Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Czech
Danish
Dutch
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
FANTASMA DA RUA MORGUE
Socorro! Pol�cia!
O assassinato!
Um morto na Rua Morgue!
Estes s�o os pertences pessoais, inspetor.
As bugigangas habituais da Rua Morgue.
Mas que atraem ladr�es.
Por que n�o a roubaram?
Pensaria em um crime de paix�o, mas a brutalidade � incomum.
Que brutalidade! Eu gostaria de n�o ter encontrado o corpo.
Este len�o... J� identificou?
� de um tecido marinho fabricado em Malta.
Ent�o voc� ter� que encontrar um marinheiro malt�s.
Por qu�?
O len�o � de Malta,
mas o marinheiro pode ser franc�s, Ingl�s, Italiano
ou de qualquer outro lugar.
Talvez tenha sido deixado como pista falsa.
Saberemos mais depois do pr�ximo assassinato.
Pr�ximo assassinato? Ser� que vai haver outro?
Esses estudantes! Muito barulho e nenhum dinheiro.
O que podem lhe dar que eu n�o posso?
Dessa vez n�o � um estudante, tem dinheiro.
O que voc� acha agora?
Olhe para seu rosto. Queria machucar.
N�o seja bobo. N�o ser� como as outras noites.
Pergunte ao professor.
-Me perguntar o qu�? -N�o � como todas as noites?
-Claro que n�o. -Eu lhe disse.
� uma noite completamente diferente de qualquer outra noite.
Hoje estou comprometido com a mais bela garota em Paris.
E o casamento?
Est�o se tornando muito �ntimos!
T�m discutido durante toda � tarde.
Olha, ele machucou o bra�o. Tem sangue.
Merece!
Obrigada. Obrigada.
Espere!
Quem �?
Onde voc� achou essa pulseira?
Quem �? Quem �?
Voc� j� me incomodou o suficiente para uma noite.
Rene, por que perder tempo com ela?
Abra a porta!
L� em cima!
Olha, olha!
Gendarme, eu vi. Eu vi no telhado.
Que voc� viu?
Correndo e era muito pesado,
e era t�o baixo que quase n�o podia mover-se.
E mesmo assim foi muito r�pido.
Como estava vestido?
Com chap�u.
E uma capa.
Muito alto, t�o alto quanto ele.
Era alto?
Como uma torre e fino como um prego.
Primeiro disse que era baixo.
Sim.
E era.
�amos dormir, n�o vimos nada!
Em seguida, ouvimos um grito
-e Albert... -Albert?
Foi o primeiro a chegar. Arrombou a porta.
O assassino devia estar l� dentro, embora...
Albert. Deviam v�-lo.
Pergunte o que foi que ele viu.
N�o pode falar.
Est� morto.
Eu lhe disse para n�o fazer isso! Ningu�m pode dizer o contr�rio.
Ela quer criar problemas porque ele preferiu Yvonne.
Porco! Eu odeio voc�.
Eu sempre odiei!
'Estou confuso.
Para mim, parece ser o assassino, mas voc� diz que n�o.
Ent�o, obviamente, estou errado?
Professor Lombroso
estudou centenas de fisionomias de criminosos.
Descobriu certas caracter�sticas, por exemplo,
aus�ncia dos l�bulos das orelhas,
Noto que voc� n�o os tem.
Nunca me enganou!
Eu sempre soube que ele era um criminoso.
Muito observador, hein?
Gendarme, claro que eu tenho uma teoria.
Todos t�m uma.
Sim, senhor. Ele desceu do telhado com uma corda e fugiu!
T�o r�pido? Deveria ser muito �gil. Um atleta.
Ele �! Costumava trabalhar em circos.
Magn�fico! Um acrobata. Um trapezista...
Dos que se penduram com os dentes e ficam dando voltas, certo?
Sim, mas tive um acidente, n�o posso mais.
Uma trag�dia. Ser reduzido a atirar facas em mulheres.
� trabalho para um inv�lido?
Eu nunca disse que era!
Desculpe,tenho um defeito. Vou logo tirando conclus�es.
Voc� diz que o ouviu falar em alem�o?
Era alem�o. De Frankfurt. Quase certo!
Fica mais f�cil!
Diga qual foi sua discuss�o com Yvonne.
N�o importa. N�o foi nada.
Est� mentindo. Eu os ouvi discutindo nos bastidores.
Ela disse:
"Voc� j� me irritou muito por uma noite "
Estes crimes passionais!
Que tipo de garota era Yvonne?
Os homens a adoravam!
Isso � ruim?
Os estudantes...
Deixavam-na louca.
Estava com este homem na noite passada?
