All language subtitles for Il sogno di Zorro 1952

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Original subtitles

O SONHO DO ZORRO

-E agora? -Aquela.

Aquela dali.

-E agora? -N�o t�m mais.

Adeus amigos.

Adeus!

Voc� j� me viu passar por uma porta?

Olhe.

Vamos em frente, devagar, apoie em mim.

Santo Deus, tentou saltar a cerca. � muito lento.

Senta a�.

Senta. E estica a perna.

Poderia parar de me tratar como um doente?

Voc� n�o � um doente, mas precisa ser cauteloso.

Estou muito bem. E agora vou nadar no rio.

N�o, Cesarito, voc� n�o vai nadar.

Lembre-se, voc� tem reumatismo.

Reumatismo? Que Reumatismo? Nunca tive reumatismo na minha vida.

Os meus ossos s�o mais fortes do que o campan�rio da Sra. de Guadalupe.

Meu Deus, olhe que joelho mais inchado.

-N�o � nada. -N�o se mexa.

Fique aqui.

Panchito!

Panchito! Onde voc� est�?

Panchito!

Panchito!

-Panchito! -Sim, senhora!

V� chamar o Dr. Perez.

Estou indo, minha senhora.

Dr. Perez...

Por que n�o me cura?

Por que n�o gosto de joelho.

Cesarito, n�o t�m uma maneira de por na cabe�a

que voc� n�o t�m mais idade para saltar escadas.

Devo manter alto o nome e a tradi��o de Zorro.

Visto que o destino e voc�

me deu o filho mais idiota de todo o M�xico.

Cesarito.

Meu sonho era um filho como eu,

que continuasse minha tradi��o

como continuei a de meu pai,

o grande, o imenso, o lend�rio, o Zorro!

Deve ter paci�ncia, Cesarito.

Oh, n�o, n�o, isso n�o.

Paci�ncia.

Oh meu Deus! Um filho como este,

eu o rejeito.

Mas nosso Raimundo � alto, forte,

musculoso.

Entende, � o meu filho.

Mas � d�cil,

previs�vel, delicado,

vegetariano.

-Ele � um idiota. -N�o.

N�o fale assim.

Lembro que quando era pequeno

era forte e valente como um touro.

Lembra como ele manejava a espada de metal?

E como cavalgava!

Cavalgava melhor do que eu.

E s� tinha sete anos.

Sete anos ele tinha

quando me deu minha primeira grande alegria.

O encontrei

espiando pelo buraco da fechadura

o quarto de Lolita, a empregada.

N�o, n�o beba mais.

-Vai se sentir mal. -Me sinto �timo.

Qu�o bela era a Lolita!

E agora, esse desgra�ado...

Outro vaso quebrado!

Ser� que quer quebrar todos?

Ramona!

Me d� aqui.

Me d� aqui.

Certo. Sente-se.

E chega de beber.

Antes que venha a acidez do est�mago.

-Diga, senhora. -Limpe o vaso quebrado.

Ol�, Don Cesare.

-Dona Hermosa. -Sauda��es, doutor.

-Como est� o paciente? -Quero que olhe o joelho

e me diga o que acha.

Outra queda, hein?

Eu bati num m�vel e cai em cima da perna.

Precisar� de um pouco de repouso.

E talvez de algumas sementes de linho.

As sementes de linho vai curar a cabe�a de galinha do meu filho.

Ele est� como sempre, doutor.

Agora, vamos ver a l�ngua.

-Vamos, vamos, estique a l�ngua. -Estique a l�ngua.

-Como disse? -� uma galinha!

Eu, na sua idade.

Sim, entendo.

Se bem me lembro,

teve uma mudan�a repentina nestes oito anos

ap�s a queda do cavalo quando bateu com a cabe�a fortemente.

Sim, � verdade.

Deve ter causado um trauma ps�quico, mais do que f�sica, em seu c�rebro.

Mas,

quem sabe?

Talvez um outro golpe na cabe�a

o padr�o normal poderia voltar.

Bem, se for isso,

um golpe na cabe�a e imediatamente eu...

N�o vai fazer nada disso.

Calma, Don Cesar. � s� um palpite.

Enquanto eu aqui, liberando a b�lis,

diante da espada do meu pai.

A gloriosa espada do Zorro que eu mesmo coloquei aqui,

20 anos atr�s, diante da capela da fam�lia,

depois de haver restaurada a justi�a nesses lugares.

A espada que meu filho deveria empunhar.

Meu filho!

Oh, caro doutor

�s vezes tenho d�vidas

se ele � meu filho.

O que voc� est� dizendo?

Chega, v� cham�-lo. Pe�a a Di Panchito para busc�-la imediatamente.

Em breve estar� aqui Don Formoso

e quero este tolo aqui conosco.

Vamos, r�pido!

O que est� fazendo, bonito?

Tenha cuidado.

Ei, crian�as, onde est� Don Raimundo?

Ele j� foi. O esperavam na irmandade musical.

Olhe.

Don Raimundo.

Don Raimundo.

Don Raimundo,

seu pai... -Estou tocando.

Seu pai mandou busc�-lo. Ele te espera.

Don Raimundo, t�m que ir rapidamente.

O patr�o quer v�-lo.

Sem eu, n�o podem tocar.

Mas Don Cesar ficar� nervoso.

Don Raimundo, vai me deixar em apuros.

Voc� tamb�m ficar� em apuros se n�o vier imediatamente comigo.

Devemos sempre obedecer os pais.

Don Marco disse isto tamb�m, certo?

Ainda me resta 17 "batidinhas".

Don Raimundo, vamos.

Agora, 14.

N�o � poss�vel esperar os 14.

N�o, n�o, n�o, Don Cesar vai ficar irritado.

Est� bem.

...sete, oito, nove, dez, onze, doze e treze.

Boa tarde, Dom Raimundo.

O senhor Raimundo o sa�da.

Dom Raimundo!

Boa tarde.

Padr�o, est� � a Cecilia,

a garota mais bonita do pa�s.

� uma menina linda que foi criada por uma menina linda.

Vejo que sempre sorri para mim.

Por que me sorri? O que voc� acha?

Sou um l�rio e n�o uma flor de p�ntano.

Se est� apaixonado por mim, v� at� minha m�ezinha e pe�a minha m�o.

Caso contr�rio, espera chegar a hora,

homens fica com homens e mulheres fica com mulheres.

� isso.

Padr�o! Padr�o! Galos!

Padr�o, galos!

Galos, patr�o!

Ladr�o!

Me d� meu galo!

Me d� meu galo!

Mustaf� � meu. Sen�o falarei com seu pai.

V� dizer a meu pai. Ele te pagar� o pre�o justo.

-Custou dez d�lares. -Ele te pagar�.

Homem cretino e sanguin�rio.

Idiota!

Esse galo vale $ 50 d�lares!

Vem, Cesarito, eles j� chegaram.

Alonso!

Amigo.

Finalmente, querido Cesarito!

-Dolores, querida. -Querido amigo.

Ign�cio.

A bela Dolores, uma verdadeira flor.

Ser� a felicidade do homem que te fizer sua esposa.

E esse homem n�o ser� outro que n�o Raimundo, seu filho.

Voc� est� certo.

Olhem, Raimundo!

Saiam! Saiam!

Requintado.

Ele tem exatamente a minha idade.

