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Todos para fora do caminh�o!
Descarreguem as muni��es!
Casper, vem comigo!
Acho que andam � procura de profissionais em �frica.
- Putas? - N�o, mercen�rios, sargento.
E no M�xico, pagam 1300 por m�s, mais transportes.
Esses andam � procura de combatentes, Casper, n�o de mec�nicos.
Disseram-me para me apresentar a si. Sou Hardin.
Fusileiro Charles Hardin, cabo... De onde �s, Charlie?
De El Paso.
Explica-me essa estupidez de te alistares na Guarda Nacional da Louisiana?
N�o o sei. Pelo menos, n�o gostava de ser da Guarda Nacional do Texas.
Que n�o gostes da Guarda do Texas, isso � normal.
Mas se n�o gostas da Guarda da Louisiana, dou-te um enxerto que te fodo todo.
Entendido?
Sim, senhor!
Agora junta-te ao 2� pelot�o e que tudo te corra bem.
Casper, ensina-lhe o caminho.
- E apresenta-o aos rapazes. - �s ordens!
Cessar fogo!
Pois bem, o que conseguimos com toda esta hist�ria?
� um bom treino para ti, Simms. P�e-te musculos nas cal�as.
Isso � a ultima coisa que preciso, treinador.
A menos que querias tratar tu disso.
Talvez eu te rache ao meio, para tratares tu disso.
Calma, rapaz!
Eu sei aguentar uma brincadeira, mas isso n�o! Eu sou muito macho!
- V�, j� chega. - Tem raz�o!
Eu tamb�m gosto bastante de gajas.
Sim, mas aqui n�o vamos ver muito disso.
- A vida � cheia de surpresas. - Que qqueres dizer com isso?
Organizei uma festa no fim de semana.
6 putas de combate � espera do nosso assalto.
Aposto que ficaremos melhor com a Guarda Nacional da Louisiana.
- Mulheres? Onde est�o? - Este tem umas putas no fim da linha.
- Queres dizer putas? - Foi isso o que disse.
Isso � novidade, Spencer.
Eu citei a sa�da de Katahule.
Estar�o ali, com os bra�os abertos, � nossa espera, quando sa�rmos do pant�no.
Haver� uma para mim?
Mim? N�o queres dizer n�s, h�? O que � que tens?
Eh, rapaz!
O objectivo da Guarda Nacional � afastar os negros das mulheres do Sul.
No entanto...
no esp�rito no novo Sul...
desta vez, abriremos uma excep��o.
Que dizes, Hardin?
Tenho esposa. N�o cont�m comigo.
Suponho que tenhas feito algo mais do que ser s� soldadito em El Paso, h�?
T�nhamos tudo bem organizado, s� v�amos os jogos da TV.
Jogar e dormir.
A Guarda da Louisiana � diferente.
Encarregam-nos de fazer coisas importantes como...
apanhar os mi�dos no col�gio e gasear os pretos.
Por favor, gentil Guarda, n�o me bata mais! N�o me atire aos c�es, por favor!
Era como te dizia...
temos uma grande e nobre tradi��o militar.
Eh, Casper!
J� est� bem, Stuckey!
Porta-te como um soldado, maldito filho da puta!
Na vida real, fazes algo de �til ou �s como o resto dos do 2� pelot�o?
Trabalho para a Petranco, sou engenheiro qu�mico.
Um universit�rio!
Isso n�o abunda no Texas, pois n�o?
Esfor�amo-nos para produzir um, de vez em quando.
Tenho a impress�o de que n�o gostas de conversar
com os teus colegas da Guarda Nacional.
Acertaste em cheio.
N�o sou eu que te vou repreender.
O Reece acha sempre que est� a viver um aventura, daquelas dos livros...
O Stuckey, esse nem tem intelig�ncia para ler esses livros.
- Quanto ao treinador... - �, conhe�o o g�nero.
No fundo, s�o bons rapazes, s� querem divertir-se um pouco � custa dos novatos.
S�o idiotas!
S�o a vers�o da Louisiana dos mesmos parvos que sempre me rodearam toda a vida.
Quando fazia a instru��o em Forte Polk, o instrutor...
foi mordido por uma cascavel.
O tipo p�s a m�o numa pedra, sacou do machete...
e cortou-a. Acabou-se o problema!
- O caralho...! - Menos tretas, Stuckey!
Juro-vos que � verdade! Se n�o acreditam...
v�o � merda e deixem-me em paz! Quero l� saber...
Caso vos interesse, temos patrulha nocturna.
Sil�ncio, ou�am-me!
Fomos designados pelo nome "Bravo", ou seja grupo Bravo.
O encontro � no ponto Charlie. Charlie est� mesmo na orla de Katahule.
Marcharemos em forma��o, usando as fardas de camuflagem.
Temos que procurar ganhar todo o tempo poss�vel.
Nada de tendas nem sacos de cormir.
S� os ponchos.
Vamos encontrar todo o tipo de inclem�ncias
neste maldito bosque. Sol, chuva e frio.
Kribbs! Est�s connosco?
Claro que sim, sargento, se n�o h� outra hip�tese...
Ent�o est� bem, vais tu � frente.
Reece, nomeio-te chefe.
