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Original subtitles

LINHA DO TEMPO

Castle... gard.

J�! 250.

- 250! - J�! 300.

- 300. - J�!

N�s o perdemos.

Est� fazendo mais de 38� l� fora. Ele me toca, e est� gelado!

Fora os ferimentos externos, tudo est� desalinhado.

At� as veias est�o.

Vejam o cora��o. A aorta est� desalinhada.

A espinha... O mesmo desvio at� a terceira v�rtebra.

Ele � como um boneco de papel cortado e recolado.

Ele n�o levava nada com ele. S� isso em volta do pesco�o.

- Est� escrito ITC. J� ligamos para eles. - A companhia no deserto?

- Um de nossos maiores colaboradores. - Licen�a.

Frank Gordon, ITC. Vim pegar o corpo de Vince Taub.

- Sou o Dr. Cova. Cuidarei da papelada. - Obrigado.

Vincent Taub...

Esse � o amuleto de Vinnie. Obrigado, xerife.

Pena que a �nica pessoa que se interessa pelo corpo seja o patr�o.

- Com licen�a. - Claro.

Gordon. N�o, estou pegando o corpo agora.

- Ele estava s� ou com Decker? - Taub estava sozinho.

- Tire o corpo da�. - E as radiografias.

- Tire tudo. Vai ser dif�cil? - N�o, eles est�o cooperando.

Se descobrirem algo, ser� o fim da ITC. Como ele foi parar no deserto?

N�o sei. Talvez tenha usado o marcador sem espa�o suficiente.

- Pode ter sido um milh�o de coisas. - N�o foi muito inteligente.

Ele est� morto, Robert. Taub morreu.

Sr. Gordon, o que � "Castlegard"? � a �nica coisa que ele disse.

Talvez um parque de divers�o.

4 de abril, 1357. Castlegard, Fran�a.

O ex�rcito ingl�s, de uniforme vermelho, ocupou o vilarejo de Castlegard.

Enquanto isso, os franceses avan�avam...

tentando lev�-los nessa dire��o, atrav�s do rio...

passando pelo monast�rio at� chegarem aqui em cima.

Pode deixar, Chris. Vai destruir tudo.

O ex�rcito ingl�s refugiou-se no Castelo La Roque...

que era fortemente protegido e abastecido.

E ambos lados lutaram por muito tempo.

Os franceses tentaram derrotar os ingleses durante 100 anos.

E Lorde Oliver tentou enfraquecer os franceses...

prendendo uma mulher nobre, a irm� do comandante Arnaut, Lady Claire.

Ele a pendurou � ameia para que todos a vissem.

Em vez de desmoralizar os franceses, aquela vis�o os enlouqueceu.

Eles atacaram o castelo como loucos.

E derrotaram os ingleses na ra�a!

O Forte La Roque caiu em uma noite...

por causa da morte de uma mulher, Lady Claire.

Chega de assuntos acad�micos. Est� na hora de p�r a m�o na massa.

Oi, Chris.

- Peguei a m�quina do Marek para voc�. - �timo! Obrigado.

Segure isso, por favor. Pode passar a roupa tamb�m.

- Pensei que era uma viagem de rotina. - E �.

A �ltima vez que raspou a barba, passamos um ano no Kentucky.

- Sua m�e queria sair da rotina. - Por que isso sempre acontece?

Sou mais velho e s�bio que voc�. Tome uma cerveja.

- Passar roupa d� calor. - Obrigado. Est� acontecendo algo.

Se vai raspar a barba, � porque algo vai acontecer.

S�o todos esses nossos achados. Doniger nos d� muitas dicas.

- Ele � um milion�rio sortudo. - Ningu�m � t�o sortudo.

Ele sabe de algo e n�o diz. Alguma coisa est� errada.

Ele est� me evitando. Vou conseguir algumas respostas e algum dinheiro.

Ponha isso na minha sacola. N�o a amarrote!

Prefiro que n�o fale sobre isso com ningu�m, especialmente Kate.

- Por que eu lhe diria isso? - Aqui. Passe isso tamb�m.

"Por que eu lhe diria isso?" Vem me ver duas vezes por ano...

e fica at� se aborrecer. O recorde � tr�s semanas.

Ser� que estou gostando de arqueologia?

Voc� detestava a P�scoa. Nem queria procurar os ovos!

- Voc� os enterrava! - Isso � outra coisa.

Voc� ainda est� aqui por causa da Kate.

Chris. Olhe. Eu o amo.

- Mas est� queimando minha camisa. - Desculpe.

Voc� � diferente dela. Voc� viu como � entre sua m�e e mim.

Mas, pai, sem querer ofender, n�o sou como voc�.

Mas a Kate �. Confie em mim.

Se ela tiver que escolher entre voc� e a arqueologia, voc� vai perder.

- Desculpe! - Desculpe. Trouxe cerveja.

- Que gentileza. - Metade de uma cerveja.

- O que est� fazendo? - Essa � a escada.

- Ela leva a algum lugar? - At� agora, n�o.

Um dia, ela me levar� ao t�nel e a La Roque.

Ent�o, vou ajud�-la. O que devo fazer?

- Achei que detestasse isto! - N�o detesto, n�o.

- Vamos tomar cerveja. - Fique com a inteira.

- Que cavalheiro. - Sa�de.

- Obrigada. - De nada.

Vai seguir a carreira do seu pai?

- N�o? - De jeito nenhum.

- O passado n�o me interessa. - N�o? O que o interessa?

- Acho que sei a resposta. - Eu queria mesmo que notasse.

E eu, que voc� parasse de querer que eu notasse.

- Ent�o, n�o h� nada entre n�s? - Voc� � o filho do patr�o.

Ent�o, h� algo...

� tarde. Por hoje, chega. Obrigada pela cerveja.

- Est� enferrujado! - Estou ficando velho.

- Voc� adora isso! - � um v�cio.

D�-me isso antes que corte algo de que venha a precisar mais tarde.

Falando de amor, como foi ontem � noite?

N�o foi.

Como � ser substitu�do por ru�nas de 600 anos?

� ruim. � p�ssimo.

- Voc�s vivem no passado. - O qu�?

Sabe o que ele � para mim? O motivo da separa��o dos meus pais.

O que tive de engolir quando era crian�a. Voc�s n�o pensam no futuro.