S� para tranquiliz�-lo.
Eu fui a um caf� com ele.
Eu tentei acalm�-lo, mas s� falou de Yvonne.
O quanto ele a odiava.
De como voc� mat�-la.
A que horas foi isso?
Eu desisti ela saiu pouco depois da meia-noite.
Deixe-o ir.
-Solt�-lo? -Depois do que vimos?
E depois de amea�as que fez?
Ele saiu depois da meia-noite.
E o assassinato ocorreu antes da meia-noite.
Obrigado, Lambroso, eu estava errado.
Deixe-o ir.
Embora eu ainda ache que ele � culpado.
Inspetor, lembra-se do assassinato na Rua Morgue?
Tr�s meses atr�s. Aquelas mutila��es,aquele horror...
Agora � praticamente a mesma coisa.
Exatamente o mesmo.
Mas, desta vez, em vez de len�o da marinha,
temos um objeto muito rom�ntico, Lebon.
Um s�mbolo de amor eterno.
Uma vez fechado, n�o se pode reabrir.
Nem mesmo a morte.
Nem mesmo uma serra.
Coloque com o len�o da marinha.
N�s come�aremos de outro ponto.
D�-me essas fotos estudante Yvonne, por favor.
-Aqui est�o. -Obrigado.
Rostos jovens e inocentes.
Nenhuma fisionomia criminosa.
Seria melhor estar olhando as fotos de criminosos conhecidos.
"O toque da sua m�o..."
me fez seu escravo eterno."
Voc� quer um aut�grafo?
"Eu me sinto aben�oado por saber que sou o �nico".
E voc� "monsieur", j� n�o � mais.
"Mas mesmo um escravo se torna impaciente".
Muito impaciente, "monsieur", Ou devo dizer ciumento?
Eu n�o! Pergunte a Dupin, professor.
Eu estava no cabar� quando cometeram o crime.
Camille e eu.
Quanto tempo voc� ficou l�, "mademoiselle"?
Fomos embora pouco antes das 11, senhor.
Daria tempo para faz�-lo.
O assassinato ocorreu perto de meia-noite.
Inspetor, ele estava em casa nessa hora.
Todos os outros ficaram l�.
E ent�o o professor e eu fomos para casa.
O col�gio � mais liberal do que eu pensava.
A m�e de Camille mora em minha casa.
Quanto a esses dois mundanos.
Eu garanto a inoc�ncia deles.
Todos para fora.
Mas lembrem-se n�o escrevam absurdos sobre essas fotografias.
Ent�o " escravos ficam impaciente..."
E deixam a pol�cia perplexa.
Segredos das vielas escuras de uma sombria mente...
Aqui encontrar� seu assassino, inspetor.
Obrigado.
Volto para a delegacia com esta informa��o valiosa.
Em todo caso, � um esquizofr�nico,
um caso de dupla personalidade com tend�ncias s�dicas.
O seu campo � a psicologia?
Apenas na sala de aula.
O crime est� presente at� em sala de aula?
� claro, numa pequena escala.
O "Astronotus ocellatus"
um peixe tropical...
Infelizmente devora seus filhos.
A pergunta �: Por qu�?
Instinto assassino,
muitas vezes cego e insensato,
que ocorre em todo o reino animal.
Disseram-me para traz�-lo. Ele vem de um jardim zool�gico.
Deixe-o aqui.
Bem, voc� pode ir.
Marais disse-me para esperar por ele.
Meu chefe � o Dr. Marais.
Bom dia, senhores. Eu estou atrasado.
-Desculpe. -Chegou bem na hora.
Dr. Marais, inspetor Bonnard da pol�cia.
Como est�?
Dr. Marais � o nosso palestrante convidado.
Sim?
O inspetor est� investigando o assassinato da noite passada.
A bailarina?
Este n�o � um local estranho para investigar?
� um m�dico especialista em crimes estranhos.
Jacques.
Eu quero que voc� os leve de volta.
Por que n�o disse antes?
Seu novo assistente carece de boas maneiras.
Parece um colega cientista.
Nestes tempos Inspetor, tudo � Freud ou nada.
Freud e a libido.
Tudo � novo, especialmente de zo�logos como eu...
Pelo menos temo uma exce��o aqui.
Dr. Marais argumenta que todas as formas de vida,
de micr�bios ao homem, t�m um instinto assassino latente.
Que controla a maioria de n�s.
Mas outros odeiam ativa,
pela paix�o ou profunda frustra��o...
Ou colapso total do suas cren�as.
Nem mesmo deixaria a porta de sua gaiola aberta para obter alimentos.
N�o, at� ouvir a campainha em sua mente.
