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Zulu
Que tipo de problemas Candy se meteu em San Francisco?
N�o sei, depende do tipo de garotas que ele conhe�a.
Eu atendo.
Paz, �ndio.
Paz, cara p�lida.
Ei, Dave, entre, amigo!
Maldito vaqueiro de pele vermelha!
Quantos do nosso gado voc� perdeu hoje?
- Davey, como vai? - Bem.
- Que tal um caf�? - Obrigado.
Vou pegar uma x�cara para voc�.
- Boa noite, Sr. Cartwright. - Oi, Davey.
- Bill Corby disse que queria me ver. - Sim.
Davey, quero que escolha dois dos melhores cavalos
que voc� domou para mim
e traga-os amanh�. Preciso deles para um presente.
Para quem s�o? Quero dizer, quer os melhores de todos?
Os melhores. Os melhores que tiver.
Eu os quero para...
para o Chefe Lan�a Solit�ria.
Voc� o conhece?
Eu me lembro dele.
Os fazendeiros e Lan�a Solit�ria v�o assinar um tratado amanh� e...
� uma perda de tempo. N�o podem confiar nele.
Davey...
o solo sagrado vai ser devolvido � tribo Ute.
Todos garantem que n�o v�o invadi-lo.
Significa muito para eles.
N�o significa nada para mim.
Hoss, talvez seja melhor voc� passar em minha casa amanh�
e escolher os cavalos voc� mesmo.
Boa noite.
O tratado do homem branco ser� assinado amanh�.
O solo sagrado ser� nosso solo sagrado mais uma vez.
Eu, Lan�a Solit�ria, chefe dos Utes, deixarei minha marca.
O homem branco vai tirar a �gua de nossa terra.
Eles pegar�o apenas uma pequena parte dela
e, em troca, nos devolver�o a terra de nossos ancestrais.
Eu n�o confio neles.
O homem branco confia nos Ute.
Eles prometeram nunca mais pisar em nosso solo sagrado.
E se o homem branco quebrar sua palavra?
Devemos matar.
S09E27 - Em Defesa da Honra
Legenda por Susanawho
- Ei. - Ei, irm�o. Como voc� est�?
- Escolheu dois cavalos bons? - Acho que sim, pai.
- Pergunte ao Dave o que ele acha. - Os melhores de todos.
Bem, �timo.
Espero que Lan�a Solit�ria fique satisfeito.
N�o quero nenhum obst�culo na assinatura deste tratado.
Esse solo sagrado significa muito para os Utes,
e os direitos da �gua certamente significam muito para os colonos do vale.
Os colonos podem usar essa �gua sem um tratado.
Bom, n�o sem lutar.
Seria uma luta bem curta. Os Utes n�o durariam muito.
Pode dizer o que quiser dos Utes, mas ainda s�o seu povo.
Meu povo? S�o mesmo?
Se o Sr. Cartwright n�o tivesse me encontrado
onde meu povo me deixou, eu teria morrido naquele dia.
Eu s� tinha cinco anos,
mas me lembro disso, sempre vou lembrar.
Meu povo!
Voc�s s�o meu povo.
S�o o �nico que eu tenho.
Exceto por Hoss aqui, ningu�m poderia pedir coisa melhor.
Bom, n�s... � melhor irmos.
Sr. Cartwright?
Importa-se se eu for junto?
Claro. Claro.
Boa ideia. Dave, voc� e eu n�o vamos � cidade h� meses.
Al�m disso, voc� fez um p�ssimo trabalho com os cavalos
que talvez precisemos de ajuda.
Juro, Hoss, a �nica coisa em que n�o precisa de ajuda � para comer.
Voc� n�o se lembra da vez que voc� cozinhou l� naquela ca�ada, certo?
� quase meio-dia.
N�o se preocupe, eles estar�o aqui.
N�o posso dizer que gosto de ficar esperando um �ndio.
Ele disse que estaria aqui ao meio-dia.
Juiz Nelson, deve ser meio-dia. A� vem ele.
Chefe Lan�a Solit�ria.
Ben Cartwright.
Bem-vindo, meu amigo.
