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Obrigada. Chegaremos logo em casa.
-Pode me dar um bilhete �nico? -Claro.
-Obrigado. -Obrigada.
N�o!
[SHADOW OF THE PAST]
L.O.T.S adrianrkt
-Est� pronta? -Sim.
-Tem certeza? -Sim, o que �?
-O que � isso? -Uma casa.
-Posso ver que �. -Vamos l�.
Olhe quantas �rvores para subir!
Depois de voc�.
Thomas, diga o que quer com isso?
Esta � a cozinha.
Podem fazer uma cozinha em plano aberto.
N�o � parede estrutural.
Ainda n�o viu a melhor parte. Venha.
Ela � bem grande.
E vai poder arrum�-la, senhor autodidata?
Se derrubarmos esta parede, podemos construir uma varanda.
Mas como vamos arcar com isso?
Eu passei na entrevista de emprego.
-Quem quer vir ao jardim? -N�s queremos.
-O que disseram na delegacia? -S� Bisgaard sabe que sairei.
-� isso que quer? -O que eu quero?
Tomar um caf� no banco ali. � o que quero.
N�o podemos dar um passo de cada vez?
Claro! S� queria que olhasse a casa.
Acho que devemos dormir nela.
Thomas. O qu�?
Onde?
Bom dia. Este ser� seu �ltimo caso.
-� ruim? -N�o parece bom.
Ainda n�o disse a Katrine que voc� est� saindo.
Bom dia.
O que temos?
Ele atirou primeiro no motorista.
Depois passou pelo corredor atirando nos passageiros.
Um ap�s o outro.
Todos foram baleados da mesma forma,
menos a mo�a da janela.
Ela foi atingida na cabe�a. Os outros no peito.
Thomas, obrigada.
O criminoso ajuda a m�e com o carrinho de beb�.
E depois, entra de novo e atira em todos.
-Temos um descri��o? -Homem, entre 20 a 35 anos.
Ele saiu calmamente pela porta da frente,
e sumiu durante a hora do rush.
Precisamos do RG de todas as v�timas.
-Pode vir comigo? -Sim.
Estamos verificando todas as c�meras da �rea.
Descubra se � um caso isolado,
ou se vai se repetir.
Ou se cometer� suic�dio. � o que geralmente acontece.
Ent�o, devemos sentar e esperar que ele se mate?
� isso que est� dizendo?
N�o? Vamos prosseguir.
E ent�o? O que acha?
N�o sei.
Mas acho que j� vi isso antes.
Jesper Larsen, motorista de �nibus,
42 anos, casado, dois filhos.
Mads Hansen, 37 anos, solteiro.
Pegou o �nibus na Esta��o Feldtholm.
Maria Meyer, 33 anos, formada em jornalismo
na Universidade de Roskilde.
Contratada aos 26 anos como locutora de r�dio.
Solteira. Acabara de entrar no �nibus.
N�o conseguimos imagens das c�meras das esta��es.
O mesmo ocorreu com as c�meras do ponto.
Mia, alguma prova t�cnica?
Estamos trabalhando com o que achamos no �nibus.
A janela foi quebrada com isto.
Ent�o, ele quebrou a janela e a posicionou dessa forma?
Sim, ele levantou calmamente o corpo e a posicionou assim.
HOSPITAL HVIDOVRE PRONTU�RIO DE KRISTIAN ALMEN
SEM TEND�NCIAS SUICIDAS SEM TRATAMENTO ADICIONAL
ELE FAZ DESENHOS
As c�meras de fora da regi�o da piscina foram checadas?
Boa. E das lojas pr�ximas?
Quem voc� disse?
Tenho que ir. Ligo depois.
Quando eu trabalhava no Hospital Hvidovre,
um paciente desenhou isso. Era Kristian Almen.
Um soldado jovem dispensado do Iraque
antes de terminar o servi�o.
Tive que fazer uma avalia��o dele.
Por que ele foi dispensado?
Come�ou a mostrar sinais de desvio de comportamento.
O que isso quer dizer?
Que ele estava mudando. Eu o vi durante alguns meses.
Mostrou sintomas negativos
e era fechado, mas nada al�m disso.
Exceto que desenhava as mesmas imagens v�rias vezes.
Algo que interpretei como lidar com a fantasia.
-Mas agora ele est� agindo? -Parece que sim.
� ele?
Sim.
Quando come�ou o tratamento?
-Dois mil e tr�s. -Por alguns meses, certo?
Sim, e a� nunca mais o vi. Ele come�ou a estudar.
Ent�o, depois disso ele foi dispensado?
N�o � assim que funciona.
S� se ter uma psicose definida ou insanidade cl�nica.
N�o pode ser obrigados contra a vontade.
Eu o aconselhei a ficar, prescrevi rem�dios.
Tudo que pude ver eram sintomas
similares aos de Estresse P�s-Traum�tico.
