All language subtitles for When No One Sees Us S01E01 Palm Sunday 720p AMZN WEB-DL DDP5 1 H 264-RAWR

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Original subtitles

WHEN NO ONE SEES US

Ponham alma nisso.

Muito bem. � assim que gosto de levar a m�e de Deus.

22 DE MAR�O DE 2024

Nada de passos largos. Devagar.

Em frente.

Vamos mostrar o amor que Lhe temos.

Avancem mais um pouco.

Isso, assim j� gosto. Devagar.

Vamos lev�-La.

Vamos mostrar o amor que Lhe temos.

Assim, em frente.

Devagar.

Vamos parar aqui, sim?

Que fazes? Para com isso, chanfrado!

CAP�TULO 1 DOMINGO DE RAMOS

AVISO ZONA MILITAR

FOR�A A�REA DOS EUA

Boa tarde. Sargento Andrew Taylor, chefe de seguran�a da base.

Tenente Castillo, Investiga��es Especiais.

Muito prazer.

POL�CIA MILITAR

- Venho busc�-la daqui por duas horas. - Obrigada, sargento.

O que fizeste? D�-me isso.

- Foi sem querer. - Espero que sim.

Pedi-te para a ajudares ao pequeno-almo�o. De manh� fica confusa.

N�o � verdade.

- N�o se devia levantar t�o cedo. - � o contr�rio.

Tu � que acordas tarde. E tens de estudar.

Estou atrasada. Venho almo�ar.

N�s levamos o Seu fardo.

Cheguem-se � esquerda.

Assim mesmo.

Um pouco para a direita.

Para a direita, devagar.

A caminhada da bondade.

Sim, senhor.

Est�o com Ele!

Caminhando com o Senhor, caminhando com Ele. T�o elegante.

Deem tudo ao Senhor de Mor�n

e a todos os que precisam da bondade de Cristo.

Carreguem-No, valentes!

Isso.

Pousem-No aqui.

Alto!

Preguem bem as andas no ch�o.

Cabo Mart�n, diga l�.

Venha ver isto, sargento. Um suic�dio.

Como?

Pediram a Judici�ria porque � in�dito.

In�dito? O que quer dizer com isso?

- Do que se trata, cabo? - � muito estranho. Precisamos que venha.

Antonio Jim�nez, 38 anos.

- � a casa dele? - Certo.

- Quem nos chamou? - A mulher da limpeza.

Chegou esta manh� e deparou-se com a cena.

Quem � ela?

- Tive de a trazer. - E o Cardona?

Magoou as costas a carregar um andor.

Porra da paix�o das confrarias...

Olarte.

- H� quanto tempo. - O que fazes aqui?

Todos temos de contribuir.

H� quanto tempo est� morto?

Umas 36 horas. Desde sexta-feira � tarde.

- Vamos ver o que temos. - Olha que � pesado.

Foda-se!

H� poucas d�vidas quanto � causa da morte.

- Saberemos mais depois da aut�psia. - J� viste isto antes?

Nos filmes. Cometeu um haraqu�ri cl�ssico.

Quanto tempo achas que levou a morrer?

Se o fez bem, algumas horas.

Que maneira fodida de se suicidar.

H� alguma que n�o o seja?

GUARDA CIVIL

- � o seu primeiro morto? - Sim, minha sargento.

- Solicitou a comiss�o de servi�o? - Sim, no m�s passado.

- Levamos o computador e o telem�vel? - Ainda n�o � preciso.

Venha comigo, vamos voltar para o quartel.

FOR�A A�REA

O tenente-coronel Hoopen pode receb�-la agora.

- Bom dia. Sou a tenente Castillo. - Tenente.

- Que tal o voo? - Tudo em ordem.

- Obrigada. - �timo.

Por favor, sente-se.

Estou curioso. Porque enviaram algu�m das Investiga��es Especiais?

O sargento Miles Johnson � perito em ciberseguran�a.

Quando algu�m num cargo delicado desaparece, � preocupante.

Acham que ele desertou?

