All language subtitles for Superman and the Mole Men 1951a

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Original subtitles

* Tradu��o RobOpen *

Super-Homem e os Homens-Toupeiras

H� muitos anos, quando o planeta Krypton,

lar de uma ra�a de super-homens explodiu no espa�o,

o �nico sobrevivente foi um garotinho

que veio � terra com poderes e habilidades

muito acima de todos os mortais.

Hoje, j� crescido, ele � conhecido como Super-Homem.

Para exercer sua luta sem fim

contra as for�as do mal

ele se disfar�a como Clark Kent,

rep�rter em um grande jornal de Metr�polis.

Ningu�m sabe que Kent � o Super-Homem,

defensor da verdade, da justi�a e do modo de vida americano.

BEM-VINDO A SILSBY

CASA DO MAIS PROFUNDO PO�O DE PETR�LEO DO MUNDO

POPULA��O 1.430

EXPERIMENTO HAVENHURST 1

A melhor ferramenta que j� se fez.

Largue a�.

E a v�lvula l� ainda est� como nova.

Jogue essas coisas no buraco e enterre.

Qual � a id�ia, Corrigan? Essas coisas custam dinheiro.

Fa�a o que eu digo. Sou o respons�vel aqui, n�o voc�.

Ei, veja quem vem descendo.

Assuma, Eddie, volto em um minuto.

- O que voc� quer? - Eu, Sr. Corrigan? Nada mesmo.

Pare de espiar, n�o gosto disso.

Quem tem a consci�ncia limpa n�o se incomoda que espiem.

Pop, voc� fala demais. Melhor ficar quieto.

Desculpe, Pop, estou um pouco nervoso hoje.

Est� bem.

Ei, Pop, pegue.

Minhas laranjas. Obrigado por lembrar, Sr. Craig.

Agora, aqui est� o experimento 1 de Havenhurst.

- Que tal? - Parece um po�o de petr�leo comum.

Em cima da terra, sim, mas v� por mim,

� o mais profundo de todos.

Espere, n�o v� por mim.

Ei, Pop, a Srta. Lane e o Sr. Kent.

Pop Shannon, o melhor seguran�a no neg�cio do petr�leo.

Pop, eles querem uma hist�ria sobre o po�o.

- Ah, rep�rteres de jornal. - Certo.

Receio que estejam atrasados. Est�o fechando aqui.

- Perd�o? - Est�o fechando.

- Que id�ia � essa? - Eu n�o sei.

O Sr. Corrigan deu as ordens.

A �ltima perfura��o acabou e agora tudo est� desmontado.

Que beleza! E ninguem me disse nada.

Como posso fazer rela��es p�blicas sem saber o que est� acontecendo?

- Com licen�a. - V� em frente.

Ah, maravilhoso.

Devem estar fechando por alguma raz�o.

- Sabe de alguma coisa? - Sobre esse po�o? N�o senhor.

Atingimos logo o g�s.

E onde h� g�s, h� petr�leo.

Faz sentido.

� um belo lugar, de qualquer modo.

Mas quando o chefe ouvir isso o chap�u dele vai voar.

Podemos escrever uma hist�ria sobre o po�o abandonado.

E o que apresento como motivo?

Tire uma foto da torre ali.

Certo.

Porque as coisas nunca s�o f�ceis?

N�o pode fazer isso comigo, Bill, eu n�o aguento.

Veja a situa��o em que me colocou.

Essas pessoas viajaram 35 milhas

desde Metr�polis e agora isso?

S� sei que mandei o meu relat�rio na �ltima segunda-feira.

No dia seguinte veio a ordem para fechar.

Se me perguntar, h� algo errado.

Mr. Corrigan, o que dizia no

relat�rio que mandou para sua sede?

- Voc� � o rep�rter. - Certo,

Clark Kent, do Planeta Di�rio de Metr�polis

e esta � a Srta. Lane.

Pena que vieram at� aqui para nada.

� o que ouvi mas e o relat�rio?

Assunto da empresa, Sr. Kent. Confidencial.

Entendo.

Prometemos coopera��o total.

Porque voc� n�o coopera? Eu n�o tenho tempo.

Ok, Eddie, vamos jogar fora aquelas manilhas.

Sr. Corrigan, pode me responder mais uma pergunta?

Qual pergunta?