Temos que percorrer uns 38 km. Por isso encham bem o vosso cantil.
Cada um de voc�s tem um dever a cumprir. N�o quero que ningu�m refile!
J� o sabem, em combate todos dependemos de todos!
Por uma vez na vossa vida, tentem parecer soldados!
Civil na paz, soldado na guerra!
Eu sou da Guarda Nacional!
Isso mesmo! Nunca se esque�am disso!
ESTADO DE S�TIO
Parece que algu�m fabricou aqui um novo oceano.
Devemos estar neste sector.
Ou este mapa � um nojo, ou n�o tenho a menor ideia de onde estamos...
Est� visto, o canal deve ter transbordado com as chuvas...
- O que antes era terra, agora � �gua. - Aviso a companhia?
N�o, n�o � preciso. Temos duas solu��es...
Ou atravessamos por esta zona,
o que n�o vai ser f�cil, ou pelo contr�rio...
retrocedemos e come�amos de novo.
Por aqui!
Algu�m ca�ou o Rudolph!
De quem achas que s�o essas canoas?
- Nossas! - Pertencem aos ind�genas e deixem-se de merdas com isso.
Achas que flutuam?
Claro, s�o pirogas. Os cajuns utilizam-nas muito.
Agora n�o precisam delas.
- E se as levarmos p�ntano abaixo? - Sim, doem-me as costas.
- Estou feito em papas. - Cheg�vamos a Katahule esta noite...
e punhamos as mulheres sob lei marcial.
A que mulheres � que se referem?
O Spencer ficou com umas senhoras.
Sim, est�o umas tipas � nossa espera, diz ele.
Est� tudo organizado. Noleen e as suas rainhas do p�ntano.
� para nos levantar o moral.
- A s�rio? - Muito a s�rio...
Essas mulheres, est�o � espera numa pequena unidade militar de penetra��o.
Est� mal levarmos as canoas. N�o s�o nossas.
Isso mesmo! N�o s�o nossas!
Ent�o entrem e vamo-nos daqui.
Quieto, parvo! Quem te deu ordens?
Sen�o, como podemos chegar l�?
- Acabas de me convencer, Reece. - Claro, homem, vamo-nos.
Um momento, Reece!
Quem vai devolver aos seus donos estas canoas, se ficamos na outra margem?
Foda-se, tr�s chegam-nos. Que usem as outras para as irem buscar.
Isso � que � raciocinar, amigo. Katahula, aqui vamos n�s!
Que me diz, sargento?
- Est� bem. Bowden, deixa-lhes uma nota! - Sim, senhor!
Vamos, agora tirem os capacetes e apertem os cintur�es. Toda a gente preparada!
Para as canoas, a ver se parecem soldados!
Eh, olhem ali!
Est�o ali, devem ser as canoas deles.
EEh, leiam a nota! Deix�mo-vos uma nota!
V�o levar no c�!
N�o nos entendem.
- Oxal� encontrem a minha nota. - Se calhar, s� falam franc�s.
- Algum de voc�s sabe franc�s? - Sim, "Queres foder comigo?"
O Reece est� cheio de piada!
N�s vamos devolv�-las! N�s vamos devolv�-las!
Duro com eles! N�o quero prisioneiros!
Stuckey! �s um cabr�o!
Casper, r�pido, leva a tua piroga at� aquela margem!
Sargento!
Sargento! Sargento!
Vamos, que ainda nos afundam! Quietos, palermas!
- Para o ch�o! - Spencer, por aqui, corre!
Meu Deus! O que � que se passa?
- Onde est�o? - Sei l�, n�o os vejo!
Abaixa-te!
O sargento! Temos que ir buscar o sargento!
Vai tu busc�-lo, eu vou � tirar esses cabr�es das suas tocas!
Vamos!
Nem penses, vamos!
Maldito sejas, Stuckey!
Nem rasto!
Onde caralho est� esse maldito mapa?
Eu tinha-o comigo, tenho a certeza!
Merda! At� a b�ssola eu perdi...
- Onde est�? - Na �gua! Onde mais � que estaria?
E adivinha quem a tirou.
Vamos a ver, Bowden... Porque viraste as canoas?
Eu n�o virei as canoas! Tu � que come�aste, tu �s o culpado!
Do que � que est�s a falar? Entraste em p�nico, parvalh�o.
Eu j� te mostro o que � p�nico, seu saloio de merda.
Imbecil!
Estamos em patrulha juntos! J� chega!
D�em as m�os!
Certo.
Assim j� gosto, bom. Simms, onde est� o teu r�dio?
Na �gua. Onde mais?
Se a mem�ria n�o me falha... tu ficaste respons�vel por ele!
Aqui est� um homem morto! Que vamos fazer agora?
- Ca�ar os cabr�es que mataram o sargento! - Eu direi aonde vamos e quando!
Vamo-nos!
Que se passa com o sargento Poughom?
Deixamo-lo aqui, a menos que te encarregues dele!
� um soldado americano!
Tem a estrela de bronze, o cora��o p�rpura e a medalha de servi�os do Vietname.
N�o o vamos deixar aqui!
Antes de nos irmos embora, viemos busc�-lo.
Temos uma miss�o a cumprir e vamos cumpri-la, � esse o nosso objectivo.
