All language subtitles for Three On A Meathook (1973).VHS

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Original subtitles

- Tenho que ir � aula. - Essa � a aula querida.

Tenho que ir, Jim, ou nunca passarei no exame.

- Voc� pode faltar uma aula. - Essa n�o!

N�o, Jim, s�rio, eu tenho que ir.

E se eu te impedir?

N�o ajudaria em nada...

- Vamos, dois minutos... - N�o!

- Dois segundos? - N�o...

- N�o me contou nada sobre amanh�. - N�o estarei aqui. - O que?

Neste fim de semana vou ao lago com as garotas.

- Sem rapazes? - Sem rapazes!

Pelo menos me diga qual lago!

Pelo menos sei onde procurar se voc� se perder.

N�o. E n�o tente me seguir.

- Pode ficar sem mim por 2 dias. - Verdade.

N�o gostei desse tom...

Estarei em casa domingo de manh�.

Uma vez sa� com um cara que ateou fogo em si mesmo ao acender a churrasqueira.

Morte e sucesso ao mesmo tempo.

- Acabou a gasolina? - Que pergunta est�pida.

Fizemos isso h� uma hora no posto de gasolina.

�timo. Aposto que n�o h� posto de gasolina num raio de 80 quil�metros.

Merda. O que faremos agora? Maldito carro.

- Meu rel�gio parou, que horas s�o? - Meia noite e vinte.

� quase a hora das bruxas.

- Cale-se. - Desculpe! - Algu�m me traga a lanterna.

- Voc� entende alguma coisa? - Eu n�o. - Parece bom.

- O que esperava encontrar? - N�o sei, pensei em algo para iluminar.

Ent�o, o que faremos?

N�o sei.

Temos 2 possibilidades. Esperar o mec�nico abrir ou come�ar a andar.

Tudo vai ficar bem, apenas fiquemos juntas.

N�o acho que seja uma boa ideia.

Bem, eu vou andar.

- Ei, olhe. - Vamos par�-lo.

- Acabou a gasolina? - Acho que n�o, Lisa tinha abastecido.

N�o vimos nada...

O radiador furou.

�timo, e agora?

Bem, voc�s podem ficar comigo e com meu pai.

Pelo menos at� o mec�nico reabrir amanh� de manh�.

N�o sei... O que seu pai pensa?

- E a sua m�e? - Ela morreu h� muito tempo.

Bem, se quiserem, ser�o bem-vindas.

Eu tenho que ir agora.

- Poder�amos esperar o pai dele acordar... - N�o sei...

Iremos buscar o carro amanh� cedo.

Vamos?

- Um pouco assustador... - N�o seja rid�cula.

Por dentro � melhor.

- Ela n�o quis ser rude... - N�o tem problema.

Isso me assusta um pouco tamb�m.

A entrada � por aqui.

Legal!

Podem comer alguma coisa se estiverem com fome.

- N�o sei sobre elas mas aceito, obrigada. - Voc� est� sempre com fome.

- Deixem suas coisas aqui. - Obrigada...

Billy.

- Estou aqui, pai. - O que aconteceu?

- O carro delas quebrou na estrada. - Espero que n�o sejamos um inc�modo.

Venha um minuto, filho.

Sentem-se na cozinha, j� volto para preparar algo para comer.

- Billy! - Estou indo, pai.

- � por ali. Estarei l�. - Obrigada.

Estou indo, pai.

N�o me parece que o velho esteja muito feliz com a nossa presen�a.

Isso � um eufemismo.

N�o sei se dever�amos ficar aqui esta noite, aquele cara � assustador.

- De novo, Bobby? - Relaxa Christine. Ela conheceu muitos homens errados...

Que inten��es voc� tem? Voc� pega 4 garotas na rua?!

Eu n�o poderia deix�-las l�, sozinhas a noite toda.

Livre-se delas imediatamente.

N�o posso, pai. Eu disse que poderiam ficar at� amanh� de manh�.

Me ou�a com aten��o. A �nica mulher nesta casa est� morta.

E n�o quero lixo na casa da sua m�e.

- N�o s�o lixo. - Ah, voc� as conhece bem, claro...

Voc� nem sabe seus nomes. Mande-as embora.

Ou�a, pai. Por que voc� n�o volta pra cama...?

Prometo mand�-las embora imediatamente pela manh�.

N�o vou coloc�-las de volta nas ruas a esta hora da noite.

Billy, n�o quero parecer irracional para voc�.

Sabe o que acontece quando mulheres est�o por perto. E n�o quero que aconte�a novamente.

Isso n�o vai acontecer, pai.

