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O MENSAGEIRO
SRA. MARIA MASSOLA E ALUNOS PREMIADOS
Elishia, sou eu. Onde est�?
N�o tem o direito de escond�-los de mim. Ligue-me de volta.
SRA. MARIA MASSOLA E ALUNOS PREMIADOS
- Trabalho ou pornografia? - Pornografia.
- Pornografia. - De novo?
E da bem pesada.
- � melhor deixares-me ver. - N�o, vai fazer mal ao beb�.
- O beb� mexeu-se a noite toda. - A s�rio?
- Sim. - Agora n�o.
Est�s bem?
Sim.
Sim.
H� novidades?
Do assalto?
N�o, estou a trabalhar nisso.
Vou imprimir folhetos do Smudge e col�-los, hoje.
Descansa.
A s�rio.
- N�o estou inv�lida. - Eu sei que n�o.
Podes ir l�? Tenho de ir fazer xixi.
Sim.
Vic, o que aconteceu?
Foi um pequeno acidente.
Parece pior do que �.
- Queres entrar? - N�o.
A verdade � que estive a pensar.
Aquelas pessoas de que me falaste?
Sim.
Ent�o, j� acreditas em mim?
� normal que tenha tido d�vidas, mas j� acredito em ti.
- J� as encontraste? - N�o.
A Dra. McKellar levou-as.
A todas? Para onde?
N�o sei. Ela n�o atende o telefone.
- Tenho de encontr�-las. - Estou a tentar encontr�-las, Vic.
Tens de me deixar tratar disso.
Ol�, Vic.
Est�s bem?
Sim, � s� um arranh�o.
- Queres entrar? - N�o, tenho de ir.
Aquilo era sobre o qu�?
Foi um assalto a uma loja.
- A s�rio? - Sim.
- S�o os mesmo que entraram aqui? - N�o sei.
Vou sair e fazer umas perguntas.
N�o. Precisas de descansar, sim? Descansa.
Por favor.
S�o os �ltimos dias que vamos ter para dormir bem,
durante muito tempo.
- Tenho de me despachar. - Est� bem.
A ligadura da Kirstie tem de ser mudada.
Se me disser onde est� o antiss�ptico, posso faz�-lo.
Onde est� a Maria?
N�o sei. Quando acord�mos, j� n�o estava.
- Acha que � como o Carlo? - J� vos tinha dito, � perigoso.
Calma. Ela deve ter visto a Virgem Maria num poste, algures.
N�o est�o fartos de serem t�o s�rios?
Trouxe comida.
O qu�, carneiro dos pobres?
Que anormal.
De novo.
Foi dinheiro bem gasto.
Quer chocolate?
As meninas n�o devem comer chocolate. Vais engordar.
Mam�!
O que est� aqui a fazer?
O Leon Massola vendeu-lhe esta casa?
Saia daqui! Saia!
- Onde est� o meu marido? - Saia!
N�o trata da sua casa.
- N�o trata dos seus filhos! - Saia, j�!
Como p�de falar assim com a minha filha?
Vou chamar a Pol�cia!
Tarada!
� um avi�o.
J� tinha visto algum?
N�o me lembro.
Recuperar� as suas mem�rias.
Os outros recuperaram.
Lembro-me disso.
D�i?
N�o tenho medo de si.
Hoje a igreja est� fechada.
� a casa de Deus.
O Padre O'Riordan vir� para a semana.
N�o posso esperar tanto.
Vive aqui?
Sou um milagre de Deus, nesta terra.
Sou como L�zaro,
ressuscitei.
Eu sou a ressuscitada.
Quer que fa�a uma ch�vena de ch�?
O Vic bateu com o carro, na ponte.
Sim, o Vic est� bem. Estive agora com ele.
Vou dizer � mulher dele, ligou, obrigado por me informares.
E houve uma chamada.
Uma mulher angustiada na igreja cat�lica.
- Podes ir verificar? - Sim, vou j� para l�.
Mas que raio se passa em Yoorana?
POL�CIA
� aqui. Corona Hill.
PERIGO N�O ENTRAR
Ent�o e agora?
