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Está marcado.
O CONTRATO
CIDADE DE NOVA IORQUE
- É o cara novo? Davis? - não, nada disso.
Vim fazer o rinque de gelo.
- É bom ser melhor que o anterior. - Por quê?
- não aguentou o calor da pressão. - Bem, sou à prova de fogo.
Não tem autocontrole?
Bobby Fischer se orgulharia dessa jogada.
- Ficou sem saída, meu chapa. - E aí?
- Onde está o manda-chuva? - Está chegando.
Relaxe.
Vai ficar surdo desse jeito.
O que disse?
- Está ganhando? - Nunca perco.
Certo, vamos começar.
O contrato tem duas etapas.
Tudo que precisam saber está aí. Decorem.
Até amanhã. Depois disso, o disco rígido se autodestruirá.
Maravilha!
- Você é Davis? - Achei que não tivesse me visto.
- Vi, sim. Algum problema? - não estou vendo...
- Não há estratégia de fuga. - Cada detalhe foi planejado.
Adorei sua confiança, mas se tivermos que cancelar...
- Ou se errarmos o alvo... - Não vamos errar.
Você pretende errar?
Eu, não. Mas não ponho a mão no fogo pelos outros.
Eu ponho.
Vamos viajar em companhias aéreas diferentes.
Documentos e passagens com Turner.
- Primeira classe? - Econômica.
- Aposto que vai de 1ª classe. - Eu sou o manda-chuva, lembra?
É só isso.
Droga, não acredito.
- Algum problema? - Ele me pegou. Xeque-mate.
Boa jogada!
Mattie, não levante a cabeça!
É isso aí, Mattie!
Segunda vez!
Vamos, sente aí.
- O que tem para me dizer? - Nada. O que quer que eu diga?
- Para começar, peça desculpas. - A quem?
Seus colegas de equipe e a mim.
- Sorte sua pegar só suspensão. - Sorte?
Exato, sorte.
- Sabe que todo mundo fuma maconha. - Nem vem! Tenho cara de tonto?
Danem-se os outros. Você é meu filho!
Sei por que está fazendo isso. É por causa da sua mãe.
Tanto faz.
- Chris, só quero dizer... - Vamos acabar logo com isso!
Diga que faço tudo errado! Fique à vontade!
- Só estou tentando dizer... - Pare de tentar me ajudar!
E tire essa pulseira ridícula! Como se fosse mudar alguma coisa!
Por que finge que pode mudar? Não pode!
Não deu tudo certo, pai.
Quando ela ficou doente, disse que daria tudo certo, mas...
E...
Não deu.
- Lydel Hammond? - Dê uma olhada nisto.
Tenho fotos bem melhores. Sabe do que estou falando.
- Minha mulher contratou vocês? - Claro que sim.
- Sabem quem é meu pai? - Por isso viemos falar com você.
- Talvez queira fazer um acordo. - Quanto vai me custar?
Bem...
Vamos nos atrasar para a escola.
- Quero jogar. - Quer jogar?
A gente podia fazer alguma coisa juntos, algo que você curta.
Bem, o tira confiscou mina maconha.
Outra coisa além disso.
Que tal acampar?
- Você gosta de acampar? - Você gosta. Adorou aquela vez.
O que me diz?
Não está falando sério.
Trabalha com quê, Sr...
- Ellwood? - Vendo equipamento de computação.
Periféricos. Tudo que acompanha o computador.
Cabos, programas...
Mini sistemas de armazenamento, coisas do tipo.
Nada muito interessante.
Imagine. Acho fascinante.
Bem, aqui está, Sr. Ellwood.
- Tudo incluído. Vence todo dia 1º. - Ótimo, obrigado.
Pode usar a garagem. Tem controle remoto.
O caminhão de lixo passa às segundas e quintas.
Muito obrigado.
- Fase 1 completa. - Sem problemas?
- Correto. - Ótimo.
Vou passar à Fase 2.
Nem conversei com ela.
Ela queria me dar o telefone.
Eu disse: "Lamento, gata, mas já tenho uma namorada perfeita.
Ela está bem ali".
Viram isso?
- Acidente de carro. - Brincou?
Outros feridos?
Não, o outro virou cinza. Este aqui está estável.
- Ele disse alguma coisa? - Não, estava inconsciente.
Doutor?
Chamem a segurança.
Como se sente? Meu nome é Wainwright.
Ed Wainwright, delegado de polícia.
- O cara veio para cima de mim. - Eu sei. não é por causa disso.
Sua arma?
Nós verificamos.
Tentamos falar com algum familiar de Robert Ellwood.
Ele não tem nenhum. E morreu aos 3 anos de idade.
Puxamos sua ficha pelas digitais, Sr. Carden.
Parece que estava desaparecido há vários anos.
Mas agora, não está mais, Sr. Carden.
Não é sempre que pegamos alguém do seu calibre por aqui.
Para ser franco, Frank, Não me lembro de ninguém...
Ei, "franco", "Frank"... É trocadilho?
