s a entender. Estou preocupada com o teu irm�o!

Tiveste raz�o em acabar comigo, L�ti.

Sou um monte de merda. Nem sequer tenho honra.

Agora acabou. Acabou tudo.

Vou pagar por todo o mal que fiz.

Vou para onde devo estar. Sempre ser� um lugar onde perten�o.

Adeus, meu amor.

Acalme-se. Vamos recolher o seu depoimento. Sente-se.

Vou fazer isso, Jo.

Vou � Pol�cia e vou dizer que matei o pai.

N�o, n�o vais fazer isso.

Irias condenar-nos a todos.

N�o percebes?

Esta fam�lia � t�xica.

Est� a corroer-nos por dentro. N�o v�s isso?

Passei anos a esfalfar-me para ser o pr�ximo chefe.

Queria ser como o nosso velho.

Mas o nosso velho era um pulha!

N�o sabes nada.

Nada!

Tens a for�a do velho em ti.

E achas que isso � bom?

Amayas, Torres... Que se lixem todos!

E que se lixem os c�digos deles!

- Vou ser livre, mano. - Livre de qu�?

Sem o cl�, n�o �s ningu�m!

Nada!

Achas que ser chefe � s� correr atr�s de touros?

Achas que tens fibra para isso? Que �s homem?

Tu �s um homem!

Queres ser chefe?

Faz o que um chefe tem de fazer. Mata-me.

O velho faria isso. Eu farei o que tenho de fazer.

Tony!

Adoro-te, mano.

Legendas: Ana Filipa Vieira plint.com

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