Meu pai o engarrafou no dia em que eu nasci.

88 anos atr�s.

Seu pai, Senhor, o famoso Zorro?

Certo Ign�cio.

O grande Raimundo Alcaz�n.

Toma, Panchito, cuida dele.

Bem, Mustaf�.

E n�o me chame de Mustaf�.

Agora eu adotei e mudei o nome.

Seu nome agora � Lorenzo.

Que vem do latim, Lorenzus

Que significa coroado de louros.

-N�s o conhecemos. -Ah, �timo, senhor.

Ah, meu jovem!

Jovem, que grande jovem. Valha me Deus!

Nunca deixe escapar

nenhum copo de um bom vinho

ou nenhum bom golpe de espada

e nenhuma bela mulher.

Pai.

Pai, pai.

Se n�o h� casamento antes, quem vai com as mulheres, vai com o diabo.

Bom dia, mam�e.

Bom Dia senhorita.

Bom dia, meu pai.

Cesarito.

Amigo, eu n�o vejo o seu filho por anos,

mas tudo o que � dito sobre ele

Eu acho que, por desgra�a, � verdade.

Basta, amigo.

Raimundo, o meu filho, � um herdeiro digno de Don C�sar Alcaz�n

chamado de Zorro.

e quem duvida disso ter� que lidar com ele.

Com ele! Verdade?

Raimundo.

Raimundo,

Esta linda menina

� Dolores,

filha do meu querido amigo Don Formoso.

Com quem voc� ter� que casar.

Que eu tenho que me casar com Don Formoso?

Eu n�o gosto. Ele tem bigode e tamb�m � corpulento

N�o, � com Dolores que ter� de se casar, Raimundo.

Casar com uma mulher?

O que disse, pai?

Pois com quem voc� quer se casar desgra�ado?

Com ningu�m,

Porque j� estou casado.

O que voc� disse, Raimundo?

Com quem?

Com a virtude.

Fiz um voto de castidade, mam�e.

Infeliz. O seu voto de castidade...

Amigo, o que significa isto?

Eu tenho tremores.

Eu estou tremendo...

Cesarito, estamos aqui para tratar deste casamento.

E se isto � uma desculpa para evitar o casamento,

Aqui est� a minha resposta.

Ele me deu um tapa.

Senhor,

Sabe o que diz um ditado mexicano?

Se o inimigo bate em voc� com gestos de vil�o,

Tome a espada e corte-lhe a m�o.

Mas os s�bios te ensinam:

se o inimigo te bater em uma face,

Est� bem, ofere�a-lhe a outra.

-Tapa, senhor. -Mas ele j� deu uma bofetada em voc�.

Pegue a espada e v� com Ign�cio.

-Estou disposto. -Mas eu n�o.

Quem recebe em duelos, mancha de pecado e mancha tamb�m o tapete.

Enfrente-o. Fa�a isso!

N�o, eu lhe pe�o, senhor!

Paz!

Paz irm�o.

Paz.

Por que t�o silencioso e composto que voc� estava antes,

Agora voc� est� agitado e todo vermelho?

Fora, fora, sem rancores. Somos irm�os.

Minha felicidade ser� a sua.

Sua dor ser� a minha.

E os meus lanches ser� de quem estiver com fome.

Como lutarei com esse idiota?

Basta. N�o � poss�vel. Basta. Fora daqui. N�o �s meu filho.

-N�o, C�sar, eu te imploro! -Chega!

Fora daqui!

-Eu n�o quero voc� na minha casa. -Sim, pai, sim.

Eu irei.

Vou me trancar em um convento.

Nunca mais ser� Raimundo,

mas Frei Raimundo.

Vou usar uma longa batina

e um cord�o que me abra�ar�

com pequenos sinos pendurados

e com os punhos eu vou tocar os sinos.

Ding, dong. Ding, dong.

Os sons parecem fortes.

Ding, dong.

Bem, Pedro,

Tem duas horas que viajamos e nada aconteceu.

Melhor assim, Sr. Duque.

Mas o passo de Caraio � muito perigoso.

Seus medos s�o infundados. Velho Pedro.

Se h� algo a temer, ser� no pal�cio Fern�ndez.

Em todas as partes tem que temer, Senhor.

Espero que o governador Taron n�o tenha descoberto...

Eu te imploro, n�o fale bobagens, velho Pedro.

Meus amigos e meu povo s�o de total confian�a.

A trai��o pode estar em qualquer lugar, senhor.

Repito que, no m�ximo, Taron pode suspeitar,

E ele sabe que as pessoas o odeiam.

N�o pode ficar animado com o que vai durar.

Esta ordem � do pal�cio do Marqu�s de Fern�ndez para conhecer sua filha,

Para casar-se, ent�o.

hummm... Tem todas as caracter�sticas de ser uma armadilha.

Nisso tem raz�o, velho Pedro.

N�o conhe�o Don Garcia Fernandez,

mas eu sei que estaria disposto a vender sua alma para Taron.

Devemos estar em guarda.

Voc� j� pensou em obedecer at� casar com a filha de Don Garcia?

N�o ser� necess�rio. Dentro de dez dias a rebeli�o ter� triunfado.

Taron ser� exilado,

e o novo governador...

Ser� voc� senhor.

Pela gra�a de Deus

e para o bem do povo.

Venha, pequena flor, eu vou amarrar voc� no ramo

Com outras flores de v�rias cores que te juntar�o.

Oh, quanta ternura,

Quando se rompe seu talo

Pequena flor

Oh, pequena flor

Voc� est� linda

Voc� est� linda

com a sua cor

doce � o seu cheiro.

E alegra meu cora��o.

Obrigado!

Oh, obrigado, cocheiro!

Pare!

O que est� acontecendo?

Eu n�o sei, Senhor Duque.

Esse cara me fez sinal para parar.

Gentil e poderoso senhor, que tem uma carruagem t�o bonita, guiada por t�o belos corc�is.

N�o consegue encontrar um canto para me levar?

Eu tenho que fazer um longo, longo caminho.

Em troca, eu lhe darei estas pequenas flores.

Que tipo!

Tenha cuidado, senhor, n�o confie.

N�o o deixe subir.

Pode ser uma armadilha de seus inimigos.

Oh, senhor, n�o d� ouvidos a esse gorduroso e volumoso gordo.

Posso subir agora?

Estou muito cansado e tenho que ir para o convento de San Juan.

Est� bem amigo. Sente-se no assento do motorista.

-Ram�n, d� espa�o para ele. -Obrigado, senhor.

Oh, senhor, estas flores s�o suas.

E n�o d� a um gordo desagrad�vel.

Por outro lado ele aprender�.

Desculpe-me, meu bom homem.

Posso me sentar?

Veja Pedro?

N�o tinha pensado em um buqu� de flores para a fr�gil Estrellita.

Vou dar estas magn�ficas flores do campo.

N�o � brincadeira, senhor.

Foi uma imprud�ncia de boas-vindas deste indiv�duo.

Eu n�o sei onde voc� v� perigo. Ele � o cara mais idiota da terra.

Que seja idiota ou finge de ser.

Eu n�o me importo.

Lembre-se que eu cuidei de voc� desde o dia em que nasceu.

Sim, sim, n�o se preocupe.

Escute, se voc� falar como servo, o que diz.

Dentro de um p�ssaro havia um alfinete, pequeno, pequeno.