- É aliteração, não trocadilho. - Bem, enfim...
- Diga, o que veio fazer aqui? - Quando virão me buscar?
Deixarei dois policiais na sua porta a noite toda.
Só para você, Sr. Carden.
- Vigie-o. Voltarei pela manhã. - Claro, delegado.
Qual o problema que não pode esperar uma hora e meia?
A polícia do Noroeste pegou um cara num acidente de carro.
- É bom valer a pena. - Puxamos as digitais...
E bateram com um tal Major Frank Carden, nos registros militares.
- Frank Carden? - Conhece?
- Não. - Era da Inteligência. Sumiu em 1974.
- Pelo jeito, não morreu no acidente. - Não, está no hospital.
Avisaram o Departamento de Segurança Interna.
O FBI está todo agitado. As outras agências logo vão ficar.
Esse cara é quente.
É mesmo? Hoje em dia, qualquer um é digno de alarde.
- Certo. Avise quando ele chegar. - Claro.
Até mais tarde.
- Alô? - Miles.
- E então? É ele? - Sem dúvida, é o Carden.
Um adido do FBI acabou de avisar.
- Isso deve acabar aqui. - Claro, senhor.
Não vai acontecer nada. Estou no controle. - Isso deve acabar aqui. - Claro, senhor.
Não vai acontecer nada. Estou no controle.
- Como sabe? - Ele me ligou.
- Como ele conseguiu telefonar? - Pergunte a ele depois.
- Teremos que improvisar. - Regra principal:
- Não vamos resgatá-lo. Ele fica lá. - Essa não é a regra principal.
- Não sabe do que está falando! - Ele foi pego, problema dele!
A equipe é dele. Estamos com ele há muito tempo.
- Menos você. - Conhece lealdade?
Li em um livro, uma vez. Ouça, não me pagaram para salvá-lo.
Pois só vai receber se nós o salvarmos.
Sabe a conta no exterior? Só Frank tem acesso. Sem ele...
Nada de grana.
Esse argumento mexe com meu lado sentimental.
Celebridades e autoridades locais tentam reservar lugares...
No jantar que será oferecido ao presidente...
Após o discurso na Faculdade Woodburn.
- Bom dia. - Bom dia.
...confirmada a morte da personalidade local...
Lydel Hammond, Jr...
No que aparenta ter sido um atropelamento e fuga...
Na frente do Condomínio Rosemont.
- Melanie Stewart... - Vamos fazer isso mesmo, então?
Não. Acordamos cedo para o café e vamos voltar para a cama.
Lydel Hammond Jr. É filho de um bilionário recluso.
O pai fará uma rara aparição pública...
No enterro do filho em alguns dias.
É o mesmo Hammond que deu nome àquela rua?
E ao estádio?
...Colaborador do governo atual...
Tem causado grande embaraço ao apoiar abertamente...
O uso de ação direta e violência...
Contra médicos e cientistas que pesquisam células-tronco.
Lamento pelas algemas. São as regras.
Claro. Cuidado nunca é demais.
O que veio fazer aqui, Frank?
É uma região muito bonita. Gosto da paisagem.
Pois dê uma boa olhada.
Pode ser sua última chance.
O time perdeu, então?
De novo?
De novo.
Nós fomos.
Nós tentamos, e é isso que conta, certo, Chris?
Não se preocupa com seu talento para técnico?
Não, não é isso que me preocupa.
Pronto? Muito bem.
- Não precisa mesmo do mapa? - Já disse que conheço a região, tá?
Está bem, está certo.
- É como você beber álcool. - Bom argumento, mas e daí?
- Não quero ver você bebendo. - É legal em alguns países.
- Mas aqui não é. - Poderia ser.
- Tem razão, mas não é. - Nunca experimentou?
Experimentei e não gostei. A turma que fuma é um bando de otários.
Maconha deixa você burro, diminui o Q.I.
- Fumou mais do que eu, então? - Engraçadinho.
- Eu não gosto. - Não gosta do quê, em particular?
Não gosto de ler enquanto vejo um filme.
- Acaba se acostumando. - Para você é fácil. Fala espanhol.
Não tão bem. Ainda preciso ler a legenda.
Confesse. Você não gosta de filme estrangeiro e pronto.
É, quero prestar atenção no filme.
Se for para ler, eu compro um livro.
Droga! Vá ajudar o sujeito.
Está bloqueando a estrada.
Ande!
Você...
- Não tem outro jeito de receber? - Você e Davis, desçam lá.
Royko, dê sumiço no corpo.
Achei que essas velhas pontes Fossem construídas sobre desfiladeiros.
Anda vendo muitos filmes velhos.
Lembra aquele com Gunga Din, quando o elefante atravessa... Chris?
O quê?
Venha.
Oi. Dê-me sua mão. Eu pego você!
Peguei! Venha.
Sou agente federal. Meu prisioneiro... meu prisioneiro...
- A chave... - O quê?
Tome-o sob sua custódia. Minha arma...
A arma.
Chame a polícia. não o liberte! Não o liberte!