V�, Casper, n�o discutas!
N�o, porra! N�o o podemos deixar!
- Quem o diz? - Eu, tenho os gal�es,
sou o chefe e n�o quero ouvir nem mais uma palavra sobre isto!
Por isso, a caminho.
Stuckey, n�o percebo porque fizeste aquela merda da metralhadora!
Sim, Stuckey, ningu�m te deu ordens de disparar.
Mas era s� na brincadeira.
- Eram cartuchos vazios. - Esquece!
Esquecer? Merda... Morre algu�m e dizem esquece?
Que uma coisa fique clara, n�o foi o Stuckey que disparou contra o sargento Poole.
O que temos que fazer � voltar ao posto, levar o sargento e voltar por estes cajuns.
Sim! Basta nadar uns metros e entrar neste bosque da merda.
Encontramos logo uns cajuns e matamo-los com cartuchos vazios.
Que te parece?
Este p�ntano bifurca para Este. Assim ser� mais f�cil chegar onde queremos.
Temos que ir para Norte, onde est� a fronteira.
Vamos at� � fronteira.
Mas vamos para Este, a fronteira est� a Norte.
Que merda � que tu sabes, Spencer?
Sei que h� uma grande bola de fogo no c�u que pode sair por Este...
- ... e que vamos at� ela. - Temos que ir at� Este pelo Norte.
Quem � que me explica isso de novo? Por onde temos que ir para chegar aonde?
Decidam por onde vamos, e decidam r�pido!
Cala a boca! Isto � minha responsabilidade!
Iremos para Norte pelo Este!
Faz o que te apetecer!
� isso o que vou fazer, mesmo que n�o gostes, Spencer!
Mexe esse c�!
Peru.
Carne de peru, pele de peru, farinha, gordura de peru e sal.
Cigarros encharcados de �gua, h�?
Sim, salvei um ma�o.
Que sorte, hein?
- J� � hora de dividirmos as balas. - Que balas?
O Reece tem muni��es.
Leva sempre balas, para o caso de achar ca�a grossa.
Em Biguad, tirou uma caixa de balas calibre 5.56.
Que raios significa isso?
- � um segredo militar ou qu�? - Nada disso.
� uma caixa de balas para meu uso pessoal.
Para o caso de nos encontrarmos com os cabr�es que dispararam contra o Sgt Poole.
Deixa-me ver a tua arma!
N�o te aproximes...
D�-me essas muni��es, vamos dividi-las!
Uma merda, � minha e mais nada!
N�o discutas, Reece, d� as balas. � uma situa��o militar.
Estou a dar-te uma ordem, Reece. N�o te armes em tonto.
Aproxima-te mais, Casper, e dou-te mais qualquer coisa.
Isso � uma ofensa a um superior!
Ouve, d�-me as muni��es e eu esque�o tudo!
E a ti d�o-te onde eu c� sei...
Deixa-te de palha�adas e d�-lhe o rifle.
Eu darei a Hardin as suas.
As tuas muni��es.
Com a faca no pesco�o, h�?
Costumavam fazer isso em El Paso?
Sim, � assim que se faz quando � preciso.
- Pensava que eras engenheiro qu�mico. - E sou, mas n�o perco tempo
com um bando de idiotas que nem sabem manejar uma arma.
Pois seja, Sr. Engenheiro. Aqui na Louisiana quando n�o temos armas, usamos cordas...
O Archie chama-nos Aluados, n�o somos muito espertos
mas divertimo-nos bastante.
Que fazes, Kribbs?
Estou de vigia. Queres uma passa?
- Como podes fumar essa merda? - Eu n�o sou da tua equipa, treinador.
Felizmente. Essa merda tira-te a vontade de ganhar.
Como se portaram os teus miudos este ano?
Foi uma temporada dif�cil, as les�es acabaram connosco. Acab�mos em 7�.
E tu, como ganhas a vida?
Fa�o biscates aqui e ali.
Mas onde fa�o mesmo dinheiro � a vender droga nos col�gios.
- N�o acredito nisso. - Mas � verdade!
Os meus melhores clientes s�o os do Instituto Freemont.
E eles conhecem bem as coisas... treinador.
N�o tenho que aturar estas merdas.
Lawney, quando damos um pontap� no c� desse imbecil de El Paso?
Quando chegarmos ao ponto de encontro,
e depois voltamos pelos que mataram o sargento.
Lawney...
Achas que tudo isto aconteceu por culpa minha?
N�o te preocupes! J� est� feito!
Como podem estar a jogar com o corpo do sargento Poole aqui?
D�-nos uma ideia de como passar o tempo!
- Isso n�o � normal! - Para o Poole � indiferente!
N�o vai ressuscitar se deixar de jogar. Qual � o mal disto?
N�o me parece bem.
Spencer, que se passa com o posto de comando?
Devem estar preocupados connosco!
- E no entanto, n�o est�o. - Estamos sem contacto � mais de 12 horas.
Este rapaz, como sempre, tem raz�o.
Seja! Esta � a Guarda Nacional, n�o te esque�as disso.
Era suposto j� termos chegado aos cami�es.
Dentro de hora e meia, v�o aparecer os cami�es,
daqui a 2 horas v�o perguntar por n�s, se algu�m nos viu.