Qu�o profundo voc� chegou, antes de parar a perfura��o?

9.980 metros.

9. 900 metros.

S�o quase 10 km.

C�us, praticamente o centro da terra.

N�o exatamente. Mas ningu�m perfurou t�o fundo antes.

- Posso tirar algumas fotos? - Claro, v� em frente.

Eu sinto muito, Sr. Kent mas voc� sabe como �.

A m�o direita nunca sabe o que a esquerda est� fazendo.

Passar�o a noite no hotel em Silsby.

Como nossos convidados, � claro.

Realmente sinto muito que vieram at� aqui para nada.

N�o tenho certeza sobre isso.

- Al�, est� pronta? - Sim, e voc�?

Vou esperar at� amanh�.

Onde viemos parar.

Silsby. Popula��o 1.430.

Lar do po�o de petr�leo mais profundo do mundo. Grande coisa!

Infelizmente, Craig n�o dirige � noite.

Caso contr�rio, estar�amos a caminho de Dallas agora.

- Onde est� Craig? - Dormindo.

Est� exausto esta tarde.

Mas deixou as chaves do carro.

Bem, eu estava me sentindo culpada

por ir embora sem nada.

O que est� lendo? Algo interessante?

N�o, Lois, eu n�o estava lendo.

Eu estava pensando.

- Sobre o que? - Sobre Corrigan.

- E o que ele disse hoje. - Oh, ele � apenas um tolo.

N�o sei, vou at� o po�o.

- Para que? - Ah, nada,

dar uma olhada, falar com o guarda.

Boa ideia. vou com voc�.

Mas Lois, o que voc� acharia l� a essa hora da noite?

O que voc� acharia, Sr. Kent?

Tudo bem, vamos.

Por onde come�amos?

Espere!

Ele est� morto?

- Ataque card�aco? - N�o sei.

Clark, o tio Billy diria

ele era velho e teve um ataque card�aco.

- T�o simples como isso. - Poderia ser.

Essas laranjas no ch�o, como chegaram l�?

Estava com elas na cadeira quando teve o ataque.

Levantou-se, largou o saco de laranjas sobre a mesa,

bateu com o bra�o e as laranjas ca�ram.

Parece plaus�vel. Exceto por uma coisa.

como � que o saco chegou aqui?

Boa pergunta.

Melhor ser� chamar algu�m, o xerife, o delegado ou...

Chame o Craig para cuidar disso.

Vou l� fora dar uma olhada.

Telefonista, Hotel Silsby, por favor.

Al�, quero falar com o Sr. Craig.

Isso mesmo Craig.

Lois, voc� est� bem?

O que aconteceu?

Responda.

- Al�? Al�? Al�? - Al� quem est� a�?

Craig, este � Clark Kent.

Pegue o xerife e Corrigan e venha aqui imediatamente.

Estou no po�o.

N�o posso explicar, venha o mais depressa que puder.

Tem que acreditar em mim.

Eu vi com meus pr�prios olhos.

Estavam olhando para mim pela da janela.

Eram animais ou o que?

N�o sei, tinham corpos de toupeira

e cabe�as humanas enormes.

Terr�vel.

Srta. Lane, essas criaturas se � que as viu mesmo,

o que estavam fazendo, o que queriam?

O mesmo que fizeram com o guarda.

Voc� n�o acha...

Vamos esperar pelo legista.

Eu posso dizer o que aconteceu.

As criaturas mataram o guarda e depois queriam me matar.

N�o h� nada l� fora. Qual o veredito, doutor?

Parece um ataque card�aco.

Tenho que fazer uma aut�psia para confirmar.

N�o h� vest�gios de viol�ncia.

- Quantos anos ele tinha? - Quase 70.

Ent�o foi isso.

Reagan vai pegar o corpo.

Doutor, Shannon poderia ter morrido de medo?

- Medo? - Talvez algo que ele viu.

� poss�vel.

Um choque pode provocar um ataque card�aco.

Se ele j� tinha problemas card�acos.

Srta. Lane, tome outro

comprimido desses, antes de dormir.

- Boa noite a todos. - Boa noite, doutor.

Bem, acho que n�o temos mais o que fazer aqui.

N�o vai fazer nada sobre essas criaturas?

Srta. Lane, Corrigan e eu verificamos tudo e...

