All language subtitles for Believe - 1x07 - Bang and Blame.720p.WEB-DL.DD5.1.H.264-ECI.pt

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Original subtitles

Anteriormente em "Believe"...

A Bo � uma menina muito especial.

A Bo � candidata a degradar-se, Roman.

Tens de admitir isso.

P�ra com isso!

Quanto mais ela canaliza,

mais pr�xima fica de acabar como a m�e.

Tens algum problema com o que estou a pedir-te que fa�as?

O Winter levou-a

- Basta. - E pretendo usar

todos os recursos ao meu comando para recuperar a Bo.

Tu sentiste-o da primeira vez que a conheceste.

Ent�o, ela tem um efeito nas pessoas, e da�?

Ela � tua filha. Bo � a tua filha.

Ela...ela n�o sabe?

Ser� o teu privil�gio.

O que est�s a desenhar?

Uma hist�ria para crian�as.

Faz sentido, j� que �s...uma crian�a.

Sim. Conhe�o a minha audi�ncia.

Olha.

Quem s�o eles?

Um rei e uma princesa.

Est�o presos no castelo deles.

Eles n�o t�m um cavaleiro, ou guardas ou algu�m

que possa libert�-los?

Azul.

N�o.

O monstro comeu-os todos.

H� um monstro? Que tipo de monstro?

Daquele que vive na chamin�.

Queres dizer como...como o Pai Natal?

N�o. O Pai Natal n�o vive numa chamin�.

Ent�o e o que...acontece com

o rei e a princesa?

Ainda n�o tenho certeza, mas acho que conseguem sair.

Bom. � bom.

Cinco minutos, n�o mais.

Pusemos bastante dist�ncia entre n�s e Hudson.

De certeza que despist�mos os federais.

Talvez possamos estabelecer uma casa segura enquanto aqui estamos.

� a quinta dos McKenzie?

- Porque desenhou ela isso? - N�o sei.

Proximidade, talvez. N�o estamos muito longe.

N�o podemos l� ir.

Eu sei disso. Eu sei disso.

� muita coisa para digerir, sabes.

Eu percebo.

A s�rio, Winter? Percebes mesmo?

Libertaste-me do corredor da morte.

Temos assassinos a atirarem contra n�s.

E claro, a menina com os poderes m�gicos

acaba por ser o raio da minha filha.

Porque seria isso muito para digerir?

A tua filha n�o sabe que � o raio da tua filha.

- Conta-lhe. - Pois.

Aqui? Na esta��o de servi�o?

Pois, � uma boa ideia.

Pois, adivinha l�, Bo. Sou o teu pai.

Sim, �...� uma grande ideia.

Sabes que mais? Tenho uma boa ideia.

Porque n�o me dizes porque � que achavas que eu n�o devia saber.

Porque n�o sabia se ia resultar ou n�o.

Quero dizer, tu e ela juntos,

se ia ajudar ou prejudicar,

se a tornava mais fraca ou mais forte.

Foi por isso.

Ent�o, como vai ser?

A Bo precisa do pai,

e tu precisas dela.

Queres dizer, tu precisas de n�s.

Com licen�a.

"Bolo de rebentos de aveia"?

Sem gorduras. Muita fibra.

Entristeces-me, mi�da.

Aqui.

Isto � comida de viagem.

N�o. N�o vais comer este veneno, Bo.

Por favor, Milton?

- S� desta vez. - Boa!

- Pelos fundos, agora. - Andem, Andem. Vamos.

Channing.

Channing! Pelo outro lado. Pelo outro lado.

P�e-na dentro!

Anda. Anda Bo. Vamos.

- Entra! - Anda, vamos!

Vamos! Vamos!

Est� tudo bem. Est�...est� tudo bem.

- Como est� ela? - N�o sei!

- A minha perna. - O que � isto Channing?

Channing, o que � isto?

O Zepeda acertou-lhe com um sedativo.

Tira-o. - Desculpa, Bo. Aguenta a�.

� muito lento aqui dentro.

N�o, n�o, n�o, n�o.

Escuta-me. Bo, escuta-me.

Mant�m-te acordada, est� bem?

N�o adorme�as. Nada de adormecer.

Mant�m os teus olhos abertos.

O monstro leva-os embora.

Depois estou completamente s�.

O monstro leva-os embora.

S01E07 - Bang and Blame

- Bo! - Bo, Bo, Bo, escuta-me...