Daqui a 3, v�o procurar-nos nos bares. Daqui a 4, ficam preocupados.
�s 5, v�o-se lembrar que talvez nos tenhamos perdido.
�s 6, o Capit�o pensar� em chamar o posto de comando do Batalh�o.
V�o responder-lhe que � tarde e que n�o poder�o fazer nada at� de manh�.
A� est� a cabana.
- Filho da puta! - E os outros? Havia mais!
Parece que est� sozinho.
- Temos que o capturar! - Para qu�? Daqui eu posso atingi-lo.
Reece, somos a Guarda Nacional da Louisiana, n�o um bando de vigilantes!
V�, deixem-se de conversas e vamo-nos a ele!
Ou�am, fazemos assim... encontr�mos um dos que atiraram sobre o sargento.
Vamos apanh�-lo! Est� a uns 250 metros.
Tens a certeza de que � um deles?
Claro que sim! Quem � que achas que �s?
Porque n�o tratam de falar com ele antes de o matarem?
Reece, Simms, Stuckey e eu somos os avan�ados.
Tenham presente que a ac��o inicial � decisiva. A surpresa � fundamental.
Ei, Casper! Ouviste o que eu disse?
Ouvi! Quando o apanharmos, falamos com ele, n�o te preocupes.
Fiquem a 100 metros, bem camuflados.
Reunimo-nos uma vez conseguido o objectivo.
Espera...
- Ofere�o-me como volunt�rio para a frente. - Nem pensar, limita-te a fazer o que te disse!
De acordo!
Isto � uma merda!
Era o que eu estava a pensar...
Tiras sempre tudo?
Eu tamb�m n�o te vi ofereceres-te como volunt�rio.
� verdade! N�o vou ca�ar ursos com ca�adeiras.
4 rifles autom�ticos contra um rato do p�ntano. Nem pago...
Que fazes, treinador?
Cala a boca!
Olha! � esse filho da puta!
Est�s preso!
Bowden! Afasta-te do prisioneiro, p�!
Disse-te que ficasses para tr�s!
- Miss�o cumprida, sargento! - Uma merda!
Usaste balas de verdade! Esbanjaste-as!
- Eu n�o entrei em p�nico. - Merda.
Temos que o interrogar.
- Rende-te! - Larga a faca!
Filho da puta, j� te disse para largares a faca!
Que fazes, idiota? Quase que lhe partes os queixos!
- Queremos que fale! - Se te descuidas,
p�es-lhe a boca no c�!
Escuta, Simms! Temos que interrogar esse tipo!
Como vamos faz�-lo falar
se lhe partiste os queixos? - Isso � problema seu!
- Porque raios o fizeste? - Este tipo matou o sargento Poole.
Vai-te foder! Vamos, Lawney, vamos ver o que h� aqui dentro.
Podes falar?
E os teus amigos? Diz-me quantos s�o?
Este cajun capturou dois visons esta manh�.
� um ca�ador furtivo.
Um ca�ador ca�ado!
Este j� ca�ou o seu ultimo crocodilo.
- Que porra se passa aqui, Casper? - Temos um prisioneiro.
Em boa hora! Reconhe�o que fizeram um bom trabalho.
Tamb�m tinham que cortar-lhe o outro bra�o?
Usa dinamite para pescar.
Um aut�ntico fora-da-lei.
Casper, anda, que aqui n�o h� nada.
Simms, n�o quero que lhe voltes a tocar!
- Foste tu que o apanhaste? - Sim! Porqu�?
Explica-nos porque o fizeste!
N�o sei! Perdi a cabe�a!
Amigo, este ex�rcito da merda est� a foder-te o ju�zo.
Feij�o, milho, espinafres, isto � melhor que as nossas ra��es.
Armas, facas, provis�es... Est�o bem servidos.
Sem d�vida que conseguimos um belo saque. Logo empacotamos, agora interrogamos.
- Kribbs! - O qu�?
- Amarra esse gajo! - Diz-me como, s� tem um bra�o.
Estamos a tentar falar contigo! Ser� que me entendes?
Quem sabe falar fran��s?
- Bowden? - Sim...
Que se passa contigo, treinador?
N�o me incomodes, nem agora nem nunca mais.
Eu vou tentar! Dei aulas de fran��s numa secund�ria ddurante dois anos...
N�o sei como se diz "disparar".
Experimenta "bang-bang".
Parece-me que diz que n�o fez nada.
Ele n�o fala o fran��s que eu aprendi!
Mas o que � isto? Eu vi-o!
Eu estava l�, mas n�o podia ter certeza de nada.
Nem sequer afirmar que o homem apenas tinha um bra�o, estava a uns 100 metros.
Levamos o prisioneiro para o comando, para que o interroguem e o julguem.
N�o podemos fazer mais nada.
Encham os cantis, come�emos a caminhar, quero sair daqui o quanto antes.
Lawney!
Bowden, idiota! Aqui h� dinamite!
Cuidado! Para o ch�o!
Assim v�o aprender a n�o se meterem connosco!
Sim... � um argumento que n�o falha.
Contente, Bowden? Mandaste tudo pelos ares.
