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Original subtitles

Spartacus 2ª Temporada – Vingança

MONSTROS

Lugo! Abra os olhos.

Para olhar o quê? Me acorde quando as árvores atacarem, baixinho.

Romanos!

Malditos romanos! Corram!

Chega!

Parem!

Isso foi só um teste?

Se não fosse, todos estariam mortos.

Não seremos pegos desprevenidos na próxima vez.

Quero ver as palavras transformadas em ação.

Levantem-se e tomem o desjejum.

O dia será longo.

Fico preocupado quando me viro e vejo que não está na cama.

Não podia ficar lá.

Não consigo parar de pensar naqueles que nos foram tirados.

E nos monstros que os levaram de nós.

Nós dois sofremos perdas imensuráveis.

Devemos nos confortar no fato de que encontramos um ao outro.

Fui tola e me arrependo

por ter-lhe negado a chance de chorar por sua esposa.

Ela não passa de uma lembrança.

Que desaparecerá

como a névoa da noite, ao toque do sol matinal.

Ilithyia?

E a criança?

Continua se mexendo dentro dela.

Ela está acordada.

Fora.

Está aqui de verdade?

Dê-me sua mão e veja que sou de carne.

Deixem-nos.

Achei que estivesse morta.

Eu também. Mas os deuses me devolveram aos seus braços.

É uma bênção.

Para nós e nosso filho.

O calor da vida dentro de mim

me deu força e consolo quando tudo parecia perdido.

Como conseguiu fugir?

Não fugi. Ele me libertou.

Spartacus a libertou?

Ele disse que tirar minha vida não valeria de nada.

E onde ficou presa?

Não sei. Fui amarrada e vendada.

Como Gannicus a levou até ele?

De cavalo, parte do dia. Depois a pé, pela floresta, por horas.

E não viu nada do acampamento?

Só o buraco frio onde me mantinham.

Era cavado na terra? Ou feito de pedra e madeira?

O que importa?

Era feito de pedra com vigas de madeira.

Com rabiscos na parede.

O que estava escrito?

Não sei. Estavam apagados e incompletos.

Em que língua estavam escritos?

Pareciam ser gregos.

-Por que não estou em nosso quarto? -Ilithyia...

Achei que fosse um sonho.

Seppia em seus braços.

Suas mãos nela.

Spartacus tinha razão.

Minha morte não valeria nada.

Você não me ama.

Considera isso uma novidade?

Partiu meu coração diversas vezes.

É de estranhar que agora ele esteja vazio?

Não há mais nada entre nós?

Já perguntei o mesmo a você. Lembra-se de sua resposta?

Já não sofri o bastante por causa dela?

Gostaria que a vida voltasse a ser como era,

com meu marido ao meu lado.

O homem a quem se refere já não existe.

Então o que está diante de mim,

Um monstro.

Endurecido por acontecimentos infelizes

e nascido por necessidade.

Não podemos defender o templo se houver discórdia entre nós.

Deixem Lugo fazer vigília com um guerreiro! Não um baixinho covarde!

Não fui eu que os deixei entrar.

Seus olhos estavam fechados, sonhando.

-Caiu no sono? -E culpou Nasir, seu preguiçoso?

Pare de defender seu garoto e veja suas próprias falhas.

Então vamos fazer de novo, com outro resultado.

Os romanos virão.

E se estivermos divididos, morreremos diante deles.

É verdade.

-Ela tem razão. -O que quer que façamos?

Tentem não morrer.

Palavras ousadas para alguém que caiu tão rápido.

Eu estava sem espada.

Por que o baixinho tem espada e Lugo não?

Não podemos enfrentar os romanos com varas.

Vou ensiná-los a usar o arco.

A vadia e suas flechas malditas

Somos do leste do Reno.

Lutamos com aço.

Precisamos usar o que temos.

Por que libertou a vadia romana

sem nada em troca?

Ela perguntou por que libertou Ilithyia

se Glaber não deu as armas que prometeu.

Também gostaria de saber.

Tirar a vida dela não nos traria o que precisamos.

Só serviria como vingança mal direcionada.

Somos melhores que isso. Melhores que os romanos.

Oenomaus, Gannicus, mandem todos assumirem posição de guarda.