O que � o futuro se n�o uma repeti��o do passado...

mais engenhocas e m�quinas como aquela que voc� dirige?

O passado � o que interessa. As pessoas eram mais humanas.

- Os homens tinham honra. - Sabe o que eu acho disso?

- Discurso de guerreiro rom�ntico. - Rom�ntico?

Quer ver uma coisa rom�ntica? Venha comigo. Venha!

O que �? Outra pedra enfiada na terra!

"Outra pedra enfiada na terra"?

� o sarc�fago de 600 anos de um cavaleiro franc�s e sua esposa.

- Ela n�o � linda? - � um avi�o.

Engra�adinho! Outra coisa. Eles est�o de m�os dadas.

- O que era muito raro para a �poca. - � raro mesmo.

Veja isso. O cavaleiro s� tem uma orelha.

O que ser� que aconteceu?

A orelha deve ter ca�do em algum lugar por a�.

Eu sou o arque�logo. A est�tua foi feita assim.

Tudo bem. Quem pensa que eram?

Por que algu�m que n�o d� a m�nima iria se preocupar com isso?

Estou intrigado. � o que voc� queria ouvir?

�. Todos estamos intrigados. � por isso que estamos aqui.

N�o se trata apenas de pedras e escombros, mas tamb�m de pessoas.

Quem eram eles? Qual � a hist�ria deles?

� preciso saber de onde viemos para entender para onde vamos.

- Sabe o que eu digo? - "Voc� faz a sua pr�pria hist�ria."

- Sempre digo isso? - O tempo todo.

Quem quer que tenham sido, eles fizeram a pr�pria... juntos.

V� bem devagar. � melhor termos cuidado...

Desabamento no monast�rio!

O ch�o cedeu embaixo de mim.

- H� quanto tempo isso est� aberto? - 15 minutos.

Temos cinco minutos antes do oxig�nio contaminar o s�tio.

- Tomem cuidado! - Fica embaixo de onde eu estava!

- Kate, n�o sei, n�o. - Todo mundo, cuidado.

- Eu lhe dou cobertura. - Quem vai descer primeiro?

- Eu. - Kate vai descer!

- Soltem a corda devagar. - Teste o r�dio.

- Um, dois, um, dois, Est� ouvindo? - Estou.

- Isso. Sem movimentos bruscos. - Mais baixo.

- Des�am-me. - Cuidado. Devagar.

Estou chegando ao primeiro n�vel.

Des�am a corda.

- Des�am o Marek! - Sinta o cheiro do ar parado.

- Kate, cuidado. - Cheguei.

- Isso � bem embaixo de onde eu estava. - Est� tudo bem?

Como assim, "Tudo bem"? Preciso de mais corda.

Mais corda! Vamos!

- Meu Deus! - � inacredit�vel!

Somos os primeiros a vir aqui em 600 anos!

Isto...

Isto... � lindo!

- Est� em excelentes condi��es! - Kate, venha c�.

- N�o pode ser! Isso � demais! - O qu�?

Meu Deus. Achei uma caixa, um oleado com documentos.

- Est� em perfeitas condi��es! - Cuidado.

Passe a sacola. N�o acredito!

- Esse � um achado e tanto. - Cuidado! Cuidado!

Vamos levar isso para cima. Preciso de luz.

- Meu Deus! - Meu Deus...

A luz. � impressionante!

Que filho da m�e estragaria algo t�o lindo?

Definitivamente, n�o um arque�logo.

- Vamos! - Voc�s dois, saiam da�!

- Puxem! - Queremos subir r�pido!

- Espere a�. - O que est� fazendo, Marek?

- Tudo bem. - O que est� fazendo?

� uma lente bifocal moderna.

Eu sei. Bifocais s� foram inventadas em meados do s�culo 18.

- O buraco s� foi aberto hoje. - Ningu�m jamais esteve l�.

- Se acha isso estranho, vai adorar isso. - O que �?

Um dos documentos encontrados no buraco.

� um invent�rio do que estava l�. Nada especial.

Foi ent�o que encontrei isso.

O professor! "Socorro. E. A. Johnston."

- "Dois de abril de 1357"? - 1357?

E. A. Johnston. Comparei as assinaturas.

Com certeza, � a letra dele. Mas ele s� sumiu h� dois dias.

- Seu pai escreveu isso h� 600 anos! - O que � isso?

Fran�ois est� procurando a outra para ver se s�o iguais.

Ent�o, isso � do professor e tem 600 anos?

- O que anda fumando? - Stern, explique uma coisa.

- A tinta tem 600 anos. - Eu sei. Isso � a cara do meu pai.

Ele est� brincando conosco.

Seu pai n�o contaminaria o s�tio de brincadeira.

- Fez o teste de carbono da tinta? - Claro.

- Deve haver uma outra explica��o. - Eu o fiz tr�s vezes. Veja!

� como acabei de dizer: Seu pai escreveu esse bilhete.

Mas foi h� 600 anos.

N�o quero saber das normas da ITC. Sou filho dele.

Achei os �culos do professor na mesa dele.

- As lentes s�o iguais. - Vamos fazer um teste �tico.

Al�? Estou cheio dessa enrola��o.

Digam onde est� o professor Johnston ou vou denunciar o rapto � pol�cia.

Fui claro?

Diga onde e quando.

- O que foi? - Doniger est� mandando um avi�o.

Estamos indo para o Novo M�xico? Vamos fazer as malas.

Bom dia. Sou Steven Kramer, ITC.

- Frank Gordon, chefe de seguran�a. - Onde est� meu pai?

- Vai v�-lo em um instante. - Onde est� Doniger?

- Como foi a viagem? - Doniger est� esperando l� dentro.

Encontramos documentos de 600 anos com a letra do professor.

- Pedindo socorro. - Daqui a pouco, eu explico.

A ITC est� sempre avan�ando.

H� 30 anos, houve uma revolu��o no mundo dos neg�cios...

com uma m�quina que mandava documentos para qualquer lugar.

O sonho do Sr. Doniger era fazer o mesmo com objetos.

- Como em um fax? - Exato.

Ele est� tentando mandar objetos de um lugar para o outro?

- Isso. Siga-me. - � imposs�vel!

- S� com milh�es de processadores! - Correto.

N�s os usamos para fazer uma m�quina que pode mandar objetos como fax.