Mas quando o pequeno pr�ncipe disse a palavra m�gica,

o alfinete pequeno, pequeno,

Se tornou uma grande, grande, grande espada,

E com essa espada grande, o pr�ncipe matou o drag�o de sete cabe�as.

As palavras m�gicas, voc� se lembra?

N�o, n�o, caramba!

Olhe para isso, que vergonha.

Se voc� estivesse no lugar do pr�ncipe, o que teria acontecido com o drag�o de sete cabe�as?

As palavras s�o:

carca Baruzzi

rosto carrazzi

Strippa birizzi

Tente dizer isto.

Eu n�o digo nada. Tente dizer-lhes.

caca Barozzi

Prada barrezzi

Tente diz�-los bem, eles n�o s�o isso.

N�o s�o. Tente diz�-los.

Schaca paropezza

Voc� n�o sabe o que dizer! Voc� n�o sabe o que dizer!

Voc� n�o sabe como dizer certo!

Eu acho que voc� est� certo, senhor.

Esse cara tem todos os sinais de um idiota completo.

O que eu lhe disse.

Popero Baruzzo...

-O que voc� disse, Pedro? -Nada, senhor.

Estamos em Passo de Coraio, Pedro,

e voc� v�,

n�o aconteceu nada.

Adiante!

Ei, pare!

Vamos l�, pare!

N�o, voc� n�o atire mais!

Voc�s n�o podem ver que os tiros assustam as borboletas?

Voc� n�o dispare.

Voc�s n�o ouviram?

N�o disparem. Voc�s podem pegar uma infec��o no ouvido, seus tontos.

Matar um mexicano � um ato de vil�o.

Agora para baixo.

Fique assim? Se voc� se mover, estar� morto!

Se eu mover, isso significa que eu estou vivo, est�pido.

Se voc� estivesse morto se moveria?

Marinerito, fique quieto!

T�, t�, t�! Sempre com armas!

N�o se deve atirar nas pessoas.

Se dispara para o solo.

Vamos, atire.

E voc�, pare, mal educado.

Isso �.

homens avisados, e metade ocupada.

Pare!

Isso � o suficiente! Pare!

Estou surpreso.

duelos de espada, coisas na estrada.

Mas voc� � um senhor.

Voc� n�o, porque � um bruto.

Tenho que ensinar-lhes que n�o se deve usar armas.

E voc�s dois.

Ei voc�, voc� n�o v� que...?

Oh, senhor, eu vou contar a um guarda e ele vai dar-lhe uma grande multa.

Coragem. Vou lev�-lo nas costas.

Ao ataque!

Por que tanta pressa, senhor?

Voc� acha que eu vou deixar voc� ir

sem fazer o sinal de Zorro antes, para que eu te reconhe�a,

e convid�-lo para um bom copo de vinho?

Chico, venha aqui! R�pido!

D�i muito, patr�o?

Algo s�rio, senhor?

N�s o agradecemos, senhor,

mas agora n�s temos que fazer alguma coisa.

Precisamos levar o patr�o em algum lugar.

Cerca de uma milha a partir daqui � a pousada do cavalo coxo.

Tudo bem, vamos. L� haver� um m�dico.

-N�o pode ser levado na carruagem. -Por que?

As sacudidas o agravariam.

-Temos que preparar uma maca -Mas n�o h� tempo.

Uma maca! J�!

A maca comigo!

Eu o levarei! Ajude-me!

Vamos l�!

Cuidado!

Isso �!

Senhor, far� a melhor viagem da sua vida.

Meus bra�os ser� um sof�.

Voc� n�o pode faz�-lo por uma milha.

E com uma perna s�.

Oh, esse homem � um Sans�o!

E o cocheiro da dilig�ncia me disse:

Tenha cuidado, senhor!

Eu levei dois cavalos e bati uns contra os outros.

E vou fazer um bife.

E eu disse ao chefe dos bandidos: Ei, voc�,

Voc� gosta de carne de cavalo?

E ele me disse:

Como se parece com a minha prima...

minha prima...

Inesita.

E ele disse: Eu gosto de carne de burro.

Bem, eu disse, coma-a. Agarre um p� e coloque em sua boca.

E ele disse esta carne est� suja. N�o foi lavada. Eu digo,

idiota, s�o seus p�s.

Ent�o...

Ei voc�!

-Quem �s tu? -Conchita.

Conchita?

E voc� n�o se importa com o que estou dizendo?

Tudo o que voc� contar s�o as mesmas coisas.

Conchita, hein?

-Eu gosto de voc�, Conchita. -Deixe-me!

Pedro,

ningu�m deve saber deste incidente, voc� entende?

-Ningu�m. -Mas no pal�cio Fern�ndez esperam por voc�.

No pal�cio Fern�ndez ningu�m me conhece.

Mas se algu�m ocupar o meu lugar?

� um risco muito s�rio.

Muito menos do que o fracasso da nossa empresa.

Bom, senhor.

Quem poderia aceitar para executar uma aventura t�o louca?

E parece uma aventura louca, mesmo sem perguntar-me?

Boa noite senhor. Como vai?

-N�o muito bem, e �... -certo?

Ir� ficar melhor quando, em vez destes medicamentos

beber o vinho que eles tem aqui embaixo. Depois est� Conchita.

Uma menina.

A coisa mais maravilhosa. N�o se sabe se o vinho que vende

ou sua beleza. Vou aconselhar.

Parecia ser outra pessoa quando parou nossa carruagem.

Ah, n�o fale isso comigo.

Eu vi toda a minha vida passando como um sonho.

Eu preciso voltar para a casa do meu pai.

O velho merece algum conforto.

E quem � o seu pai?

Meu pai?

Don Cesare Alcaz�n.

Don Cesare Alcaz�n! O Zorro!

Exatamente, senhor. O Zorro.

O Zorro!

Agora eu entendo a sua extraordin�ria coragem.

Valor extraordin�rio? N�o exagere, excel�ncia.

No fundo, eu n�o sou nada, mas serei um her�i um dia entrar para a hist�ria.

Ou�a-me, homem.

Eu tenho que lhe pedir um grande favor.

E s� um homem como voc� poderia me ajudar.

Acho que sim.

Contra esta f�ria incontrolada, n�o havia nada a fazer.

Ser� melhor comparecer � sua chegada sem aviso pr�vio.

Com um ataque que n�o deu em nada.

F�cil, Don Garcia. Assim que entrar aqui estar� em nossas m�os

e podemos mat�-lo ao nosso gosto.

Tudo ter� que parecer um acidente. Essas s�o as ordens do governador.

Confesso, senhor, eu fa�o tudo isso realmente

por amor.

Eu admiro mais os olhos de sua filha Estrellita

do que focinho feio do governador.

De Estrellita, falaremos mais tarde.

Voc� deve saber que eu a amo. E voc� prometeu-me se eu matar o duque.

Eu sempre mantenho minhas promessas.

Ent�o, por que prometeu a ela com Don Esteban?

N�o � nada mais do que um truque, voc� sabe.

O Duque pode ser culpado de trai��o, mas o governador, n�o ter evid�ncia

para agir publicamente contra ele

Ele ordenou que voc� venha aqui para ser prometido com minha filha.

Mas n�o haver� casamento

Se o Duque morrer primeiro.

Tenho certeza, senhor.

Minha lealdade ao governador

� infal�vel.