Estamos aqui para falar como homens.
Minha voz sair� do cora��o e do meu povo.
Veremos ent�o se somos amigos.
Este � o Juiz Nelson.
Ele vai legalizar a assinatura formal do tratado.
Voc� conhece todos os fazendeiros presentes.
O tratado com o chefe Lan�a Solit�ria e seu povo
ser� uma quest�o de confian�a e honra.
Juiz.
Quero que Lan�a Solit�ria saiba que considero uma grande honra
fazer parte desta ocasi�o solene.
Vamos entrar no alojamento e falar.
Lua Brilhante?
Espere por mim aqui.
- � um cavalheiro impressionante, n�o �? - Sim, com certeza �.
- Que tal uma bebida gelada? - Parece bom.
Davey, quer beber alguma coisa?
Claro, por que n�o? Vai demorar para esses selvagens fazerem reuni�o.
Vamos.
� uma vergonha, isso sim.
Encontrar-se com eles, barganhar com eles.
A �nica maneira de barganhar com um �ndio � atr�s de um rifle.
- O que quer, Davey? - Bebam cerveja, eu quero salsaparrilha.
- Salsaparrilha est� bom para mim. - �timo. Barman, tr�s salsaparrilhas.
Oh, barman...
voc� serve �ndios em um bar de brancos?
Esses Cartwrights...
n�o se importam com quem trazem para o bar do homem branco.
Sabe, aposto que eles at� trariam porcos se tivessem.
N�o cheiraria muito pior se o fizessem.
Se tem uma coisa que n�o suporto � o cheiro de um �ndio fedorento.
Reabaste�a, Frank.
S� te poupando o trabalho, Frank.
N�o gostaria que um homem branco bebesse daquele copo.
N�o depois de gente como ele.
Qual parece ser o grande problema de voc�s dois, afinal?
Deixe-me esclarecer uma coisinha para voc�s dois.
H� apenas uma chance remota...
de que n�s dois sejamos ainda mais incivilizados que nosso amigo �ndio.
Voc�s t�m algo a nos dizer?
Nada.
�timo.
Barman, d�-nos outra salsaparrilha.
Deixe-o sair. D� a ele uma chance de se acalmar.
Senhorita?
Quando eu disse selvagens...
eu lamento.
Seus olhos...
eles mostram grande dor.
Sou eu quem lamenta por voc�.
N�o precisa.
Eu tenho um trabalho, uma vida. Eu vivo como um homem branco.
H� muita comida para comer e tenho uma casa para morar.
Sabe qual � o problema desse �ndio?
O qu�?
Ele pensa que � um homem branco.
Bem, talvez dev�ssemos ensinar-lhe bons modos do homem branco.
Eu vou me despedir agora.
Que tal se despedir de n�s, �ndio?
Com muita gentileza.
Estamos esperando, �ndio.
Como eu disse, Judd,
talvez dev�ssemos ensinar-lhe bons modos.
E voc�, querida, vai ser boazinha?
- Deixe-a em paz! - Saia daqui, �ndio!
Afaste-se dela!
Espere um minuto, querida. Voc� fica aqui.
V� com calma, querida.
- Voc� est� machucada? - Oh, n�o.
Esse �ndio vai ver.
Eu o verei morto,
mesmo que tenha que segui-lo de agora em diante.
Voc� est� bem, Davey?
Sim. Obrigado.
Quem � esse homem branco?
O que ele est� fazendo?
- Espere um pouco, eu sei o que parece... - N�o estou falando com voc�...
mas com ela.
Quem � ele?
Este homem tentou me proteger.
E voc� est� enganado.
Ele n�o � um homem branco. Ele � um �ndio, como n�s.
Como n�s?
Olhe para ele.
Voc� o chama de �ndio?
Ele n�o � �ndio nem branco.
Ele � como terras de ca�a sem b�falos.
Ele � a terra depois do fogo,
quando at� as ra�zes s�o queimadas.
�ndio?
Ele nem � branco!
Davey, vamos. Davey! Davey!
- Aqui! Solte-o. - Chega!
