All language subtitles for Your.Friends.and.Neighbors.S01E02.1080p.x265-ELiTE

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian Download
am Amharic
ar Arabic Download
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian Download
br Breton
bg Bulgarian Download
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian Download
da Danish
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French Download
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German Download
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew Download
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian Download
ia Interlingua
ga Irish
it Italian Download
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean Download
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam Download
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese) Download
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish Download
pt-BR Portuguese (Brazil) Download
pt Portuguese (Portugal) Download
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian Download
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian Download
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese Download
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American) Download
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish Download
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish Download
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Pois, somos muito menos estruturados do que a Bailey.

N�o dividimos o pote por sector, mas por rela��o.

Comemos o que matamos,

mas, muitas vezes, fa�o parceria com um gestor,

num objetivo espec�fico, se achar que aumenta as hip�teses.

- Transpar�ncia no escrit�rio. - Sim, faz sentido.

Sei que est�s habituado a uma abordagem mais compartimentada, Coop,

mas, tenho de te dizer, acho que pode ser �timo para n�s.

Max. Sim, entra.

- Coop, conheces o Max Cone? - N�o sei, conhe�o?

O jantar da Robin Hood.

Ultrapassaste a minha oferta na suite da Taylor Swift.

- Certo. Desculpa l� isso. Sim. - Sim.

Tenho uma filha de 17 anos, teria sido um inferno.

- Aposto. - O Max � uma superestrela.

Est� com a m�o quente em todos os mercados emergentes.

Bem, estou ansioso por saber tudo.

Tens conhecimento do acordo de n�o solicita��o?

N�o h� crise.

O custo de execu��o seria demasiado alto, mesmo para a Bailey.

Muito bem, ent�o tenho a minha carteira, de forma transparente, claro.

A comiss�o � a habitual,

s� falta acertarmos as percentagens das a��es.

� isso?

N�o exatamente, n�o.

A carteira � do Max.

Serias um mercen�rio a ca�ar e recolher � comiss�o.

Veremos como corre.

Trabalhar�amos juntos para atrair capital.

Eu apanho os elefantes para o mi�do,

ele aumenta a carteira, e depois descartam-me?

Eu n�o preciso da ajuda de ningu�m.

Com todo o respeito, Max, o teu chefe acha que sim,

ou n�o estar�amos a ter esta conversa, n�o �?

Coop.

A Three Yankees fez 7%, no ano passado, Ben.

E, no anterior, perderam 20%, quando j� todos ganhavam.

Super�mos o �ndice do agregado.

Max, est� calado. Ningu�m quer saber do �ndice.

- Quem � o pai dele? - Qu�?

Est� aqui nem h� cinco minutos, e j� sei que � filho de algu�m.

Da minha irm�.

Bom, tio Ben,

est�s a uma cobertura de margem de ir vender pardieiros em Nova J�rsia,

e vais entregar as chaves a um cromo de sapatos rascas

do clube do esperma da sorte.

- Mano, n�o podes chegar... - Cala a boca, Max.

Coop.

Ben, s�o um navio a afundar-se.

S�o uma piada em jantares.

Pelo que ouvi dizer, somos os �nicos que falamos contigo.

E o que � que isso diz de voc�s?

Boa sorte.

TECNOL�GICAS RECUPERAM RITMO RECORDE NO 2.� TRIMESTRE

Era um desempregado, aparentemente intoc�vel,

num carro de 200 mil d�lares,

vestido com o meu melhor fato e um rel�gio roubado.

Nada fazia sentido, e, sendo esse o caso,

era altura de come�ar a pensar noutras op��es.

Um Patek Philippe Nautilus, de 18 quilates.

� um belo rel�gio.

Tenho de consultar o livro,

mas creio que lhe posso dar uns 175 mil por ele.

Sim, h� uma forte procura por isto.

Duzentos.

Cento e oitenta e cinco.

Melhor e �ltima oferta.

- Vendido. - �timo.

