All language subtitles for Glitch - 1x05 - The Impossible Triangle.DVDRip.pt

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Original subtitles

Est�s bem, Sar? Queres um copo de �gua?

- N�o, n�o quero um copo de �gua. - Est� bem.

- Sar, talvez devesses... - N�o.

Talvez devesses deitar-te.

N�o, por favor, parem os dois.

Ent�o, se sa�ste da tua sepultura, como dizes...

Porque n�o pareces doente?

Porque tens cabelo?

N�o sei.

J� fui vista pela Dra. McKellar,

tanto quanto ela sabe, estou de perfeita sa�de.

- N�o devias estar no hospital? - Hospitais, n�o.

Foi escolha minha.

Isto est� a acontecer-me e � o que quero.

Est� bem. Eu n�o...

Desculpa, n�o sei o que pensar.

Se s� tiver mais uma semana, ent�o � isso que tenho.

O beb� est� louco.

Por favor, Sarah. Senta-te. Anda sentar-te.

Est� bem.

De quanto tempo est�s?

Faltam-me duas semanas.

- � muito assustador. - Muito.

James, quero �gua. Podes arranjar-me �gua?

Sim.

� bom ver-te, Sarah.

Tive tantas saudades tuas.

Sim.

Aqui est�s tu, Charles P. Thompson. Batalha de Fromelles.

Recebeste a Cruz Militar.

Afinal n�o eras um cobardolas, Chuckles.

N�o diz como morri, nem onde, nem nada.

N�o pareces tu.

N�o sou eu.

SKIPPER LOTE DA MARINHA

Tinha uma caixa de tabaco como esta.

- Anda, vamos para o The Royal. - � um bocado cedo.

- N�o consigo entender isto. - Ningu�m consegue.

- Mas a Dra. McKellar sabe. - Sim.

Quando est�vamos a fazer a ecografia, antes de me dizeres, disseste-lhe.

Ela sabia desde o in�cio. Ela estava no cemit�rio.

Est� bem, mas o Vic sabe.

Sim, eu contei-lhe, mas ele n�o viu a Kate.

- Contaste-lhe? - Sim, mas isto tem de ser contido.

Porque � que isto tem de ser contido, James?

Porque quando algu�m descobrir, v�o levar a Kate daqui.

Foste tu, n�o foste?

- O qu�? - Levaste a Smudge.

N�o, ela seguiu-me.

Quando entraste em nossa casa?

� a minha pr�pria casa.

Ningu�m te est� a tirar nada, Kate.

Encontrei esta casa.

Comprei-a com o James. Poli este ch�o.

Esta casa � minha.

Esse sof� � meu e a Smudge � a minha cadela.

Estavas morta, Kate.

- Costumava beber aqui. - Eu tamb�m.

Vamos entrar, para ver se me lembro.

N�o temos dinheiro.

N�o temos casa, nem fam�lia, nem nada.

Ent�o n�o temos nada a perder.

Pode andar por a�.

Quem?

- O sacana que me arrumou. - Como saberias quem era?

Vou saber.

O que lhe posso arranjar?

Sa�de.

Companheiros!

Lindo menino.

O que vai beber?

- Cerveja. - Veio ao lugar certo.

D�-nos uma daquelas. Uma Dirty Annie.

- Como sabia que � uma Dirty Annie? - Bebi-a na guerra.

� bom conhecer um homem que sabe hist�ria.

Russell. Russell Llewellyn.

Charles. Charles P. Thompson.

Algu�m o mandou fazer isto?

- Foi? - N�o, � esse o meu nome.

Tenho o nome do Charlie.

Do outro Charlie.

Do Charles P. Thompson?

A lenda Anzac?

Da minha carne e sangue.

Ele nunca teve filhos.

A irm� dele, a Dorothy, teve.

Ela � tua...?

Trisav�.

� um privil�gio e uma honra conhec�-lo, Charlie.

Sabe muito sobre ele?

O Charlie.

Sei praticamente tudo o que h� para saber.

� por isso que estou c�. Para descobrir o que puder.

Est� bem, eu sirvo-lhe uma bebida e conto-lhe o que sei,

e depois conta-me o que sabe.

- � justo. - Muito bem...

Pode beber o que quiser, exceto uma Dirty Annie.

Essas s�o de cole��o.

N�o, s� uma cerveja. Obrigado, Russell.

Certo.

E eu quero um Bundy e cola. Duplo.

Ol�. �...

Irm� dele.

Sou da fam�lia do Charlie.

N�o fa�as isto a ti mesma.

Isto era o meu est�dio, James. N�o � justo.