Joseph, Hoss, o que significa isso?
- Bem, pai... - Eu posso falar por mim.
E eu falo com o senhor, Lan�a Solit�ria.
Quem � esse homem?
Ele n�o � um homem.
Ele � um mesti�o.
Eu n�o sou mesti�o.
Eu sou �ndio.
Ouviram? Um �ndio!
Um Ute,
como voc�s.
Bom, est� pronto para ir, pai.
�timo.
Irm�ozinho, comporte-se, ouviu?
S� porque est� indo para a capital do Estado,
n�o significa que pode fazer o que quiser.
N�o se preocupe, Hoss, n�o vou.
Hoss, quero que me fa�a um favor.
Sim, pai?
Eu disse para Lan�a Solit�ria que o tratado est� em vigor a partir de agora.
S� que preciso que o Governador assine o documento e n�o tenho certeza
se Lan�a Solit�ria acredita nisso, ent�o...
gostaria que voc� fosse at� l� hoje,
e novamente amanh�,
e meio que tranquilize quaisquer d�vidas que Lan�a Solit�ria possa ter.
N�o se preocupe com nada, pai. Vou manter tudo calmo e tranquilo.
Tudo bem.
Vamos!
Lua Brilhante?
Eu estive esperando por voc�.
Voc� foi a �ltima das mulheres a vir.
Se eu soubesse que voc� estava aqui,
eu teria sido a primeira.
Eu tinha tantas coisas que queria lhe dizer. Agora, esqueci todas elas.
N�o precisa dizer nada.
Sim, preciso.
Eu vim aqui s� pra te ver, e...
agora...
Voc� disse que � �ndio.
Um Ute.
Isso � verdade?
Sim, �.
Mas voc� vive como um homem branco.
Eu gostaria de lhe dizer o porqu�,
e eu irei, algum dia.
- N�o precisa me dizer nada. - Aqui, deixe-me.
A �ltima coisa que meu pai disse foi...
que aquele solo sagrado era de voc�s
e nenhum homem branco poderia pisar nele a partir de hoje.
O solo sagrado � importante ao meu povo.
E a �gua � importante para os fazendeiros.
Confio que o senhor lhes garantir� essa �gua.
Hoss Cartwright fala bem
e com o cora��o.
Mas ele fala de garantias.
Que garantia existe de que, � medida que mais homens brancos vierem,
eles n�o v�o retomar a terra do solo sagrado?
Eu sei que, no passado,
o homem branco fumou o cachimbo muitas vezes ao selar tratados.
E ele frequentemente os quebra.
Mas esse tratado vai ser assinado pelo Governador do Estado
e os fazendeiros j� o assinaram.
E n�s, Cartwrights, apoiaremos cada palavra disso, pode confiar nisso.
A palavra de um Cartwright � aquela em que confio.
- D�-me o cachimbo. - Lan�a Solit�ria...
Fa�a como eu digo!
Existem poucos de sua ra�a
com quem eu fumaria.
Espere, um bravo n�o carrega �gua,
e meu povo n�o deveria ver isso.
Bem, eu sou seu povo.
Mas voc� passou muito tempo longe.
Nossos costumes n�o s�o como os do homem branco.
E meu cora��o teme por voc�.
- Lobo Branco vai... - Ele n�o me preocupa.
Mas foi combinado h� muito tempo
que Lobo Branco e eu plantar�amos lado a lado, dois juncos...
e morar�amos em uma tenda.
Este � o desejo de Lua Brilhante?
� o medo de Lua Brilhante.
Ent�o isso n�o vai acontecer.
Lobo Branco, pare!
Qual o significado disso?
A conversa desse homem branco levaria a mulher prometida para mim.
� verdade, minha filha?
� verdade.
Enquanto um homem branco fuma o cachimbo,
o outro desonra minha filha!
N�o sou um homem branco! Minha pele � da cor da sua!
Voc� vive como um homem branco. Voc� � um homem branco.
Eu sou o que sou porque Lan�a Solit�ria � covarde!
- Davey! - Cachorro falante!
Antes de voc� morrer, ou eu,
permito que se explique.