Eles s�o educados.
A campainha � parte de seu mundo.
N�o no daquele.
N�o moveu um fio de cabelo.
Seu universo desabou.
Um dia o sino n�o tocou.
Um outro ficou bloqueado e um terceiro n�o se alimentou.
"Pierre o louco".
Chamo-o de "Pierre o louco".
Seu �nico instinto � matar.
Muito interessante, doutor.
Se um dia eu descobrir que o assassino � um peixe ou um rato,
j� sei a quem recorrer.
Adeus.
A luz se foi.
� o fim por hoje
Que pena! O quadro est� quase acabado
Voc� est� cada vez mais bonita,querida!
Eu vim para trabalhar, entendeu?
Tenho que deixar voc� agora.
Tem algu�m mais agrad�vel me esperando no caf�.
Melhor ir antes que comece a chover.
E quando receberei pelo trabalho de hoje?
Quando vender o quadro voc� ser� paga.
Morrerei de fome se tiver que esperar tanto.
Eu duvido. Essa pulseira � valiosa.
E esse m�vel? N�o � barato.
Definitivamente foi um admirador rico quem deu isso para voc�.
Voc� se arranja muito bem sozinha, Arlette.
Ent�o, at� amanh�.
Sem quadro, sem dinheiro.
N�o!
Abra!
-Viu alguma coisa? -N�o.
� imposs�vel fugir pelo telhado.
� o trabalho de um man�aco.
� outra coisa. � italiano, eu ouvi.
Italiano?
Madame, � voc� a zeladora? Mora nesse pr�dio?
-Aqui mora algum italiano? -O Signor Pignatelli, embaixo.
Signor Pignatelli?
Eu quero falar com esse Signor Pignatelli.
Esse barulho n�o me deixa dormir. E eu tenho que acordar cedo.
Eu posso perguntar quem voc� �?
Sou o Signor Pignatelli, l� debaixo.
Que agilidade!
Onde estava na noite de quarta-feira?
-Aqui. -At� tarde?
Sim, o n�mero final come�ou a uma da manh�.
Bastante tarde. Tarde demais. Uma pena.
Eu nunca vi ningu�m t�o �gil.
Vem. Vamos encontrar algu�m que se encaixe com o crime e a hora.
Fant�stico! Fant�stico!
Eu gostaria de falar com este jovem.
Agora?
Agora.
"Pierre o louco" tem sido impulsionado pela frustra��o.
Um estado de f�ria. Quer matar.
Se ele tiver a chance, mata.
N�o se preocupa com o que � certo ou errado.
Mas... E os seres humanos?
Esta � Marie. Aparentemente � surda,
mas sob hipnose pode falar e ouvir.
Talvez seja uma neur�tica, mas todos somos um pouco.
Sim, somos. Sem exce��o.
Ela parecia normal, at� que seu marido a deixou.
Este abandono � fez desenvolver um �dio para com todos os homens.
E "Pierre o louco", ela queria mat�-lo.
Queria ser um vampiro contra os homens.
Cega e indiscriminadamente.
Mas a civiliza��o criou um c�digo moral.
Que t�m coisas boas e coisas ruins.
Ela se viu dividida entre o seu impulso natural
e o senso adquirido de certo e errado.
Este conflito interno era muito forte.
Incapaz de encontrar uma fuga,
apenas se retirou do mundo.
N�o s� fechou sua mente para a realidade,
mas fechou seu sentido da fala e audi��o.
Marie tem um caso de fuga completa.
O mundo, com seu c�digo de �tica complexa...
Com os crit�rios de bem e mal feitos pelo homem,
Nada consegue atingi-la.
O pre�o pago por Marie, � a morte em vida.
Obrigado.
Inspetor, j� recebeu a aprova��o?
Onde voc� encontrou isso?
Essa joia tem um nome gravado.
Chegar at� voc� foi f�cil. Voc� foi f�cil.
Ent�o... Voc� admite conhecer Arlette?
Arlette?
A modelo assassinada.
Esse broche era destinado � minha noiva.
Foi roubado do meu apartamento.
Nega que conhecia Arlette?
� claro que eu nego.
Arlette soubesse de seu interesse por outra mulher,
tentaria chantagem e, portanto... seria morta.
Eu n�o acho que pensa isso a s�rio.
-Dr. Marais! -Sim?
Pode ajudar-me, doutor?
Onde estava na noite do dia 16?
Dia 16?
Bem...
Na �ltima quarta-feira? Com voc�. Na casa de St. Clair, jogando.
-Essa � boa... -Gevini.
Que horas come�ou?
Acho que por volta de oito.