Pode parecer loucura, mas isso vai tornar os correios obsoletos.

- Ela funcionou? - Sim, em uma sala.

Mas queremos mandar coisas para outros continentes.

Ent�o, constru�mos uma m�quina maior. Esse � o prot�tipo.

Est� dizendo que aquela � a tal da m�quina?

Sim. Ela � mil vezes mais potente.

Tentamos mandar algo daqui para uma m�quina id�ntica em Nova York.

Mas o mais interessante...

� que o pacote n�o chegou onde deveria.

Algumas horas depois, ele reapareceu aqui.

Espere a�. Onde ele estava nesse meio tempo?

N�o sabemos. Ent�o, mandamos uma c�mera para fazer o percurso.

E s� obtivemos a imagem de um bosque.

Foi ent�o que o Sr. Doniger teve a excelente id�ia...

de virar a c�mera para cima.

Comparamos as fotos com mapas estelares...

e conclu�mos que a c�mera n�o s� estava no lugar errado...

como na �poca errada.

- O que isso quer dizer? - A c�mera tirou fotos de um bosque...

perto de Castlegard, na Fran�a, no ano de 1357.

Voc�s descobriram como viajar no tempo por acaso?

N�o. N�s descobrimos uma fenda...

que parece nos ligar a um �nico lugar e tempo no espa�o.

1357, Castlegard.

Mandaram os �culos e documentos do meu pai para o s�culo 14?

N�o, Chris. Seu pai ainda est� no s�culo 14.

- O qu�? - Precisamos de voc�s para traz�-lo.

- Sr. Robert Doniger... - Isso n�o faz sentido.

As fendas s�o extremamente inst�veis. N�o podem us�-las para mandar gente!

- N�o se manda um papel por um fio. - Mas pode-se mandar fax.

A n�o ser que voc� decomponha a mensagem em el�trons. Caramba!

O como e o porqu� n�o me interessam.

S� quero saber do meu pai. Ele sabia disso?

N�s lhe demos dicas dos melhores locais para escava��o...

e, em troca, ele descobriria por que estamos presos a este lugar e tempo.

Ent�o, � por isso que est�o nos financiando...

Ele foi mais astuto do que pens�vamos. N�s lhes demos pistas demais...

e ele come�ou a suspeitar de n�s.

Como p�de mand�-lo para l�? Deus sabe onde ele est�!

Ele convence qualquer um. Ele insistiu.

- E agora est� preso l�. - � por isso que est�o aqui.

- Parecemos especialistas no assunto? - N�o.

Voc�s o mandaram para a Guerra dos Cem Anos.

- Foi uma �poca muito atribulada. - Precisamos de historiadores.

Meu pessoal n�o saberia se misturar aos habitantes do local.

E � isso que vamos ter que fazer para traz�-lo de volta.

� t�o simples assim?

Entramos naquela m�quina e vamos para 1357?

Depois de eles nos decomporem em el�trons.

- Por que far�amos isso? - Precisamos saber mais.

Sei que t�m muitas perguntas...

mas o professor sumiu h� 72 horas.

A cada minuto que passa, ficar� mais dif�cil encontr�-lo.

- Preciso prepar�-los para a viagem. - Frank, pode se trocar com eles?

Eu n�o vou. Gomez e Baretto est�o se aprontando.

- Mas eu gostaria que fosse. - Mas n�o aceitamos ir.

- Pode prepar�-los? - Claro. Pessoal, por aqui.

Por aqui, por favor. Obrigado.

Sigam Steve. Ele os levar� para a sala de preparo.

Gomez e Baretto s�o meus melhores homens. Enfrentam qualquer situa��o.

- Prefiro n�o ir. - Mas eu quero muito que v�.

Se vir Decker, voc� sabe o que fazer.

Robert...

Grande discurso. Quase acreditei. Mas n�o se esqueceu de algo?

- O qu�? - Veja as art�rias de Taub.

Aquela foi sua d�cima viagem. Essa vai ser a primeira deles.

Eles n�o merecem saber por que Taub foi parar no deserto?

Eu j� lhes disse o suficiente.

Como meu pai ficou preso l�?

Doniger lhe deu uma hora. Mas a coisa se complicou.

- E eu o perdi no bosque. - Voc� o deixou l�?

Precisei voltar, ou ficar�amos os dois l�.

Melhor ele do que voc�, n�o �?

Ou�am todos. H� coisas que devem saber antes de irmos.

Eles precisam dos seus dados vitais para o processo de volta.

Tirem suas roupas e vistam aquelas l�.

Ponham seus objetos pessoais nos arm�rios.

Esses s�o Bill Baretto e Jimmy Gomez, meus amigos fuzileiros.

- Por que precisamos deles? - Caso algo d� errado.

N�o quero correr nenhum risco. Vamos nos trocar.

N�o acredito que est� pensando em ir! Tem no��o do que essa m�quina faz?

Ela o decomp�e no n�vel molecular.

- Vai deixar de existir por um tempo! - Ele tem raz�o.

N�o preciso da Kate nem do Chris. Marek, voc� conhece a planta.

- Eu a conhe�o melhor do que ningu�m! - E eu tamb�m vou!

J� disse que n�o vou. N�o me toque!

Obrigado. Stern, n�o precisamos de voc� l�. Voc� � f�sico.

- Seu conhecimento n�o ajuda em nada. - Desculpe.

- Mas precisamos de voc�, Fran�ois. - Para qu�?

Porque o franc�s dele � fluente, e o nosso � uma droga.

- N�o o force a fazer isso! - Eu lhe darei cobertura.

Fran�ois, voc� � quem decide.

Seu pai faria isso por mim. Eu vou.

Obrigado. Obrigado.

Tudo pronto.

- Testando. - Plataforma pronta.

- Computadores, tamb�m, Sr. Doniger. - Diga ao Gordon para se apressar.

Ponham a cerveja para gelar, est� bem?

- Sr. Stern... - Cuidado, est� bem?

Tudo vai correr bem. Logo estaremos de volta.

- V�o com calma. - Os 50 d�lares que eu lhe devia.

Apressem-se!

- Seis horas. O tempo est� passando. - Obrigado, Steven.

Ponham esses marcadores no pesco�o.

Usem-no para voltar a qualquer momento.

Frank explicar� como ele funciona quando chegarem l�.