S� preciso da caixa e dos documentos.

N�o � novo.

Eu sei, mas tem n�mero de s�rie

e certificado de autenticidade, de que vou precisar.

Eu n�o tenho nada disso.

Foi um presente.

Certo.

Lamento, amigo.

Sem documentos, n�o h� neg�cio.

E se eu baixar o pre�o?

Tome.

V� a este s�tio, no Bronx.

O nome � Lu.

- Lu? - Sim.

Diga que vai da parte do Lipschitz.

LOJA DE PENHORES VARGA

LOJA DE PENHORES VARGA

� o Lu?

Quem quer saber?

Desculpe, venho da parte do Lipschitz.

A Lu sou eu.

- Como conhece o Lipschitz? - Acab�mos de nos conhecer.

Onde? Num bar, numa sinagoga, numa reuni�o dos AA? Onde?

Na loja dele. Eu s�...

Estou a tentar vender isto.

Vamos l� para dentro, Rocco.

Venha, vamos dar uma olhadela.

V�o para cima ver TV enquanto a av� faz neg�cios, est� bem?

- Est� bem. - Est� bem.

Sim, a minha mulher acha demasiado vistoso.

Demasiado vistoso?

� por isso que n�o usa alian�a?

Vai comprar o rel�gio ou vai analisar-me?

Posso fazer as duas coisas ao mesmo tempo.

Dou-lhe 65 por ele.

O Lipschitz ia dar-me 185.

E depois mandou-o c�.

Se o pudesse vender, n�o estaria aqui.

Noventa e cinco.

N�o v�m c� homens como o senhor muitas vezes.

� investidor? Corretor?

N�o importa.

� um homem que compra e vende coisas nas quais nunca toca.

Tira avalia��es do rabo.

A sua compet�ncia � vender esse valor a outros idiotas ricos.

E agora est� aqui, a vender-me algo que consegue segurar na m�o.

Isto � novo para si.

N�o compreende este mercado, mas acha que sabe negociar nele.

Isso n�o � sagacidade, � estupidez.

Talvez seja s� desespero.

� a primeira coisa honesta que diz.

Agora, podemos fazer neg�cios.

Dou-lhe 60.

Tinha dito 65.

Aceito.

Convenceu-me a voltar ao meu pre�o inicial.

Que grande negociador.

AMIGOS E VIZINHOS

Amor!

Est� na hora.

Est� na hora.

- Bom dia. - Estamos atrasados.

Respondeste ao teu pai?

Est�s a brincar?

Responde-lhe, por favor. Por mim.

Sim, est� bem.

Olha l�.

Adeus, m�e.

Bra�o para o c�u ao inspirar, bra�o direito para tr�s.

Baixamos o bra�o esquerdo...

A minha tanga engravidou-me.

Aqui tem.

Ol�.

CENTRO DE BEM-ESTAR E ACONSELHAMENTO

Obrigada.

Ela �, tipo, perita a inventar formas de insultar o namorado da minha m�e.

Era s� uma selfie, e eu partilhei-a com o meu namorado,

depois, ele partilhou-a com os amigos...

Desisti do clube de rob�tica.

Conta-me o que aconteceu.

N�o me pode obrigar a falar.

Ele desce as escadas com flores,

e espeta-me o beijo mais longo e lambido

alguma vez visto na vossa vida...

Mark.

Sim, a minha m�e passou-se comigo, como � costume.

Suponho que lhe dei raz�o, pela mil�sima vez.

Espera l�.

Podemos admitir que h� uma diferen�a

entre apanhar um castigo e riscar um carro?

Sim, eu sei.

Foi a primeira vez que fizeste algo assim?

A primeira vez que me apanharam.

- Conheces o dono do carro? - N�o, n�o foi nada disso.

Ent�o, porque o fizeste?

Quero dizer, talvez n�o saibas, mas eu gostava de saber

o que te passou pela cabe�a.

Tipo... eu fico t�o zangado...