Preparo algo para comerem e mostro os quartos.

Vou dormir na cabana.

N�o posso deix�-las na rua � noite. E isso � tudo.

Papai foi pescar hoje...

ele n�o pegou nada e est� um pouco nervoso.

Ou�a se isso incomoda voc� e seu pai,

leve-nos para o carro, daremos um jeito de alguma forma.

N�o, n�o posso deixar voc�s sozinhas l�.

Especialmente hoje em dia.

N�o temos muito, mas...

Acho que vai gostar dessa carne defumada...

Qualquer coisa serve, estou com fome.

Tem certeza que seu pai n�o ficar� bravo se ficarmos aqui esta noite?

N�o, est� tudo bem.

Bem... qual os seus nomes?

Eu sou Debbie, estas s�o Christine, Bobby e Carol.

Eu sou Billy. Billy Townsend

- Voc� pesca muito aqui no lago? - Eu costumava ir para Ohio.

Estou aqui h� pouco tempo e ainda n�o encontrei os lugares certos.

Felizmente voc� parou esta noite.

Caso contr�rio, estar�amos l�, no carro.

- Foi muito bom. - Ah, estou feliz.

Meu pai defumou.

� a �nica carne que voc� encontra por aqui.

Muito bom!

Merda, � 1h30. � melhor irmos pra cama.

Vou mostrar os quartos.

Duas de voc�s podem ficar aqui e mais duas na sala ao lado.

- Obrigada. - O banheiro fica no fim do corredor.

- Muito bonito! - S� preciso pegar duas coisas...

- Bem, boa noite. - Boa noite... - Muito obrigada.

Tem algo estranho nesta casa... - Pare com isso. - N�o mesmo...

Admito que a situa��o � um pouco estranha...

Deus!

- Billy. - Pai...

Tentei lhe contar o que aconteceria se ficassem aqui.

Mas voc� n�o me escuta, filho.

Por que n�o me escuta?

Agora � tarde demais.

Do que est� falando, pai?

Oh Deus...

Pobres garotas...

Eu tentei te contar.

Mas n�o quis me ouvir.

Eu n�o entendo, pai...

n�o me lembro de ter...

Eu n�o posso ter...

Est� tudo bem, filho.

Est� tudo bem.

- Mas devo lembrar... - Aconteceu assim com as outras tamb�m, Billy.

- Eu sei... - Est� tudo bem.

O que faremos?

Eu cuidarei disso.

Tudo ficar� bem.

Pegue a van e v� buscar alguns suprimentos. V�.

Cuidarei de tudo. Tudo ficar� bem.

Pegue a van e v� �s compras na cidade.

Leve algum dinheiro extra.

V� ao cinema. N�o volte at� se sentir melhor.

Tente esquecer, filho.

Voc� entende, Billy?

Ol� m�e. Sou eu, Billy.

Acho que fiz algo ruim, m�e.

M�e... n�o posso continuar assim.

Se realmente matei pessoas, eu...

Eu deveria estar preso.

Mas o pai... vive me dizendo que tudo ficar� bem.

Queria que estivesse aqui. Voc� sempre soube o que me dizer.

M�e...

Me ajude, m�e, por favor.

Me diga o que fazer. Eu n�o sei mais.

Eu te imploro. Me diga o que fazer.

Obrigado, Billy. Diga ol� ao papai.

Quer mais alguma coisa para beber?

- Desculpe senhora - Quero saber se quer mais alguma coisa para beber.

- N�o. - Voc� est� com problemas, n�o �?

Sim... quero outra bebida.

- Aqui est�. - � muito bonita.

Obrigada.

Nunca te vi por aqui.

Acabei de chegar na cidade. � a primeira noite.

- Voc� n�o � daqui? - N�o senhora.

- N�o me chame de senhora, meu nome � Sharon. - Eu sou Billy.

- Voc� tem um lugar legal. - N�o � meu. Apenas trabalho aqui.

Eu sei... eu s�...

- Me chame se precisar de alguma coisa. - Ok.

Bom dia.

- O que aconteceu? - Voc� bebeu um pouco demais.

Voc� desmaiou. Eles queriam chamar a pol�cia, mas...

Senti que j� tinha problemas suficientes.

N�o sabia onde voc� morava, ent�o te trouxe para minha casa.

- Oh, meu Deus. - Voc� teve um acidente. - Jesus...

Eu...?

N�o, sempre durmo assim.

Quer tomar caf� da manh�?

- N�o, s� quero minhas cal�as. - Ok.

- Desculpe, n�o lembro seu nome. - Sharon.

Sharon...

Lavei-os mas ainda n�o secaram.

