Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
LA PORTA ROSSA S01E12
EPIS�DIO FINAL legendas @drcaio
Oi, Chiara. Um suco, por favor.
Claro, Sr. Rambelli.
"Jovem encontrada sem vida."
"O corpo foi encontrado em uma �rea perif�rica da cidade."
Claro que os garotos fazem vandalismo!
Est� falando comigo?
Eles querem levar uma garota para a cama,
e a convencem a tomar p�lulas.
A menos que fossem dadas sem ela notar.
Os garotos dessa idade s�o realmente delinquentes.
N�o sei do que est� falando.
Bem, acho que sim.
Como voc� reagiu, eu diria que seu filho lhe contou tudo.
Bem, assim est� melhor. Ser� mais f�cil concordar.
- Quem � voc�? - Me chamam de Mexicano.
Sou muito famoso no seu bairro.
- Talvez dev�ssemos nos encontrar a s�s. - N�o!
N�o, voc� e eu vamos nos falar muitas vezes, delegado.
Mas n�o nos veremos.
Voc� far� o poss�vel para que seus homens me deixem em paz...
se n�o quer que todos saibam o que
realmente aconteceu com Ambra Raspadori.
Deixo o jornal, senhor.
- Chefe, convida para um caf�? - Claro. Um caf�, Chiara.
Rambel, voc� est� bem?
Sim, mas estou morto de cansa�o.
- Bom Dia. - Assim espero. - Aconteceu algo, senhor?
- Na sua opini�o, o que poderia ter acontecido? - O que ele fez?
Peti��es de autoriza��o sem provas, informantes fantasmas.
- Que coisa? - A hist�ria do Mexicano.
Agora entrou em sua cabe�a...
- que sabe como prend�-lo. - Onde? - No Porto Vecchio.
Rambelli, ele tem um parafuso solto.
Mantenha-o distante.
- Eu tentarei. - �timo.
Atenda!
Merda!
- Sim? - Um dos meus sabe que haver�
uma entrega e ele conhece o lugar.
- Quando? - Esta noite. - Quantos s�o? - Vai sozinho.
Ele � o melhor da equipe. Se eu fosse voc�, sairia r�pido.
Entendido, mas n�o brinque.
Se eu for preso, voc� vem junto comigo.
Feliz Natal, Stefano. - Feliz Natal para voc� tamb�m.
- Obrigada por vir. - Por nada.
- N�o sei do que est�o falando. - A voz parece sua.
Imagino que esta n�o � voc�.
Sabem que Vanessa � menor de idade.
N�o podem interrog�-la se um advogado n�o estiver presente...
- � advogado? - N�o. - Ent�o! - Mas conhe�o meus direitos.
Sente-se, sente-se.
V� o dano que a TV faz?
S� queremos conversar um pouco...
antes que Vanessa se envolva em s�rios problemas novamente.
Calma, estou aqui.
O que � t�o urgente que voc� queria me contar?
Acho que existe uma rela��o entre
a morte de Leo e de Ambra Raspadori.
- Raspadori. Conhe�o bem o caso. - Sim.
A garota que morreu de uma overdose de Red,
mas n�o no lugar onde foi encontrada.
Entre os n�meros de telefone da garota, h� um n�mero que...
tamb�m aparece entre os n�meros do Mexicano.
Adivinha de quem �?
Raffaele Gherardi, o filho de Patrizia Durante.
O rapaz que acabaram de encontrar morto.
Exatamente. Estou convencida que h� uma
pessoa que moveu o corpo de Ambra...
para que Raffaele n�o fosse envolvido
com a morte da garota.
Eu queria interrog�-lo, mas a m�e interrompeu a investiga��o.
- Sim, mas n�o entendo. - Est� bem.
Eu acho que o Mexicano vendeu Red para Raffaele Gherardi.
Raffaele deu a droga para a garota,
exagerou a dose e ela morreu.
E a� entra em cena a pessoa que deslocou o corpo...
para evitar que Raffaele tivesse problemas.
O Mexicano estava chantageando-o.
Certo.
Mas pode ser que Raffaele tenha movido o corpo da garota.
N�o.
Foi obra de algu�m profissional. Foi um dos nossos.
A mesma pessoa que ligou da delegacia para o Mexicano.
- Incomoda se eu fizer um ch�? - N�o. - Quer um?
- N�o, obrigado. - Volto em seguida.
Merda!
O n�mero discado...
Vanessa, voc� foi at� a delegacia para levar a agenda.
Como voc� fez para t�-la?
N�o pode negar a foto, diga a verdade.
A encontrei...
Onde? No saco de batatinhas?
N�o. No terra�o da casa de um cara.
No terra�o da casa de um cara. Vanessa, olhe para mim.