N�o � bem raiva, � mais uma energia,

que se acumula dentro de mim

e me p�e ansioso.

E chega a um ponto em que me sinto a vibrar com isto,

e, se n�o fizer alguma coisa, vou explodir, sabe?

E depois, parto uma janela

ou risco um carro.

E, tipo...

... sinto que aquilo sai de mim, e volto a conseguir respirar.

Todos temos um sonho. Um nirvana que imaginamos.

O lugar aonde queremos chegar

e que finalmente significar� que conseguimos.

Sucesso, felicidade, paz.

Para mim, isso era Westmont Village,

com as casas a custar sete e oito d�gitos, relvados ondulantes e clubes exclusivos.

Mas come�ava a suspeitar

de que os meus sonhos eram t�o merdosos

como o resto de mim.

Coop!

O Clube de Campo Oakwood.

Cem mil por ano compram o privil�gio

de pagar 40% acima do mercado

por cada salada, hamb�rguer, caf� e cocktail que servem.

Mas, se n�o formos membros,

parecer� a todos os outros que n�o fomos aceites.

� a velha economia de extors�o social,

mas ver as coisas como s�o nunca me demoveu de ir para a fila

com todos os outros ot�rios.

Boa.

Tenho de me esfor�ar.

Porque est� a treinar com o Nick?

Porque est�s atrasado.

Boa!

O t�nis � comigo.

Podes, por favor, n�o o deixar fazer isso?

N�o foi planeado, Coop,

mas nunca sabemos se vens, e o torneio � amanh�.

Ela est� �tima.

Ela precisa de um UTR de 9 s� para Princeton reparar nela.

Pensava que j� era 9.

N�o, est� em 8,7.

Tem de vencer dois jogos seguidos

contra recrutas de quatro ou cinco estrelas.

Como � que um basquetebolista vai ajudar?

Ele estava aqui. A horas.

Tens raz�o.

Vamos l�.

Coop, desculpa l�, s� queria ajudar.

Sim. Se eu souber de quem precise que lhe comam a mulher,

eu aviso-te.

Muito bem, vamos treinar � rede?

O treinador diz para n�o subir.

Bem, ele tem raz�o, exceto quando...

... n�o tem.

O torneio � amanh�. N�o � boa altura.

� t�nis b�sico. V�, deixa-me mostrar-te.

D�-lhe com for�a.

Est�s bem?

Boa. Muito bem.

Foi como fizeste ao meu namorado.

Bem, valeu a pena.

Ol�, Tori.

- Ol�, Chels. - Boa sorte para amanh�.

Igualmente... cabra.

- N�o eram amigas? - E somos, mas s� h� um lugar

na equipa de t�nis.

V� o lado positivo, talvez ela n�o entre em Princeton.

Talvez eu n�o entre.

Agora est�s s� a ser parva.

V� l�, volta � linha de fundo.

Vamos.

Parece estar a correr bem com o Nick.

Tudo bem.

Ainda s�o os primeiros dias.

Primeiros dias? Ele praticamente vive contigo.

Qu�? N�o vive nada.

Estou sempre a mand�-lo para casa.

Gosto de ter a minha cama s� para mim.

Manda-o para mim. Fica na garagem, como o corta-relva,

para quando precisar de uma aparadela.

Que significa isso?

- N�s andamos no gin�sio dele. - Sim.

- �timas aulas. - �timo.

Prefiro o Equinox.

A Mel precisa do seu espa�o...

- Esque�am. - ... n�o �?

- Merda. Malta. - Que foi?

O Paul est� aqui.

C�us. � a empregada de mesa?

Sim, em carne e osso.

Literalmente, est� ali a carne toda.

N�o acredito que a trouxe aqui.

Deveria ser proibido.

Que se foda.

Sim, ela que se foda.

Que idade tem ela? Uns 16, 17?

Vinte e quatro.

- Chama-se Misty. - C�us.

Eu teria dito Savannah, mas Misty faz sentido.

Sim.

Bem, j� viram os restaurantes.