- Pois, aconteceu, e depois? - Para que pintaste essa cruz?
- Faz parte do jogo. - Qual jogo?
� uma partida de Cabo.
Maldito Bowden, filho da puta, rebentou com as provis�es e com as armas que t�nhamos.
- As muni��es e a comida... - Casper!
Deixa de vez essas tuas teorias e faz o que deves fazer.
O melhor � que procuremos a fronteira.
Vamos embora, Casper! Por agora, a escaramu�a j� acabou.
Rapazes, preparem-se! Vamos embora!
� azar... O Bowden rebentou com a merda da palhota e perdemos todo o saque.
Para al�m de que a explos�o ter� alertado os amigos deste tipo.
Achas que vamos continuar
a preocupar-nos com estes saloios? - N�o.
Mas sei que se vai preocupar mais do que tu ou eu.
- N�o precisas de mo dizer... - Estes acham que os pretos d�o azar.
Tenho lidado com pretos toda a minha vida e at� agora, n�o tive muita sorte.
Ou�am, amigos...
Sinto muito pelo acidente de antes...
Fui um pouco... impulsivo.
Podes crer!
E tamb�m podes dizer que perdeste o controlo.
Perdoem-me, eu admirava o sargento Poole e gostava bastante dele.
- Espero que desculpem a minha admira��o. - Sim...
- Treinador, arriscando um murro na boca... - N�o te preocupes com isso, Harry.
Porque pintaste essa cruz no peito?
J� ouviste falar no anjo exterminador?
- Achei que irias entender, Spencer. - Sinto desiludir-te, treinador.
Se me d�s licen�a, acho que devo pedir desculpa aos outros.
Sabes uma coisa...?
Est� doido!
Varrido!
Isso j� n�o � novidade.
S� te ocorre isso, depois do numero que ele aprontou?
Que achas que ia dizer? Que � um filho da puta?
- Que fodeu tudo com o que fez? - Ele fode sempre tudo!
Pinta-se uma cruz, ri-se como um man�aco, e explode como um vulc�o.
E se estiver mesmo doido? Qual deve ser a minha reac��o?
Mat�-lo? Prend�-lo?
Ambas davam jeito.
- Conseguiremos sair daqui? - Essa � que � a grande quest�o.
Dentro de duas horas, no m�ximo, chegaremos.
Mas que significa isso?
- Algum imbecil p�s as peles a secar aqui. - � uma maneira muito estranha de as secar.
Te-las-�o deixado a� por n�s?
H� oito...
- E depois? - N�s somos oito!
Que merda � esta? Digam-me!
Aqui n�o fazemos nada, n�o quero saber das peles.
Casper, e a estrada? J� andamos � horas... muitas horas.
Deve estar muito perto. J� a veremos.
Sim, p�... antes era por aqui, os ecologistas devem t�-la mudado.
Vai � merda, Spencer!
Alto, rapazes! Cinco minutos de descanso!
- Vou ver se me oriento. - Com o qu�? Nem temos b�ssola.
N�o sabes que uma pessoa se pode orientar pelo Sol, Spencer?
Claro, nasce a Este e p�e-se a Oeste.
� isso o que vou fazer, obrigado.
- Este sabe o que faz? - Que � que achas?
- Ent�o porque caralho o seguimos? - � f�cil, porque tem gal�es.
A ver se te metem na cabe�a que isto � uma opera��o militar.
Vindo de ti, isso � t�pico.
- O que � isto? - S�o c�es, o que achas?
C�es de ca�a!
Onde h� c�es, h� ca�adores. Eles v�o-nos tirar daqui.
Aproximam-se!
- Sim, porreiro! - Casper!
Temos ca�adores � vista!
Eles v�o-nos dizer como se sai daqui, Casper!
Lawney!
Spencer!
Raios partam, apanharam-me!
Filhos da puta!
Kribbs, est�s bem?
- Hardin, o teu bra�o? Est�s bem? - Acho que sim!
Spencer? Reece, est�s bem?
Filhos da puta! Que cabr�es, ati�aram-nos os c�es!
Como nos podem fazer isso? Ati�aram-nos os c�es!
- Espera, caralho! - Os c�es n�o s�o os seus!
Claro que sim, Spencer! De que lado est�s tu?
Do teu, claro!
J� chega, Reece!
� isso o que o inimigo quer, que lutemos entre n�s.
Vamos fazer um intervalo de 5 minutos para nos tranquilizarmos.
Spencer...
Gostaria de saber o que se passa aqui!
- N�o te percebo. - Pois... � bastante f�cil.
A minha companhia saiu de Baton Rouge. Estou aqui � mais de 6 meses.
E n�o sei nada dos malditos p�ntanos da Louisiana.
Mandam-me em manobras e logo surgem uns tipos que nos come�am a atacar.
Ent�o...
eu pergunto-me: que raios se passa aqui?
E eu respondo-te...
Sou um homem da cidade. Apenas me ocorre uma resposta.
N�o fa�o ideia nenhuma!
Excepto que aqui h� gente muito estranha e � evidente que nos quer matar.
Tudo porque um imbecil deu uns tiros com p�lvora seca.
E porque um grupo de mariquinhas lhes roubou os barcos.
Pois...
- Casper, este pesa muito. - J� n�o devemos estar longe.