Em 2005, foi sentenciado por matar uma garota de 15 anos.
Amalie Sorensen.
Ele a jogou de um viaduto.
Ele foi libertado h� 3 semanas.
Est� registrado em algum programa de tratamento?
Parece que n�o.
Ele a colocou como a garota do desenho.
-Quantos desenhos tem a�? -Muitos.
Estamos na casa dos Almen. Vamos pela porta da frente.
Molbeck est� indo pela porta dos fundos.
Pol�cia! Estamos entrando!
Pol�cia!
Tudo certo.
Se voc� voltar � esta��o, n�s iremos ao apartamento.
Certo, rapazes. Estamos saindo.
Katrine.
O apartamento est� patrulhado, vamos verificar.
Entendido.
O que sabemos sobre o passado dele?
Os pais dele eram alco�latras.
Morreram em um acidente de estrada.
Como ele chegou ao Iraque?
Existem hist�rias de ele ter exagerado v�rias vezes.
Alguns de sua unidade tinham medo dele.
A explica��o oficial � que foi mandado para casa
porque n�o tinha habilidades sociais.
Pode interpretar da maneira que quiser.
Ent�o, se ele n�o est� morando aqui, onde est�?
Quem disse que ele n�o mora aqui?
Pare, pol�cia!
-Aqui est�. -Obrigada.
Vai v�-lo novamente?
N�o posso me incomodar com algu�m
que espera dez dias para ligar.
N�o � assim que funciona.
Bom dia.
Bom dia. O que pode falar sobre Kristian Almen?
Esteve conosco durante um ano, serviu tr�s meses no Iraque.
Mas a�, foi dispensado.
Depois n�o tivemos mais contato.
Por que ele foi dispensado?
N�o funcionava bem socialmente.
E reagiu de uma maneira violenta
com a press�o e estresse que soldados sofrem.
Ele se mantinha isolado. N�o se dava com outros soldados.
Trouxe alguns desenhos feitos por Kristian.
Gostaria de perguntar se h� algo familiar neles.
Algo que j� experimentaram, ou j� viram?
Veja com calma.
Nada.
Pode ser uma opera��o de remo��o de minas.
N�o sei.
Um corpo jogado de um ve�culo. N�o sei.
Quando o viu pela �ltima vez?
Eu o encontrei de forma aleat�ria na rua.
-Quando? -Janeiro de 2009.
Ele vivia no Hotel Absalon, mas ele era...
Ele era estranho, e fascinado por bicicletas.
Bicicletas?
Sim, bicicletas. S� falava sobre isso.
Ele era apenas estranho.
Espero que o encontrem. Ele n�o estava nada bem.
Oi, querida.
-Como foi seu dia? -Como foi meu dia?
Foi agitado.
Este n�o vai durar. Logo acabaremos com ele.
-Estou impaciente. -Tudo bem.
O corretor da casa de seus sonhos ligou.
� mesmo?
O que ele disse?
Algu�m fez uma oferta.
� uma casa legal.
Um caf� naquele banco n�o � nada mal.
-Mas se fizermos isso... -Sim?
Deve fazer isso n�o por mim, nem por Johan.
-Certo, por quem ent�o? -Por n�s.
Por n�s? E por mim?
Odeio nosso carro. Compraremos um novo tamb�m.
-Por que est� se queimando? -Porque posso queimar e morrer.
Por que acha que est� se queimando?
Thomas nunca me perguntaria isso.
S� Thomas pode me ajudar, n�o entende?
Onde Thomas est�?
-J� experimentou isso antes? -Algumas vezes.
-Lembra da primeira vez? -Sim, eu tinha 14 anos.
�s vezes olho para minha m�o e posso ver que � minha.
Mas sinto como se n�o fosse, como se fosse de outro.
Posso te ajudar.
Estou tendo pensamentos idiotas.
Sobre uma garota nova.
-Que tipo de pensamentos? -Queria falar com Thomas.
Por que n�o posso falar com Thomas Schaeffer?
S� Thomas pode me ajudar.
Se falar com ele, vai deixar a garota em paz?
Sim, deixarei.
Ontem sonhei que estava queimando.
Pode falar comigo. Posso te ajudar.
Quero falar com Thomas.
Posso falar com Thomas Schaeffer?
Por favor, termine o que falava sobre a garota.
Se a conhece, por que n�o liga
e diz a ela o que quer fazer?
Sumiu por um longo tempo. O que era?
S� um problema com a porta.
Poderia vir aqui e me ajudar?
Me segura aqui, por favor?
Querida...
POL�CIA
-Katrine? -Sim?
Tive uma visita ontem.
-De quem? -Kristian Almen no carro.
Espere um momento.
N�o quero policiais cercando a minha casa.
Voc� e sua fam�lia ter�o prote��o.