Davey, pe�a desculpas ao chefe agora mesmo.
Lan�a Solit�ria falou de honra.
Eu digo que em sua boca a palavra n�o significa nada.
� uma honra deixar uma crian�a no campo de batalha?
Deix�-la � merc� da vingan�a do homem branco?
Lan�a Solit�ria chamaria isso de honra?
Ele n�o faria isso,
e ele est� ouvindo.
Ent�o escute bem,
pois foi o senhor quem fez isso.
O senhor fugiu diante das armas do homem branco na batalha de Red Fork...
deixando para tr�s meus pais mortos.
E uma crian�a, eu...
a qualquer miseric�rdia que o homem branco escolhesse para me mostrar.
E Ben Cartwright me encontrou.
N�o, eu n�o escolhi ser o que sou.
O senhor me fez o que sou e agora me discrimina.
Sua faca.
Eu vou falar...
e se minhas palavras n�o satisfizerem,
pe�o-lhe que tire minha vida.
A batalha de Red Fork foi aquela em que lutamos com honra.
Quando o sol nasceu, havia mais de 200 do meu povo
prontos para morrer pelo que acreditavam.
Quando o sol se p�s...
havia apenas alguns...
como gr�os de milho espalhados para saudar a noite.
N�o �ramos mais um ex�rcito...
desorganizado, disperso, derrotado.
E voc� foi deixado para tr�s!
Eu s� posso dizer isso.
Eu teria dado minha vida para lev�-lo conosco...
se eu soubesse que voc� estava l�!
Se voc� n�o acredita nisso...
fa�a agora o que voc� deve fazer!
Talvez seja eu quem deva oferecer minha vida a voc�, em vez de...
Em vez de qu�?
De pedir que eu me reencontre com meu povo.
E que eu possa falar com sua filha, Lua Brilhante, sobre casamento.
Antes que esse dia chegue,
voc� vai se deitar com seus ancestrais!
Sil�ncio, Lobo Branco, n�o � sua fun��o falar.
Talvez nem seja minha, mas como chefe, eu falo.
Se for o seu desejo,
voc� pode se tornar um de n�s.
Quanto � Lua Brilhante,
deve haver tempo.
Mas no final, s� ela decidir�.
Venha.
Lan�a Solit�ria?
Voltarei para minha tribo
para come�ar uma nova vida.
Eu falei.
Lan�a Solit�ria ouviu.
Ei! Que diabos? Voc� est� tentando acordar toda a Ponder...?
Puxa, Davey, o que...
o que � tudo isso?
Eu s� queria que voc� se lembrasse desta noite.
A noite em que voltei a ser �ndio.
Sim, eu... � prov�vel que eu n�o esque�a.
Vim me despedir, Hoss.
O que isso significa?
Estou largando meu emprego.
Todo o gado est� alimentado e com �gua.
Eles ficar�o bem at� que encontre outro homem para tomar meu lugar.
Diga adeus ao Joe e ao Sr. Cartwright por mim.
Voc�... voc� est� falando s�rio sobre tudo isso, n�o �?
Sim, eu estou.
Acho que voc� est� de olho naquela garotinha, hein?
Ela vai ser minha esposa.
- Ela � bonita, muito bonita. - Sim, ela �.
Espero que d� tudo certo para voc�.
Vai dar, vai dar.
Davey?
Paz.
Paz.
A� est�o eles.
O que est�o tramando?
Alguma supersti��o ind�gena.
N�o sei muito sobre essa cerim�nia de promessa de casamento.
Eu s� me lembro do que vi quando era muito pequeno.
Voc� viu?
Garotinhos n�o deveriam ver.
Bem, estava escuro. Eu n�o vi muito.
Por vergonha!
N�o importa o que estejam fazendo.
Nunca terei uma chance melhor contra esse �ndio.
Espere.
Vou proteg�-la com todas as minhas for�as em todos os anos que vir�o.
E vou servi-lo bem em todos os anos que vir�o.
Voc� vai morrer lutando
ou implorando por sua vida?
Eu n�o quero lutar com voc�.