N�o acredita em mim. Acha que inventei tudo.

O inqu�rito ser� na quarta-feira.

- Vamos indo. - Estaremos l�.

Vamos Clark. Vamos voltar para o hotel.

Algu�m tem que ficar com o corpo at� o funer�rio chegar.

Eu fico.

E eu tamb�m, se voc� me der carona para a cidade.

Ent�o estamos a caminho. At� mais.

Acho que sabe por que fiquei, Sr. Corrigan.

N�o, por que?

Pensei que voc� estava pronto para falar agora.

-Sobre o que? -Sobre o seu relat�rio para a sede.

Que causou o fechamento do po�o.

Como j� disse, o relat�rio � confidencial.

Isso foi � tarde, Shannon ainda estava vivo ent�o.

E por que voc� enterrou as ferramentas?

Kent, voc� � um cara do jornal. Quer uma hist�ria.

Posso lhe dar uma t�o grande, t�o fant�stica,

que voc� n�o ousar� imprimir.

Qualquer coisa que possa provar eu imprimimo.

Ok. Venha.

A perfura��o come�ou h� 21 meses, em 5 de setembro.

9 meses depois, em 3 de junho, atingiu a profundidade de 7.562m.

Nunca se perfurou t�o fundo.

Em 26 de junho, a 9.000 m,

peguei uma amostra do fundo onde perfuramos,

coloquei no tubo de ensaio e guardei na estante.

Esta.

Apaguei a luz e estava prestes a sair

quando me lembrei que esqueci minhas chaves na mesa.

Voltei e vi o seguinte:

- R�dio? - Parece que sim.

Um amigo vir� com um contador Geiger esta noite.

Sim, talvez seja apenas fosforesc�ncia inofensiva.

Eu estava pensando a mesma coisa, at� este teste.

Est� t�o quente quanto o capacete de um bombeiro.

Essas amostras s�o de de diferentes profundidades?

Tomadas a cada 150m.

E o conte�do de r�dio est� aumentando.

� isso que me preocupou.

Eu temia se cavassemos mais fundo

encontrar�amos r�dio quase puro

e n�o quero expor ningu�m a isso.

- Mas eles cavaram mais fundo. - Sim.

O avan�o foi a 9.936 m.

A broca atravessou?

Atravessou o que?

Ficou no vazio, como se tivesse

passado da �ltima camada s�lida da terra.

N�o havia nada embaixo. Apenas um espa�o vazio.

Voc� quer dizer que o centro a terra � oco?

Existe outra explica��o?

E quando tiramos a cabe�a da broca

ela parecia estranha.

- Como assim, estranha? - N�o sei. Loucura.

Por sorte, coloquei sob o microsc�pio.

Aqui, veja voc� mesmo.

- O que � isso? - N�o sei.

Mas seja o que for, est� vivo.

Pensei que n�o haveria vida depois da primeira camada de rocha.

N�s tamb�m.

Mas essas coisas est�o vivas, a 10 km de profundidade.

Ent�o � poss�vel que haja mais vida l�.

- Mais sofisticada. - Outra civiliza��o.

Temos um buraco perfurado at� o n�cleo oco da terra.

O que quer que esteja l� embaixo pode subir.

Poderia ser esse o caso esta noite?

Eu n�o sei.

Mas as criaturas que a Srta. Lane afirma ter visto

e que assustaram Pop at� a morte...

Eu fechei o furo com uma tampa de metal.

A tampa estava aberta quando cheguei l�.

Acho que est� tocando.

Sim?

Sim, doutor.

Sairam logo depois de voc�. J� deviam estar na cidade.

Que?

E onde foi isso?

Ok, estarei l�.

Doc Saunders, o legista. As criaturas...

Jeff Reagan as viu andando na estrada.

Ele estava a caminho para pegar o corpo.

Perdeu o controle do carro e caiu numa vala.

- Onde foi isso? - Logo na saida da cidade.

N�o h� d�vida de que est�o aqui.

Pessoas, animais ou monstros, est�o aqui.

- E v�m do centro da terra. - Vamos logo.

Corrigan.

Veja!

As laranjas. As criaturas devem ter tocado nelas.

Se s�o radioativas, tudo o que elas tocam tamb�m ser�.

Venha. Estamos perdendo tempo.

