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Original subtitles

UMA SÉRIE ORIGINAL NETFLIX

EPISÓDIO 3

Pode tirar o sutiã.

Mas é o ombro que está me incomodando.

Eu sei, mas posso examiná-lo melhor sem o sutiã.

Então...

A dor começa aqui e vai descendo a coluna.

Vamos dar uma olhada.

Algo errado?

Não, desculpe, achei que...

Achou o quê, senhorita?

Nada.

Vou embora.

Não é a primeira pessoa que vejo nua.

Sim?

Desculpe interromper.

O que foi?

A polícia ligou pra perguntar da sua paciente, a Sra. du Tilleul.

Querem falar com o senhor.

Mudança repentina no caso Astrid du Tilleul:

o principal suspeito, Dany Bastin, retratou a confissão ontem à noite.

O advogado, Sr. Foucart, acusa a polícia de coerção.

Exige que o cliente seja liberado imediatamente.

Mas o jovem continua sob suspeita.

Ainda há dúvidas no caso.

Dany Bastin ainda não conseguiu dar aos investigadores um álibi concreto.

Yoann?

-Sim? -Está tudo bem?

Está.

Vamos conseguir vê-lo.

Está bem.

Oi, Dany.

Pedimos uma revisão do caso de Clémence.

É um bom começo, mas demora.

Tenha fé.

Yoann é o amigo que te falei.

Oi, Dany.

Ele tem algumas perguntas.

Está bem.

Não temos muito tempo. Tem que me dizer.

Onde estava no dia da morte da Sra. Tilleul?

Não estava com a família, então onde estava?

Preciso saber a verdade para ajudá-lo.

Não posso fazer nada se não falar.

Pode confiar nele. Está do nosso lado.

Estava na sentinela.

Onde?

A estrada em construção atrás do bosque.

Tem um mirante ao lado.

Dany os observa trabalhando.

Não é, Dany?

Estava observando?

Sim.

Alguém viu você lá?

Não.

Não viu ninguém no bosque?

-Não. -E no caminho para casa?

Não viu nenhum carro?

Um trator?

Não.

Algum trabalhador?

Algum lenhador, alguém passando?

Não.

Pense direito, Dany. O seu álibi é importante.

Não teve ninguém.

Nunca há ninguém na sentinela.

É por isso que vou lá.

Ficar sozinho.

Gostava da Sra. du Tilleul.

Era simpática comigo.

Era uma boa pessoa.

Veja, Dany.

Não fique me filmando.

Deve filmar as árvores, a floresta.

Olhe só isso.

Não é maravilhoso?

Escute.

Sabem que é inverno.

Estão guardando seiva

no centro do tronco.

É maravilhoso.

Um pica-pau-verde!

Ouviu isso?

É muito lindo.

Precisa ser preservado.

Astrid du Tilleul nasceu e foi criada em Ardennes.

Mais honesta impossível,

mais afiada que uma tachinha.

Sabia o que queria e como conquistar isso.

Como sabem, Astrid e eu não concordávamos em tudo.

No conselho municipal, tínhamos opiniões opostas.

Mas tínhamos um projeto em comum: Musso.

Ela fez muito pela nossa cidade.

Ela era...

uma mulher genial.

Inteligente

e radiante, e a forma como nos deixou é trágica.

Sentiremos saudade, Astrid.

Eu sentirei.

À Astrid.

Bando de burguesinho de merda!

Malditos...

Claro, não puderam resistir.

Quero logo me livrar desses vagabundos.

Sinto muito.

Minhas condolências.

Suco de cranberry?

É meu.

Obrigada.

Oi, Marjo.

Inspetor Peeters?

Posso me sentar?

É claro.

É bom ver você.

É.

Faz muito tempo.

Está tudo bem?

Tudo.

Tudo bem.

E você?

Bem.

Achei que tivesse ido embora. Ainda mora aqui?

Mais ou menos.

Moro do outro lado do vale,

em Bastogne.

É bom te ver de uniforme.

Trabalho na central de Musso.