� por isso que eu pretendo que minhas ordens sejam

-executadas. -Conte comigo.

Juan.

-Marzia, o que acontece? -Juan.

Eu j� disse que n�o � s�bio deixar-nos ver juntos.

Voc� tem medo que a pequena Estrellita fique com ci�mes?

O que voc� diz?

Voc� sabe que eu n�o me importo com nada.

Espere por mim se casar com ela.

Como ele est� na posse de seu dote,

Vou me apressar para ficar vi�vo.

Eu acredito em voc�, Juanito.

Mas se n�o for assim,

ela ficaria vi�va.

Eu n�o colocaria dessa forma.

� necess�ria prud�ncia.

Basta lembrar que voc� est� aqui como convidada.

Ajude-me a livrar-se de Don Esteban

e voc� vai ver como logo chegar� o dia que iremos desfrutar juntos a poupan�a.

Consuelo,

Como ser� meu futuro marido?

Acho que vai ser um homem como os outros.

E eu tenho que casar com ele, sem amor?

Voc� vai ter que obedecer a seu pai, nenhum absurdo e caprichos.

Al�m disso, o Duque Esteban Contrero � um verdadeiro cavalheiro.

No entanto, se eu n�o sentir que o amo, eu vou recusar me juntar a ele.

Bobagem, o importante � se casar.

O amor vir� em seguida.

Al�m disso, quando me casei com a alma aben�oada de Arcadio Gonz�lez,

Eu n�o o amava.

-Mas ent�o veio o amor? -� verdade, n�o para ele, mas ele veio.

Caramba, Estrellita, as coisas que voc� me faz dizer.

Voc� me faz falar bobagem.

Amor, se eu pudesse, pelo menos, am�-lo um pouco.

Aposto que ser� um cara baixo,

com uma barriga assim, e certamente sem cabelos.

E como � essa Estrellita com quem vou me casar?

N�o se casar� com ela, Don Raimundo.

Antes de celebrar o matrim�nio,

o Governador... eu quero dizer o Duque,

J� vai estar curado.

Isso espero.

Eu n�o pretendo me casar por enquanto.

Embora eu prometo

me divertir um pouco com esta

minha prometida.

A menos que tal Estrellita seja manca, torta e corcunda.

Em qualquer caso, lembre-se da sua palavra de cavalheiro.

E repito. Fique em guarda.

Talvez tenha algu�m disposto a mat�-lo.

Voc� ter� que saber como se defender.

Eu me defender?

Dei ordens para construir um cemit�rio perto de l�.

Porque haver� tantos funerais como duelos de intervir.

De acordo?

Caro not�rio.

Bem-vindo.

Eu n�o teria perdido nem por todo o ouro do mundo.

O Duque j� chegou?

-Estamos esperando. -Meu pequeno Stephen.

Eu n�o o vejo em vinte anos.

Desde que lhe dei a �ltima aula de latim.

Onde est� sua filha? Eu queria dizer Ol�.

Ele estava aqui h� pouco.

Por favor, venha, venha.

Como dizer-te, Estrellita?

Como faz�-la entender que eu sou louco por voc�?

Eu n�o acho que � o momento certo, e n�s estamos esperando pelo meu noivo.

Um prometido que n�o conhece.

Nem mesmo o governador pode for��-la a se casar com um homem que voc� n�o ama.

� precisamente o que eu responderei para voc�.

Desculpe-me, senhor.

O Duque Don Esteban Contrero!

Ser� que � o Marqu�s Don Garcia Fernandez?

Em pessoa.

� velho! E feio!

Melhor, querida.

O velho tem mais experi�ncia.

Eu n�o me importo experi�ncia.

Eu prefiro...

Eu prefiro...

Don Esteban.

-Muito honrado, senhor. -Com certeza que sim.

Permita-me apresentar o Don Juan Carioquito.

Eu prefiro saber antes de sua filha, se me permitem, onde est�?

Ele est� certo, Vossa Excel�ncia. Est� ao lado do piano.

Muito obrigado por tudo, eu volto para casa.

� melhor beber bom um vinho e continuarmos amigos como antes.

Isso me ofende, Don Esteban.

Ofend�-lo? Por favor, sua hospitalidade � requintada, a festa � bem sucedida e movimentada

pessoas brilhantes, seu amigo � um charme.

Mas sua filha � um castigo de Deus.

Eu tenho que pegar um pouco de ar.

senhorita,

Eu n�o sei, mas

seja voc� quem for, voc� n�o tem o direito de estragar os olhos mais bonitos do M�xico

Deixe-me sozinha, senhor.

N�o at� que voc� me diga por que voc� est� t�o triste.

Voc� tamb�m estaria se tivesse que casar com um velho hipop�tamo .

Bem, eu tenho que me casar com um elefante.

Por que n�o procuramos um lugar para meditarmos sobre os nossos problemas comuns?

N�o posso.

� o meu noivo

Por qu�? J� foi passear hoje no zool�gico?

Quem � o paquiderme de sorte?

O Duque Don Esteban Contrero.

� conhecido.

Acho que tamb�m estou prometido.

� realmente uma vergonha.

Seria lindo se a vida fosse uma gangue.

Vir� o momento que voc� dir�, "mudan�a de casal".

e voc� e eu vou ficaremos bem.

Realmente, senhor? E quem � sua noiva?

Uma pequena Elefanta n�o identificada

Vamos l�.

Repete-me o nome de seu noivo.

Eu o desafio a um duelo, provoco-o e o mato.

Don Esteban Contrero, senhor.

Voc� pode consider�-lo morto.

-Adeus senhorita. -Adeus.

Ah, eu esqueci.

Eu ainda n�o apresentei. Perdoe-me.

Raimun... desculpe, eu quis dizer Duque Esteban Contrero.

Estrellita Fernandez.

Mas, se somos jovens!

N�o se quer dizer.

Duque � o barrigudo que entrou recentemente.

Estrellita deve ser essa pessoa...

Este deve ser um mal-entendido.

Papai!

Este jovem diz que ele � o Duque Esteban.

Sim � ele. Na minha f� � o ser mais estranho que eu j� conheci.

Mas ele � bonito.

Voc� tamb�m, senhorita.

Eu n�o sou um pequeno elefante.

Voc� um elefante?

Voc� � t�o bonita

se sairmos juntos

as pessoas ir�o olhar muito mais para voc� do que para mim.

Senhor, se esta � sua filha, eu estou disposto a me casar com ela at� duas vezes.

�timo, senhor. Agora, vamos que a dan�a vai come�ar.

Por favor.

Desculpe-me, qual � Don Esteban?

Esse?

Oh, querido, querido, querido Dom Esteban.

Voc� n�o sabe quem eu sou, hein?

Um idiota, claro.

Se n�o fosse, n�o incomodaria dois namorados quando se beijam.

Impertinente...

mas simp�tico. Eu sou o Arpagone not�rio.

Que lhe deu aulas em latim.

Ah, Arpagone!

Ah, Esteban!

Estou pasmo.

Para voc� o tempo n�o passa. Voc� � sempre o mesmo.

Sim, eu sei, tem sido muitos anos, mas eu me distra� e n�o percebi.

Como est� Concei��o?

Concei��o?

Concei��o �...

Ah, sua irm�!

-A minha irm�? N�o, sua irm�. -Minha irm�. Eu dou com prazer.