Sei que n�o �. Eu sei.

O James doou as tuas coisas todas. O quarto estava vazio.

Eu n�o podia ter um beb�.

Lembras-te do que me disseste, Kate?

Disseste que, quando morresses,

n�o querias que o James passasse o resto da vida

sozinho e a sofrer por ti.

Era uma esperan�a, n�o era uma maldita instru��o.

Nunca te esquecemos, Kate,

mas encontr�mos algo e � real.

Isso � �timo.

Sargento.

O que faz aqui?

Penso que est� a abrigar pessoas.

Saia da minha propriedade. N�o tem o direito.

Sou a pol�cia.

Onde � que est�o?

Do que est� a falar?

Sabe perfeitamente do que estou a falar.

Onde � que est�o?

Por aqui.

Pai.

Onde os mortos moram.

Rio.

Ele tem raz�o?

O que significa?

"Onde est� ela?"

Ent�o � isso.

- Era isso que ele queria dizer. - Quem?

A Kalinda ficou noiva de outro.

Cuidado com o que diz. Est� a falar da minha av�.

- Mas ele conhecia-a. - Eu conhecia-a.

Ela era a minha...

A minha Roshindoth.

A minha rosa negra.

Nunca houve uma mulher assim.

Ela ensinou-me l�ngua.

Hist�ria secreta.

Como o qu�?

Henry McMillian assassinou o pai dela.

- Onde? - Um tiro pelas costas abaixo do po�o.

Quem lhe disse?

� a nossa hist�ria.

Acham que n�o sei isso?

- Isso � prova. - De qu�?

De que voc�s s�o fruto do meu ventre.

Carne e do meu sangue.

Voc�s s�o Fitzgeralds.

Somos fam�lia.

Talvez a Lucy Fitzgerald lhe d� algo, mas n�s n�o temos nada.

Eu tamb�m n�o tenho nada.

Mas quero repara��o.

S�o meus descendentes.

Devem ajudar-me.

Tem de ir embora. Eu tenho de ir trabalhar. Vamos.

- M�e. - V� l�. N�o.

- Est� a dizer a verdade. - � maluco.

- Digo a verdade. - N�o o encorajes, Beau. Mexa-se.

N�o compreende. N�o me est� a ouvir.

- N�o � minha inten��o... - Saia.

Mas n�o compreende...

M�e, tranca esta porta.

Espere...

Tomo um desses.

Agora � altura para falarmos.

Est� bem.

Est� bem.

Amo-vos �s duas.

Est� bem.

Nunca deixei de te amar, Kate.

Mas, depois de morreres, apaixonei-me pela Sarah.

Fala-me da primeira vez que dormiste com o James.

- Porqu�? - Preciso de saber em que pensavas.

N�o pensava em nada. Simplesmente aconteceu.

N�o.

Casamento e beb� n�o acontecem simplesmente.

N�o planeei nada disto, Kate.

Sentias-te atra�da por ele.

N�o, �ramos amigos. Sabes disso.

Talvez me sentisse atra�da por ele, mas nunca pensei nisso.

�s vezes sentimos atra��o por pessoas com quem n�o somos casados.

Nada aconteceu enquanto estavas viva.

Quando aconteceu?

S� nos beij�mos, foi s� isso.

Era o anivers�rio do James.

Est�vamos muito b�bados e confess�mos que nenhum de n�s

era beijado em condi��es... h� muito tempo.

E depois o James gritou

e fugiu para o parque onde voc�s iam.

Nenhum de voc�s respondeu � minha pergunta.

Dormimos juntos em setembro.

Isso �... menos de um ano depois de eu ter morrido.

Eu sei quanto tempo foi.

Est�vamos todos loucos de dor.

O James estava completamente destru�do. Est�vamos todos a tentar ajud�-lo.

Ajud�-lo?

Ajud�-lo, como? Assim?

- Que merda! - V� l�. Chega!

Voc�s as duas... s�o as pessoas... que mais amo no mundo.

Agora vem a� um beb�.

N�o fiz nada de errado!

Nenhum de n�s fez nada de errado.

N�o est� aqui ningu�m.

� aqui que eles t�m estado, mas n�o sei onde est�o.

Porque os estava a esconder?

O que quer com eles?

Vejo incerteza em si.

A s�rio?

Sabe como � ter clareza de objetivo?

Acho que sei.

Significa que todos esses pensamentos, preocupa��es que afligem as pessoas...

que confundem... e limitam as pessoas...

N�o tenho nada disso.

N�o o magoe! Pare!

Quem �s?

�s ressuscitado?