Fica acordada querida, est� bem? Fica acordada.

Continue a falar com ela, Sr. Tate.

Zepeda.

- Baixem-se! Baixem-se! - Mantenham a cabe�a baixa!

Estamos todos bem? Tudo bem a� atr�s? Estamos bem?!

Winter, tira-nos daqui.

Trava! Trava!

Apanh�mo-lo.

Dev�amos deix�-lo aqui a apodrecer.

- N�o vamos fazer isso. - Est� bem.

� melhor que esteja connosco.

Assim, podemos control�-lo.

Como te sentes?

Est� demasiado calor.

Ela tem uma febre.

- A culpa � minha. - Isto n�o � tua culpa.

Eu deixei-a contornar o carro sozinha.

N�o fizeste nada errado. Est�s a ouvir?

Precisamos de sair da estrada o mais cedo poss�vel.

Conhe�o um lugar por perto.

A mulher � enfermeira.

- Winter. - Ouve,

n�o temos escolha de momento.

Isto � sobre a Bo.

� um pouco excessivo, n�o acha?

O que � que uma menina inocente vai fazer?

Fugir a meio da noite e correr?

Isto n�o � sobre a Bo.

Ent�o o Roman contratou-te

porque ele acha que algu�m vai passar pelas veda��es,

guardas, c�maras e pela seguran�a

e subir por aquela janela?

� meu trabalho pensar em todas os poss�veis �ngulos de ataque.

Pois. Chefe da seguran�a.

A manter uma menina de 9 anos presa.

A proteger uma menina muito importante.

N�o acha que ela � importante, Sr. Winter?

Eu acho que ela � muito importante, menina Channing.

Talvez demasiado importante.

O que quer dizer?

Quer dizer, todo este isolamento,

exig�ncias de testes,

ensaios...Nunca se pergunta?

Pergunto-me o qu�?

Se uma menina devesse apenas...ser uma menina?

A Bo � um activo federal.

Ela n�o chega a ser uma menina.

Meu Deus, Bo.

Ela est� a alternar entre estar consciente ou n�o.

- O que aconteceu com ela? - O gajo a� atr�s

acertou-lhe com um dardo tranquilizante.

- Sarah. - Minha princesa.

Tive saudades tuas.

Tamb�m tive saudades tuas.

Siga-me. Depressa.

"Orchestra".

N�o tivemos escolha, Karl.

Desculpa, Karl. N�o quer�amos...tivemos que vir.

- � o meu quarto. - Sim, princesa.

Tal e qual como o deixaste.

Nunca fico muito tempo.

37.5�, grau baixo. Ela tem estado doente?

Ela nunca adoece.

Um sedativo n�o devia causar uma febre.

Pode ser uma reac��o al�rgica.

- Sabes o que foi usado? - N�o.

O pulso est� um pouco lento.

- Tate. - Sim?

Estou mesmo aqui.

N�o te esque�as de verificar a chamin�.

N�o te preocupes, mi�da.

N�o vou deixar o monstro apanhar-te.

Eu corro e escondo-me, mas o monstro encontra-me.

Bo, escuta-me.

Vai ficar tudo bem.

N�o vou deixar o monstro aproximar-se de ti.

Ele vai apanhar-me.

Tate, ele vai apanhar-me.

Est� tudo bem.

Est� tudo bem, querida.

Tate.

- Channing. Channing. - Tate.

Ouve. Escuta, ele j� volta, querida.

Tate.

Com o que foi que lhe acertaste?

O que havia no tranquilizante?

Acho que acabaste de responder � tua pr�pria pergunta.

N�o vais ganhar isto.

O que estava no dardo? - N�o sei, est� bem?

Um tipo de sedativo.

P�ra!

P�ra. N�o nos serve para nada morto, est� bem?

P�ra!

O monstro encontrou-o?

N�o. N�o h� nenhum monstro aqui, querida.

N�o h� nenhum monstro aqui, Bo.

N�o h� nenhum monstro. - N�o, n�o.

H�.

Na chamin�.

Ele apanha-nos a todos, eventualmente.

Ele apanha-nos a todos, eventualmente.

Ele apanha-nos a todos.

- Bo? - O que se passa?

Bo, preciso que fiques acordada.

Certo, abre os olhos, querida.

- Fica acordada, Bo. Anda l�. - Abre os olhos, Bo.

- Fica connosco, meu mel. - Abre os teus olhos.

