All language subtitles for Cuando Nadie Nos Ve - 01x01 - Domingo de Ramos.Unspecified.Portuguese (Brazilian).orig.Addic7ed.com

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian Download
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian Download
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew Download
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian Download
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil) Download
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish Download
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

WHEN NO ONE SEES US

Vamos, com amor no cora��o.

Muito bem. � assim que se deve levar a m�e de Deus.

22 DE MAR�O DE 2024

Nada de passos largos. Devagar.

Em frente.

Vamos mostrar o amor que temos a Ela.

Avancem mais um pouco.

Isso, assim est� perfeito. Devagar.

Vamos lev�-la.

Vamos mostrar o amor que temos a Ela.

Assim, em frente.

Devagar.

Vamos parar aqui, sim?

O que voc� est� fazendo? Fique quieto, seu idiota.

CAP�TULO 1 DOMINGO DE RAMOS

AVISO ZONA MILITAR

FOR�A A�REA DOS EUA

Boa tarde. Sargento Andrew Taylor, chefe de seguran�a da base.

Tenente Castillo, Investiga��es Especiais.

Muito prazer.

POL�CIA MILITAR

Vou busc�-la em algumas horas, senhora.

Obrigada, sargento.

O que voc� fez? Me d� isso.

- Foi sem querer. - Espero que sim.

Eu disse para voc� ajud�-la no caf� da manh�.

De manh� ela fica confusa.

N�o � verdade.

- N�o devia levantar t�o cedo. - � o contr�rio.

Voc� que acorda tarde. E tem que estudar.

Estou atrasada. Venho almo�ar.

N�s levamos o Seu fardo.

Cheguem-se � esquerda.

Assim mesmo.

Um pouco para a direita.

Para a direita, devagar.

A caminhada da bondade.

Sim, senhor.

Est�o com Ele!

Caminhando com o Senhor, caminhando com Ele. T�o elegante.

Deem tudo ao Senhor de Mor�n

e a todos os que precisam da bondade de Cristo.

Sejam fortes, homens corajosos!

Isso.

Deixem Ele aqui.

Alto!

Eu quero as palafitas seguras.

Cabo Mart�n, diga.

Venha ver isto, sargento. Um suic�dio.

Como?

Querem uma unidade judicial porque isso � sem precedentes.

Sem precedentes? O que quer dizer com isso?

- Do que se trata, cabo? - � muito estranho. Precisamos que venha.

Antonio Jim�nez, 38 anos.

- � a casa dele? - Certo.

- Quem nos chamou? - A mulher da limpeza.

Chegou esta manh� e deparou-se com a cena.

Quem � ela?

- Tive que traz�-la. - E o Cardona?

Machucou as costas ao carregar um andor.

Maldita paix�o das confrarias...

Olarte.

- H� quanto tempo. - O que faz aqui?

Todos temos que contribuir.

H� quanto tempo est� morto?

Umas 36 horas. Desde sexta-feira � tarde.

- Vamos ver o que temos. - Olha que � pesado.

Foda-se!

H� poucas d�vidas quanto � causa da morte.

- Saberemos mais depois da aut�psia. - J� viu isto antes?

Nos filmes. Cometeu um haraquiri cl�ssico.

Quanto tempo acha que levou para morrer?

Se fez direito, algumas horas.

Que maneira est�pida de se suicidar.

H� alguma que n�o seja?

GUARDA CIVIL

- � o seu primeiro morto? - Sim, minha sargento.

- Solicitou a sua transfer�ncia? - Sim, no m�s passado.

- Levamos o computador e o celular? - Ainda n�o � preciso.

Venha comigo, vamos voltar para o quartel.

FOR�A A�REA

O tenente-coronel Hoopen pode receb�-la agora.

- Bom dia. Sou a tenente Castillo. - Tenente.

- Que tal o voo? - Tudo em ordem.

- Obrigada. - �timo.

Por favor, sente-se.

Estou curioso. Porque enviaram algu�m das Investiga��es Especiais?