Deve estar muito necessitado de um suspeito, inspetor.
Os �libis s�o sempre desconcertantes.
Mas n�o perfeitos
Arlette foi morta dia 16 antes das oito.
Mas eu prefiro que voc� pense
no interesse de "mademoiselle".
Assim, por hora, bom dia.
O ladr�o do broche � o assassino.
Voc� tem certeza que � o mesmo broche?
Sem d�vida.
Essa � uma sensa��o nova para mim. E muito desagrad�vel.
O broche teve o �nico prop�sito de envolver-me.
Por qu�? Por que eu deveria ser acusado?
Que tipo de homem ele �?
Senhorita, demos um nome a ele. O fantasma.
� terr�vel. N�o sabemos do que fugir, ou a quem temer.
Talvez sim, talvez n�o, mademoiselle.
A pol�cia est� alerta, por todas as partes. Ele n�o atacar� novamente.
Obrigada por me acompanhar.
� um prazer. Devo agradecer ao fantasma...
Toda jovem assustada quer que eu a acompanhe at� em casa.
Outro pode acontecer logo. Ent�o devo estar preparado.
Boa noite.
-Chegou mais cedo. -Claro, esse dever � prazeroso.
Gostaria que o passeio fosse mais longo.
Voc� aceita tomar um copo de vinho
Aceito meio copo.
Nestes tempos de hoje a pessoa deve permanecer alerta.
Olha!
O que foi isso?
N�o se mova ou eu atiro.
-Quem � voc�? -Detetive Mignaud.
Venho vigiado-o desde o assassinato de Arlette.
N�o entende. Eu estava seguindo o assassino.
Eu tamb�m. E agora o encontrei...
Suas m�os, por favor.
Onde ela est�?
Cheque as janelas
Fechadas.
E ambas est�o pregadas.
Imposs�vel!
A porta estava trancada. Ele tinha que ir para algum lugar.
Logo saberemos. O pegaram.
Voc�. Eu bem que imaginava.
Voc� acha que seria est�pido o suficiente
para matar algu�m na minha casa?
Ent�o, � assassinato, n�o �?
Obrigado por esta informa��o valiosa que s� voc� poderia saber.
O que quer dizer? Todos ouviram o grito.
Um grito n�o significa assassinato. S� um cad�ver.
E ainda, Professor, n�o encontraram nenhum cad�ver.
Que tipo de truque � este?
Um muito bom.
Para cometer um crime em sua pr�pria casa...
Voc� tem que ser muito inteligente, certo?
Para ter tudo bem planejado.
A porta fechada, janelas fechadas,
e melhor: sem cad�ver.
Mas pelo menos temos o assassino.
Gra�as ao Mignaud. Reviste-o.
Gra�as a ele, o assassino escapou.
Se ele n�o me detivesse poderia t�-lo pego.
Oh! Voc� estava perseguindo o assassino, hein?
O que era um peixe ou um rato?
Eu n�o pude v�-lo bem.
Eu estava fazendo a barba quando vi uma sombra no telhado.
-Eu o segui. -D�-me isso.
Eu ia mostrar-lhe isso.
O assassino deve ter deixado cair.
Digamos que voc� a deixou cair.
Voc� tem o perfil do assassino.
Cad� a outra metade.
Est� em s�rios apuros Monsieur.
Eis o cad�ver... socado na lareira.
Tire-a da�.
Olhe para ela.
A guilhotina � pouco para voc� ", monsieur".
Cr� que eu seja um monstro?
Essa menina era minha amiga. Uma de minhas alunas.
Claro que mereceria a guilhotina... se fosse culpado.
Primeiro o broche, agora isso.
Eu digo que � uma trama deliberada.
Sua pr�pria trama, que fracassou.
Ainda n�o.
Ele disse que as janelas estavam fechadas. N�o pode ser.
Est� me chamando de mentiroso, "monsieur"?
N�o s� estavam fechadas. Tamb�m estavam pregadas.
O que voc� diz sobre isso?
Com a porta fechada, uma das janelas deveria estar aberta.
O ent�o o assassino ainda estaria aqui.
Veja voc� mesmo.
Inspetor, tente abrir a janela enquanto aperto a trava.
-Ent�o deve ser a outra. -Sim, naturalmente.
N�o esque�a a trava.
Claro, a trava.
Voc� viu?
Os pregos n�o a fixaram. Racharam a madeira.
Apenas a trava de cima a segurava.
E n�o muito bem, como pode ver.
A trava est� com defeito tamb�m.
Ent�o, quando o assassino foi embora,
a janela fechou com o pr�prio peso.
Prova o suficiente?