-Est� bem, morreu. -Ela morreu? -Quero dizer morrendo de medo.

Ela caiu do cavalo. Agora est� melhor.

O ela � uma garota encantadora. E Ramon? Ramon, seu irm�o.

O Ramon... meu irm�o?

Ele morreu.

Eu digo que eles morreram no sentimento de fraternidade.

Saiu, voltou para casa e nunca mais.

Mas agora ele retorna.

Foi um coveiro.

Coveiro... foi...

Este... �... farmac�utico ..

Vende medicamentos.

Desde a inf�ncia tinha esta tend�ncia.

Voc� tem certeza de sucesso?

N�o duvide.

Este quarto, que vir� dormir, ser� sua sepultura.

Nesta sala, cada objeto representa um perigo mortal para o nosso convidado.

Os gestos habituais de uma pessoa que tem a inten��o de ir para a cama,

verdadeiros gestos tornam-se aqui

Suicida.

Observe a corda deste sino.

aparentemente,

� como muitas outras.

Mas ser� uma bola de chumbo no cora��o daquele que decidiu chamar um servo.

Vem.

Observa.

Puxando este cord�o,

uma mola � ativada.

Uma mola?

A mola, que por sua vez,

ativa uma arma.

Perfeito.

E isso n�o � nada.

Este candelabro

Seria o suficiente para matar um monte de sua guarda.

Quando a chama atinge o ponto este,

o trabalho regular de final vela

e iniciar a dinamite.

Quem Virar esta vela

vai saltar junto com tudo.

Voc� n�o acha que est� exagerando?

Lembre-se que a morte de Don Esteban deve parecer um acidente.

Eu pensei sobre isso.

N�o podemos ser acusado do assassinato de Don Esteban

se o seu corpo desaparecer.

-N�o lhe parece? -Oh, certo!

Esta � uma armadilha.

Quem apoia o p� neste momento,

desaparecer� para sempre no subterr�neo do pal�cio.

Observe.

A seguir daqui, � um po�o de 50 m. de altura.

Dificilmente ele chegar� vivo ao final.

De qualquer maneira, vivo ou morto,

vai faz�-lo cair dentro.

um dos meus homens.

Ele vai cuidar de tudo.

ele vai notar

e vai agir em tempo h�bil.

Se Don Esteban pensar em sentar nesta cadeira,...

Engenhoso, certo?

Quase tanto como o mecanismo de um presente.

Com base neste apoio,

esguicha para dentro.

E mais um dos meus homens estar� pronto para receb�-lo com uma faca.

Voc� v�, voc� pode ter certeza.

Sim, eu vou ter a certeza quando eu sair desta sala infernal.

Ent�o, eu posso considerar-me marido de Estrellita?

Agora eu estou indo encontrar Don Esteban.

Quero acompanh�-lo, eu mesmo, at� aqui.

Eu n�o quero surpresas.

-Queres algo? - � tarde demais, Esteban.

Estaremos juntos para sempre. Dan�amos juntos.

Temos jantamos juntos.

-Agora vou dormir. -Um momento.

J� que...

N�s estivemos juntos, conversamos, jantamos, dan�amos

Eu n�o vejo por que agora temos de ir para a cama e n�o pode continuar...

Desculpe, Estrellita,

Se voc� quer ir descansar,

como uma can��o mexicana diz,

Tudo bem, v� descansar.

Quero dizer que esta noite voc� vai ter uma bela serenata apenas como um anjo

Eu posso cantar para uma madonna.

Ah, Espero.

Hey, Pedro!

Ele viajou senhor.

Ele � um v�cio de todos os Zorros, Pedro.

De qualquer forma, isso favorece nossos planos.

Sim, mas esta noite eu tenho que cantar a serenata, sabe?

� isto que te preocupa?

-Voc� n�o conhece a minha voz, Pedro? -N�o.

Tente imaginar o guincho de um carro danificado

guiado por algu�m riscando uma faca contra uma placa.

Est� brincando.

Mas n�o importa se voc� acabou de cantar.

Que queres dizer?

Perto do castelo, na praia,

Eu vi um acampamento cigano.

Ciganos s�o todos os cantores e trovadores.

V� para eles. Voc� encontrar� algu�m para cantar em seu lugar.

D�-me o meu dinheiro, se voc� n�o quiser que te destroce.

-N�o d�! Mate-o! -D� a moeda!

Voc� � um ladr�o. Essa moeda que me deram.

Aquele que cantou era eu por isso que � minha.

Terminem! Idiotas!

Voc� n�o sabe que n�o quero brigar?

As quest�es monet�rias eu resolvo.

D�-me esse dinheiro.

A moeda de cobre n�o vai pagar um litro de conhaque.

Vou guard�-la em dep�sito.

Para evitar novas lutas.

D�-me o meu dinheiro!

D�-me o meu dinheiro!

-Pare! -D�-me o meu dinheiro!

Parem, seus idiotas!

Voc�s n�o veem? O Senhor quer alguma coisa.

Procurando por alguma coisa, senhor?

Voc� quer que eu leia sua m�o?

Calma, amigos.

-Voc�s s�o os ciganos? -Sim, eu sou o chefe.

Se voc� quer algo, me avise-me.

Eu sou sua esposa.

Se voc� quer algo, tamb�m deve perguntar-me.

Aqui somos todos iguais. Se diz a eles, eu quero que tamb�m me diga.

E para mim, porque eu n�o sou inferior a ningu�m.

Est� bem.

H� para ganhar

dez pesetas de ouro.

Estamos prontos!

-Por favor! -Quietos, quietos todos!

Relaxe pessoal!

Quem devemos matar?

Esque�a.

� uma voz masculina que preciso, senhor.

A minha! O minha � do sexo masculino. Eu sou curto!

Saia, Uma serenata deve ter um tom alto.

-Qu�o alto ou baixo, eu escolho. -Bom.

Deixe-me ouvir voc�.

Agora o Fa.

Soa como um gato.

O mi.

F�.

Agora, primeiro um mi e, em seguida, um do Fa.

Novamente.

Agora voc�.

-N�o existe. -O que quer dizer? � uma bebida bem conhecida, ignorante.

De qualquer forma, com ou sem voc�, sua voz � a melhor de todos os que est�o aqui.

-Obrigado, meu Senhor. -Cale a boca e me siga.

Um momento.

-E as dez pesetas? -Depois.

Quando a �ltima nota da sua serenata

agradar a orelha

de minha senhorita.

Dez pesetas ouro.

N�o termina aqui.

Vou dar-lhes mais tarde.

Voc� vai ter que tocar e cantar.

Sua boca se movendo e na sequ�ncia da letra,

Parecer� que sou eu que faz a serenata.

Bem, o que eu tenho que cantar?

Qualquer m�sica. � suficiente que,

Como se diz? cativante.

-Deixe comigo. -D� um tempo. Vou explicar agora.

Eu seguro a ponta da corda

meu p�.

Voc� sujeitar a outra extremidade...

O primeiro pux�o que der,

Voc� come�a a serenata.

A segunda puxada, parar�s.

E o pr�ximo pux�o voc� seguir�.

-Voc� entendeu? -Entendi.

Como canta bem, Esteban.

Voc� gostou de minha can��o, Estrellita?

Muito.

Se aproxima mais.

Oh, querido Dom Esteban.