Al�.

Quem s�o voc�s?

Parecem que as not�cias j� chegaram.

S�o os cachorros do Luke Benson. Temos que det�-los.

N�o devem chegar perto das criaturas.

N�o se preocupe, Corrigan. Eu cuido disso.

Voc� e Larry Carpenter cubram a floresta a oeste do moinho.

Peguem lanternas no galp�o dos bombeiros.

Rick Maddox, Chuck Weber, cubram a passagem depois da bifurca��o.

Eddie e Matt, voc�s olham o rio a leste da cidade.

O resto vai comigo e os cachorros para a casa da Sra. Pomfrey.

Um momento.

Devo avisar, as criaturas podem ser perigosas.

- Certo, e quem � voc�? - Clark Kent, rep�rter.

- Voc� viu as criaturas? - N�o.

Alguns de n�s viram, como a Sra. Pomfrey aqui.

Sim, eu estava arrumando o cabelo...

Jeff Reagan quase as matou.

Ent�o n�o venha me dizer que s�o perigosas.

- Voc� n�o entende. - Entendo o suficiente.

Fique fora disso, vai se machucar. Vamos pessoal.

- Espere, tem que me ouvir. - N�o, Clark.

- Eles sabem o que est�o fazendo. - Pelo contr�rio.

Agora escutem.

N�o sabem nada sobre essas criaturas, quem s�o e de onde v�m.

Ao contr�rio deste homem. Diga, Corrigan.

Elas vieram pela perfura��o do po�o de petr�leo,

a 10 km de profundidade.

Claro, eles parecem estranhos a n�s.

Mas somos igualmente estranhos a eles.

Mas n�o representam nenhum perigo para n�s.

- E quanto a Pop Shannon? - E eu?

Eu tamb�m, eu ia arrumar meu cabelo...

Entendam, tudo s� aconteceu porque voc�s estavam com medo.

Sejam sensatos.

Ent�o vamos ficar quietos e deixar as criaturas nos dominarem?

N�o v� que se sair atirando na sombras algu�m ir� se machucar?

V�o para casa e tranquem as portas, deixem-me cuidar disso.

- Voc�? - Est� louco, Clark?

Prometo que cuido dessas criaturinhas,

de um jeito ou de outro.

Se voc�s n�o falam, nem querem ler meu livro,

que tal jogar bola?

O que?

A minha bola

est� toda brilhante.

Voc�s s�o m�gicos?

- De onde veio esse grito? - Da rua acima, eu acho.

Vamos.

Espero que perceba como se fez de bobo.

Ele sempre faz isso.

Quando as coisas ficam complicadas, ele foge.

Vamos ver o que est� acontecendo l� fora.

A garotinha est� bem. Estava s� assustada.

Saia da porta.

Abaixe a arma, Benson.

Homens como voc� fazem com que as pessoas n�o se entendam.

Voc� foi avisado que haveria problemas.

Voc� sabe o que fazer. Vamos.

- E os cachorros, Luke? - Devem sentir o cheiro.

Super-Homem,

estou feliz em ver voc�

- Al�, Srta. Lane. - O Sr. Craig e o Sr. Corrigan.

- Como v�o? - Acho que sabe o que aconteceu?

Temos que parar este tumulto.

Onde est� o xerife? Por que ele n�o est� fazendo nada?

Ah, o xerife. S� uma pessoa d� conta desse servi�o.

O Super-Homem.

Os c�es sentiram o cheiro.

Pop Shannon era apenas um velho.

E Jeff Reagan � grande o bastante para se cuidar.

Mas se essas criaturas tocaram em uma crian�a,

ent�o temos que fazer alguma coisa.

Vamos!

Entraram por esta janela.

Quer dizer que estavam dentro da casa?

Sim, e a menina n�o tinha medo.

Foi o grito da m�e que a assustou.

Eu sei o que voc� est� pensando.

Traga a pequena e a m�e imediatamente para o hospital.

Por precau��o, devem ser descontaminadas.

Descontaminadas?

As criaturas podem ser radioativas.

Bom Deus.

� uma coisa que Benson e seus amigos n�o sabem.

Telefone, preciso de um telefone,

Essa � a maior hist�ria deste s�culo.

- Acho que n�o deve, Srta. Lane. - Ah, e por qu�?