Benedicte e Johan n�o devem saber.
N�o saber�o. Seremos discretos.
Eles estavam atr�s de mim, mas ele n�o queria me matar.
O que ele queria?
Mostrar que podia chegar a mim, e me dar isso.
O que � isso?
Uma fita da consulta do tratamento.
Vamos envi�-la ao laborat�rio agora.
Por que n�o te avisaram que Almen voltaria � terapia?
N�o te informariam de algo assim?
N�o necessariamente.
-Eu tinha mudado de cargo. -N�o h� novas provas no �nibus.
Ainda estamos examinando as coisas no flat de Almen.
Ningu�m mora l� h� anos.
Aqui temos mais obras de arte de Almen.
Um agente penitenci�rio viu que os desenhos eram graves.
Como liberaram algu�m assim?
Acredito que voc� ficar� aqui at� o pegarmos.
Claro.
O que quer dizer com "ficar� aqui"?
Thomas pediu demiss�o.
Este ser� o �ltimo caso seus juntos.
Aceitei um cargo na faculdade.
Parab�ns.
-�timo. -Obrigado.
Queria ter te falado, mas n�o achei o momento certo.
-Por que n�o fui informada? -Acabou de ser.
H� quanto tempo sabiam?
Ligarei de volta em cinco minutos.
Foi h� um m�s.
Voc� sabia disso h� um m�s?
Ele tomou a decis�o final h� duas semanas.
Preferia que ele ficasse. Estava me acostumando com ele.
Tentou dissuadi-lo?
Claro, o que acha?
Ele tomou sua decis�o. Nem todo mundo � igual a voc�.
Ou como eu, a maioria quer ter vida.
N�o pode culp�-los, pode?
Volte ao batente. Encontraremos outro.
Por que est� queimando?
Porque assim posso me queimar e morrer.
Por que acha isso?
Thomas nunca me perguntaria isso.
S� Thomas pode me ajudar, n�o entende?
� a consulta entre Almen e o psiquiatra que o tratou.
Teve uma clara piora ap�s eu deix�-lo.
Consegue lembrar a primeira vez?
Eu tinha 14 anos. �s vezes, olho para...
Isso foi seis meses antes de ele matar Amalie?
-Sim. -Parece que n�o � minha m�o.
-mas a m�o de outra pessoa. -� a m�o de quem?
Eu gostaria mesmo de falar com Thomas.
Por que n�o posso falar com Thomas Schaeffer?
E assim segue da mesma forma.
� chamado de transtorno de personalidade esquizoide.
� um est�gio inicial da esquizofrenia.
� dif�cil detectar,
mas os sintomas s�o quase iguais.
� uma doen�a que vem e vai, com momentos bons e ruins.
Quando ele viu Amalie, estava em um ruim.
-Por que ela em particular? -Pura fatalidade.
Algo nela chamou aten��o.
Talvez um sorriso, e ele viu como um sinal.
Ele a viu na ponte, ficou psic�tico, e a jogou.
N�o foi planejado?
N�o, mas algo ocorreu com ele na pris�o.
-O qu�? -Os desenhos indicam isso.
Estes s�o os primeiros que ele fez comigo.
Todos s�o vagos e inespec�ficos.
Mas olhem estes, seis meses antes de ele sair.
H� v�rios detalhes. As pessoas t�m olhos e cabelo.
Cabelo ondulado. O mesmo da nossa v�tima.
Ele sabe quem ela �, tamb�m especificou lugares
Estes n�meros correspondem aos pontos da cena do crime.
Estes, espec�ficos. Estes, fantasia.
Estes s�o planos.
-E as v�timas ainda aleat�rias? -Acho que sim.
Deve haver uma conex�o, mas considerando que ele...
-Pode ser qualquer coisa. -Precisamente.
-Como o acharemos? -Vai ser complicado tamb�m.
Estes tipos se isolam e evitam os outros.
Temos quanto tempo?
Se ele est� mau, j� est� procurando a pr�xima.
Lisbeth, estou a caminho de casa.
Sim, depois.
N�o! Ele n�o falou isso, certo?
N�o, � muito estranho.
Tudo que temos � isso. O que significa?
Boa pergunta. Pode ser uma escada ou cerca.
Esta � uma faca de p�o. Parece pintado com sangue.
� um W. Acho que chega por hoje.
Quando sair do servi�o, ter� tempo de sobra.
Papai, compramos a casa!
O qu�?
-Compramos a casa. -S�rio?
Um homem disse que pagaria mais,
oferecemos mais, e ele desistiu.
-� nossa? -Sim.
Thomas lhe ofereceu um copo de vinho?
N�o! Gostaria de entrar?
Papai, me prometeu que �amos montar o novo Star Wars.
Amanh�. Agora � hora de dormir.
N�o � de mim comprar uma casa sem ter vendido a antiga.