Todas as funcion�rias s�o uma vers�o dela.

Que foi?

Excluindo a presente, claro.

N�o faz mal.

Ele escolheu-me h� 15 anos, quando eu usava biqu�nis assim.

Deixa-te disso, Sam. �s boa como o caralho.

E quando estiveres pronta,

vamos fazer-te um arranjinho com um solteiro eleg�vel.

Sim.

Sim, Sam, nem saber�s o que fazer a tanta pila.

Pronto.

Que sabes tu sobre pilas?

Obrigada, malta, mas ela que fique com ele.

E tu ficas com o dinheiro dele.

Apoiado!

Brunch de fim de semana no clube, onde h� boa comida,

boa companhia, e um desfile intermin�vel de consumismo ostensivo.

N�o � que nunca tivesse reparado, mas, agora, via-o de forma diferente.

Ol�, malta, como vai isso?

Ol�, Coop. Vais juntar-te a n�s?

Talvez. Viram o Hunter?

- Algu�m? - Est� algures por aqui.

Jake, ol�!

- Ol�. - Foda-se.

Ol�, Jake. Como est�s, amigo?

Sr. Cooper.

Desculpa aquilo, no outro dia.

Fui apanhado de surpresa.

Sim. Sim, eu tamb�m fiquei surpreendido.

Aposto que sim.

Bem, espero que n�o haja...

... danos permanentes.

E, mais importante, que n�o haja ressentimentos.

- Claro, sem ressentimentos. - �timo.

�timo. V�, sentem-se, comam.

Sim, Jake, vem... Vamos pedir...

- Que tal? - Gostaria mais se fosse sincero...

E eu gostaria mais que ele n�o tirasse as cal�as.

Percebes? V� l�.

Pronto. Se virem o Hunter, digam-lhe que ando � procura dele.

Obrigado.

- Ol�. - Ol�.

- Como est�s? - Bem, ainda zangada contigo.

Eu sei, mas, sinceramente, n�o me lembro bem porqu�.

- Foda-se, Coop. - Estou a brincar.

Estou a brincar. Desculpa.

Sam, v� l�.

Desculpa pela outra noite, estava preocupado.

Normalmente, ficaria zangada mais tempo,

mas o Paul trouxe a empregada de mesa, e estou vulner�vel,

o que me irrita muito, ent�o...

Pois. Viste o biqu�ni dela?

Sabes, n�o reparei.

Isso � porque era t�o pequenino.

A quest�o � que preciso de me sentir sexy muito em breve,

ent�o vou dar-te uma ab�bia.

- Farei com que valha a pena. - Podes crer.

- Ol�, meninas. - Ol�, malta.

Como vai isso?

Ol�, meninas.

- Ol�. - Brad, Jules, como v�o?

Ol�, Coop. Que h� de novo?

C�us, o mesmo de sempre. Como v�o as coisas no banco?

Est�o meio a tremer com as subidas das taxas.

- Mas vemos a sa�da. - Por favor, poupem-nos ao jarg�o.

Chelsea, vi-te a jogar.

Pareces muito forte.

Obrigada, Sr. Cooper.

Vi o Nick a treinar com a Tori.

Voc�s v�m com tudo, n�o �?

Isso era com o Coop, amor.

Ele jogou em Princeton.

Eu sabia disso?

Foi noutra vida.

Bem, prevejo ver as nossas filhas novamente na final, como no ano passado.

- Que achas? - Aposta inteligente.

Ol�. Como est�o?

Ol�.

Muito bem, malta. Bom fim de semana.

- Ol�, querida. Como estava a piscina? - �tima.

Falando de apostas inteligentes,

n�o foi f�cil conseguir a entrevista na Three Yankees.

V� l�, era um emprego da treta.

Que poderia ser teu.

Olha, foste banido, meu amigo.

E, para poderes regressar,

tens de meter um p� na porta. Eu abri-te o raio da porta.

N�o vou cantar por comida, Barney.

Vejamos como afinas daqui a seis meses.