Treinaremos contra ataque à luz do dia

e tentaremos evitar uma derrota como a dessa noite.

Vamos cuidar disso.

Não preciso de ajuda. Lugo, Nasir, posicionem-se no muro.

Donar, Nemetes, Lydon, Saxa, fiquem ao meu lado.

Temo que o resultado seja o mesmo durante o dia.

Não somos um punho, e sim dedos se contorcendo sem propósito comum.

Minhas palavras chegam aos ouvidos, mas não ao coração.

Então precisamos atingir mais profundamente.

Talvez uma punição aos que falharem no treinamento do dia?

Não se constrói confiança e lealdade com chicote,

como os romanos acreditam.

Então o que usaria? Beijos suaves e promessas de amor?

Chame Fulco e Harudes. Quero que façam uma coisa.

Em que está pensando?

Em unir os dedos em um objetivo comum.

É algo muito triste.

Que Lucius não esteja mais entre nós.

Uma perda muito sentida.

Mas precisamos deixar a dor de lado e pensar no que precisa ser feito.

Quero que treine mais arqueiros, como sugeriu.

É só o que deseja de mim?

Pegue seu arco.

Não dormiu ao meu lado.

Só fala quando precisa dar uma ordem.

Por quanto tempo irá me punir?

Não é minha intenção.

Mas o resultado é o mesmo. Você me rejeita.

Foi você quem causou isso ao tentar matar Ilithyia.

Um ato que a teria manchado para sempre.

Só queria poupá-lo.

Queria poupar o que tínhamos.

Tínhamos?

Não encontra mais consolo em meus braços?

Você encontra nos meus?

Sim.

Se pudesse me dar mais do seu coração.

Dei tudo o que restava.

Não é o bastante.

Não.

Não é.

Vamos treinar. E fazer o que precisa ser feito.

Ele não a ama.

Vai me deixar viver?

Não pense que é por bondade.

Ilithyia?

Os deuses ouviram minhas preces e a trouxeram de volta para meus braços.

Só você me oferece tal recepção.

Não tenho comido nem dormido desde que foi levada.

Nem teria até que tivesse seguido você para a morte.

Queria que todos me amassem assim.

Bem, você é a razão pela qual vivo.

Você e a bênção que carrega.

Nunca o considerei assim.

Mas no momento final, quando achei que iria morrer,

senti muita tristeza.

Não por mim, mas pela criança inocente,

fadada a sofrer pelos erros da mãe.

Nós duas cometemos muitos.

O filho é de Spartacus.

Ele me engravidou no dia em que me fez dormir com ele.

Ilithyia.

Não a culpo mais.

Foram minhas mãos que a forçaram a buscar vingança.

Minhas escolhas me deixaram à deriva,

me apegando a uma mulher que já odiei,

e uma criança que irracionalmente começo a amar.

Sentir tal esperança e alegria crescendo dentro de você,

essa é a mais rara das flores, não importa o motivo por que cresce.

Desculpem. Não sabia que estavam...

Desculpem.

Ela está tentando assumir meu lugar ao lado de Gaius.

Um dia ela verá como ele realmente é.

Seus olhos já foram abertos.

Seppius não foi morto por escravos, e sim por seu marido.

Gaius?

Descobri isso de maneira lamentável

e contei apenas a Seppia.

E ela continua nesta casa?

E oferece o corpo ao homem que a feriu dessa forma.

Ir embora agora só serviria para levantar suspeitas.

Mas ela deseja vingar o irmão.

Gostaria de ver essas brasas tomarem vida.

E nas chamas,

meu filho e eu surgiremos das cinzas do passado maldito.

Eles viajaram a cavalo, depois a pé por várias horas.

Mas ela não sabe em que direção.

Spartacus atacou a mina de Lucania aqui, a arena de Cápua,

o porto de Nápoles, e tentou uma negociação em Atella.

A curva sugere que eles se movem

a partir de uma posição central na região.

Mas ainda é uma área grande.

Ela mencionou mais alguma coisa que possa ajudar?

Só que estava no subsolo,

em um lugar com escritos apagados, talvez de origem grega.

Desculpe.

Ele é romano, Lucius Caelius

Sirva-se de vinho e comida.