Vou para casa.
N�o podes entrar assim.
Posso, � a minha casa.
E tu, meu amigo, est�s a aceitar o meu convite.
Vamos.
� mesmo velha.
� verdade, est� um caos.
Mas � o meu patrim�nio.
Sim.
Credo.
Olha para isto.
- Ela transformou a casa num albergue. - Num qu�?
Onde vais?
Est� num destes quartos.
O qu�?
N�o, n�o tenho cerveja.
Ol�, a cerveja.
Sim. Fostes busc�-la l� fora?
- Ol�, Rory. Vais... - N�o, estou bem.
Viste o isqueiro?
- Sei l�. - Cuidado.
Vamos sair daqui.
Tenho algo escondido aqui.
Algo importante.
- Sim, voltamos depois. - Vai-te tu embora.
Est� aqui! Esqueci-me do fato de prote��o. Angus!
�ltima ronda!
Fugiu. Ele est�...
- Est� mesmo aqui. - N�o, mas �... � como...
Mas que raio?
Quem � este tipo?
Sou o Beau.
Que fazes aqui, Beau?
- Pensei que estava vazia. - N�o est�.
� a casa dele.
Pois.
Somos os propriet�rios tradicionais.
Sou o Fitzgerald.
Este � o meu primo Angus.
Bebe uma cerveja connosco.
Sim.
- � pena. - � bom beber com um nativo.
Queres jogar outra vez? D�-me o comando...
Est�s morto, meu.
Olha, Beau.
Queres um cone?
Essa cena � erva da boa.
Vamos, n�o sais daqui se n�o fumares.
V� l�, meu, pega nisto.
Podemos mudar de jogo?
- N�o jogo isto. - Qual � o problema?
O que est�s a fazer?
Tens de mant�-la nos pulm�es, maricas. Vamos.
- Que desperd�cio. - Passa-me a mim.
Maria?
Deixe-me em paz.
- Maria, para onde vos levou a Elishia? - O senhor e ela querem...
Querem esconder o milagre do Senhor.
N�o, estou a tentar ajudar-vos.
- � ela que est� a esconder-vos. - Se aceitarem a verdade,
t�m de aceitar Deus.
� isso que vos aterroriza.
Maria, ou�a-me.
Quero a minha mulher.
Preciso de ver a Kate.
O meu marido desapareceu.
O Leon Massola?
- Vivem pessoas horr�veis l�. - N�o desapareceu.
- Ele ainda est� c�. - Sabe onde est�?
Fiz alguma pesquisa para saber o que vos ligava a todos
e encontrei o seu marido.
Onde?
Posso lev�-la a ele, se me levar � Kate.
- Combinado? - Combinado.
Vamos.
GRAVIDEZ E PARTO
FARMAC�UTICA NOREGARD
DRA. ELISHIA McKELLA 42, MURRAY ST
Est� a sarar bem.
- Parece normal. - Sim, sou mesmo normal.
T�o normal como todos n�s.
H� uma estrada que pod�amos experimentar.
Leva-nos diretamente � estrada nacional. - Porqu�?
Bem, se a perna da Kristie piorar n�o temos recursos.
Estamos bem.
- N�o querem uma forma de sair daqui? - Se for uma tormenta, n�o.
- J� experimentei essa estrada, enjoei. - Temos de ter a certeza
se est�o todos aqui fechados. E se est�o, em que raio?
Acha que � uma esp�cie de radia��o ou...
At� haver dados reais � tudo especulativo.
- Como obtem os dados? - S� h� uma forma, com exames.
- Eu fa�o-os. - Est�s maluco?
S� h� uma forma.
Nem pensar.
Ent�o, vamos.
Merda.
- Toma a minha. - Vamos.
Isto � teu?
- Sim. - Que merda.
- D�-mo. - Telefone de merda.
Aqui.
O que est� a�? Tens a� algo, Beau.
Talvez fotos de nus ou alguma coisa estranha.
- V� l�, deem-me o telefone. - Vem busc�-lo.
- Deem-me o telefone. - Vais ter de saltar.
Salta!
- V� l�. Toma. Sim. - Tens de quer�-lo.