Um marcador trar� todos de volta. N�o os percam.

- E quanto a armas? - Nada moderno viaja no tempo.

- Programamos os marcadores para 6 h. - O que isso quer dizer?

- Depois, eles param de funcionar. - E o que faremos?

Eu os trarei de volta depressa.

- Desculpe. Isso n�o existia na �poca. - N�o consigo ver sem eles.

Vai ficar bem. Esse foi o erro que cometemos com o professor.

Tenho que lhes dizer que talvez sintam dor.

Dizem que ela � intensa, mas apenas moment�nea.

S� dura alguns segundos e vai embora completamente.

Desculpe, mas n�o queria que mudassem de id�ia.

- Boa sorte. - Vamos l�.

Voc�s est�o �timos. Srta. Ericson, voc� est� divina.

- Obrigada. - Boa sorte.

V�o ach�-lo. Estar�o de volta para o almo�o.

- Cuidado com o degrau. - Todo mundo, cuidado.

Essa � uma grande oportunidade para um arque�logo.

Devagar! N�o h� onde se segurar.

Josh, venha ver de perto.

Tomem seus lugares.

Fiquem andando na plataforma.

Relaxem. Logo estar�o de volta.

- Tudo pronto? - Tudo.

Entre, Josh. Feche a porta.

- Boa sorte. - Come�ou a contagem.

Sr. Marek? Fique na posi��o.

- Como est�o todos? - O que estamos fazendo?

Aproveitando uma chance �nica.

- Vamos cuidar de voc�s. - Relaxem.

Tudo vai dar certo.

- Seq�enciamento do DNA ativado. - Obrigado.

- Fechar plataforma. - Fechando.

- Quanto tempo levar�? - Uns dois segundos.

Vejam isso.

Espelhos em posi��o.

- Tudo bem? - Onde est� o Fran�ois?

S� nos resta esperar.

Fran�ois, d� a m�o! Vamos!

- Fran�ois, segure-se! - Segure-se!

- Segure minha m�o! - Voc� est� bem?

Todo mundo bem? Essa foi por pouco!

Vamos subir este morro. Sigam-me!

- Que come�o! - Sempre ca�mos em terra.

- Gordon, � aqui? - Acho que sim.

Estamos em 1357, na Fran�a? N�o � a casa do meu av� em Oregon?

Podem acreditar. Estamos em 1357, na Fran�a.

- Ent�o, estou em casa. - Vamos.

Os marcadores. Apertem aqui para ver quanto tempo resta.

Apertem mais forte para voltar. Mas s� quando acharmos o pai dele.

- Ele disse para nos escondermos! - Escondam-se todos!

Fran�ois, vamos!

Muito bem, Sir De Kere!

Sigam-no. Peguem os outros. Descubram quem s�o.

R�pido!

Meu Deus! Baretto!

Oscila��o de campo! Est�o voltando!

Chamem um m�dico!

O que foi aquilo?

- O que � isso? - Uma granada!

Abaixem-se!

Ele foi embora!

Abaixem-se! Ele os ver�!

Aqui!

Vamos! Vamos!

Vamos.

Vamos. Chris! Kate! Marek!

- Onde est�o meus homens? - Eles vieram atr�s do Baretto.

Ele foi atingido por flechas e apertou o marcador. Ele se foi!

- Ele acionou o marcador e desapareceu. - Onde est� Gomez?

- N�o sei. - N�o o vi.

- Meu Deus. - N�o olhe.

- O que est� fazendo? - N�o encontro o marcador dele.

- Marcador? Ele est� morto! - Fran�ois, o que est� fazendo?

Vou levar todo mundo daqui! N�o salvaremos ningu�m se morrermos!

Quietos!

- N�o pode fazer isso! - Por que n�o?

- Precisa de um raio livre de 12 m. - Como assim?

N�o percam esses marcadores. S�o preciosos.

Vou achar seu pai e lev�-los para casa.

- Vai ficar tudo bem. - Vamos procurar Marek.

- E o Gomez? - N�o podemos fazer nada agora.

Precisamos ir. Olhe para mim.

Sil�ncio! Soldados!

Voc� passou por n�s no bosque. Est� tudo bem.

- Perdemos o rastro! - Tente ach�-lo de novo.

- Sim, Sir De Kere. - Procurem perto do rio.

Meu Deus, voc� � uma mulher!

Tudo bem.

Atr�s dos malditos franceses!

Vamos peg�-los! Matem todos eles!

Cuidado.

A� est� voc�! Venha c�!

Desliguem isso!

Voc� sabia que n�o podia levar nada moderno!

Ele trouxe uma granada de volta!

- N�o acredito! - As bobinas!

Voc� conhecia as normas! Nada de armas modernas! Meu Deus!

- O marcador dele. - O que aconteceu com os outros?

- Chamem um m�dico! - N�o sei.

- D�-me suas luvas. - Algu�m tentou vir com ele?

N�o sei. Sei o tanto quanto voc�.

E se estiverem tentando voltar?

- N�o v�o conseguir! - Nada de conclus�es precipitadas.

N�o pode deixar sete pessoas presas l�!

- Cale-se! - Eu n�o sei. N�o sei.

Por favor, diga que tem um plano B.

Sim, n�s temos um.

Vamos!

Gordon! Marek! Chris! A francesa nos levar� a Castlegard!

R�pido! Vamos!

O vilarejo de Castlegard!

- Chegamos! - Para onde eles est�o indo?

Espere um instante. Que dia � hoje?

Droga! Marek, � 4 de abril.

- � claro. 4 de abril. - 1357.

- � o dia da queda de La Roque? - Do que est� falando?

Seu filho da m�e.

Voc� nos trouxe aqui no dia do ataque dos franceses.

Esse lugar vai ser incendiado hoje � noite.

Parem com a aula de Hist�ria e vamos procurar o professor.

Vamos.

Sou um f�sico. Posso ajudar.

- Podia ser at� farmac�utico! - Os pain�is novos est�o chegando.

- Quanto tempo isso vai levar? - 5 horas e 27 minutos.

- Como � que voc� sabe? - Esse � todo o tempo de que dispomos.

Quando a plataforma for consertada...

poderemos mandar algu�m mesmo sem os marcadores.

Eles s�o a �nica coisa que mant�m a fenda aberta.