Senhor?
É perda de tempo.
Carden tem sete vidas, sabia?
Aponte essa coisa para outro lugar.
Chris?
Chris!
Pegue o celular na mochila e chame a polícia agora.
Fique parado, senhor. Não se aproxime. Muito bem.
Está sem sinal.
Vamos com ele até a estrada, onde há sinal.
- É o que vamos fazer. - Seria mais inteligente me soltar.
Se me entregarem, os dois morrem.
- Como é? - Meus homens estão me procurando.
São ex-soldados. Vão aparecer em breve.
- Preste atenção... - não se aproxime! não se aproxime!
Quer prestar atenção?
Deixem-me ir.
Esperem uma hora aqui e voltem para casa.
É sua única e melhor opção.
Pai, ele tem razão. Vamos soltá-lo. Estamos com a arma.
- Ele não vai nos ferir. Solte-o. - Quietinho.
Como se chama, filho?
- Chris. - Chris tem razão.
Deixem-me ir.
Você parece um cara legal. Como se chama?
- Ray. - Ray...
É melhor não se envolver.
Não tem cacife para isso.
- Acabou de dizer a coisa errada. - O quê?
Agora é que ele vai se envolver.
Vamos para a estrada. Chris, fique atrás de mim. E você...
ande na minha frente o caminho todo.
Muito bem, vamos lá. Vamos.
Ande.
Puta merda!
Central?
- Não podem ter desaparecido. - Parece que sim.
- O cara não trabalha sozinho. - Por que acha isso?
Temos compromisso. Veja o que consegue descobrir.
Chris, dê o telefone. Continue andando.
Maravilha.
Eu falei.
É o fim deles.
Carden está dentro do carro...
- Embaixo d'água. - Pode ser.
"Pode ser"? Droga.
Talvez não.
Três pessoas foram para aquele lado.
Uma delas é mulher ou criança.
Droga, odeio paisagens.
Pai, estamos chegando. O estacionamento é ali.
Chris, vai você.
Mande o cara chamar a polícia pelo rádio e conte o que houve.
- Péssima idéia. - Não pedi seu conselho. Vá.
Continue andando.
Um carro desceu a ribanceira e caiu no rio, a 1,5 km daqui.
- Que horror! - A correnteza vai levá-lo.
Pode haver alguém lá dentro.
Querem me ajudar na trilha? É só seguir o rio, 1,5 km.
- Avisou a polícia? - Avisei.
Chris?
- Pai! Atiraram nele! - O quê?
Atiraram nele! No estacionamento! Atiraram!
Chris, respire fundo e conte o que houve.
Onde estão agora?
Aproveitando a caminhada. Devem estar próximos de vocês.
Não tem ninguém aqui.
Fique esperando. Vão aparecer.
É bom mesmo.
Tem certeza que são eles?
Pode ser qualquer um, talvez gays amantes da natureza.
Perto do rio? São eles.
Eu disse que se meteu onde não devia.
Preciso pensar.
Podemos ir por aqui.
São seus amigos?
Muito bem...
Certo. Vamos por aqui.
Ande logo! Vá.
- Pai? Aonde estamos indo? - Para longe daqui.
Mais rápido. Mais rápido.
- Nem chegaram ao aeroporto. - Foi a mensagem que passaram.
Acha que foram eles que caíram?
Pode ser. Jamais parariam para jantar e tomar uns drinques.
- O que fizeram com ele? - Onde está Carden?
Para cá, ele não veio. Não eram três pessoas na trilha.
- Eram! - Devem ter saído da trilha.
Eles nos viram.
- Gunga Din achou alguma coisa. - Foram por ali.
- Gunga Din não andava em trilhas. - Estavam bem aqui. não viram?
- Pare de encher o saco, Davis! - Por que não abre os olhos?
- A gente é que tem problema? - Calem a boca!
O caminhoneiro avisou a polícia. Teremos companhia.
A coisa só está piorando. Vamos cair fora.
Vamos receber uma boa grana.
Não devem estar longe, vamos atrás deles.
- Dê sumiço no furgão. - Eu dou.
Por quê?
Gosto de dirigir.
Falou, cara.
Vá.
- Acha que ele vai voltar? - Dane-se se não voltar.
A ganância dele supera a burrice.
- Quer dizer que ele só quer a grana? - Exato. Vamos.
Mais depressa, Chris. Vamos. Vamos.
Andando, vamos.
- Investigador Davis? - É. Estou procurando o Carden.
Pode falar? Livre-se de Carden.
- Como é? - Ele precisa sumir, entendeu?
- Consegue fazer isso? - É possível, mas não é fácil.
US$ 500 mil.
- Quanto? - Você ouviu. US$ 500 mil.
Agora está falando a minha língua. Tudo bem.
Não estou gostando disso, Chris. Já sabe aonde estamos indo?
Sei. Deixaram a gente ali no passeio.
Tem certeza?
Tem alguma estrada, restaurante ou lanchonete lá em cima?
Tem um posto de bombeiros do outro lado. Tem alguma estrada, restaurante ou lanchonete lá em cima?
