All language subtitles for Cris.Mir+¦.Ella.S01E06.What.Is.Going.on.with.Cris.Mir+¦.1080p.MAX.WEB-DL.DD+5.1.H.264-playWEB

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Original subtitles

ISTO BASEIA-SE EM FACTOS REAIS. HOUVE MODIFICA��ES PARA FINS DRAM�TICOS.

Tussa.

Parece-me pneumonia e febre ligeira.

Estamos a investigar.

Pneumonia?

Esperemos pelos resultados das an�lises e, quando os tivermos,

voltaremos a falar.

Agora deite-se, descanse um pouco e n�o esforce a voz. Est� bem?

Obrigada.

- Podem entrar. - Entra.

Sejam breves.

Ela deve descansar e poupar a voz.

Muito obrigado, doutor.

Minha querida...

Como est�s? N�o fazes ideia do medo que tive.

- Estou melhor. - Andas sempre nua!

Eu n�o te disse?

M�e, n�o a enerves. Ela vai ficar agitada.

N�o est�s a cuidar bem de ti.

Uma pneumonia � grave. Est�s assim h� muito?

N�o sei.

Come�ou com uma pequena tosse e um pouco de febre.

Devo ter apanhado frio no teatro.

Os camarins do Tabar�s s�o frios.

J� chega.

O m�dico disse-lhe para repousar e n�o falar.

Sim, descansa, e para com tudo isto.

Se algo te acontecer, morro.

Est�s a ouvir-me?

Cris...

Cris...

Cris...

Cris...

INTERNAMENTO

A bailarina Cris Mir� est� internada desde ontem

neste hospital

devido a pneumopatia pulmonar e febre.

O vice-presidente do hospital descartou

que tal se possa dever aos seus implantes mam�rios.

Permanecer� hospitalizada...

Ent�o, � uma pneumonia?

Pneumonia.

Tenho medo.

Concentra-te na recupera��o. N�o nos precipitemos.

Se � para esperar, esperamos.

O que est�s a dizer?

O que queres?

Que n�o visites a tua amiga vestida como uma velhota.

� horr�vel.

Ainda l� est�o?

Firmes como soldados.

- Porque n�o te sentas? - Estou bem.

Est�o a cuidar de ti?

Os m�dicos s�o bons.

Quanto tempo mais querem que fiques aqui?

Alguns dias,

at� recuperar da pneumonia.

Chegaste a falar com o teatro?

Eles esperar�o alguns dias.

Mas ter�o uma substituta at� recuperares.

- Conheces o produtor. - Quem �?

- N�o importa. - Podes sentar-te?

Podemos falar? Olha para mim.

Cheira mal aqui. � uma mistura de sopa e lix�via.

- N�o sei. - � um hospital!

- N�o gosto de hospitais! - Nem eu!

N�o gosto que estejas aqui!

Desculpa.

Perdoas-me?

Apanhou-me desprevenido. Ningu�m o esperava.

N�o te preocupes. Eu vou recuperar.

Voltarei ao teatro.

P�e-te bem, querida.

Com licen�a.

Posso falar em privado com a doente?

Claro, doutor.

Eu j� ia sair.

Veja isto.

N�o s�o as m�os mais bonitas que j� viu?

Com licen�a.

H� um novo tratamento para o VIH.

Muitos doentes estabilizam.

Ent�o...

Ter� de ser muito disciplinada com o tratamento.

Pode acontecer a todos.

N�o est� sozinha.

� como o m�dico te disse.

Os efeitos s�o fortes.

N�o se sabe como o medicamento te afetar�.

Se algu�m descobrir, ser� o meu fim.

Isso n�o acontecer�.

A confidencialidade m�dica � r�gida.

N�o te preocupes.

Olha pela janela.

S� vejo jornalistas para me destru�rem.

Jura-me que n�o contas a ningu�m.

Especialmente � m�e.

Posso confiar em ti?

Sergio.

Sim.

Prometo.

Mas prometes que far�s o tratamento

e que ser�s consistente.

Ent�o? O que dizes?

Prometo.

D�-me a tua m�o.

O teu cabelo � selvagem.

Sou uma confus�o.

O que foi?

Tu consegues. Est� bem?

N�o est�s sozinha.

N�o est�s sozinha.

N�o est�s sozinha.

PRE�O POR MINUTO DE 0,45 PESOS MAIS TAXAS

N�o!

N�o acredito!

Todos me ligam ao mesmo tempo!

Querem saber sobre a minha inf�ncia,

adolesc�ncia, presente, futuro...

Os meus segredos!

Toda a minha vida.

Nesta linha.

A linha de Cris Mir�.

Cris...

Cris...

Cris...

Cris...

Cris...

Cris...

Cris...

Cris...

Cris...

Cris...

Estava � tua espera, idiota.

Fartei-me de telefonar.

Ia perdendo a voz.

Charly.

Deixa-me ver-te.