Mant�m os olhos abertos. Est�s bem.

- Continua a falar connosco. - Consegues ouvir-me?

- Continua a falar connosco. - O que est� a acontecer?

Vai buscar um pouco de �gua.

- Est� bem. - Est�s bem, est� bem?

Milton?

- Mant�m os teus olhos abertos. - Milton.

Milton?

Anda para dentro, depressa.

- Onde est� o Karl? - Milton! Sarah!

Onde est�o? Onde est�o?

Fic�mos preocupados quando ficou t�o tarde.

O Karl foi l� fora � tua procura.

N�o sab�amos se tinham conseguido sair da "Orchestra".

A Bo est� bem?

Ela est� �ptima.

Ol�, Bo.

Sou a Sarah e prometo-te

que vamos cuidar t�o bem de ti.

Eu sei que v�o.

O Stanley tamb�m.

Ol�, Stanley.

Descansem agora, est� bem?

E n�o te preocupes com nada.

Est�s a salvo agora.

O que aconteceu?

N�o importa.

Estamos aqui agora e a Bo est� protegida

nalgum lugar onde o Skouras nunca pode chegar at� ela.

- Ent�o n�o foram seguidos? - N�o.

- O Plano resultou. - Por pouco.

Eu sei que foi dif�cil mas ela est� a salvo.

Achas que eu n�o falhei na vida?

Que falhei para com ela?

Achas que eu n�o... n�o me odiei a mim pr�prio

por n�o antecipar uma amea�a

ou por n�o ter visto ao redor

ou por ter sido s� um segundo demasiado lento...

Eu enviei-a directamente para ele, Winter.

Directamente para ele.

- � culpa minha. - N�o, n�o.

N�o pode ver o futuro, Sr. Tate.

Muito poucas pessoas podem.

Precisamos de envi�-la para um hospital.

- N�o. - Porque n�o?

- N�o vamos fazer isso. - Porque n�o?

Porque eles n�o podem ajud�-la.

Ela est� al�m da ci�ncia deles.

Eles..ela est� al�m da ci�ncia deles.

N�o sabes isso?

O que � que n�o me est�s a contar?

Winter?

Chamamos-lhe o "degrade".

� o que acontece � gente como a Bo

quando usaram em demasia os poderes.

� como um... motor do carro a sobreaquecer.

E � o que ela tem?

Possivelmente.

Os sintomas imitam um coma

com uma muito, muito alta febre.

Certo, ent�o se sabes o que � isto,

porque diabo n�o resolves isto?

Faz a chamada.

Winter.

N�o. Seja quem for,

vais fazer a chamada. J�.

Se podes ter ajuda, vais mesmo t�-la.

Est� bem.

Mas n�o aqui.

V�o rastrear este telefone.

V�o. Eu trato de proteger a quinta.

N�o temos outra op��o.

Est� bem.

Certo, anda. Anda.

Nunca parei de pensar em ti, princesa.

Tantas recorda��es.

�s vezes � um som

ou um cheiro.

De cada vez que vejo uma borboleta.

Nunca fal�mos daquela noite,

mas...est� sempre ali,

n�o importa o quanto tentemos esquecer.

Eu tive de deixar-te ir uma vez.

N�o posso deixar-te ir novamente.

Por favor, Bo, volta para n�s.

N�o devia ter faltado �quelas aulas de malabarismo na faculdade.

A que aulas n�o faltaste?

Sarah, Karl. Eles n�o v�o magoar-me.

Apenas n�o lutem com eles, est� bem?

N�o os magoem. N�o os magoem!

Olha a velocidade.

N�o podemos ajudar a Bo se nos mandarem parar, certo?

V� l�, pergunta-me.

Era a Nina, certo?

A m�e da Bo. Nina Adams?

Sim.

Ela era como a Bo?

Ningu�m � como a Bo.

Ela era.

Toda a gente a amava como amam a Bo.

Eram atra�dos para ela.

Ent�o o que aconteceu?

A Nina morreu a dar � luz.

J� estamos longe o suficiente?

Quase.

Quase.

Sim?

Reconheces a minha voz?

Meu Deus. Milton.

Zoe. Preciso da tua ajuda.

N�o posso. O Roman quer-te morto.

Bem, ainda n�o estou morto.

Mas se n�o tiver a tua ajuda, a Bo estar�.

O Zepeda acertou-lhe com um tranquilizante h� umas horas.

Ela n�o reage, inconsciente.