Mas voc� a abriu muitas vezes...

N�s nem sabemos como nos alinhamos � fenda.

Talvez tenhamos tido sorte na calibra��o...

mas a granada acabou com nossas chances.

Ent�o, quando os marcadores expirarem, eles podem ficar l� para sempre?

Pode ser.

Venham.

Vamos. Por aqui.

O Castelo La Roque nos espera!

- O solar! - Vejam!

Estivemos l� h� pouco! � mesmo Castlegard.

Eu errei completamente a parte direita!

- De onde veio aquela torre? - E se meu pai estiver l�?

- Tem raz�o. - Como vamos entrar?

- Soldados. R�pido. - Por que n�o est�o se preparando?

- Corram! - Alto l�! Parem!

- Vamos! - V�o, v�o, v�o!

N�o deixem que escapem!

Tire o cavalo do caminho!

Milorde.

- Levantem-no. - Vamos, amigo.

- Quem s�o eles? - N�s os capturamos na vila.

Sou Lorde Oliver. Quem � seu porta-voz?

- Eu, senhor. - Voc� fala estranho.

Sim, somos escoceses.

Escoceses? Vieram nos matar enquanto dorm�amos?

Primeiro, o velho, e agora eles!

Por que os escoceses gostam tanto daqui?

- Deve ser as gentilezas do senhor. - Tem raz�o. Milady.

- Pe�o perd�o, milorde... - Deixe-o falar.

- O velho... - Edward De Johnnes?

Ele diz ser um homem de ci�ncia.

- Voc� o conhece? - � o nosso mestre, senhor.

- Est� tudo bem com ele? - Ele disse que estava s�.

Est�vamos dias atr�s dele. Ele n�o sabe que estamos aqui.

Quem � voc�? O da cabe�a que bate no teto!

- Fran�ois, milorde. - Um franc�s.

Esperem. Somos cavalheiros.

Ele � nosso int�rprete.

Perdoem-nos. Estou em guerra contra os franceses e escoceses.

Esqueci-me de algu�m? Estou em guerra com os espanh�is?

Arnaut infiltrou muitos espi�es no meu ex�rcito.

- Ele n�o � um espi�o. - N�o?

- � nosso amigo. - Tenho certeza disso.

� alto demais para ser um espi�o!

Je suis un espion.

- Traduza. - N�o fale.

Je suis un espion. Traduza!

- Sou um espi�o. - Eu n�o ouvi.

- Significa... - N�o, Fran�ois.

Sou um espi�o.

Que milagre. Um franc�s discreto! Ouviram o que ele disse?

- N�o, senhor. - Mais alto, rapaz!

- Sou um espi�o. - Foi o que pensei.

- Meu Deus! - D�em um fim no franc�s.

Ponha os outros com o velho. Talvez precisemos deles.

N�o, Chris! N�o!

Para dentro!

- Ande! - N�o me empurre!

Deixe-a em paz!

- Escoc�s imbecil! - Espere!

Aqui. Andr�, venha.

- Meu marcador! Eu o perdi! - N�o se preocupe.

- S� precisamos de um para voltar. - Cuidado com os outros.

Os sacanas mataram o Fran�ois!

Professor...

- Professor! - Kate?

- �. - Kate! Meu Deus!

- Voc� est� bem? - Recebeu meu pedido de socorro!

- Chris, seu pai. - Chris est� aqui. Marek tamb�m.

Pai?

- Filho! Chris! Meu filho! - Ainda est� vivo.

O que aconteceu? Perdeu tanto sangue.

N�o � meu.

- � do Fran�ois. - Ele morreu.

Oliver mandou mat�-lo, porque era franc�s.

Um homem enfiou uma espada nele.

Professor, o que aconteceu?

Estava tentando evitar os ingleses, mas eles me acharam no monast�rio.

Consegui convencer Oliver de que era um homem de ci�ncia.

- Que diabos � isso? - Um cientista.

- Ele me acusou de espionagem. - Como sobreviveu?

- Prometi a Oliver uma nova arma. - Qual?

Fogo l�quido que, de t�o intenso, nem a �gua apaga.

Fogo grego? Voc� lhe prometeu fogo grego?

Percebeu o que acabou de fazer?

Deu a vantagem para eles! Eles deveriam perder!

- Eu estava sozinho! - Sil�ncio!

Desculpe.

Quando eles voltarem para nos levar para La Roque...

e fecharem o forte para a batalha, n�o poderemos fugir.

Precisamos sair daqui agora.

O campo com as casas de camponeses � o lugar mais pr�ximo.

Teremos espa�o suficiente para o marcador.

- Mas como chegamos l�? - Temos quatro horas.

Ser�o suficientes. Estamos 650 anos � frente deles.

N�o h� por que n�o estarmos em casa em 20 minutos.

- Vamos. - Vamos dar uma olhada.

H� um buraco aqui!

- Quietos! - Est� bem.

Ela estava com o grupo, milorde.

Por que entrou em minhas terras?

- Porco! Animal! - O que est� fazendo?

Vou descer pela parede. Quando der, voc�s saem.

- Est� bem? - Voc� n�o vai a lugar nenhum!

Vou, sim. Marek, eu escalo melhor do que voc�s.

Deveria ser eu, mas esse telhado n�o ag�enta nem eu, nem eles.

Mas a voc� talvez sim, Kate.

Isso n�o � uma brincadeira. Est� preparada para matar?

Farei o que for necess�rio.

- N�o vai a lugar nenhum! - Eu vou ficar bem.

Pior do que morrer aqui � ter que viver aqui.

N�o quero nem um, nem outro. Estou indo.

Tome cuidado!

� f�cil. Vai ser moleza.

Chris, preciso de voc�. Venha.

Segure isso aberto, est� bem?

- Tome cuidado. O que est� vendo? - Guardas. Vou para o outro lado.

- H� uma janela do outro lado. - Cuidado.

Segure minha m�o!

Segure! N�o solte!

- Est� bem? - Achei um apoio para o p�.

- Vamos pux�-la para dentro. - N�o, estou bem.

- Tome cuidado. - Vou continuar.

Voc�! Junte as crian�as e v�! Tudo pronto l� fora,

Os est�bulos est�o vazios!

A casa tamb�m!

Precisamos de um cavalo aqui! Todos em fila! Em fila!