O sargento Miles Johnson � perito em ciberseguran�a.

Quando algu�m num cargo delicado desaparece, � preocupante.

Acham que ele desertou?

Foi o que vim apurar.

N�o queremos outro Snowden ou Manning.

Compreendo.

Aqui est�o as medidas que as nossas for�as

de seguran�a tomaram at� agora.

O sargento Johnson saiu da base na manh� de 20 de mar�o

no fim do turno, e nunca mais soubemos nada dele.

- Levou o pr�prio carro? - Sim.

Tem placa espanhola. Tamb�m n�o o encontramos.

- Est� no relat�rio. - E o celular?

O sinal mostra que ele ligou � rede da base naquela manh�.

No dia seguinte, desligou.

Ainda pode ser rastre�vel.

A Pol�cia espanhola est� a par do assunto?

Quando ele n�o voltou, informamos a Guarda Civil.

Os da farda verde.

Dizem que est�o investigando. Mas n�o se iluda.

Eles t�m os problemas deles

e n�o se incomodam com um aviador americano desaparecido.

Vou come�ar j� a investiga��o.

Preciso do registro de entrada e sa�da de Johnson nos �ltimos cinco meses.

Vou falar com os colegas dele. E preciso um carro.

N�o � necess�rio.

O sargento Taylor vai escolt�-la. Por seguran�a.

Muito bem. Preciso ir ao apartamento de Johnson.

Claro. Precisa de mais alguma coisa?

Por enquanto, n�o. Eu aviso se precisar.

Assim espero.

Com licen�a...

Mantenha-me informado.

Com certeza.

Este bloco destina-se aos sargentos.

- � a �nica resid�ncia do Johnson? - Tanto quanto sabemos.

Obrigada.

H� outro lugar onde ele possa ter seus pertences?

Acabei, obrigada.

- Est� melhor? - Sim.

Ainda n�o tinha sa�do do escrit�rio.

Por que voc� quer se inscrever para ser realocada para judicial?

Porque quero aprender.

� uma raz�o, creio.

- Cuide disso. - Sim, minha sargento.

N�o se preocupe, merit�ssima. Tenho aqui o meu.

Como queira.

E n�o me chame "merit�ssima". N�o sou ju�za. Luc�a.

- Luc�a. - Assim � melhor.

Que rela��o tinha com Antonio Jim�nez?

Cuidava da casa dele.

Arrumava, limpava...

E a comida. Deixava preparada para toda a semana.

- H� quanto tempo trabalha l�? - H� muito tempo.

Comecei a trabalhar na casa

quando o pai do Antonio ainda era vivo.

Depois fiquei com a senhora

e vi esse rapazinho crescer.

Como era o Antonio?

Um homem muito bom. T�o bom...

Que pena tenho dele.

Tinha as suas particularidades, como todo mundo.

N�o era muito normal.

Havia uma sala de aula na casa dele. Ele dava aulas?

Sim, dava explica��es para as crian�as.

E ao fim de semana, tamb�m lhes ensinava...

Chamava de defesa pessoal.

As crian�as eram de fam�lias pobres e ele era muito generoso.

Quase n�o lhes cobrava.

Fale-me do gosto dele pela cultura japonesa.

A casa parece um museu.

Costumava viajar, algumas vezes foi ao Jap�o.

Que � caro.

E trazia algumas coisas de l�.

Notou algum comportamento estranho recente?

Outro dia, ouvi ele chorar no quarto.

Ouviu? Ent�o n�o viu.

Ouvi, ele estava no quarto e estava escuro.

- N�o me atrevi a entrar. - Quando foi isso exatamente?

Bem, deve ter sido... na sexta-feira, penso eu.

Sexta-feira por volta do meio-dia, parece.

Obrigada, Rogelia. Acompanhem ela � sa�da.

Venha comigo.

Ent�o, V�ctor?

Temos os testes de saliva dos dois malucos de sexta-feira.

- Salvador Luque e Francisco Chac�n. - O que tomaram os anjinhos?