Tem uma febre alta,

o pulso est� fraco, a press�o arterial est� baixa.

Um tranquilizante j� deveria ter perdido o efeito por esta altura.

- � o "degrade"? - N�o sei.

Zoe, por favor.

Por favor.

Acredito que a Bo est� a morrer.

N�o tenho mais ningu�m para quem me voltar.

Onde est�s?

Deve estar tudo o que precisas a�.

� a minha campa�nha?

Era.

Preciso do transmissor sem fios

para montar um alarme no per�metro.

Nunca pensei que a ver�amos de novo.

O Winter disse-nos que ela estava a salvo,

mas n�o pod�amos arriscar contacto.

Eu n�o acredito que ele a trouxe aqui.

P�r-nos, p�-la nesse tipo de perigo de novo.

Macaca.

Tenho um bom velho jogo de "Rampas e Escadas" para ti.

Assim que te levantares.

Assim que te levantares, est� bem?

- Karl... - Eles encontraram-na. Vai.

N�o Karl! N�o lutes!

N�o! Karl!

N�o!

H� quatro meses atr�s,

foste tu que levou a Bo de n�s?

Atacaste a minha mulher? Deixaste-me para morrer?

N�o fazes realmente ideia, pois n�o?

Sei que soa como um clich�, mas...

Rapaz, tenho uma hist�ria para ti.

N�o preciso de ouvir as tuas hist�rias.

Sem cicatriz.

N�o foste tu.

N�o. N�o, n�o fui mas posso dizer-te quem foi.

Estamos seguros.

- Obrigado. - Pois.

Desculpa. Acerca de antes.

Eu percebo.

N�o pe�as desculpa.

Desculpa n�o � para amanh�.

Tens a certeza que podes confiar nessa gaja?

A Zoe ajudou-me a criar a Bo.

Ela importa-se com ela, muito, muito profundamente.

A Bo � o nosso terreno comum, sabes? Agora.

Ent�o qual era o vosso terreno comum na altura? Matar gente?

N�o, Sr. Tate.

O Roman Skouras e eu constru�mos a "Orchestra"

para parar a matan�a,

for�ar os tiranos a recuarem, influenciar mentes

e salvar o mundo.

Pensa. Sabes, n�o mais guerra, fome,

doen�a...

Estes eram os nossos sonhos.

Bem, n�o parece ter resultado.

De todo.

Ent�o esta doutora, achas que ela vai aparecer?

Ela j� est� aqui.

Sim.

Caminha em direc��o � esta��o. Tens vinte segundos.

Ou o qu�?

Zoe, por favor. Est�s a ser seguida.

O Roman n�o faria isso.

Sempre que sais da "Orchestra" ele tem olhos em ti,

n�o sabes disso?

- Como est� ela? - N�o est� melhor.

Se � o "degrade" porque n�o me deixas s� lev�-la para casa?

A "Orchestra" n�o � a casa dela.

Eu posso tomar conta dela l�. Temos m�dicos.

Temos instala��es m�dicas.

Cinco segundos.

Entra, caminha at� � plataforma,

vira � direita no mirante.

Ent�o, o que raio acabou de acontecer?

Magia.

Ol�, Zoe.

O Roman confia em mim. Porque mandaria ele seguir-me?

Ele tamb�m costumava confiar em mim.

Ningu�m se importa. Consegues ajudar a Bo?

Foi a tua gente que lhe fez isto.

Podes ajud�-la ou n�o?

Sr. Tate.

Zoe, se n�o foi o tranquilizante,

e se � o "degrade", o que o causaria?

Est�mulo emocional extremo.

Queres dizer como algu�m a atirar nela?

Por favor.

Ela demonstrou algum poder?

Depois de levar o tiro, n�o.

J� consideraste que talvez a condi��o dela seja uma manifesta��o?

Isso � poss�vel?

Milton, com a Bo tudo � poss�vel.

Espera um segundo.

Espera, est�s a dizer-me que a Bo est� num coma

que ela criou?

Como se...como se fosse um dos seus sustinhos?

Porque diabo faria ela isso?

Ela n�o consegue controlar os seus dons.

Como eles se manifestam � completamente imprevis�vel.

Tate, a Bo est� ligada ao mundo

a um n�vel que...n�o podes compreender.

A dor que ela sentiu quando atiraram nela

ou o medo que ela sentiu quando a consci�ncia lhe escapou.