Prova que voc� conhece bem esse quarto.
Eu nunca estive aqui.
Examinei o telhado para caso de ele ter usado uma corda.
-Mas n�o h� lugar para amarrar. -Eu sabia.
Esses cortes no corpo s� podem ter sido feitos com uma faca...
ou esta navalha.
"P.D." S�o suas iniciais, "monsieur"?
Eu admito que esta navalha minha.
Devo ter perdido, mas isso n�o significa que sou o assassino.
O corpo estava nesta lareira.
Prove que o coloquei l�? Seja l�gico!
N�o acha que seriam necess�rios v�rios homens para coloc�-lo l�?
Igualmente l�gico que voc� sabia que a janela devia estar aberta.
O cad�ver estava l�, portanto voc� devia ter for�a para coloc�-lo l�.
Levem-no.
Olhe! � Lupin, o assassino!
O assassino, em pessoa?
Pierre Dupin! Ele matou a modelo no seu est�dio.
Pierre! Eu soube que o trariam para c�.
-Voc� acredita em mim? -Voc� sabe que sim, Dupin.
-Veja aquele man�aco! -Ele vai mat�-la!
Tire suas m�os dela!
-Doutor, cuide dela. -Claro que sim.
Quanto mais vejo pessoas desse tipo, mais gosto dos meus animais.
O que me diz, Dupin?
Est� como voc� deixou?
Est� desperdi�ando seu tempo, inspetor.
N�o pode me obrigar a confessar.
Preparado quando o senhor estiver.
Tire as algemas.
Sua frieza me surpreende
E � necess�rio ter sangue frio
para cometer um assassinato como esse.
E audacioso para quebrar aquilo!
Ou realmente louco.
Algu�m deve ter ouvido sua voz.
Ser� que algu�m j� ouviu essa voz antes?
Sim, sim. � a mesma voz que vinha desta sala.
Est� mentindo!
Ela n�o reconheceria voz nenhuma.
Especialmente ele quando est� irritado.
Exatamente a mesma voz, exceto pelas palavras, � claro.
Declarou que falava italiano.
Italiano? Voc� entende italiano?
N�o importa, eu conhe�o a entona��o.
Eu sei como ele fala. � a minha l�ngua.
N�o era italiano, era espanhol.
Espanhol?
Ent�o o que foi que ele disse.
N�o consegui compreender as palavras, senhor.
-Mas voc� sabe como elas soam. -Sim
Exatamente como sua testemunha do assassinato de Yvonne
jurou que falava alem�o, mas n�o conhece o idioma.
Voc� chama eles de testemunhas?
S�o confi�veis.
Voc� tem n�vel universit�rio.
Possui conhecimento de alem�o, italiano e espanhol.
Levem-no.
Investigaremos seus movimentos no dia da morte da garota.
Sua fuga me intrigou muito,
E notei esses toldos quebrados.
O que isso prova?
Prova como voc� conseguiu escapar.
veja.
V� em frente. Pode faz�-lo.
N�o � poss�vel. Voc� n�o v�?
V�!
E agora, inspetor?
Para voc� era vida ou morte. Para ele, apenas um trabalho.
Seus bra�os n�o alcan�am. O meu tamb�m n�o.
Olhe para essa dist�ncia.
Nenhum ser humano pode saltar essa dist�ncia t�o grande.
Vamos, vamos voltar para dentro.
Nenhum ser humano...
Inspetor!
E se n�o fosse um ser humano?
O que voc� quer dizer?
Voc� n�o notou? Nem suspeita da verdade?
Um assassino �gil, com a capacidade de mover-se bem atrav�s de Paris,
Selvagem suficiente para passar atrav�s do vidro da janela,
forte para colocar o corpo na lareira.
Um assassino falando uma l�ngua estranha que ningu�m reconhece.
Por qu�?
Porque n�o � uma linguagem humana.
� um animal.
O qu�?
Voc� viu os corpos. Que tipo de animal faria isso?
Um animal com as m�os. Um macaco.
Um macaco?
Colossal, poderoso e selvagem?
Um fantasma de sua imagina��o. Nascido num momento de desespero.
Um macaco fantasma!
Um macaco verdadeiro!
Est� bem.
Acho que nosso macaco saiu e...
comprou esta pulseira para suas v�timas, antes de mat�-las.
Os sinos.
Esse macaco tem bom gosto musical.
N�o precisa nos provar que � louco, Dupin. N�s sabemos.
Mas n�o pense em dizer que somos n�s os loucos.
Espere, Bonnard.
-Ou�a. -Eu n�o ouvi os depoimentos.
Leve-o.
Jacques!