-Boa noite. -Boa noite.
Sensa��o louca. Revirou meu est�mago.
� esta da foto?
Vai ter que nos visitar. Se quiser, claro.
Claro que sim.
E voc�? N�o sonha com casa e jardim?
N�o, eu sou sozinha.
� bom poder fazer exatamente o que quer.
Verdade.
Thomas sair� do servi�o. Est� todo atrapalhado.
Mas � um lugar lindo, jardim espa�oso, quartos...
Voc� s� tem um filho, certo?
Ou dois...
-Parab�ns! -Thomas ainda n�o sabe.
-Ele j� est� dormindo? -Dei-lhe uma p�lula.
Tenho que ir.
-Obrigada pelo vinho. -De nada, tchau.
-O que foi? -Ela s� soube hoje da demiss�o.
Katrine?
Que tempo ruim.
Devia ter te dito.
Desculpe por ter descoberto desta forma.
-Respeito sua decis�o Thomas. -Mas...
-N�o entendo. -N�o � uma escolha minha.
Quando � bom em algo, h� uma certa responsabilidade.
De fazer bom uso de suas habilidades.
-E sacrificar o resto? -Sim.
Nunca sonhou com algo diferente?
De ter algo doce, algo bom.
-� poss�vel. V� buscar. -N�o � t�o f�cil, Thomas.
S� se d� a liberdade. Voc� tem liberdade.
O mundo n�o acaba sem voc�.
J� fez muito.
Muito mais que algu�m possa exigir.
Muitos tem muito a lhe agradecer.
Inclusive eu. Obrigado.
Tenho que ir.
-Te vejo amanh�! -Sim, amanh�.
O que est� fazendo?
Thomas.
Kristian?
Quem �?
N�mero errado, acho.
O que est� ocorrendo?
� um antigo paciente.
Agi errado com ele, n�o o ouvi.
Era eu e minha carreira. Quis seguir em frente.
Pare com isso.
Voc� tamb�m disse, e estava certa.
Eu tomei a responsabilidade somente para mim.
N�o pode se responsabilizar por todos com doen�a mental.
Tive a oportunidade.
Para fazer o qu�? Gostaria de ajud�-lo.
Sim?
� Thomas, acho que encontrei algo.
O qu�?
O desenho com duas linhas paralelas. S�o trilhos?
-Procuramos por uma esta��o. -A quest�o � qual.
N�o sei.
Voc� n�o consegue viver sem isso.
O qu�?
Thomas, n�o pode desistir.
S� quero acabar com isso logo.
Vamos ao Clube da Embaixada hoje � noite?
� melhor ser r�pido, as gatas est�o saindo.
-Quem ganhou na sexta? -Ela era como uma cadela.
Est� com ci�mes porque ela tinha peit�es.
Merda! O que diabos est� ocorrendo?
De repente surgiram l�.
Sei que � dif�cil, mas tem que dizer o que viu.
N�o me ouve?
Vi bra�os e pernas por todo o lado.
Temos um nome.
Verifique a filmagem das �ltimas duas horas.
Thomas e eu vamos rastrear a v�tima.
Ele estava l� sentado.
N�s o vimos porque ele estava im�vel.
Pode reconhec�-lo na filmagem?
� ele.
-Parece com ele. -E rimos dele.
Onde ela trabalhou antes?
No Hospital da Universidade de Copenhague.
-E antes? -Hospital Skejby.
E antes disso, como m�dica no quartel.
Quartel Slagelse. As tropas foram de l� ao Iraque.
Um carro foi roubado na esta��o de petr�leo
perto da esta��o Valby.
Pode ser o suspeito, Kristian Almen.
Acredito que � ele.
Perua da Ford verde met�lica, indo para �restaden.
-Estamos a caminho. -Te vejo l�.
Thomas.
N�s o flagramos pela c�mera h� quase uma hora.
-Ele ficou menos cuidadoso. -O que ele quer?
Ele est� com pressa ou n�o roubaria um carro.
Chamando viaturas, carro verde em chamas na Sydhavnen,
Placa TJ20026.
Oi.
Tem algu�m ali, mas est� completamente carbonizado.
� Almen. � a perua que roubou do posto.
Faz sentido que ele cometeu suic�dio. Merda!
Mia? O que tem a�?
Foi um inc�ndio violento e n�o restou muito dele.
Mas examinei tudo. Tirei DNA do osso da coxa dele,
e ouvi do laborat�rio que bate com Kristian Almen.
Ele acorrentou-se ao volante. Talvez para evitar desistir.
Pelo que vi, diria que � suic�dio.
-Oi. -Oi.
-Estamos esperando algu�m? -Teremos visita amanh�.
Tinha esquecido.
-E eu nem ajudei. -Tudo bem.
Est� acabado.
N�s o achamos. Suic�dio.
Temos que fazer a mudan�a e come�ar vida nova.