Foi o que vim apurar.

N�o queremos outro Snowden ou Manning.

Compreendo.

Aqui est�o as medidas que as nossas for�as de seguran�a tomaram at� agora.

O sargento Johnson saiu da base na manh� de 20 de mar�o

no fim do turno, e nunca mais soubemos nada dele.

- Levou o pr�prio carro? - Sim.

Tem matr�cula espanhola. Tamb�m n�o o encontr�mos.

- Est� no relat�rio. - E o telem�vel?

O sinal mostra que ele se ligou � rede da base naquela manh�.

No outro dia, desligou-se.

Ainda pode ser rastre�vel.

A Pol�cia espanhola est� a par do assunto?

Quando ele n�o voltou, inform�mos a Guarda Civil.

Os da farda verde.

Dizem que est�o a investigar o assunto. Mas n�o se iluda.

Eles t�m os problemas deles

e n�o se incomodam com um aviador americano desaparecido.

Vou come�ar j� a investiga��o.

Preciso do registo de entrada e sa�da de Johnson nos �ltimos cinco meses.

Vou falar com os colegas dele. E preciso de um carro.

N�o � necess�rio.

O sargento Taylor vai escolt�-la. Por seguran�a.

Muito bem. Preciso de ir ao apartamento de Johnson.

Claro. Precisa de mais alguma coisa?

Por agora, n�o. Eu aviso se precisar.

Assim espero.

Se me d� licen�a...

Mantenha-me informado.

Com certeza.

Este bloco destina-se aos sargentos.

- � a �nica resid�ncia do Johnson? - Tanto quanto sabemos.

Obrigada.

H� outro lugar onde ele possa ter pertences?

Acabei, obrigada.

- Est� melhor? - Sim.

Ainda n�o tinha sa�do do escrit�rio.

Porque se candidatou � comiss�o na Judici�ria?

Porque quero aprender.

� uma raz�o, creio.

- Trate disso. - Sim, minha sargento.

N�o se preocupe, merit�ssima. Tenho aqui o meu.

Como queira.

E n�o me chame "merit�ssima". N�o sou ju�za. Luc�a.

- Luc�a. - Assim � melhor.

Que rela��o tinha com Ant�nio Jim�nez?

Cuidava da casa dele.

Arrumava, limpava...

E a comida. Deixava-lha preparada para toda a semana.

- H� quanto tempo trabalha l�? - H� muito tempo.

Comecei a trabalhar na casa

quando o pai do Ant�nio ainda era vivo.

Depois fiquei com a senhora

e vi esse rapazinho crescer.

Como era o Ant�nio?

Um homem muito bom. T�o bom...

Que pena tenho dele.

Tinha as suas particularidades, como toda a gente.

N�o era muito normal.

Havia uma sala de aula na casa dele. Ele dava aulas?

Sim, dava explica��es aos mi�dos.

E ao fim de semana, tamb�m lhes ensinava...

Chamava-lhe defesa pessoal.

Os mi�dos eram de fam�lias pobres e ele era muito generoso.

Quase n�o lhes cobrava.

Fale-me do gosto dele pela cultura japonesa.

A casa parece um museu.

Costumava viajar, umas vezes foi ao Jap�o.

Que � caro.

E trazia algumas coisas de l�.

Notou algum comportamento estranho recente?

No outro dia, ouvi-o a chorar no quarto.

Ouviu-o? Ent�o n�o o viu.

Ouvi-o, ele estava no quarto e estava escuro.

- N�o me atrevi a entrar. - Quando foi isso exatamente?

Bem, deve ter sido... na sexta-feira, penso eu.

Sexta-feira por volta do meio-dia, parece-me.

Obrigada, Rogelia. Acompanham-na � sa�da.

Venha comigo.

Ent�o, V�ctor?

Temos os testes de saliva dos dois malucos de sexta-feira.

- Salvador Luque e Francisco Chac�n. - O que tomaram os anjinhos?

Uma esp�cie da droga tusi.