Essas emo��es intensificadas,

s�o gatilhos para os poderes dela.

Ent�o como a ajudamos?

Isto � um significativo mecanismo de transporte de monoaminas.

Ainda est� a ser melhorado, mas fizemos alguns ensaios

na tentativa de trazer as v�timas do "degrade" � tona.

Se conseguirem chegar at� ela,

d�em-lhe uma raz�o para voltar.

Depois de lhe darmos isto, quanto tempo demora?

Se for s� uma das manifesta��es da Bo,

e se funcionar... instantaneamente.

Mas se for o "degrade",

s� nos resta esperar e ver.

Por favor, Milton, deixa-me s� lev�-la para o campus.

Por favor. � o lugar mais seguro para ela.

Imploro-te.

Eu posso cuidar dela l�.

Sim mas o que far� o Roman Skouras?

Sabes o que ele ir� fazer?

A Bo que amas, a Bo que ambos amamos,

ele vai explorar os seus dons, tal como fez com a Nina.

E a Bo ir� morrer, Zoe.

Zoe, tens de confiar em mim.

Confia em mim.

Temos de ir.

Obrigado. Temos de ir.

39.5�.

Eles estar�o de volta em breve.

Se a temperatura dela ultrapassar 40.5� ou 41�...

Ela � a tal,

aquela que nos atacou naquela noite,

a que levou a Bo.

- O qu�? - Eu vi a cicatriz.

J� n�o sou aquela pessoa.

N�o me importo.

Afasta-te da Bo.

Foste tu?

N�o percebo o que se est� a passar aqui,

mas assim que o Winter volte,

vou dizer-lho.

O Winter j� sabe.

Ele sabe tudo.

E ele sabe que eu nunca magoaria a Bo.

- O que est�s a fazer? - A ajudar-te.

Porqu�?

Porque sei quem tu �s.

Tu n�o me conheces.

Eu sei quem vais ser.

Lamento tanto.

N�o lamentes.

Porqu�?

Porque desculpa n�o � para amanh�.

A Bo saiu-se com essa um dia.

Desculpa n�o � para amanh�.

Era uma esp�cie de slogan dela.

T�nhamos o Winter � perna.

Ele chegou minutos depois de mim.

E depois levou-nos embora.

Ele salvou a minha vida.

A Bo mudou a minha vida.

Eu amo-a. - N�s amamo-la,

e n�o tens o direito.

N�o tens qualquer direito!

N�o posso mudar o que aconteceu.

Mas a Bo mostrou-me que posso mudar o que vai acontecer.

Qual � a temperatura dela?

40.5� h� meia-hora atr�s

� suposto funcionar imediatamente?

- Sim. - Se resultar.

- Vai resultar. - N�o, a Zoe disse que iria...

que iria... que iria apenas traz�-la � tona.

Seja o que raio for que isso significa.

Ele deve retomar suficiente consci�ncia

a fim de poder ouvir ou sentir-nos.

Se conseguirmos chegar at� ela ou contact�-la...

Espera, espera. Ent�o o que � suposto...� suposto n�s

apenas pedir-lhe para que volte?

Exactamente.

Bo. Princesa, abre os olhos, est� bem?

O Karl e eu, estamos todos aqui � tua espera.

O Winter, o Tate... Todos aqui para ti, querida.

- N�o est� a acontecer nada. - D�-lhe tempo.

N�o, Winter. N�o est� a resultar.

Precisamos lev�-la at� � "Orchestra".

N�s n�o vamos lev�-la � "Orchestra"!

Eles n�o v�o salv�-la.

41�.

Winter.

- O que significa isso? - Danos cerebrais, fal�ncia de �rg�os.

Ela n�o pode sobreviver assim.

N�o podemos s�...

Winter, estamos sem op��es.

Nunca estamos sem op��es.

N�s nunca estamos sem op��es.

Vais dizer-me onde posso encontrar a "Orchestra"?

N�o posso fazer isso, meu amigo.

Pois, achava que n�o.

Meu amigo.

Eu n�o queria nenhum mal � menina.

S� para que saibas. - � fant�stico.

Na verdade, n�o me importa.

Neste momento...

Preciso da tua ajuda.

- Ajudar-te a fazer o qu�? - A salvar a vida da Bo.

Vais levar-nos at� � "Orchestra".

Vira-te.

Qual � o plano?

O plano �, n�o tentes nada.

Sen�o vais matar-me?