Porque n�o o deixamos e depois voltamos a busc�-lo?
- N�o, j� te disse! - Est� um bloco de gelo e pesa uma tonelada!
- N�o consinto que fales assim do Poole. - Mas ele n�o me ouve.
Casper, o sargento est� quinado. Que mais posso dizer de um fiambre?
J� chega, Reece! Eu j� disse que n�o quero que fales assim dele!
Cuidado!
Quase que a pisas.
Meu Deus!
Grandes cabr�es...
� como uma cona de a�o.
Que compara��o... Com que g�nero de senhoras tu te d�s?
Com as bem preparadas... Sete!
- Como coelhos... - Haviam oito coelhos!
Ent�o porque h� 7 armadilhas? Perdemos algu�m?
- Seriam para n�s? - Para n�s...
ou para os ultimos 7 ursos da Louisiana.
- Que � que lhe perguntaste? - O que significa isto.
Filho da puta! H� mais?
- Estou a falar contigo! - J� chega, Reece, deixa-o.
Olha, n�o nos apanharam e n�o nos v�o apanhar.
Por isso n�o vamos perder mais tempo, a fronteira deve estar perto.
V�, vamos!
Kribbs, tu vais � frente. N�o me ouves, Tyrone?
Eu n�o sei porque vou � frente! N�o sei onde est� a estrada!
- Nunca a vou encontrar. - Tu, que dizes que sabes tudo, vai � frente.
Kribbs!
Meu Deus! Kribbs!
Pai Nosso que est�is no C�u...
santificado seja o Vosso nome...
venha a n�s o Vosso reino, seja feita a Vossa vontade...
assim na terra como no c�u.
O p�o nosso de cada dia...
nos dai hoje, e perdoai-nos as nossas ofensas
assim como n�s perdoamos a quem nos tem ofendido.
E n�o nos deixes cair em tenta��o mas livrai-nos do mal...
Teu � o reino...
Teu � o reino...
o poder e a gl�ria para sempre, Amen.
Oferecemos esta ora��o como mortais, que pedem a sua salva��o.
N�o quero ouvir mais lamenta��es.
Estamos em guerra e tudo isto � uma consequ�ncia disso.
Vejam se come�am a portar-se como soldados e n�o como carpideiras.
Tenham as armas prontas.
S� nos resta uma meia hora de luz.
Por isso, vamos acampar aqui.
Nesta clareira, vai ser muito dif�cil que esses cabr�es nos surpreendam.
Casper, espera um pouco.
Vamos pensar um pouco, sim?
Pela manh�, os helic�pteros v�o sair para nos procurar.
Aqui ser� mais f�cil encontrarem-nos.
S� temos que nos preocupar com os cajuns.
N�o conhecemos a sua for�a nem a sua posi��o.
Eles t�m a vantagem de conhecerem o terreno, e n�s a prepara��o militar.
Bom racioc�nio, Casper, mas eu gostaria que fosse melhor.
- Como assim? - Talvez queiram que lhes devolvemos o ca�ador.
Talvez s� queiram isso. Que tal se o deixarmos ir embora?
Esse gajo matou o Poole! Nem pensem em solt�-lo!
N�o temos certeza que tenha sido ele.
Depois da sua morte, foi o primeiro que vimos!
- Spencer, esses querem matar-nos a todos! - Claro!
Estou farto de vos ouvir! Reece e Stuckey,
apanhem o prisioneiro e amarrem-no a uma �rvore.
Simms, fica de vigia.
Casper, �s um imbecil!
Ouve-me, Spencer, e ouve-me bem.
Amanh�, vamos para norte e com o prisioneiro.
Ele matou Crowford Poole e os seus amigos o Tyrone Kribbs!
E caso te tenhas esquecido, os dois eram nossos amigos.
Estiquem as mantas e durmam. Nada de fogueiras.
- Est�s bem? - Perfeito!
Talvez tenhas raz�o sobre o ca�ador.
- Ent�o porque n�o me defendeste? - Porque � dif�cil de acreditar nisto.
- Avisa-me quando come�ares a acreditar. - O problema n�o � aquilo em que acredito.
Qual �?
Quanto tempo vamos seguir esse Casper?
- Tenho a impress�o que andamos em c�rculos. - E depois?
Precisamos de outro chefe.
Apresentas-te como volunt�rio?
Eu sou o mais novo!
Tu j� os conheces, serias um bom chefe.
A mim n�o me agrada ser volunt�rio para nada.
�s incr�vel, Hardin!
Tu n�o �s volunt�rio, mas queres que eu o fa�a para que me julguem a mim.
Vai � merda!
- Tenho algo para te dizer, Casper... - Fragmenta��o.
O qu�?
Lembra-te do teu treino. Estou a fazer uma granada.
- At� um foguete te pode salvar. - Ouve, Casper, n�o me fa�as de parvo.
Isto � importante! Trata-se de Bowden.
H� algo de errado com ele. Ele n�o fala.
O Spencer diz que est� � beira da loucura. Vai ver, eu acho que ele tem raz�o.
Bowden, estamos todos excitados e compreendo que n�o estejas bem.
Porque n�o nos dizes o que se passa?
Vamos, Bowden...