Tem um posto de bombeiros do outro lado.
É, cheguei lá antes de todo mundo.
- É mesmo? - Escutem.
Deixem-me aqui, e continuem andando.
Quando me encontrarem, vocês já terão sumido.
Pai, o cara do estacionamento se deu mal. Vão nos seguir e...
É, eu sei. Enquanto não estivermos em segurança, vai ficar conosco.
Vamos andando.
- Como se chama afinal? - Carden. Frank Carden.
- Lamento ter conhecido você. - Ainda não, meu chapa.
Tem um corpo aqui embaixo. É o Stanfield.
Afogado?
Afogado, baleado, as pernas quebradas, tudo. Um horror.
Estou sentindo que seu filho está perdido, Ray.
Não estou perdido.
- Temos que voltar. - não me perdi. Vamos descer aqui!
- Chris, não dá! É impossível! - Qual é, pai!
- Não discuta comigo, Chris. - Cale a boca e me escute!
- Uma vez na vida, me escute! - Seu filho é mandão, Ray!
Tem um jeito. não sabe o que sei. O caminho é este.
Temos que descer aqui!
- Desceram na chuva? - Não, mas foi fácil.
Há onde agarrar e buracos na rocha para enfiar os pés.
Mas estava amarrado a uma corda e tinha um guia com você, certo?
Sim, mas... Eu sei que a gente consegue.
Se está querendo morrer, acho que há formas melhores, Ray.
Vamos dar uma olhada.
Não vou conseguir algemado.
Se fizer alguma gracinha, vou estar bem atrás de você.
Juro por Deus que jogo você do penhasco.
- Você é policial? - Era, não sou mais.
- Sou professor de Educação Física. - Nossa, sua escola é barra-pesada.
Devagar, Chris, devagar.
Chris, tudo bem?
Tudo bem.
Caramba!
Será que eles voltaram?
Não, nós teríamos visto. Só podem ter descido.
Mas como?
Calma, calma. Eu seguro você.
Tem uma caverna ali.
Muito bem.
Pronto?
Certo. Pode vir. Pode vir.
- Chris! - Pai! Pai!
Pai!
- Segure-o! - Puxe-me!
- Turner? - O que foi?
Ouvi alguma coisa.
Ache um apoio para o pé.
Estou segurando. Fique calmo.
Vamos logo.
Segure, Chris. Ele está segurando você.
Pronto, tudo bem.
Chris, me ajude!
Pare! Pare!
Levante! Largue meu pai!
Dê-me a arma.
Não.
Certo, solte um pouco. Ótimo.
Continue.
- Nem sinal do Carden? - Não, só dos dois agentes.
Um deles ainda está aí dentro.
- Obrigado. - Quem é esse tal Carden afinal?
Só sei que ele é importantíssimo para um pessoal em Washington.
- Acha que é terrorista? - Não, duvido.
Parecia um cara comum.
Pois é, os caras parecem caras comuns, como a gente.
Como eu, talvez.
Você não tem nada de comum.
- Vou dizer uma coisa... - O quê?
Se fizermos tudo direitinho, vamos sair não jornal.
Um plano amplo do carro e, depois, faça um close em mim.
Voltei. Onde estão vocês, palhaços?
40.083 Norte, 25.255 Oeste.
Está bem.
Vire-se. Não vou tirar as algemas de novo.
Eu tinha que tentar.
É forte para um velhinho.
Treinamento militar.
Por que estão procurando você afinal?
Fumei dentro de um restaurante.
Levam isso a sério hoje em dia.
- E os caras que esto nos seguindo? - São amigos.
Mas não seus.
É professor de Educação Física?
E técnico de beisebol, e basquete no inverno.
Verdade?
- Gosto de beisebol. - E aí?
O que faz exatamente, senhor? De verdade.
- Sou exterminador. - Como assim? De cupins?
Não exatamente.
As pessoas me contratam para eliminar...
Bem, vamos chamar de "obstáculos ao progresso".
"Obstáculos ao progresso".
Quer dizer que é mercenário? Seja quem for, você "extermina"?
Não há limites. Ainda não os descobri.
- Ele está brincando, pai? - Claro, ele só fala merda.
Deve ter sido preso por venda de informação sigilosa.
Não sei, não. Ele me impediu de cair.
Foi só um reflexo.
- Não precisa ficar emotivo. - Não vou ficar.
Sei bem do que você é capaz.
- Pararam para um lanchinho? - Perdemos a trilha.
Tem certeza que vieram por aqui?
Claro que tenho.
Amanhã, todos os policiais do Estado estarão aqui.
Com três agentes federais mortos, vão nos procurar embaixo de cada pedra.
Qual o problema? Quer desistir?
Não sei, cara. não sei.
Johnson?
Acho que consigo descobrir a trilha pela manhã.
- Já sabemos o que você prefere. - Acho melhor a gente continuar.
- Podemos encontrá-lo. - Que mudança, Davis. Qual é a sua?