Coca cor-de-rosa. Tinha tudo menos coca�na:

LSD, MDMA, quetamina, metanfetamina

e algo que o laborat�rio n�o confirmou, talvez um opi�ceo.

- Que bela combina��o. - Sargento?

Gostaria de ficar com este caso.

Que caso, Victor?

S�o dois drogados que se passaram, mais nada.

H� uma nova droga na cidade, da qual n�o temos registo.

Pode haver mais.

Est� bem.

- Bom proveito. - Desculpe.

Depois da minha quebra, precisava de energia.

Melhor agora? Fa�a-me um resumo.

Jim�nez vivia sozinho e era solteiro.

A fam�lia tinha uma f�brica de farinha e im�veis.

Armaz�ns, apartamentos... Sem irm�os.

Perdeu o pai quando era crian�a e a m�e h� dois anos.

- E ele herdou tudo. - E vendeu.

Menos a casa. E investiu o resto no estrangeiro.

- Tinha a vida resolvida. - Mas ainda estava a dar aulas.

Talvez estivesse aborrecido, n�o sei.

Sorte a dele. Mais alguma coisa?

Sim, encontrei este medicamento quando estava a tirar fotos.

� um ansiol�tico. A receita � recente.

Tire a farda, est� na Judici�ria.

Boa!

- Aviador Williams a apresentar-se. - Sente-se.

Foi transferido para c� com o sargento Johnson?

Sim. Estivemos em Ramstein durante um par de anos

e fomos transferidos para Mor�n como gestores de sistemas.

N�o, conhecemo-nos aqui na base.

Ele agora � seu supervisor.

Sim.

D�-se bem com ele a n�vel pessoal?

O sargento Johnson � bastante reservado.

Pode ser sincero comigo.

� um palerma, n�o �?

Digamos que n�o � muito af�vel.

Tem amigos na base?

N�o sou o �nico a achar que ele � um palerma.

Ouvi algumas coisas sobre ele.

Eu diria que � arrogante.

Arrogante?

Acha-se superior a todos. N�o se d� bem com ningu�m.

J� o viu fora da base?

Num bar, talvez. Mas n�o muitas vezes.

Num bar aqui em Mor�n?

Sozinho?

Da �ltima vez que o vi, acho que estava com outro tipo.

Americano ou espanhol?

Havia muita gente e n�o prestei muita aten��o.

Que pena.

J� terminei. Eu aviso se precisar de mais alguma coisa.

Sim, minha tenente.

Bom dia, minha tenente. Aviador Wilson.

- Sente-se. - Sim, minha tenente.

Calma. N�o estamos num tribunal militar.

Elena.

- Luc�a. H� quanto tempo. - Sim.

Ouve, na quarta-feira � noite,

viste um Antonio Jim�nez no hospital. Certo?

Encontr�mos uma receita de Alprazolam passada por ti.

Sim, receitei-o.

Posso saber porqu�?

H� uma investiga��o? Pelo sigilo profissional.

H�. O Jim�nez suicidou-se.

H� uns dias, veio �s urg�ncias com um ataque de p�nico.

- Foi a primeira vez? - N�o havia nada no historial m�dico dele.

Seguimos o protocolo de tratamento.

Talvez fosse mais intenso, ele estava muito mal.

Estava a hiperventilar, sem f�lego e com tonturas. Chegou a desmaiar.

Certo. Ele disse-te o que estava a causar isso?

N�o. Parecia que estava a falar com fantasmas.

As alucina��es s�o comuns em casos de ang�stia extrema.

Os suicidas �s vezes t�m esses sintomas antes de se matarem.

Nalguns casos, s�o sintomas de doen�as mentais latentes

que n�o conseguimos prever. Nem compreender, �s vezes.

Passou a noite no hospital. Teve alta de manh�.

- Obrigada. - Obrigada eu, Luc�a.

Luc�a.

Vi a tua pequena no outro dia.

� uma mistura de ambos.

Uma mistura melhorada, sem d�vida.

Adeus, Elena.

Podemos falar um instante?