Bowden, estou a dar-te uma ordem! Fala de uma vez!
N�o entendo.
Eu, sim. O cabr�o est� maluco.
Que vamos fazer com ele?
Deix�-lo em paz. Amanh� estar� malhor.
Este tipo fabricou a sua pr�pria bomba!
Temos que o amarrar!
N�o gosto da ideia de ele andar a passear por a� enquanto dormimos.
- � demasiado perigoso. - Tens raz�o!
Sim, Casper. Est� louco!
Ningu�m morre por estar amarrado,
e al�m disso, ele j� n�o nos serve para nada.
- At� agora n�o nos tem servido... - Se estiver atado, perdemos poder de fogo.
N�o me fodas, Casper, pega na corda de uma vez e deixa de falar de bons fusileiros!
Lembras-te do que se passou da ultima vez que me falaste assim?
Isto n�o � nenhuma brincadeira!
Na minha mochila, tenho 15 metros de corda. Tr�-la, Simms.
Que est�s a fazer, Reece?
Este at� vai cantar �pera!
- Deixa-o em paz! - Mete-te na tua vida!
Disse-te que o deixasses em paz!
Claro!
J� te sentes feliz?
� a segunda vez que me vens lixar. E aagora vais pagar-mas...
- Quem me procura, encontra-me, cowboy! - Que te parece se te estourar os miolos?
Faltam-te balas.
Bom, tu o quiseste.
Mata-o!
Mata-o!
Est� morto!
O Reece est� morto!
Parece que o teu prisioneiro escapou, Casper.
Lawney!
- Acalma-te! - Solta-me!
Vou-te matar, filho da puta!
Vou-te matar!
Quantas covas temos que cavar antes de nos irmos embora?
Para n�s, nenhuma.
Sim... se tu o dizes.
Calem-se!
- Est�s a falar comigo? - Estou a falar com todos, contigo tamb�m!
- Cala a boca e cava o buraco! - Porque n�o cavas tu, j� que o mataste?
N�o gosto de repetir as coisas, cava esse buraco e cala a boca!
N�o quero ouvir nem mais uma palavra! Entendido?
Fa�am o que vos digo e cavem!
J� temos tr�s baixas, n�o teremos mais nenhuma.
Sobreviver � o mais importante.
Se nos mentalizarmos em superar todos os obst�culos que aparecerem, as op��es...
de sair daqui diminuem dr�sticamente. - Estamos fartos de ouvir hist�rias, Casper.
Lamento, Spencer, mas tento fazer o melhor que sei!
J� sei, Casper! Mas recitar o manual n�o nos vai valer de muito.
- Achas que fazes melhor? - Claro!
Mas o chefe do grupo sou eu! Tu n�o �s nem cabo, �s apenas um recruta!
Estou farto de tanta discuss�o! Estou contigo, Spencer!
O Casper nunca vai encontrar essa maldita estrada!
Casper, prometes-me que esse maricon�o do Texas ir� a Corte Marcial?
- Prometo, matou um soldado. - Ent�o estou contigo.
Hardin?
Mas a que prop�sito vem esta vota��o?
Vamos!
Em frente, Bowden, vamos para casa.
Spencer, n�o nos deixes ficar nesta situa��o.
Somos uma unidade, o grupo Bravo.
- Est�o a desertar! - Podes apostar nisso.
V�m?
Vamos, Stuckey!
- Que tal o teu bra�o? - Ele cura-se!
Para o que vale... sei que o Reece era um filho da puta.
N�o quero falar mais dele.
- Sabemos que foi em auto-defesa... - Vamos deix�-lo!
N�o vale a pena.
Ouve, Spencer, como vamos sair daqui?
Tens fama de ser um tipo inteligente, e agora �s o chefe.
A tropa h�-de andar � nossa procura com c�es e helic�pteros, por toda a Louisiana.
N�o confio nos c�es e digo-te mais, � melhor que se despachem.
- O que foi agora? - Acho que vi alguma coisa.
- Aonde? - Ali!
- Tens certeza? Eu n�o ouvi nada. - Nem eu.
O qu�, n�o ouviram? Est�o surdos?
- Eu n�o ouvi nada! - Desperdi�as balas como o Bowden!
Estou-te a dizer que n�o h� nada...
�s um medroso!
Saiam, cabr�es!
Simms!
N�o aguento mais!
N�o aguento mais!
- Meu Deus! - Desenterrraram-nos!
Desenterrraram-nos a todos!
Bowden, corre!
Estamos encurralados!
- Cobre-me, Simms! - Com o qu�? S� tenho p�lvora seca!
N�o temos balas, nem r�dio, nem apoio a�reo, como querem que nos defendamos?
- N�o te ponhas com perguntas, riposta! - Dispara com essas, com o que tiveres!
- Temos 4 balas. - Eu tenho as minhas...
Ent�o dispara as tuas.
Estejam atentos!
Temos que retirar.
Retirar! Retirar, vamos!
Ouve!
- O qu�? - Escuta.
N�o ou�o nada.
Eu sim, ou�o.
A� est�!
Se nos viu, vai voltar por n�s. Aqui n�o pode aterrar, h� muitas �rvores.
Onde est� Stuckey?
Socorro!