Lindo menino.
Lindo menino.
- Sim. - Mais um, sim.
- Esfor�a-te. - Como um canguru.
- Sim. - Um canguru.
- � isso. - Como um canguru.
V� l�, mais um.
Faz as patinhas.
- Continua. - Sala, vamos.
- Quase. - Olha.
- Sim, v� l�. - Salta, v�.
Rory!
Merda, � a m�e.
- Merda. - Esconde isso.
Esconde isso, Beau.
- Depressa. - Estamos a entrar.
- Apanha. - Ent�o...
Apanha... Depressa.
Ol�.
Algu�m me diz o que se passa?
Sim, este mi�do entrou c� em casa.
CASA DE REPOUSO DE YOORANA
� aqui?
Passaram 50 anos. Ele j� n�o � como se lembra dele.
- Continua a ser o meu marido. - � verdade.
Deixe-me falar com ele, sim? Maria!
Desculpe, procuro o Leon Massola.
- Quarto 237. Ao fundo, � direita. - Obrigado.
Ol�.
Sr. Massola, sou o sargento James Hayes.
Queria fazer algumas perguntas sobre a sua esposa Maria.
A Maria.
Lembra-se dela?
Meu amor.
Maria?
Leon!
Puta!
V� l�.
�s uma puta.
- Tudo bem. - Eu n�o sou uma puta.
- N�o sou puta. - Ele tem dem�ncia.
- Ele mal sabe onde est�. - N�o sou uma puta!
Est�s bem?
Maria?
O que foi?
SRA. MARIA MASSOLA OS ALUNOS PREMIADOS
Quem � este?
� o Don Sharp.
Ainda vive na cidade.
Tenho de ver este rapaz.
- O nosso acordo. Vamos ter com a Kate. - Este rapaz sabe.
N�o percebe?
Isto n�o � um milagre.
� um castigo.
Estou? Noregard.
Primeiro-Sargento Vic Eastley, Pol�cia de Echuca.
A Dra. Elishia McKellar trabalha aqui?
N�o estou autorizada a falar sobre funcion�rios.
Est� algu�m com quem possa falar?
Estou?
FARMAC�UTICA NOREGARD
Vic, � a Caroline.
Ouve, estou em Yoorana.
Ainda est�s aqui? � que vim para te levar para casa.
Est� bem.
O carro deve ser perda total.
Sim.
Nem acredito que tiveste um acidente e nem disseste � tua mulher.
Encontramo-nos no motel.
Est� bem.
Temos de encontrar uma sa�da.
N�o vos posso esconder para sempre.
De quem � que nos est� a esconder?
De todos os que vos querem abrir
para ver o que faz o vosso cora��o morto bater,
enviando impulsos el�tricos para o vosso c�rebro morto. Querem?
N�o.
Eu fa�o-o.
Tem a certeza?
Est� tudo normal.
Nada.
Tudo bem. Continue a andar.
Acho que esta parte est� bem.
Muito bem, Charlie.
Muito bem, continue.
N�o, para! Aconteceu-me o mesmo.
Volte para tr�s.
Ele est� bem.
Encontraremos outro s�tio.
� ele.
- Tamb�m � velho. - Sim, � o que acontece.
A mim, n�o.
- James, como est�s? - Bom dia, Don.
- Bem e tu? - Nada mal.
- Prazer em ver-te. - Igualmente.
Queres trocar de carro?
Algo que d� para a fam�lia nova?
- De momento, n�o, obrigado. - Certo.
Donald Sharp?
- Desculpe, conhe�o-a? - Esta � a Sophia.
Ela � parente dos Massola. Lembras-te deles?
� mesmo igual �...
- A Maria era... - Prima da m�e dela.
A Sophia veio � cidade ver o Leon.
Como � que ele est�?
S� queria saber mais sobre a Maria.
A Maria. Nunca a conheci muito bem.
Era um dos alunos dela, n�o era?
Sim, acho que sim.
- O que querem saber? - Conhecia-la?
Da mesma forma que todos conheciam a Maria.
- Que quer dizer? - Bem...
Ela era bonita.