- Sinto muito por tudo... - N�o se preocupe.

Foi um prazer cuidar de voc�.

Mas...

fizemos alguma coisa?

N�o, voc� n�o me fodeu. Voc� dormiu como um beb�.

Eu... geralmente n�o bebo.

- Tive muitos pensamentos... - Eu sei.

O que voc� sabe?

Sei que est� preocupado com alguma coisa.

Os homens n�o bebem assim, a menos que estejam sozinhos ou preocupados.

E voc� teve uma ressaca de preocupa��o.

- Disse alguma coisa enquanto dormia? - Voc� ficou murmurando...

"n�o, poderia ter sido eu", apenas isso.

Vou esperar l� fora.

Adoraria ver sua fazenda. Eu nunca vi uma.

- Venha me ver algum dia. - Eu gostaria.

- O que vai fazer hoje? - Tenho algumas tarefas.

Nada mais, por qu�?

Gostaria de estar com voc�.

- Oh sim? - Sim. - Eu tamb�m gostaria.

...N�o me lembro de nada, exceto que eu tinha uma cal�a nova.

Lembro que meu pai se inscreveu em uma competi��o de pesca.

Estava tudo bem, exceto que naquele dia eu o chamei pelo nome.

Ele se levantou, e o vi com minha cal�a.

Era meu �nico par de cal�as boas. Ent�o n�o fui.

Papai disse que lhe traria boa sorte.

No pr�ximo ano ele participar� novamente da feira estadual.

Desta vez ele vencer�.

Talvez eu v� tamb�m, pelo menos posso usar cal�as.

Voc� e seu pai parecem muito pr�ximos.

Estamos separados h� muito tempo, desde que minha m�e morreu, h� 10 anos.

Ele me mandou para Ohio para ficar com meu tio, acabei de voltar h� algumas semanas.

Estamos come�ando a nos conhecer novamente.

Papai envelheceu. Mudou muito desde ent�o.

E cozinha muito bem.

� um bom homem.

Voc� tamb�m deve ser uma �tima cozinheira.

N�o � uma das minhas virtudes.

- Mal consigo ferver �gua para o caf�. - Voc� tamb�m faz torradas bem...

- H� quanto tempo trabalha no clube? - H� muito tempo.

Tentei fazer faculdade por um tempo, mas...

Decidi que n�o valia o dinheiro dos meus pais, ent�o desisti.

Mas eu n�o queria ir para casa, ent�o caminhei um pouco.

Nada de emocionante aconteceu, tive alguns casos que terminaram mal.

Servir bebidas � a �nica coisa que sei fazer. Trabalho no lugar at� os clientes se tornarem regulares.

E ent�o me mudo e come�o tudo de novo.

- Por que eu? - N�o sei.

Talvez no meio da ressaca eu tenha vislumbrado um pouco de solid�o.

Al�m disso, voc� � muito gentil para acabar em uma cela de b�bados.

- Nunca estive na pris�o, mas obrigado. - Eu disse que faria isso por qualquer um.

Mas n�o � verdade. Fiquei observando voc� a noite toda.

Nunca vi ningu�m t�o atencioso...

Vejo voc� no domingo de manh�, talvez eu traga uma amiga.

- Voc� pode ficar e dormir. - Se estiver tudo bem com seu pai.

- Ele vai concordar. - Obrigada por hoje, Billy.

De nada. Desculpe novamente pela noite passada...

- Talvez fa�a o mesmo por mim um dia. - Espero que sim.

- Te vejo no domingo. - Tchau. - Tchau.

Onde estava ontem � noite? Fiquei muito preocupado.

Resolvi ficar na cidade, s� isso.

Poderia ter me avisado. Voc� nunca pensa em mim.

- Desculpa pai. - Onde dormiu?

Perguntei onde dormiu rapaz.

- Na casa de um amigo. - Voc� n�o tem amigos na cidade.

Agora eu tenho, pai.

Rapaz! - Sim pai? - Est� pronto na mesa. - J� estou indo!

- Mostre suas m�os. - O que?

Sua m�e queria m�os limpas. E eu tamb�m.

Carne fresca!

- Fiz ontem � noite. Talvez tenha ficado melhor ontem. - Sinto muito, pai...

Espere um momento. Eu n�o voltaria a tempo, de qualquer maneira.

Voc� me disse para ir ao cinema.

Obrigado Senhor por esta comida.

Aben�oe a n�s e a nossa fazenda.

Mantenha-nos saud�veis e perdoe este rapaz por seus pecados passados.

Perdoe e nos aben�oe. Am�m.