Mas depois perdias o teu bilhete de ida � "Orchestra".

E tu perdes a tua hip�tese de seres o her�i.

O gajo que capturou a Bo.

Por isso � um jogo de soma nula.

E honestamente, gostei mesmo do nosso tempo juntos.

Cala-te. Toca a andar.

- O que diabo est�s a fazer? - Espera, Channing!

Est�s louco? N�o podes confiar nele.

Certo, p�ra!

Desculpa. Vai, apanha a Bo. Vai!

Lamento tanto, querida, que n�o possa s� pestanejar

e retirar toda a tua dor e p�-la nos meus ombros.

Mas seja o que for que aconte�a,

eu sei que tu compreendes,

que vais perdoar-me,

as minhas falhas.

Vais ultrapassar isto, Bo.

Acredito nisso.

Eu acredito em ti.

Tocante.

A s�rio.

Channing!

Channing.

- Sai da minha frente, Tate. - N�o vou fazer isso.

- Sai da minha frente! - N�o vai acontecer!

P�e-na no ch�o.

N�o queres fazer isso, Karl.

A vossa laia

n�o vai tir�-la de n�s novamente.

P�e a Bo no ch�o.

Ou o qu�?

O que � isso, calibre 12?

Metro e meio entre n�s.

Sem estrangulamento no cano,

� uma propaga��o de 7 a 10 cm.

Diria que h� uma boa hip�tese

de acertares na rapariga.

N�o!

Tate!

Tate!

Karl, Karl, n�o. N�o, n�o fa�as isso Karl.

N�o atires nele, Karl.

N�o fa�as isso. N�o fa�as isso.

Para tr�s.

Sr. Zepeda,

s� lhe resta um tiro nessa arma,

E n�s somos tr�s.

Estou bem ciente disso, Winter.

Mas s� h� uma Bo.

Como disse, Para tr�s.

O que diabo est�s a fazer?

N�o foi isto o combinado.

Processa-me.

Move-te.

Move-te!

N�o me fa�as repeti-lo. Move-te.

N�o podes atirar em n�s todos.

Deus, n�o.

N�o. Bo, desculpa.

Desculpa. Desculpa.

Eu n�o sabia que mais fazer.

Eu n�o sabia que mais fazer.

Tate, pensei que me tinhas deixado.

Onde estamos?

Onde o monstro vive.

O monstro tira-me tudo.

Bo...

J� perdeste mais do que algu�m jamais deveria.

Mas nunca me vais perder.

N�o vais.

�s o meu pai, n�o �s?

N�o me deixes perder-te mal agora que te encontrei.

N�o me deixes perder-te.

N�o me deixes perder-te.

Est� tudo bem.

Est� tudo bem.

Est�s bem, agora.

- Sentes-te melhor? - Sim.

Bom. Escovaste os dentes?

- Sim. Um minuto de cada lado. - Excelente.

D�i?

N�o.

Desculpa.

N�o � culpa tua.

N�o �.

Para a cama, querida.

� tarde.

Certo, vejo-te de manh�, est� bem?

Est� bem.

Menina Channing.

N�s quase a perdemos.

Sabe que mais? O Sr. Tate salvou a vida dela.

A Bo s� precisava de saber que o Tate era o pai dela

e que estaria sempre l� para ela.

Foi o que a trouxe de volta.

- Bem, estavas certo. - Acerca de?

Acerca de escolher o momento certo.

Para o Tate contar-lhe?

N�o fui eu, menina Channing.

Eu realmente n�o tinha certeza.

A Bo tinha.

Ela escolheu o momento, n�o eu.

V� dormir um pouco.

- Para a Bo. - �ptimo.

Tate.

Acerca do Zepeda,

o que estavas a tentar fazer...

Eu n�o percebi.

Terias ajudado se tivesses percebido?

Certo.

Vou tornar-me bom a adormecer-te.

Vou tornar-me bom nisto.

Aqui tens.

Obrigada.

De nada.

Quando nos conhecemos no hospital,

disseste-me algo.

Que te recordavas que j� foste bom outrora.

Sim.

Escuta.

Se eu era bom,

quando o era, foi da� que vieste.

N�o da minha parte m�.

Eu sei.

Certo.

Dorme bem.

N�o deixes os bichos morder.

Tate.

Sim?

Vai ficar tudo bem.

Eu acredito em ti.

Boa noite, Tate.

Boa noite, mi�da.

Tradu��o e sincronia: Rom

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