- � um amigo. Deixe-o em paz! - Ela disse-te porque voltaste?

Pare.

- Vai ajudar-me? - Sim.

Sim. Vou ajud�-lo. Prometo.

Jogo com o vencedor, sim?

Ent�o, a 19 de julho,

a 61� Divis�o brit�nica e a 5� Divis�o australiana estavam aqui.

O problema foi que a maldita intelig�ncia brit�nica...

� um oximoro, Charlie.

... falhou em perceber isto.

D�-me espa�o.

N�o anunciaste a bola e tens de anunciar a bola.

Os malditos alem�es tinham abandonado estas trincheiras

e estavam 200 metros atr�s de onde ach�vamos que estavam.

E isto acabou por ser um problema, porque n�o pod�amos preparar a artilharia,

e, quando eles avan�aram, n�o havia para onde ir.

E a terra de ningu�m, era s� um maldito...

Despachem-se. Venham.

- �s o pr�ximo, George. - O George est� aqui. Anda.

- Entra. Acaba! - Vamos, entra.

V�, Charlie. Vamos l�!

- Pelo flanco, George. - Apanha-o!

Bate-lhe! Vamos!

V� l�!

... partes pequenas das trincheiras alem�s

tinham sido tomadas pelos nossos homens, mas sem o...

- Como v�s, sem apoio lateral... - Quem � este?

- J� l� chego. Vou s� acabar isto... - Quem � este?

Bem, �...

Bem... este � o quinto e aqui est� o nosso...

�s a cara chapada.

Sim, eu sei disso.

Mas quem � este homem?

N�o sei. Eu...

Provavelmente � um dos ca�dos.

N�o houve muitos a voltar de Fromelles.

N�o te toquei.

Vamos gritar. Charlie!

- Devolve. - Tens a tatuagem. Mostra-me o bra�o.

Mostra-me!

N�o �.

- N�o � essa. Desculpa. - Est�...

- Tudo bem. - Charlie, podemos ir para casa?

Preciso de ficar.

Parece que a tua irm� precisa de se deitar um pouco.

Que tal se eu abrir um quarto l� de cima?

Queres deitar-te um pouco?

A Bev pode tomar conta do bar.

- Sim. - Bev?

Anda.

Sigam-me.

N�o podemos deixar que a fam�lia do Charlie ande assim por Yoorana.

Aqui t�m. Aqui.

Lembrei-me de algo.

Estive numa luta.

Foram os malditos alem�es.

N�o, era outra pessoa.

Outro soldado.

Acho que pode ter-me magoado.

Ou assassinado.

Tamb�m foste assassinado?

Talvez tenhamos sido todos.

Charlie?

Anda comigo.

Volto j�.

Obrigada, Charlie.

As mulheres n�o aguentam a bebida. Ela fica melhor depois de dormir.

Vamos voltar para a hist�ria?

� engra�ado que venhas c�,

� procura do Charlie. - �?

Posso mostrar-te algo?

Desculpa.

N�o sei como fazer isto.

Pois, eu sei.

N�o sei como estar viva novamente.

Lembras-te de morrer?

Lembro-me do cancro.

N�o me lembro da morte.

Talvez n�o tenhas morrido.

Eu rastejei para fora da minha sepultura.

Mas lembro-me de ti.

Estava a morrer...

.. estavas l�.

N�o sabia que querias um beb�.

Nem eu.

Mas... fal�mos sobre o que fazer.

Tinha havido tanta perda e tristeza.

Tu...?

Alguma vez sentiste... Que eras a segunda escolha?

Claro que sim.

- Mas tamb�m fal�mos disso. - Falaram?

Sim, fal�mos sobre tudo.

O James e eu pass�mos por muito depois da tua morte.

Pois.

Foi isso que nos aproximou.

Acho que vos juntei.

Acho que me vou deitar. A vodka deixou-me maldisposta.

Est� bem.

Mexa-se.

Mexa-se.

Entre.

Entre!

O que se passa aqui?

N�o se passa nada. S�o s� amostras de sangue e papelada.

Onde arranjou isto?

Estava na casa quando cheguei.

Est� a mentir.

Est� num dos seus sacos de esp�cimes.

- Encontrei numa das sepulturas. - De quem?

- Sabe o que isto �? - N�o, s� pus no saco.

Isto n�o lhe pertence.

Tamb�m n�o lhe pertence.

Quem � voc�?

Sou a Dra. Elishia McKellar.

Sei o que anda a fazer com a Noregard.

Ligue ao James. Diga-lhe para trazer todos para c�.

- Nem sequer... - Fa�a-o agora.

Est�s bem?

Sim.