Voc� sabe o que aconteceria.

Manchetes como "Monstros invadem cidade do oeste".

Como rep�rter, tenho obriga��o de relatar os fatos.

Verdade mas esse fato causaria um p�nico nacional.

Voc� viu o que est� acontecendo aqui esta noite.

Devemos parar essa coisa, parar aqui e agora.

Ele est� certo, Srta. Lane.

Pode ser. Mas e quanto a Clark Kent?

Aposto que ele est� contando a hist�ria neste minuto.

Tenho certeza que n�o.

Bem, se voc� diz.

- Mas eu... - Espere.

- Os c�es est�o atr�s deles. - Tenho que ir.

Sim, eles est�o l� em cima, os dois.

Vamos levar a luz at� l�.

- Quem est� do outro lado? - Mary Carpenter e os meninos.

Nos os temos. Eles n�o podem escapar.

Amarre os cachorros, Matt. Eddie, a lanterna.

Deixe-me dar o primeiro tiro, Luke.

A velha Betsy aqui vai derrub�-los com patinhos.

Tem certeza que eles est�o l� em cima?

A menos que eles estejam saindo.

Nesse caso, n�o h� porque nos preocuparmos.

Ilumine o topo da represa.

L� est�o eles.

Calma, Eddie.

Voc�s n�o v�o atirar nessas criaturinhas.

1. N�o fizeram nada contra voc�s.

2. Talvez sejam radioativas.

Se cairem no reservat�rio, contaminar�o o suprimento de �gua.

Guarde sua muni��o, Benson.

Simon, atire!

- Matt, solte os cachorros! - O outro est� fugindo.

Matt, vamos!

Vou levar voc� para um hospital.

Os c�es est�o agindo t�o estranho.

Parece que est�o perdendo o cheiro.

Eles v�o rastre�-lo.

Venham.

Move-se muito r�pido, Luke, vai adiante dos cachorros.

N�o por muito tempo.

Esteve aqui.

Prossigam.

H� um port�o l� embaixo.

Mas que raio � isto?

N�o toque.

Vamos.

Eles o pegaram.

Amarre os cachorros, Matt.

Voc� n�o ouviu? Amarre os cachorros.

S� temos que arrombar a porta, Luke.

Os c�es far�o o resto.

N�o quero perder meus cachorros.

Junte uns galhos secos,

vamos, mexam-se.

Entendi.

O galp�o velho vai queimar como uma mecha.

Os gravetos v�o ajudar.

Para tr�s.

Fique de olho na janela, Eddie.

Acho que o vi na janela.

Luke, o que pode ser aquela coisa brilhante no ch�o?

� r�dio. Se pega em voc�, � como veneno.

Isso deve ser suficiente.

- Voc� o ouviu gritar? - N�o.

- Talvez ele n�o tenha sentimentos. - O outro tinha.

Ele gritou como um louco.

- Vamos. - Ei, Luke.

N�o quer ver como ele �?

Leva horas at� que isso esfrie.

Venham, vamos voltar para a cidade.

Ligue de volta o mais r�pido poss�vel, sim?

Muito obrigado.

Linha ocupada.

Se me permite dizer,

chamar a pol�cia estadual � um erro.

Quanto menos se souber sobre o assunto, melhor.

- Ele est� certo, xerife. - Pode ser.

Mas tenho essas criaturas danadas correndo pela cidade.

E s� tem eu e Jim aqui.

Os outros rapazes sairam com o louco do Luke Benson.

- Voc� tem o Super-Homem. - Se ele n�o resolver, quem o far�?

E o que ele fez? Colocou aquela criatura no hospital.

- Ele est� no hospital? - N�o. Kent est� l�.

- N�o sei onde est� o Super-Homem. - Est� vendo?

Ele n�o est� fazendo nada.

Acredita que esse Super-Homem pode voar, como dizem?

Bem, eu gostaria de ver.

Corrigan e eu vimos.

Voc� estar� fazendo um grande favor � cidade

se mantiver a pol�cia fora.

Olhe deste modo:

Kent e Miss Lane s�o rep�rteres no melhor jornal do pa�s.

Se voc� fizer isso sozinho vai mostrar quem voc� �.

Trar� boa publicidade, coisa de cidade grande.

Por outro lado, se chamar a pol�cia estadual...