Bebi demais! Jogaremos mais quando eu voltar.

Mantenha-os quietos.

- Que... - Agora! Agora!

Peguem uma arma!

Vamos!

Vamos sair por onde entramos. Marek?

V� na frente. Eu fico atr�s.

- Vamos! - Kate, temos que ir.

- Vamos! - Sil�ncio!

- V�o em frente. - O que est� fazendo?

- Voc� � louco? - Vamos!

- Tenho um marcador. Eu os alcan�o. - Vamos!

- Onde est� ele? - Ele nos alcan�ar�.

Seq�enciador de DNA ligado... agora.

- Confere! - Est� funcionando?

- Est�. - J� � um come�o.

- N�o se mexa. N�o diga nada. - Traidor!

Meu Deus. Por que n�o me ouviu?

Meu Deus! Escoc�s! Pare, sou eu!

- O que est� dizendo? - D�-me o machado!

- Quero furar a parede! - Prenda a porta com aquilo!

Saia da frente, mulher! Saia!

R�pido! Vamos! Pronto!

Guardas!

- Quem era aquele? - De Kere.

R�pido! Vamos para o rio.

Chamem mais guardas!

- N�o vamos sem o Marek! - Minha miss�o � o professor.

N�o posso ficar cuidando de voc�s. Perdi Gomez e Baretto.

Sigam-me ou fa�am o que quiserem.

Para o rio!

Robert, temos uma oscila��o de campo.

- Qual � a amplitude? - Pequena.

- O que significa? - Que eles ainda est�o vivos.

Alto l�!

Vamos.

Onde ele est�? Onde est� Gordon?

- Onde... - Ali.

- Vamos! - Cuidado.

Chris, solte a arma!

- Droga! Vamos, funcione! - Vai nos abandonar tamb�m?

- O qu�? - Todo mundo est� olhando!

- N�o h� tempo! - Ou�am! Calados!

- Kate, acione seu marcador! - N�o vou sem o Marek.

N�o vamos a lugar algum sem o Marek!

Revistem todas as casas!

Aperte. Podemos pegar o Marek depois.

- Eu aperto? - Aperte!

- Por que n�o est� funcionando? - Se funcionasse, estar�amos em casa!

- Comecem a andar bem devagar. - Vamos nos esconder.

Infantaria, revistem as cabanas!

Procurem em todos os lugares!

Meu nome � Andr� Marek.

Castlegard era seu vilarejo, n�o era?

N�o se preocupe. Logo, voltar� para casa.

N�o, os ingleses o incendiar�o antes de irem para La Roque.

N�o. La Roque tamb�m cair�.

Sim, mas haver� muitas mortes...

e meses de luta antes disso acontecer.

Os franceses constru�ram aquele forte. Sabemos o quanto ele � forte.

La Roque cair� esta noite.

S� um profeta ou um tolo diria isso.

Voc� deve ser o tolo.

Se isso a faz sorrir...

Voc� � casada?

N�o. Lutamos contra os ingleses desde que nasci.

- N�o h� tempo para casamento. - Claro.

- Voc�... est� com... algu�m? - Se estou com algu�m?

Estou com voc�!

Eu sei, mas...

Est� vendo... algu�m?

- Vendo? - �.

Ningu�m. Devem estar escondidos por a�, no bosque, em qualquer lugar.

� engra�ado.

Falamos a mesma l�ngua...

mas voc� n�o entende o que estou dizendo.

Tudo bem. S�o franceses! Eles nos ajudar�o.

- Voc� � Lady Claire? - Lady? Gostei.

� gentil. Ajudem-no,

Dame Claire...

Disparar!

Encontrem-nos!

Eu matei aquele homem.

Nunca me esquecerei.

N�s os encontramos, milorde!

Kate, vamos!

- Vamos! - R�pido! Entre!

D�em a volta.

- Incendeiem isso. - N�o! N�o podem fazer isso!

Chris, saia da�! Chris! Meu filho est� l�!

- Chris, saia da�! - Segurem-no!

- Vamos. - Chris, espere!

Irm�, eu a estava procurando, Por onde andou?

Estou bem.

Quem � ele?

Ele salvou a minha vida.

- Ele diz que � muito grato... - Voc� � ingl�s!

- N�o! Sou escoc�s. - Ele me salvou.

- Escoc�s? - Sim.

Nesse caso, como posso expressar minha gratid�o?

N�o a perca de vista e em seguran�a.

- Sei cuidar de mim mesma. - Isso � �bvio.

N�o a perca de vista. Especialmente, esta noite.

N�o se preocupe. Ela estar� protegida.

Preciso voltar para Castlegard para procurar meus amigos.

- Preciso de um cavalo e de uma arma. - N�o vai conseguir chegar l�.

Os ingleses est�o indo para La Roque. Atacaremos esta noite.

- Voc� n�o deve voltar l�. - Preciso achar meus amigos. Desculpe.

Muito bem. Eu lhe darei o que pediu. Muito obrigado.

- Lady Claire... - Claire.

Quem dera tiv�ssemos nos conhecido em outro momento.

Voc� � casado?

N�o.

Arnaut chegou e est� com a irm�.

Muito bem. V� at� l�, mate-o e saia logo.

V�o com Deus.

- Preciso entrar em La Roque. - N�o vai conseguir.

- Encontrarei uma maneira. - V�o mat�-lo.

- N�o tenho escolha. - Tem, sim.

H� um outro jeito.

O t�nel? Voc� n�o o encontrou. N�o sabe se ele existiu.

- Dizem que ele existiu. - � a vida do meu pai.

� a vida de todos n�s!

Se aquele t�nel j� existiu, � agora. Ele fica no monast�rio.

Quero muito que salve o seu pai. Vai precisar confiar em mim.

Eu sei que ele existe. Eu sei! Precisa confiar em mim.

Em fila!

Mantenham o ritmo!

Fiquem na fila!

- � o Marek! - Estou bem.

- O Chris e a Kate, Marek. - O que aconteceu a eles?

N�o conseguiram.

- Foram mortos! - O qu�?

H� quanto tempo, Frank?

Meu Deus. Pensei que estivesse morto.

� por isso que mandou Taub para me assassinar.

- N�o. Foi para lev�-lo para casa. - Sei. Assim como voc�.

N�o, ou�a. Preciso da sua ajuda.