- Uma bela pilha de dinheiro. - Isso mesmo.
Vamos dar uma chance a ele. Podemos achar a trilha pela manhã.
- Quem é Waynwright? - Sou eu.
- Chuck Robbins, da agência federal. - Como vai?
- Robby Jennings. - Sr. Jennings.
- Gwen Miles, de Washington. - Senhora.
- Gwen. - Alguma novidade, pessoal?
- Bem, encontraram algumas trilhas. - Que tipo de trilhas?
Três pessoas, se afastando do rio onde Stanfield foi encontrado.
Carden?
- É possível. - E os outros dois?
Esqueci minha bola de cristal. Obrigada, delegado.
Não por isso.
Senhores, o FBI vai assumir a cena do crime agora. Obrigado.
- O quê? - Se preferem assim...
Preferimos. A agência federal vai cuidar das buscas.
Só nos resta servir cafezinho.
Seria ótimo se fizesse isso. Expresso, descafeinado, sem açúcar.
Dois.
Caramba! O FBI!
Não diga em voz alta. Vão te achar um caipira.
Chris, acorde! Chris!
Por que não o deixa dormir? São 6h da manhã.
Vamos indo.
- Estou com cãibras. - Lamento muito, Frank.
E o café?
Parece que está num hotel?
Eu disse que não adiantava vir para cá. Devem ter voltado.
Não os teria visto?
- Talvez não. - Droga!
- Se eu estivesse aqui, os teria achado. - Como sabe?
Eu não teria perdido a trilha.
- Posso atirar nele? - Ainda não. Davis...
Não tente bancar o simpático. Jamais conseguiria.
Droga.
Devem ter descido de pára-quedas.
Desceram por aqui.
Carden pode estar em qualquer lugar.
Pode estar morto.
Não tirem conclusões sobre Frank Carden.
Por que não?
- Porque geralmente estão erradas. - É mesmo?
Você não o conhece, não é?
- Conheço a ficha dele. - E?
A Inteligência o colocava em operações sob disfarce.
- Como assassino ou... - Não como entregador de pizza.
Não tinha café expresso.
Açúcar...
Leite em pó...
Péssimo?
Péssimo.
- Rosquinhas. - Não. Obrigada, delegado.
- Com licença. - Vamos.
- Sabe o que é pior nisso tudo? - O quê?
Fora da Costa Leste, o café é ruim, e a comida é puro açúcar.
E então? O que Carden veio fazer aqui?
O presidente virá a Woodburn amanhã.
- Acham que o presidente é o alvo? - Pode ser.
Por que não?
- Quem ia querer matar o presidente? - Está me gozando.
Continue andando, Chris. Eles vão voltar.
- Eu não contaria com isso. - Por que não?
Meus homens já devem ter percebido que erraram.
Devem estar perto.
Um deles é profissional em trilhas.
Recebeu treinamento na Austrália, com os aborígenes. Um deles é profissional em trilhas.
Recebeu treinamento na Austrália, com os aborígenes.
- Frank? - Conhece os aborígenes, não?
Cale a boca!
- Jogando xadrez numa hora dessas? - Tenho que pegar esse cara.
- Jogo de maricas. - Caramba!
Finalmente, concordamos em alguma coisa, Davis.
- Vamos andando. - Vá com calma. Vamos pegá-los.
Uma coisa é certa: Frank vai dar um jeito de atrasá-los.
- Há quanto tempo leciona? - Há poucos anos.
- Deve ser bom professor. - Sou normal, eu acho.
Ele é bom, Chris?
- Ele acha que sim. É meio jogo duro. - Esperem.
Só um minuto. Água.
- Quer um pouco? - Quero.
Sua mulher morreu de câncer?
Sim, morreu.
Faz dois anos.
Sinto muito.
Sente mesmo? Acho difícil acreditar, não sei por quê.
Por quê? Por causa da mina profissão?
Pode ser.
Chris!
Eu costumava receber medalhas pelo que faço, acredita?
E agora?
Com o "politicamente correto", é melhor não me expor demais.
Heróis estão fora de moda.
Está dizendo que é agente?
Militar trabalhando para a CIA, é isso?
- Era. não sou mais. - Não?
Trabalha para quem?
Não sei direito, Ray. Grupos influentes...
Pessoas com segundas intenções e que podem me pagar.
Você nem questiona essas intenções, certo?
Conforme o tempo passa...
Você percebe que as questões são complicadas demais.
- Claro. - Quem tem razão, quem não tem...
Aí, você simplesmente...
Faz seu trabalho.
E faz da melhor forma possível, como todo mundo.
- Certo. Vamos andando. - Tarde demais para eu querer mudar.
- Quer dizer, vou fazer o quê? - não sei, Frank. Vamos indo.
- Mexa-se. Ande, cara. - Ser corretor de seguros?
- Não me interessa, Frank. - Acho que vou me formar em Direito.
Ei! O que acha que está fazendo?
- Cresci em Cedar Pines, mas... - Pode conseguir mais helicópteros?