Seus esforços tiveram frutos?

Tirados do jardim de Spartacus.

Seu amigo idoso se chama Lucius Caelius.

Conhecido por frequentar os mercados de Nápoles e Atella,

e por viver à sombra do Vesúvio.

Ainda é uma área muito grande.

Reduzida pelos olhos de sua esposa.

Há um templo próximo ao pé da montanha, abandonado há muito,

que foi construído muito tempo atrás

por mãos gregas.

Então iremos ao cair da noite

e, ao amanhecer, acabaremos com Spartacus.

Aconselho a tomar muito cuidado.

Se me lembro bem, há um muro que protege esse templo.

Spartacus e seus homens devem estar de guarda.

Então mostraremos o poder ardente de Roma

e destruiremos as defesas antes do homem.

Prepare seus homens.

Quero que esteja ao meu lado para compartilhar esse momento glorioso.

Será uma grande honra.

É vergonhoso buscar mais uma recompensa,

mas os desejos do coração levam à tolice.

Você é muitas coisas, sírio,

mas não espere que eu acredite que é tolo.

Diga-me seu desejo. Eu o levarei em consideração.

Nemetes! Atacou antes que eu desse a ordem.

Precisa ficar escondido até que os romanos entrem.

Quer que ultrapassem o muro?

Quero que fiquem presos, desgraçado.

Como peixes em uma rede.

Tem um vagão se aproximando.

Agron o conduz.

Ele atacou outro, sem ordem para isso.

Não. Ele atacou por comando meu.

Com que objetivo?

Obter o que precisamos desesperadamente.

Quase nunca o vi sem o cenho franzido.

Ele não gosta de beber.

Seu cenho pode não revelar, mas ele tem alguma intenção em mente.

É bom ouvir vozes alegres,

ver que estamos unidos,

não por uma marca,

não por uma terra natal,

mas por um ideal,

que todo homem e mulher

deveria nascer, viver

e morrer com o sabor da liberdade em seus lábios.

Mas se vamos vencer os romanos,

devemos deixar de lado nossas diferenças e unir-nos como um.

Vamos jogar,

juntando dois que tenham algo um contra o outro,

vejamos se a sede por vitória pode vencer esse conflito.

A intenção foi revelada.

Donar! Nemetes!

Tomem posição.

Lugo! Nasir! Vocês vão enfrentá-los.

Vamos vencer se ficar fora do caminho, baixinho.

Não me chame assim.

Comecem!

Não é belo?

O que um homem alcança se tiver um propósito.

Mas há algo faltando.

Liberdade,

ver os tesouros sendo usados sem restrições,

viver sabendo que cada escolha que faz

pertence a você.

Eu e Spartacus concordamos a respeito desses desejos.

Então você está em má companhia.

Que em breve será melhorada.

Ashur fez o impossível

e descobriu onde o vilão temido se esconde.

Como recompensa,

Glaber me concederá meu desejo mais profundo.

Será libertado?

Depois que vencermos Spartacus no Vesúvio.

Mas me libertar é só uma prova

de uma refeição mais suntuosa.

Que comerá sozinho.

Depois que Spartacus for derrotado,

Ilithyia retornará a Roma com seu marido,

e a amiga confiável irá ao seu lado.

Temo que Ilithyia precise encontrar uma amiga nova.

Você permanecerá aqui

para assumir a posição de esposa amorosa.

Glaber não permitirá isso.

Ele não só permitiu, como abençoou nossa união.

E nos deu este ludus pelo serviço prestado.

Ele lhe deu o legado de meu marido?

Construiremos um novo, meu amor,

como marido e mulher.

E juntos, veremos a ascensão

da Casa de Ashur.

Prepare os homens para viajar ao nascer do sol.

Cuide disso.

Conseguiu o necessário?

Estão na estrada de Nápoles.

Vá encontrá-los e acelere sua chegada.

Não quero atrasos para irmos para o sul.

Aconselho um caminho diferente.

Vim com uma mensagem do Senado.

Deve parar de perseguir Spartacus e retornar a Roma imediatamente.

Sou um pretor da República.

O Senado não tem poder para me dar ordens assim.

É verdade, não tem.