Escrit�rio do xerife.

Oh, ainda ocupado, hein? Bem, tudo bem, eu...

Sim, retorno amanh�.

Muito obrigado.

Xerife, fez a coisa certa.

A� vem Luke Benson.

Pegamos as duas.

- Que duas? - As criaturas.

Sim, Weber atirou em uma na barragem.

Os c�es perseguiram a outra

at� o galp�o atr�s do po�o.

N�s incendiamos o galp�o e o fogo acabou com ele.

Voc� s� pegou um.

Eu acabei de dizer...

Eu ouvi voc� e ainda digo que s� pegou um.

O outro est� no hospital.

O que voc� est� falando?

O Super-Homem o pegou quando caiu do dique

e o levou ao hospital com uma bala no peito.

Weber, voc� e Eddie, re�nam os rapazes.

O que pensa que vai fazer, Luke?

Vou enforcar essa criatura.

N�o vai pendurar nada nesta cidade,

Luke, s� vai pendurar o bacon.

Quem vai me parar?

Ninguem, porque voc� nem vai come�ar.

- Coloque as algemas nele, Jim. - Fiquem onde est�o.

Largue a arma, n�o quero problemas com voc�.

N�o ter� problemas se n�o sair procurando por eles.

Siga-o, Jim.

S� os dois n�o conseguir�o parar o bando do Benson.

Melhor avisar Kent no hospital.

Boa ideia.

- Aquele homem de fantasia... - Super-Homen.

Bem, ele n�o tinha o direito trazer este monstro aqui.

E voc�, Dr. Reed, n�o tinha o direito

de admit�-lo sem minha autoriza��o.

Perdoe-me, mas...

N�o pode culpar o Dr. Reed, era uma emerg�ncia.

Meu jovem, eu dirijo este hospital.

Livre-se dessa criatura.

Pode morrer. Nem um cachorro seria tratado assim.

Este n�o � um hospital para c�es.

Vou sair agora mas voltarei pela manh�

e se essa coisa ainda estiver a�, haver� problema.

- A bondade do homem... - Mas essa coisa n�o � humana.

- Como sabemos? - Certo, como sabemos?

Doutor, voc� pode retirar a bala do peito dele?

Mas Sr. Kent, se ele � radioativo, n�o quero chegar muito perto dele.

Espere, a prote��o de chumbo que usamos para raios-X.

- Senhorita Ronson... - Ah n�o.

N�o me ter� naquela sala de opera��o.

- N�o posso operar sem ajuda. - Eu ajudo.

A criatura que Weber baleou est� no hospital.

N�o vamos deix�-lo l�.

Vamos peg�-lo e enforcar.

Os reporteres do jornal e os caras do petr�leo

v�o querer nos impedir Mas n�o vamos parar.

Esta � a nossa cidade, nenhum estranho vai nos dizer o que fazer.

- Certo. - A� vem o xerife.

O xerife.

Voc� est� preso, Benson.

Se voc� n�o parar seus rapazes...

Joguem-no na cadeia at� terminarmos aqui.

O resto de voc�s me siga.

SALA DE OPERA��O

Ele vai viver, doutor?

Se n�o tiver nenhuma complica��o.

� incr�vel.

A caixa tor�cica dele � igual a de um ser humano.

O mesmo n�mero de costelas, a localiza��o dos pulm�es.

A �nica diferen�a parece ser o cabelo dele.

- E a cabe�a grande. - Gostaria de examinar a cabe�a.

Fiz alguns trabalhos sobre capacidade do c�rebro...

Clark. Onde voc� esteve?

- E porque est� nesses trajes? - Al� Lois.

Dr. Reed, Srta. Lane

- Como vai? - Sabe o que aconteceu?

Eles atiraram em um desses monstros.

Dr. Reed acabou de remover a bala. Est� aqui ao lado.

Al�?

Eu... digo, o Super-Homem o trouxe aqui.

Ent�o voc� sabe sobre o Super-Homem?

Se n�o eu, quem saberia?

Tenho que ir ao consult�rio Sr. Kent.

eu fico de olho nele, se eu n�o for demitido.

- Ah, n�o se preocupe. - Foi um prazer, Srta. Lane.

Um jovem com coragem.

Infelizmente isso n�o se aplica a voc�.