Tu s� est�s preocupado com os teus 5%.

Podes crer que sim, e com os 40 mil que me deves.

- S� estou a dizer. - Sim, e eu s� estou a dizer que...

- ... tenho de ir. - Acabaste de te sentar.

Eu sei. Tenho de ir. Ent�o?

- Ol�, pai. - Ol�.

Est�s pedrado?

N�o.

- Quase nada. - Hunter.

� na boa, foi s� uma passa.

Controla isso.

�s muito novo para essa merda.

N�o ias comprar a bateria?

Longa hist�ria. Est� em minha casa.

Podemos ir busc�-la?

Podemos ir no carro da m�e.

Por acaso, � uma boa ideia.

Olha, tenho um recado, primeiro, e depois vamos buscar a bateria.

De acordo.

Muito bem. Porque n�o vais trocar os carros?

N�o podes faz�-lo tu?

Ela passa-se, se me vir pedrado.

Se n�o aguentas a pena, n�o cometas o crime.

Vai busc�-lo. V� l�.

- Como correu? - Melhor que o esperado.

Sim? Toma. Vais precisar disso.

GIN�SIO DO RABO FORTE DO NICK

Que raio � aquilo?

N�o tinhas visto o Rabom�vel?

� do Nick.

Tem muito orgulho nele.

Aposto que sim.

- Obrigado. - Sem problema.

- Traz isso. - Sim.

Desculpa.

Ol�. Entrem.

Temos uma m�quina de caf� nova.

Vou fazer caf� para todos.

Foste despejada?

- M�e. - N�o, n�o fui despejada.

S� estou a perguntar.

A casa estava decr�pita, vamos arranjar uma melhor.

- E porque � que ela n�o fica contigo? - Obrigada, m�e.

S� estou a dizer que isto n�o � o Ritz.

Porque quererias voltar para c�?

N�o tenho quarto de h�spedes.

Estou sempre a esquecer-me de que j� n�o est�s na casa grande.

Olha, se te d� transtorno, eu posso...

N�o, claro que n�o.

S� estou a dizer.

A dizer o qu�, exatamente?

Que gostava de saber porque � que ambos est�o t�o empenhados

- em dar cabo da vida, s� isso. - Cum cara�as.

Quem quer descafeinado?

- Eu. - N�o temos descafeinado, Ron.

- As c�psulas prateadas s�o descafeinado. - N�o, eram as azuis, que acabaram.

Queres na mesma?

� uma altura t�o boa como qualquer outra para ficar mais ansiosa.

Vou levar as tuas malas para cima.

Andy, o teu caf�.

Sim, pai, tomo depois.

Vi o Bruce e a fam�lia dele na Stop & Shop.

Tem dois filhos ador�veis, com um tom de pele lindo.

� mais claro que o do Bruce, por causa da mulher dele.

Que bom, m�e.

Enfim, ele pareceu feliz por me ver, tendo em conta a situa��o.

E n�o pude deixar de pensar em como as coisas poderiam ser

se tivesses casado com ele.

Eu teria continuado a ser eu.

- Voc�s iam casar? - � uma longa hist�ria.

Ela fugiu do pr�prio casamento.

- Tive um surto psic�tico. - Eu sei.

N�o te estou a culpar. S� estou a dizer.

Mudan�a de planos.

- Vamos embora. - Est� bem.

Esperem, o que aconteceu?

Aonde v�o?

N�o podias ter preparado o quarto? Feito a cama?

Planeava faz�-lo.

Certo.

V� l�, vamos embora.

Adoro-te, m�e.

Adoro-te, pai.

V� l�.

Por aqui.

Ningu�m bebeu o caf�.

A av� � mesmo ot�ria.

Parceiro, n�o fazes ideia.

Podes ficar no meu quarto, Ali.

Isso � muito querido, amor, mas n�o quero invadir o teu espa�o.

N�o faz mal.

� raro estar l�.

Foda-se.

N�o te ponhas � porta, � sinistro.