A Sarah est� no quarto.

Sabes que te amo.

Eu sei.

E nunca deixei de te amar.

Posso compreender...

que � poss�vel amar-nos �s duas, quando eu estava morta.

Mas agora voltei.

Estou aqui.

Eu sei.

Elishia.

- Onde est� a Kate? - Est� aqui.

Tens de a procurar, e aos outros tamb�m.

A Kirstie, Maria, Charlie e Paddy, e traz�-los c�.

- � imperativo. - Disse-te que a Kate est� c�.

Exatamente.

E ele tamb�m.

� muito importante.

Est�s em sarilhos?

Claro. Assim farei.

Est� a� algu�m?

Sim.

Sabes onde fica.

- Ele vem. - �timo.

Era a Elishia. Acho que o Vic est� com ela.

- Passa-se algo. - O qu�?

- N�o sei. Tenho de ir l�. - Queres que v�?

N�o. Fica aqui. Protege a Kate.

Vou-me preparar.

Sabes que ele saiu da sepultura. Eu estava l�.

Na noite da discuss�o com a tua m�e?

Sim, ele sabia essas palavras e essa hist�ria.

Encontrou esse vestido.

O que � que ele quer?

Repara��o e restitui��o.

- Foi isso que ele disse? - Sim.

� um bocado imbecil.

� Beka, acho eu.

Um esp�rito.

N�o o dev�amos ajudar?

Pode ser perigoso.

N�o para mim.

Agora sabemos porque voltei.

E tu, pequeno safado.

- �s o meu bilhete para a restaura��o. - Como?

Vamos buscar o que � meu por direito.

E o que � meu por direito �, em parte, teu.

Do que est� a falar?

Como Fitzgeralds, vamos impedir a venda da minha propriedade.

Assim mesmo.

S�o claustrof�bicas, n�o s�o?

Antes de haver isto, um soldado teria de cobrir a boca

com meias ou trapos embebidos na pr�pria urina,

para aguentar o g�s.

Estas s�o s� r�plicas que comprei no eBay.

Mas esta...

... � aut�ntica, da Segunda Guerra Mundial.

Houve outra guerra?

Boa.

J� pensaste em alistar-te?

Tens os genes certos.

Sabes...

�s aquilo de que este pa�s precisa.

�s aquilo que a ADF precisa.

Homens que percebem o que � sacrificarem-se.

Homens como o Charles P. Thompson. Ele percebia.

Disciplina, dever, companheirismo.

- Isso � um mon�culo. - Espere.

Certo, vais ser o observador

e eu serei o atirador.

Anda.

Briza cruzada.

Ponto dois.

De este para oeste.

Tr�s dedos.

Agora.

Falhado.

- Vamos fumar um cigarro. - Sim, est� bem.

Deixa-me recuperar o f�lego.

Muito bem, Charlie.

George.

George.

Est� tudo bem, amigo. S� nos estamos a divertir.

Eu era atirador.

�s vezes, quando estou naquela sala um bocado,

torna-se muito, muito real. - Voltei para casa. N�o morri.

Vamos beber um copo.

Anda.

FARMAC�UTICA NOREGARD

"Farmac�utica."

Lucy Fitzgerald?

- Sim, ol�. - Patrick.

Patrick Fitzgerald.

- Alguma rela��o? - Sim, senhora, creio que sim.

Viajei de muito longe para chegar c�, a Yoorana.

A s�rio? De f�rias ou em trabalho?

Em legado, na verdade. A casa da fam�lia.

Creio que...

Planeia vend�-la.

N�o planeio.

O neg�cio j� est� feito.

Verdade?

A verdade, senhora, � que poder� n�o ser s� sua, para a vender.

- A s�rio? - A s�rio.

Patrick Michael Fitzgerald teve descendentes.

Outros descendentes, que continuam at� este mesmo dia,

e que ainda est�o vivos e a morar c�, em Yoorana.

- � verdade? - �, sim.

E eu tenho a prova viva.

Chegou finalmente o tempo dos dois ramos da fam�lia se conhecerem.

Beau, anda c�. Conhece a tua prima.

�s o rapaz que entrou na propriedade.

A ideia foi dele.

Senhora, este jovem � seu familiar de sangue.

Na verdade, � seu primo e como tal, tem direitos.

N�o desperdice mais o meu tempo.

- N�o... - Como se atreve?

Apresentando um pobre coitado como se fosse fam�lia de sangue.

Absurdo. Devia ter vergonha.

Vou agora mesmo � pol�cia

e vou apresentar queixa contra voc�s os dois.

N�o compreende.