Uma esp�cie da droga tusi.

Coca cor-de-rosa. Tinha tudo menos coca�na:

LSD, MDMA, quetamina, metanfetamina

e algo que o laborat�rio n�o confirmou,

talvez um opi�ceo.

- Que bela combina��o. - Sargento?

Gostaria de ficar com este caso.

Que caso, Victor?

S�o dois caras que ficaram muito chapados, mais nada.

H� uma nova droga na cidade, da qual n�o temos registo.

Pode haver mais.

Est� bem.

- Bom proveito. - Desculpe.

Depois de como me senti, precisava de energia.

Melhor agora? Fa�a-me um resumo.

Jim�nez vivia sozinho e era solteiro.

A fam�lia tinha uma f�brica de farinha e im�veis.

Armaz�ns, apartamentos... Sem irm�os.

Perdeu o pai quando era crian�a e a m�e h� dois anos.

- E ele herdou tudo. - E vendeu.

Menos a casa. E investiu o resto no exterior.

- Tinha a vida resolvida. - Mas ainda dava aulas.

Talvez estivesse aborrecido, n�o sei.

Sorte a dele. Mais alguma coisa?

Sim, encontrei este medicamento quando estava tirando fotos.

� um ansiol�tico. A receita � recente.

Tire a farda, est� na Judicial agora.

Boa!

- Aviador Williams apresentando. - Sente-se.

Foi transferido para c� com o sargento Johnson?

Sim. Estivemos em Ramstein durante alguns anos

e fomos transferidos para Mor�n como administradores de sistemas.

N�o, nos conhecemo aqui na base.

Ele agora � seu supervisor.

Sim.

Voc� se d� bem com ele a n�vel pessoal?

O sargento Johnson � bastante reservado.

Pode ser sincero comigo.

� um idiota, n�o �?

Digamos que n�o � muito amig�vel.

Tem amigos na base?

N�o sou o �nico a achar que ele � um idiota.

Ouvi algumas coisas sobre ele.

Eu diria que � arrogante.

Arrogante?

Acha-se superior a todos. N�o se d� bem com ningu�m.

J� o viu fora da base?

Num bar, talvez. Mas n�o muitas vezes.

Num bar aqui em Mor�n?

Sozinho?

Da �ltima vez que o vi, acho que estava com outro cara.

Americano ou espanhol?

Havia muita gente e n�o prestei muita aten��o.

Que pena.

J� terminei. Aviso se precisar de mais alguma coisa.

Sim, minha tenente.

Bom dia, minha tenente. Aviador Wilson.

- Sente-se. - Sim, minha tenente.

Calma. N�o estamos num tribunal militar.

Elena.

- Luc�a. H� quanto tempo. - Sim.

Sabe, na quarta-feira � noite,

viu um Antonio Jim�nez no hospital. Certo?

Encontramos uma receita de Alprazolam passada por voc�.

Sim, eu receitei.

Posso saber por qu�?

H� uma investiga��o? Pelo sigilo profissional.

H�. Jim�nez se suicidou.

H� uns dias, veio ao PS com um ataque de p�nico.

- Foi a primeira vez? - N�o havia nada na ficha m�dica.

Seguimos o protocolo de tratamento.

Talvez mais intenso, ele estava muito mal.

Estava ofegante, sem f�lego e com tontura. Chegou a desmaiar.

Certo. Ele disse o que estava causando isso?

N�o. Parecia que estava falando com fantasmas.

As alucina��es s�o comuns em casos de ang�stia extrema.

Os suicidas �s vezes t�m esses sintomas

antes de se matarem.

Em alguns casos, s�o sintomas de doen�as mentais latentes

que n�o conseguimos prever. Nem compreender, �s vezes.

Passou a noite no hospital. Teve alta de manh�.

- Obrigada. - Por nada, Luc�a.

Luc�a.

Vi sua menina outro dia.

� uma mistura de ambos.

Uma mistura melhorada, sem d�vida.

At� logo, Elena.