- O que � isso? - N�o funciona.

Tem menos de uma hora e meia.

- N�o funciona. - N�o diga.

Precisa acreditar em mim. N�o foi culpa minha. Tenho uma fam�lia!

- Voc� foi � minha casa. - Tem uma fam�lia?

- Tenho. - Eu tamb�m tinha!

- N�o! N�o! Droga! - Meu Deus!

Na �ltima vez que o vi, estava correndo para uma clareira com o marcador.

Eu estava no ch�o, com tr�s flechas em mim.

Eu era William Decker, empregado n�mero 273, da ITC.

Agora, sou Sir William De Kere, o ajudante-de-campo do Lorde Oliver.

Voc� se superou para um acad�mico, Marek.

- Como sabe o meu nome? - Sei o nome de todos voc�s.

Lemos todos os seus relat�rios antes de voltarmos pela primeira vez.

Quantas vezes esteve aqui?

O bastante para conhecer cada erro de transcri��o.

- Erros de transcri��o? - Doniger. Filho da m�e.

- Ele n�o lhes disse nada? - O que s�o erros de transcri��o?

Erros na reconstitui��o do DNA. Como em um fax.

Distor��es, erros... S� que n�o nas letras.

No corpo. Nos �rg�os!

Eu j� viajei muito. N�o sobreviverei outra viagem.

O dano pode ser reparado. Mas n�o nesta �poca.

Voc� teria que voltar.

Por que n�o aciona o marcador para podermos ir para casa?

Meu nome � De Kere, e esse � o meu lugar.

Lorde Oliver est� esperando o fogo grego.

Sua sobreviv�ncia depende do seu conhecimento hist�rico.

Se eu for reconhecido, voc�s tamb�m ser�o. Se eu cair, voc�s tamb�m cair�o.

- Onde est� o seu marcador? - De Kere o tirou de mim.

Somos amigos de Edward de Johnnes.

- Edward de Johnnes? - O homem de ci�ncia.

Ele � o meu pai.

- Os ingleses o machucaram? - N�o sabemos.

- Precisamos da sua ajuda. - Entrem.

Precisamos ser r�pidos. N�o temos muito tempo.

Lorde Oliver quer uma demonstra��o at� o anoitecer. N�o se atrasem.

Eles conseguiram. Est� tudo a�. � um pouco grosso, mas tudo bem.

O que estou dizendo? N�o posso fazer isso.

N�o posso lhes dar o fogo grego e mudar o rumo da Hist�ria.

- Eu talvez j� tenha feito isso. - O qu�?

Quando chegamos aqui, uma mo�a nos levou a Castlegard.

Fui busc�-la quando escapamos.

Ela era Lady Claire, a irm� de Arnaut.

- Est� falando s�rio? - Estou.

- Eu a devolvi para os franceses. - Ela � muito importante!

Os franceses ganham a batalha gra�as � morte dela. N�o entende?

Temos que ficar do lado de Oliver para sobrevivermos.

Eu escavei aqui mesmo.

� aqui! � aqui mesmo! Achamos!

- O que quer dizer? - Essa � a c�mara...

- O que disse? - Arnaut est� pronto para o ataque.

- O tempo est� se esgotando. - Essa � a escada.

Temos um bom n�mero de catapultas, milorde.

Que estrago faria o fogo � pedra?

Arqueiros � frente, E a cavalaria, na retaguarda.

Boa tarde. Atacaremos esta noite.

Tragam as catapultas para a frente...

e mantenham-nas sempre protegidas.

- N�o h� nada l� embaixo. - Essa � a c�mara.

O buraco ficava aqui.

Descemos aqui, o Marek estava trabalhando ali, a caixa...

Meu Deus. A caixa.

� o pergaminho que ele usou.

Os �culos do meu pai.

- Precisamos ir. - Ponha isso no lugar!

Se n�o encontrarmos isso no futuro, nunca acharemos seu pai.

- Precisamos ir para La Roque. - A pedra estava quebrada!

Algu�m a tinha quebrado.

Que filho da m�e quebraria algo t�o?

Fui eu.

Fui eu. Fui eu que...

Para tr�s!

Cuidado.

� o t�nel!

- D�-me uma tocha. - Passe aquela ali. Vou entrar.

- V� procurar o Arnaut. - Que Arnaut?

- �! Por favor. Depressa! - Kate, entre aqui.

- Pegou? - Peguei.

Cuidado. Isso � fogo grego. Pode nos mandar pelos ares.

Mexa devagar. N�o derrame. Isso.

Carregar catapultas!

Est�o lutando em nome da justi�a,,,

e Deus est� do seu lado,

Vamos, r�pido!

Catapulta!

- Tudo bem? - N�o h� tempo!

- Lorde Oliver, sua demonstra��o. - Quero ver.

- Entenda. Eu nunca... - Mostre!

- Mostrem para ele! - Seu fogo grego.

- Marek, atire! - Vamos, depressa.

- Atire essa porcaria! - Est� bem.

- Atire! - Prontos? Atire!

Saiam. Deixem-me passar.

� isso? Voc�s me prometeram fogo grego e me vieram com isso.

Eu deveria t�-lo enforcado! O qu�?

- Quanto mais �gua, mais fogo. - �timo.

Melhor.

� um m�gico, e n�o homem de ci�ncia! Quero isso em todos os canh�es.

- De quantos homens precisaria? - Vinte.

- Vinte? - Tragam vinte homens para ele.

Como quiser, milorde. Por aqui, "m�gico".

Arqueiros, �s ameias!

Temos 81%.

Acabou. N�o vou brincar com a vida deles.

N�o podemos ter 100% de efici�ncia com bobinas remendadas.

- Qual � o m�nimo de seguran�a? - Isso j� funcionou a 80%.

- Voc� disse que tinha 81%. - Com objetos inanimados.

- Quanto tempo temos? - 28 minutos.

Funciona ou n�o?

- Funciona. - � muito arriscado.

- Vai deix�-los l�? - Acha que eu quero isso?

- Acho que voc� n�o liga. - L�, pelo menos, eles est�o vivos.

A decis�o final j� n�o � mais sua!

�, e eu j� a tomei. Sinto muito.

- Incendiar o fosso. - Sim, milorde.

Incendiar o fosso!

Acendam suas flechas!

Arqueiros, preparar!

Puxar!