Ajudem-me!
Stuckey!
Stuckey!
Vamos separar-nos, temos que o encontrar.
Dois grupos, eu vou com o Hardin e Bowden. Casper, tu vais com o Simms.
O que o encontrar, que d� disparos a cada 5 minutos.
- De acordo? - E se n�o o encontrarmos?
Esperamos uma hora e disparamos 5 vezes, depois um disparo a cada 5 minutos.
Iremos em direc��es opostas.
Stuckey, maldito cabr�o! Onde est�s?
Idiota!
Filhos da puta!
Anda, Simms, vai ter com os outros.
- Est� louco! - Obedece.
- Est�s louco! - Repito! Fora daqui!
Eu n�o fiz nada de mal.
N�o tenho raz�o para estar aqui.
Isto s� serve para dar pistas ao inimigo.
At� agora, n�o lhes foi dif�cil darem connosco.
Casper!
Simms!
� in�til.
Nestas circunst�ncias, cada um trata de salvar o pelo.
Se os outros n�o conseguirem, azar o deles.
Que merda de Estado que t�m, que nem um helic�ptero nos mandam!
Que queres que fa�am? Que mobilizem a Guarda Nacional?
Civil na paz, soldado na guerra, eu sou da Guarda.
Bowden?
Est� a falar?
Treinador!
- Porque lhe chamas treinador? - Treinava uma equipa de futebol.
Tamb�m � professor de Hist�ria e n�o sei mais o qu�.
Agora � como se tivesse passado � hist�ria, tamb�m.
Tamb�m n�s podemos passar � hist�ria se n�o descansarmos.
Amanh� a esta hora estar�s em casa,
com uma cerveja, a ver TV e a ouvir a tua mulher.
- Eu n�o tenho casa. - Eu compro-te uma, se sairmos desta.
Agradecido.
- � quantos anos est�s casado? - H� cinco anos.
�s feliz?
Se �s feliz com a tua mulher?
Sim!
Gosto dela, tem um bom sentido de humor.
Porque mo perguntas?
Porque se eu sair daqui e tu n�o, pensei em procur�-la.
Ela tem muito sentido de humor, eu nenhum.
Aqui n�o h� quem tenha sentido de humor.
Desde que o ca�ador fugiu...
que se divertem a tentar ca�ar-nos.
Tens mais alguma ideia para evitar isto ou est�s s� a fazer o relat�rio?
J� te disse o que vou dizer no relat�rio.
Quero viver!
E esses mesmo desejo...
vai-me fazer lutar por sair daqui.
Guarda-me um sitio nesse comboio, eh?
N�o te preocupes. Est� guardado!
Filho da puta!
Nos vos mato se n�o me obrigarem a faz�-lo!
H� um tro�o de p�ntano aqui. V�o em direc��o... ao lado Oeste.
V�o encontrar uma estrada a 1 km daqui.
Importas-te de nos dizer o que se passa?
� muito f�cil. N�s vivemos aqui.
Este � o nosso lugar e n�o gostamos de intrusos!
- Que me dizes desse? - Esse qu�?
F�-lo por sua pr�pria conta e os teus amigos ajudaram-no?
Se fosse a voc�s, deixava-me de perguntas e punha-me a andar.
Os meus amigos... n�o aguentam tanto como eu.
Devemos dar-nos por agradecidos?
N�o tens que me dar nada... soldado.
Vamos, Hardin.
Por ali.
Um cami�o!
Um cami�o!
Perderam-se?
Querem uma boleia?
Naturalmente!
Subam l� para tr�s.
- Obrigado, s� at� � pr�xima povoa��o. - Muito bem, subam.
Isto n�o pode ser Katahula...
- Mas que se passa aqui, esperavam-nos? - Pelos vistos...
- Ou�a, onde h� um telefone? - Aqui n�o h� telefones.
- Temos electricidade, mas n�o telefones. - Queremos ir a um sitio com telefones.
Vamos comer antes, podem ir � cidade depois.
- Queremos ir agora mesmo! - Vamos beber um copo, v�...
- Telefonam mais tarde. - Sigam-me!
Vou lev�-los aonde se podem lavar.
Lavar?
Que te parece?
Estou muito melhor.
- Pelo menos, mais limpo. - Claro!
E mais seguro?
Acho que n�o poderia dormir descansado.
Dev�amos esquecer-nos do Sr e da Sra Cajun, e procurar a cidade sozinhos.
Para qu�? Se ainda andarem � nossa procura, andam pelo p�ntano.
Aqui estaremos a salvo.
De acordo!
Mas vamos embora no primeiro cha�o que sair daqui.
Relaxa, Hardin, estes s�o pac�ficos, os outros est�o muito longe.
Relaxa tu!
- Olha aqueles dois. - Quais dois?
Os que chegaram de barco.
Ia jurar que s�o os que nos perseguem.
- Nunca os pude ver. - N�o te ponhas hist�rico.
- Tenho raz�es para estar, e tu tamb�m. - Essa gente tem motivos para nos procurar!
Querem matar-nos! Somos as unicas testemunhas.
Acalma-te! N�o podem andar a matar gente por a�, � frente de todo o mundo.
- J� te disse, Hardin, calma. - Pois...
Desculpa.
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