Eu estive procurando por voc� a noite toda.

Onde voc� esteve?

Boa noite, papai.

O que faz acordado a essa hora?

Eu queria acompanh�-lo ao seu quarto.

N�o � l� fora.

� por aqui.

Por aqui. Por favor.

Por favor.

Este � o seu quarto.

N�o tenho mais nada para lhe desejar bom

-e um longo descanso. -Voc� pode ficar um momento?

Ele me faz companhia enquanto me despir.

Eu n�o gostaria de perturbar a sua pequena pausa. J� � tarde.

O que se passa. Al�m isso, teremos um pouco de conversa...

Sentados nessas cadeiras confort�veis.

Por favor.

Isto � muito bonito.

Oh, desculpe-me, eu sou um anfitri�o ruim.

-Sente-se. -N�o, n�o, depois de voc�.

Eu vou sentar aqui.

Ah, sim, tamb�m.

Mas talvez...

melhor que voc� sente que o tabagismo � aqui...

N�o, n�o, depois de voc�. Voc� � um convidado em minha casa.

N�o importa. Se voc� n�o consegue sentar, eu n�o sento.

Especialmente voc� sendo mais velho do que eu.

Ei, senhor.

Voc� n�o se ofendeu, porque eu disse que � mais velho do que eu?

N�o, eu n�o estava pensando em outra coisa.

Oh, senhor, voc� vai tocar o sino?

-Eu tocar o sino? -Sim.

N�o, neste momento, meu servi�al est� na cama.

� in�til tocar.

-Durma. -Onde vai dormir?

Subindo as escadas, vi dez ou doze servos. Desperto e feliz.

Sim, mas voc� sabe como a servid�o � hoje.

Voc� toca e eles fingem que n�o ouvem.

Como eles fazem que n�o ouvem? Deixe-os trabalhar duro,

mas um dia voc� pisa no pesco�o.

Mesmo assim, ainda est� l�. � certo. Eu toco imediatamente.

Muito bem. Assim se faz. Deixe-os trabalharem duro.

N�o, � melhor n�o tocar.

-Por qu�? -E se eles estivessem realmente dormindo?

N�o te entendo.

Vamos fazer isso. Olhar para fora e se as luzes est�o acesas,

Isso significa que voc� est� acordado.

Eu agora ensinar.

� como eu disse.

As luzes est�o acesas.

Vou ensin�-lo a executar.

Canalha! Quem atirou?

Estou ferido!

Sente-se.

Acima. Quem foi? Sente-se.

Tem algu�m?

Servos!

Voc� tem algo mais forte?

A tamarindo, um citrato.

Eu vou, senhor.

Prepare-se.

Ajuda! Ajuda!

Ajuda!

Oh, minha cabe�a!

Eu ia para a cama e mantive uma conversa com seu patr�o

e ver como ele est� acabado.

Ele estava ali.

N�o vem?

Claramente, n�o pode ter sa�do.

ele estava morrendo de medo.

E de quem � a culpa? Sua.

Se tivesse tocado, eu teria vindo.

� tocado bem.

N�o pode ser. Aqui tem um idiota que se diverte disparando.

Este foi um tiro no alvo.

Sente-se aqui.

Voc� n�o pode andar.

Um momento, eu vou dizer ao seu parceiro.

Descanse bem.

Sobre.

N�o, ainda assim, n�o � isso.

Uma coisa � deix�-lo e se mandam rapidamente.

Isso ficou.

Ele se foi e a peruca n�o.

Ele n�o pode ter ido.

Isso vai matar todos n�s

Se n�o parar.

Se n�o parar. Ajuda-me.

Ah, a janela est� aberta.

Que bom cheiro de assado.

Quem est� cozinhando aqui dentro?

Eles s�o esp�ritos.

Eu tenho um fantasma. Sauda��es, fantasma.

O que voc� est� olhando?

Ah, � voc�.

Eu o tinha tomado por um fantasma com esta coisa engra�ada na cabe�a.

Haver� fantasmas!

� um ataque de gota.

O que h� fantasmas? Meu quarto est� cheio.

Voc� est� tendo alucina��es.

Alucina��es?

Uma armadura que desaparece � uma alucina��o?

Uma vela que sai?

E a pistola de tiro, como voc� explica isso?

Bem, vou dormir. Falaremos pela manh�.

N�o, n�o, fique aqui. Venha comigo para o quarto.

N�s reconstruiremos os fatos.

Vamos ver se estou certo ou n�o.

Est� tudo bem.

N�s reconstruir os fatos. Vamos l�.

Vamos come�ar com a quest�o do sino.

N�o, n�o, n�o, aqui. Eu estava aqui.

Fique no meu lugar. Espere.

Voc� vai ver como eu estava certo.

Pode ser.

Mas eu acho que justamente o oposto.

N�o, ainda!

Mantenha-se a�!

Assim. Muito bom.

Eu disse, idiota imprudente.

Eu disse, senhor, certo?

Ei, senhor!

N�o morra!

Poderia sentir-se mal.

Oh, meu Deus!

Espere, senhor.

D�i?

Olho fora e privado de intelig�ncia.

Quer dizer que ele est� vivo e normal.

Ei, senhor!

Vamos l�!

O senhor, � s�bio, hein?

N�o � nada, n�o � nada.

Uma pequeno tiro.

Sobre...

Sente-se na cama e rapidamente se sentir� melhor.

Venha, senhor.

Qual � o seu quarto, senhor?

A� est�, senhor.

Agora durma calmamente e pela manh� vai acordar parecendo um sonho.

Deve ter ca�do da cama.

Me ama.

N�o me ama.

Me ama.

N�o me ama.

Me ama.

Voc� permite que eu me sente ao seu lado?

Ou�a, Estrellita,

Eu sei que voc� est� chateada com serenata de ontem � noite,

mas n�o foi minha culpa.

Hey!

Se voc� for, voc� nunca vai entender.

O fato � que eu queria fazer a serenata com uma voz e, em vez disso,

Fui outro.

De qualquer forma, se n�o perdoar eu n�o vou sair daqui.

Consuelo,

Diga a este senhor n�o quer v�-lo novamente.

Ela diz que n�o quer mais ver voc�.

Consuelo, diz a senhorita que a amo loucamente e quando eu n�o a vejo, eu morro.

Ele diz te ama loucamente e quando n�o te v� ele morre.

Consuelo,

dizer ao Sr.

se ele est� verdadeiramente arrependido,

Eu posso perdo�-lo.

Ela disse que...

Ela disse que pode ir dormir, n�o precisa mais de voc�.

Ele disse que n�o precisa mais de voc�.

Levante-se ou vai fazer a briga retornar.

Voc� n�o merece tal indulg�ncia.

Voc� merece um tapa.

Bom, eu estou pronto para isso.

Mas n�o na cabe�a, hein?

Em sua cabe�a n�o.

Por qu�?

� uma velha hist�ria. � um defeito que eu tenho no coco.

Com um s� golpe eu me torno um her�i

e outro me torno idiota, inofensivo e simp�tico.

N�o entendo.

Voc� vai entender com o primeiro golpe que receber aqui.

Raimundo disse:

Ele encontrou Estrellita para a vida

-e ele a beijou. -Mas ela n�o se deixou ser beijada.

N�o, n�o quero.

Como eu ainda posso confiar em voc�?

Foi um acidente.