Já solicitei. Aqui não é tão fácil, Sr. Jennings.
Estamos no Estado de Washington, Não na capital Washington.
Isso é verdade, delegado.
Não acredito nessa história.
E não temos nada com isso.
Nós também não tínhamos, há 24 horas.
- Devíamos ter ido a São Francisco. - Sua mãe ia encher nosso saco.
O que ele fez afinal?
Não sei, mas não é coisa boa. E a turma dele vem vindo aí...
E você deveria ir por este caminho.
Vamos seguir nosso caminho.
Se virmos a polícia, vamos informar. Não quero me envolver nisso.
- Venha, Sandra. - Está cometendo um erro.
Ele não disse que os caras estão vindo por aqui?
Como vamos saber se é verdade?
Como vamos saber se não é?
Por este caminho, há um penhasco. Chegando lá, ficarão sem saída.
- E se tiver uma ponte? - O mapa não mostra nada.
Quem estiver com ele conhece muito bem a região.
Ou já os teríamos encontrado.
Precisamos de uma solução rápida, ou vamos perdê-los.
Qual é sua sugestão?
Quem teve a idéia de acampar?
Acha que planejei encontrar esses doidos?
Só para deixar a caminhada mais emocionante?
Em São Francisco, tomaríamos café na cama...
Jogaríamos tênis, tomaríamos uns drinques...
E haveria muito, muito...
Muitos e muitos frutos do mar.
Isso.
Delegado?
Pode falar.
Achamos alguma coisa.
O que é?
Desculpe, alarme falso.
São duas pessoas caminhando. Uma delas está machucada.
- Verifique e me avise, está bem? - Entendido.
Vamos passar semanas...
Tudo bem, fique calmo. Vou ajudá-lo...
Helicóptero 4, responda.
Marty, está me ouvindo?
Marty, responda.
Helicóptero 4, responda.
Marty, está me ouvindo?
Não me diga que não sabe pilotar esse troço.
Não, não sei.
Entre na droga do helicóptero, cara.
CATARATAS CEDAR LAGO LILY
A estrada menos percorrida?
"The Road Not Taken".
Gosta de Frost, Ray?
Sim. Fico surpreso de você gostar. Não parece coisa sua.
É um dos meus preferidos.
"Peguei a estrada menos percorrida, e isso fez toda a diferença"
Com tantas bifurcações na estrada, você só pegou as erradas.
É uma boa hora para discutir poesia?
- Que diabos é isto? - Restos de uma velha geleira.
Foi o que disseram no passeio.
- Chama-se "morena". - Maravilha.
- Rochas que caíram na Era do Gelo. - "Morena". Esse é o nome.
- Se eu não fizer isso, serei morta? - Há grandes chances.
- Acho que sim. - Escutem...
Não vou conseguir atravessar algemado. Preciso me equilibrar.
Está bem.
Mas vai conseguir com as mãos para frente.
Pai...
Só quero pedir desculpas por meter você nessa.
- Eu dei a idéia de acampar. - É, mas...
Só porque eu fiz besteira...
A situação podia ser pior.
Você acha?
Na verdade, não.
Muito bem.
Carden, pare.
Chris, se ele se mexer, aponte para as pernas dele e atire.
Espere um pouco!
Não é para matar, só machucar.
Esta ponte está meio bamba.
Preciso...
Pode ajudar?
Não! Não vou destruir propriedade do governo.
- Tenha a santa paciência! - Sou corretor, vou perder a carteira!
Não seja idiota. Vá ajudá-lo!
Ande, cara. Venha logo.
- O que eu faço? - Empurre aqui em cima. Vou descer.
Muito bem.
Está solta. Pronto? Tudo bem, Chris?
Um...
Dois...
Está saindo.
- Não preciso ajudar. - Um...
- Sou o vilão. - Dois...
Três!
Achei.
- Aqui! - Aqui!
- Aqui! - Segure isto! Olho nele.
- Venham aqui! - Legal!
- Aqui! - Estamos aqui! Venham!
Depressa!
- Estamos aqui! - Aqui!
Acerte o cara armado. E não erre.
Estamos aqui!
- Aqui! - Bem aqui!
Adeus, velhinho.
- Amigo, dá para manter isso firme? - Qual é? Tem muito vento!
Chris, para as árvores.
Fique abaixada.
Temos que sair daqui! Vamos!
Tudo bem?
Não consigo mirar direito.
Deixe comigo. Desça para eu sair.
Peguei.
Muito bem.
Detesto amadores.
Droga!
Achei que Johnson o tivesse matado!
Onde ele está?
- Acertou a hélice da cauda! - Tire-nos daqui, vamos!
Não dá para estabilizar?
Não tenho controle nenhum.
Onde aprendeu a pilotar? Na Disneylândia?
- Caramba! - Vão acabar se matando! Saiam daqui!
Filho da mãe!
Pai!
- E o Lochlan? Temos que buscá-lo! - Não podemos voltar. Viu o helicóptero!
Não podemos largá-lo lá!
Seu amigo não tem chance, moça.