Podemos continuar assim at� o Dia de Reis.
Passaremos todo o Natal juntos.
Fale para mim, assim fica tudo certo.
Escuta, Vanessa.
Achamos que, al�m da agenda, nos fez chegar um celular.
O celular de um traficante que morreu em um tiroteio.
- Ent�o, junte o quebra-cabe�as. - Voc� o achou?
- N�o. - Tem certeza? - Sim.
Tem certeza de que n�o encontraremos
suas impress�es digitais nesse celular?
- � um blefe. Calma - Sim. - Tudo bem, eu acredito.
- Lembra do dia em que Leo morreu? - Sim.
Leo recebeu uma informa��o.
Sabe que o Mexicano tem uma grande partida de Red
e que vai a dar a Rizzo.
Os dois v�o se encontrar no armaz�m da zona portu�ria.
Leo pede autoriza��o a Piras e ele nega.
Quem conhece bem Leo sabe que � um teimoso e que ir� ao armaz�m.
Chega o Mexicano e aqui entra em jogo
o anjo da guarda de Gherardi.
Ele sabe que se Leo prender o Mexicano, ele o far� falar.
Se o Mexicano falasse de Ambra, sairia o nome de Gherardi.
- Ent�o o que ele faz? - Avisa o mexicano. - Exato.
Mas ele n�o liga do celular porque acha perigoso.
Liga do telefone da delegacia, cometendo um erro.
Lorenzi nunca admitiu fazer essa liga��o.
Este misterioso anjo da guarda tem
que ser um dos nossos, Stefano.
Ele avisou o Mexicano.
N�o sabe se conseguir� enganar Leornardo
e vai l� pessoalmente.
Quando chega v� que Leonardo j� prendeu o Mexicano.
N�o sabia o que fazer para sair de l�, ent�o matou os dois.
� a segunda vez que voc� diz um dos nossos.
- Quem voc� acha que foi? - Piras.
- Piras? - Um. � grande amigo de Durante.
Dois. N�o suportava Leonardo. Tr�s. Negou a autoriza��o.
Quatro. Leonardo disse a ele onde se encontrariam.
Cinco. Ele mandou parar minha investiga��o sobre Raffaele.
O mais perturbador � que ele estava
no porto na noite em que Leo morreu.
O qu�?
Uma coisa voc� pode me dizer.
Por que passou a noite com Gherardi...
poucas horas antes dele morrer?
O vigia da piscina te reconheceu.
Raffaele � um amigo.
Acho que � normal passar a noite com um amigo.
� normal passar a noite toda com um amigo?
� normal?
Parece uma idiotice para mim, Vanessa.
Certo.
Vou dizer a verdade.
- Tenho um informante. - O que est� fazendo?
- Que seria... - N�o posso dizer...
Mas est� me dando informa��es muito boas.
Menos, garotinha...
Voc� se infiltrou na Unidade para investigar Cagliostro.
Voc� continua lidando com sua ex-esposa...
e voc�s dois foram para a cama juntos.
� bastante?
Muito bem. Agora conven�a-os a pelo menos ligar para Anna.
Anna, a mulher de Cagliostro pode estar em perigo agora.
N�o se preocupe com est� segura.
- Como podem saber? - Est� com nosso subcomiss�rio.
- Rambelli. - Ela tamb�m conhece Rambelli.
Rambelli matou Cagliostro e tamb�m poderia matar Anna.
- Basta de bobagens, venha com a gente. - N�o! - Tire as m�os!
- N�o tem provas. - Voc� fica aqui.
Agora na delegacia voc� nos conta tudo.
- Vanessa. - Tia. - O que foi? - Est� tudo bem, pol�cia.
Estamos investigando e temos que interrog�-la.
Onde a levam?
- Onde a levam? - Para a delegacia. - Por qu�?
� complicado.
A namorada de Piras encontrou essas fotos no computador.
Ela enviou para mim por e-mail.
Ent�o Piras estava l� naquela noite tamb�m.
Talvez esteja certa, deve ter sido ele.
N�o, desculpe. N�o est� batendo. Vamos pensar juntos.
Se Piras tivesse ido l� para matar Leonardo...
n�o teria tirado essas fotos. Que sentido teria?
O que quer que ele tinha em mente, n�o matou Leonardo.
Sinto que estou perto da solu��o Stefano, voc� tem que me ajudar.
Eu te ajudo, mas vamos falar claramente.
Que provas voc� tem?
- O qu�? - O telefonema que Lorenzi n�o admite ter feito.
Suposi��es sobre o envolvimento
de Raffaele Gherardi na morte da garota por overdose.
A interven��o desse protetor fantasma.
Honestamente, parece pouco para mim.
E � voc� quem fala assim comigo?