Claro. Em que posso ajudar?

Soubemos que aquilo na Sexta-Feira das Dores

est� ligado ao consumo de certas subst�ncias.

Eu acabei de saber, mas metade de Mor�n j� sabe.

J� diz o ditado: "Terra pequena, grande inferno."

Um andoreiro e um m�sico, drogados e violentos em prociss�es, � desagrad�vel.

Concordo plenamente.

Consta que o incidente na rua San Sebasti�n

foi sinistro, no m�nimo.

- Tamb�m sabem disso. - Estamos muito preocupados.

A semana grande em Mor�n come�ou e estes dist�rbios podem afastar a gente.

N�o � comigo que t�m de falar.

V�o � Pol�cia local ou � Guarda Civil de Seguran�a P�blica.

- Falem com o tenente Canales. - J� fal�mos.

E com o chefe da Pol�cia local. S� faltavam voc�s.

Sem problema, colaboraremos por completo. Est� bem assim?

- S� precis�vamos de ouvir isso. - Com licen�a.

Posso entrar?

Cabo V�ctor Mart�n.

Da Guarda Civil.

Veja como ele est�. Tem de ser agora?

N�o se preocupe, s�o s� umas perguntas r�pidas.

Salvador, como est�o os olhos?

- Melhor. - Ainda bem.

- Preciso de uma resposta tua. - O qu�?

- Quem te vendeu a droga? - N�o me drogo, agente.

A tua saliva diz o contr�rio.

Fizeram-te um exame toxicol�gico.

H� que evitar que isto volte a acontecer. N�o sei se compreendes.

Foi uma insola��o ou algo que comi.

Isso n�o faria os teus olhos sangrarem.

Vi os nazarenos a subir ao C�u.

Teve uma vis�o divina.

Ol�.

- N�o me ouviste dizer ol�? - Ol�.

Porque est�s de pijama?

O que tem? Estou de castigo.

- Est�s a estudar? - Estou.

- Est�s no telem�vel. - Fiz uma pausa.

- A av�? - Est� a dormir a sesta.

Olha para mim quando falo contigo.

H� quanto tempo est� destacado em Espanha, sargento?

Desde novembro, minha tenente.

- S� quatro meses? - Faz cinco daqui a tr�s dias.

Como o tem tratado este pa�s?

N�o saio muito.

Devia.

Consta que as pessoas do Sul s�o muito simp�ticas.

� o que dizem.

J� colaborou com a Guarda Civil?

Sei quem s�o, mas n�o tive a oportunidade de trabalhar com eles.

T�m fama de serem bastante persistentes.

� bom sinal.

Ent�o, V�ctor?

- Falaste com o Salvador Luque? - Sim. N�o foi produtivo.

Est� meio cego e diz que n�o toma drogas.

- Claro. O mesmo com o do tambor. - Vou visit�-lo assim que puder.

N�o te entusiasmes muito, sim?

Trocou de roupa num instante.

� uma vantagem de viver no quartel.

Se o diz.

O que temos?

Apresento o outro Antonio Jim�nez, conhecido como Shedo.

� ele?

Podia ser desconhecido na vida, mas tinha uma presen�a online muito ativa.

Era especialista no Jap�o medieval, no Bushido e nos samurais.

- O que significa "Shedo"? - Sombra.

Muito bem.

Muito bem, est� bem montado.

Sem pressas.

Vamos atrasar um pouco.

Muito bem!

Um pouco mais baixo.

Est� bem.

Um pouco mais baixo, cavalheiros.

Um pouco mais baixo.

Muito bem.

QUARTEL DA GUARDA CIVIL TUDO PELA P�TRIA

- Boa tarde. - Boa tarde.

Queria ver a sargento Luc�a Guti�rrez.

Entre.

- Sim? - Tem uma visita, sargento.

Sou a tenente Magaly Castillo,

Gabinete de Investiga��es da For�a A�rea dos EUA.

Desculpe a intromiss�o. � m� altura?

- De modo algum. - Obrigada.

Espere a�.