Fiquei sabendo.

É ótimo.

O que te traz a Musso?

Dando um passeio.

Está cuidando do homicídio da baronesa du Tilleul?

Estou.

Bom, Bastogne fez os interrogatórios.

Estamos fazendo o relatório oficial.

Tenho uma amiga que conhece o Dany.

Acha que ele é inocente.

Ficará decepcionada, então, achamos o DNA dele.

E quantas outras pessoas?

Está aqui por isso?

Marjo, ele foi enganado há nove anos.

E pode ser enganado de novo.

Achei que não fosse mais policial.

Oi.

Estou indo.

Tenha cuidado, Marjo.

Não se apresse.

Merda, aquele era o Peeters?

Era.

Achei que tivesse ido embora.

Eu também.

Eu teria ido o mais longe possível.

Yoann Peeters.

Não estou nada surpreso por ter ligado.

Meus colegas ainda dizem: "Peeters? Não...

Ele não é mais policial, é professor agora."

Ridículo.

Conheço você, Peeters.

Sabia que ia voltar.

É quem é.

Não voltei, Breekpot.

Seus colegas estão certos. Não sou mais policial.

Então o que faz aqui?

Ajudo uma pessoa.

Tem autorização pra ver isso?

Não. Tem a análise gástrica?

Cacete!

Não contarei, fique tranquilo.

Então,

vai me explicar?

Hora da morte.

Às 18h17.

Quanta exatidão.

Aconteceu entre 18h e 18h30, segundo a análise gástrica.

Mas...

Deve ter quebrado quando reagiu.

E, se era precisa, como acredito que era,

essa é a hora exata.

Nada mal.

A arma do crime?

Não foi encontrada, mas acredito

que tenha sido um cutelo, tipo...

faca de açougueiro.

O que é isso?

Um Port-a-Cath.

O que é?

Um cateter implantável

que é colocado sob a pele do peito.

Colocados em pacientes que fazem quimioterapia.

Du Tilleul tinha câncer?

Não.

Então por que tinha um?

É uma boa pergunta.

Não faz sentido algum.

Informei Bastogne disso, mas ninguém liga.

Tentei falar com o médico dela, o Dr. Lefèvre.

Foi quem colocou o Port-a-Cath.

Já deixei três mensagens.

Nunca me ligou de volta.

O que me parece estranho,

considerando a maneira que sua paciente morreu.

Sim?

Com licença.

Dois inspetores estão aqui para vê-lo.

Como posso ajudá-los?

O senhor é o médico que tratava a Sra. du Tilleul,

que morreu na quinta-feira.

Sim, está correto.

Mas já falei com seus colegas.

Sim, eu sei.

Desculpe as perguntas iguais, teve uma confusão nos horários.

Então, a Sra. du Tilleul

havia anotado uma consulta com o senhor na quinta, dia 18,

às 15h.

E a sua assistente não viu essa marcação na agenda.

É porque não houve consulta.

Não viu a Sra. du Tilleul nesse dia?

Não.

Foi o que imaginamos.

Há muito tempo que não a via?

Não me lembro.

Tenho muitos pacientes em Musso.

Sim, é o único médico.

Obrigado.

Cara família,

senhoras e senhores,

é com profunda emoção que cercam esta pessoa querida pela última vez.

Que a memória dela lhes ajude a aceitar

essa separação.

Cara família, senhoras e senhores,

este é o fim desta cerimônia.

Está bem, querida?

Estou.

Entrou um pouco no olho.

Vamos embora?

Não será muito trabalho.

Só precisa esvaziar,

usar uma mangueira de pressão,

esfregar bem e ficará boa.

É só sangue. Vai sair.

Não, Tino.

Faça o que quiser. É nojento.

Não vou nadar nela.

Sério? Quem é que veio encher o saco agora?

Olá.

Sou inspetor Peeters,

da polícia de Heiderfeld.

Desculpe incomodá-los no luto,

mas tenho perguntas.

Não se comunicam?

Já contei tudo dez vezes.