Nem sequer est� a ouvir. Este rapaz � um Fitzgerald.

Um verdadeiro Fitzgerald. Da sua carne e sangue.

N�o tente seguir-me ou importunar-me, nem a qualquer membro da minha fam�lia.

Viste aquilo?

� mesmo uma Fitzgerald. Denunciaria a pr�pria fam�lia.

Ela n�o � a �nica que pode chamar a pol�cia, anda.

- Precisa de algo para a sua m�o? - N�o.

Limpe s�.

Nada vai consertar isso.

O que est� a fazer?

Nunca tinhas visto um diab�tico?

N�o � nada.

Bem, n�o � bem nada.

� o �nico motivo pelo qual n�o me alistei quando era novo.

Podiam ter-me deixado ir, como administrativo, ou assim.

Com o meu c�rebro.

E sendo o meu pai, um oficial comissionado, um her�i.

Como � que o Charlie podia ser um her�i, se n�o morreu?

Ele foi o �nico a voltar a Yoorana.

E isso � algo.

Encomendou aquela est�tua

e depois morreu antes de ser erigida, coitado.

Como � que o Charlie morreu?

Esperava que me pudesses dizer.

Vou mostrar-te como isto funciona. Vou medir-te o a��car no sangue.

Est� bem.

Podes ir.

Vai. Desaparece.

Temos de ir.

POL�CIA

Ol�?

Elishia.

O que se passa?

Onde est�o os outros? A Kate est� contigo?

- N�o. - Ol�, James.

Vic, o que...? O que se passa?

Diz-me tu.

O que est�s aqui a fazer?

� procura do que tens escondido.

- Porqu�? - Tenho os meus motivos.

Ouve, Vic... s� temos tentado proteger estas pessoas, � s� isso.

N�o s�o pessoas. N�o s�o pessoas a s�rio, vivas.

- Porque dirias isso? - Porque sei de coisas que n�o sabes.

E tenho a certeza que esta m�dica sabe mais do que admite que sabe.

- Como assim? - N�o ou�as. Ele quer matar a Kate.

Como posso matar algo que j� est� morto?

Vic, est�s a sangrar.

Onde est� a Kate?

Onde est� o Patrick Fitzgerald? Onde est� o Charlie Thompson?

Onde est� a Kirstie Darrow?

E a Maria?

- Aconteceu alguma coisa � Maria? - N�o.

Ent�o porque n�o a mencionaste?

- Ol�? - Patrick Fitzgerald?

Foge!

Merda!

Vic!

Estavas a planear um homic�dio?

Paddy, n�o!

Ele � pol�cia, Paddy.

D�-me a arma.

Ele j� devia ter ligado.

- Pronto, anda. - O James disse que dev�amos...

Sei o que ele disse. Mas n�o podemos ficar aqui.

Pod�amos ir para a cabana do James. Acho que sei onde �.

� na autoestrada antiga.

Pois. Como sabes?

O qu�?

O James comprou esse s�tio h� um ano. Como sabes onde �?

Fui l�.

Com o James.

Sim, com o James.

Foi na quarta-feira?

N�o sei bem que dia foi.

Na quarta-feira ele n�o voltou para casa.

A noite toda.

Dormiste com ele?

- Sarah... - Fodeste com o meu marido?

O teu marido?

Sai.

Sai do meu carro!

No sof�, isso mesmo.

- Deitem-no. - Est� bem.

Pronto. Vai ficar tudo bem.

Vou buscar analg�sicos.

Vigiem-no.

- Est�s bem? - Sim.

- Tens a certeza? - Sim. Volto j�.

Tenho de fazer uma coisa.

Eu encomendei esta est�tua.

Ent�o, quem era este tipo?

Chamava-se George.

Certo.

O George matou-te?

N�o.

Mataste-o?

N�o, eu amava-o.

E ele amava-me.

POL�CIA

Ol�, Sar. Est�s enorme.

A s�rio? N�o sabia.

- E James? - Est� ocupado.

Estava em casa e acho que ouvi algu�m l�.

- Na casa? - Sim.

Voltei a entrar, n�o estava l� ningu�m, mas ouvi a Smudge.

Viste algu�m?

Sim, vi algu�m numa mota. Uma Suzuki amarela.

Tiraste a matr�cula?

- RJ652. - Pronto.

Achas que foi a pessoa

que entrou antes? - Possivelmente.

Est� bem.

Vou verificar a matr�cula e p�r um aviso.

- Obrigada. - Espera.

Um pouco do novo lote.

Obrigada.

- Est� tudo bem com o beb�? - Sim, est� tudo bem.

At� logo.

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