N�o te reconhe�o. Eu vou encontrar
quem matou Leo com ou sem sua ajuda.
Anna, eu...
- O que houve? - Deve ser um apag�o.
Sim, um apag�o.
- Bastardo! - Escuta, Anna.
Que merda � essa?
- Leonardo est� aqui. - O que est� falando?
O que est� falando? Leo est� morto!
- Voc� matou Leonardo. - N�o!
Apare�a! Voc� est� morto!
Que merda voc� fez? Que merda voc� fez?
Anna.
Anna!
Anna.
N�o, Anna!
Onde vai, idiota?
Onde vai, bastardo?
Rambel, o que faz aqui? Ouvi tiros.
Vai, vai.
Eu te disse.
Eu te disse. Vamos! Anna est� ali.
Levanta! Vamos!
Anna! Pelo amor de Deus.
Venha aqui.
Aqui.
Venha, vamos.
Resista, Anna.
Voc� vai ver que o que acontece com voc� n�o faz sentido.
- O que aconteceu? - Rambelli ficou louco, queria nos matar.
- Como ela est�? - Est� grave. - Rambelli?
- Na casa, atirei nele. - Est� morto?
- N�o sei. - Vanessa!
Tenho que ir ao hospital.
Vamos, resista!
- Arma de fogo. Est� gr�vida. - Vamos, r�pido.
Se a perdermos, perdemos o filho.
- O que temos? - Arma de fogo, perdeu muito sangue.
- Est� gr�vida. - Temos que parar o sangramento.
Anestesia, temos que andar logo.
Doutor, vamos intubar.
- Oxig�nio. - Prontos? A paciente est� sedada?
Estou aumentando.
- Est� bem assim, basta. - Perfeito.
A paciente est� est�vel.
Anna.
Eu sabia que voc� estava comigo.
Todas as coisas que descobriu sobre mim.
Deixa.
Eu tamb�m cometi erros. Mas nada mais importa.
Nada mais importa.
Press�o sangu�nea insuficiente.
Insufici�ncia card�aca.
Feto em sofrimento.
Abra�a-me...
N�o temos muito tempo.
Temos todo o tempo que queremos.
Eu quero estar contigo, quero estar onde voc� est�.
Pode v�-los?
Quer lhes causar uma dor t�o grande?
Mas eu escolho voc�.
Me leva contigo.
� ela? Nossa filha?
Voc� e eu ainda podemos ter uma vida juntos.
Existe ela.
Quando te vi pela primeira vez...
- tinha certeza que voc� n�o me alcan�aria, lembra? - Sim...
Mas eu nunca soube como seguir seu ritmo.
Eu te amo.
- Eu tamb�m te amo. - Mais que a vida. Sempre.
- Desfibrilador. - A estamos perdendo.
R�pido, vamos.
Adrenalina.
Chame-a de Vanessa.
- Avisou sua m�e? - Sim...
N�o acho que podem fazer isso,
n�o podem me obrigar a ficar aqui.
Quando terminar de nos contar tudo.
Voc� ainda n�o come�ou.
O inspetor Paoletto n�o vai demorar muito.
Iremos todos para a delegacia...
e ent�o ver� a sua m�e.
Posso confiar e deix�-la por 5 minutos?
Tenho que fazer uma liga��o...
Sim?
Sim, est� fora de perigo, a crian�a tamb�m.
Sim, estamos todos aqui.
Eu sei que n�o deveria estar aqui,
mas � importante que voc� me ou�a.
Voc� � a garota que eu vi no elevador.
Voc� me ligou depois da morte de Leo.
Como sabia que eu estava em perigo?
Porque seu marido me disse.
Conhecia o Leo?
� um pouco complicado.
Eu o conheci...
Eu o conheci depois que ele foi morto.
- V� embora. - N�o, espere.
Querem me interrogar e n�o sei o que dizer.
Me tomariam por louca ou mentirosa.
N�o sei do que est� falando.
- S� sei que deve ir embora. - Espere.
Como acha que encontrei o celular do Mexicano?
Ou a agenda de Rizzo? S�o coisas
que Cagliostro me disse para fazer.
Ele sabia que voc� ficaria em perigo.
Voc� sabe que � verdade.
Senhorita, quem � voc�? N�o pode ficar aqui.
Pode deix�-la por dez minutos por favor?
Cinco minutos.
Se voc� ainda tem dificuldade em acreditar em mim...
Sua filha vai se chamar Vanessa, como eu.
Ent�o, eu n�o estava sonhando?
Ele estava comigo na sala de cirurgia?
Todas as vezes que eu parecia senti-lo...
N�o estava louca.
Leo.
Ainda est� aqui?
N�o.
Vanessa! O que faz aqui? Vamos...