Só tem poder para recomendar um curso de ação,

e só um homem que não deseja subir de posição o ignoraria.

Eles enviaram a mensagem pelo homem que tentou tomar minha mulher?

Não fui o único, não é verdade?

Ouvi uma notícia perturbadora

de que Spartacus obteve o que eu não consegui.

Não sei do que está falando.

E você é um tolo incompetente

por deixar a esposa ser levada por um escravo.

Levada?

Ilithyia?

Acho que foi enganado.

Só fui levada para a cama,

meu filho causa um desconforto inesperado

com o avanço da gravidez.

Foi também ele que machucou seu rosto?

Não.

Isso foi um deslize meu.

Um passo em falso quando saía do banho.

Devia tomar mais cuidado ao caminhar.

E você, ao falar.

Volte para casa, Gaius.

E cuide de sua esposa, antes que outro homem a tente tomar.

Voltarei quando Spartacus for morto.

Algo que já devia ter sido feito há tempos.

Mas que só agora é possível.

Irei até o Vesúvio, e será o fim dele.

Vesúvio?

É lá que ele se esconde?

Não é de seu interesse.

Não é o que o Senado pensa.

Fui indicado para assumir seu lugar e, com um exército,

trazer justiça sobre Spartacus.

E se eu recusar me retirar?

É uma escolha que pode fazer.

Mas ela acabaria com a esperança de sair

da merda em que se enfiou.

Salve o pouco valor que seu nome ainda tem

e retorne a Roma.

Varinius! Graças a Deus recebeu minha mensagem.

E a atendi, mas descobri que Ilithyia está aqui e a salvo.

Spartacus a libertou.

Por que teria misericórdia pela esposa do homem que o caça?

Não pretendo compreender a mente de um escravo.

Mas gasta tempo inventando histórias sobre sequestros.

O que disse sobre seu irmão tem o mesmo valor?

Tudo o que lhe disse é verdade. Gaius matou meu irmão.

E que provas possui para ousar acusar

um pretor de Roma?

O bracelete de Seppius, semelhante ao meu,

encontrado entre os pertences de um homem leal a...

Só tem um maldito bracelete? Sua garota idiota.

Por favor, não ignore isso. Gaius precisa pagar pelo que fez.

Não gosto dele.

Mas fazer acusações sem base

não adiantaria de nada.

Nem mais palavras.

Você abaixa a guarda logo antes de atacar.

O conselho chegou tarde.

Nós perdemos.

Mas o baixinho luta como um gigante!

Bebida e competição. Uma estratégia inteligente para uni-los.

E usarei outras.

Uma batalha bem lutada.

Agora teremos uma nova disputa!

Agron!

Crixus!

Pegue-o, Agron!

Ele é rápido demais para você, Agron!

Tome posição.

Gannicus! Oenomaus!

Lutem contra eles!

Poderemos vencê-los com facilidade se lutarmos como um.

Segure isto, seu maldito!

Não beba.

Venha, faça o que precisa ser feito.

Prontos!

Comecem!

Vamos, Crixus!

Ensine a ele quem é o verdadeiro campeão, Crixus!

É impressionante ver o quanto mudou.

Até o próprio mundo pode mudar de curso se guiado por mãos amorosas.

É uma bênção se amarem tanto.

Como Spartacus ama você.

Não ama mais.

Agron.

Lutou bem para um cretino qualquer do leste do Reno.

Você também, para um gaulês de merda.

Vamos beber e cuidar do orgulho ferido.

Sofrer a dor da derrota,

sem jeito de trazer justiça ao que foi feito.

Pedi ajuda a Varinius, como pediu,

mas ele rejeitou minhas palavras e meu toque.

Não é mais uma garota imaculada pelo mundo.

Agora é uma mulher.

E nossas mãos modelam destinos quando as dos homens tremem.

Sou eu que tremo.

Ao pensar nas mãos de Gaius em mim.

Pronto.

É esse desejo

que traz uma oportunidade.

Está sugerindo o impossível.

Sugiro apenas que considere os anos que ainda viverá,

cada momento angustiado pelo conhecimento

de que Gaius Claudius Glaber vive a vida

no privilégio de Roma,

enquanto a de seu irmão foi roubada.

Não deveria ser assim.