Jacques! Como voc� est�? Ele n�o tinha visto voc�.
Voc� est� confuso.
Sou eu, Maurice. Embarcamos em Malta.
Voc� se lembra?
Nunca embarcarmos juntos.
Voc� acha que eu posso esquecer o seu rosto? Ou o de seu animal.
Um macaco. Um verdadeiro monstro, capturado em Madagascar.
Rasgou-lhe um olho.
Uma noite, em Colombo, o macaco escapou.
-O que voc� acha que aconteceu? -Maurice.
Voc� disse que seu nome � Maurice.
Agora voc� se lembra.
Claro.
O conhaque que servem aqui faz mal para o c�rebro.
Eu sou um tolo para n�o beber o meu.
Eu tenho algo melhor minha mochila, l� fora.
Voc� toma uma bebida comigo?
Com prazer, Jacques. Claro.
Ent�o venha.
Est� l� em baixo. Na beira do rio.
Lugar estranho para armazenar conhaque.
Mas n�o me surpreende. Sabe o que dizem sobre voc�?
Em vez de "Jacques o Urso" chamam-no "Jacques o Macaco".
Est� l� em baixo. No barco.
Espero que nenhum pescador tenha me visto escond�-lo.
-D� uma olhada. -Claro. Obrigado, Jacques.
N�o consigo encontrar nada.
Como est�o?
Bem, doutor.
Estes dois v�m da Amaz�nia.
Magn�ficos esp�cimes.
Com esta remessa, temos a melhor cole��o de Europa.
Sim, doutor.
Jeannette, receava que n�o tivesse recebido minha mensagem.
Foi muito dif�cil. Voc� pode imaginar.
As visitas na pris�o. O laborat�rio.
� in�til. Sem ele, n�o � o mesmo laborat�rio.
Voc� tem que ficar longe de l� e de tudo que a fa�a lembrar Pierre
Aqui voc� pode pensar em outras coisas.
E pode ser de grande ajuda para mim.
Voc� � um bom psic�logo.
Como posso agradecer?
Voc� � muito negligente, Jacques.
Vou peg�-lo.
Est� com medo? � completamente inofensivo.
N�o foi o macaco que me assustou
Jacques?
Eu prometo que ele nunca entrar� no laborat�rio.
Desculpe pela desordem
Ao contr�rio, gostaria de parabeniz�-lo.
� como se sua assistente ainda estivesse aqui.
Que bela escrita!
� um desafio para mim.
� a descri��o das gazelas que compramos em Hamburgo.
Elas estavam nervosas no dia que chegaram
Isso foi h� cinco anos.
-Cinco anos? -Sim.
E essa caneta?
Veja,
minha assistente era tamb�m minha esposa.
Morreu naquela noite.
Oh, desculpe.
Sinto muito.
Eu tenho estado muito sens�vel.
Mas como psic�logo e zo�logo,
Eu acho que � melhor exteriorizar os sentimentos.
Vem.
Quero mostrar a voc�
Era seu quarto. Tal como o deixou.
Parece-me que poderia voltar a qualquer momento.
Por um longo tempo eu acreditei nisso.
Ela amava as coisas simples como esta.
Acho que a faziam esquecer que vivia numa casa.
Cercada por le�es e tigres.
Ela tinha medo?
� esse o motivo dessas barras?
Sim.
Eu costumava dizer que ela era uma crian�a.
Mas voc� n�o vai ter medo, n�o �, Jeanette?
Foi pintado pouco antes de sua morte.
-Ela era t�o jovem. -Muito jovem.
Ela se suicidou
Voc� entende agora porque eu estudei psicologia.
Meu desejo desesperado para entender o esp�rito humano?
Dela e meu.
Voc� vai descobrir nossa joia mais preciosa.
Esse espa�o � interditado para o p�blico e alguns funcion�rios.
Quanto mist�rio!
Mas como a maioria dos mist�rios, a solu��o � simples.
Voc� parece t�o nervoso quanto eu.
Como um escultor ao revelar sua grande obra.
Verdade, mas n�o a qualquer pessoa, apenas a voc�.
Quer a bola, Sultan, pegue.
Venha Sultan.
Pegue a bola.
Voc� n�o quer a bola, Sultan?
Aqui, pegue a bola.
Veja.
Agora eu sei porque mant�m esse lugar interditado.
Ele n�o � perigoso.
Os gorilas t�m uma forte tend�ncia a imitar os humanos...
Eu o mantenho isolado para avaliar a sua intelig�ncia.
Voc� v� essa bola? Esses cubos? Todas as coisas aqui?
Elas s�o mais do que brinquedos.