-Oi. -Aqui que gasta seu tempo livre?
-�s vezes. -Legal.
Preciso de um conselho. Olhe isso.
Este cara tem forma��o universit�ria.
Um pouco estranho, mas estamos acostumados.
N�o parece muito policial, mas dizem que � bom.
Bisgaard, n�o estou pronta para isso ainda.
Katrine, deixa disso. Ele se foi.
Pode parar com isso? Sei que ele significa...
Vejo voc� amanh�.
Katrine, Katrine!
Vou ficar aqui at� voc� voltar.
-Desculpe, te assustamos? -De jeito nenhum. J� vou l�.
Thomas, gostar�amos de celebrar...
Festeje seu �ltimo dia, e boa sorte no novo emprego.
Isso n�o foi ideia minha, eu queria cerveja e karaok�.
Mas comprei Schnapps.
-Para marcar a ocasi�o. -Para marc�-la.
Queremos que saiba que foi inspirador trabalhar com voc�.
Obrigado, igualmente.
Mia, tem um algo para cortar o bolo?
Claro.
-Sa�de e boa sorte. -Obrigado.
Nunca acreditei que estaria aqui dizendo que sentirei sua falta.
Voc� n�o disse isso.
N�o, e talvez nunca diga.
Provas da matan�a em Hvidovre, 1997.
-Adeus, Thomas, felicidades. -Obrigado.
-Tem tempo para isso? -Devemos fazer um brinde.
Katrine? Sa�de!
-Ei, isso � ilegal. -Oi.
-Para o senhor autodidata. -Obrigado.
E isso � para o novo beb�.
O beb�?
-Est� brincando? -Ele n�o sabe?
Sinto muito. Benedicte, me perdoe.
Desculpe.
-Comeu? -N�o...
Entre. Temos champanhe sobrando?
Sim.
Ter� um irm�ozinho. N�o, um irm�oz�o.
O que achou de Messi na partida ontem?
Sim, mas Rooney estava muito melhor.
-D� um tempo, Messi � o rei. -N�o.
Voc� vai no gol e a� te mostro.
Est� fechado.
Tem um rapaz ali.
Est� dizendo algo.
-O que devemos fazer? -Correr.
A classe toda vai?
Sim, teremos doces de zumbi e bolos de dem�nio.
-Hora de ir para cama. -N�o.
Sim.
-Boa noite, papai. -Boa noite, docinho.
-Boa noite, Johan. Durma bem. -Boa noite.
-N�o tem que fazer isso. -Tenho sim.
Um carrinho.
Vou tentar parar de te ligar toda hora.
Pode me ligar sempre,
desde que n�o seja sobre trabalho.
-Vamos falar do qu�? -N�o sei, clima?
Clima?
Talvez possa te explicar como funciona uma furadeira?
-Parece ser uma boa ideia. -Por qu�? N�o vou furar nada.
N�o vai furar?
Katrine, pronto.
N�o respeita minhas habilidades. Isso � ruim.
-O que � isso? -Nada.
Posso dar uma olhada?
� Almen Kristian.
Obrigada pela comida. Tenho que ir.
-Prazer em v�-lo. -Igualmente.
Tamb�m tenho que ir. Volto depois.
Quando vamos conseguir a identifica��o?
Homem, 30 a 35 anos. � tudo que posso dizer.
Temos um desenho disso.
Se Almen est� por tr�s, quem estava naquele carro?
Pedi as cinzas do carro. Vou examin�-las.
Pode ser um imitador?
N�o podemos descartar. Mas onde conseguiu os desenhos?
H� algo que n�o percebemos.
Acredito que a resposta est� nas conex�es.
-O que procuramos. -N�o tenho certeza.
Se voc� n�o � Kristian, quem diabos � voc�?
O primeiro assassinato, Amalie.
H� parentes ou testemunhas da �poca?
A m�e cometeu suic�dio logo em seguida.
O pai ainda est� vivo.
-Podemos pegar o endere�o? -Tenho ele bem aqui.
Devemos falar com ele?
Bingo.
� Mia, estou te enviando algo, responda logo.
Respondi essas quest�es v�rias vezes.
-Aqui est�, Jeppe. -Obrigado, Sr. Sorensen.
Participei dos inqu�ritos, e do julgamento.
Precisamos dessas informa��es.
Ela teve contato com Kristian antes do assassinato?
Nossa filha costumava nos dizer tudo.
Pelo menos, para minha �ltima esposa.
N�o, acho que n�o.
-N�o notou diferen�a nela? -N�o.
Ela estava passando mais tempo no computador?
N�o.
Usando mais o telefone?
Amalie era a garota mais feliz, a mais despreocupada.
Ela praticava esportes, badminton e atletismo.
Por que perguntam isso agora?
Ainda estamos interessados no caso.