Eu sei,

mas sou de Heiderfeld.

Com as mudanças, não temos conexão com Musso.

Não temos contato.

Não vai demorar, prometo.

Quando poderemos limpar?

Está começando a feder.

Queríamos voltar a usar a casa.

Disseram pra não limpar?

Bom, não, mas achamos que...

Não sei. Poderiam ter dito.

-Você que encontrou sua irmã? -Sim.

Tino e eu

voltávamos de Hamburgo. Compramos um quadro pra ela.

-A permissão de enterro. -Sim?

Você fez o pedido?

Sim.

Para o Dr. Lefèvre?

Sim. Por quê?

Só estava me perguntando.

Por que quis o corpo cremado tão rapidamente?

Para poder velá-la.

Sim.

É claro.

Inacreditável! Por que tudo isso hoje?

Alô?

Alô?

Merda, estou sem sinal. Vou lá fora.

Estou saindo. Espere!

Já falei...

ÀS 15H, CONSULTA DR. LEFÈVRE

O que está fazendo?

-Sim, Breekpot? -Oi, sou eu.

Fiz pesquisas sobre du Tilleul.

Descobri algumas coisas do médico,

o Dr. Lefèvre.

Certo, pode falar.

Como nunca me atendeu, liguei para o hospital de Bastogne.

Recebe pacientes duas vezes por semana.

Digo, recebia, porque agora...

O quê?

Há um caso disciplinar contra ele. Foi suspenso.

Tem uma investigação. Ainda sem provas.

Mas sempre que o cara ia ao hospital, coisas desapareciam,

como bolsas de sangue, material cirúrgico, remédios...

Como fentanil?

Talvez. Por que diz isso?

Achei frascos vazios na casa dela.

Acha que o cateter era pra isso?

Não faço ideia, mas espero que não.

Fentanil é um analgésico muito forte.

É usado em cirurgias.

Cem vezes mais forte que morfina.

Se o cara estava usando isso nela,

a estava envenenando.

Pronto.

Terminei.

Deite-se.

Relaxe totalmente.

Feche os olhos.

Pode dormir se quiser.

A sua irmã era contra a construção da estrada.

E eu também, no início.

A empresa...

não é muito honesta.

Não se importa em proteger a natureza, só em lucrar,

como sabemos.

Sabe, Claudine,

sempre respeitei o compromisso da sua irmã em salvar o bosque.

É uma causa nobre e importante, entendo as decisões dela.

Mas, por outro lado, encaremos os fatos.

Estão certos.

Musso não sobreviverá sem a estrada.

Quanto vão pagar?

Quem?

Quanto a empresa pagará pela terra?

Não sei exatamente. Tenho que pesquisar.

Escute, Étienne,

vou ser sincera.

Estou cagando para o bosque, o pântano, os sapos...

Isso era coisa da Astrid.

Aceito a construção da estrada.

Só quero que me paguem bem pela terra.

Está bem.

Seria bom se também tirassem aqueles vagabundos do meu bosque.

Dois coelhos.

O que vamos fazer?

Nada.

Mas, Boris, ela morreu, vão nos expulsar.

Não sairemos daqui.

Concordo, mas...

Não sei quem foi o babaca, mas fodeu com todos.

Espero que não tenham sido vocês.

Ela era nossa única aliada contra essa merda de estrada.

Agora somos nós contra todos.

Então, Sr. Peeters.

Abra a boca.

Cabeça para trás.

Não, não está inflamado.

Vou medir a pressão.

Levante a manga.

Ficou sabendo da mulher encontrada morta na piscina?

Sim.

Terrível.

A conhecia?

Não, não muito bem.

Certo...

Pressão 14 por 9.

Um pouco alta,

mas está bem.

Por que disse "não"?

Não era sua paciente?

É verdade, era, sim.

Um tempo atrás.

Não a via há muito tempo.

Nem no dia da morte?

Perdão?

A Sra. du Tilleul marcou uma consulta

no dia da morte dela.

Tem certeza que não a viu?

Quem é você?