- O que viu ontem � noite? - N�o me lembro do t�tulo. Nada de bom de qualquer maneira.

Pai, o amigo de quem te falei mais cedo na van...

- Prossiga. - Ela vir� aqui com uma amiga no fim de semana.

O que est� dizendo, filho?

Foi muito gentil ontem � noite, pai...

Ela � gentil e bonita. Vai gostar dela.

Sabe, ela nunca viu uma fazenda.

Voc� disse que estava com um amigo...

- N�o fiz nada de ruim, pai, eu juro. - Ruim...?

Voc� nunca vai aprender? Voc� n�o pode estar com mulheres.

Coisas ruins acontecem quando est� perto delas.

Como aquelas que voc� fez quando sua m�e morreu.

Quer me for�ar a mand�-lo de volta para seu tio em Ohio, como fiz ent�o?

N�o vai acontecer desta vez, pai. Ela � uma boa garota.

Passamos o dia inteiro juntos. Estou bem agora.

- Tenho certeza. - Foi o que disse anteontem.

E tive que enterrar 4 cad�veres.

Billy, voc� n�o entende?

Tenho que cuidar de voc�, prometi � sua m�e, aconte�a o que acontecer.

Tem que aceitar isso, filho. Somos s� voc� e eu.

- Nunca poder� ser outra pessoa. - Ou�a, pai. N�o vou machucar ningu�m novamente.

Sharon � uma boa garota e gosta de mim. Ela vem aqui neste fim de semana.

Se voc� n�o gosta, v� ao Ed's ou outro lugar!

Filho, voc� n�o sabe o que est� falando.

Se esta Sharon � importante para voc�, por que quer mat�-la?

N�o sou um assassino, pai. Voc� me ouviu?

N�o sou um assassino.

Assassino, assassino, assassino.

Billy... venha aqui!

Olhe o que fez!

- Caf� da manh�? - N�o.

Consegue tirar a garota da cabe�a, por dois minutos?

Fa�a seus afazeres.

Pai...

Pensei bem, ainda quero que Sharon venha passar o fim de semana aqui.

N�o precisa ficar se n�o quiser.

Mas neste domingo quero que fique aqui.

- Ol�, Billy. - Oi.

- Billy, esta � Becky. - Prazer em conhec�-la.

- Teve algum problema com a estrada? - N�o, suas instru��es foram perfeitas.

� um lugar lindo, � algo completamente diferente!

Acomodem-se e depois lhes mostrarei o local.

Quero te mostrar um lugar especial, perto do riacho.

Um lugar muito tranquilo e silencioso.

Quando eu era pequeno, papai me contou...

que era o lugar onde os anjos dormem.

- Quantas �rvores. S�o sempre t�o lindas? - N�o presto muita aten��o nisso...

Mas nesta temporada elas est�o mais bonitas.

N�o � � toa que n�o vem � cidade. � t�o relaxante aqui.

Parece que estamos em outro tempo, em outro mundo.

Um lugar onde o mundo abandona os seus problemas e recome�a.

Se eu morasse aqui, nunca iria para aquela jaula de concreto.

- Voc� gostaria de morar aqui? - Sim.

Eu penso que sim.

Onde est� Becky?

- O que � isso? - O est�bulo do gado. N�o era ruim.

A� meu pai parou de criar gado.

� como morrer e esquecer de apodrecer.

- Eu me refrescaria antes do jantar... - N�o vai me apresentar �s suas amigas, filho?

- Ol�, Sr. Townsend. - Pai, estas s�o Sharon e Becky.

- Elas me parecem duas garotas legais... - Te chamo quando o jantar estiver pronto... - Ok.

Vejo voc� em breve.

- Pai, voc� est� b�bado. - N�o estou b�bado, n�o me desrespeite!

Diminua seu tom de voz!

Vamos para a cozinha.

Oh isso � �timo. Becky, voc� acredita em reencarna��o? - O que quer dizer?

Eu creio. Porque esses p�s pertenceram a pelo menos 3.000 outras pessoas...

e estas s�o suas �ltimas pernas.

- Sherry, voc� est� apaixonada por ele? - Quem? - Billy, quem mais?

- N�o sei, s� nos conhecemos h� alguns dias. - Ele te ama.

- Como pode dizer isso? - A maneira como ele olha para voc�.

Ele me lembra algu�m, que conheci h� muito tempo.

Era final de ver�o, eu era animadora de um grupo de garotas.

Ele era estudante de medicina, um dia veio nos dar uma aula de primeiros socorros.

Durante 10 minutos ele falou conosco sobre a import�ncia dos primeiros socorros, depois disse...