Um pouco ex�tica.
Todos os rapazes pensavam isso.
N�o a conhecia assim t�o bem.
Est� a mentir.
- O qu�? - Esteve num carro com ela.
- Onde iam? - Desculpa, mas n�o percebo.
Don, isto � importante.
Bem...
Eu dei-lhe algumas li��es de condu��o.
Os meus pais n�o podiam pagar as li��es de piano,
ent�o, ofereci-me para a ensinar, em troca.
O que aconteceu?
Nada.
O que aconteceu?
Bem, sabe, posso ter-me atirado a ela uma vez.
Mas ela deu-me uma estalada na cara.
Bem feito.
Por acaso, sabes como ela morreu?
Foi num acidente de via��o.
Foi muito triste. A cidade ficou chocada.
- S� isso? - Sim.
Sim, s� isso.
Com licen�a, James.
Obrigado, Don.
Ele n�o queria que conduzisse.
Ele era t�o antiquado.
Mas sempre lhe fui fiel.
Ele tem de saber isso.
N�o. Leve-me at� � Kate.
Ele pensou que o tra�, todos estes anos.
N�o o fa�o esperar nem mais um dia.
- O que queres? - Kate, onde est�s?
A tentar encontrar uma sa�da desta cidade de merda.
- Ouve-me. - Acho que j� ouvi que chegue.
N�o podes... Ouve-me, Kate!
Certo, n�o h� mais desvios.
Vai levar-me � Elishia.
Credo, que mau aspeto.
J� foste ao m�dico?
J� tentei.
Pois, claro que tentaste.
Vamos buscar as tuas coisas.
Bem, isto � glamoroso.
N�o me ligaste.
Ent�o, � assim que me deixas?
Porque o devias ter feito h� dez anos, se fosse o caso.
Achas que n�o me importo.
Estava preocupada.
Credo, o que fizeste?
Pensei que estavas...
O que te deu?
Meu Deus.
Espera aqui.
- Obrigada por vir t�o depressa. - Claro, Lucy.
Ora, este jovem rapaz foi apanhado a invadir a minha casa.
Bom dia, Beau.
Ele fez algum estrago?
Que eu saiba, n�o.
Felizmente, o meu filho e os amigos estavam aqui.
A preparar a casa para a entrega.
Bem, ent�o, vou lev�-lo.
Olhe, se disser aos pais dele o que se passou,
acho que � o suficiente.
N�o diga � minha m�e.
N�s n�o tir�mos nada.
N�s?
Veio mais algu�m contigo?
N�o.
Muito bem, anda.
- Obrigado, Lucy. - Obrigada, Chris.
� esta, Charlie.
A �ltima sa�da.
Sim, � esta.
Vamos.
Fa�a um esfor�o.
Muito bem.
N�o o obrigue.
N�o o obrigue!
Ele est� bem. Ainda est� a respirar.
Vaca maluca. Vai mat�-lo!
Ou�a, Charlie. Venha.
- Charlie! - Traga-me a minha mala.
- Charlie! - Traga-me a minha mala.
Ajudem-nos!
Vamos lev�-lo.
- O que fizeram? - Nada.
Ele vai ficar bem.
- Ele s� precisa de descansar. - Como se quisesse saber.
- Estou a tentar encontrar-vos uma sa�da. - Levou-os para a ponte?
Sim. A todas as sa�das da cidade. Sentiu-se mal em todas.
Ele n�o se sentiu mal. Obrigou-o a ir.
Ele precisa de �gua.
Est� quase, Charlie. Vamos.
- V� l�. Por aqui. - Vamos.
- Est� bem. - J� est�.
J� est�.
Kate.
- N�o h� forma de sair de Yoorana? - N�o a consegui encontrar.
E quem lhe pediu para encontr�-la?
Kate.
Seguiste em frente.
Eu percebo.
Tenho de seguir em frente.
E n�o faz mal.
Estou viva.
E...
... h� sol e c�u e relva.
N�o estou doente.
E sinto-me muito bem.
E n�o vou ficar parada a sentir...
A sentir pena de mim mesma.