Ele tem a intelig�ncia de uma crian�a de tr�s anos.
Um menino muito grande.
E muito amig�vel. Olha.
Isso eu n�o lhe ensinei.
� o modo dos gorilas demonstrarem afeto e confian�a.
Como um aperto de m�o.
-Se n�o morde, � amig�vel. -Exatamente.
Jacques n�o teve essa honra.
Voc� est� com ci�mes, n�o �?
Aproxime-se. Vamos ver qual ser� a rea��o dele.
Eu n�o tenho certeza se quero saber.
Deve sentir-se lisonjeada.
Tinha certeza de que iria gostar.
Eu acho que � melhor irmos. J� basta para a primeira visita.
Certo, amanh� voltaremos.
Volte para o escrit�rio. Eu a encontrarei l�.
Certo.
Eu n�o deveria t�-la trazido aqui.
Voc� pode aprender muito com ele, Jacques.
N�o � de admirar que ele o odeie. Ele sente que est� com medo.
Vamos, vamos.
Vem, vem!
Ele pode cheirar seu medo. Voc� fede!
Mas ela, Jacques... Voc� o viu?
Detenha-o!
Sultan, olhe.
Novamente pode me agradecer por sua vida, Jacques.
N�o tenho nada a agradecer.
Ele era meu. Voc� o tornou um assassino, n�o eu.
Voc� j� esqueceu o que houve na Rua Morgue?
-Ele atacou sem que eu soubesse. -Foi um acidente.
Eu deveria ter ido � pol�cia. Mas voc� me assustou.
N�o encontraram seu len�o l�?
Voc� teve sorte de me encontrar e n�o � pol�cia
Voc� n�o acha que acabar�o descobrindo?
Iremos os dois para a guilhotina.
Est� tudo acabado.
Acabado? At� quando?
Por que voc� acha que liberaram Dupin?
Ela abandonar� voc� como as outras.
N�o � como as outras. N�o como as outras.
Ele tamb�m percebe.
� corajoso e carinhoso.
Se eu soubesse antes n�o teria havido outra.
Sempre diz o mesmo.
Voc� como qualquer idiota, se assusta muito facilmente.
A pol�cia tem o seu assassino.
O caso est� encerrado, definitivamente.
Voc� � meu, compreende?
Meu!
Me obede�a! Voc� � meu!
Eu espero que voc� n�o se importe por eu ter entrado aqui.
Mas depois que me falou sobre isso...
Queria v�-la de novo, e tentar entender.
Eu me incomodaria se qualquer outra pessoa entrasse aqui. Mas voc� n�o.
Este lugar pertence mais a voc� do que a ela.
-Voc� n�o pode estar falando s�rio. -Estou... muito s�rio.
Jeannette, n�o compreende que deve viver sua pr�pria vida.
Para si mesma, n�o para um prisioneiro.
Espero a justi�a.
-Se ele for inocente. -Ele � inocente!
Jeanette, se temos que enfrentar esta trag�dia
temos que enfrentar juntos.
O que acontece, voc� entende, certo?
N�o, eu n�o entendo. Eu n�o entendo.
Como voc� pode falar mal acerca de Paul?
Como esquecer o que essa sala representa?
Deixe-me ir, antes de dizer o que realmente sinto.
Deixe-me ir!
O que realmente sente?
N�o sei. N�o sei.
Sua voz, o toque da sua m�o...
Eu estou com medo. Sim, medo.
Agora eu entendo o que eu vejo nos olhos dela.
Medo.
Ela tamb�m sentia medo.
Se � assim que voc� pensa, ent�o eu estava errado.
Eu estava errado, do come�o ao fim.
Eu havia esquecido.
Isto � para voc�.
Presente de Paul.
Eu pedi para ele compr�-lo para voc�.
Obrigado.
Adeus. Desculpe.
Adeus n�o.
N�o ainda.
O que quer dizer?
Eu pensei que voc� era uma psic�loga, uma cientista.
Eu pensei que pudesse entender. Mas n�o.
N�o... � uma menina emocionalmente, como ela era.
Ela era como voc�. Como outras!
Ela me desprezava. Me odiava.
Estas grades n�o foram para proteg�-la.
Foram para aprision�-la.
-O que voc� fez a ela? -Nada.
Nada comparado ao que ela fez comigo.
Pagou meu amor com insulto. A rejei��o m�xima.
Preferiu a morte...
A mim.
Marie...
A surda-muda que nos apresentou...
Rejeitada por seu marido.
N�o admira que a entendesse. � t�o louco como ela.
N�o, n�o. Eu tenho uma mente treinada.
Eu posso proteger a minha sanidade.