�Agora garotas, vou mostrar um verdadeiro kit de primeiros socorros.�

Mas ele n�o o fez, porque havia esquecido!

Nunca ri tanto na minha vida, meu r�mel estava at� escorrendo.

Naquela noite eu fugi do acampamento, foi nosso primeiro encontro.

Um m�s depois nos casamos.

Foi um ver�o inesquec�vel. Cada hora era um dia no para�so.

Ent�o chegou uma carta e ele morreu na guerra.

Eles me enviaram um telegrama para me avisar.

Mas estavam parcialmente certos. Porque eu tamb�m morri...

Sim, muito feliz!

A vida � apenas um passeio de carrossel.

- Aqui est� sua �gua gelada. - Obrigado.

- Ent�o pai, o que voc� acha? - Sobre o que? - Sharon!

O cheiro � bom, Sr. Townsend.

Vamos, experimente.

Tudo muito bom, Sr. Townsend.

Voc� n�o tem ideia de quanto tempo n�o comi nada caseiro.

Que bom que gostou.

Nunca provei carne assim, � uma receita especial?

- Segredo. - Segredo? - Papai tem um jeito especial de defumar, s� isso.

Nunca vi cortes de carne assim.

Depende da parte do animal...

Estou t�o cansada, obrigada pelo dia maravilhoso, Billy. Te vejo amanh� de manh�.

- At� amanh�. - Boa noite.

- Bom dia, Sr. Townsend. - Bom dia.

Sr. Townsend, queria saber se talvez tenha visto Becky...

- Becky? - A garota que estava comigo.

Ela n�o est� no quarto, nunca acordou cedo antes.

Eu a vi sair h� uma hora. Onde pensa que est� indo?

Para a cozinha... quero te fazer algumas perguntas...

N�o responderei nenhuma pergunta, fique fora da minha cozinha.

Sr. Townsend, onde est� Billy?

Becky voc� est� aqui?

- O que est� fazendo? - Preparando o jantar.

Senhor Townsend!

M�e!

O que voc� fez?

Bem... n�o sei por onde come�ar...

Sei que n�o devemos culpar este homem.

Billy, seu pai foi movido pelo amor por sua m�e.

Mas sua m�e estava doente, terrivelmente doente.

E quando ele conheceu a natureza de sua doen�a...

canibalismo, deveria t�-la submetido a tratamento.

Em vez disso, ele s� pensou em proteg�-la.

Impedir que algu�m conhe�a, a natureza da sua doen�a.

Especialmente voc�, Billy. - Sempre me pareceu estranho, doutor.

Minha m�e morreu repentinamente e fui enviado para Ohio, para a fazenda do meu tio.

Voltei...

Voltei e ela havia sumido.

Eu me perguntava se meu pai a havia enterrado assim que ela morreu.

Ele disse que eu era muito jovem para v�-la morrer t�o repentinamente.

Disse que foi mutilada em um acidente.

Ent�o, ele mesmo a enterrou.

Enterrou um caix�o vazio.

Colocou uma l�pide e foi embora sabendo que sua m�e estava morta para o mundo.

E de certa forma estava, Billy. Ela havia deixado de existir como um ser racional.

Ele a escondeu em casa e cuidou dela como uma crian�a.

E teve sucesso...

at� que as necessidades de sua natureza canibal, come�aram a exigir satisfa��o.

Ent�o se tornou um assassino para ela.

Matando-se um pouco a cada vez.

Seu pai era um homem sens�vel, Billy.

Afinal, um bom homem.

E quando o que ele estava fazendo, se tornou intoler�vel,

sua mente colapsou.

E as coisas terr�veis que me lembro de ter feito quando era crian�a?

Voc� n�o fez isso, Billy. Foi seu pai quem fez voc� acreditar nisso.

Ele n�o era um ser racional durante as execu��es.

Sua mente apagava tudo o que ele acabara de fazer.

Ele precisava acreditar que era voc�, e ent�o tentar proteg�-lo.

Se serve de consolo, as preocupa��es do seu pai, acabaram.

Cuidar�o dele, at� o resto de sua vida.

Sem nunca ter consci�ncia do que fez.

Ela est� morta, Billy. Mam�e se foi.

Sinto muito, voc� � t�o jovem, filho.

Ela esteve com voc�, por pouco tempo.

Mas sempre lembraremos dela.

Seremos os homens que ela sempre quis que f�ssemos.

Eu o farei, filho. Sabe...� engra�ado.

Eu a amava tanto...

e n�o pude, dizer adeus.

Sottotitoli: Francesco Vecchio Tradu��o pt.Br: Tatuador

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