Um amigo da Sra. du Tilleul.

Um amigo que quer saber por que do cateter.

Saia daqui!

Estava saudável. Por que implantou o cateter?

Saia agora

ou vou chamar a polícia.

Está bem.

Vou sair.

Não me respondeu.

Certo,

Dr. Lefèvre...

Então, Sr. Verelst,

alguém mordeu?

Mordeu o quê?

No Tinder.

Alguém mordeu a isca?

Não...

Colocou foto sua?

-Claro que sim. -Erro clássico.

Ponho uma foto que encontrei on-line.

Veja.

Assim, tem o dobro de matches.

É?

E quando te veem pessoalmente,

não ficam decepcionadas?

Tem um certo período de ajuste.

Como estamos com o Dr. Lefèvre?

Tem um mandado para ele?

-Não diga que não tem mandado. -Rudy escreverá um.

Não quero um do Rudy.

Quero um mandado. Não vou trabalhar sem um.

Até parece.

Só faz coisas legais com as máquinas todas.

Não é o mesmo.

Quer que viole a confidencialidade médica.

Não faço isso.

-Tenho a minha honra. -Certo.

É sua honra que conhecem.

"Alain, o nerd honroso."

Continue mexendo aí.

Certo, o que quer saber sobre o Dr. Lefèvre?

Tudo.

Tudo o quê?

E-mails, contatos, agendas e tudo que tiver sobre du Tilleul.

E veja se ele apagou algo recentemente.

Quer bacon, ovo, queijo e tudo que tem direito.

Verei o que posso fazer.

Volte amanhã.

Até amanhã.

RESTAURANTE

Achou fácil?

Conheço bem a região.

Sempre passo aqui.

Foi fácil.

Aqui está.

Está tudo aqui.

Anotações, desenhos,

o que ele sente e vê.

Dany escreve tudo.

Vai entendê-los melhor.

Certo.

Obrigado.

-Você mora aqui? -Sim.

No hotel?

Sim.

É temporário.

Está com pressa?

O quê?

Quer tomar um drinque?

Tem um bar, não é?

Sim.

Vamos?

Até quando fica aqui?

Na teoria, julho.

Meu ex deve sair da casa no dia 1º.

E vai ficar com a casa?

Não, vamos vendê-la.

Nenhum dos dois quer ficar.

Muitas memórias ruins.

Entendo.

Separações nunca são fáceis.

E como está sua filha?

Ela entende?

A minha filha?

Estava grávida.

Não teve uma menina?

Sofri um aborto.

Sinto muito.

-Não sabia. -Não se preocupe.

Acontece.

É melhor eu ir.

Está bem.

-Obrigada pelo drinque. -De nada.

Então, é verdade?

Vai ajudá-la?

Quem?

A psicóloga.

Vai trabalhar com ela?

Por que não?

Tinha parado de investigar.

E parei, Drummer.

Só estou dando uma mão.

Não está pronto.

Não deveria.

Ela sabe que vê os mortos?

Não vejo mortos, Drummer.

Só você.

Não é igual.

Na verdade, nem você.

Boa noite, Drummer.

Está bem, doutor?

-Machuquei você? -Não.

-Continue. -Estou quase lá.

Não sei como conseguiu enfiar uma farpa tão funda assim.

Consegui.

O que é isso?

SALÃO

ALAIN ATENDER

DECIFRADOR DE SENHAS

BAIXANDO

Inspetor, dê uma olhada.

Estava certo sobre o Dr. Lefèvre. Apagou a consulta da baronesa

na casa dela no dia da morte às 15h.

Sabia.

E não é só isso.

Dei uma olhada nos arquivos do computador do seu amigo.

É uma piada.

Veja.

Filma as pacientes.

Faz mais do que filmá-las.

É um doente.

Tem dezenas de filmes.

De cinco anos.

Está cheio de vídeos.

Clique nesse aqui.

Está bem.

Feche os olhos.

Relaxe totalmente.

Respire profundamente.

Pode dormir se quiser.