Disparar!

Flechas noturnas. Uma surpresa para os franceses.

Apontar! Puxar! Disparar!

Flechas noturnas!

Recuar!

Bater em retirada!

- Estamos chegando. Sei que estamos. - Certo.

Muito bem, milorde.

Lorde Arnaut, para o monast�rio!

Encontraram um t�nel para La Roque no monast�rio,

Quero vinte cavaleiros e nossos melhores arqueiros.

Mais uma, e ser� o nosso fim.

N�o. N�o!

O que... � direita, talvez?

Talvez seja apenas... Ou podemos subir.

Poder�amos subir. N�o sei!

Talvez tenhamos perdido um detalhe, ou virado no lugar errado.

� tarde demais.

Eu disse para confiar em mim e acabei o desapontando.

Deixei seu pai e todos na m�o.

- Sinto muito. - N�o deixou, n�o. Venha c�.

Richard, volte para o campo de batalha e espere meu sinal.

Sim, milorde, V�o com Deus,

Fechem os port�es!

- Isso j� est� me cansando. - O p�tio est� seguro.

�timo. Precisamos p�r esse franc�s no lugar dele. Chegou a hora.

Capit�o, chegou a hora!

Robert, faltam s� 13 minutos. Vamos tentar tir�-los de l�.

Vamos come�ar tudo de novo?

- O que est� fazendo? - O que voc� acha?

- Protegendo nossos interesses. - O que aconteceu com voc�?

Quantas vidas foram perdidas com esse novo invento?

Eles s�o jovens! N�o faziam id�ia do perigo!

Se voltarem deformados, a m�dia vai chamar isso de "a m�quina da morte"!

- Ela tem um defeito grave! - Conserte-o!

- N�o. - Conserte-o como sempre faz.

O qu�? N�o vai? N�o acredito que vai jogar fora seu lugar na Hist�ria.

- Eu j� joguei. Acabou. - Acha que pode me trair assim?

- Preparem o prisioneiro! - O que quer, milorde?

- Vamos voltar ao trabalho. - Pendurem-na na ameia!

- Quero que os franceses a vejam! - Imediatamente, milorde!

Vou dar uma escolha ao seu irm�o.

- Voc� vai ser pendurada � muralha, - O que foi?

Ou ele baixa armas, ou a matar� com seu pr�prio ex�rcito.

Esperemos que o homem que fez de sua irm� uma espi�...

ainda tenha um pouco de honradez.

Que Deus esteja com voc�, Lady.

� ela.

� Lady Claire. Pedi a Arnaut que cuidasse dela!

- Como os ingleses a pegaram? - � a Hist�ria.

A Hist�ria mudar�.

Oliver! Solte Lady Claire!

Traga-a aqui agora, ou juro que destruirei seu arsenal!

- Marek, n�o! - Saia daqui. V�!

Alto, pelo amor de Deus! Se isso explodir, morreremos todos.

- Traga-a aqui em baixo! - N�o toquem nela!

Milorde, se ele largar a tocha, ela tamb�m morrer�. Ele n�o far� isso.

Para tr�s, De Kere ou Decker, ou seja l� qual for o seu nome!

Seu arsenal ir� pelos ares!

- N�o h� sa�da. - Voc� � ingl�s!

- N�o! - Isso � uma armadilha!

Corra, milorde!

- Est�o com Oliver! - N�o!

Vou mat�-los!

Cuidado, milorde!

Arqueiros, � muralha!

Defendam a torre leste!

- Oliver! - Matem-na agora!

- Arnaut! - Claire!

- Vamos. - Temos que achar os outros.

Continuem a postos!

Chris, voc� est� vivo! Kate, gra�as a Deus!

- Onde est� Marek? - N�o sei!

L� vai o Marek!

Est� tudo bem! Claire, sou eu!

Sou eu. Est� tudo bem.

- Abram o port�o! - Chris, n�o!

- N�o estou conseguindo. - Deixe-me subir.

- Voc� consegue? - Consigo.

Isso � pela Fran�a!

- Temos que ir! - Onde est� o Marek?

- N�o sei. - Foi procurar Lady Claire. L�.

Minha orelha! Minha orelha!

Sou eu.

Sou eu!

- N�o funciona! - Est� quebrado.

- Preciso pegar Marek. - De Kere levou o dele.

- V�o para a clareira. - N�o sem voc�.

V�o para l� e esperem por n�s!

Vou pegar o outro marcador. Pai, v� com ela.

Por aqui!

Marek! Marek! Marek!

- Chris, pensei que estivesse morto. - Seu marcador!

De Kere est� com o seu!

Stern, abra essa porta!

Onde est� Kramer?

Leve-me para casa. Por favor.

V�o!

- Est� funcionando. Cuidado. - Vamos!

- Vamos cair fora daqui! - Vamos voltar para casa!

Vamos!

- Vamos! Eles est�o esperando! - V�o embora.

- N�o, vamos voltar para casa! - Eu estou em casa, Chris.

Chris, v� embora.

- Diga adeus a todos por mim. - Sentirei sua falta, Marek.

Se consegue, ent�o, v� em frente. Falta um minuto. 81%, est� bem?

Est� indo na dire��o das bobinas!

- Vamos! - Aqui est� bom.

- Espere! - L� est� ele!

- Onde est� o Marek? - Ele vai ficar.

Acione o marcador. Aperte!

Oscila��o de campo! Algu�m est� voltando!

N�o tenho um marcador. Nunca voltarei para casa.

Onde est� o Marek?

E o Fran�ois?

- Ei, pai! - O qu�?

Oi. Kate acabou de ligar do monast�rio.

Terminou a escava��o do sarc�fago. Eu dirijo.

Vejam o que achei.

Se o Marek tivesse voltado, o que estaria escrito aqui?

Meu Deus!

Com sua amada esposa, Claire...

Meu Deus.

Pais de Catherine, Christophe e Fran�ois.

Querido Fran�ois!

Aos amigos que sobreviveram, escolhi uma vida maravilhosa.

Falecido em 1382.

Nascido em 1971.

Eles fizeram a pr�pria hist�ria... juntos.

Legenda extraida do DVD original brasileiro, corrigida e sincronizada para o release da aXXo por Matheus Moreira, 2008

Legendas: Guilherme Vasques

BRAZILIAN PORTUGUESE

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