Por favor. O que � isto?

Sim, eu sei.

Mas � isso. A tua maquilhagem � sempre linda.

Nunca ningu�m reparou que tens montes de maquilhagem.

A Taylor dizia:

"P�e um pouco de batom e acalma-te."

Talvez eu n�o esteja mal.

�s muito boa a esconder.

A maquilhagem � isso.

Uma boa base

- para cobrir imperfei��es. - Para cobrir imperfei��es.

Um bom eyeliner para abrir bem os olhos,

mesmo para o que n�o queres ver.

Uma sombra para esconder as l�grimas.

- E finalmente... - Um bom batom.

Exatamente.

Para teres a boca mais desejada

- de todas. - De todas.

Porque me telefonaste?

S� te queria perfeita para o espet�culo.

Que espet�culo? J� est�s morta.

Mesmo morta!

� o nosso espet�culo.

Constru�mo-nos, reinventamo-nos,

sofremos, temos alguns atritos...

Desculpa-me.

Eu n�o podia ir...

Como pudeste...

Agora � a hora de nos encontrarmos.

- � como um castigo. - Por favor, Cris.

Fizeram-nos crer que isto � por sermos prostitutas.

Mas acontece a prostitutas,

travestis, l�sbicas e heterossexuais.

N�o te culpes.

Tira esse peso mau dos teus ombros.

Gostas do que v�s?

Muito.

Ent�o, anda.

Aonde?

De volta ao sofrimento.

Ganha algum tempo. Tu consegues.

E se n�o conseguir?

Tu �s a Cris Mir�.

Rodeia-te de amor, de pessoas loucas.

Dos que te amam mesmo.

Esses v�o ajudar-te.

Ou vais desistir?

Onde?

Tem-lo a�?

Est� perto.

Vieram todos os canais.

Ela sair� quando estiver pronta.

O russo telefonou.

Ele aguarda o teu regresso quando quiseres.

A pneumonia est� controlada, mas n�o pode ter uma reca�da.

- N�o sei se ela ouviu. - Foi um aviso.

N�o te preocupes.

Acalma-te.

Mais uma coisa.

A rapariga que te substituiu continuar� no espet�culo.

Como outra personagem.

- Quem �? - Ela � nova.

N�o tem atuado muito, mas fala-se dela.

� uma rapariga como tu.

Travesti?

Sim, qual � o problema? A morbidez vende.

Sabes disso.

Concentra-te em melhorar, depois falaremos do futuro.

Talvez seja altura de sa�res para o mundo.

Lembras-te de falarmos de um programa de televis�o?

Talvez a Cris Mir� deva

estar no ecr� de todas as casas do pa�s.

Uma pioneira na Argentina.

Argentina? N�o.

- Am�rica do Sul. - Calma.

Sim, um pouco de calma.

Nilda, o Sergito est� � espera.

Obrigada.

Vou buscar caf�.

V� l�, muda de roupa para nos irmos embora.

Isto vai ficar-te bem.

Lembro-me disto.

Est�s bem?

Sim.

Estou a pensar em ir para casa...

...por uns tempos.

Para p�r os pensamentos em ordem.

Preciso de parar um pouco.

Isto assustou-me muito. Foi pesado.

E penso que, se continuar assim,

posso acabar numa sarjeta, talvez at� morta.

N�o quero continuar a fugir. Quero...

Quero viver.

O que farei sem a minha Dorian?

Vou parecer uma vagabunda, uma pelintra.

Vais ficar bem.

Est�s sempre bem.

Digo-te, n�o me arrependo de nada.

Eu tamb�m n�o.

Sim, tem sido bastante calmo.

- Cris! - Cris, uma pergunta!

Como est�s? O que aconteceu?

Antes de mais, obrigada pela preocupa��o.

J� estou melhor. Tive uma pneumonia ligeira.

Apanhei frio, e com tanto trabalho...

Perdi alguma imunidade,

mas felizmente estou melhor e pronta para o regresso.

Um de cada vez.

Dizem que a tua substituta fica. Partilhar�o o protagonismo?

Vou voltar ao espet�culo, e vamos partilhar o palco.

Quero muito regressar.

Que planos tens para o futuro?

Vais para a televis�o?

Talvez, mas n�o posso falar. O Marito matava-me.

�ltima pergunta, Cris.

H� rumores de que sofres de uma doen�a mais complicada.

Isso � verdade?

N�o. Estou perfeitamente bem.

As an�lises est�o �timas.

Foi apenas uma chamada de aten��o para comer melhor e descansar mais.

Calma, a Cris Mir� veio para ficar.

- Uma �ltima pergunta. - N�o.

Lamento, mas n�o sair�amos daqui.

- � voc�. - O que est�s a dizer?

- O que quer? - Quero lutar.

- O quarto est� livre? - Sim, senhora.

Legendas: Lu�s Costa Passadouro plint.com

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