Sei que ele acaba de ser solto.
Seis anos foi a pena dele por ter matado minha filha.
Seis anos! Voc� tem filhos?
Eu tenho um filho.
Sim, n�o sei.
Verifique impress�es digitais no cadeado.
Obrigada.
Eu sabia que Kristian perguntou por mim na �poca.
O que est� dizendo?
Eu sabia que ele perguntou por mim.
-O psiquiatra dele me ligou. -E...?
Nada fiz. Estava muito ocupado com minhas coisas.
Novo trabalho. T�nhamos acabado de ter Johan.
Falamos por telefone.
Mas se voc� tivesse ido v�-lo...
Talvez tivesse um final diferente.
Tenho a identifica��o do corpo incinerado no carro.
N�o � Kristian.
Encontrei restos de dente nas cinzas.
A arcada � �nica, o DNA pode ser id�ntico,
especialmente entre irm�os.
Os dentes e o DNA n�o s�o dele, s�o do irm�o, Mikkel.
Quinze anos atr�s, ele mudou de nome para Poul Severin.
Pol�cia. Katrine Ries e Thomas Schaeffer.
-O que � isso? -Seu marido � Mikkel Almen?
N�o, � Poul Severin.
Sabemos que antes de ele mudar o nome, era Mikkel Almen.
Tamb�m sabemos que ele tem um irm�o chamado Kristian.
Meu marido n�o est� em casa. Est� em viagem de pesca.
-Do que isso se trata? -Podemos entrar?
Ambos tiveram passado dif�cil. Os pais dele eram...
Mikkel foi o mais forte,
ao menos ap�s os pais morrerem em um acidente.
-Kristian tornou-se estranho. -De que maneira?
Ficou raivoso, introvertido.
Mikkel tentou ajud�-lo, mas sem sorte.
N�s constru�mos uma vida juntos,
Mas Kristian sempre aparecia.
Ele se tornou amea�ador e muito estranho.
Um dia, eu n�o aguentei mais. Eu disse que t�nhamos que sair.
Ent�o, mudamos, sem avisar Kristian.
Mudamos nossos nomes para ele n�o nos achar.
Mas a� ele matou a pobre menina.
Mikkel me disse que o ajudaria durante o julgamento.
Ele lhe enviava dinheiro sem me dizer nada.
Anteontem, ele teve que fazer algo,
mas n�o podia me dizer o qu�.
� claro que eu sabia que ele ia ver Kristian.
Eu disse para ele n�o ir,
para ficar longe.
Mas me disse que n�o porque eram irm�os.
Ele te disse onde encontraria Kristian?
N�o.
N�o sei onde. Nem onde ele mora.
Abra!
O aluguel de outubro n�o foi pago. � quase Novembro.
-Vou resolver... -Amanh�, certo?
-Posso deixar para amanh�? -Sim, amanh�.
Tinha algu�m perguntando por voc�.
O que era?
Tinha um cara perguntando, ele tinha uma foto sua antiga.
-Minha? -Sim.
Certo.
-Mais alguma coisa? -Deixe-me...
Poder� se estender ao jardim. Tem muito espa�o.
Certeza que venderemos. Verifique os detalhes da venda.
-Tchau. -Tchau.
A cozinha foi reformada h� dois anos.
N�o precisar� de reforma por anos.
-Legal. Posso...? -Claro.
ESCOLA BYBJERG
Que cozinha legal.
Lamento ter outra vis�o. Eu tenho que ir.
Gostaria de olhar a casa toda.
Bem...
Acho pode ser combinado.
-Tchau. -Tchau.
� um �timo lugar, vou ter que falar com o banco.
-Est� interessado? -Devo admitir que sim.
Gostaria de ver o telhado um dia, pode ser?
Estou em casa a semana toda. � s� tocar a campainha.
Tudo bem.
-Me mostrar� o por�o? -Claro.
Uma liga��o de Mikkel de um celular pr�-pago.
H� meia hora antes da morte.
-N�o podemos rastre�-la? -N�o, deve ter sido ao irm�o.
-O que ele queria? -Talvez faz�-lo se entregar.
Se encontram, brigaram, e Kristian bota fogo nele.
N�o combina com ele. Ele n�o mata por impulso.
Nem mesmo seu pr�prio irm�o.
O principal � descobrir onde ele est� morando.
Sabemos quem � o cara incendiado com pneus em volta.
John Larsen, carpinteiro, sem trabalho h� tr�s anos.
Div�rcio recente. Vivia num barco em Lynetten.
Qual a conex�o dele com Almen?
O que quer dizer?
Almen tem uma conex�o com cada v�tima, certo?
Thomas?
-Vizinhos. -O qu�?
N�o se trata de ele onde mora, e sim as v�timas.
Ele come�ou perto de casa.
Escolheu a pr�xima v�tima, mudou perto. Onde Amalie mora?