- Espera.. - N�o, talvez...
Talvez n�o estivesse destinado a ser para sempre.
O qu�?
- J� n�o interessa. - Interessa, sim.
- N�o. - Kate, sim.
Interessa, sim.
E n�o fazes ideia.
Anda, quero mostrar-te uma coisa.
Vem comigo.
Obrigado.
Adeus.
Comprei esta casa.
Depois de morreres.
� linda.
A camisa preferida.
Guardaste isto tudo.
Sim.
Terceiro anivers�rio do passeio.
O meu capacete.
N�o acredito que guardaste isto tudo.
Quando te puseram naquele caix�o, era t�o pequeno.
E lembro-me de ter pensado: "Aquilo n�o vai cont�-la."
Tudo o que tu eras.
Ent�o...
Este s�tio tornou-se em ti.
Sabes, n�o uma caixa no ch�o.
E podia vir para aqui
e estar contigo.
Ol�, Vic.
Como est� a cabe�a?
J� foste ao m�dico?
Ando � procura da Dra. McKellar.
Ligaste fora de horas?
N�o est� a trabalhar.
Sabes onde pode estar?
N�o sei, lamento.
O James est� a trabalhar.
Um parvalh�o qualquer numa onda de assaltos, acho eu.
Tem a ver com o assunto do cemit�rio?
Qual assunto?
- O James n�o te falou nisso? - N�o.
Houve uma campa que foi mexida, na outra noite.
- Que horror. - Bem...
De certeza que o James tratar� disso.
Estive l� a semana passada.
- Estiveste? - Sim, a Kate est� l� sepultada.
�s vezes, vou p�r flores na campa dela.
Poque fazes isso?
Porque quando l� vou, sinto-me mais pr�xima dela.
Claro.
� para isso que servem os cemit�rios, n�o �?
Queres que d� algum recado ao James?
N�o, tudo bem.
Isso �...
- Isso � pesado? - Um pouco.
Bem...
Se fosse a ti, ia deitar-me.
At� logo.
At� logo.
Usei os coelhos.
Obrigado.
O que � isto?
Osso bucco.
� �timo.
Sou uma boa cozinheira.
J� se sente melhor.
� verdade.
Mas n�o gra�as a si.
Obrigada, Charlie.
Agora, j� sabemos.
Sim.
Toda a vida estive presa em Yoorana.
Nada mudou.
Todos temos assuntos para resolver.
Quais assuntos?
O nosso passado.
Os nossos erros.
Que quem deix�mos para tr�s saiba a verdade.
N�o me resta ningu�m.
- N�o cometi erros nenhuns. - Porque morreste t�o jovem?
Vamos limitar-nos aos factos. Ao que sabemos.
Nada disto faz sentido.
Ent�o e tu?
O que achas que isto �?
N�o dizes nada, Einstein?
Que surpresa.
Kirstie.
N�o, a s�rio.
O que faz ele aqui?
N�o sabemos nada sobre ele. Podia ser um assassino ou assim.
- J� chega! Kristie... - A s�rio, diz algo!
- J� chega. Kirstie. - Nunca dizes nada!
Sua besta!
N�o.
Sai de cima dele!
� assim que te comportas?
�?
Est�s bem?
Amo-te.
Tamb�m te amo.
CASA DE REPOUSO DE YOORANA
Leon.
Costumavas dizer que era uma comida divinal.
N�o sou quem tu pensas.
Fui-te fiel.
Sempre.
N�o se pode confiar nelas.
Estas enfermeiras... Roubaram-me o rel�gio.
Vou tocar para ti.
Sempre adoraste isso.
O que estavas a fazer com aquele rapaz?
Puta!
N�o!
Maria.
�s uma puta!
Maria!
Maria!
Maria.
Abre a porta.
Maria.
Mam�?
Anna?
CASA DE REPOUSO DE YOORANA
O que est� a fazer?
N�o perten�o aqui.
N�o pode sair de Yoorana.
Vais acabar por se lembrar de quem �.
Eu sei o que sou.
Anna, minha querida.
Perdoa-me.
Maria?
Andei � sua procura.
Vim ajudar.
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