Mas depois do que ela fez comigo, quis mat�-la
Queria mat�-la, e todas que se parecessem com ela.
Mas como se diz: "N�o matar�s."
Agora terei que torn�-la outra Marie, trancada em seu mundo...
Por no��es artificiais do bem e do mal?
Eu precisava de uma escapat�ria. E a encontrei.
Ningu�m vai ouvi-la.
Eu tenho regras r�gidas. Ningu�m pode se aproximar da casa.
Por favor, por favor. Deixe-me ir!
N�o importa o que voc� me disse. Ningu�m vai saber.
N�o tem nada a temer de mim.
Eu nunca matei ningu�m.
Minha consci�ncia � t�o limpa como as minhas m�os.
Deixe-me sair! Deixe-me sair!
Idiota! Est�pido!
Eu vou encontr�-lo.
Preciso.
Entre, Dupin. Parece que voc� tem uma confiss�o a fazer.
Disse pois essa � a �nica maneira de conseguir falar com voc�.
Guardas, tirem as algemas as algemas.
Fale-me sobre macacos, professor.
Mas assine aqui.
� sua confiss�o.
J� est� escrita.
Estava certo sobre uma coisa, inspetor.
Um macaco n�o poderia ter comprado esta joia. Um homem sim.
-Claro... -Algu�m que conhece bem macacos...
Que treina macacos.
Voc� nos dar uma palestra sobre este assunto fascinante.
Voc� ouviu a confer�ncia. Ministrada por um especialista.
Os pequenos ratos brancos que respondiam � campainha.
-O que � isso agora? -� claro.
Quando vi isso comecei a enxergar a verdade.
Se um rato pode ser controlado por uma campainha,
Tamb�m um macaco pode ser. Com este bracelete.
Esta � a �nica forma de explicar essas mortes.
Enviar esta confiss�o ao Dr. Marais.
Lembra-se da experi�ncia? De como controlou os ratos.
E sua palestra sobre a pobre Marie?
Nos explicou o que levou-a ao suic�dio.
Era parte de seu plano.
E ele teve a oportunidade de roubar isso.
Eu digo que n�o h� tempo a perder.
Voc� n�o entende?
Por que estou aqui? Por que fez isso com Arlette?
Porque escolheu Camile como v�tima?
Por qu�? Exceto para se envolver com Jeannette.
N�o v� que � isso? Tem que fazer alguma coisa, Bonnard!
Eu vou.
Eu n�o esquecerei jamais.
Voc� n�o acredita em mim.
Acreditar?
-Guardas. -Espere, Bonnard.
Pelo menos investigue o que eu disse.
Descubra se eu tenho raz�o.
Prometa-me que sim.
Voc� entrar� para a hist�ria, Dupin.
Sua foto ser� exposta na galeria de criminosos. Prometo isso!
Inspetor, Inspetor. Eu vi...
O assassino voltou ao ataque.
-O que voc� est� dizendo? -Matou outra mulher.
A costureira. N�s pensamos que era apenas um manequim ca�do,
mas olhando para a parte de tr�s da loja encontramos um cad�ver.
Assassinado. Mutilado como os outros.
Idiota! Como pode ser?
� imposs�vel.
N�o � imposs�vel. Eu vi com meus pr�prios olhos.
Ele deve estar errado. Isso n�o pode ser verdade.
Como voc� deve saber, eu e meus cavalos nunca erramos.
Eu vi com meus pr�prios olhos. Foi, foi...
O que, "madame"?
Era um macaco!
Um macaco?
E um homem estava com ele. Um homem bem vestido.
Desapareceram num bueiro.
Suba.
Obede�a!
Mate, mate, Sultan!
O cadeado.
Cerquem o lugar!
Derrubem.
L�!
Ele est� com Jeanette!
Um rifle, r�pido. Encontre Marais.
Tragam a lona.
Inspetor!
Pegamos Marais.
Tragam-no aqui.
Marais controle essa besta, agora mesmo.
Fa�a-o descer
Obede�a. Sultan obede�a.
Sultan!
Olha!
Mate, mate, Sultan!
Marais, cale-se!
Pois bem.Calem-no.
Esse � o �ltimo elo entre voc� e o reino animal.
Para n�o falar sobre o que a ligava � pol�cia.
Pronto.
A pulseira era um presente meu. Eu espero que voc� goste mais disso.
Oh, obrigado.
Tente abrir.
N�o abre.
A �nica boa ideia que teve Marais. � para toda a vida.
Eu estou ouvindo sinos.
Os sinos da igreja.
ASSASSINATO DA RUA MORGUE
Revis�o final: Virtualnet.
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.