Pode parecer insensível, mas vocês não combinavam muito.
Chris.
Venha. Venha.
Que coisa mais imbecil você disse, Frank.
Levante, miserável!
Andando!
Aí vêm o Gordo e o Magro.
Eu levo. Dê-me.
- Aqui está. - Chega de café.
- Acharam os croissants? - Ninguém nunca ouviu falar.
Mas trago notícias. Um piloto diz que aquele helicóptero sumido caiu.
Não tem ninguém na área, e ele não viu cadáveres.
Não dá para pousar e verificar?
Não há onde descer. Tem muita árvore, Sr. Jennings.
Precisamos do Super-Homem.
Vou mandar uns homens para lá. Mas vai demorar.
E quanto demora por aqui?
- Credo! - Nossa! Desculpe, Sr. Jennings.
Sabe, somos meio estabanados aqui no interior.
Droga!
- Viram? - Eles têm telefone?
Têm. Paramos aqui quando andamos de caiaque.
Vamos.
Muito bem...
- Está mudo. - O quê?
- Não disse que tinha telefone? - E tem, mas...
E não sabia que estaria mudo. Desculpe, está fora de temporada.
- Prenda na cama. - O quê?
Vamos, Frank!
É novato agora?
- Chris, e os caiaques? - não estão aqui!
- Desculpe, está fora... - De temporada.
O que faremos agora, Ray?
Não faço idéia.
Bem, eu cansei. Preciso descansar.
O cara era profissional, e um amador o pegou.
Foi um golpe de sorte.
Até gavião cego encontra minhocas.
Se não tivermos Carden até amanhã, perdemos o prazo do contrato.
Ele te mandou um e-mail?
Algo tão bom quanto.
PARQUE ESTADUAL CEDAR PINE
Ora, vejam só. Beco sem saída.
Sandra.
O quê? Eu... Ray?
- Ray! - Droga, tenha dó!
O que acha que está fazendo?
Acha que isso é brincadeira? Ou que é filme e você é o herói?
Você é um professor, caramba! Fique esperto!
Chris, fale com o seu pai.
Tente pôr juízo na cabeça dele. Ele te ouve.
- Você acha? - Acho!
Engraçado, eu...
Nunca achei que me ouvisse.
Quer que eu o convença a soltá-lo?
É, por aí.
Quem garante que você e seu grupo Não virão aqui nos matar?
Não vai acontecer. Dou minha palavra.
Não conseguiu detê-los até agora, Frank.
- Aquele merdinha! - O que foi agora?
Só tem música clássica aqui. Sabia que ele tinha algum problema.
- Sabe o que está fazendo? - Quieto e continue andando.
Sabe o que é engraçado?
Lochlan e eu tínhamos terminado.
Este passeio foi uma tentativa dele de reatar o namoro.
Odeio acampar, e ele sabia.
A floresta é linda, mas não gosto de dormir nela.
- Prefiro serviço de quarto. - Claro.
Frigobar.
O que você faz no mundo real?
Produzo comerciais para a TV.
Que legal.
- Conhece algum publicitário? - Não.
- São os piores. - São?
Não faço idéia de como usar isto, Ray.
Não tem trava. É só apontar e puxar o gatilho.
Ray!
Eles vão esperar escurecer, então vou fazer minha oferta final.
Tire estas algemas e me deixe ir embora antes que comecem a atirar.
Pode praticar nele.
Está escurecendo, delegado.
Procurem mais um pouco. Depois, podem voltar.
Entendido.
- Você e seu pai acampam sempre? - não, até que não.
Acho que a gente está...
Meio que se conhecendo.
Não me diga.
- E se estiver enganado? - Eles estão lá dentro.
Espere meu sinal.
Chris? Chris?
Só queremos Carden.
Frank, você está aí?
Sim, e estou bem.
Entreguem-no, e deixamos vocês em paz.
Última chance.
Entreguem-no.
Se estivesse sozinho, Ray, faria o que quisesse.
Mas está com seu filho e uma mulher.
Não precisa provar nada. Já provou.
Estou convencido.
Tenha cuidado, filho.
Não!
Royko?
Royko? Royko?
- Deixe-me ver. - Droga.
No chão, agora!
Chris? Chris!
Pai!
Pai! Pai!
Largue a arma! Largue!
- Vou levar o garoto, Ray. - Pai...
Se quiser vê-lo vivo, Não venha atrás de mim.
- Pai! - Vou sair!
Pai!
Escute, não tente pedir socorro, de jeito nenhum.
Se correr, quebro seu pescoço, entendeu?
Não pense que sou bonzinho.
Não, preste atenção, o governo deve ficar fora disso.
Se a Casa Branca for envolvida...
Eu disse que vou cuidar disso.
O presidente Não quer mudar os planos.
Não querem criar pânico. Vamos desviar os recursos para protegê-lo.
Carden não vai tentar nada agora. Perdeu toda sua equipe de apoio...
Se tem um contrato a cumprir, vai cumpri-lo. Ele é assim.
- Como sabe disso? - Já lidamos com ele.