Voc� viveu tanto tempo com o homem branco
que esqueceu nossos costumes?
� errado matar.
� errado tomar a mulher destinada a ser a esposa de outro homem.
Voc� vai lutar por ela.
Se for preciso.
N�o vou mat�-lo.
Ambos somos Utes.
Podemos nos tornar amigos.
Voc� venceu.
A Lua Brilhante � sua.
V�o.
D�-me essa faca.
Vamos ver se Davey consegue se safar disso.
De acordo com nossas leis e costumes,
era seu direito matar Lobo Branco.
Eu n�o poderia mat�-lo.
Vivo, um dia ele ser� um amigo.
Voc� fala com sabedoria.
Lan�a Solit�ria, lutei por Lua Brilhante.
Nosso costume d� a voc� o direito a ela.
Ela sente o mesmo que voc�?
Eu n�o poderia estar mais feliz, meu pai.
Estamos felizes, tamb�m, porque nosso solo sagrado pertence novamente aos Utes.
Para que sua vida juntos comece a�, como deveria ser.
V�o agora.
Ol�.
Ol�, Hoss.
Em que posso ajud�-los?
Hoss, tenho um probleminha.
Que tipo de problema?
Assassinato.
Esses dois homens dizem que viram
Davey matar um �ndio chamado Lobo Branco.
Jogou uma faca nas costas dele e saiu correndo.
Eu n�o acredito.
Eles levaram o corpo com a faca ainda enfiada nele, sem outro ferimento.
Ele provavelmente estava lutando por aquela jovem �ndia.
Hoss, tenho que fazer algumas perguntas ao Davey. Onde ele est�?
Ele foi morar com os Utes.
Acho que terei de ir l� e peg�-lo.
Espere um minuto, Xerife.
Deixe-me pegar meu cavalo. Eu vou com voc�.
Por isso, chefe, o Xerife aqui quer levar Davey para Virginia City.
O homem que voc� conhece como Davey � um Ute desta tribo.
Sim, senhor, eu sei, mas veja, enfrentamos a lei agora, chefe.
Ele s� quer lev�-lo para interrogat�rio, isso � tudo.
Ele n�o matou Lobo Branco.
O senhor viu a luta?
N�o, mas minha filha, Lua Brilhante, estava l� e me contou como foi.
Bom, duas testemunhas dizem que viram Davey
atirar uma faca nas costas de Lobo Branco.
Voc� diz que ela mente?
Eu n�o digo que ningu�m minta.
Ainda n�o.
O que estou dizendo � que vou levar esse rapaz para julgamento.
Ele � um Ute.
N�o pode lev�-lo.
N�o me diga o que posso fazer e o que n�o posso!
- Eu represento a lei. - Esperem um minuto, pessoal.
Deve haver alguma maneira de esclarecer isso.
O rapaz e Lua Brilhante est�o al�m do seu alcance.
Eles est�o em solo sagrado, solo Ute, proibido a todos os homens brancos.
Ele tem raz�o.
O Governador j� assinou esse tratado agora.
Se voc� entrar l�, estar� criando problemas, um grande problema.
- � solo sagrado... - Hoss, um crime foi cometido.
Seja solo sagrado ou n�o, eu tenho que levar o rapaz.
Espere um minuto. Xerife, o que aconteceria
se eu fosse l� sozinho e o pegasse?
Isso se o chefe me permitir.
- Vou apenas at� a fronteira. - Voc� vai traz�-lo?
Sim, vou traz�-lo se prometer ficar aqui e esperar por mim.
Tudo bem. Fa�a isso r�pido.
� seu amigo Hoss.
Dave, preciso falar com voc�.
O que voc� quer?
Lobo Branco est� morto e eles acham que voc� o matou.
Venha, entre. Vamos conversar.
Esse trabalho jur�dico paga muito bem, n�o �?
N�o � t�o ruim.
O senhor parece um cara legal. � uma pena v�-lo perder esse distintivo.
O que te faz pensar que vou perd�-lo?
Uma coisa que sempre se ouve sobre os Cartwrights,
� que eles s�o muito bons para seus amigos.