Desculpa.

Toma, esta � a �ltima.

�timo. Obrigada.

Desculpa tirar-te assim o ch�o.

Por favor. Eu fico bem.

S� preciso de algum tempo para me recompor,

e arranjo-te outro lugar, est� bem?

Andy, tomas conta de mim h� anos.

Por muita merda que penses ter feito,

sempre foste um irm�o acima da m�dia.

Estaria perdida, sem ti.

C�us.

SAMANTHA LEVITT IMAGEM EM ANEXO

Tenho de fazer uns recados.

Ficas bem aqui algum tempo?

N�o preciso de babysitter.

- Vai. Vive a tua vida. - Certo.

Arruma essa merda. Guarda tudo. V� l�.

H� oitenta e tal anos, Herschel Levitt fugiu ao Hitler

e emigrou para os Estados Unidos,

onde juntou dinheiro para comprar um pequeno diner

no norte do estado de Nova Iorque, junto � autoestrada.

Quando o seu neto pr�-diab�tico Paul, marido da Samantha,

herdou o neg�cio da fam�lia,

eram nove diners e uma s�rie de restaurantes de luxo.

E agora, o imp�rio de Herschel, que sustentou a fam�lia quase um s�culo,

ficaria ao sabor dos caprichos da lei do div�rcio nova-iorquina.

Tudo porque o Paul n�o conseguiu manter a pila nas cal�as.

Ol�.

Desculpa, que � aquilo?

� do Nick.

Sim. Tem muito bom gosto.

E porque tens o carro do Nick?

Bem, tive de trocar

para ir buscar a bateria do Hunter

e n�o tive tempo de o levar. Foi...

... um dia daqueles.

Queres que o meta na garagem?

N�o, tenho uma ideia melhor.

Espera. Toca-me no rabo.

Sim. V� l�. C�us.

Sim.

Sim. Foda-se! C�us.

Espera. Foda-se!

Foda-se!

O Nick vai adorar o cheiro novo no carro.

Sa�ste do clube � pressa, hoje.

Pois. Assuntos de fam�lia.

- Est� tudo bem? - Sim.

Est�... Sim. Tudo bem.

Sabes, est� a ficar mais dif�cil ir ao clube, ultimamente.

O �nico ponto positivo � ver-te,

e temos de fingir que n�o se passa nada.

Pois, mas n�o sei se aguentaria

estar no centro de outra controv�rsia do clube, agora.

C�us, n�o. E a tua j� n�o � novidade.

A minha est� a come�ar a intensificar-se.

Sabes, a namorada tentou falar comigo, hoje,

sobre os n�veis de ansiedade do Henry.

E como correu isso?

N�o t�o bem como ela esperava.

Sinceramente, estou indecisa entre odi�-la ou ter pena dela.

Odeia-o a ele. Tem pena dela.

E fodo-te a ti.

Exatamente.

C�us, agora, receio que o Henry tenha ansiedade.

- Ela mexeu contigo? - Sim.

Eu sei. � t�o irritante.

Est�s de sa�da?

Bem, pensei em passar c� a noite e sair antes de os mi�dos acordarem.

� uma �tima ideia.

Pod�amos ouvir um podcast.

Sei de um muito bom.

� sobre... organiza��o dom�stica.

- E... - Certo.

Temos de... separar as panelas das tampas.

Muito bem. Isso � inteligente.

Sim, e depois...

... h� um quarto s� para malas.

Um quarto das malas.

Isso � muito conveniente.

N�o? Certo.

Como correu hoje, com o teu pai?

Bem.

Fizeram algo divertido?

Podes divertir-te com ele, sabes?

N�o fico magoada. Eu prometo.

Eu sei.

E � normal teres saudades dele.

Sinceramente, n�o � muito diferente de como era.

Porqu�?

Tinha de fazer xixi.

Eu percebo.

Podes aconchegar-me?

Claro, parceiro.

Onde �?

- Ali. - Muito bem, para a cama.