- E o garoto? - Que garoto?
- O que ele raptou, Chris. - O principal é proteger o presidente.
O Sr. Keene. Ray Keene. Ray Keene, pai do garoto refém.
Claro.
Como vão encontrar meu filho?
Sr. Keene, estamos procurando e fazendo o possível, eu garanto.
Sei que é uma situação difícil.
Filho, você está bem? Está tudo bem?
Ray, vamos fazer todo o possível.
Mas a maioria dos meus homens está com o presidente, em Woodburn.
Mas depois disso...
Não creio que fez besteira de novo.
Ouça, Carden precisa desaparecer.
Não quero ele em Washington abrindo a boca para ninguém.
Entendi.
E se o garoto estiver vivo...
Faça parecer que Carden o matou.
O pai dele, Ray Keene...
Sabe Deus o que Carden contou.
- É profissional. não contou nada. - Não posso arriscar.
Apague tudo. E não me decepcione, Davis.
Como você é? Estou perguntando porque parece ser uma gata.
Aposto que tem um traseiro lindo.
Só mais um pouco.
Não creio que ela voltou para Washington.
Com Miles, nunca se sabe.
Ela acha que já fez o que podia.
Não é todo dia que o presidente visita esta parte do país.
Todos os habitantes da região estarão presentes na cerimônia.
O presidente será criticado pelo corte que fez na verba para educação.
Será interessante ver como ele se sairá na coletiva.
- É com você, Bob. - Obrigado, Dana.
Em outros assuntos, Lydel Hammond, o bilionário recluso...
irá ao enterro de seu filho em Cedar Pine, esta tarde.
As críticas de Hammond, á pesquisa com células-troncos...
fizeram um porta-voz da Casa Branca rotulá-lo de...
"Obstáculo ao progresso".
Hammond Jr. Foi morto na semana passada num acidente trágico...
Em frente a um condomínio em Cedar Pine.
Vice-delegado Evans.
Tudo bem. Só um minuto. Vou procurá-lo.
- Com licença, padre. É rápido. - O que foi?
Ray Keene está não telefone.
Ele diz que o alvo não é o presidente. Quer falar com você.
Ele só está cansado e chateado. Diga que não me achou.
O alvo não é o presidente? Ora essa!
- Oi, Ray. - Desculpe, padre.
Não consegui encontrá-lo. Ligarei para você depois.
Carden!
Você não sabe deixar os outros trabalharem, não é?
Onde está Chris?
Estou ocupado. Tenho um trabalho a fazer.
- Podemos conversar depois. - Onde está meu filho?
Filho da...
- O que foi isso? - Alguém está atirando.
Em mim?
Não, em mim.
- É a polícia? - Acho que é meu amigo.
- Amigo? - Conhecido. Fique abaixado.
"Jesus disse a ela: Eu sou a ressurreição e a vida.
Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá.
E todo aquele que vive e crê em mim...
Não morrerá jamais."
Esta ocasião serve para mostrar...
Que quem crê em Deus Não deve temer a morte.
- Só Ele tem o poder... - Ei, espertinho.
Meu currículo era perfeito até hoje.
Onde está meu filho, Frank?
Sei que não o feriu.
- Sabe, é? - Sei.
Onde está meu filho?
Chris?
Vou tirar no três.
Desculpe.
- Você está bem? - Estou ótimo.
Mas quase morri de tédio. Ele deixou no canal da Bolsa.
Tudo bem, tudo bem.
Tudo bem.
Gwen, café descafeinado com leite desnatado.
Com licença. Este é seu?
A propósito...
Se algo acontecer a Ray Keene ou ao filho dele...
Eu vou atrás de você. Pode apostar.
O herói desconhecido deste caso é o delegado Ed Waynwright.
Como ficou sabendo onde estava Chris Keene?
Bem, não posso divulgar minhas fontes, mas...
Quem está neste cargo há tanto tempo quanto eu...
Acaba criando contatos na cidade e ganhando a confiança...
- Da comunidade. - É verdade que vai ser promovido?
Sim, mas estou pensando em me candidatar a prefeito.
Que maravilha! Meus parabéns.
- Aqui está. - Obrigado.
- Tudo bem com vocês? - Tudo, e com você?
- Tudo. Obrigada pelo convite. - Não por isso.
Um churrasco é só o que topo de atividade ao ar livre.
Concordo plenamente.
Ele só a convidou porque ele não sabe cozinhar.
- Não conte. É segredo de família. - Por outro motivo é que não seria.
Vou pegar um prato para você, está bem? Espere aí.
Obrigada.
WKGB 104. Vamos às notícias.
Está confirmada a morte do bilionário Lydel Hammond...
Em um acidente de barco, durante suas férias, numa ilha.
Por coincidência, o filho dele morreu num acidente de carro...
Há menos de duas semanas.
Hammond, Sr. Era considerado polêmico...
Por suas opiniões extremas sobre certos assuntos.
Embora negasse ter ligações com qualquer facção extremista...
o governo afirmava...
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