Podemos falar um instante?

Claro. Em que posso ajudar?

Soubemos que aquilo na Sexta-Feira das Dores

est� ligado ao consumo de certas subst�ncias.

Eu acabei de saber, mas metade de Mor�n j� sabe.

J� diz o ditado: "Terra pequena, grande inferno."

Um carregador de andor e um m�sico,

drogados e violentos em prociss�es, � chocante.

Concordo plenamente.

Consta que o incidente na rua San Sebasti�n

foi sinistro, no m�nimo.

- Tamb�m sabem disso. - Estamos muito preocupados.

A semana de festas em Mor�n come�ou

e estes dist�rbios podem afastar as pessoas.

N�o � comigo que t�m que falar.

V�o � Pol�cia local ou � Guarda Civil de Seguran�a P�blica.

- Falem com o tenente Canales. - J� falamos.

E com o chefe da Pol�cia local. S� faltavam voc�s.

Sem problema, colaboraremos da melhor forma poss�vel.

Est� bem assim?

- S� precis�vamos ouvir isso. - Com licen�a.

Posso entrar?

Cabo V�ctor Mart�n.

Da Guarda Civil.

Veja como ele est�. Tem que ser agora?

N�o se preocupe, s�o s� umas perguntas r�pidas.

Salvador, como est�o os olhos?

- Melhor. - Ainda bem.

- Preciso de uma resposta sua. - O qu�?

- Quem te vendeu a droga? - N�o me drogo, agente.

A sua saliva diz o contr�rio.

Fizeram um exame toxicol�gico.

Precisa evitar que isto volte a acontecer.

N�o sei se compreende.

Foi uma insola��o ou algo que comi.

Isso n�o faria os seus olhos sangrarem.

Vi os nazarenos subirem para os c�us.

Teve uma vis�o divina.

Ol�.

- N�o me ouviu dizer ol�? - Ol�.

Por que est� de pijama?

Estou de castigo.

- Est� estudando? - Estou.

- Est� no celular. - Fiz uma pausa.

- A vov�? - Est� dormindo a sesta.

Olhe para mim quando falo com voc�.

H� quanto tempo est� destacado na Espanha, sargento?

Desde novembro, minha tenente.

- S� quatro meses? - Faz cinco daqui a tr�s dias.

Como este pa�s est� tratando voc�?

N�o saio muito.

Devia.

Consta que as pessoas do Sul s�o muito simp�ticas.

� o que dizem.

J� colaborou com a Guarda Civil?

Sei quem s�o, mas n�o tive a oportunidade de trabalhar com eles.

T�m fama de serem bastante persistentes.

� bom sinal.

Ent�o, V�ctor?

- Falou com Salvador Luque? - Sim. N�o foi produtivo.

Est� meio cego e diz que n�o toma drogas.

- Claro. O mesmo com o do tambor. - Vou visit�-lo assim que puder.

N�o se entusiasme muito, sim?

Voc� mudou r�pido, hein?

Essa � a vantagem de viver no quartel.

Se voc� diz.

O que temos?

Apresento o outro Antonio Jim�nez, conhecido como Shedo.

� ele?

Podia ser desconhecido na vida,

mas tinha uma presen�a online muito ativa.

Era especialista no Jap�o medieval, no Bushido e nos samurais.

- O que significa "Shedo"? - Sombra.

Muito bem.

Muito bem, est� bem montado.

Sem pressa.

Vamos atrasar um pouco.

Muito bem!

Um pouco mais baixo.

Est� bem.

Um pouco mais baixo, cavalheiros.

Um pouco mais baixo.

Muito bem.

QUARTEL DA GUARDA CIVIL TUDO PELA P�TRIA

- Boa tarde. - Boa tarde.

Queria ver a sargento Luc�a Guti�rrez.

Entre.

- Sim? - Tem uma visita, sargento.

Sou a tenente Magaly Castillo,

Gabinete de Investiga��es da For�a A�rea dos EUA.

Desculpe a intromiss�o. N�o � uma boa hora?