- Um dia desses eu... - Um dia desses o qu�?

Esque�a. Venha, tenho que encontrar Corrigan.

Sempre faz isso, come�a uma frase e muda de id�ia.

- Eu mudo? - Do que voc� tem medo?

- O que voc� est� escondendo? - Escondendo?

Pode dar a impress�o de que voc� leva uma vida dupla.

De fato?

Sim, e n�o sou a �nica que pensa assim.

Isso � engra�ado porque...

- O que �? - Eles est�o acima na rua.

- Quem? - Craig e Corrigan.

- N�o vejo ninguem. - Continue olhando.

- Eles est�o vindo. - Quem?

Benson e a turma dele.

Benson sabe que o Super-Homem trouxe a criatura para o hospital.

- Calma. - Benson quer enforcar.

- Ah n�o. - Um grupo de linchamento.

Eles querem ver sangue. Ningu�m os impede agora.

- Imagino. - Aonde voc� vai?

Eu volto j�.

Morrendo de medo. � lament�vel.

L� vem eles.

Eu nunca pensei que iria ver uma coisa assim.

Saia do caminho, antes que Corrigan use a for�a.

O Sr. Corrigan n�o precisa me tirar do caminho.

Saio sozinha do caminho, se eu quiser.

Mas n�o sinto vontade de sair.

- Tire as m�os... - Pare!

Seu covarde sujo.

Tire-a do caminho.

Nem tente nada, Benson.

Dr. Reed est� de servi�o hoje

e n�o autorizou a entrada de ningu�m.

A� est� a sua resposta, senhor.

Pode ser resposta para voc� mas n�o � nada para mim.

� a nossa cidade, dev�amos enforc�-lo tamb�m.

Sim.

Voc� est� bem, Srta. Lane?

D� passagem ou ter� problemas.

- Encha-o de chumbo, Luke. - O Sr. Benson j� tentou isso.

N�o funcionou.

Vou lhe dar mais uma chance de n�o agir como for�a de assalto.

Quem � voc� para nos dizer o que fazer?

S� digo que essa criaturinha tem o mesmo direito de viver que voc�.

N�o esque�a, voc� invadiu o mundo dele.

Voc� enfiou um cano a uma profundidade de 10km.

E quando ele subiu voc� atirou nele.

V� para dentro e fique longe da porta.

Quem deu aquele tiro podia ter matado a Srta. Lane.

� obvio que nenhum de voc�s merece ter arma.

Ent�o vou tir�-las de voc�s.

BEM-VINDO A SILSBY

"CASA DO MAIS PROFUNDO PO�O DE PETR�LEO DO MUNDO"

MANTIMENTOS - CARNES - LEGUMES

VINHOS E CERVEJAS

Voltem para dentro.

O que voc�s querem?

N�o tenham medo.

Ningu�m vai machucar voc�s.

Ningu�m lhes causar� nenhum dano.

Esperem aqui, n�o tenham medo.

Esperem.

Eles querem o ferido.

Como sabe, eles n�o falam.

- Ele fez gestos. - Certo.

Ele apontou para mim e moveu os bra�os.

Sabem que eu peguei no bra�os o que foi baleado no dique.

C�us! E o que era aquela coisa brilhante que apontavam para voc�?

Algum tipo de arma. Certamente muito perigosa.

Vou busc�-lo, antes que a usem.

- N�o pode ser movido. - Tem que ser.

Se entregarmos sem assust�-los,

levam-no de volta para o lugar de onde veio e assunto encerrado.

Tudo bem.

Ei, Luke tem 3 desses monstros andando na frente do hospital.

Segure todo mundo aqui.

N�O PREGUEM CARTAZES

Ajuda!

Desligue essa coisa!

Pare!

N�o!

HOSPITAL DO CONDADO

V�o agora.

Ningu�m lhes causar� dano.

Voltem para o seu mundo.

Salvou a minha vida.

� mais do que voc� merece.

- Tudo ok? - Sim.

Usei um contador Geiger para testar a mulher e a garotinha.

Nenhuma rea��o.

Kent estava certo era uma fosforesc�ncia inofensiva.

R�pido, para tr�s.

Destruiram o po�o para que ningu�m possa segui-los.

� como se diz:

"Voc� vive a sua vida e n�s a nossa."

* Tradu��o RobOpen *

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