- Desculpa, Anna. - Stella.
Tenho que lhe pedir um �ltimo favor.
Diga-me...
Deixem em paz a esta garota.
Fa�am que o nome dela n�o apare�a.
Sei que nem tudo est� claro,
mas �s vezes � in�til esclarecer.
Eu falarei com Piras, voc� pode
falar com Paoletto. Ele vai te ouvir.
Claro, eu cuido disso.
Tchau.
Vamos.
Vanessa.
Obrigada.
Por que pediu para falar que n�o estava l�?
- Quero que viva a vida dela. - O que voc� far�?
N�o sei.
Voc�?
Eu n�o tenho que escolher se vou morrer ou n�o.
Certo.
Mas sempre h� uma escolha a fazer, n�o?
Queria te dizer que sinto muito.
N�o � certo que arruinou minha vida.
Voc� tornou um pouco estranha, por�m mais aut�ntica.
Isso nunca aconteceu comigo...
Me sentir �nica para uma pessoa.
Admitindo que voc� seja uma pessoa.
Sabe,
talvez Paoletto e Stella a incomodem novamente.
- Inventarei alguma coisa. - N�o duvido.
- Voc� � muito corajosa. - Tive um bom professor.
Eu aprendi um truque.
Vanessa.
Como est� a mulher de Cagliostro?
Bem.
A pol�cia?
Me deixaram ir gra�as a ela.
Por que est� triste? Tem a ver com Cagliostro?
Acabou.
Ele se foi.
Todos se v�o, n�o?
Eu n�o vou embora.
Estou aqui contigo.
Desde que voc� chegou, muita coisa mudou.
- � maior e mais forte. - Sim.
Mas h� coisas que ela n�o poderia suportar.
N�o se descuide.
Tente descobrir se continua vendo essas presen�as.
Por que me diz isso?
N�o falei com Vanessa para n�o angusti�-la.
Quando se cria um relacionamento muito pr�ximo com um morto...
corre o risco de n�o saber onde ele acaba e onde voc� come�a.
- N�o ir� desaparecer outros 15 anos? - N�o.
Vou por em ordem algumas coisas e depois volto.
Certo. Ent�o basta com este tom de despedida.
De acordo.
Compramos isto para voc�.
OS MORTOS
Cuide-se.
Sim, mam�e.
- Anna. - Oi.
- Est� pronta? - Sim.
Obrigada.
Eu n�o lhe agradeci pelo que voc� fez.
Se n�o fosse por voc�, agora eu n�o estaria aqui.
Foi boa sorte.
Por que veio � minha casa?
Eu lhe devia algumas explica��es.
- Pelas fotos que fez de Leo? - Sou um covarde.
Mas n�o queria que ele morresse.
Eu sei.
Todos n�s erramos.
�s vezes, as inten��es contam mais do que os fatos.
Vamos sair daqui.
Eu sempre soube.
Eu sempre soube que voc� era um idiota.
Poderiam chegar a mim atrav�s de Raspadori,
por isso lhe confiei o caso.
Eu tinha certeza que voc� n�o teria entendido nada.
Nunca fez nada. S� sabia jogar merda sobre Cagliostro.
Comparado com ele, o que voc� �?
Nada.
Calma, Paoletto.
Calma.
Sabe o que penso, subcomiss�rio Rambelli?
Voc� � um merda.
Cagliostro era arrogante, mas nunca teria feito algo assim.
Nunca teria tra�do um dos nossos.
- Entra. - Trouxemos roupas limpas.
- Sim. - Terminaram de conversar?
Dez minutos e vamos para casa.
Quer�amos comunicar que seu filho se entregou.
- Vamos. - Esperamos l� fora. - Sim.
Este � voc� quando jovem?
Sim, mas em outra vida.
Aquele � Jonas.
Agora me diga quem voc� �. Est� me zoando desde o come�o.
N�o veio ao meu funeral por acaso.
De onde conhece Rambelli?
Eu... � complicado.
O que � complicado? Onde voc� foi?
Onde voc� est�? Onde voc� est�?
Onde voc� est�?
Quando termina uma investiga��o h� sempre
alguns instantes de desorienta��o.
O caso est� resolvido.
O dossi� pode ser arquivado.
Agora finalmente pode virar a p�gina.
Porque no fluir da exist�ncia,
toda hist�ria gera outra...
As coisas mudam.
Quer que eu te acompanhe?
Talvez outra hora.
A vida continua.
De uma forma muitas vezes inesperada.
Voc� se pergunta o quanto mudou.
O que o futuro reserva.
O que voc� perdeu.
Mas para ter as respostas, basta despertar.
Porque no fundo, a verdade � uma s�.
O fim n�o existe.
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.