- De modo algum. - Obrigada.

Espere a�.

� a sargento Guti�rrez?

Luc�a. Muito prazer. Sente-se, por favor.

Reconhece-o? Sargento Miles Johnson.

- O militar que desapareceu h� dias. - H� quatro dias.

Enviamos os dados ao Centro Nacional

de Pessoas Desaparecidas,

� Pol�cia Nacional e aos outros quart�is da Guarda Civil.

Localizaram o celular dele?

Para isso � preciso um mandado.

Quando v�o pedir?

H� ind�cios de que ele desapareceu contra a sua vontade

ou algo que indique que foi assassinado

- ou esteve envolvido num crime? - Creio que n�o.

Me parece cedo para invadir a sua privacidade.

Sei que � o procedimento habitual.

Correto.

Por aqui, fazemos as coisas assim.

N�o duvido da efic�cia dos seus m�todos.

N�o queremos pressionar. S� pedimos a sua colabora��o.

Precisam de mais alguma coisa de n�s?

Estamos seguindo os passos do sargento Johnson

desde a manh� de 20 de mar�o, quando deixou a base.

Precisamos de toda a informa��o que conseguiram reunir.

Sem problema.

- Algo mais? - Sim.

Tamb�m precisamos de algu�m que conhe�a a �rea

e saiba lidar com os habitantes, algu�m como a sargento.

N�o sou daqui.

E at� � data, n�o conquistei muita gente.

Comigo � igual.

Anda! Vamos embora!

Maca?

J� vou.

Vai ficar sem apetite.

- Est� tudo bem? - Est�.

Quando voc� bica como uma galinha, significa que algo te incomoda.

- N�o. S� estou com fome. - Ent�o p�e a mesa.

Est� quase pronto.

- Falei com a minha irm�. - E ent�o?

Disse que o Hip�lito est� preocupado.

A obra est� atrasada e quer falar com voc�.

Ele sabe onde me encontrar.

Depois de amanh�, podemos ir ver como est� indo.

N�o posso.

Por que n�o?

Estamos no invent�rio. Uma papelada imensa.

Est� bem, ent�o vou sozinha.

N�o podemos adiar?

J� adiamos na semana passada.

N�o sei o que te dizer. Estou com muito trabalho.

Isto era a nossa prioridade, lembra?

E �.

Para voc� n�o �.

- Se n�o � importante para voc�... - Maca!

Aconteceu � minha m�e...

O que est� dizendo?

N�o quero que seja um pai de fim de semana.

Est� bem.

Vou com voc�.

- S� diz isso para me calar. - N�o, � porque tem raz�o.

E porque estou com fome.

Que parte de "n�o pode sair" n�o entende?

Sabemos que falhou no espanhol, mas � uma frase simples.

- Deixe-a, � da idade. - N�o se meta.

- N�o fale assim com a vov�. - Responda-me.

Quero tomar um sorvete. Estudei a tarde toda, a vov� sabe.

� verdade. Ela estudou a tarde toda.

- Andou bebendo? - Eu? N�o gosto.

- Voc� cheira a bebida. - Maldito c�o da pol�cia.

N�o me d� serm�es. Foda-se!

Voc� � que sai e bebe � noite, n�o eu.

� verdade.

- Boa noite, sargento. - Boa noite, mestre.

�gua mineral, n�o �?

Sabe o que � kintsugi?

Claro. Saqu� e �gua com g�s ou algo assim.

� uma t�cnica para reparar cer�mica rachada com fio de ouro.

Os japoneses acreditam que as rachaduras

devem ser exibidas, n�o escondidas.

S�o belas e d�o valor a um objeto.

Tem fio de ouro para mim?

Tenho um terno com fio de prata.

Alguma coisa se arranja, n�o?

J� est� na hora.

Sim.

Est� bem, amanh� logo de manh�.

- A sua filha? - N�o. Um cara desapareceu.

Boa noite, sargento.

Boa noite, mestre.

adapta��o pt-br legendas @drcaio

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.