Não deveria.

Tudo o que eu amava também me foi tirado.

Esta casa, meu marido, a promessa de um filho.

As coisas que foram feitas contra nós não devem ficar impunes.

Permitir isso

seria abandonar aqueles que dizemos ter amado.

Não há outra forma?

Se deseja vingar o assassinato de seu irmão,

sangue deve ser derramado.

-Ela vai fazer? -Acredito que sim.

Tem certeza de que é isso que deseja?

Se Gaius não se comover com minha súplica,

haverá sangue e morte.

E ao fazer isso,

terei minha vida de volta.

É verdade? Que está indo para Roma?

Não tenho escolha.

É terrível não ter escolhas.

Pior ainda quando tirada por tais mãos.

Está falando de Varinius?

Mais uma vez ele tentou tirar o que é meu.

Como Spartacus tirou a vida de meu irmão?

Uma tragédia infeliz.

Que ainda exige justiça.

O Senado designou Varinius para a tarefa.

Não confio nele

para tirar a vida do homem responsável por tal dano.

Nem eu.

Mas precisamos deixar de lado esse pensamento

e buscar consolo em um abraço caloroso.

Suas mãos arrancaram meu irmão deste mundo.

E as minhas arrancarão você.

Gaius.

Eu a abandonei, e ainda assim salva minha vida?

Você é meu marido.

Não podemos ser o que já fomos.

Então sejamos o que somos.

Fizemos coisas terríveis um contra o outro.

Gostaria que esse veneno fosse direcionado

a quem realmente o merece.

Seppia, o Senado

e o homem que enviaram para roubar sua glória.

Quer agir contra Varinius?

Nós dois somos monstros, Gaius.

Sejamos monstros juntos, e assim conquistaremos o céu.

Eu irei até o Vesúvio. Cuidarei disso.

Mas espere um pouco.

Faz muito tempo que não o tenho dentro de mim.

Perdoe-me. Eu me perdi no momento.

Não.

Fui eu que me perdi.

E seu toque me guia para casa.

Erga sua espada

Tome seu vinho

Satisfaça seu pau

Logo virá o amanhecer

Logo a noite sumirá

Então erga sua taça

Ainda acredito que vai nos levar à morte.

Satisfaça meu pau!

Satisfaça meu pau!

Mas será uma morte gloriosa.

O sinal.

Glaber.

Glaber comanda pela retaguarda.

A posição de um covarde.

Ele avançará as tropas em formação compacta,

com a intenção de nos dominar.

Esse é o jeito dos romanos.

Mostraremos a eles o nosso.

Voltem para o templo!

Fulco!

-Eles são muitos! -Andem!

Pretor! Os rebeldes estão em retirada.

Um. Dois. Três. Avancem.

Agora!

Não é você que eu procuro.

Abaixem suas armas!

Agora!

-Agora temos aço. -É!

Peguem as armas deles.

É!

Varinius.

Tenho uma dívida de sangue com você por Acer e Rhaskos.

Será paga depois que ele responder.

Onde está Glaber?

Spartacus.

A postos!

Puxem! Acendam!

Empurrem!

A postos!

Soltem!

Ao meu sinal! Puxem!

Acendam!

Soltem!

De novo!

Precisamos ir!

Voltem! Para o túnel!

Vão! Vão!

Crixus!

Vão! Nós iremos atrás!

Oenomaus!

Andem!

Agron!

Andem! Vão!

Vão!

-Vão! -Rápido!

Vão!

Continuem indo!

Não! Eles são muitos!

O caminho da montanha! Rápido!

Não há mais nenhum outro caminho. Ficaremos cercados.

Não há outro jeito! Precisamos ir!

Vão!

Spartacus.

Vão! Andem!

Por aqui!

Não há outra forma de chegar à montanha?

Nenhuma, a não ser o caminho estreito por onde eles escaparam.

Dezenas de homens foram perdidos na tentativa de segui-los.

Um esforço tolo.

Agora eles estão no alto. Perdemos a vantagem.

Não permitirá que fiquem livres, não é?

Não.

Deixarei que se alimentem de lama e pedras.

E quando a fome e a loucura os fizerem sair de seu poleiro,

mataremos todos eles.

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