Sim, esse Davey est� na Folha de Pagamento h� muito tempo.
N�o estou dizendo que Hoss iria infringir a lei,
mas, por outro lado, ele n�o hesitaria em ajudar um velho amigo a fugir.
Mesmo que esse amigo seja um assassino traidor e atirador de facas.
Se deixar que os dois Utes tenham uma vantagem sobre o senhor,
nunca vai chegar perto o suficiente para detectar a poeira deles.
Vamos.
O Delegado disse ao chefe que encontraram uma faca ind�gena
nas costas de Lobo Branco e que ele tinha que lev�-lo.
Mas Lobo Branco estava vivo quando o deixamos.
Mas este xerife adjunto tem duas testemunhas
que afirmam que viram voc� atirar a faca.
- S�o Judd e Skinner. - Aqueles dois.
Mentiras. � pura mentira!
Inferno! Olha, Davey, s� quero que venha comigo,
e diga ao Juiz Nelson como aconteceu, ent�o tudo estar� acabado e feito.
N�o, Hoss, n�o vai.
A palavra de dois �ndios n�o resistir� � palavra de dois brancos.
Eles v�o me enforcar.
O senhor me prometeu que ficaria l�...
Sinto muito, Hoss, preciso levar esse rapaz.
Este � solo Ute. � um solo sagrado. N�o entende isso?
- Hoss, vou cumprir o meu dever. - Vou lhe dizer o que vai fazer.
Vai come�ar uma guerra, � o que vai fazer.
Tudo bem, ent�o come�arei uma guerra.
J� cometeu erros tolos o suficiente, Xerife. Guarde essa arma.
Um passo em falso e todos seremos mortos.
Quatro homens brancos em solo Ute, solo sagrado.
Estou apenas tentando cumprir meu dever, chefe,
tentando levar um assassino a julgamento.
Quem voc� chama de assassino?
O Davey ali.
- E voc� teria um julgamento? - Em Virginia City.
Em solo Ute, temos o julgamento Ute.
Aqui e agora.
Voc� jogou uma faca nas costas de Lobo Branco?
- N�o, n�o joguei. - Minha filha!
Voc� estava com ele quando ele lutou com Lobo Branco?
Sim, meu pai, eu estava.
E o que ele acabou de dizer, isso � verdade?
� verdade.
Esses dois dizem que viram a faca lan�ada.
Isso mesmo.
Eu digo que voc�s dois mentem.
- N�o, senhor, � a verdade. - Pode apostar sua vida.
Vamos ver.
Ent�o teremos um julgamento.
Qual de voc�s lutar� pelo homem branco para provar que o rapaz mente?
Espere um minuto, chefe, uma luta a faca n�o vai provar nada.
Al�m disso, est� apenas come�ando outro assassinato.
Em seus Tribunais, alguns homens colocam as m�os em um livro e mentem.
Em um julgamento Ute, alguns homens sentem o beijo mortal da faca na garganta...
e ainda mentem.
Alguns homens, mas muito poucos.
Qual de voc�s luta?
Eu escolho voc�.
Hoss, pare com isso.
Voc� pode det�-lo.
Nossa terra, Hoss Cartwright!
Seu pai assinou o tratado devolvendo-o para n�s.
Terra Ute, lei Ute.
A menos que a palavra de seu pai seja in�til.
Terra Ute, lei Ute.
Voc�.
Lute!
Agora veremos quem mente.
Lutem.
- Eu menti? - N�o.
- Voc� matou Lobo Branco? - N�o.
- N�o fui eu. - Ent�o quem?
Judd.
Odeia todos os peles vermelhas que conhece.
Odeia voc� mais do que qualquer um.
Quando ele viu uma chance de enfiar uma faca em Lobo Branco...
Deixe-o levantar, Davey.
Todos n�s sabemos a verdade agora.
Vamos, voc�s dois.
Temos que conversar na cidade.
Dave, s� porque voc� voltou para o seu povo
n�o significa que n�o pode voltar � Ponderosa para uma visita.
Venha nos visitar, ouviu?
Eu vou.
E traga sua esposa.
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