Cem mil acidentes que se abateram sobre a minha cabe�a.

Se me permite,

Eu tenho outra ideia. -N�o, obrigado, mantenha-a.

Eu tenho a minha pele.

Desta vez n�o vai correr nenhum risco. Eu que enfrento todos os perigos.

Bem, se assim for, fale.

Don Esteban � muito sens�vel aos encantos de mulheres bonitas.

Seguro que n�o vai desistir de uma aventura galante e f�cil.

E para chamar uma amea�a?

Precisamente porque a aventura galante vai acabar

com um duelo. -Quem vai lutar com o diabo?

Eu. Voc� esquece que eu sou considerado o primeiro espadachim do M�xico?

Eu n�o acho que consiga derrub�-lo.

Eu n�o tenho medo.

Vou pedir a Sra. Marzia faz�-lo morder a isca.

N�s estaremos observando. No momento certo, voc� vai.

desafi�-lo para um duelo

por ofensa grave causada � sua filha, sua noiva.

Vou pedir a honra de me bater em seu lugar.

Tenho certeza,

que desta vez mais forte do que o seu destino

ser� a minha espada.

Senhorita!

Senhorita, o que �? O que est� acontecendo?

Muita dor.

Preciso

alguma coisa.

Falta-lhe algo?

Diga-me o que est� faltando. Mesmo que o sol iria correndo para alcan��-lo.

Eu n�o respiro!

-Eu n�o respiro! -N�o quer respirar?

E ela foi l� fora, sem respirar.

voc� pode morrer, voc� sabia?

Por favor, coloque-me na cama.

Na cama? Imediatamente.

Voc� tem falta de ar,

N�o � uma boa raz�o para tomar o meu.

Sim, eu quero a sua respira��o, sua alma.

Te amo, te quero.

Oh, mentirosa,

tudo isso era uma desculpa para se atirar em mim.

Eu n�o posso ficar sem voc�.

Graciosa hip�crita.

Era necess�rio fingir desmaiar?

Quando o Zorro negou Seus favores a uma mulher bonita?

Achei que voc� estava apaixonado por Estrellita.

No calend�rio da minha vida, todos os dias cont�m o nome de uma mulher diferente.

Voc� � um homem...

de verdade.

Caramba!

Onde voc� aprendeu a beijar assim?

Eu beijo bem...

desde que eu nasci.

Lembro-me do primeiro dia

Beijei a enfermeira, que desmaiou

sussurrando meu nome.

E sempre que voc� beija t�o ardentemente?

Meus l�bios est�o em chamas,

mas voc� � o vento que o alimenta.

Oh, meu bom senhor, me colocou de joelhos,

me estressa...

Eu ou�o no ar um passarinho cantando

o que faz de chip, chip

Voar, voar para o c�u

Passarinho, passarinho...

Senhora!

O que est� fazendo aqui?

Que vergonha!

O que h� de errado?

O que quer dizer que est� errado?

Saia daqui! Imediatamente!

Fora!

Saia deste quarto!

Sim, sim, sim, saia!

E cubra essa sua nudez vergonhosa,

Esta carne do pecado. Ent�o eu n�o quero v�-la.

Mas se nos unirmos.

Oh, minha senhora, eu n�o sei como ela passou.

Eu s� sei que estas coisas n�o s�o feitas.

Entende-se?

Eles n�o deve fazer.

Mas voc� mudou. Primeiro voc� disse...

Al�m do mais, voc� queria...

Homens com homens

e mulheres com mulheres. E al�m disso, eu tenho dito, cubra.

Eu disse eu te amo.

voc�,

Com a desculpa de que me ama, e quer abusar de mim.

Bem, nam nam, querida.

Primeiro vou me casar

E ent�o voc� me tem.

O que voc� disse? Voc� n�o tem sangue em suas veias?

O que aconteceu com voc�?

Voc� n�o me sente seu lado?

Senhora, tudo � vosso micr�bios.

Voc� � uma viciada.

� um c�rculo vicioso e fosse muito melhor se n�o nascesse.

Tome o exemplo da natureza.

Olhe para as �rvores, os p�ssaros,

florzinhas.

Voc� j� viu uma �rvore

presente na sala de um jovem puro e casto

em atitude de provoca��o?

Que diz?

Eu acho que o momento certo.

-Vamos? -� melhor esperar um pouco mais.

Evite homens.

Console-se com borboletas.

Elas s�o inofensivas.

elas n�o podem fazer nada.

Fique longe dos homens.

Ao inv�s de aceitar as suas propostas,

Pegue as flores,

aspira o perfume sutil,

o perfume delicado

Arrependei-vos, arrependei-vos fortemente,

muito fortemente arrepender

de toda a porcaria que voc� fez e voc� queria fazer no futuro.

Sim, voc� est� certo, eu me arrependo.

Eu odeio minha vida passada.

Sim. E fora dispositivos de beleza.

A beleza est� na simplicidade.

-Don Esteban! -Marzia!

Adeus.

Adeus, mundo cruel.

Eu me retiro para a vida casta.

Ao longo das colinas.

Em �reas verdes.

Adeus.

Sua grande ideia.

Parab�ns.

O que isto significa, Don Esteban?

Isso significa que a mulher parecia ter enlouquecido.

Oh, se ela n�o tivesse se reformado, quem sabe o que eu teria feito.

Ela foi muito determinada.

-Determinada a qu�? -Determinada a me receber.

Queria me fazer uma margarida macia, uma orqu�dea do mal

Mas eu n�o sou est�pido.

N�o, eu n�o concordo.

Pare de tocar esse sino .

Sino, quem?

Basta, senhor!

Estamos sozinhos e ningu�m vai ver como voc� morreu.

Senhor, abaixe a espada,

Tenho medo do seu brilho.

E por que voc� quer me matar?

Se voc� est� com ci�mes dessa mulher, eu juro que ela saiu daqui

sem arranhar a superf�cie com deste pequeno sino...

-Ent�o voc� n�o quer lutar. -Por que lutar?

Vamos abra�ar e viver como irm�os.

Espalhe em torno de n�s o p�o, uvas...

-Covarde! -Ah sim.

-Por que...? ^ -N�o tem sangue nas veias.

Eu tenho sangue e uma boa circula��o. O doutor...

Bem, ent�o, defenda-se.

-N�o posso, senhor. -Que mexicano tu �s?

Sou mexicano. E tenho orgulho de ser mexicano.

Pizarro e Cortes s�o duas sombras negras hist�rica para voc�.

-Defenda-se. -Eu n�o sei quem sou.

Eu s� reconhe�o aqueles que abandonaram a espada para abra�arem a f�.

Ensina bondade: se o inimigo te bater

ofere�a a outra face.

Aqui est�, senhor.

Ah sim!

Molusco!

Tenho sede de sangue!

Eu teria te matado antes.

-Estou aqui para faz�-lo agora! -O diabo vai lev�-lo.

N�o tenha medo.

Nunca mato os convidados dos meus anfitri�es.

Apenas os marco.

A fim de ajudar a mem�ria da fam�lia Zorro.

Por favor, onde fica o pal�cio Fernandez ?

Obrigado.

Mas o senhor, apesar de voc� se casar,

Voc� ter�,

Como voc� diria?

Voc� ter� apenas que fazer a parte externa do Consort.

Voc�s ter�o quartos separados.