Poppelvej, em Valby.
Bem pr�ximo de Kristian Almen.
Ele a via indo � escola todo dia.
Talvez um dia a camiseta dela estivesse com cor diferente.
Kristian viu como um sinal, e por isso a atacou.
Maria Meyer, Almen ouviu o r�dio na cadeia.
Quando saiu, descobriu onde ela morava e se mudou pr�ximo.
E ele a observou, at� o dia que a matou no �nibus.
Lisbeth, a m�dica do quartel onde ele morou tamb�m.
Ele ficou obcecado por ela. Depois, pior, tinha que mat�-la.
� assim que ele faz a conex�o. Morando perto da v�tima.
Como algu�m pode viver pr�ximo a Lynetten?
� a zona ideal. Isolado, ningu�m por perto.
-Onde John morava? -Em um barco.
Kristian n�o vive em um barco.
O que � isso?
Elas parecem casas pr�-fabricadas.
Verifique os donos, e quem mudou no �ltimo m�s.
Obrigada, Mia!
Pronto?
Abra! Pol�cia!
DISPENSADO
E esse � ele?
Sim, mas aqui est� mais jovem.
Tenho uma mais recente aqui.
-Sim, sim, � ele. -Certo, obrigado.
Quer conduzir assim?
Sim, n�o posso estar em dois lugares ao mesmo tempo.
Ele conduz cuidadosamente sua pesquisa no Hospital Herlev.
Katrine.
-Sim. -Precisamos voltar � esta��o.
-Do que est� falando? -Precisamos voltar.
Kristian, Kristian.
Kristian, ol�!
Tem ideia de onde est�?
D� uma olhada ao seu redor.
Em que quarto acha que est�?
Precisa de pista?
Consegue lembrar do dia que matou uma menina de 15 anos,
empurrando-a de um viaduto, lembra?
Lembra como ela ficou?
Voc� recebeu uma condena��o rid�cula, lembra?
Foi seu irm�o que o ajudou? Foi ele quem pagou o advogado?
Acho que foi. Viu eu matar seu irm�o?
Eu o obriguei a cham�-lo.
Queria ter matado os dois naquele carro.
Mas voc� est� aqui agora, n�o est�?
Ela que pediu isso.
O que est� dizendo?
Foi ela que pediu.
Ela pediu.
-Foi ela que pediu? -Sim, foi sim.
Ela estava indo � escola.
Quarta-feira, dia 26, 13h23. Kristian estava no caf�.
-Sim. -Sim.
Est�vamos no apartamento. Leia a p�gina dois do relat�rio.
"�s 13h20, ouvimos um barulho, e fomos atr�s de Almen".
Isso � imposs�vel. Ele estava no caf�.
Ent�o, quem estava no apartamento?
Espere.
Molbeck verificou a grava��o feita pr�xima do ap� de Almen.
Mas ele procurava por Almen.
Pare a�.
Sorensen.
O que ele faz l�?
Pol�cia! Abra!
N�o � t�o dif�cil, agora.
-O que est� fazendo? -Isso � para ca�a ao tesouro.
Sorensen teve sua vingan�a.
Eu devia ter percebido.
Thomas.
"O paciente n�o apresenta tend�ncias suicidas
e n�o representa perigo aos outros."
"Treze abril de 2003, Thomas." Est� sublinhado.
-Onde isso estava? -Na gaveta
Katrine!
Ligue para Benedicte.
� Rune
Oi, � Thomas, Johan est� com voc�?
Vou ver se posso encontr�-lo.
N�o sei bem onde ele est�.
Sim, ele est� ali, brincando com Lasse.
-Certo, � tudo que queria saber. -Ela n�o atende.
Querida?
Ela nunca sai sem o celular. Querida?
-Benedicte! -Querida, est� aqui?
N�o est� no trabalho?
-Tem alguma coisa errada? -N�o.
-Thomas. -Al�, � Rune.
Voc� tem as chaves das algemas de Johan?
Do que est� falando?
Estou numa situa��o estranha. N�o sei o que ele quer.
Seu filho est� algemado ao nosso mastro.
N�o fui eu.
Deixe-me falar com Johan.
Vou descobrir o que acontece, e te ligo de volta.
N�o desligue! Temos que ir � escola!
Johan, quem fez isso?
-Aquele homem. -Que homem?
O homem que queria comprar nossa casa.
Ele me disse para ficar quieto e n�o dizer nada a ningu�m.
-R�pido, r�pido... -O que eles falaram?
Algu�m algemou Johan. Acho que � Sorensen.
Devo ter uma serra. N�o consigo contato.
-Tente novamente. -Quem � Sorensen?
A filha dele foi morta por meu ex-paciente.
Ele me culpa, est� se vingando.
E por que n�o poderia dizer nada?
Ele disse para n�o me mexer.