Isso.

Vamos aconchegar-te. J� est�.

Pronto, boa noite.

Preciso do meu drag�o.

- Onde est�? - Na c�moda.

Sim, ali est�.

Este aqui? Sim.

Muito bem, parceiro, toma o teu drag�o.

Podes ficar at� eu adormecer?

Claro, parceiro, claro.

Estarei aqui, est� bem?

Fico aqui mesmo. Vamos adormecer os dois.

Muito bem.

Pronto, parceiro.

Era em momentos como este,

sentado no ch�o em casa de outra pessoa,

a meio da noite, a aconchegar o filho de outra pessoa,

que eu me apercebia do quanto nos podemos afastar da nossa vida,

sem ir a lado nenhum.

Ol�?

Bom dia.

Estava com dificuldade a apanhar o jeito � cozinha,

por isso, fui comprar tudo o que mais gost�vamos em crian�as.

Trouxeste leite?

Foda-se.

Estou a brincar. Eu tenho. Acho eu.

Parvalh�o.

Ent�o, a Sam Levitt.

Sim.

Tipo, agora que o dizes, at� faz sentido.

Ambos atraentes e solteiros h� pouco tempo.

E n�o h� solteiros aqui,

ent�o, ou � a Sam Levitt ou adult�rio.

Come�o a desejar n�o te ter contado.

N�o me interpretes mal.

A Sam � uma brasa.

Segundo me lembro.

Podias estar bem pior.

- Certo? - N�o � mau.

Que foi?

Tipo, costum�vamos convid�-los para jantar.

E �amos a casa deles.

� do Nick e da Ivy tamb�m. Agora, ele est� com a Mel,

eu durmo com a Sam, o meu emprego...

Parece que algu�m baralhou o universo todo,

e eu fiquei de fora do baralho.

Bem-vindo � minha vida.

Eu limpo isto.

- Limpas? - Provavelmente, n�o.

ENT�O, AMOR? ONDE EST�S?

MERCEARIA. ATRASADA. ENCONTRAMO-NOS NO CLUBE

Que idade tem, Tony?

Acabei de fazer 41.

Quarenta e um.

Que bela idade. Lembro-me bem.

A esquecer as tretas dos trintas,

a come�ar a sentir-me como uma verdadeira adulta.

E, ao envelhecermos, vemos que isso n�o existe.

E que n�o sabemos que porra andamos a fazer.

Damos connosco a beber de dia num bar.

Algo por que ansiar.

Sente-se bem?

Sim.

N�o ligue.

Sabe,

sempre achei que era mais velho que a Mel.

� p�ssimo a mentir.

Quer mais um?

Sim, mas n�o vou beber.

Obrigada, jovem.

Tenha um bom dia.

O Brad e a Julie Sperling n�o estavam em casa.

Sim!

Eu sabia exatamente onde estavam.

E sabia-o porque era onde eu devia estar tamb�m.

Fora! Est� 30-40.

Deuce.

Bingo.

Ol�?

A Jules trabalhava para um grande banco japon�s

e era melhor a negociar e a beber que a maioria dos seus hom�logos homens.

O Brad era um "sangue azul" de Nova Inglaterra

cuja b�blia de fam�lia tra�ava a ascend�ncia at� ao Mayflower.

Tanto quanto sei,

o Brad passava o tempo a jogar golfe e a ler livros sobre guerra.

Rico emprego, se o conseguirem.

A Chelsea, sua filha, era uma mi�da simp�tica

que, esperava eu, estava a ser cilindrada pela minha filha

no court de t�nis nesse preciso momento.

O Richard Mille Felipe Massa com cron�grafo autom�tico,

com a ic�nica caixa em ouro rosa e tit�nio

e fun��o flyback, custa mais de 225 mil d�lares.

H� anos que n�o via o Brad com isto,

por isso, dificilmente daria pela falta.

Pode j� ter-se esquecido de que o tinha.

Fora! Jogo, set e partida.

Tori Cooper passa � final.