� a sargento Guti�rrez?

Luc�a. Muito prazer. Sente-se, por favor.

Reconhece-o? Sargento Miles Johnson.

- O militar que desapareceu h� dias. - H� quatro dias.

Envi�mos os dados ao Centro Nacional de Pessoas Desaparecidas,

� Pol�cia Nacional e aos outros quart�is da Guarda Civil.

Localizaram o telem�vel dele?

Para isso � preciso um mandado.

Quando o v�o pedir?

H� ind�cios de que ele desapareceu contra a sua vontade

ou algo que indique que foi assassinado

ou esteve envolvido num crime? - Creio que n�o.

Parece-me cedo para invadir a sua privacidade.

- Sei que � o procedimento habitual. - Correto.

Por c�, fazemos as coisas assim.

N�o duvido da efic�cia dos seus m�todos.

N�o queremos pressionar. S� pedimos a vossa colabora��o.

Precisam de mais alguma coisa de n�s?

Estamos a seguir os passos do sargento Johnson

desde a manh� de 20 de mar�o, quando deixou a base.

Precisamos de toda a informa��o que conseguiram reunir.

Sem problema.

- Algo mais? - Sim.

Tamb�m precisamos de algu�m que conhe�a a �rea

e saiba lidar com os habitantes, algu�m como a sargento.

N�o sou de c�.

E at� � data, n�o conquistei muita gente.

Comigo � igual.

Anda! Vamos embora!

Maca?

Vou j�.

Vais ficar sem apetite.

- Est� tudo bem? - Est�.

Quando debicas como uma galinha, est�s preocupado.

- N�o. S� estou com fome. - Ent�o p�e a mesa.

Est� quase pronto.

- Estive a falar com a minha irm�. - E ent�o?

Diz que o Hip�lito est� preocupado.

A obra est� atrasada e quer falar contigo.

Ele sabe onde me encontrar.

Depois de amanh�, podemos ir ver como est� a correr tudo.

N�o posso.

Porque n�o?

Estamos no invent�rio. Imensa papelada.

Est� bem, ent�o vou sozinha.

N�o podemos adiar?

J� adi�mos na semana passada.

N�o sei que te diga. Estou com muito trabalho.

Isto era a nossa prioridade, lembras-te?

E �.

Para ti n�o �.

- Se isto n�o � importante para ti... - Maca!

Aconteceu � minha m�e...

O que est�s a dizer?

N�o quero que sejas um pai de fim de semana.

Est� bem.

Vou contigo.

- S� dizes isso para me calar. - N�o, � porque tens raz�o.

E porque estou com fome.

Que parte de "n�o podes sair" n�o percebes?

Sabemos que chumbaste a espanhol, mas � uma frase simples.

- Deixa-a, � da idade. - N�o te metas.

- N�o fales assim com a av�. - Responde-me.

Apeteceu-me um gelado. Estudei a tarde toda, a av� sabe.

� verdade. Ela estudou a tarde toda.

- Estiveste a beber? - Eu? N�o gosto.

- Cheira-me aqui. - O raio do c�o pol�cia.

N�o me d�s serm�es. Foda-se!

- Tu � que sais e bebes � noite, n�o eu. - � verdade.

- Boa noite, sargento. - Boa noite, mestre.

�gua mineral, n�o �?

Sabes o que � kintsugi ?

Claro. Saqu� e �gua com g�s ou algo assim.

� uma t�cnica para reparar cer�mica rachada com fio de ouro.

Os japoneses acreditam que as gretas

devem ser exibidas, n�o escondidas.

S�o belas e d�o valor a um objeto.

Tens fio de ouro para mim?

Tenho um fato de matador.

Alguma coisa se arranja, n�o?

J� c� faltava.

Sim.

Est� bem, amanh� logo de manh�.

- A tua filha? - N�o. Um tipo desapareceu.

Boa noite, sargento.

Boa noite, mestre.

NOS PR�XIMOS EPIS�DIOS

Legendas: Rodrigo Vaz plint.com

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