Ou a bomba explodiria. Est� ali.
Anna, tire as crian�as daqui.
Tire-os, tem uma bomba. Johan, n�o se mexa.
Fique onde est�. N�o deve se mexer, certo?
Tudo bem.
Algu�m fez uma amea�a de bomba por telefone � escola.
Quando?
Isso � tudo que sabem.
Tem algu�m l�?
-N�o sei. -N�o sabe? Descubra!
Preciso de um especialista em desarmar bombas.
V� com calma, ficaremos bem, certo?
-Quando vai explodir? -N�o vai.
O homem disse que vai explodir.
N�o vai!
Eu preciso ir.
Onde ele est�? Onde ele est�? Onde ele est�?
Ele est� ali. H� uma bomba ao lado do mastro.
-Eu quero v�-lo! -Precisa ficar aqui!
-Papai! -Oi.
Vamos l�, vamos l�. Algo, pelo amor de Deus...
Um homem te pediu para ficar a�?
-Tem a serra? -Aqui.
Tenho algo que pode ser bomba. Preciso de ajuda.
Estou aqui, estou ouvindo.
Ele est� sobre algo. Uma balan�a de banheiro.
Um menino est� sobre uma balan�a.
Se houver duas tiras de metal, n�o podem se tocar.
-H� duas tiras de metal? -Sim.
N�o podem se tocar.
Mantenha seu p� a� e nada acontecer�.
Katrine, descreva exatamente o que est� vendo.
Tem muita coisa dentro.
Promete que ficar� parado?
Tem um fio conectado a caixa de madeira.
H� quatro fios menores ligados ao principal.
Vamos det�-la.
Vamos fazer um trilho de brinquedo em casa?
Cuidado.
H� v�rias possibilidades em um detonador.
Um circuito impresso, rel�gio e telefone celular.
-Mais algo? -H� uma garrafa com um l�quido.
-O que est� acontecendo? -H� muitos fios.
-Katrine! -Elas se ligam a esta bateria.
O que ele diz sobre isso?
Vamos serrar isso.
-O que est� fazendo? -Resolveremos isso.
Precisa tirar a bomba e tirar o cilindro de metal.
N�o consigo!
-� nossa �nica op��o. -Peter, n�o consigo!
Ent�o, espere o esquadr�o antibombas.
O que est� acontecendo?
-Thomas... -O qu�?
Pode me ajudar com isso? Vou por o p� aqui.
Est� bom, assim.
S� fique a� em p� e n�o se mexa.
-Est� quase. -Katrine!
Ele est� em algum lugar aqui. Ele quer ver isso.
-Est� o procurando? -Estamos atr�s dele.
Algo est� acontecendo com isso.
Est� quase.
-� contagem regressiva! -Est� quase.
O que acontece? Me escute cuidadosamente.
Vamos libert�-lo logo. Fuja r�pido com Katrine, certo?
O mais r�pido poss�vel. Eu te amo.
Quanto tempo est� faltando?
Voltarei por voc�. Vamos desarm�-la.
-Faltam 18 segundos. -Eu te prometo.
-Apresse-se! -Est� quase...
-N�o vou conseguir. -Est� pronto, Johan?
S� tire Johan daqui. Est� livre, corra!
Corra, Johan!
-Corra! -Vamos, corra!
-Vem c�, amor! -Pegue-o!
V� at� sua m�e.
-Voc� fica aqui! -N�o!
Saia da�! Saia da�, Katrine!
Est� bem? Katrine, voc� est� bem?
Est�?
Sorensen, � a pol�cia!
� a pol�cia!
� a pol�cia!
Ajoelhe-se!
Ajoelhe-se. Ajoelhe-se.
Lamento que Thomas esteja morto.
Ele n�o me ver� matar o filho dele.
Largue a arma! Acredite, vou mat�-la.
Voc� n�o entende do que isso se trata, n�o �?
N�o tem filhos.
Acabou, venha aqui.
Bisgaard!
Thomas!
Eu n�o pude...
Nunca sonhou com algo diferente?
� poss�vel, � s� procurar.
Sem dizer adeus?
-Foi uma decis�o de momento. -Talvez um pouco precipitada?
-N�o. -O que voc� vai fazer?
Ir � Munique e seguir em frente.
E quando pode voltar?
Devia ter me pedido primeiro.
Sou seu chefe, pelo amor de Deus.
Se veio aqui s� para gritar comigo...
N�o, n�o, n�o, aqui est�.
-Aqui, tome. -O que � isso?
O que acha que �?
DKK 910 em dinheiro. Subs�dio para viajar.
Isso � tudo que aceitaram liberar.
S� para ajud�-la nos primeiros dias.
Obrigada, Bisgaard.
Voc� sempre poder� voltar e pegar mais um pouco.
Sim.
Thanks a L.O.T.S
L.O.T.S @lotsubs
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