SERVI�O DE PERGUNTAS E RESPOSTAS

Parecia que a Jules e o Brad n�o deixavam nada ao acaso.

Tinham comprado os exames de admiss�o do m�s seguinte, com as respostas.

Trinta a trinta.

Desculpem, malta.

Com licen�a.

Perd�o. Desculpem.

A s�rio?

Eu sei, desculpa.

O que � que era mais importante que isto?

- Perdeste dois jogos. - Um imprevisto, est� bem?

Parece que ela se saiu bem.

Est�s a brincar? Ela partiu tudo.

Quando te disse para estares l� por ela, era a horas.

�s uma caricatura de ti pr�prio.

J� pedi desculpa.

N�o � a mim que tens de pedir desculpa.

- Est� bem, ent�o podemos esquecer? - Est� bem.

- Quarenta, 30. - Linda menina.

- Fora! Deuce. - Sim.

Muito bem, Chels.

Era uma sensa��o nova e estranha estar ali

ap�s estar em casa deles a remexer nas coisas deles,

com o seu rel�gio de 225 mil d�lares no bolso, e eles sem fazer ideia.

Vantagem, Tori...

Para ser sincero, n�o estava a detestar.

- Pimba. Sim! - Sim!

Jogo, set, partida.

Linda menina!

Sim!

Subiste � rede!

Sim, � t�nis b�sico.

Vem c�.

Eu n�o acreditava que pequenos furtos fossem a solu��o

para os meus problemas.

Mas a Lu entregara-me 65 mil d�lares sem fazer perguntas.

E, na minha situa��o atual,

era dif�cil argumentar contra esse lucro isento de impostos.

Ent�o? Rocco, certo?

A Lu est�?

Est�o a perguntar por ti.

N�o, � o tipo branco que parece que escova muito o cabelo.

Certo.

O negociador.

� um prazer voltar a v�-la.

Richard Mille.

Muito chique.

A sua mulher tamb�m o obrigou a vender este?

- Sou divorciado. - N�o me diga.

Deixe-me adivinhar, tamb�m perdeu os pap�is deste?

V� para casa, negociador.

- Qu�? - Sem documentos, nada feito.

N�o disse que conseguia vender isto?

- E agora digo para parar enquanto pode. - ... vendeste-mo...

- N�o entendo. - ... porque precisavas.

- N�o � problema meu. - D�-mo.

- N�o dou. - D�-me o anel!

- D�-me a porra do anel! - J� devia ter feito isto h� muito.

- Sai daqui. - D�-me a merda do anel, Rocco!

� da minha m�e!

Sacas de uma maldita faca aqui?

Credo!

Merdoso. Sabes que �s um merdas, Donnie.

- V� l�! - Vai-te foder, tu e a tua m�e!

- J� chega, Donnie. - S� quero o meu anel, Lu.

"S� quero o meu anel, Lu."

- Vai-te foder, Rocco. - Faltam-lhe 200.

V� l�, Rocco. � a porra do anel da minha m�e.

Quem queres enganar?

Larga o raio da faca e sai da minha loja.

Podes ir-te embora,

ou podes passar os pr�ximos seis meses a desejar t�-lo feito.

Est� bem, Lu. Eu... Foda-se. Desculpa. Est� bem? Desculpa.

- � da minha m�e. - Agora, diz-me que n�o voltas.

V� l�, Lu.

Diz as palavras, Donnie.

N�o vou voltar.

Se voltas a entrar aqui,

sais com um grande buraco, entendido?

Sim.

�s uma vergonha, Donnie.

Ainda c� est�.

Olhe, estou num aperto.

N�o, n�o est�.

Apenas pensa que est�.

N�o o posso ajudar.

Olhe, diga o seu pre�o.

Tenho de pedir ao Rocco para o acompanhar � sa�da?

Foda-se!

� a Lu.

Vou mandar-te uma matr�cula.

Descobre o que conseguires sobre este tipo.

Legendas: Henrique Moreira

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.