Merda, Peeters, não pode fazer isso.

Eu sei.

Deve liberá-lo e rezar pra não processá-lo.

Mas, senhor,

é o médico da du Tilleul.

Abusa das pacientes e as filma.

Não importa!

Não é mais da polícia.

Não pode prender ninguém.

Tecnicamente, foi Verelst que o prendeu.

É.

Deixe-me interrogar.

O que faz aqui?

Quem é você?

Por que apagou a consulta com du Tilleul?

Não pode me interrogar.

Tenho confidencialidade médica.

Por que apagou a consulta com du Tilleul?

Não apaguei nenhuma consulta.

Muito bem.

Podemos discutir filmes, se quiser.

Disseram que gosta de cinema.

O que está fazendo?

Isso é um sonho?

Está louco?

Maldito!

Por favor, não é o que pensa,

Sra. du Tilleul.

Não é possível...

-Está filmando, nojento? -Não, é por segurança.

Desgraçado!

-Não, está errada. -Está louco?

Gostaria de um advogado.

Sabe como se chama isso que faz?

Abuso sexual.

Estupro.

Envenenamento.

Isso dá 15 anos de prisão, Spielberg.

E para caras como você, a prisão...

raramente é boa.

Então, se fosse você,

calava a boca e colaborava.

Medicamentos.

O quê?

Medicamentos.

Era o que ela queria.

Estava me chantageando.

Quando descobriu os vídeos, me ameaçou.

Disse que não me denunciaria, mas...

me fez dar receitas para ela.

Deu remédios a ela?

Não tive escolha.

No começo não era nada.

Pouco depois,

queria aumentar a dose.

Havia pesquisado na internet.

Queria produtos que eu não conhecia.

Foi daí para pior.

Não podia fazer nada.

Na quinta,

fui à casa dela para falar que ia parar com tudo.

Que foi longe demais.

E que, naquele ritmo, ela morreria.

Não queria ser o responsável.

Astrid.

Sofria de abstinência.

Me xingou e me bateu.

Quer que vá embora?

Seu merda...

Seu merda!

-Nojento! -Está louca?

Vá embora!

Bateu nela?

Não. Bom...

sim.

Só bati nela para me defender.

Estava viva quando saí.

Chorava e gritava.

Sim.

Estava viva.

Não acredito.

Inspetor.

Astrid foi morta às 18h.

Li o relatório da autópsia.

Eu...

Saí da casa dela por volta das 15h30.

Voltei para o meu consultório

e fiz consultas pelo resto do dia.

Posso provar que tive paciente às 18h.

Sei que tenho um problema.

Mas não sou assassino.

Acredite em mim.

Vou buscar ajuda, inspetor.

Eu juro.

Posso mudar.

Ninguém muda, doutor.

Nunca.

O que foi?

Não disse nada.

BANCO

Não vejo nada disso no arquivo.

Denis,

abriu o cofre número 2589?

Alguém esvaziou o cofre da baronesa?

Sim.

Ontem à tarde.

O cofre está trancado e selado.

Desculpe,

eu não sabia.

Quem o esvaziou?

A Sra. du Tilleul.

É impossível.

Ela está morta.

Astrid.

Por favor.

Só pedi uma coisa a você nesta casa:

alimentar meu cachorro. Nem isso fez.

Nos esquecemos. Desculpe.

Paguei 3 mil euros.

É uma parasita.

Vamos.

-Inspetor. -Um minuto.

É do banco. Alguém se passou pela Sra. Tilleul

e esvaziou sua conta.

Puta merda.

Já ligo de volta.

Sim, estamos a caminho.

Kiwi?

Kiwi!

Kiwi!

Claudine...

Claudine!

Ali está.

É ela.

Disse que era a Sra. Tilleul?

Sim.

Até mostrou a identidade.

Sra. du Tilleul? Sim...

Sou eu.

Prazer conhecê-la.

Pode me chamar de Astrid.

Claudine?

O que está fazendo?

Me fode, Tino.

Legendas: Gustavo Sobral

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