Eu te corto a cabe�a.

quartos separados.

Se eu me casar com Estrellita, serei marido em todos os efeitos substanciais, Pedro.

O Marqu�s Don Garcia Fernandez?

O que voc� quer de mim, capit�o?

Capit�o e Vice-almirante da guarda do governador, senhor.

Estar�o muito cansados, capit�o.

Vou dar-lhe ordens para se prepararem para comer.

N�o antes de entregar uma mensagem importante para o Duque Don Esteban Contrero.

Ele � meu convidado,

Mas est� seguro?

Porque a mensagem do governador n�o � dirigida a mim?

� verdade, senhor, porque o governador Taron foi deposto a noite passada.

O novo governador � o Duque Don Esteban Contrero,

Eu tenho a mensagem de nomea��o aqui.

Taron, Ele deposto?

Uma conspira��o no pal�cio, obedecendo os desejos justos do povo,

tiranizado h� muito tempo.

Agora eu entendo a raz�o para o fim de Taron.

Agrade�o aos c�us por n�o ter seguido.

-O que voc� diz, Don Garcia? -Um rei morto, um rei posto.

Senhor, diga-me onde posso encontrar sua excel�ncia, o novo governador.

N�o, fique aqui, capit�o. Ser� eu dar-lhe a not�cia.

E o primeiro a parabeniz�-lo.

Exercite-se o capit�o. E continue trabalhando.

Excel�ncia, tenho a grande alegria de anunciar que a partir de hoje,

� o novo governador.

-N�o h� a not�cia. -Tenho orgulho de ser o primeiro a dar

meus parab�ns e meu reconhecimento da fidelidade

Mais dedicada e absoluta.

Espere, o que � essa hist�ria?

Vamos excel�ncia, devemos comemorar com um brinde

Este evento feliz.

� necess�rio continuar a fic��o, agora mais do que nunca.

Felipe!

-Vire o cavalo e espere por mim aqui. -Sim, senhor.

Senhores, todos se curvem diante do governador Don Esteban Contrero.

-Vossa Excel�ncia... -Um momento.

Voc� n�o � o Duque Don Esteban Contrero.

-Mas o que ele diz? -Eu sei muito bem que o duque, n�o � este homem.

Ele n�o � o governador.

Como n�o � eu? � eu ou n�o sou eu?

Mas o pa�s � esse?

em que um novo governador � nomeado, ent�o � removido, colocado, removido, colocado?

Seja s�rio, senhores.

Este �, obviamente, um advers�rio que tomou o lugar de Don Esteban.

-Talvez ele o tenha matado. -Voc� j� o viu!

Eu sabia que se tratava de um bandido.

Hey, hey, calma, bandido.

O magricela, aqui, vai explicar tudo.

Pedro explique a estes senhores o que aconteceu.

Pagar� caro por este crime.

De que crime est� falando, senhor?

E ponha essa espada para baixo, pode machucar algu�m.

Pedro, voc� vai explicar a ele sim ou n�o como as coisas s�o? Eu estou jogando minha pele.

Detenham-no!

Onde est� Don Esteban? O que voc� fez com ele? Responda.

-Don Esteban. -Esteban!

Pare, Estrellita! N�o se trata de Esteban,

mas um bandido que tomou o seu lugar.

N�o � verdade! Foi o Duque!

Foi ele quem me disse, que me autorizou.

Ele sabe. Aquele idiota que agora est� em sil�ncio.

Voc�, mentiroso, ladr�o.

� o destino que sempre faz voc� tem que mat�-lo.

Primeiro porque era Don Esteban

e agora, porque n�o �.

E ser um personagem � dif�cil.

Se sabe uma ora��o, agora � a hora de diz�-la.

Sei um grande que dura umas tr�s horas.

-N�o estou interessado em espera. -Quietos!

Parado!

Don Esteban!

-Est� vivo. -Sim, gra�as a quem est� prestes a matar.

Don Raimundo Alcaz�n,

Filho do Zorro, que eu expressarei minha gratid�o.

Chegou bem na hora, como nos filmes.

Excel�ncia, quanta honra.

Isto deve ser comemorado.

Por favor, venha.

foi como se ele tivesse renascido.

Um minuto mais e ele teria encontrado os restos

que foi um grande her�i das pistas mexicanos.

Excel�ncia,

Governador, eu...

Agora �, uma pessoa importante e influente,

Eu tenho um favor a pedir.

Diga. N�o h� nada no mundo que posso te negar.

-Diga. -Bem...

Eu...

N�o estou entendendo.

Pedro,

Pedro corre, venha aqui.

Voc� explica o que acontece comigo.

Ele gosta de Estrellita.

Ah bom. Sim, Don Garcia.

-Sim? -Voc� aceitaria por lei?

Ela tem que escolher.

Filha!

Estrellita!

Estrellita!

Ajuda! Ajuda!

Ajuda!

Don Juan raptou Estrellita.

Ele subiu em uma carruagem e se afastaram.

Segui-lo.

Haver� um brinde de sangue!

Abram caminho!

Apresse-se, apresse-se, senhor!

Senhor, tem que chegar � minha filha!

Senhor, depressa, senhor!

Raimundo!

Raimundo!

Raimundo!

Me ajude!

Me ajude!

Raimundo!

Ajude!

Raimundo!

Pare, canalha!

Raimundo!

Ajuda!

Deixe-me!

Deixe-me!

Miser�vel!

para,

Velhaco!

Raimundo!

Ajuda!

Vamos l�! Vamos l�!

Deixe-me!

Deixe-me!

Raimundo! Deixe-me!

relaxamento canalha!

Ajuda! Raimundo!

Ajuda, Raimundo!

Solta a minha menina. Quando te pegar, eu vou te matar.

Raimundo!

Perdoa.

Posso cortar o p�o?

Oh, o que eu fiz, amor?

bom,

Eu com a espada na m�o.

Oh, eu pervertido.

Eu ia fazer?

Eles s�o,

Levante-se.

Perdoe-me se eu te machucar.

Agora eu voltar sua espada.

Sangue!

Pare, voc� idiota!

Velhaco!

Valha meu Deus, mas que, que a arte Don Raimundo!

Ajuda!

Senhora! Padr�o!

Don Raimundo, Seu filho est� batendo como um le�o.

-� verdade? -Sim.

Realmente bons amigos.

E � simp�tico.

E agora n�s bebemos aqui.

Vou mat�-lo como um c�o.

Voc� � um canalha.

Deixe a cebola.

-O que as cebolas? -Voc� � um canalha.

Sempre quando eu estou fugindo.

Eu vou mat�-lo, sabe?

Retire a cebola da�...

Esta espada d� vista aos cegos.

Mal educado.

Descort�s e vil�o.

Vamos l�.

Voc� ouve? Quando voc� precisar dele,

dizer: tata, tata. -Tata, Tata.

Sistema!

Sistema!

-Raimundo. -Estrellita.

-Estrellita. - Raimundo.

Raimundo, voc� � um verdadeiro her�i.

Sim, mas voc� sabe que eu n�o sou Don Esteban.

Eu n�o me importo.

Eu te amo.

Sistema!

Sistema!

Raimundo!

Raimundo!

Papai!

Meu caro rapaz!

Finalmente, Deus me ajudou.

O sonho de Zorro se cumpriu.

Legenda Traduzida por tetrao/Albatroz

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